terça-feira, 11 de agosto de 2009

A BELA DA RECORD


A bela da Record
Por Guilherme Bryan guilherme.bryan@folhauniversal.com.br Estreou, na terça-feira (4), “Bela, a Feia”, a nova telenovela da “Rede Record”, que é uma versão da produção colombiana “Yo Soy Betty, La Fea”, adaptada por Gisele Joras. Trata-se da primeira parceria da “Record” com a emissora mexicana “Televisa”. A história já fez sucesso em mais de 20 países, como Estados Unidos, Rússia, Grécia e Vietnã. Animada com o novo papel, a protagonista Giselle Itié comentou, na festa de lançamento da produção: “Fazer a Bela é muito mágico, pois ela é estranha, mas tão bondosa e sonhadora, que a beleza interior salta.” Na tela, ela aparece transformada, com aplique no cabelo, óculos e aparelho nos dentes. Ao longo da novela, a moça feia, mas de coração bom, se revelará uma bela mulher. Giselle comemora a ótima fase na carreira. Ela também está no filme “The Expendables”, dirigido e estrelado por Sylvester Stallone, com cenas rodadas no Rio de Janeiro e previsto para estrear em abril do próximo ano. O momento em que foi aprovada é inesquecível para a atriz: “Foi genial quando escutei a voz do Stallone no meu celular.” Segundo ela, a cena mais desafiadora envolveu uma espécie de tortura com água. “Disse que não queria dublê, pois desejava vivenciar aquela experiência”, conta. Nascida no México, em 1981, Giselle veio ao Brasil em 1985, com os pais, após perderem tudo em um terremoto. Aqui, já atuou em seis telenovelas e uma minissérie. Em 2007, sofreu traumatismo craniano durante quadro de dança em programa de televisão. Sem sequelas, agora o que ela mais quer é desafios: “Eu me entrego totalmente às personagens e adoro poder mudar.”Por trás da transformação O visagista Marcio Farache exerce uma profissão pouco conhecida e muito requisitada no Brasil: ele estuda as feições das pessoas em busca de uma harmonia estética. Agora, é um dos responsáveis pela transformação da atriz Giselle Itié em “Bela, a Feia”. “Só um visagista sabe como é desafiador propor para um ator mudar por inteiro para um personagem. Nesse caso, eu, que venho de um mercado que faz todo mundo ficar lindo, tive que fazer uma protagonista feia com uma atriz linda”, garante. Formado em desenho de moda e estilismo, Farache descobriu a moda desenhando bonequinhas com roupas para as colegas da escola em Manaus (AM). Num desfile, ele foi obrigado a refazer a maquiagem das modelos e descobriu sua verdadeira vocação. Desde então, ele trabalhou no Fashion Rio e na produção de capas de revistas até trabalhar como visagista nas telenovelas “Amor e Intrigas” e “Poder Paralelo”, ambas da “Rede Record”.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

RISCOS NO TWITTER

Riscos no Twitter
A nova sensação da internet, a rede social “Twitter”, na qual as pessoas enviam e leem textos de até 140 caracteres, pode ser um ótimo espaço para se procurar trabalho, pois muitas empresas a utilizam para recrutar candidatos e divulgar vagas. Porém, ela pode também ser perigosa para quem procura emprego ou está empregado. “Muitas empresas olham as referências dos candidatos no Twitter. Por isso, é preciso utilizá-lo de modo profissional. Já quem está empregado esquece que o chefe ou alguém da equipe pode estar ali e coloca informações que o levam a correr o risco de perder o emprego, ou utiliza a rede social mais do que deveria”, garante Bruno Carone, analista de marketing da empresa de recrutamento Trabalhando.com.br.

CÓLERA DO MAL


Cólera do Mal
Exames de saúde positivos, pragas lançadas, ameaças de morte e tudo o mais que têm aterrorizado o coração, são setas vindas do inferno para confrontar a fé. Se a mesma está firmada na Palavra de Deus nada disso tem valor. Mas se é emotiva, o coração se assusta e se curva diante dos problemas.
Por conta disso mesmo, o Espírito adverte para não prestar atenção nas coisas visíveis, mas nas invisíveis. Porque as visíveis são temporais e as invisíveis são eternas. ( 2 Coríntios 4.17-18 )
Ora, quando se leva em conta a fé inteligente, não se aceita semente de dúvida nem se rende às tribulações “leves e momentâneas”, apesar de difíceis. Ao contrário, há uma resistência natural provocada pela convicção pessoal! Daí nasce a revolta da cobrança do cumprimento da Palavra do Eterno Deus.
Isso significa ver o invisível, crer no impossível, viver de fé em fé e pela fé.
Quem pode entender isso se não tiver nascido de Deus?
Publicado por Edir Macedo

FALA VOLUNTÁRIOS.




QUAL É O SEU CARÁTER?


Qual é o seu caráter?
O caráter, em sua definição mais simples, resume-se em índole, temperamento e gênio. Ele pode ser bom ou ruim, variando muito de pessoa para pessoa. De maneira séria e esclarecedora, a apresentadora Vivi Freitas, com as amigas Paty Barboza e Bete Araújo, no último programa Coisas de Mulher, abordou o tema “Quando meu caráter me prejudica”. Recém-chegada ao programa, Bete Araújo destacou o perfil de um indivíduo com caráter enganador: “A pessoa com uma índole duvidosa, não só engana os outros como a si mesma. A mentira passa a ser a verdade dela.” Durante a atração, Vivi fez um alerta às pessoas de comportamento agressivo: “Esse tipo de atitude, algumas vezes, é devido a circunstâncias como, por exemplo, pais nervosos, que acabam criando filhos iguais e ainda rebeldes.” Um ponto destacado foram os prejuízos do caráter possessivo. “A pessoa se torna insegura”, alertou Vivi. Para Bete, esse tipo de indivíduo tende a sufocar pessoas da própria família. “Como mães, tendemos a nos tornar possessivas, impondo coisas aos filhos. Mesmo que a intenção seja ajudar, acaba prejudicando, porque sufoca o outro”, acrescentou. O orgulho foi apontado pelas apresentadoras como a pior das características: “Esse tipo de pessoa tem sua opinião, não aceita conselhos e não enxerga os próprios defeitos.” Ao final do programa, ainda deixaram uma reflexão: “Quando analisamos as consequências dos atos, tomamos atitudes corretas.”

