quinta-feira, 23 de julho de 2009

Você perdeu a confiança das pessoas.Eagora?


Você perdeu a confiança das pessoas. E agora?
Quando perde a confiança de alguém, é como se você tivesse o seu próprio filme “Eu sei o que você fez no verão passado”. Quando ela olha ou tenta evitar olhar, você sabe exatamente o que ela está pensando: “Eu nunca mais vou confiar em você”. Uma coisa é certa: não há nada que possa fazer a respeito de como agiu no passado. Então, a primeira coisa que tem que fazer é parar de lamentar o que aconteceu. Não vai mudar ou consertar nada. Se pensar bem, lamentar-se é realmente inútil. É o tipo de pensamento que não leva a lugar algum e, mesmo assim, permanece e corrompe a sua disposição dia após dia. Sendo assim, livrar-se disso deve ser seu primeiro passo. Porém, você pode mudar as coisas a partir de agora. Pode ser diferente, pode agir diferente e provar para todo mundo, inclusive para si mesma, que pode fazer o contrário do que fez de errado no passado: * Se você costumava mentir, faça um voto de que, não importa o que acontecer, vai dizer a verdade a partir de agora. * Se você foi infiel ao seu cônjuge, livre-se de tudo que a levou a isso: salas de bate-papo na internet, amizades com o sexo oposto, pornografia ou até mesmo filmes e novelas que a tenham induzido a agir assim. * Se você roubou, devolva tudo. * Se você enganou, diga a verdade, seja humilde e nunca mais se oculte. Você ainda pode ser uma pessoa de confiança, depende de si mesma decidir trabalhar nisso. Não espere que as pessoas confiem em você por boa vontade. Prove que merece confiança a partir de agora. Na fé.

Travestia-se de mulher


Travestia-se de mulher
Filho de uma família numerosa, Fábio Silva, de 33 anos, conta que apesar de ter bom relacionamento em casa, desde a infância sentia uma tristeza e vazio muito grandes. Mesmo com todos da família sendo evangélicos, ele confessa que ainda não havia tido um encontro com Deus. Na adolescência, foi convidado por amigos a trabalhar numa boate. Tornou-se artista e fazia shows travestido de mulher. “Eu nasci em um lar evangélico e sempre fomos muito unidos. Mesmo assim, eu vivia triste e chorando,” conta o auxiliar administrativo. Trabalhando na boate, muita coisa mudou na sua vida. “Comecei a me relacionar com um rapaz. Deixei as unhas e os cabelos crescerem. Usava muita maquiagem e comprava roupas e sapatos femininos. Eu fazia tudo escondido da minha família”, comenta. Uma enorme depressão e revolta tomou conta do coração do rapaz. “Passei a tratar minha mãe mal, sendo grosseiro com ela. Nós não nos falávamos. Eu não conseguia nem olhar no rosto dela. Queria sair daquela vida, mas não encontrava forças e reagia com grosserias”, revela Fábio. Transformação Sem aceitar aquela situação, a mãe dele, Antônia Silva, de 57 anos, começou a participar das orações pela família, que acontecem aos domingos, às 9h30, em todos os templos da Igreja Universal. “Naquela época, o bispo Sergio Corrêa realizava uma campanha chamada ‘Os Sete Domingos da Transformação da Água para o Vinho’. Aprendi a usar a fé e clamei pelo meu filho”, conta Antônia. Dias depois, Fábio foi internado num hospital, em coma, vítima de envenenamento após comer um doce com inseticida dado por um conhecido dele. “Ele ficou internado na UTI em estado grave. Levantamos um clamor a Deus por ele”, lembra a mãe. Ao receber alta, Fábio conta que saiu disposto a mudar de vida. “Nesse mesmo dia, cortei o cabelo e as unhas, voltei para o Senhor Jesus e aproveitei a chance que Ele me deu para transformar a minha vida para melhor”, afirma.

