sexta-feira, 21 de julho de 2017

"O pastor roubou nossa colher”

"O pastor roubou nossa colher”






Certa feita,o pastor foi visitar um casal de sua igreja, pois eles se queixavam de tudo, e pensavam em abandonar a fé. Depois da oração em família e do jantar, assim que ele saiu, a esposa disse ao marido: “Eu acho que o pastor roubou a nossa colher de ouro!”


Esse ocorrido a incomodou durante meses, sempre que iam aos cultos, o casal não via o pastor com bons olhos.


Sete meses depois o casal continuava frio na fé e novamente convidaram o pastor para mais uma visita. Incapaz de resistir, a mulher perguntou: “Pastor, você roubou a nossa colher de ouro na visita passada?


Ele respondeu: “NÃO, E A DEIXEI DENTRO DA SUA BÍBLIA”









 






Grupo CALEBE BRASIL no Bloco de Osasco está em AÇÃO:Diz o Bispo Geraldo Vilhena

quarta-feira, 12 de julho de 2017

sexta-feira, 7 de julho de 2017

A missão da Folha Universal


A missão da Folha Universal


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Por Jeane Vidal / Fotos: Reprodução e Cedidas



Para os membros da Igreja Universal, receber um exemplar da Folha Universal já faz parte do ritual de todas as manhãs de domingo, quando participam do Encontro com Deus, a principal reunião da Igreja, na qual a edição semanal do jornal é distribuída em primeira mão. São eles, os membros, os primeiros a ler.

E, ao contrário do que acontece com os jornais seculares, que depois de serem lidos são usados para embrulhar frutas nas feiras, limpar vidraças ou forrar o chão durante uma reforma, além de outras infinitas utilidades dadas a eles, com a Folha Universal não é assim. Depois de ler o seu exemplar, o membro da Igreja tem o cuidado de guardá-lo para, na primeira oportunidade, dar a uma pessoa sofrida, conhecida ou não, com o objetivo de evangelizá-la e oferecer a ela a oportunidade de conhecer o trabalho da Universal e, por meio dele, conhecer a Deus.

A Folha Universal é uma das principais e mais importantes ferramentas de evangelização utilizadas pela Igreja, que desde o seu surgimento tem a visão e o entendimento da importância de ter os meios de comunicação como aliados na propagação do Evangelho. Tanto é assim que, já no início da Igreja, era de costume do bispo Edir Macedo (líder e fundador da Universal) alugar espaços nas rádios para  fazer programas evangelísticos e promover os cultos que eram realizados. E, assim que foi possível, ele adquiriu a Rádio Copacabana, a primeira de diversas outras que seriam adquiridas no decorrer dos anos.

A primeira equipe

Criado em 1992, no Rio de Janeiro, o jornal Folha Universal começou pequeno, mas com a direção da Igreja já enxergando lá na frente, consciente dos milhões de almas que poderiam e seriam alcançadas por meio dele.

A equipe se resumia a um editor, dois repórteres, dois diagramadores e um fotógrafo, segundo conta a jornalista Ana Linhares (na foto acima, na primeira redação do jornal), que fazia parte dessa equipe . “Eu tinha 22 anos e foi o meu primeiro emprego de carteira assinada. Eu fui a segunda repórter. Depois a equipe foi aumentando. Nós saíamos na moto do fotógrafo para fazer as matérias, porque não tinha carro de reportagem ainda. Com o tempo o jornal foi crescendo, foi se estruturando, as editorias foram sendo criadas.”

Com tiragem inicial de 100 mil exemplares, a Folha Universal era impressa no formato tabloide, e em duas cores apenas (foto que abre essa matéria). Depois, foi aumentando, até chegar ao que é hoje (foto abaixo) e se tornar o jornal de maior tiragem do Brasil, com mais de 1,8 milhão de exemplares por semana e com uma equipe de mais de 20 profissionais diretamente envolvidos.

Além de atualizar os membros da Universal sobre os eventos e as ações sociais realizados pela Igreja em todo o mundo, o jornal também traz a mensagem de fé do bispo Macedo, reflexões, notícias sobre comportamento, relacionamento, testemunhos e informações sobre acontecimentos no Brasil e no mundo.

Por toda parte

Mas, como foi dito no início dessa reportagem, o jornal foi criado com um propósito ainda maior, que é o de ganhar almas para o Reino de Deus. Para isso, ele é distribuído, principalmente, onde tem uma pessoa aflita, oprimida, doente, desesperançada. E onde estão essas pessoas? Por toda parte: em ruas, becos, comunidades, leitos de hospitais, asilos, orfanatos, leprosários, presídios, aldeias, povoados longínquos e até em mansões cercadas por luxo e conforto, mas que abrigam pessoas angustiadas e oprimidas.

Por intermédio da Folha Universal, milhares de pessoas têm chegado à Universal e conhecido a Deus. É o caso de Amanda Viana Bersan dos Santos, que, aos 14 anos, era uma adolescente triste, angustiada, quando colocou pela primeira vez os pés em uma Universal, após receber um exemplar do jornal e ser convidada para assistir a uma reunião. “Eu estudava ao lado da igreja, e todos os dias eu passava em frente. Um dia, o pastor que estava evangelizando em frente ao templo, me deu o jornal e me convidou para participar daquela reunião. Eu entrei, assisti à reunião, depois fui para casa, li o jornal e a partir desse dia eu nunca mais deixei de ir à Igreja”, relata.

 

As diversas Anas

E não é só na vida dos leitores que a Folha Universal tem feito a diferença, mas também dos profissionais envolvidos na produção do jornal, que aprendem, crescem como pessoa, desenvolvem a fé e têm experiências com Deus ao ouvir e contar histórias de superação e fé.

Foi o que aconteceu com a repórter Ana Linhares, citada um pouco mais acima. É ela quem conta: “Na época eu não era da Universal nem gostava. Quando me chamaram para fazer a entrevista, a pessoa que me entrevistou perguntou se eu tinha alguma coisa contra a Igreja e eu falei que tinha. Mesmo assim me chamaram e me botaram para ouvir a mensagem do bispo Macedo. Só que aí eu comecei a ouvir e tudo o que eu pensava em termos de Evangelho era justamente o que ele falava, então eu comecei a me interessar, comecei a assistir às reuniões, ler os livros, e foi assim que eu comecei e me tornei membro da Igreja, desde 1993 até hoje.”

Ao contrário de Ana Linhares, a jornalista Ana Carolina Cury (foto abaixo), que está na equipe desde 2013, conta que nunca teve preconceito em relação ao trabalho da Universal, pelo contrário, até gostava. Contratada a princípio para trabalhar na TV Universal, logo passou a ser repórter também da Rede Aleluia de rádio, e só depois veio para a Folha Universal.

“Sempre fui muito curiosa, mas eu me converti mesmo depois que comecei a trabalhar na rádio. Nos intervalos, eu tirava muitas dúvidas com os bispos, especialmente com o bispo Jadson (Santos), que me orientava muito, e isso foi despertando uma curiosidade em relação à fé. Foi assim que comecei. Quando eu vim para cá (para a Folha Universal) eu já estava frequentando a Igreja, mas não tinha me batizado.”