domingo, 9 de agosto de 2009

PAPÉIS INVERTIDOS



Papéis invertidos
Por Andrea Dip andrea.dip@folhauniversal.com.br Neste Dia dos Pais, reunimos histórias de filhos que assumiram a responsabilidade de cuidar daquele que um dia cuidou deles O caminho do portão principal até a casinha de paredes verdes é curto. O que atrapalha é a chuva fina que cai. Temos de desviar de algumas poças para, finalmente, alcançarmos a porta de vidro, que dona Alba abre com cuidado. “Pai?”, ela chama o senhor que está deitado em uma cadeira no meio da sala, iluminada apenas pela claridade cinza do dia. “Hum”, resmunga seu Eurípedes, e dá as costas – direito adquirido com os quase 100 anos que completará em novembro. “Sabe, você foi um pai maravilhoso para mim”, insiste Alba, tentando ganhar a atenção dele. “Mais ou menos”, responde ele. “Lembro-me de quando eu fingia dormir só para o senhor me levar para a cama. O que mais me faz falta são suas histórias, suas poesias. Agora sou eu que tenho que te contar”, lembra Alba. Eurípedes Corrêa da Silva, funcionário público aposentado, antes de o mal de Alzheimer chegar, há 7 anos, escrevia poemas que a filha se orgulha em mostrar: “Lá naquele rancho triste/ de buracos todo cheio/ já caindo de velhinho/ mesmo a lua não resiste/ quando vem, do céu, a meio/ espiar um tal cantinho.” Por causa da idade, e também pela doença que “derreteu sua memória”, como costuma dizer, ele não anda mais e precisa de ajuda para comer, tomar banho, ir ao banheiro. Precisa da atenção integral da filha, que, junto com uma cuidadora, olha o pai com a atenção e carinho com a qual ele cuidou dela um dia. “É uma criança”, diz Alba, de 62 anos, que se dedica ao pai, mesmo tendo o marido também com Alzheimer, duas filhas e um neto. “A diferença é que é uma criança que já vi bem, andando, falando, e que sempre admirei”, pontua.A figura do pai, na maioria dos casos, é assim: digna de admiração. Muitas vezes, nosso maior herói é ele, que nos ensina coisas, nos educa, dá amor e segurança. Mas o que acontece quando, por motivos diversos, os papéis se invertem e o pai vira praticamente filho de seus filhos? Para a neuropsicóloga, especializada em gerontologia, Maria Rosa Plubins, tudo depende do tipo da relação construída: “Se foram pais afetivos, presentes e admirados, isso refletirá na hora em que precisarem de cuidados. Pais afetuosos geram filhos afetuosos.” Maria Rosa explica que a gratidão é um forte motivo na hora de amparar o pai. É o caso de Lívia Militão, de 29 anos, que mora e toma conta do “teimoso” seu João. “Ele resistia às minhas opiniões no começo. Eu tenho que usar de muita psicologia para convencê-lo sobre questões da vida, como a venda da casa, situações profissionais, dívidas. Sou mais um arrimo nas questões práticas do dia a dia”, conta a filha. “Ele caiu num golpe, que gerou uma dívida enorme. Se eu não for com ele ao advogado, ele deixa o processo acabar e perde tudo.” Sob o olhar atento e desconfiado do pai, Lívia dá a deixa: “Também preciso marcar médico e dar um jeito de ir com ele, senão ele falta ou mente para o médico.” Para a psicóloga Luciana Zeni, é a partir dos modelos que se tem em casa que a criança forma a personalidade. “Quanto menor a criança, maior o reflexo da família e do ambiente em que ela vive. Por isso, precisa de modelos. Um pai cuidador, uma figura masculina mais próxima está ligada ao seguimento de regras.” O motorista Claudinei Batista, de 36 anos, não precisou esperar ver os filhos crescerem para ter carinho e cuidado retribuídos. Há 4 anos, sua mulher e mãe das crianças o deixou, no dia em que Israel, o filho menor, completaria 5 anos. “Fiquei arrasado, transtornado”, lembra. “Ficamos só nos três. Foi quando a Larissa, então com 6 anos, vendo meu desespero, me disse: ‘pai, a mãe foi embora mas eu vou cuidar do senhor’”, lembra. E cuidou mesmo. A pequena tentava fazer as tarefas da casa para que o pai não precisasse lavar louça e varrer a casa quando chegasse cansado do trabalho. “Eu tinha que mandá-la parar, porque queria fazer coisas pesadas para a idade dela”, conta. Os olhos da menina, hoje com 10 anos, brilham quando fala do amor pelo pai: “Eu o amo muito, a coisa que mais gosto é quando ele me chama de princesa. Minha mãe foi embora, mas eu vou ajudar ele para sempre.” Claudinei, que chegou a deixar o trabalho e viver de bicos para poder cuidar dos filhos, se emociona quando lembra que foram os dois que deram forças para ele continuar a lutar: “É engraçado. Eu pensei que, por serem crianças, eu seria mais forte. Mas foram eles que foram fortes e me deram força. Quem é o pai e quem são os filhos?”, diz e abre um sorriso largo cheio de orgulho.