TRÁFICO DE ÓRGÃOS




TRÁFICO DE ÓRGÃOS:NASCE DA FALTA DE DOADORES, DA NECESSIDADE OU DO EXCESSO DE BUROCRACIA?De acordo com a Polícia Federal, o tráfico de órgãos humanos é o terceiro mais lucrativo do mundo. Ele perde apenas para o tráfico de drogas e o de armas, respectivamente. Mas apesar do grande valor que essa atividade movimenta ilegalmente, algumas práticas fogem do controle do Estado. É comum, por exemplo, que alguns brasileiros, motivados pela necessidade financeira, vão ao exterior para vender seus órgãos. O movimento contrário também existe. Cresce a cada ano o número de estrangeiros que se dirigem ao Brasil para comercializar os próprios órgãos. Mesmo assim, o País ainda é referência no transplante de órgãos, pois conta com o maior serviço de transplante com financiamento público de todo o mundo. A cada ano, são realizadas mais de 19 mil cirurgias, número inferior apenas ao dos Estados Unidos, líder mundial em volume de transplantes realizados. Só em 2006, o Brasil realizou cerca de 14 mil transplantes de tecidos (córnea, medula óssea, etc.) e aproximadamente 5 mil de órgãos (coração, rins, pulmão, etc.). Apesar dos números animadores, as filas de espera ainda são enormes, e muitos pacientes, que não podem aguardar muito tempo, acabam morrendo antes de serem atendidos. Atualmente, estima-se que mais de 35 mil pacientes estão à espera de um rim; mais de 7 mil de um fígado; mais de 330 aguardam um coração, e cerca de 30 mil estão na fila para transplante de córnea. Segundo médicos especialistas, hoje, o maior fator limitante ao aumento de número de transplantes é a escassez de doadores de órgãos. Outra dificuldade pode estar relacionada ao acesso às equipes transplantadoras, distribuídas de maneira heterogênea pelo País. A falta de investimentos em campanhas eficazes que incentivem as pessoas a ser tornarem doadoras também é um agravante, além do medo do tráfico, que é um intimidador potencial, apesar do misticismo que existe em torno desse tipo de comércio. "O transplante de órgãos com doador falecido é totalmente controlado pelo Estado, sendo que as equipes de captação e de transplante são previamente cadastradas pelo Ministério da Saúde, tornando o processo seguro e transparente. Essa história de tráfico de órgãos humanos é a mais nova lenda urbana", enfatizam os especialistas. Em contrapartida, a discussão em torno de pessoas que aparecem mortas sem os principais órgãos é tema freqüente na Câmara. Em 2007, uma índia brasileira de 20 anos foi encontrada morta com o abdômen costurado de forma grosseira e sem alguns de seus órgãos vitais. Mesmo diante de evidências concretas, os especialistas em transplante protestaram. "Podem ser rituais satânicos, podem ser problemas entre comunidades indígenas. Tráfico de órgãos humanos é um mito. Se essa bobeira fosse deixada de lado, certamente muitas pessoas seriam salvas".


Batismo nas águas.



Evangelização e batismo na Fundação Casa SPVoluntários da IURD levam palavra de fé aos internos SÃO PAULO – O trabalho de evangelização realizado pela IURD nas unidades da Fundação Casa SP (antiga Febem) tem se intensificado nos últimos anos. Semanalmente, voluntários da IURD levam uma palavra de fé aos internos, procurando mostrar a importância de buscar a Deus. Muitos têm demonstrado arrependimento de seus erros, que como conseqüência lhes trouxe a privação da liberdade. Segundo o coordenador do trabalho no Estado de São Paulo, pastor Geraldo Vilhena, os resultados são gratificantes. "Procuramos levar aos internos conforto espiritual, através do qual muitos têm aceitado com interesse a Palavra de Deus e mudado de vida. Temos constatado o resultado do nosso trabalho quando estes decidem se batizar e, aqui fora, nos procuram, querendo dar continuidade ao que aprenderam enquanto reclusos", relata o pastor. Prova disso foi o que aconteceu recentemente na Unidade de Franco da Rocha, região da Grande São Paulo, quando um menor se batizou nas águas. Na oportunidade, os internos, além dos familiares, foram presenteados com um exemplar da Bíblia Sagrada. Para o diretor do complexo, Flávio de Giácomo, atitudes como essa apenas reiteram a importância do trabalho promovido pela IURD. "A presença da Igreja, não só hoje, mas no dia-a-dia, é essencial para estabelecer um futuro melhor a todos, especialmente colaborando com o nosso trabalho, que não é fácil. É um grande prazer tê-los aqui e saber que sempre podemos contar com os pastores e voluntários da IURD", destacou



Que o Senhor Jesus abençoe estes jovens.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