Ana Carolina conta que foi escrevendo para os leitores da Folha Universal que pôde conhecer mais a fundo o trabalho da Igreja. “Pude ver o quão é grandioso esse trabalho, porque o jornal tem a maior tiragem do País, e chega a lugares que nem carro chega. Além disso, a cada matéria eu comecei a aprender mais e mais, não só sobre comportamento, mas, principalmente, sobre fé. Eu falo que trabalhar aqui é diferenciado porque tem um propósito maior, que é ajudar pessoas, salvar almas, e isso é grandioso. É o meu combustível. A gente vê de perto a seriedade do trabalho da Igreja, o compromisso com as pessoas, o compromisso com as almas.”

Em outubro de 2015, ela tomou a decisão de se batizar nas águas, e hoje fala sobre como o seu trabalho teve um papel importante para levá-la a conhecer a verdadeira fé. “De lá para cá eu vejo um amadurecimento muito grande em relação à fé. No jornal eu aprendo todo dia. A cada matéria que eu escrevo eu aprendo mais. Mais sobre a vida, mais sobre comportamento, mais sobre a vida espiritual. E poder passar isso para as pessoas é um presente sem preço.”

Para Carol – como é carinhosamente chamada pelos colegas na redação –, além de lhe abençoar com um emprego, Deus tinha um propósito maior na vida dela quando a trouxe para trabalhar nas mídias da Universal. “Deus faz as coisas no tempo certo. Eu ter vindo trabalhar aqui não foi por acaso. Foi esse caminho que Deus usou para me levar até Ele. E o jornal veio consagrar isso, toda essa experiência de poder passar não só palavras, informações, mas também espírito nas nossas matérias.”

Elas são apenas duas entre inúmeras Anas que conheceram e ainda conhecerão a Deus por intermédio desse trabalho. Não só o da Folha Universal, mas de todas as outras ferramentas utilizadas na Obra de Deus, cujo o único objetivo é cumprir a ordem do Senhor Jesus: “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda criatura.” Marcos 16.15

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segunda-feira, 26 de junho de 2017

Deus não muda a vida de ninguém

Deus não muda a vida de ninguém
Mas Ele mostra o caminho


publicado em 26/06/2017 às 00:15.

Por Jeane Vidal (*) / Foto: Thinkstock


Tags: congresso para o sucesso mudança de vida obediência



 


“Deus vai mudar a sua vida!” Quem nunca ouviu essa afirmação ao participar de um culto na Universal? Se você é membro ou já participou de alguma reunião na Universal certamente já ouviu essa frase de um homem de Deus. E mesmo você que nunca colocou os pés numa igreja, provavelmente, já ouviu essa frase de alguém de fé.

Mas a pergunta é: como Deus fará isso? Ao contrário do que muitos pensam, não é com um passe de mágica, ou como num conto de fadas ou filmes de Holllywood.

O bispo Edson Costa explica que Deus trabalha com uma palavra, por isso, toda vez que Ele deseja mudar a vida de uma pessoa, faz isso dando a ela uma direção. “Ele vai te dar uma palavra, que vai te direcionar a um novo rumo, e esse novo rumo é que vai mudar a sua vida”.

Por isso, nunca pare de lutar, de plantar, de correr atrás dos seus sonhos. Quando a pessoa começa uma coisa e não termina, ela fica viciada em desistir, mas quando vai até o fim se torna viciada em lutar e, por isso, Deus a honra.

Veja o conselho do rei Salomão. Esse é o segredo do sucesso em todas as áreas da vida.

“Pela manhã semeia a tua semente, e à tarde não retires a tua mão, porque tu não sabes qual prosperará, se esta, se aquela, ou se ambas serão igualmente boas. ” Eclesiastes 11.6

Ou seja, não pare de trabalhar, de batalhar, de insistir.

Veja o que fizeram os grandes heróis da Bíblia, que tinham todos os motivos para desistirem, mas, escolheram continuar lutando.

Abraão, por exemplo, nunca pediu a Deus riquezas ou a morte dos inimigos. Tudo que ele queria era um filho. Deus, então, prometeu que lhe daria não apenas um filho, mas que faria dele o pai de uma numerosa nação. Ele creu nessa palavra de tal maneira que passou a viver em função dela, contudo, passaram-se 24 anos e Abraão continuava sem filhos, mas ainda assim ele não deixou de lutar e nem de crer.

“Deus enriqueceu a Abraão, mas o sonho dele ainda não tinha sido realizado. Mesmo contra a própria natureza, mesmo já sendo um homem amortecido, a sua esposa tendo o útero seco, mesmo todos os fatos estando contra ele, ainda assim ele continuou lutando. Resultado: um ano depois nasceu Isaque, e seu sonho se realizou. E se ele tivesse parado de lutar aquele ano? Era o ano da vitória dele”, destaca o bispo.

Com Isaque não foi diferente. Houve uma época em que o local onde ele morava vivia uma seca terrível, então, ele decidiu partir para o Egito, em busca de melhores condições de vida. Porém, quando estava de partida, Deus apareceu para ele e mandou que ficasse ali mesmo, naquela terra castigada pela seca, pois, Ele o faria prosperar nela.

Isaque obedeceu e passou a plantar, mesmo em meio ao deserto, e, milagrosamente, toda semente que plantava germinava e rendia 100 vezes mais.

Olha aí a receita do sucesso se repetindo, só que agora com Isaque: obedecer e não parar de lutar.

Porém, onde encontrar água para regar a plantação no meio do deserto? Isaque começou a cavar poços, e a água simplesmente nascia. Detalhe: só nos poços dele tinha água, no de mais ninguém.

Foi aí que os olhos dos inimigos invejosos cresceram. Quando anoitecia, e Isaque dormia, eles iam até lá e entupiam os poços com entulhos.

Quando Isaque acordava e via os poços entupidos não ficava se lamentando ou resmungando. Arregaçava as mangas e cavava outro. No outro dia, a cena se repetia e ele continuava cavando mais outro e mais outro. Qual o resultado: Deus o honrou em meio ao deserto.

E o que falar de Jacó?

“Quando falamos em luta não tem maior exemplo na Bíblia do que Jacó. Ele lutou com o próprio Deus”, observa o bispo Edson.

Jacó era um enganador, trapaceiro. Enganou o irmão e depois o pai e, por isso, passou 20 anos colhendo os frutos da sua falta de caráter. Gemeu, na mão do sogro e da mesma forma que enganou foi enganado por ele, até o dia em que decidiu dar um basta.

Após duas décadas de sacrifício, de perdas, de derrotas, de humilhação e de trapaças, ele pegou toda a família e todo o seu rebanho e partiu para começar uma vida nova em outra cidade.

Mas, ao chegar no Vau de Jaboque (Jaboque era o nome do rio que dividia as duas cidades), deixou que primeiro toda a família e todo rebanho atravessasse para a outra margem ficando apenas ele. “Certamente, porque ele queria ter um momento a sós com Deus”, deduz o bispo Edson. “Não adiantava ele passar para o lado de lá sendo o mesmo homem. Aquilo não podia ser uma fronteira apenas entre cidades, tinha que ser uma fronteira entre benção e maldição. Ou Deus quebrava essa fronteira de uma vez por todas ou não adiantaria ele mudar de uma cidade para outra”.

E, naquele momento, o anjo do Senhor apareceu, e Jacó passa a travar uma luta com o próprio Deus, que se estende até o amanhecer.