sábado, 8 de agosto de 2009

ALZHEIMER



ALZHEIMER: CASOS TENDEM A CRESCER

Nos próximos anos, mais de 80 milhões de pessoas serão vítimas da enfermidade

VANESSA SENDRAAGÊNCIA UNIPRESS INTERNACIONAL
Olhares distantes, mentes com dificuldade de raciocínio, vida sem expectativas, um verdadeiro estado vegetativo da alma. Esta é a realidade das vítimas do mal de Alzheimer, uma patologia também conhecida como esclerose ou, popularmente, “caduquice”. Estima-se que, até 2040, cerca de 81 milhões serão portadores da enfermidade. Alzheimer é uma doença do cérebro, degenerativa, que gera atrofia progressiva, sendo mais comum em pessoas após os 65 anos de idade, com maior incidência depois dos 80.
Segundo o neurologista Luiz Felipe Rocha Vasconcellos, graduado pela Universidade Gama Filho (UGF), com residência e mestrado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a patologia é um dos tipos de demência que se caracterizam pelo comprometimento não só da memória recente, mas também das alterações de comportamento, fala, resolução de tarefas, entre outros sintomas. “É importante ressaltar que há perda de capacidades cognitivas (estruturas básicas que servem de suporte a todas as operações mentais) prévias com prejuízo nas atividades do dia a dia, como, por exemplo, incapacidade de sair sozinho, fazer compras, etc.”, orienta.
As causas da enfermidade são desconhecidas. O doutor Luiz Felipe esclarece que o que provoca a doença é a morte de neurônios (células do sistema nervoso). “Eles produzem acetilcolina, uma substância química que também está envolvida no processo da memória.”
Uma série de fatores aumenta a probabilidade de um indivíduo desenvolver a doença de Alzheimer. “Envelhecimento, síndrome de Down, histórico familiar, sexo feminino, baixo nível de escolaridade e hipertensão arterial mal controlada”, ressalta o neurologista.
O diagnóstico é clínico, baseado no que o paciente e o acompanhante falam e na realização de exames específicos para avaliação cognitiva. “Em alguns casos, é necessário um teste mais detalhado e extenso, como o neuropsicológico, feito por um psicólogo ou médico especializado. Os complementares como tomografia do crânio e exames de sangue também são importantes para descartar outras causas de demência.” Vasconcellos acrescenta: “A enfermidade só pode ser diagnosticada por um médico capacitado, ou seja, neurologista, geriatra ou psiquiatra.”
A análise de cérebros de pacientes com Alzheimer demonstra principalmente: atrofia cerebral mais intensa do que o esperado para a idade; depósito de substâncias que matam e bloqueiam os neurônios, as chamadas placas amilóides e presença de proteínas alteradas que se acumulam dentro das células do sistema nervoso.
Na fase inicial da patologia, o indivíduo portador da doença fica confuso, esquecido e tem dificuldade para se comunicar. Pode apresentar, também, descuido com o visual, falta de iniciativa e autonomia para as atividades diárias.
Já na intermediária, o doente precisa de grande ajuda para as tarefas do dia a dia, pode não reconhecer os familiares, apresentar incontinência urinária e fecal (caracterizada pela perda involuntária de urina e fezes), impossibilidade de fazer julgamento, necessidade de assistência para vestir-se, se alimentar, tomar banho, ingerir medicamentos e realizar demais necessidades fisiológicas e de higiene. Além disso, pode se comportar de forma incorreta, se irritar, ser desconfiado, impaciente, agressivo, depressivo e apático.
No período final, existe perda de peso, dependência de maneira geral, incapacidade de realizar qualquer atividade de rotina, falta de concentração, reações a medicamentos, infecções bacterianas e problemas nos rins. Na maior parte dos casos, a causa da morte não tem nenhuma relação com a enfermidade, mas sim com aspectos em relação à idade.
A doença não tem cura. “O tratamento é à base de remédios que aumentam no cérebro a quantidade do neurotransmissor acetilcolina. O resultado do tratamento é variável e, com o tempo, os pacientes passam a não ter a mesma resposta de antes. Também é necessário uso de medicações para controle de agressividade, depressão e alucinações.”
Atenção dos parentesA patologia não atinge apenas o indivíduo portador, mas todos que estão próximos a ele. Os familiares devem estar preparados para momentos muito difíceis, pois terão sobrecarga emocional, física e financeira. É preciso que o doente tenha a atenção dos parentes, cuidados gerais, acompanhamento médico e visitas.
Dona Luzia de Campos, 81 anos, ex-funcionária pública, atualmente aposentada, é portadora do mal de Alzheimer e está na fase intermediária. O filho, Fabiano Guedes, 28, editor de videotape, conta como é difícil aceitar a dura realidade da mãe, que sempre foi uma mulher ativa e trabalhadora. “Ela era eficiente no trabalho, sempre exigente com limpeza, organizada e amorosa. É muito triste ver que aquele exemplo de vida não te reconhece, nem consegue fazer as atividades básicas”, desabafa.
Fabiano mudou a arrumação da casa e teve grande alteração no orçamento mensal devido à doença de dona Luzia. “Tive que esconder os utensílios domésticos, estocar alimentos e guardar comidas preparadas para ela não estragar. Além disso, devido à incontinência urinaria e fecal, tive mais despesas com produtos de limpeza, energia e novas roupas”, esclarece.
Como os sintomas vão se agravando diariamente, o editor de videotape fala que está muito impaciente e cansado. “Nos dias que minha mãe tem insônia, bagunça a casa, arrasta móveis e grita; isso atrapalha os vizinhos, pois moro num apartamento. Devido a todos estes acontecimentos, atualmente, me irrito com facilidade e tenho alterações no sono”, afirma.
Com a enfermidade, Fabiano perdeu a privacidade e vida pessoal. “Somos somente eu e minha mãe, com isso não posso ausentar-me muito de casa, pois tenho que ajudá-la”, relata.
É fundamental que a pessoa que cuida de um portador de Alzheimer tenha tempo para cuidar de seu bem-estar físico e mental. “Aconselho realização de atividades de lazer como: caminhadas, cinema, teatro, cursos de curta duração e, em alguns casos, acompanhamento psicológico”, diz o especialista.
Luiz Felipe Rocha Vasconcellos enumera alguns hábitos que ajudam a reduzir o risco de uma pessoa desenvolver a patologia ou retardá-la: “Realização de qualquer atividade que estimule o cérebro, como leitura, cursos com objetivo de adquirir novas capacidades (artesanato, informática ou dança), controle rigoroso de doenças crônicas (hipertensão arterial e diabetes) e ainda envolvimento em atividades sociais.”