CIÚME





CIÚME:NA MAIORIA DAS VEZES ACONTECE DEVIDO AO COMPLEXO DE INFERIORIDADE, A RIVAL TEM MAIS QUALIDADE OU ONDE HÁ FUMAÇA HÁ FOGO?Machado de Assis, autor do clássico romance Dom Casmurro, perpetuou sua obra e sua grandiosidade literária ao abordar, de forma inteligente e realista, o ciúme e a devastação que esse sentimento pode provocar na alma e na vida das pessoas. Também na música popular brasileira o ciúme é tema frequente. Grandes sucessos de Chico Buarque, Caetano Veloso, Lupicínio Rodrigues, entre outros, abordam a relação estreita e tênue entre esse complexo sentimento e o amor. Mas, se por um lado o ciúme pode servir de base para a inspiração de vultosos artistas, por outro, ele pode ser também o responsável pelo sofrimento e tormenta na vida de muitos casais. De acordo com a quase totalidade dos psicólogos, o ciúme é um sentimento inerente à espécie humana. Em maior ou menor grau, todo mundo já o experimentou em algum momento da vida e, diferentemente do que imagina aquele que é acometido por ele, o ciúme é uma reação pessoal, voltada exclusivamente para a pessoa que o sente. É diferente, por exemplo, de algumas sensações como o medo despertado por um lugar, pela altura ou por algum inseto, que vêm do exterior (meio) para o interior (indivíduo). O ciúme em excesso é também, portanto, uma manifestação própria de personalidades com tendências egocêntricas. Quando manifestado de forma mais grave, o que pode comprometer a saúde mental e até mesmo física das pessoas, o ciúme é chamado de patológico pela psiquiatria. Nesses casos, o portador desse distúrbio paranoico não é capaz de diferenciar fantasia e imaginação da realidade. Os principais sintomas são extrema desconfiança e constante busca de provas e confissões por parte do parceiro. São comuns também ansiedade, depressão e um forte sentimento de humilhação acompanhado pelo desejo de vingança. Algumas pessoas relatam experimentar durante esses episódios um acentuado aumento da libido. Tal distúrbio, se detectado, deve ser rapidamente tratado, pois pode induzir o portador a tomar atitudes que colocam em risco a própria vida e a de outros. Há que se ressaltar também que o ciúme natural e racional, quando bem dosado, é um importante indicador da importância que se dá ao outro. A ausência dele, portanto, pode ser tão prejudicial quanto o excesso. E talvez venha daí a expressão “temperar a relação”. Como o sal, ciúme de mais pode ser perigoso; de menos, deixa tudo muito insosso e sem-graça









Ex-interno da Fundação CASA procura a UNIVERSAL para se Batizar nas Águas.




No projeto UNIVERSAL na Fundação CASA, os voluntários sempre após as reuniões semanais os jovens internos são orientados para tomar uma grande decisão que é o Batismo nas Águas.



Alguns jovens quando são desinternados da Fundação CASA procuram uma UNIVERSAL próximo de sua casa e tomam esta atitude que aprenderam.



Neste caso um jovem procurou a UNIVERSAL do Brás, participou da reunião e após falou com o Pastor Rodrigo e o Obreiro Walter e pediu para se Batizar nas Águas.







A UNIVERSAL liberta,cura e salva na Fundação CASA.


Inverno,inimigo dos cabelos


Inverno, inimigo dos cabelos
Por Ivonete Soares redacao@folhauniversal.com.br Com a chegada do inverno, é muito comum surgirem problemas relacionados ao couro cabeludo, que costumam incomodar e causar constrangimento. Segundo o dermatologista Valter Claudino, do Hospital e Maternidade Beneficência Portuguesa de Santo André, no ABC paulista, algumas doenças são propícias à estação mais fria do ano, como a dermatite seborreica, cuja manifestação mais frequente acomete o couro cabeludo e é caracterizada por intensa produção de oleosidade (seborreia), escamação (caspa) e coceira. Alguns cuidados específicos no inverno são bem-vindos quando o assunto é a saúde dos cabelos. “Dietas com redução de proteínas e vitaminas também interferem no agravamento destes problemas”, explica o médico. Outra situação comum é a queda dos cabelos, que pode ser considerada normal quando caem entre 50 e 100 fios por dia. “É importante dizer que o problema se acentua em razão do uso frequente de secadores e com banhos muito quentes”, salienta Claudino. Mas existem outras causas para a queda. “Problemas hormonais, anemia, uso de produtos químicos ou regimes muito rígidos podem afetar os cabelos”, conclui o dermatologista.

