segunda-feira, 5 de setembro de 2011

O efeito "barrigudinha"

O efeito “barrigudinha”

Vendida a preços módicos, cachaça do tipo "barrigudinha" provoca dependência grave, é destrutiva e tem sido utilizada para atrair moradores de rua a drogas mais pesadas

Uma volta pelo centro da capital paulista é suficiente para perceber como a “barrigudinha” (cachaça embalada em garrafas plásticas redondas de até meio litro, vendida em quase todos os mercados e botecos por pouco mais de R$ 1) faz sucesso entre os moradores de rua e demais pessoas em situação de vulnerabilidade social.


Seja para fugir da realidade das ruas, seja para esquentar durante o inverno, os consumidores buscam a pinga regularmente. “Eu compro todos os dias. Ela é mais barata do que as outras, fácil de carregar e mais forte. É bom porque a gente fica bêbado mais rápido. Agora no inverno, não existe coisa melhor pra esquentar”, afirma Videgar do Espírito Santo Neto, de 26 anos, que morou por 3 meses na rua e atualmente vive na casa de um amigo.


“A ‘barrigudinha’ foi a maneira encontrada pelos mafiosos para atrair o morador de rua a drogas mais pesadas. Além disso, usuários de crack usam a pinga para controlar a paranoia depois de usar a droga, o que acaba agravando seu quadro de dependência, sem falar das consequências à saúde”, destaca Robson Mendonça, presidente do Movimento Estadual da População em Situação de Rua de São Paulo. O consumo de bebida alcoólica entre os moradores de rua é alto. Cerca de 65% deles se declaram usuários, segundo levantamento da Prefeitura de São Paulo.


Os especialistas concordam que destilados, como as cachaças, por exemplo, têm um potencial destrutivo e de dependência muito maior do que outros tipos de bebidas. “O álcool tem capacidade de romper qualquer barreira e circular muito bem por todo o corpo. O uso constante desse tipo de substância provoca danos significativos à saúde, principalmente, entre as pessoas com o organismo mais debilitado, como é o caso dos moradores de rua”, explica Carlos Salgado, psiquiatra e presidente da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead).


O ex-morador de rua Neto, que contou à Folha Universal ter bebido mais de dois litros de “barrigudinha” em um só dia, já sente as consequências do consumo excessivo. “Olha como eu tremo”, diz o jovem mostrando as duas mãos.


Clandestinas



Se as cachaças vendidas nos supermercados, com o selo do Ministério da Agricultura e da Receita Federal, já são extremamente prejudiciais, o estrago que uma bebida fabricada clandestinamente pode fazer é ainda maior. “É muito comum aqui em São Paulo a venda dessas bebidas feitas artesanalmente. É terrível, os produtores colocam de tudo, mas o preço atrai bastante: R$ 0,50”, denuncia Anderson Lopes, ex-morador de rua e membro do Movimento Nacional da População de Rua. Ele diz que também já experimentou a “barrigudinha”. “É muito forte. Dá muita dor de cabeça depois que passa o efeito. Me sentia muito mal, parecia que tinha levado uma surra”, afirma o ativista.


Segundo o último relatório sobre álcool e saúde, da Organização Mundial da Saúde (OMS), quase um terço do consumo mundial de etanol (28,6%) corresponde a bebidas produzidas ou vendidas ilegalmente, de fabricação caseira ou não registradas nos órgãos de controle governamental. “Essas bebidas podem expor o indivíduo a maior risco de efeitos negativos à saúde pela presença de outras substâncias desconhecidas e potencialmente perigosas ou contaminantes, como o metanol ou chumbo”, avalia Camila Magalhães Silveira, psiquiatra e coordenadora do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa). As consequências podem ir desde coma alcoólico e intoxicação até hemorragia intestinal.


