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Mostrando postagens com o rótulo TF Teen na Fundação Casa.

Eu sufoquei minha filha

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Para psicólogo, resultado pode ser devastador, prejudicando a autoestima, a personalidade e a autonomia da criança ou do adolescente

A superproteção dos filhos tem dois lados. Bem distintos, deve-se dizer. O lado bom é a preocupação com a segurança, a demonstração, mesmo excessiva, de amor, carinho e afeto pela criança ou adolescente. O lado ruim, no entanto, pode ser devastador e causar sequelas irreversíveis: infantilização e dependência extrema dos pais, prejudicando a autoestima, a personalidade e, especialmente, a peça-chave do desenvolvimento humano: a autonomia.
Karina Gomes, 14 anos, sofreu com o excesso de amor da mãe, Elaine Gomes. Tudo começou com uma eclâmpsia no parto. Trata-se de uma doença grave de hipertensão arterial, específica da gravidez, que põe em risco a vida da mãe e do feto. Karina apresentou problemas neurológicos, convivendo com um déficit cognitivo (dificuldade de aprendizagem). O quadro piorava com a superproteção da mãe, que não deixava a filha dar um passo…

Amor incondicional Isadora vence a negligência emocional do pai com carinho e ensinamentos da EBI

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Inconscientemente, Thiago Tavares, 22 anos, tratou a filha Isadora Tavares, dos sete meses aos 2 anos, sem carinho ou afeto. Durante esse tempo – em que também esteve separado da esposa, Ana Carolina –, ele demonstrou grande indiferença pela filha, sendo presença fácil em farras e noitadas. Thiago não imaginava o mal que estava fazendo à pequena Isadora, que superava tudo graças ao que aprendia na Educação Bíblica Infanto-juvenil (EBI). Muitas vezes, o jeitinho carinhoso chegava a balançar o pai amargurado, mas a apatia falava mais alto.
“Eu não ligava para ela. Quando a buscava nos fins de semana, deixava com minha mãe e saía para me divertir com amigos e mulheres”, conta.
Mas Isadora não desistia do amor paterno. Todas as mensagens de carinho que aprendia na EBI eram rapidamente repassadas para Thiago. O amor da filha venceu a insensibilidade do pai.
“Ela chegava em casa com o CD da Turminha da Fé e pedia para eu cantar com ela, além de mensagens e outras formas de carinho. Aquilo foi …

Amor incondicional

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Isadora vence a negligência emocional do pai com carinho e ensinamentos da EBI
Inconscientemente, Thiago Tavares, 22 anos, tratou a filha Isadora Tavares, dos sete meses aos 2 anos, sem carinho ou afeto. Durante esse tempo – em que também esteve separado da esposa, Ana Carolina –, ele demonstrou grande indiferença pela filha, sendo presença fácil em farras e noitadas. Thiago não imaginava o mal que estava fazendo à pequena Isadora, que superava tudo graças ao que aprendia na Educação Bíblica Infanto-juvenil (EBI). Muitas vezes, o jeitinho carinhoso chegava a balançar o pai amargurado, mas a apatia falava mais alto.

“Eu não ligava para ela. Quando a buscava nos fins de semana, deixava com minha mãe e saía para me divertir com amigos e mulheres”, conta.

Mas Isadora não desistia do amor paterno. Todas as mensagens de carinho que aprendia na EBI eram rapidamente repassadas para Thiago. O amor da filha venceu a insensibilidade do pai.

“Ela chegava em casa com o CD da Turminha da Fé e pedia par…

Turminha da fé.Difícil de ceder.

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Mãe destaca participação da EBI nas mudanças de temperamento da filha

Pessoas autoritárias normalmente são difíceis de lidar. Elas impõem e dominam o ambiente, não dando espaço para os demais se manifestarem. Assim era Emily, na época com 4 anos. Apesar da pouca idade, a mãe, a dona de casa Luiza do Carmo, de 32 anos, explica que a menina agia de forma egoísta e não possuía muitas amigas devido ao temperamento forte.
“Ela não era agradável com as demais crianças e nem aceitava dividir seus pertences. Isso causava muitas brigas com as colegas da escola e da EBI (Educação Bíblica Infantojuvenil), inclusive com as primas. Ao final, ela ficava sozinha para não ter de ceder na sua vontade”, relembra.
Além disso, a mãe revela que Emily era agitada em excesso, falava alto e irritava-se com muita facilidade, o que prejudicava sua concentração em tarefas de casa e da escola.
Mas como lidar com a criança que não aceita se sujeitar à autoridade?
Luiza ressalta que a transformação da filha começou apó…

“Procurei ajudá-los”

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Mãe diz que o carinho e a tolerância das educadoras da EBI foram fundamentais para a mudança de comportamento dos filhos



