Cobranças de dívidas



Cobrança de dívidas
Quem trabalha com vendas provavelmente já teve que passar pela situação difícil de ter que cobrar devedores. O que muitos se perguntam é: como fazer isso sem perder o cliente? A sugestão é, antes de tudo, avaliar o perfil do cliente devedor, explica o presidente do Instituto MVC de Educação Corporativa, João Baptista Vilhena. “Se, por exemplo, for um cliente que sempre atrasa os pagamentos, mas não se importa em pagar os juros depois, a indicação é de que se encare os atrasos como um componente em seu perfil. Ele poderá ser ainda mais lucrativo, pois, com as taxas de juros nas alturas, os ganhos financeiros podem ser expressivos.” Já se o devedor for do tipo “picareta”, a solução é contratar um escritório de cobrança e esperar que a negociação resulte em pagamento. “A única coisa que você não pode fazer é cair na tentação de vender novamente para um picareta apenas porque ele vai ajudá-lo a bater a meta do mês”, diz Vilhena.




Voluntários da UNIVERSAL liberta jovens na Fundação CASA.



Foi com muita alegria e com muito amor e carinho os voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus esteve no último domingo do dia 27/09 realizando uma grande festa na Fundação casa Vila Conceição para os internos e família. Para animar a festa à cantora Beatriz encantou a todos os presentes com lindas canções para louvar e glorificar o Senhor Jesus em seguida o Teatro da Fundação casa apresentou uma peça (O LEILÃO DE UMA ALMA) na seqüência o pastor Maiko da Igreja Universal do Kemel, falou que o problema de cada jovem é extremamente espiritual e que só a fé no Senhor Jesus pode livrar de todo mal, depois fez a oração da fé junto com os voluntários para que os jovens tivessem uma libertação, na seqüência levam todos os jovens e família a entregar a suas vidas para o Senhor Jesus. Para finalizar o evento foram servidos muitos bolos e refrigerantes para todos os presentes. E todos os funcionários da Fundação Casa Vila Conceição agradeceram a presença da UNIVERSAL.