Famosos se expôem a escândalos sexuais


POR QUE OS FAMOSOS SE EXPÕEM A ESCÂNDALOS SEXUAIS?POR INFLUÊNCIA DO MEIO, POR DIVERSÃO OU OS APELOS DO CORPO FALAM MAIS ALTO?O mundo das celebridades tem sido lembrado bem mais pela coletânea de confusões do que por trabalhos dignos de nota. E a maioria dos artistas sabe bem disso e procura ganhar ainda mais destaque diante dessa situação. Os que procuram se resguardar, precisam ter consciência de que vida de pessoa pública não pode contar com privacidade, e que a mídia vive rondando o lado obscuro das celebridades para divulgá-lo ao público. Mesmo quando toda precaução e cuidado são tomados, é difícil escapar do eterno conflito entre paparazzi e celebridades. Alguns casos são tão graves que terminaram em processo judiciais, situação que alimenta ainda mais a chama da imprensa. Mesmo assim, há que se ressaltar que a perseguição dos repórteres quase sempre acontece sem que haja motivo para tal. Normalmente esses profissionais ficam atrás dos artistas polêmicos, independente da situação vivida por eles. Há paparazzi os rondando quando estão na praia, no shopping, no supermercado, no restaurante ou quando estão simplesmente colocando o lixo para fora de casa. Certamente é difícil encontrar sossego assim, sendo vigiado vinte e quatro horas por dia. E certamente é difícil também não cometer alguns gafes no decorrer do dia, afinal, somos todos seres humanos, repletos de falhas e qualidades. Amy Winehouse é a campeã de flagras constrangedores e vexames, os paparazzi já registraram a cantora usando crack, agredindo fã, bebendo sem parar e em posições constrangedoras no Caribe. Paris Hilton também é perseguida pela mídia, em especial quando ela resolve ir a festas regadas a glamour, sensualidade e gastos exorbitantes. E quem não se lembra do escândalo sexual envolvendo o craque Ronaldo Fenômeno e o travesti Andréia Albertini (morto há duas semanas vítima do HIV), que o acusou de agressão física? Mais tarde foi a vez do jogador Robinho, que tomou conta das primeiras páginas dos principais jornais do mundo, não por seu incontestável talento, mas por ser acusado de violência sexual. O envolvimento de gente famosa em escândalos (principalmente sexuais) é fonte instigadora da curiosidade pública há muito tempo. E não há sinais de que a situação poderá mudar. Ainda no Período Helenístico, por exemplo, escândalos sexuais envolvendo o ilustre Ptolomeu, Júlio César e Alexandre Magno caíram na boca do povo e continuam ainda hoje a ser discutidos por historiadores. Enfim, de lá para cá quase nada mudou, a não ser o brilho e a importância das estrelas investigadas. Às de hoje, talvez flamejem apenas sustentadas por escândalos. Se eles acabarem, ninguém duvidará que brilho vá se apagar também.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

GOLPES


GOLPES:A MAIORIA DOS QUE CAEM É VÍTIMA DA AMBIÇÃO, DA INGENUIDADE OU DA ‘ESPERTEZA’ DOS GOLPISTAS?Nos últimos anos, os golpes virtuais, aplicados via Internet, são os que mais têm crescido no Brasil e no mundo. Segundo os especialistas, o maior aliado dos criminosos da web tem sido o comodismo das próprias vítimas. “Atraídas pelo fato de não terem que sair de casa para fazer compras, de receber o produto em casa através do correio, e pelos preços baixíssimos, essas pessoas se tornam vítimas fáceis de “ofertas” que claramente são golpes”, explicam. Para evitar um grande prejuízo, a dica dos especialistas é sempre entrar em contato com o Procon antes de efetuar qualquer compra virtual para saber se o site realmente existe. Ligar para o estabelecimento também ajuda, assim como procurar por pessoas que já tenham feito alguma compra naquele mesmo local. Ao comprar bens de alto valor, como automóveis, por exemplo, o melhor a fazer é deixar a Internet de lado e procurar formalizar a compra no próprio local, pessoalmente. Esse tipo de atitude evita cair em golpes como os aplicados em Belém, no Pará. Uma quadrilha especializada em vender carros fantasmas já fez mais de uma dezena de vítimas no Estado. Segundo informações da polícia local, o carro mais procurado era o Cross Fox, anunciado no site, pelo bando, com entrada de R$ 2.800,00 e o restante em 72 prestações de apenas R$ 380. Após combinar os detalhes da compra do automóvel por telefone, a vítima era orientada a fazer um depósito referente ao valor de entrada do veículo. Confirmado o depósito, a quadrilha informava às vítimas que estavam sofrendo um golpe. “Cheguei a suplicar a um dos golpistas para que me devolvesse o dinheiro, pois era tudo o que eu tinha, resultado da economia feita durante anos, mas ele ria sem parar da minha cara, dizendo que eu era um verdadeiro ‘mané’ e que meu dinheiro já era”, relata uma vítima.