Ele estava exausto devido à intensidade da luta, mas, mesmo tendo sido ferido na coxa pelo anjo, mesmo gemendo de dor, Jacó não parou de lutar. Vendo que Jacó não o soltaria, o anjo pediu para que ele o deixasse ir. Era a oportunidade que Jacó precisava para obter a benção que tanto desejava:

“E disse: Deixa-me ir, porque já a alva subiu. Porém ele disse: Não te deixarei ir, se não me abençoares. E disse-lhe: Qual é o teu nome? E ele disse: Jacó. Então  disse: Não te chamarás mais Jacó, mas Israel; pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens, e prevaleceste. E Jacó lhe perguntou, e disse: Dá-me, peço-te, a saber o teu nome. E disse: Por que perguntas pelo meu nome? E abençoou-o ali.” Gênesis 32.26-29

Jacó foi abençoado porque lutou até o fim, não desistiu. E se ele tivesse parado de lutar? Com certeza não teria tido seu nome mudado por Deus. E continuaria sendo o mesmo Jacó.

Não duvide. Deus irá lhe dá a vitória como deu a todos aqueles que se colocaram completamente na dependência dEle.

Para aprender a enfrentar os desafios e se tornar uma pessoa vencedora participe do Congresso Para o Sucesso, que acontece às segundas-feiras, no Templo de Salomão. Para encontrar uma Universal mais próxima de você, acesse www.universal.org/enderecos.












 


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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Conheça a origem das festas juninas

Conheça a origem das festas juninas
Deixe a sua opinião


publicado em 20/06/2017 às 00:15.

Da Redação / Imagens: Wikimedia, Shutterstock, Thinkstock


Tags: festas juninas



 


As populares festas juninas envolvem diferentes formas de celebração, de acordo com o país. No Brasil, é voltada para os personagens bíblicosPedro e João Batista, tidos como santos, assim como o canonizado frade português Antônio de Lisboa, que viveu na virada dos séculos 12 e 13. Aqui, as festas não seguem exatamente os dias voltados para eles nos calendários, mas abrangem os meses de junho e julho. Porém, a devoção aos santos perdeu campo, e a temática rural é o maior foco, com vestimentas e comidas típicas do interior.

A origem das festas estaria nas celebrações pagãs do solstício de verão – quando a incidência solar medida a partir da linha do Equador é a maior do ano (ou seja, a luz do dia) –, simbolicamente o início “oficial” do verão no que concerne à mudança climática e, portanto, o início da época de plantio (dias mais quentes e mais longos, em uma época dependente da luz natural para quase toda prática ao ar livre). Como o solstício coincide com as datas voltadas aos santos, o sincretismo religioso se apoderou da festa com o pretexto de celebrá-los, na Idade Média.

A palavra "junina" remete à deusa pagã Juno, que a Igreja Católica adaptou para “joanina”, relativa a João. Hoje, voltou à baila “junina”, por muitos a usarem relativa ao mês de junho.

Por muitos cristãos, as festas são vistas como idólatras, enquanto outros consideram que não se desligaram da origem pagã, sobretudo pelas crendices que remetem à feitiçaria, como as chamadas simpatias.

Não só as festas dos dias de santos estão no contexto junino. No Brasil, 12 de junho, o Dia dos Namorados, foi instituído na véspera do dia de Santo Antônio, tido pelos seus adeptos com o “santo casamenteiro” – assim como os namorados do Hemisfério Norte a atrelaram ao dia de São Valentim (o Valentine's Day), 14 de fevereiro. Só que nem para a Igreja Católica Valentim é um santo oficial, pois não há dados suficientes para comprovar se a sua história foi real – a de um bispo que realizava casamentos secretamente em uma época em que eram proibidos pelo imperador romano Cláudio II, no século 3. Muitas são as simpatias para conseguir um cônjuge nessas datas. Dessa forma, é compreensível que muitos não separem as festas juninas do paganismo.

 



Fogo e danças

Ligadas ou não ao catolicismo sincrético, as fogueiras que os pagãos acendiam para a festa do solstício permaneceram em várias culturas, ainda que hoje não tenham mais tanto sentido católico ou pagão para muitos. As imensas fogueiras da festa de Midsummer (médio-verão) são bastante presentes (principalmente em margens de rios, lagos ou praias oceânicas) no Norte da Europa, em países como Suécia, Noruega, Lituânia, Letônia, Finlândia, Estônia e Dinamarca, assim como outras nações europeias, como Reino Unido, Irlanda, Galícia, Espanha, França, Itália, Malta, Portugal, Polônia, Rússia e Ucrânia. A colonização anglo-saxã levou o costume para países como Estados Unidos, Canadá (onde os festejos se misturam à data máxima da província francófona do Québec, em 24 de junho) e Austrália.

No solstício de inverno, as pessoas faziam um percurso em grupo, em filas, portando tochas, com as quais acendiam a fogueira – de onde teria vindo o costume das procissões com velas acesas. Para eles, o fogo afugentava os maus espíritos. Daí também teriam vindo as lanternas coloridas de papel.

A Igreja Católica medieval tentou se apoderar das fogueiras usando-as como um símbolo pseudocristão. Criaram a tradição com base em uma lenda em que Isabel, prima de Maria, mandou acender uma fogueira no alto de uma montanha para avisar a mãe de Jesus que engravidara (de João Batista).

Quando os colonizadores portugueses trouxeram os festejos juninos para cá, incluíram a tradição dos fogos de artifício (para “acordar” João Batista) e os balões (que levavam pedidos ao céu). No Brasil, a prática de soltar balões é oficialmente proibida, pelos sérios riscos de incêndio.

 


As danças, por sua vez, têm origem tanto nas coreografias pagãs para adorar falsos deuses quanto na dança de salão francesa quadrille (de onde vem o seu equivalente em português, quadrilha), uma evolução da antiga contradança – que, por sua vez, deriva de danças inglesas de camponeses (mais uma vez a ligação com a lavoura). Como hábitos franceses eram um grande interesse dos portugueses e foram amplamente difundidos na corte brasileira a partir da vinda de Dom João VI, a quadrilha se popularizou por aqui, fundindo-se a danças e ritmos brasileiros – na Bahia, ganhou até o espantoso apelido de “Baile Sifilítico”, pela participação de prostitutas.

A famosa “dança do mastro”, realizada em vários países e com uma variante bem popular na Suécia, tem, para alguns estudiosos, uma conotação fálica (comum a rituais de fertilidade do paganismo), com os dançarinos dando voltas ao redor do objeto.

A comida era distribuída em grande quantidade de propósito, para inspirar a fartura desejada nas lavouras, e muitos estudiosos defendem que parte dela era consagrada às falsas divindades – como ainda hoje é feito por adeptos do ocultismo.

Mesmo que hoje as festas não tenham uma ligação tão explícita com a religião, cabe a cada um pensar sobre o costume.

E você, o que acha das festas juninas? Costuma participar? Deixe a sua opinião nos comentários.



segunda-feira, 19 de junho de 2017

Força Jovem realiza ação de limpeza e preservação em praia de Curaçao


Força Jovem realiza ação de limpeza e preservação em praia de Curaçao
Atividade socioeducativa conscientiza a população sobre a importância de cuidar e respeitar o meio ambiente


publicado em 19/06/2017 às 00:15.

Por Michele Roza / Fotos: Cedidas


Tags: Força Jovem Universal Curaçao meio ambiente



Curaçao é um país insular (constituinte do Reino dos Países Baixos), localizado na região do Caribe, a aproximadamente 65 quilômetros da costa da Venezuela. A ilha é um dos destinos mais procurados do mundo para aqueles que apreciam belas paisagens litorâneas e águas límpidas.