IMPREGNADOS DE ÓDIO




Impregnados de ÓDIOPor Fernando Gazzaneo fernando.gazzaneo@folhauniversal.com.br O desgaste do divórcio pode ser agravado por uma síndrome na qual um dos pais faz de tudo para que os filhos sintam repulsa pelo ex-companheiro. E as consequências para as crianças são devastadoras A jornalista Karla Mendes tinha apenas 2 anos quando os pais se separaram. Não ficou nenhuma foto que pudesse relembrá-la os bons momentos que viveram enquanto moraram todos juntos. Restava a ela e à irmã mais nova as histórias contadas pela mãe, que dizia que haviam sido abandonadas pelo pai, que jamais quisera saber notícias delas. Aos 8 anos, contudo, Karla foi surpreendida com uma tentativa de reaproximação do pai. “Depois da visita que ele fez, minha mãe nos disse que ele viria nos buscar para jantar no dia seguinte.” De banho tomado, as duas ficaram esperando durante horas a chegada dele, que não apareceu. Ao longo da infância e da adolescência, a figura do pai permaneceu manchada pelo ressentimento. A verdade sobre aquela noite só viria aos 19 anos, com um telefonema dele. Karla descobriu que o desencontro havia sido armado pela mãe, assim como em inúmeras outras vezes. “Ao mesmo tempo em que nos disse que sairíamos para comer fora com meu pai, minha mãe combinou com ele de nos levar à praia. Mas quando ele veio nos buscar, ela se colocou à frente e inventou uma desculpa de que não queríamos ir de jeito algum.” Para Karla, o contato por telefone com o pai foi a revelação de que tudo aquilo que havia pensado sobre ele era uma mentira criada pela mãe. “Fiquei transtornada. A sensação era de, até então, ter vivido uma mentira”, relembra. Karla deixou de falar com a mãe quando descobriu que ela estava fazendo o mesmo com os dois outros filhos do segundo casamento. O drama vivido pela jornalista é tão comum quanto a própria separação de casais. Não são raras as histórias em que, após o fim do relacionamento, pais lançam mão de todos os artifícios para anular a presença dos ex-cônjuges na vida dos filhos. O que poucos sabem é que esta prática tem nome: síndrome de alienação parental (SAP). O termo foi criado em 1985 pelo psicólogo norte-americano Richard Gardner e, nos últimos 3 anos, passou a ser mais utilizado nos tribunais de justiça como argumento para alterar acordos de guarda e visita. No Congresso Nacional, o tema começou a ser discutido com o projeto de lei 4.053/2008, que está em processo de votação na Câmara e que estabelece punições para os pais alienadores, como multas, suspensão do poder familiar e inversão de guarda. A síndrome consiste em programar o comportamento dos filhos para que eles, após a separação, odeiem e rejeitem a figura do outro genitor. “A SAP pode ser feita com ações simples como dificultar a visita do ex-cônjuge aos filhos, negar informações, assumir um discurso de vítima para que os filhos não queiram ver o pai, além de denegrir a imagem dele e contar mentiras”, diz a psicóloga e advogada Alexandra Ullmann. Muitos usam até mesmo falsas acusações de violência e abuso sexual para afastar o filho do ex-cônjuge. De acordo com a presidente da Associação de Pais e Mães Separados, Cristiane Stellato, no Brasil, 32% dessas acusações em casos de disputa pela guarda dos filhos são falsas. “A invenção de um abuso sexual serve para romper de vez os vínculos afetivos entre a criança e o pai alienado”, comenta índrome de alienação parental, o que se percebe são crianças que foram tão influenciadas pelo discurso contra um dos pais que passam a incorporá-lo como seu. “Quando estão dentro deste processo, elas não veem nada além do que os olhos do alienador podem ver. O que diz este pai é a verdade absoluta que eles não protestam. São crianças sem liberdade para amar”, explica José Manuel Aguilar Cuenca, psicólogo argentino e autor de dois livros sobre o tema. Na maioria dos casos, uma pessoa passa a agir dessa forma porque não aceita o fim do casamento ou por não concordar que o ex-companheiro arrume outro parceiro. “O pai ou a mãe usa o filho como instrumento de vingança”, comenta a psicanalista Tamara Brockhausen. No caso do dentista Alan Minas, as dificuldades no relacionamento com a filha se acentuaram após o nascimento do segundo filho, de outro casamento. Até então, o pai e a garota conviviam bem e se empenhavam nos preparativos para a vinda do bebê. “No dia em que ele nasceu, minha ex-mulher proibiu que minha filha o visse. Algumas semanas depois, ela e o atual marido foram até a delegacia e deram queixa de mim, sob o pretexto absurdo de abuso psicológico”, lembra Alan. Por conta da denúncia, as visitas quinzenais foram suspensas e o contato com a menina ficou cheio de obstáculos. A última vez que a viu, há cerca de 13 meses, foi no corredor do Fórum de Justiça. “Ela estava agressiva e não conseguia me olhar nos olhos. Sinto saudade de uma criança que talvez não exista mais”, lamenta Alan. No País, em 93% dos casos é a mulher quem fica com a guarda dos filhos. Por isso, é mais comum que elas sejam as principais responsáveis por instalarem a SAP na relação do ex-marido com os filhos. Mas com a auxiliar administrativa Tânia Alves, o comportamento estranho do filho começou depois que o marido ganhou a guarda dele. “Ele entra no táxi e não demonstra qualquer afetividade por mim, mas quando dobramos a esquina ele volta a ser o mesmo. A impressão que tenho é de que ele fica receoso em mostrar afeto por mim na frente do meu ex-marido”, relata. Também não foram poucas as vezes em que o garoto, quando visitou a mãe em Porto Alegre, contou que, quando chega na casa do pai, na cidade de Pelotas, tem novamente de tomar banho “para tirar o cheiro daquela gente”, nas palavras ditas pelo filho à Tânia. Estudos mostram que crianças e adolescentes que sofreram com a SAP têm mais chances de sofrer de depressão, de se tornarem usuários de drogas e, em casos mais graves, de cometerem suicídio. “ A síndrome causa consequências drásticas para o desenvolvimento emocional. No futuro, essas crianças poderão ter dificuldades de se relacionar e de estabelecer vínculos de confiança”, pontua Tamara. “Quando a criança percebe que essa mãe ou pai, em que sempre confiou, foi o responsável por implantar falsas memórias, ela se volta contra essa pessoa. É um efeito bumerangue”, completa Alexandra Ullmann. Para os especialistas, há poucas formas de pôr fim a esse processo: conseguir uma intervenção rígida da Justiça, como a inversão de guarda, ou esperar que o filho, em algum momento da vida, passe a questionar o passado e procure estabelecer contato com a mãe ou o pai alienado.






 Coral do Templo de Salomão na Fundação CASA.




Neste ultimo domingo o Grupo UNIVERSAL na Fundação CASA chega à Unidade João do Pulo na Vila Maria para realizar mais um grande Evento especialmente preparado para os adolescentes.O Pastor Fernando apresenta o Coral do Templo de Salomão ele é o tecladista do Coral .



