Dez anos após os ataques de 11 de setembro, os Estados Unidos desenvolveram armas capazes de manipular a natureza e colocar em risco o futuro de toda a humanidade
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Imagine um planeta onde algumas pessoas e países podem controlar o tempo e o clima. Nesse lugar, diversos povos já foram devastados por essas nações, detentoras do poder de criar enchentes ou fortes secas em terras vizinhas. Quando o ataque acontece, tudo que é vivo morre.
De nuclear, a guerra tradicional passou para biológica, até chegar na climática. Dez anos após sofrer os ataques de 11 de setembro (leia mais em Dez anos do 11 de setembro), os Estados Unidos já têm armas para manipular a natureza e, assim, destruir inimigos. Se você acha que isso é ficção científica, se enganou. Embora pareça absurdo, o projeto Haarp – sigla para The High Frequency Active Auroral Research Program ou Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência, em português –, controlado pela Força Aérea dos Estados Unidos e pela Marinha de Guerra, tem essa capacidade. A manipulação do clima chegou ao extremo e coloca em risco a sobrevivência da humanidade.
O Haarp é bastante polêmico e obscuro. Com sede no estado norte-americano do Alasca, o projeto, que existe desde 1990, tem como objetivo oficial ampliar o conhecimento sobre as propriedades físicas e elétricas da ionosfera terrestre. A ionosfera é a parte mais externa da atmosfera, que reflete vários tipos de sinais. Com essa manipulação das ondas de baixa frequência na ionosfera, seria possível, segundo o governo norte-americano, melhorar o funcionamento de vários sistemas de comunicação e navegação, tanto civis quanto militares. Essa justificativa não convence muitos especialistas, que acreditam que o Haarp pode se tornar uma arma de destruição em massa.

Luiz Fernando de Mattos, pesquisador do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/Inpe), explica que a manipulação feita pelo Haarp na ionosfera pode afetar o tempo e o clima de todo o planeta. “Eu não sei dizer se o Haarp pode gerar terremotos. Mas mudanças, como secas e inundações em outras regiões, sim”, afirma. Segundo Mattos, a América do Sul possui uma anomalia magnética na parte da ionosfera que cobre o continente. “Para afetar o clima daqui, o Haarp teria que funcionar a pleno vapor, o que é complicado. Por isso, podemos dizer que a América do Sul está protegida quanto aos efeitos do projeto”, completa. Estudos relacionados à manipulação da ionosfera por ondas de rádio não são novos: o inventor sérvio Nikola Tesla fez as primeiras experiências em 1899 e foi o gênio inspirador de Dennis Papadopoulos, o físico que dirigiu a construção do Haarp nos Estados Unidos. No início dos anos 1960, a antiga União Soviética construiu uma parede de antenas com o objetivo de usá-la como arma na Guerra Fria – e de fato usou contra submarinos
norte-americanos.
Quanto a uma possível guerra climática, onde países usariam a tecnologia para causar inundações e secas em outras nações, em busca de maior poder econômico, o pesquisador destaca que esse tipo de acontecimento já ocorre há 60 anos e que a Organização das Nações Unidas (ONU) condena a prática. Mattos cita um artigo publicado em julho de 2010 no site Global Research, organização de pesquisa independente com sede no Canadá, para destacar a manipulação do clima com fins militares: “Em um simpósio internacional realizado em maio de 2010 em Ghent, na Bélgica, cientistas afirmaram que ‘a manipulação do clima por meio da modificação das nuvens não é nenhuma brincadeira, nem teoria da conspiração’. É um fato ‘totalmente operacional’, com uma sólida história de 60 anos. Apesar de a modificação ‘hostil’ ambiental ter sido proibida pela Convenção das Nações Unidas em 1978, o seu uso ‘amigável’ hoje está sendo saudado como o novo salvador frente às alterações climáticas e à escassez de água e alimentos. O complexo militar-industrial está preparado para capitalizar e controlar o clima do mundo”, diz o artigo.

Para o engenheiro elétrico norte-americano Brooks Agnew, especialista em ondas de baixa frequência, como as do Haarp, é de conhecimento geral que o projeto pode modificar zonas de pressão, com a manipulação da ionosfera, e, assim, controlar as chuvas de um determinado local. “Eu não duvido que o Haarp possa ser usado como manipulador de clima. Faz mais de 20 anos que estudo ondas de baixa frequência e sabemos que, em se tratando de ressonância, essas ondas podem movimentar as placas tectônicas abaixo da terra e causar grandes terremotos”, explica o cientista.
“Uma vez, fazendo uma experiência próximo a Portland, no Oregon (EUA), ligamos transmissores dessas frequências e imediatamente a terra começou a tremer. Isso pode acontecer; o que não pode acontecer são as pessoas utilizarem esta tecnologia para ameaçar nações, ou durante uma guerra”, completa.
Leia mais:
Teorias da conspiração sobre o uso do Haarp ganham força