Devido ao alto índice de turismo na região e pensando na preservação da natureza local, o grupo Força Jovem Universal de Curaçao realizou recentemente uma campanha de conscientização na praia de Maripampum, em Willemstad, capital e cidade mais populosa do país – considerada Patrimônio Mundial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Respeitar e cuidar do meio ambiente

Cerca de 15 jovens voluntários do projeto Comunidade da FJU reuniram-se com o objetivo de ajudar na limpeza e manutenção da praia. Foi a primeira vez que o grupo realizou essa ação recolhendo lixos como garrafas pet, latinhas, isopor, chinelos perdidos e outros materiais descartados nas areias e encostas da praia de Maripampum.

Com ações como essa, o grupo de jovens voluntários conscientizam a população em geral sobre a importância de preservar o meio ambiente e ainda mostram à juventude como devem respeitar e cuidar do lugar onde vivem.

Os jovens foram acompanhados pela líder do grupo em Willemstad, a obreira Sandra Guerra, de 40 anos. Segundo ela, poder colaborar com a limpeza e preservação do meio ambiente significa ajudar diretamente as pessoas, pois, ao manter as praias limpas valoriza-se o país onde vive e contribui-se com o bem-estar de todos.

“Esse tipo de ação é muito importante, já que está sendo realizada uma atividade socioeducativa para os jovens envolvidos e, além disso, é uma grande oportunidade de conscientização e bem-estar para toda a população local”, disse Sandra.

Quer conhecer mais sobre o trabalho do grupo Força Jovem Universal no Brasil e em outros países?Clique aqui e acompanhe as ações que têm sido realizadas em diversos locais. Você também pode fazer parte do grupo. Encontre uma Universal mais próxima de sua casa e informe-se com o responsáv
el.

domingo, 18 de junho de 2017

A primeira sede mundial da Universal

A primeira sede mundial da Universal
Catedral Mundial da Fé, no Rio de Janeiro, inaugurada em 15 de agosto de 1999


publicado em 18/06/2017 às 00:15.

Por Ivonete Soares (*) / Fotos: Arquivos Universal


Tags: Inauguração catedral mundial da fé Universal 40 anos




O Templo da Glória do Novo Israel, mais conhecido como a Catedral Mundial da Fé, ou, simplesmente, Templo Maior (localizado na zona norte da cidade do Rio de Janeiro), era – até a inauguração do Templo de Salomão, na capital paulista – a sede mundial da Universal, inaugurada em 15 de agosto de 1999.

O terreno que abriga o megatemplo foi arrematado pela Igreja em um leilão, em outubro de 1993, quando começou a luta para a construção, de 45 mil metros quadrados – um total de 72 mil contando com as construções externas.

Em 5 de julho de 1997, foi lançada a Pedra Fundamental da igreja, em uma reunião especial realizada pelo líder e fundador da Universal, bispo Edir Macedo, com a presença de 50 mil pessoas.

Veja como foi esse momento no vídeo abaixo:



Dois meses depois, em setembro, começaram as obras, até a tão esperada inauguração, em 1999, em uma manhã de domingo que marcou a história da Igreja e do estado.

Quinze mil pessoas compareceram ao culto inaugural, realizado pelo bispo Macedo, que fez questão de ressaltar que construir o templo só foi possível por conta do esforço coletivo:

“Graças às ofertas e aos dízimos do povo é que o Templo Maior se tornou realidade. Tudo veio dos nossos sacrifícios. Tudo o que conquistamos foi fruto do sacrifício e do suor do povo, de obreiros, pastores e bispos. Por essa razão, o esforço do Seu povo, demonstrado na prática da fé, glorifica a Deus”, falou o bispo, naquela manhã.

Bairro revitalizado

Localizado no bairro de Del Castilho, na Avenida Dom Hélder Câmara (antiga avenida Suburbana), 4.242, o maior templo da Universal ganhou destaque nos principais jornais cariocas e no mundo todo por conta do seu ousado projeto arquitetônico.


Com a chegada dessa suntuosa construção, tudo mudou pelo bairro: antes escuro e perigoso, ganhou nova iluminação, atraindo muitos comerciantes para lá, sem contar que os imóveis foram valorizados e as linhas de ônibus, por exemplo, ampliadas.

Já são quase 16 anos desde a inauguração, e o mais importante não é a mudança urbanística, mas os incontáveis milagres que aconteceram e têm acontecido em diversos aspectos na vida das pessoas que passam pela Catedral Mundial da Fé, que atualmente é a sede estadual da Universal no Rio de Janeiro e está aberta diariamente para todas as pessoas que desejam conhecer o Deus vivo. O atual responsável pelo trabalho evangelístico no estado é o bispo Jadson Santos.

O cenáculo principal tem capacidade para 12 mil pessoas sentadas, sendo 11 mil na nave principal e mil na auxiliar. O local conta com um amplo estacionamento, de quatro pavimentos, praça de alimentação, salas para exposições, cursos e seminários, entre outras acomodações e espaços, além do Centro Cultural Jerusalém (CCJ), que abriga a exposição permanente da 2ª maquete de Jerusalém da época do segundo Templo construída no mundo. As reuniões na Catedral Mundial da Fé acontecem diariamente e em diversos horários.

NAMORO, NOIVADO E CASAMENTO


NAMORO, NOIVADO E CASAMENTO:RESPEITAR ESSAS ETAPAS É FUNDAMENTAL PARA O SUCESSO DO RELACIONAMENTO OU 'A ORDEM DOS FATORES NÃO ALTERA O PRODUTO'?Segundo os historiadores, o Dia dos Namorados surgiu, inicialmente, da comemoração aos deuses Juno e Lupercus, conhecidos como os protetores dos casais. No dia 15 de fevereiro, uma grande festa era realizada para agradecer a fertilidade da terra. Durante a comemoração, os rapazes costumavam colocar nomes de moças em papeizinhos para serem sorteados. O papel retirado, acreditava-se, corresponderia ao nome da futura esposa. Nos Estados Unidos, como muitos casais eram impedidos pela família de se casar, um padre de nome Valentino passou a realizar matrimônios às escondidas, para que eles não ficassem sem receber as bênçãos de Deus depois que fugissem para viver sozinhos. Posteriormente, o dia 14 de fevereiro passou a ser considerado o dia de São Valentin (Valentine’s Day), em homenagem ao padre. Até hoje a data é comemorada nos Estados Unidos e na Europa como “o Dia dos Namorados”. Já no Brasil, a divulgação da data partiu da iniciativa do empresário João Dória, que havia tomado contato com a comemoração no exterior. Representantes do comércio acharam uma ótima ideia promover um “dia dos namorados” no Brasil, a fim de impulsionar as vendas. Para isso, escolheu-se o dia 12 de junho, já que a data antecede o do dia de Santo Antônio, o santo casamenteiro. Mas esse não foi o único motivo para a escolha. Como o dia 12 ainda marca o início do mês e fica próximo da data em que a maioria dos brasileiros recebe o salário, os empresários viram nessa combinação um dia perfeito para faturar alto. Apesar de o IBGE estimar que, atualmente, existam quase 53 milhões de pessoas solteiras com mais de 18 anos no País - número equivalente a 30% da população total brasileira -, a iniciativa de João Dória continua a surtir efeito comercial desde que entrou em vigor. Este ano, no entanto, os empresários brasileiros estão divididos com relação ao Dia dos Namorados: 30% acreditam que o faturamento irá aumentar, em relação ao resultado obtido na mesma data do ano passado; 28% apostam em queda e 42%, a maioria, na estabilidade dos faturamentos.

