Eu sufoquei minha filha
Para psicólogo, resultado pode ser devastador, prejudicando a autoestima, a personalidade e a autonomia da criança ou do adolescente
A superproteção dos filhos tem dois lados. Bem distintos, deve-se dizer. O lado bom é a preocupação com a segurança, a demonstração, mesmo excessiva, de amor, carinho e afeto pela criança ou adolescente. O lado ruim, no entanto, pode ser devastador e causar sequelas irreversíveis: infantilização e dependência extrema dos pais, prejudicando a autoestima, a personalidade e, especialmente, a peça-chave do desenvolvimento humano: a autonomia.
Karina Gomes, 14 anos, sofreu com o excesso de amor da mãe, Elaine Gomes. Tudo começou com uma eclâmpsia no parto. Trata-se de uma doença grave de hipertensão arterial, específica da gravidez, que põe em risco a vida da mãe e do feto. Karina apresentou problemas neurológicos, convivendo com um déficit cognitivo (dificuldade de aprendizagem). O quadro piorava com a superproteção da mãe, que não deixava a filha dar um passo…
A superproteção dos filhos tem dois lados. Bem distintos, deve-se dizer. O lado bom é a preocupação com a segurança, a demonstração, mesmo excessiva, de amor, carinho e afeto pela criança ou adolescente. O lado ruim, no entanto, pode ser devastador e causar sequelas irreversíveis: infantilização e dependência extrema dos pais, prejudicando a autoestima, a personalidade e, especialmente, a peça-chave do desenvolvimento humano: a autonomia.
Karina Gomes, 14 anos, sofreu com o excesso de amor da mãe, Elaine Gomes. Tudo começou com uma eclâmpsia no parto. Trata-se de uma doença grave de hipertensão arterial, específica da gravidez, que põe em risco a vida da mãe e do feto. Karina apresentou problemas neurológicos, convivendo com um déficit cognitivo (dificuldade de aprendizagem). O quadro piorava com a superproteção da mãe, que não deixava a filha dar um passo…