Campanhas informativas sobre os efeitos do álcool, melhoria na fiscalização da produção e da venda e até medidas para aumentar o preço e, desta forma, desestimular o consumo, estão entre as soluções que têm sido debatidas por quem estuda o assunto. “A saída seria restringir o número de postos de venda e aumentar a fiscalização para que menores de idade e indivíduos subnutridos ou embriagados não tenham acesso ao álcool. Quanto menor o controle, pior para quem consome. Temos hoje no Brasil mais de 1 milhão de postos de venda de bebida alcoólica. Desse total, apenas 30% são controlados”, diz Salgado.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

IURD na Fundação CASA palestrante Robson Freitas está pronto para atender a todos


Quando jovem aos 13 anos, meus amigos ofereciam as drogas eu sempre dizia não, mas chegou um momento por curiosidade dentro da Escola comprei a cocaína e provei. Comecei a ficar dependente da droga e na seqüência roubar para manter o vicio.Passei por varias situações durante 10 anos no mundo do crime e das drogas,as coisas que não pratiquei no crime , foi matar e seqüestrar

Quando estava drogado sentia-me corajoso, forte com ar de heroísmo, eu lembro que éramos cinco na quadrilha 04 morreram eu fui o único que restou e sem uma parte.

do meu corpo. DEUS livrou minha vida e hoje pela sua graça estou aqui para dar esta palestra. Muitas pessoas da Igreja, obreiros me falavam de JESUS CRISTO, mas.

Eu dizia que o meu DEUS era as duas pistolas que carregava na minha cintura.

























Após a palestra Robson de Freitas mostra a todos a parte do seu corpo que foi perdida em consequência das DROGAS veja o video.

IURD apresenta o Palestrante Robson de Freitas na Fundação Casa de Parada de Taipas.


Nesta ultima sexta feira foi ministrada palestra sobre drogas por Robson de FreitasO pastor Geraldo Vilhena Coordenador de evangelização em unidades da Fundação Casa de São Paulo, abre a Palestra fazendo oração da fé.Para abençoar as internas e os funcionários da Fundação Casa.


Robson inicia falando que estava ali para passar sua experiência com o mundo das drogas e do crime.

Quando jovem aos 13 anos, meus amigos ofereciam as drogas eu sempre dizia não, mas chegou um momento por curiosidade dentro da Escola comprei a cocaína e provei. Comecei a ficar dependente da droga e na seqüência roubar para manter o vicio.Passei por varias situações durante 10 anos no mundo do crime e das drogas,as coisas que não pratiquei no crime , foi matar e seqüestrar

Quando estava drogado sentia-me corajoso, forte com ar de heroísmo, eu lembro que éramos cinco na quadrilha 04 morreram eu fui o único que restou e sem uma parte.

do meu corpo. DEUS livrou minha vida e hoje pela sua graça estou aqui para dar esta palestra. Muitas pessoas da Igreja, obreiros me falavam de JESUS CRISTO, mas.

Eu dizia que o meu DEUS era as duas pistolas que carregava na minha cintura.

Jovem interna pergunta:

Você foi preso e quanto tempo ficou lá?

Robson responde

Sim fui preso e passei pela prisão em Cotia e Itapevi, não fiquei muito tempo.Apenas oito meses, pois com o dinheiro do trafico paguei um bom advogado.

Infelizmente quem tem dinheiro nestes Pais não fica na prisão muito tempo

O crime me deu poder eu tinha carros, motos, armas e dinheiro.

Jovem interna pergunta:

Quanto tempo faz que você saiu desta vida?

Robson responde

Faz dezoito anos que sai desta vida de crime e drogas

Obreira pergunta

Quando usava as drogas qual era sua reação, você ficava violento com sua família?

Robson responde:

Sim ficava muito agressivo dentro de casa chegando ao ponto de colocar minha mãe

Em risco. Roubei um carro sem saber que era de um policial, os policiais foram atrás

De mim na minha casa. arrebentaram a porta para me matar.Minha mãe ficou na minha

Frente abriu a camisola e disse para o policial para matar meu filho vai ter que atirar em mim primeiro. Então um olhou para outro e disse que lá fora tinha muita gente e foram

Embora sem atirar em mim.