A nossa luta é espiritual


A nossa luta é espiritual
Há desafios que só podem ser vencidos por meio dos “olhos da fé”


publicado em 23/03/2016 às 00:03.


Por Daniel Cruz / Foto: Javier Morales (CC)/Flickr


Tags: reflexão




Deus não se manifesta na vida de todas as pessoas; Ele apenas se manifesta na vida daqueles que O buscam usando a fé.


Deus só age na vida de uma pessoa quando ela permite e deseja genuinamente ser guiada por Ele. Porém, é da vontade dEle que façamos isso. Como o Senhor mesmo disse em Sua Palavra:


“Clama a Mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes.”Jeremias 33.3


Infelizmente, nos dias atuais, as pessoas estão cada vez mais se distanciando dos ensinamentos de Deus. E, por causa disso, a humanidade vive tempos de miséria, doenças e guerras. Há até mesmo os que questionam a existência do Altíssimo. Mas, como o Senhor Jesus observou: “... bem-aventurados os que não viram e creram.” João 20.27


Os olhos da fé


Assim, só crê aquele que usa os “olhos da fé”. Aquele que compreende a essência de Deus e confia nEle.


Quem tem o Espírito Santo dentro de si, tem uma visão espiritual sobre a vida. Essa pessoa não aborda as situações do dia a dia com a mesma ótica dos olhos físicos. Ela sabe identificar os ataques do mal contra a sua vida e, por isso, se mantém alerta espiritualmente. Os seus pensamentos estão conectados com o Senhor Jesus, mantendo a sua mente distante do pecado e dos apelos do mal.


Talvez você tenha enfrentado muitos problemas usando a força do seu braço, sem confiar em Deus. Porém, é preciso compreender que há desafios que só vencemos com os olhos espirituais.


Como o apóstolo Paulo escreveu: “Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.” Efésios 6.12


Talvez você esteja enfrentando problemas que aparentemente não têm solução. Então, procure pela resposta em Deus. Participe de um encontro ainda hoje em uma Universal mais próxima de sua casa (veja o endereço aqui). Você também pode conversar com bispos e pastores da Universal por meio do Pastor Online.

sábado, 17 de junho de 2017

Não seja escravo das lembranças



Não seja escravo das lembranças
Leia a mensagem de hoje do livro “O Pão Nosso para 365 dias”


publicado em 02/05/2016 às 00:15.

Da Redação (*) / Foto: Fotolia









“Jamais digas: Por que foram os dias passados melhores do que estes? Pois não é sábio perguntar assim. ” Eclesiastes 7.10

Olhe para frente. De uma vez por todas: olhe para frente! Enquanto você se prende ao passado, o relógio corre. Corre, pois o tempo é implacável. A oportunidade de fazer algo novo se escoa entre seus dedos. Não vai mudar o passado. Não vai trazer de volta o que não existe mais. É burrice julgar o passado melhor que o presente. Sábio é plantar hoje o que é bom, para colher no futuro o que é melhor ainda.

Existem duas maneiras de olhar para o passado. A primeira é relembrar, se torturando com fato de ele não existir mais, se torturando com as coisas boas ou ruins que aconteceram. Isso o faz escravo das lembranças, escravo de suas emoções. Emoções que foram responsáveis pelos fracassos do passado. Ou pela situação lastimável em que você ficou depois. Imobilizado em um tempo que não existe. A segunda maneira é absorver lições do que passou e trazê-las para o presente, como aprendizado. Se algo foi bom, amém. Guarde as lições daquilo e siga em frente. Viverá algo ainda melhor. Se foi ruim, já aconteceu – e já acabou. Resolva dentro de você, perdoe, esqueça. Feche a porta. Vire a página.

Quando pensa no passado, sua mente se transporta para o passado. Como dar um passo se o seu corpo está em um lugar e sua mente, em outro? A fé olha para frente. Quando Moisés morreu, Deus foi direto: “Moisés, Meu servo, é morto; dispõe-te, agora, passa este Jordão, tu e todo este povo, à terra que Eu dou aos filhos de Israel” Josué 1.2. Moisés morreu. O passa­do passou. Dispõe-te, agora, porque ainda há muito a ser feito.

Ajuda para encarar a maternidade

Ajuda para encarar a maternidade
Projeto T-amar, da Universal, oferece orientação e apoio para mães que buscam preparo emocional e espiritual para educar os filhos
publicado em 06/03/2016 às 00:05.

Rê Campbell / Fotos: Demetrio Koch


 

Educar a filha Déborah Louise, de 9 anos, sempre foi um desafio para Christiane Dantas, de 35 anos. (foto ao lado) Desde muito pequena, a menina esbanjava energia e apresentava um “temperamento difícil.” Na tentativa de controlá-la, Christiane recorria a castigos, críticas e repreensão.

O autoritarismo era a base do relacionamento entre as duas. “Ela sempre foi hiperativa e eu tinha dificuldade. As pessoas cobravam certas atitudes dela e me cobravam também. Eu jogava todas as broncas em cima dela”, relembra. A tática, entretanto, não funcionava. “Ela não mudava e eu ficava frustrada”, afirma.

Há alguns meses, Christiane passou a coordenar reuniões de mães em atividades promovidas pelo projeto T-amar, em Teresina (PI). “Aprendi a respeitar as diferenças, sem deixar de educar e cobrar. Antes, eu era intransigente, colocava meu ponto de vista e ponto final. Agora, aprendi a dialogar e ouvir”, destaca.

Déborah se aproximou mais da mãe e ficou mais atenta aos seus conselhos. Christiane também mudou. “Procuro ter mais paciência, elogio seus acertos e trabalho seus pontos fracos. Aprendi a não cortar as asas, mas orientar o voo”, diz.

O que é o T-amar?

 

Ser mãe é mesmo uma tarefa desafiadora. E foi pensando nas dúvidas e dilemas enfrentados pelas mães que o T-amar foi criado em 2012. A coordenadora nacional do projeto, Edineia Dutra, (foto ao lado) explica que a iniciativa reúne mulheres de todas as idades com algo em comum: buscar preparo emocional e espiritual na criação dos filhos. “Nosso objetivo é carinhosamente acolher, apoiar e orientar as mães. Trabalhamos para que aprendam a vencer seus desafios pessoais e familiares.”

Atualmente, o projeto atende milhares de mães em todo o País e conta com o apoio de 1.150 voluntárias. Elas participam de encontros mensais, trocam experiências, recebem orientações e aprendem a aplicar os conselhos por meio de tarefas práticas. As atividades ocorrem em diversas unidades da Universal. Há mulheres que nunca receberam apoio do pai de seus filhos, viúvas, divorciadas e também mulheres que dividem a responsabilidade de educar com os pais.

No processo, Edineia acrescenta que as mães descobrem que autoridade é diferente de autoritarismo e que o bom uso da palavra provoca resultados surpreendentes. “Elas também percebem que um gesto de carinho pode expressar mais do que mil palavras”, conta.