Na manhã de 24 de agosto, Steve Jobs, declarou estar deixando a presidência da Apple – uma das maiores empresas de tecnologia do mundo. Sem revelar detalhes em sua carta de demissão (com um texto simples, no qual assumiu já não poder mais atender às expectativas como presidente), ele se despediu e disse desejar continuar como funcionário da empresa que fundou na garagem da casa de seus pais adotivos. Na última aparição pública, em junho deste ano, Jobs já estava visivelmente mais magro. É de conhecimento mundial que ele luta contra um tipo raro de câncer no pâncreas desde 2004, já tendo passado por cirurgias e até por um transplante de fígado em 2009. Desde janeiro deste ano, Jobs estava afastado, mas agora a doença parece ter tomado dimensão irremediável em sua vida.
A história de Jobs é peculiar: filho do professor sírio Abdulfattah Jandali com a estudante Joanne Simpson, foi entregue à adoção porque os pais da garota não aprovavam a relação nem a gravidez indesejada da menina. Foi rejeitado pelo primeiro casal de pais, que esperavam uma menina, e adotado por Paul e Clara Jobs. Aos 17 anos, entrou para o Reed College, mas não pode concluir o curso. “Eu não tinha um quarto no dormitório e dormia no chão de quartos de amigos. Eu recolhia garrafas de coca-cola para ganhar 5 centavos e comprar comida. E andava 11 quilômetros todo domingo à noite para ter uma boa refeição no templo hare krishna. Eu amava aquilo”, contou Jobs, no discurso de formatura da Universidade de Stanford, da turma de 2005.


Márcia Maria Oliveira Guimarães, de 32 anos, auxiliar administrativo, sofreu durante muito tempo na vida sentimental porque buscava o homem perfeito em tudo, mas não era bem-sucedida. Dos 18 aos 24 anos, sofreu muito até que compareceu a Igreja Universal. “Enquanto permaneci na presença de Deus, meu namorado foi embora. Foram 5 anos participando da Terapia do Amor, onde busquei a cura das feridas que haviam no meu coração, devido às desilusões amorosas”, recorda.
São Paulo - Recentemente, as voluntárias da Associação de Mulheres Cristãs (AMC) visitaram a Fundação Casa Parada de Taipas (antiga Febem), na zona oeste da capital paulista, e promoveram uma festa especial com a participação da cantora e também voluntária da AMC, Isis Regina, que contagiou todos os presentes ao som da banda musical Nova Essência.
desempenho dos grupos com mais mulheres era melhor do que o das equipes compostas por pessoas com quociente de inteligência (QI) mais elevado. Segundo os cientistas, o grande diferencial entre eles foi o grau de sensibilidade social dos participantes. “Muitos estudos têm mostrado que as mulheres tendem a ter maior pontuação em testes de sensibilidade social. Então, isso é o que realmente faz a diferença, sejam eles homens ou mulheres”, afirmou Anita em entrevista à revista “Havard Business Review”.

Segundo Manoel Gonzalez, diretor-executivo da Fazenda, o objetivo da escola é promover desenvolvimento social e físico, por meio de uma vida escolar completa. As crianças que permanecem na Fazenda são transportadas dos bairros e povoados onde residem até o CEB nos seis ônibus da escola. Chegam às 7 horas, fazem a primeira refeição, depois se dirigem a um dos pátios principais, oram e cantam os hinos nacional e de Irecê (às quartasfeiras). Em seguida, vão para o banho, depois participam das aulas em suas respectivas salas.
Regularmente, as crianças são levadas aos consultórios pediátricos e aos dentistas instalados na própria Fazenda. Todos os exames e remédios receitados pelos médicos são providenciados pela administração da Fazenda, assim como os óculos solicitados por oftalmologistas conveniados à instituição.
Além disso, a Fazenda possui um rebanho de duzentas cabeças de gado leiteiro e de corte, que produz 5 mil litros de leite por mês. O leite retorna pasteurizado e em forma de iogurte para o consumo das crianças na escola.
Recentemente, a presidente da AMC (Associação de Mulheres Cristãs), Rosana Oliveira, atenta aos problemas sociais, visitou a Fazenda a convite da direção. Na oportunidade, ela participou de um evento especial em comemoração ao “Dia do Circo”, promovido pelas professoras do CEB.
Foi preso na segunda-feira (29) o suspeito de matar o modelo Murilo Rezende da Silva, de 21 anos, e o analista de sistema Eugênio Bozola, de 52, em uma região nobre da cidade de São Paulo, em 22 de agosto. Lucas Cintra Zanetti Rosseti, de 21 anos, estava foragido e foi encontrado em Sertãozinho, no interior de São Paulo.

Uma volta pelo centro da capital paulista é suficiente para perceber como a “barrigudinha” (cachaça embalada em garrafas plásticas redondas de até meio litro, vendida em quase todos os mercados e botecos por pouco mais de R$ 1) faz sucesso entre os moradores de rua e demais pessoas em situação de vulnerabilidade social.