Eles estiveram presentes ao Evento levando através de suas vozes o louvor e exaltação ao nosso Senhor Jesus Cristo. Foi possível ver o manifestar de DEUS naquele lugar, pois os adolescentes foram interagindo a cada canção.









O Pastor Geraldo Vilhena coordenador Estadual da Evangelização na Fundação CASA transmite uma palavra aos adolescentes lembrando que por detrás de cada um deles existe um espírito maligno agindo .Pois desde momento que nascemos esta guerra tem inicio é o bem querendo salvar nossas almas e o mal buscando nossa destruição com principal objetivo de levar nossa Alma para o sofrimento eterno.Então o Pastor ressalta que o mais importante é o trabalho de libertação que fazemos com os adolescentes dentro das unidades da Fundação CASA.Pois uma vez liberto estando arrependido e entregue sua vida para Jesus Cristo através do Batismo nas águas o mal perde força e não consegue ter influencia sobre a vida do adolescente,porem isto somente acontece se esta entrega for verdadeira e completa para DEUS continuar agindo a Fé ou seja sacrificar as coisas do Mundo e buscar somente a verdade que é a Palavra de DEUS. Na sequência o Pastor Geraldo convida aos adolescentes para participarem da oração forte de libertação os voluntários intercedem para completar o trabalho de libertação.





Voluntário Fabio fala para os jovens internos como entrou no mundo das drogas e sua saída da vida do crime.



As cantoras Carol e Beatriz que fazem parte do teatro UNIVERSAL na Fundação CASA cantam uma linda canção para glorificar o Senhor Jesus. 






Na seqüência o Teatro da UNIVERSAL na Fundação CASA apresenta uma peça (A morte) que conta a historia de um homem que só pensava em trabalho, mas quando se depara com a morte, muda completamente os seus conceitos.

Foi servidos deliciosos bolos e refrigerantes aos adolescentes e funcionários da Fundação CASA .




Para finalizar a festa uma competição de futebol Fundação CASA contra time da UNIVERSAL. 




Funcionários da Fundação CASA agradecem pela visita dos voluntários da UNIVERSAL.


terça-feira, 21 de julho de 2009

FALA VOLUNTÁRIO.




ESTRESSADAS


EstressadasPor Fernando Gazaneo fernando.gazaneo@folhauniversal.com.br Mulheres têm duas vezes mais chances de sofrerem de estresse do que os homens, independente de classes sociais ou faixa etária, afirma a psicóloga Lucia Novaes, autora de um dos artigos do livro “Sentimentos que Causam Stress – Como lidar com eles” e presidente da Associação Brasileira de Stress. As hipóteses para explicar este fenômeno variam desde os aspectos hormonais até a maneira com que a mulher é educada para viver em sociedade. “Uma das explicações está no fato de elas desempenharem dupla jornada de trabalho, exercendo sua profissão durante o dia e depois cuidando da casa”, pontua a especialista. A forma como a mulher lida com uma situação estressante também é uma das hipóteses. “De maneira geral, os homens são mais práticos e objetivos para resolver determinadas situações”, afirma Lucia. Nos adultos, os sintomas do estresse podem ser tanto físicos quanto emocionais. Segundo ela, o estresse começa a aparecer com uma respiração ofegante e diarreia, até evoluir para dificuldades de memorização, taquicardia, depressão e síndrome do pânico. “A fase de exaustão (terceira das quatro fases do estresse), que é marcada pela dificuldade de concentração, exaustão e pelo agravamento de doenças pré-existentes, costuma ser irreversível se a pessoa não procurar ajuda médica e psicológica”, explica Lucia. Ao mesmo tempo em que casos de estresse se tornam cada vez mais frequentes, as pessoas estão mais alertas aos sintomas e costumam procuram ajuda. Segundo ela, a dificuldade de lidar com as frustrações no trabalho ou em questões familiares e sociais é uma das principais causas do estresse em adultos. A especialista ainda afirma que alguns profissionais estão mais propensos ao estresse, como jornalistas, juízes do trabalho e policiais. O quadro de estresse, contudo, também pode se desenvolver em crianças. O problema é que o comportamento agressivo e irritadiço, típico do estresse nesta faixa etária, é geralmente confundido como “birra”. “O estresse nas crianças pode se desencadear a partir de situações de desestruturação familiar, de uma exigência desmedida de pais para que os filhos sejam competitivos e bons em tudo e de uma rotina com excesso de atividades”, afirma a especialista. Como uma maneira de prevenir o estresse, Lucia Novaes aponta técnicas de relaxamento e exercícios de respiração acompanhados de atividades físicas, além da adoção de uma alimentação rica em nutrientes como cálcio, ferro, magnésio e vitaminas B e C.