Sem controle

Muitas mães chegam ao T-amar ao perceber que perderam o controle parcial ou total sobre os filhos. Em muitos casos, a autoridade delas é ignorada. Essa era a sensação de Sheila Feijó, de 48 anos, que participou pela primeira vez de uma reunião do T-amar em Viamão (RS). “Tenho dificuldades com meu filho mais velho, ele se envolveu com drogas. Fazia tempo que não conversávamos sem discutir. Atendendo a uma tarefa sugerida na reunião, decidi fazer um café da manhã para ele e escrevi um cartão dizendo que o amava e que ele podia contar comigo. Ele está mais carinhoso e pediu perdão”, diz.

Sheila afirma que o projeto também está fazendo bem para a relação dela com os outros filhos – uma jovem de 20 anos e um rapaz de 26 anos – e com o neto, de 11 anos. “Me renovo a cada encontro e aprendo a ser uma mãe melhor”, ressalta.

Equilíbrio

Lígia Maria dos Santos, de 32 anos, começou a frequentar as reuniões do T-amar em meados de 2015, em Del Castilho (RJ). Na época, ela enfrentava o fim de um casamento de oito anos, a morte da mãe, a depressão do pai e a demissão no trabalho. Os problemas se refletiam na relação dela com a filha Laura, de 7 anos. “Tudo isso mexeu com o psicológico e a fala da Laura. Deixei de brincar com ela, de sorrir.”

As duas já passavam por tratamento médico, mas a recuperação ainda não era completa. “A equipe do T-amar é muito unida e me deu carinho e atenção. Reaprendi que preciso ter momentos para sentar e brincar com a minha filha”, destaca. Laura conseguiu superar os problemas na fala e melhorou o desempenho escolar. “Aprendi que posso crescer como mulher e mãe.”

 


Já Isonete da Silva, de 34 anos, (foto ao lado)começou a participar das reuniões do T-amar em São Paulo (SP) porque se sentia sobrecarregada. Ela cuida sozinha do filho Davi, de 3 anos. “Eu era agressiva, batia e ele respondia com agressividade, ficava chateado. Hoje eu procuro conversar, explico as coisas. Ele está mais calmo, mais obediente”, conclui.

Como participar

Os encontros acontecem todo segundo domingo do mês nas principais capitais do Brasil.

Em São Paulo, capital, eles são realizados no 10º andar do Templo de Salomão, às 15 horas, na Av. Celso Garcia, 605 – Brás.

E também, na Av. João Dias 1.800 – Santo Amaro, 3º andar, sala do TF Teen.Confira outros endereços mais próximos de você: Site:projetotamar.org. Facebook Tel. (11) 3573-3505.

Mulher se finge de cega por 28 anos


Mulher se finge de cega por 28 anos
Entenda quais sãos as consequências da mentira


publicado em 12/06/2017 às 00:15.

Por Rafaella Rizzo / Fotos: Reprodução – Fotolia



Recentemente, uma história bem inusitada surgiu em alguns portais de notícias. Uma espanhola chamada Carla Jimenez, de 57 anos, teria fingido ser cega por 28 anos só para evitar ter de cumprimentar conhecidos na rua. A mulher é tão avessa ao contato humano, que até familiares foram enganados – incluindo o marido. A história que ela contava era a de que havia sofrido uma lesão nos olhos. Apesar disso, ela se maquiava perfeitamente e ainda assistia à tevê. Essas e outras atitudes despertou a desconfiança de muitas pessoas, e ela acabou confessando que, na realidade enxergava normalmente.

''Eu nunca fui uma pessoa muito social e me fazendo de cega pude me livrar de um bocado de compromissos sociais que eu não gostaria de ir'', disse Carla ao site espanhol que divulgou o caso.

Agora, ela terá de responder judicialmente pela mentira, já que recebia um auxílio do governo por afirmar ser deficiente. A história foi compartilhada em vários sites internacionais, mas muitos questionam se o caso é verdadeiro ou não. Mas, no mundo em que vivemos, não é difícil de acreditar que seja real.

O relato nos ajuda a refletir a respeito de como as pessoas preferem enganar a enfrentar seus problemas. Em vez de cometer um crime e magoar as pessoas que ama, não seria mais fácil ela ter assumido sua dificuldade de interação? Muitos poderiam não gostar de seu jeito antissocial, mas daria menos trabalho do que enganá-los por tanto tempo. Definitivamente, mentir não é um bom negócio.

“Mas nada há encoberto que não haja de ser descoberto; nem oculto, que não haja de ser sabido." Lucas 12.2


A verdade é a melhor opção

A Palavra de Deus condena fortemente o ato de mentir e chega a assemelhar quem mente ao próprio diabo (Leia João 8.44). Aos olhos de Deus, até mesmo enganar por brincadeira é algo terrível: “Como o louco que solta faíscas, flechas, e mortandades, assim é o homem que engana o seu próximo, e diz: Fiz isso por brincadeira.” Provérbios 26.18,19

Em muitos momentos é difícil ser honesto. A verdade pode envergonhar ou prejudicar, à princípio, mas é a melhor escolha a ser feita. A mentira destrói a confiança, mancha os relacionamentos e prejudica a nossa Salvação. Pode trazer alguma facilidade e alívio por algum tempo, mas cobra um alto preço. Por isso, quando for tentado (a) a mentir, lembre-se do que a Bíblia ensina e escolha agradar a Deus. Não há nada melhor do que uma consciência tranquila.

Mas se, mesmo sabendo o certo a ser feito, ainda encontrar dificuldades, compareça às reuniões de domingo e busque forças em Deus para se tornar uma nova pessoa. Clique aqui e encontre o endereço da Universal mais próxima de sua residência.

Evento do FJU reúne 7 mil pessoas no interior paulista


Evento do FJU reúne 7 mil pessoas no interior paulista
“O Maior Resgate + FutShow” aconteceu em Campinas. Saiba mais


publicado em 16/06/2017 às 00:15.

Por Débora Picelli / Fotos: Cedidas


Tags: FJU Campinas bispo Marcello Brayner pastor Túlio Lopes




Cerca de 7 mil pessoas se reuniram, na tarde do dia 28 de maio, na Arena Concórdia, em Campinas, interior paulista, para participar do evento “O Maior Resgate + FutShow”, promovido pela Força Jovem Universal (FJU) de Campinas. O encontro teve como objetivo mostrar aos jovens, por meio de shows de música, dança e partidas de futebol de salão, que é possível viver feliz sem o uso de drogas e violência.

A ação, que recebeu pessoas de outras cidades também, contou com a presença do bispo Marcello Braynner, responsável pelo FJU no Brasil; bispo Sergio Corrêa, responsável pelo grupo de obreiros da Universal em todo o País; bispo Allan Senna; bispo André Souza; bispo Fernando Mendes e o pastor Renato Souza, coordenador estadual da Força Jovem.

Durante o evento, o bispo Marcello cantou e aproveitou para dizer aos jovens que o Senhor Jesus tem preparado coisas maiores e melhores para cada um. “Você tem que se apegar a Deus, dar o seu melhor e não perder tempo com coisas fúteis. Pois a verdadeira alegria está em Deus, e não nas coisas que o mundo lhe oferece”, completou.

O bispo salientou ainda que, somente quando uma pessoa entrega a sua vida a Deus, é possível ter paz. “E essa paz não se acaba, ela permanece com você”, disse.

Transformação por completa

Após realizar a oração, o bispo Marcello falou sobre o perigo da automutilação, e sobre a valorização da vida. Ele determinou a cura e a libertação de muitos que estavam aflitos e precisavam de ajuda. Na ocasião, cerca de 80 jovens se batizaram nas águas e declararam publicamente a fé em Jesus Cristo.