FALA VOLUNTÁRIOS.




DIVÓRCIOS


DIVÓRCIOS:O QUE MAIS CONTRIBUI COM ELES É A FALTA DE DINHEIRO, DE AMOR OU DE SEXO?De acordo com projeções estatísticas, só em 2008 ocorreram cerca de 130.mil divórcios no Brasil. Quando essa quantia é somada ao número de separações judiciais concedidas anualmente, cerca de 95.mil, obtém-se a dimensão do total de casamentos encerrados nos tribunais: 225.mil num único ano. As cifras permitem também concluir que, de cada 100 uniões oficiais no Brasil, nada menos que 28 se encerraram com a chancela da Justiça. Mas o fenômeno de crescimento do número de divórcios não tem sido uma característica tipicamente brasileira. Na Califórnia, houve um incremento de divórcios de 100% em apenas um ano. Em um único mês ocorrem sete mil separações legais; em maio de 2008 foram 15 mil. Em 30 anos, a taxa de casamentos formais caiu de 41,48% para 34,49% entre as mulheres, com redução de nove pontos percentuais de casamentos religiosos. Assim como no mercado de trabalho e na previdência, tem havido também movimentos em direção à informalidade conjugal. Hoje, são 36,2 milhões de mulheres sozinhas, ou quase 50% do total. Dessa inversão de valores emergem famílias com pais e mães diversas; mãe com filhos de diversos pais, ou pais com filhos de diversas mulheres. É impossível que tais desacertos não provoquem desajustes emocionais nessas crianças. Muitas delas não sabem dizer com precisão quem são realmente seus pais. É muito comum que algumas d transfiram o papel de pai e mãe para os avós, com quem é mais comum que convivam quando da dissolução familiar. O drama vivido por essas crianças é uma realidade. Não apenas durante o processo de separação dos pais, mas depois de estabelecido o divórcio também. Por isso mesmo, não é raro que muitas apresentem problemas emocionais em alguma fase da vida, sendo os mais comuns o desempenho escolar comprometido, dificuldade para o relacionamento pessoal e, com maior frequência e a exemplo dos pais, sérios problemas para estabelecer uma vida familiar estável. É curioso notar que, diante de tantos transtornos provocados por uma separação conjugal, são raríssimos os pais que levam em consideração a dor dos filhos, tanto no ato da separação quanto no decorrer da vida. A maioria dos casais ignora o drama dos filhos. Uns por egoísmo, outros por falta de afeto. E existem também aqueles que acreditam que a separação será salutar para as crianças, como se um grave erro pudesse justificar outro mais grave ainda.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

FAMOSOS DO BEM


FAMOSOS DO BEM:ELES REALMENTE SÃO MINORIA OU É A MÍDIA QUE SE LEMBRA MENOS DELES?. O conceito de conduta humana é simples: trata-se do modo como as pessoas agem em diversos ambientes, e é popularmente chamado de comportamento. De forma geral, a conduta de todos os indivíduos é determinada por dois momentos distintos: o da ação voluntária e o da involuntária. No primeiro caso, o indivíduo decide suas ações de acordo com a vontade própria. Ou seja, num primeiro momento, pondera-se o que deve e o que não deve ser feito. Tomada a decisão (que irá depender de valores éticos que se carrega), as ações são então executadas, e obedecem sempre à vontade consciente. No segundo caso, a pessoa não tem condições de decidir por si mesma. Neste caso, o indivíduo executa ações involuntárias, que geralmente acontecem quando se está em situações de forte pressão emocional, sob coação, risco de vida, etc. A ação ou conduta involuntária, de acordo com especialistas, independe de valores éticos, morais, culturais ou da inteligência. Por isso mesmo, fazer julgamentos das ações tomadas em condições de forte condicionamento psíquico é tarefa delicada, tanto no campo social quanto no jurídico, por exemplo. Não se pode, pois, qualificar instintos. Dadas essas duas características do comportamento humano, fica claro perceber que as ações voluntárias podem, sim, servir (ou não) de exemplo a ser seguido, uma vez que são as responsáveis por moldar a personalidade. Por isso mesmo há inúmeros estudiosos defensores da ideia de que não existe índole própria, mas apenas um repertório comportamental resultante de escolhas feitas ao longo da vida. Mas o porquê de alguns indivíduos tomarem para si exemplos de comportamentos que transgridam a ética humana ainda não é bem conhecido. Enquanto alguns alegam que as escolhas são motivadas por agentes biológicos, outros negam tal teoria, e preferem se apoiar na ação do meio como agente modelador do caráter. Atualmente, no entanto, uma terceira teoria, que abriga um pouco destas duas premissas, parece ser a mais aceita por cientistas e sociólogos modernos. Enfim, o velho ditado que diz ser preciso botar a mão na consciência, antes e depois de se tomar alguma atitude dita duvidosa, está longe de ser filosofia barata. Ele é, pois, demonstração de equilíbrio e de valorização da capacidade de raciocínio humana.