A analista de Recursos Humanos Andrea Ferreira Nunes não esconde a felicidade por ser mãe dos gêmeos Igor e Kauan Nunes, atualmente com 8 anos de idade, e também não disfarça o alívio pela transformação do temperamento de ambos. Até os 3 anos, quando ainda não eram da Educação Bíblica Infanto-juvenil (EBI), eles eram agressivos, não obedeciam aos pais e tinham mau comportamento na rua e na creche. Mas isso ficou no passado.
“Além do problema de comportamento, eles choravam de madrugada, tinham pesadelos. Eu orava com eles, cantava louvores, ensinei os dois a dobrar os joelhos e orar. Quando os coloquei na EBI, aconteceu a transformação. Até a minha fé foi reforçada”, afirma.
Segundo Andrea, a experiência com crianças, o carinho e a tolerância das educadoras da EBI foram fundamentais.
“Além de todo o carinho, elas ensinam a Palavra de Deus na linguagem das crianças. Semp…

Vencendo o trauma

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Pedro Henrique precisou da atenção das educadoras para superar a fase de brigas dos pais

























Itala Karine Fernandes de Azevedo não esquece a tristeza que teve de enfrentar ao ver o filho traumatizado com as brigas que aconteciam entre ela e o marido. Pedro Henrique, na época com 5 anos, vivia isolado em casa, chorando e pedindo para os pais pararem de brigar. Na escola, não estudava e não interagia com outras crianças.

O período de brigas durou um ano, mas os males psicológicos não foram superados com facilidade. Nem mesmo com a ajuda de um psicólogo. Além de problemas de comportamento, dentro e fora de casa, Pedro Henrique foi reprovado dois anos na escola e só melhorou com a ajuda das educadoras da Educação Bíblica Infanto-juvenil (EBI).

“Agradeço até hoje a transformação do Pedro. O carinho e a orientação das educadoras mudaram totalmente o meu filho. Ele é mais atencioso em casa, mais estudioso na escola e, principalmente, mais envolvido com a Palavra de Deus. Hoje, com 12 anos, ele é do…

Prazer perigoso

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Excessos no videogame podem prejudicar o desempenho escolar, o convívio social e outras atividades

Muitos psicólogos são taxativos em dizer que o uso excessivo de internet ou de jogos não deve ser encarada como uma dependência. O problema é quando prejudica o desempenho escolar, o convívio social e outras atividades. Outro sintoma, que pode preocupar, é a necessidade cada vez mais de jogo para obter prazer. São casos parecidos com o de Lucas Langamer, de 14 anos, e o de Rebeca, de Pontes, de 7. Foram. Não são mais.
A mãe de Lucas, a cabeleireira Luciene Langamer, de 34 anos, não esconde o alívio depois que pediu ajuda na Educação Bíblica Infanto-juvenil (EBI). O problema quando o filho, aos 10 anos, passou a jogar em vários períodos do dia, não se interessou mais pelos estudos, tirando nota baixa nas provas. O resultado não poderia ter sido pior: Lucas repetiu duas séries, para desespero da mãe.
“Ele dormia na sala de aula. Não tinha a mínima concentração nos estudos. Passou a ser ótimo …

Um basta na mentira

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Pais buscam ajuda na EBI para que filhos parem de mentir. Psicólogo ressalta importância de se falar a verdaderedacao@folhauniversal.com.br
Leônidas Gomes de Andrade, de 10 anos, tinha uma mania bastante comum entre as crianças e que deixava a mãe, Josélia Maria, 40 anos, muitas vezes em situação embaraçosa. Na idade de 2 para 3 anos, o garoto não parava de mentir. Inventava várias histórias para fugir de responsabilidades, tanto em casa como na escola e entre familiares. Para piorar, era teimoso e não obedecia aos pais.
“Eu não entendia o porquê das mentiras. Não adiantava conversar com ele, pedir para parar de inventar histórias. Não conseguia me impor e aquilo me angustiava muito. Ele não gostava de estudar e dizia que adiantava o dever de casa na escola só para não fazer”, conta Josélia, que vivia deprimida com as mentiras do filho. Até que um dia uma vizinha a aconselhou a levá-lo à Educação Bíblica Infanto-juvenil (EBI).
“Tudo mudou logo no primeiro domingo. Fiquei mar…

Experiências dos filhos na EBI leva os pais a frequentarem a IURD, transformando suas vidas e mudando relacionamentos

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Na maioria das vezes, são os pais que dão exemplosaos filhos. Mas e quando acontece o inverso? Sendo bons, os exemplos devem ser seguidos. Quando a dona de casa Rosimeri Rosa dos Santos, 45 anos, já era mãe de dois filhos crescidos – Rodrigo, 21 anos, e Ana Claudia, 16 e nem sonhava engravidar –, nasceu Gabriel, hoje com 6 anos. Segundo ela, foi um dia mais que especial.
Na época, o médico dizia que, por problemas de saúde, era impossível para ela engravidar. O caçula veio não só preencher um vazio no dia a dia, como fortalecer ainda mais a relação com o marido, Claudio Aloísio. Mas a felicidade só foi completa quando o casal correspondeu ao desejo do filho mais novo.
"O Gabriel era da EBI (Educação Bíblica Infanto-juvenil) e pedia para irmos à igreja que ele frequentava. Minha irmã o levava aos domingos e ficava cada vez mais surpresa com a satisfação dele com a igreja. Sem falar na mudança de comportamento que aconteceu", lembra a mãe.
Gabriel era muito tímido. A ponto de ser…