Quem presenciou esse momento, garante que ficará marcado para sempre na memória. “A parte que mais me chamou atenção foi quando o bispo Marcello falou de Deus e também gostei do momento do batismo nas águas, em que muitos jovens se entregaram de fato e de verdade. Muitas almas foram ganhas nesse evento”, comentou a jovem Yasmin Teodoro, de 21 anos, de Paulínia, interior da capital paulista.

Para o pastor Túlio Lopes, coordenador do FJU em Campinas e responsável pela organização do “O Maior Resgate + FutShow”, o evento conseguiu conscientizar a juventude sobre suas escolhas.

“Muitos jovens tentam preencher o vazio, ou um problema, que estão passando com as drogas e a bebida e, durante o evento, mostramos que não isso não é preciso. Por meio da oração, das bandas e das apresentações, conseguimos mostrar a eles que é possível ter uma juventude sadia, sem vícios. Foi uma alegria total. E toda essa nossa alegria vem de Jesus”, explicou o pastor.

Você também quer participar das ações promovidas pela Força Jovem? Clique aqui, encontre o endereço de uma Universal mais próxima de sua casa e informe-se sobre os próximos eventos.

Ler e Escrever: combate ao analfabetismo e capacitação profissional


Ler e Escrever: combate ao analfabetismo e capacitação profissional
Projeto já formou milhares de jovens e adultos no Brasil e em outros países. Saiba mais


publicado em 17/06/2017 às 00:15.

Por Michele Roza / Fotos: Demetrio Koch e Arquivo


Tags: 40 anos Universal Ler e Escrever alfabetização capacitação responsabilidade social




A Universal, além do intenso trabalho evangelístico que vem fazendo há 40 anos, realiza também projetos de cunho social e cultural no Brasil e em outros países em que está presente. Um desses projetos, de grande atuação, é o Ler e Escrever, que todos os anos forma milhares de jovens e adultos, combatendo o analfabetismo e oferecendo capacitação para inserção no mercado de trabalho.

Desde os seus primeiros passos, no estado do Rio de Janeiro, no início da década de 1990, o projeto vem se desenvolvendo e crescendo Brasil afora. Em São Paulo, o Ler e Escrever teve início em setembro de 1996, quando o obreiro voluntário da Universal Luiz Antônio Dobroca (foto abaixo), também coordenador pedagógico do projeto, reuniu os 30 primeiros representantes das igrejas que dispunham de espaço. Começaram o ano letivo de 1997 com 13 salas de aula.

Luiz Dobroca, hoje com 66 anos, e a esposa dele, Elza Dobroca, de 62, começaram a frequentar a Universal no bairro do Brás, na zona leste da capital paulista (mesma região em que hoje funciona a sede do Ler e Escrever), em 1984. Entraram

para o grupo de Evangelização e, em 1991, tornaram-se obreiros. Na época, Luiz Dobroca era comerciante autônomo e passou a dividir o seu tempo entre o trabalho, a família e a ajuda que levava às pessoas dos bairros próximos ao Brás. Cinco anos depois, ao assistir a uma reportagem sobre o Ler e Escrever no Rio de Janeiro, ele decidiu dar início ao projeto em São Paulo.

A expansão do Ler e Escrever no Brasil pode ser vista em diversos estados, de todas as regiões do País, como, por exemplo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal, Bahia, Rio Grande do Norte, Maranhão, Piauí, Rondônia e Amazonas, entre outros.

Erradicar o analfabetismo

Segundo dados do Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional (Inaf) de 2016 – pesquisa realizada por amostragem –, 27% dos brasileiros com idade entre 15 e 64 anos são analfabetos funcionais. Eles conseguem decodificar minimamente as letras e os números, mas não desenvolvem habilidade para interpretação de textos e operações matemáticas.

O principal objetivo do Ler e Escrever é contribuir para erradicar esse número de analfabetismo, preparando os alunos para que possam fazer os testes de avaliação em órgãos oficiais e prosseguir os estudos. A partir dessa premissa, o projeto oferece, sem custos, cursos de alfabetização, ensino fundamental e médio em classes de aceleração de aprendizagem – processo instituído pelo Ministério da Educação (MEC), em 1997, que visa corrigir a defasagem entre a idade e a série que os alunos deveriam estar cursando.

Responsabilidade social

Em outros países de língua portuguesa, como Angola, país da costa ocidental da África – onde a Universal está presente desde 1991 –, o projeto também vem contribuindo para transformar a vida da população – 

que ainda enfrenta muitadesigualdade econômica e social, sendo considerada uma das menos desenvolvidas do mundo pela Organização das Nações Unidas (ONU). Quando o Ler e Escrever iniciou as suas atividades, em 2007, o índice de analfabetismo no país era superior a 50%. Hoje, o índice já se mostra abaixo dos 30%.

Além de Angola, Moçambique e Portugal, hoje o trabalho já se expande também para um país de língua espanhola (castelhano), a Argentina, e ainda no Brasil já há a inserção de classes para estrangeiros que residem no País e precisam ou querem aprender a língua portuguesa.

“Sabemos que as pessoas que estudam no projeto buscam também a sua dignidade. Temos muitos alunos que saíram de uma sala de aula e hoje já são formados, são advogados, professores, enfermeiros, entre outras profissões. Isso é muito importante: alfabetizar e capacitar para que estejam preparados para o mercado de trabalho e sejam devidamente inseridos”, afirma Luiz Dobroca.


Consciente de suas responsabilidades sociais, o Ler e Escrever também conta com uma parceria em prol dos jovens em regime semiaberto da Fundação Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente (CASA) do estado de São Paulo. Os jovens infratores que têm desejo de mudar de vida e interesse em aprender, são direcionados a salas de aula do projeto e frequentam aulas de alfabetização e informática.

Capacitação profissional

Além das classes de alfabetização e de aceleração de aprendizagem, os educadores (voluntários, estagiários de pedagogia e profissionais de diversas áreas) do projeto Ler e Escrever também se dedicam ao ensino de outras habilidades, como, por exemplo, uma língua estrangeira ou capacitação profissional.

Aulas de inglês, espanhol e francês são ministradas frequentemente. Além disso, o projeto conta com laboratórios de informática. Há também disponível o curso de Libras, a língua brasileira de sinais para surdos, que é realizado pela internet.


Ainda é possível aprender um ofício ou participar de cursos de capacitação profissional, que são oferecidos em parcerias com grandes empresas, como o Sebrae e outras instituições (dependendo da instituição parceira é cobrada uma taxa simbólica sobre o custo do material).

Os cursos de capacitação permitem aos alunos ingressar no mercado de trabalho e abrangem áreas como informática, estética e gestão empresarial. Atualmente, só na capital paulista são dezenas de unidades escolares do projeto; no estado de São Paulo cerca de 2 mil alunos estiveram em sala de aula em 2016. Somando esses dados aos estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, o número de alunos atendidos no ano passado aumenta para quase 4,4 mil.

Conheça as metas e objetivos do projeto Ler e Escrever:


- Ser mediador entre o aluno e o mundo, oferecendo-lhe oportunidades e mostrando-lhe o valor da educação;

- Capacitar profissionais para o mercado de trabalho;

- Ministrar ensino de qualidade com profissionais idôneos;

- Contribuir para a condição socioeconômica de nossa sociedade, fundamentada na livre iniciativa, capacidade empresarial, ética e autonomia;

- Utilizar uma meta eficiente, política e consciente, adequada às necessidades e dificuldades do aluno, despertando-o para a sociedade em que vive.