IURD PROMOVE DIVERSOS EVENTOS NA FUNDAÇÃO CASA













IURD promove confraternização em diversas unidades da F.CASA As festividades de fim de ano foram comemoradas nas diversas unidades da Fundação CASA, onde a IURD realiza trabalhos de evangelização durante todo o ano.Dentre elas, podemos destacar as unidades da Raposo Tavares, Vila Maria( Paulista e Nova Vida), Encosta Norte,Itaquera,Penha,Mooca,Fazenda do Carmo,onde momentos de descontração e alegria foram proporcionados para os jovens internos , seus familiares e funcionários .Contando com várias atividades, como apresentação musical da cantora Cristina Miranda, banda Eterna Aliança, palestras com o grupo Dose Mais Forte, distribuição de brinquedos para as crianças , panetones, pipocas, refrigerantes,sorvetes,serviços de cabeleireiro e manicure, sempre visando a ressocialização dos jovens internos, bem como a integração de todos que participaram desta confraternização."A visão diferenciada dos muitos eventos promovidos pela IURD, sensibilizam os adolescentes e familiares, agregando valores com o envolvimento, dedicação e empenho dos funcionários da CASA , fundamentais para a eficiência deste processo", destaca o pastor Geraldo Mélo de Vilhena, Coordenador de Evangelização em Unidades da Fundação CASA.

PAIS E FILHOS


PAIS E FILHOS:QUEM MAIS ESTÁ DEIXANDO A DESEJAR NESTA RELAÇÃO?Mais uma vez, as relações sociais estão passando por um intenso processo de transição. A mudança ainda é mais aparente nas relações familiares, que começaram a perder força principalmente após a Revolução Industrial Americana, no final do século 19, quando a mulher, timidamente, abandonou o papel de mantenedora do lar e passou a se dedicar ao trabalho e lutar pela sua independência. Essa nova geração vive hoje momentos de insegurança, de incerteza e de ausência de valores morais e sociais estáveis. Parte disso se deve à ausência dos pais que, impulsionados pelas exigências do mundo moderno, se veem obrigados a abandonar os filhos em casa, ou nas mãos de terceiros, para poder trabalhar. Antes, essa era uma exigência apenas do homem; hoje, em busca de renda e condições mínimas de conforto, a mulher acatou a atitude masculina. Como consequência, portanto, está havendo a ‘terceirização’ da instrução e da formação moral dos filhos. A escola, a TV, a secretária, os computadores e os videogames assumiram friamente o papel de orientadores. Nossos jovens vivem em verdadeiras ‘famílias eletrônicas’, em que a internet assumiu o papel do pai, um outro eletrônico qualquer o da mãe, e assim por diante. A ausência do afeto, do amor, nas relações interpessoais aumentou mais ainda e o individualismo cresceu; a hipertrofia do ego predomina em quase todos os ambientes. Os valores morais também acompanharam esse momento transitório. A humildade converteu-se em sinônimo de fraqueza. Egoísmo agora é sinal de inteligência e progresso. É a inversão e subversão dos valores. Por esse ângulo, os pais são, de certo modo, vítimas das circunstâncias. Em parte são omissos diante de situações novas que não compreendem nem procuram compreendê-las. Os filhos caem na delinquência e os laços familiares se desfazem. A sociedade, então, pede por socorro. “Ninguém aguenta mais”, dizem por aí uns. “É o fim dos tempos”, filosofam outros. E todos, quase sem exceção, não percebem que não é nada disso. Estamos apenas colhendo os frutos que, carinhosa e inocentemente, plantamos.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

FALA VOLUNTÁRIOS




HOMOSSEXUALISMO


Homossexualismo

Antigamente, quando alguém era contaminado pela lepra, imediatamente era confinado ao isolamento. Nesse caso, misericórdia e compaixão davam lugar às censuras, críticas e até condenações. Os religiosos eram os pilotos da condenação. Usavam e abusavam em nome de Deus para julgar e condenar os aflitos.
Os tempos mudaram. Mas o espírito condenatório se mantém. Hoje, muitos “cristãos” têm tratado os homossexuais como os leprosos do passado. Por quê? São eles mais santos? Mais justos?
Nosso Senhor foi claro e objetivo a respeito desse tipo de comportamento: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra.” (João 8.7)
Deus não nos tem dado autoridade espiritual para julgar e condenar ninguém! Ao contrário! Se alguém considera ser de Deus, então sabe perfeitamente que sua missão é para ajudar o semelhante. Não julgá-lo ou condená-lo!
Se queremos respeito à nossa fé, respeitemos a fé e opção de vida alheia! Se nem Deus impõe Sua escolha, quanto mais nós, meros mortais?
Poucos sabem que a hipocrisia é o pior de todos os pecados. E é justamente dentro de instituições religiosas que mais a encontramos.
Será que as palavras “…com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também.” (Mateus 7.1,2) não significam nada?
Publicado por Edir Macedo

MAUS-TRATOS CONTRA CRIANÇAS


MAUS-TRATOS CONTRA CRIANÇAS:ESSA ATITUDE REFLETE A ÍNDOLE DO AGRESSOR, O CAOS SOCIAL OU OS TRAUMAS VIVIDOS NO PASSADO?De cada 150 casos analisados de violência contra crianças, 60% envolvem de recém-nascidos a pré-adolescentes de até 12 anos, vítimas de estupro, exploração e abuso sexual; 48% são de etnia branca; aproximadamente 60% frequentam escolas; 66% delas conhecem o agressor; e 60% dos casos ocorreram na casa da própria vítima. Os dados foram obtidos e divulgados recentemente, através de pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde. Em relação aos tipos de abuso, o estudo revelou que 44,7% das crianças violentadas no Brasil são vítimas de estupro; 33% de atentado violento ao pudor e 7% de atentado com penetração anal. Quanto ao agressor, 47% dos casos foram praticados por pessoas da própria família (intrafamiliar) e 46% por pessoas extrafamilares. Em 54% dos casos, quem fez a denúncia da agressão foi algum membro da própria família. Mas diferentemente do que a maioria imagina, crimes contra crianças, mesmo aqueles que têm a morte como resultado, não são uma particularidade dos países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento. América do Norte e Europa, nas últimas duas décadas, têm apresentado cada vez mais registros de violência contra crianças. Ainda assim, “é na América Latina onde ela se faz mais presente”, concluiu a pesquisa. O Brasil ajuda a corroborar a conclusão do estudo: É o país-líder em número de casos em toda a América. “Não podemos mais admitir que o Brasil tenha baixado a taxa de mortalidade infantil por doenças, mas ainda deixe milhares morrerem vítimas dos mais variados crimes”, desabafa a representante da Unicef no Brasil, Marie-Pierre Poirier. Para os estudiosos, a ocorrência constante de casos de maus-tratos contra crianças é sempre um indício de que alguma coisa está errada há muito tempo. A violência, a partir desse ponto de vista, assume então característica de reação, não de ação. “O objetivo da maioria dos programas de combate à violência, portanto, não deve ser simplesmente combater a violência em si, mas sim as origens dela”, defendem. O raciocínio segue uma lógica: se combatida a ação, a reação será inteiramente anulada, e o equilíbrio social, restabelecido.

