Quase impossível
Quase impossível
Sempre fui considerado por mim mesmo um filho órfão. Apesar de morar com meus pais, era como se eu não existisse para eles. Viviam sempre ocupados com tudo e todos, menos comigo. Com isso, cresci em meio a tamanho ódio deles. Não suportava sequer dirigir a palavra a eles, chegando à conclusão de que não precisava deles. Aos poucos este sentimento foi se transformando em um ódio mortal. Tornou-se para mim um desafio: matar meu pais, porém, a dúvida era como e quando… Já adolescente, conheci novas amizades, entre elas, jovens envolvidos com satanismo. Achei aquilo o máximo e decidi ir mais a fundo. Eles assumiam ser anticristo, vestiam-se de toda simbologia, possuíam estilos musicais próprios, usavam drogas, se prostituíam e, claro, tinham muita, mas muita influência. Logo, me aprofundei na aventura, estudando tudo sobre esse “estilo de ser”, até que, não demorando muito, fiz meu pacto de sangue com satanás. E em meio aos rituais que aprendia no dia a dia e praticava, meu…
Sempre fui considerado por mim mesmo um filho órfão. Apesar de morar com meus pais, era como se eu não existisse para eles. Viviam sempre ocupados com tudo e todos, menos comigo. Com isso, cresci em meio a tamanho ódio deles. Não suportava sequer dirigir a palavra a eles, chegando à conclusão de que não precisava deles. Aos poucos este sentimento foi se transformando em um ódio mortal. Tornou-se para mim um desafio: matar meu pais, porém, a dúvida era como e quando… Já adolescente, conheci novas amizades, entre elas, jovens envolvidos com satanismo. Achei aquilo o máximo e decidi ir mais a fundo. Eles assumiam ser anticristo, vestiam-se de toda simbologia, possuíam estilos musicais próprios, usavam drogas, se prostituíam e, claro, tinham muita, mas muita influência. Logo, me aprofundei na aventura, estudando tudo sobre esse “estilo de ser”, até que, não demorando muito, fiz meu pacto de sangue com satanás. E em meio aos rituais que aprendia no dia a dia e praticava, meu…