Mórbida obsessão


Mórbida obsessãoPor Guilherme Bryan guilherme.bryan@folhauniversal.com.br Eles são bonitos, famosos, ricos e aparecem sempre felizes nas fotos. Com tudo isso, fica difícil alguém negar que nunca sentiu adoração por algum famoso ou celebridade, seja do cinema ou da música. E não há nada de errado em ter algum ídolo a quem admirar. Mas há casos em que este sentimento se transforma em algo doentio e, muitas vezes, perigoso. Segundo o portal de notícias britânico “Sky News”, após a morte do cantor Michael Jackson, em 25 de junho, pelo menos 12 fãs não teriam aguentado a perda do astro e teriam se suicidado. Para evitar novas mortes, um amigo da família do cantor, o reverendo Jesse Jackson, gravou um vídeo para o site “Youtube”, pedindo cautela aos fãs: “Há uma grande dor, mas uma grande causa de celebrar a vida de Michael”. O tamanho da comoção que a morte do rei do pop causou entre os fãs pode ser dimensionada em números: além das 18 mil pessoas que assistiram o velório do cantor, realizado no estádio Staples Center, em Los Angeles, Estados Unidos, no dia 7 deste mês, milhares aguardaram a passagem do caixão do lado de fora e outros bilhões acompanharam tudo pela tevê. Essa histeria envolvendo uma celebridade lembra a morte do galã de cinema Rodolfo Valentino, em 1926, quando muitas admiradoras também teriam se matado. “A morte de um grande ídolo pode fazer com que algumas pessoas sintam que vão morrer com ele. A razão é que, ao invés de ver o ídolo como alguém que compôs uma música ou fez um filme, elas estabelecem com ele uma relação muito mais intensa. A celebridade parece preencher uma falha gigantesca na formação da personalidade dessas pessoas. E, quando isso se rompe, elas podem ser levadas à angústia e, em casos extremos, ao suicídio, ou a se sentirem traídas, despertando o instinto homicida”, comenta o psiquiatra Fabio Scaramboni Cantinelli. É justamente essa angústia extrema que parece ter atingido, em novembro de 2008, Paula Goodspeed, fã da cantora e jurada do programa de televisão “American Idol”, Paula Abdul. Reprovada por Paula em uma das seleções da atração, ela se matou. Já em abril deste ano, a atriz Demi Moore conseguiu impedir que uma admiradora, de 48 anos, se suicidasse, após ler uma mensagem deixada por ela no Twitter (site de mensagens curtas), acionando as autoridades para que a levassem para uma clínica psiquiátrica. O instinto homicida foi despertado em Mark Chapman, que, em 8 de dezembro de 1980, pediu um autógrafo para o cantor John Lennon e, horas depois, o assassinou em frente ao edifício Dakota, em Nova York, nos Estados Unidos. Chapman, que foi condenado à prisão perpétua, alegou que vozes o incitaram a cometer o crime. Em dezembro de 2005, porém, ele contou outra versão à agência “AFP”: “Cometi esse ato para chamar a atenção, para roubar, de certa forma, a celebridade de John Lennon”. Colega de Lennon nos Beatles, George Harrison também foi vítima da obsessão de um fã. Ele foi esfaqueado no tórax, em dezembro de 1999, pelo admirador e viciado em heroína, Michael Abram, na mansão onde vivia em Londres, na Inglaterra. Abram ficou preso por 19 meses e foi diagnosticado com psicose paranóica profunda. “Perseguidores vêem as celebridades como figuras mágicas ou demônios e a perseguição como um meio de comungar com a magia. Ao matar a celebridade, o perseguidor valida o seu poder superior ou elimina do mundo a magia que se transformou numa causa de irritação ou infelicidade”, escreve, em seu livro “Celebridade”, o sociólogo inglês Chris Rojek, sobre esse episódio.Perseguição Não são apenas os astros do cinema e da música que são atingidos. Durante o intervalo de um jogo, em abril de 1993, a ex-tenista Monica Seles, sérvia naturalizada norte-americana, foi esfaqueada pelas costas pelo alemão Gunther Parche, fã da tenista adversária, a alemã Steffi Graf. Ele acreditava que, matando a adversária de sua jogadora preferida, poderia colocá-la no topo do ranking mundial. Parche foi condenado a 2 anos de prisão, após Monica se recusar a depor contra ele em juízo pelo fato de, na Alemanha, a vítima ter que ficar de costas para o acusado. A cantora Madonna também foi vítima de uma perseguição em Nova York, nos Estados Unidos, em janeiro de 2007, quando dois carros se aproximaram do veículo onde ela estava a fim de tirá-lo da pista. A popstar telefonou para a polícia pelo celular e o motorista dela realizou uma manobra arriscada para despistar os perseguidores. O caso mais célebre, porém, envolveu a princesa de Gales, Lady Di, que era seguida pelo médico alemão Klaus Wagner, que desejava protegê-la de uma “conspiração satânica”, a qual acreditava ser dirigida contra ela pela rainha Elizabeth II. Esses casos são tão assustadores que, em dezembro do ano passado, o ator Robert Pattinson, do filme “Crepúsculo”, manifestou em público o medo de ser contagiado com algum vírus, levar um tiro ou ser esfaqueado. Seis meses depois da declaração, ele foi atingido por um táxi ao fugir de adolescentes que tentavam agarrá-lo. “Há fãs que confundem uma obra artística com quem a criou e passam a achar que o astro, e não o que ele representa, é que possui valor afetivo para eles, quando isso não é verdade. Existe um tipo de transtorno bastante raro, chamado de transtorno delirante erotomaníaco, cuja definição é a ilusão de ser amado, com certa frequência, por pessoas famosas”, analisa Geraldo Possendoro, professor da especialização em medicina comportamental da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). A fim de se proteger, os artistas podem reforçar a segurança ou obrigar o perseguidor a manter distância. A atriz Kirsten Dunst conseguiu que a justiça norte-americana proibisse, em dezembro do ano passado, que o fã Christopher Smith, de 25 anos, que dizia ter “conexão espiritual” com ela, se aproximasse de qualquer lugar onde ela estivesse. A mesma sentença foi obtida em maio de 2007 por Sandra Bullock com relação à Márcia Valentine, de 47 anos, que colocou no jardim da casa da atriz ramos de palmeira com símbolos estranhos e pedaços de peles de animais. A fã foi condenada a 3 anos de prisão. O ator brasileiro Emílio Orciollo Neto viveu na pele essa mórbida obsessão de fãs. Em maio deste ano, prestou queixa no Rio de Janeiro contra uma admiradora que tentou agarrá-lo na saída da peça “Os difamantes”, então em cartaz no Teatro Leblon. Aos policiais, ele declarou que estava sendo perseguido havia 6 anos e que possuía fotos e cartas enviadas pela fã, identificada como Elizabeth, de aproximadamente 50 anos. Antes que alguma coisa pior acontecesse, ele conseguiu se livrar de mais uma perseguição doentia provocada pelo excesso de admiração.