ANTICRISTO





ANTICRISTO: O MUNDO SE PREPARA

A tentativa de centralizar a economia e a política em torno de um controle específico e bem determinado

O interesse de padronizar valores morais que contrariam a herança do judaísmo e do cristianismo. As alterações climáticas e ecológicas e o avanço da tecnologia e da ciência, cooperando para um domínio global. Todos esses fatores fazem parte de um cenário que compõe o cumprimento de inúmeras profecias que preparam a chegada do governo do anticristo.
Um dos primeiros fatores a serem considerados, nesse aspecto, seria o ponto de vista político. Desde o fim da guerra fria e o desmoronamento da União Soviética, tem-se a consolidação da hegemonia norte-americana sobre o mundo.
De acordo com estudiosos, esse fator é interessante porque o reinado do anticristo também será um reinado hegemônico. "O mundo já não tem mais o caráter bipolar, pois está dentro de uma perspectiva de unificação." A declaração é do professor de teologia, história e filosofia da Faecad (Faculdade das Assembleias de Deus), graduado em história moderna pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Moisés Martins.
Segundo ele, o próprio governo Obama agora representa um esforço claro no sentido de estabelecer ou criar condições para que os Estados Unidos estejam dentro de uma perspectiva de uma nova ordem mundial. Isso porque os EUA já teriam um impedimento, caso houvesse uma tentativa nesse sentido, pela força militar e econômica que possui.
De acordo com Martins, o anticristo está ligado a essa questão da possibilidade de um governo em escala planetária. Sendo assim, quanto menos resistência houver, melhor para esse processo. "Os rumos da política contemporânea e mundial nos dias atuais são muito marcados por essa questão da unificação de possibilidades políticas. E a eleição de Barack Obama estaria indicando esse fato de forma muito clara", afirma o professor.
O filósofo explica que, dentro da perspectiva do universo da economia, a formação dos blocos econômicos também seria uma indicação de que caminhamos no sentido de ter uma ordem econômica mais ou menos unificada.
"Há uma tentativa de fazer com que a economia esteja gravitando em torno de um controle bem específico e bem determinado. Estamos vendo agora, com muita clareza nesta década e nesses últimos tempos, um processo duplo, tanto de unificação política como de unificação econômica, chamado genericamente de globalização e que está indicando com muita clareza algumas coisas que a Bíblia fala sobre final dos tempos e reinado do anticristo", analisa.
O filósofo chama a atenção para o fato de que algumas profecias muito específicas relatam a questão referente à multiplicação do conhecimento, que está no livro de Daniel. Segundo Moisés, nunca se viu, como no século XX e XXl, uma explosão tão grande de conhecimento em várias áreas. Ele afirma que a inteligência humana tem atuado, realizado e construído. E diz que todos esses aspectos vão delineando um quadro profético, escatológico e que situa a questão da possibilidade de um governo em escala mundial para um controle mais efetivo das nações.
"Ainda dentro da política externa norte-americana, um dado que não tem passado despercebido é o fato de que é a primeira vez que uma administração política norte-americana toma um posicionamento de um certo distanciamento com relação a Israel", observa. O professor lembra que os governos americanos anteriores a Obama sempre foram marcados por um atrelamento bem direto e bem objetivo com os interesses de Israel no Oriente Médio.
"Esse governo já marca um certo distanciamento até a última viagem de Obama a um país árabe e não a Israel. Eu creio que isso também faz parte de um quadro que nós veremos. Todas as nações do mundo se posicionando contra Israel, de alguma forma, isso é o cumprimento de uma profecia bíblica", diz.
Segundo o professor, essa situação vai permitir que o governo do anticristo se estabeleça com uma base mais firme, controlando inclusive e influenciando os rumos das decisões tomadas também no governo norte-americano.
Martins adianta que não se pode ignorar o fato de que essa questão referente aos Estados Unidos é de suma importância dada à força política, econômica e militar que o país possui. O professor afirma que para onde os EUA colocarem o peso das suas ações, certamente terão uma repercussão mundial. "A gente vê uma preocupação desse novo governo democrata de se afastar um pouco de Israel e colocar mais o peso da sua atuação favorável aos árabes no contexto do Oriente Médio. Se isso se confirmar, é um aspecto que vai sublinhar o que a profecia diz acerca dos últimos tempos e de uma tomada de posição bem global em relação a Israel no todo, por parte de todas as nações", explica.
Moisés alerta sobre o fato de que, hoje, há um aspecto muito interessante de se tentar padronizar valores morais que são totalmente contrários à herança do judaísmo e do cristianismo. "Isso também compõe o cenário onde o anticristo vai reinar expressando bem a essência do que significa esse título anticristo", pondera.
NOVA ORDEM
De acordo com o teólogo, esse quadro será contrário a tudo aquilo que tenha um valor de identificação do universo da fé cristã. "Hoje se vê uma clara afirmação de um relativismo cultural cada vez mais forte e a valorização de comportamentos ligados à homossexualidade, de um crescimento de um outro tipo de comportamento na área moral contrário à herança judaico-cristã, que faz parte desse cenário futuro que está bem próximo da consolidação de uma nova ordem", afirma.
O teólogo acredita que não só do ponto de vista econômico, mas também político e cultural, a somatória desses fatores é prenúncio de um momento como nunca se viu no ocidente; um momento de superação da cultura cristã, quase que uma realidade pós-cristã hoje no mundo ocidental. Martins declara que se trata da escala de valores que representa a imaginação e o desejo do anticristo de um reinado contrário aos valores bíblicos e à fé cristã e contrária ao Antigo e Novo Testamentos.
"Seja de que ângulo encaremos esses fatos, seja analisando a questão econômica, política, cultural ou moral, o que vemos é uma escalada de fundamentos, princípios e questões que estão negando cada vez mais abertamente tudo aquilo que o cristianismo representa e que, por fim, vai criar um cenário propício à ascensão de um governo que a Bíblia aponta como sendo o governo do final dos tempos, chamado governo do anticristo", analisa.
Moisés lembra que o fator climático e o aspecto ecológico também são fatores a serem considerados porque dizem respeito à questão de uma ação de ética com relação ao planeta. Segundo ele, a própria criação de Deus tem sofrido no âmbito da natureza como ação devastadora da agressividade do pecado humano. Um processo de desenvolvimento que não leva em consideração a questão relativa ao mundo natural criado por Deus.
"Isso tudo, evidentemente, junto com os outros fatores, vai criar uma série de condições para indicar uma crise bastante dramática em escala planetária, e o anticristo virá justamente como um elemento que vai apresentar algumas soluções para essa crise dentro de um discurso de resgate de algumas questões", esclarece.
O professor complementa que não será apenas um aspecto de negação, mas também um resgate à questão da paz universal e que o governo Obama também sinaliza nesse sentido. "Eu não estou fazendo uma indicação de que esse governo representa o governo do anticristo, mas há uma mudança de enfoque da postura da política internacional dentro dos Estados Unidos que aponta mais para esse aspecto de conciliação de possibilidade de resolução de alguns conflitos que, durante décadas, marcaram a confiança da humanidade como a impossibilidade de resolução", analisa.
O professor reforça a ideia de que o aspecto ecológico também será um elemento a ser considerado por reforço da autoridade desse governo, na medida em que colocar alguns limites para esse tipo de progresso devastador e sinalizar com aquele nome de religião, de princípios de Nova Era, um resgate quase no sentido de pandeísmo, concedendo à Terra valores quase espirituais ou como se fosse algo dotado de natureza espiritual.
O teólogo entende que tudo faz parte de um complexo de questões que estão emaranhadas e envolvidas, mas todas dentro de uma mesma lógica de um governo que vem resolver crises e por outro lado vem de alguma maneira marcar um distanciamento cada vez maior das populações do planeta em relação à herança da fé cristã e do judaísmo e do legado de Jesus.