Reconhecimento


Em 2011, o projeto Ler e Escrever ganhou o reconhecimento da Câmara Municipal de São Paulo por sua contribuição para o desenvolvimento social e educacional, pelas atividades gratuitas que tem oferecido para a população (foto ao lado). Só no estado de São Paulo, nesses 20 anos de atividade, foram atendidos mais de 20 mil alunos.

Se você quer concluir os estudos, se profissionalizar ou mesmo indicar alguém para ter a chance de se alfabetizar, todos os meses há cursos com inscrições abertas no projeto Ler e Escrever. O telefone para saber sobre os cursos e inscrições em São Paulo é o (11) 3497-1656. Você pode também procurar mais informações do projeto em uma Universal na sua cidade.

A Gente da Comunidade reúne milhares de pessoas em ações em Recife e São Paulo


A Gente da Comunidade reúne milhares de pessoas em ações em Recife e São Paulo
Saiba como foi


publicado em 11/06/2017 às 00:15.

Por Débora Picelli / Fotos: Cedidas


Tags: A Gente da Comunidade pastor Paulo Campos pastor Bruno Barros Nardi




Cerca de 5 mil pessoas, entre elas, 500 voluntários, estiveram presentes na tarde do dia 21 de maio último, na sede da Universal do bairro de Santo Amaro (foto ao lado), em Recife, capital de Pernambuco, para participar de mais uma ação promovida pelo grupo A Gente da Comunidade do estado.

Durante o evento, foram oferecidos serviços variados, como corte de cabelo masculino e feminino, cuidado com as unhas, limpeza facial e design de sobrancelhas, aferição de pressão arterial, realização de cadastro para o recebimento do kit para TV digital e animação para as crianças, com pula-pula, distribuição de pipoca e algodão doce.

Além dos cuidados com a saúde e o bem-estar de cada pessoa, houve também a apresentação de grupos de dança e da banda Anjos da Salvação, do grupo de evangelização de Pernambuco. Na ocasião, mais de 250 cestas básicas foram doadas para a população.

Segundo o pastor Paulo Campos, responsável pelo trabalho evangelístico no estado, a igreja tem alcançado comunidades cada vez mais desprezadas. “Temos procurado levar não somente os cuidados em diversas áreas, mas também a Palavra de Deus. São pessoas que enfrentam dificuldades na sua vida pessoal, e, por meio da Palavra da Salvação, nos empenhamos a cada dia para tirar o sofrimento daquele que padece”, comentou.

Para o pastor, oferecer momentos como essa ação é um privilégio. “Vieram pessoas de vários lugares de Recife e região metropolitana, a fim de ouvir uma palavra transformadora. Nossa responsabilidade é grande, mas com a ajuda de todos chegaremos mais longe, pois juntos somos mais fortes”, finalizou.

Evento em São Paulo


Ainda no mesmo dia 21 de maio, nem a tarde chuvosa foi capaz de atrapalhar outra ação social realizada pelos voluntários do grupo A Gente da Comunidade, no Jardim São Pedro (foto ao lado), região de Itaquera, zona leste da capital paulista.

Cerca de 800 pessoas estiveram presentes no templo da Universal para receber auxílio físico e espiritual. Durante a ação, foram oferecidos serviços de cabeleireiro, manicure, limpeza de pele e maquiagem para as mulheres. Além de pintura facial, recreação, distribuição de pipoca e algodão doce para as crianças.

Na ocasião, foi oferecido o acompanhamento jurídico, medição de pressão arterial, aceitação de currículo. E não apenas isso, houve a entrega de mais de 100 cestas básicas, 250 kits de leite e o sorteio de uma bicicleta.

Para o pastor Bruno Barros Nardi, responsável pelo A Gente da Comunidade da região, o evento proporcionou auxílio físico e espiritual às pessoas desassistidas pela sociedade.

Na ocasião, o pastor ressaltou que a vida com abundância prometida na Palavra de Deus aos que creem está além da provisão diária de alimentos, mas se estende à vida plena espiritual e em todos os sentidos. “Além de orarmos e atendermos às pessoas, tornamos a Universal daquele bairro conhecida, mostrando a todos que somos o maior pronto socorro espiritual de portas abertas”, disse o pastor.

Gostou das ações? Faça parte do A Gente da Comunidade também. Seja um voluntário e ajude quem precisa. Clique aqui e localize uma Universal mais próxima de sua casa e se informe com o responsável.

Mais 4 pastores consagrados bispos


Mais 4 pastores consagrados bispos
Desde janeiro, a Universal vem ampliando o seu quadro episcopal


publicado em 14/06/2017 às 00:15.

Por Sabrina Marques / Fotos: Cedidas


Tags: novos bispos consagração bispo consagração com óleo



Neste ano de 2017, a Universal está escrevendo mais um capítulo de sucesso em sua história. Desde janeiro, até maio, mais de 100 pastores foram consagrados bispos.

Consagrar é dedicar uma pessoa ou algo a Deus, para servir ao Senhor Jesus e aos Seus desígnios. Essa unção representa a aprovação Deus, para que seja feito muito mais pelas almas aflitas.

Nos dias 21 e 27 de maio e 7 de junho, quatro pastores tiveram os seus ministérios aprovados e foram integrados ao episcopado da Universal.

Conheça quem são eles:


Bispo Antonio Carlos Rodrigues da Silva, de 48 anos, e sua esposa, Eloisa Coelho da Silva, de 49 (foto ao lado). Em 25 anos de Obra, eles já estiveram no Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais, Santa Catarina e São Paulo.

“Considero essa consagração importantíssima, porém, o título não pode mudar o pensamento do homem de Deus. Carrego agora o dever de vigiar mais em cada um dos meus atos, por mínimo que seja, diariamente, e me sinto muito feliz por isso”, comentou.

Já o bispo Mauro José da Silva Souza, de 41 anos, e sua esposa, Gilvania Alves Cordeiro Souza, de 38 anos (foto abaixo), passaram pela Bahia, Alagoas, Minas Gerais, Piauí, São Paulo, Amazonas e, atualmente, ele está responsável pela Universal de Guiné Bissau, na África Ocidental.


Sua caminhada até a consagração não foi fácil. Antes de chegar à Universal, ele tinha uma vida cheia de complexos e cresceu com ódio de seu pai. Mas, ao conhecer o Poder de Deus, por meio de sua esposa, tudo mudou. Hoje, pode passar para outras pessoas a importância de usar a fé, para uma mudança real de vida.

“Eu fico muito feliz com essa consagração, pois sei que é o Glorioso Deus aprovando o trabalho que temos feito para Ele aqui neste mundo, e, ao mesmo tempo, a recebo com muito temor e tremor, pois sei que com essa unção vem também uma grande responsabilidade”, disse.

Já no dia 7 de junho, o pastor Gilson Santos e sua esposa Rita Neves (foto abaixo) foram consagrados na Universal na Argentina.


No dia 27 de maio, o pastor Paulo Calil e sua esposa, Simone Fontella, também receberam no altar do Templo de Salomão a consagração episcopal.

Hoje, a Universal está presente em mais de 100 países e em todos eles pastores e bispos trabalham para levar a Palavra de Deus aos sofridos.

Se você deseja conhecer o trabalho da Universal de perto, procure uma igreja mais próxima de sua casa. Para encontrar um endereço basta clicar aqui