Tudo começou aqui

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Alan, que aos 3 anos já frequentava a EBI, hoje é pastor e elogia o trabalho: “Voltar a este lugar me traz doces recordações”
Quem olha os bispos e pastores da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) desenvolvendo a missão evangelística no altar, nos presídios, ou onde estejam os aflitos não imagina os caminhos trilhados até chegarem aonde estão. Muitos têm histórias sofridas, estiveram envolvidos em vícios e passaram maus pedaços, mas há aqueles que desde crianças frequentam a Igreja e desfrutaram do trabalho da Educação Bíblica Infanto-juvenil (EBI). Além dos benefícios de uma vida longe das mazelas que afetam os jovens atualmente, muitos já ingressaram na Obra de Deus e são obreiros, pastores, bispos e evangelizadores.
O pastor Alan Pereira de Andrade, 21 anos, da sede da IURD de Realengo, no Rio de Janeiro, diz que ser pastor é um privilégio e reconhece que isso ocorreu graças aos ensinamentos que sempre recebeu, desde os 3 anos, na EBI. Aos 14, ele já fazia parte do TF Teen, grupo…

Educadoras da EBI aproveitam antigas funções para evangelizar e ajudar na educação de crianças

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As orientadoras da Educação Bíblica Infanto-juvenil (EBI) têm a missão de evangelizar crianças de 3 a 11 anos. Muitas chegam sem experiência profissional, mas utilizam o que aprenderam na vida para desenvolver o trabalho espiritual no dia a dia. Outras tiram proveito de antigas funções e atividades para implementar na relação com os baixinhos. Muitas vezes, o sucesso é imediato. A cabeleireira e animadora de festa Maquilenia Queiroz é um exemplo disso. Ela nunca imaginou que sua experiência como animadora fosse servir para melhorar seu trabalho como educadora. “Quem chega triste e deprimido perto de mim sente-se rapidamente bem. Muitas crianças chegam tristes na igreja por causa de brigas dos pais. Procuro logo animá-las e arrancar um sorriso”, conta. 
Antes de ser educadora, Ilma de Jesus Rodrigues trabalhou 10 anos como corretora. O trabalho exigia que cumprisse várias metas, o que a fez amadurecer e crescer profissionalmente.
“Falo sempre para meus alunos que a vida tem regras que de…

Dois irmãos são exemplos do trabalho realizado pelo TF Teen, que ensina os adolescentes a valorizar os estudos e a família

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Os irmãos Ester, de 13 anos, e Emanuel Fernandes Souza, de 16, são exemplos de como um jovem pode mudar quando bem orientado. Os dois fazem parte do TF Teen, grupo que reúne adolescentes, entre 11 e 14 anos, da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD). Além de formar, conscientizar e apoiar, o grupo ensina os adolescentes a ter uma vida saudável, procurando sempre valorizar os estudos, a família e, acima de tudo, a aliança com Deus.
No último dia 26, os dois irmãos passaram a tarde no Striker, do Norte-Shopping, na zona norte do Rio de Janeiro, jogando boliche, esporte que atrai centenas de adolescentes e adultos ao local. Ester só conseguiu um strike – quando o jogador consegue derrubar todos os pinos com um arremesso –, ficando devendo, assim como o irmão, uma boa atuação. 
Mas quando o assunto é evangelizar, os dois se destacam. A mãe, Genilda Fernandes Souza, confirma a influência do TF Teen no dia a dia dos filhos.
“Eles sempre foram membros da Igreja, mas o TF Teen é uma bênção na …

Muitas crianças têm suas vidas transformadas ao entrar para a EBI, onde aprendem a respeitar os pais e a serem mais sociáveis

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A vida de milhares de crianças e adolescentes muda com o aprendizado que recebem da Educação Bíblica Infanto-juvenil (EBI). Muitos – que eram rebeldes em casa, indiferentes na escola, com poucos amigos em razão de algum problema psicológico ou comportamental – são transformados para uma vida mais social e ligada a Deus. 
Com Ana Beatriz, hoje com 10 anos, foi assim. Ela não estava bem na escola, ouvia vozes e via vultos, o que a deixava desconcentrada e intranquila. Preocupada com o problema, a mãe, Josiane Vieira de Andrade, instrutora de treinamento de RH, que já era membro da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), pediu ajuda à EBI. Deu certo: com três meses, a menina livrou-se das vozes e dos vultos que a amedrontavam.
“As notas na escola passaram a ser 9 e 10. Ela nunca foi uma criança rebelde, mas hoje me ajuda muito nas tarefas de casa e é mais comunicativa com a família. Todos os dias ela se ajoelha, ora e lê a Bíblia”, comemora Josiane.
Com o menino Thiago, de 7 anos, não foi…