AS FEIAS QUE ME PERDOEM


'AS FEIAS QUE ME PERDOEM, MAS BELEZA É FUNDAMENTAL':QUEM PENSA ASSIM É PRECONCEITUOSO, REALISTA OU ILUDIDO?O conceito de beleza não é algo estático, imutável. Longe disso, o belo varia de tempos em tempos e, a cada novo padrão estabelecido, trava-se uma guerra quase doentia para conquistá-lo. Durante a Renascença, por exemplo, a beleza estava diretamente associada ao que hoje é rejeitado, ou seja, às formas roliças e volumosas. A mulher que deixava à mostra o tecido adiposo transbordar era objeto de desejo e devoção. Nas artes, Renoir retratou a beleza feminina ao pintar mulheres gordas deitadas na relva. Monet é outro bom exemplo de exaltação àquilo que, hoje, deixou de ser belo e virou motivo de chacota. Sua obra está recheada de mulheres ‘arrojadas fisicamente’. Não importa qual seja o modelo de beleza exigido por uma época, o importante é estar adaptado a ele. Essa é a regra social. Foi assim sempre e assim continuará a ser. Hoje, no entanto, com as novas tecnologias e a ascensão do mercado de cosméticos, alcançar o padrão de beleza exige apenas um pouco de disposição e a um bocado de dinheiro. Algumas clínicas de estética de São Paulo chegam a cobrar até R$8 mil por um tratamento de cabelo e pele. As expressões faciais podem ser amenizadas por pouco mais de R$1 mil. E, para quem deseja abandonar de vez a Renascença, o mercado oferece as lipoaspirações por preços convidativos. Bastam dinheiro e um pouquinho de coragem. Mas para muita gente, principalmente no Brasil, a preocupação com os custos é algo totalmente secundário. Prova disso é que o País já é o terceiro do mundo em número de cirurgias plásticas realizadas com fins corretivos ou por simples vaidade. À frente dele, só mesmo México e Estados Unidos, responsável por cerca de quase 17% de todas as cirurgias plásticas realizadas no mundo. O Brasil abocanha 9%. E, em tempos em que beleza e perfeição suplantam até mesmo outras características como a maturidade intelectual e o bom senso, nem mesmo crianças e adolescentes fogem ao modismo das plásticas. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, a cada ano o Brasil realiza cerca de 30 mil cirurgias plásticas em crianças e jovens de até 17 anos. Todas por motivos meramente estéticos. Isso significa que 10% das pessoas que se submetem a tais intervenções estéticas ainda não atingiram a maioridade, uma vez que o total anual dessas cirurgias gira em torno dos 300 mil. E os números não param de crescer.

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