Cique pergunta

Qual a cena que mais marcou no mundo do crime?

Robson responde

Foi quando um jovem foi mandado comprar a droga, para um outro do grupo.

Mas quando ele voltava com a droga ele usou um pouco. e quando chegou

O que tinha mandado comprar percebeu e foi reclamar com o traficante,

Este viu que o jovem que tinha buscado a droga usou no caminho.

Então falou que dava mais oito pinos para ele se desse um jeito no jovem

Então aquele que mandou comprar tirou uma navalha da cintura e cortou

O pescoço do moleque a cabeça foi para trás, ele morreu agonizando e jorrando sangue para todo lado.

Nelci pergunta

Quando você queria parar com as drogas os amigos dificultavam a sua saída?

Robson responde

Sim não era fácil deixar as drogas, a minha saída foi pela dor, pois quando estava.

De cara limpa tinha vontade de parar, mas sempre vinha o companheiro chamar.

Para as drogas novamente. Mas quando a gente não sai pelo amor sai pela dor.

Fui parar somente numa situação extrema quando cheirei cinco pinos e sai como louco

Em cima de uma moto, sofri um acidente e fiquei em coma em um hospital.

Faltando um pedaço do meu corpo. A minha mãe estava lá firme , vinha me visitar

Mais o falso amigo do crime não apareceu nenhum deles lá no Hospital.

Ana pergunta?

Você tirou alguma de casa para consumir drogas?

Robson responde;

Sim DVD, botijão de Gás, dinheiro etc. os meus primeiros furtos foram dentro de casa.

Jovem interna pergunta

Você teve alguma over dose?

Robson responde:

Sim passei por 02 Over doses, fiquei em um quarto cheirando por uma semana e a outra.

Foi em uma balada eu tomava baque e compartilhava a seringa, e ficava sujeito a pegar.

Uma AIDS.

Funcionário pergunta

Como você se sentia nos momentos de abstinência?

E quanto tempo foi preciso para superar a crise?

Robson responde

Foi em 02 meses, quando acordei dentro do hospital após o acidente me entreguei para JESUS CRISTO. Tive crises mais tive força para superar. Eu pedia para DEUS me livra

Deste mundo para que possa levar minha experiência para o jovem do mundo.

Jovem interna pergunta

Você teve algum problema com os traficantes?

Robson responde

Não eu sempre fazia minhas correrias, e nunca deixei de pagar as drogas que consumia.

Jovem interna pergunta

Você tem alguma tatuagem?

Robson responde:

Sim tenho 02 tatuagens

Obreira pergunta

O que você fez para sair definitivamente das drogas?

Robson responde:

Após o acidente que sofri determinei que não queria mais aquela vida, não foi fácil mais quando entreguei minha vida para JESUS.

consegui ficar firme. Falei se o Senhor é DEUS então faça com que eu mude

Completamente e naquele momento houve uma verdadeira entrega.

Hoje não tenho mais vontade da cocaína DEUS limpa salva e nos regenera.

Quando o chicote estralar não culpe DEUS porque nos momentos mais críticos

Da nossa vida é a DEUS que clamamos por isto a entrega tem quer ser plena, total.

Nelci pergunta

Se trocou sua namorada por drogas com o traficante?

Robson responde:

Eu nunca troquei, mas pude ver um casal na biqueira o traficante.

Pede para o jovem trocar a namorada pela droga e ele aceitou

E deixou sua namorada com o traficante.

Uma Jovem interna fala que vendia seu corpo para comprar drogas

Jovem interna pergunta

Qual foi a parte do seu corpo que perdeu?

Robson responde:

Eu tinha um sonho de ser jogador de futebol e perdi um pedaço da minha perna

E junto o sonho de jogar bola.




Para encerrar a palestra Robson pede ajuda dos presentes para tirar a prótese

De sua perna e mostrar o preço que pagou por se envolver com drogas e crimes

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