Batismo nas águas.


Evangelização e batismo na Fundação Casa SPVoluntários da IURD levam palavra de fé aos internos SÃO PAULO – O trabalho de evangelização realizado pela IURD nas unidades da Fundação Casa SP (antiga Febem) tem se intensificado nos últimos anos. Semanalmente, voluntários da IURD levam uma palavra de fé aos internos, procurando mostrar a importância de buscar a Deus. Muitos têm demonstrado arrependimento de seus erros, que como conseqüência lhes trouxe a privação da liberdade. Segundo o coordenador do trabalho no Estado de São Paulo, pastor Geraldo Vilhena, os resultados são gratificantes. "Procuramos levar aos internos conforto espiritual, através do qual muitos têm aceitado com interesse a Palavra de Deus e mudado de vida. Temos constatado o resultado do nosso trabalho quando estes decidem se batizar e, aqui fora, nos procuram, querendo dar continuidade ao que aprenderam enquanto reclusos", relata o pastor. Prova disso foi o que aconteceu recentemente na Unidade de Franco da Rocha, região da Grande São Paulo, quando um menor se batizou nas águas. Na oportunidade, os internos, além dos familiares, foram presenteados com um exemplar da Bíblia Sagrada. Para o diretor do complexo, Flávio de Giácomo, atitudes como essa apenas reiteram a importância do trabalho promovido pela IURD. "A presença da Igreja, não só hoje, mas no dia-a-dia, é essencial para estabelecer um futuro melhor a todos, especialmente colaborando com o nosso trabalho, que não é fácil. É um grande prazer tê-los aqui e saber que sempre podemos contar com os pastores e voluntários da IURD", destacou


















Que o Senhor Jesus abençoe estes jovens.

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