segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

FILHOS ASSASSINOS.

Ex-jogadora de vôlei é morta a facadas pelo próprio filho. O que leva jovens de classe média a cometer tamanha brutalidade com aqueles que lhes deram a vida?


Dificilmente um crime choca tanto quanto aquele é cometido dentro do núcleo onde todos deveriam se sentir seguros: a família. Como justificar um ato de violência cometido por filhos contra os próprios pais? Como entender que a violência doméstica tomou o lugar do afeto e do respeito? Será que uma família que preza o diálogo, o carinho e a compreensão está livre de viver uma tragédia como a do caso do estudante de direito Kléber Galasso Gomes, de 22 anos, que, segundo a polícia, confessou ter assassinado a mãe, a ex-jogadora de vôlei Magda Aparecida Galasso Gomes, de 53 anos, no apartamento da família, em São Paulo? De acordo a polícia, depois de horas de interrogatório, o jovem estudante admitiu que vinha sendo pressionado pela mãe, com quem tinha problemas de relacionamento, e que não aguentava mais seu jeito dominador. Em depoimento, ele teria dito ainda que estava cansado, pois ela o pressionava muito a estudar e trabalhar. Ele a matou a facadas com 17 golpes.


Num primeiro momento, o estudante contou à polícia que havia sido vítima de um assalto e que, ao levar os criminosos até sua casa para lhes entregar um cartão de débito, um deles teria matado sua mãe, quando ela tentou defendê-lo. A versão foi logo desmentida pela polícia, que não descarta a hipótese do crime ter ocorrido motivado pela ambição. Gomes seria o único herdeiro do apartamento recém-comprado pela mãe num bairro nobre de São Paulo, além de ela ter um seguro de vida de R$ 50 mil, cujo beneficiário seria ele.



Alexandrina Melleiro, psiquiatra graduada pela Universidade de São Paulo (USP) e membro da Associação Brasileira de Psiquiatria, afirma que quando as relações familiares chegam a esse desfecho trágico, já estão deterioradas há tempos. "Já não há respeito, moral, religião e outros fatores importantes em muitas relações entre pais e filhos hoje em dia. Isso contribui para a violência", afirma. Segundo ela, outras vezes, os pais querem impor limites e os filhos não aceitam. "E isso, aliado às drogas e ao dinheiro, por exemplo, pode levar a atos violentos", completa.


No caso de Gomes, em depoimento, o estudante admitiu ser usuário de drogas há bastante tempo e afirmou ter problemas com os pais. Filho único, o pai e a mãe do estudante se separaram no final do ano passado.



E muitas vezes, famílias aparentemente bem estruturadas e baseadas no carinho também são vítimas de atos violentos, como aconteceu com o casal Tereza Cobra, de 60 anos, e Wilson Tafner, de 64 anos, mortos com facadas na cabeça enquanto dormiam em um condomínio de luxo em Santana do Parnaíba, na Grande São Paulo, em outubro de 2010. Na ocasião, a filha do casal, Roberta Tafner, na época com 29 anos, e o genro Willians de Souza, foram apontados como os principais suspeitos.


Na época, o crime chocou os vizinhos da família e autoridades pela brutalidade dos ataques, já que todas as facadas foram desferidas no rosto. Segundo a polícia, o crime teria sido praticado por motivos financeiros – Roberta seria a beneficiada com um polpudo seguro de vida dos pais. Ela e Souza foram indiciados por duplo homicídio triplamente qualificado: motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa das vítimas.



De acordo com a psiquiatra Alexandrina, se engana quem pensa que família estruturada é família com dinheiro, que pode dar tudo o que os filhos desejam. "Justamente por terem muito dinheiro, os pais terceirizam a educação dos filhos, que passam mais tempo com babás ou nas ruas, sem a presença importante dos pais na criação", afirma. "Muitas vezes, famílias de classes sociais menos favorecidas mantêm uma relação de respeito e moral dentro de casa, e famílias mais abastadas não", completa. Um caso clássico de parricídio e matricídio (homicídios causados contra o próprio pai e mãe, respectivamente) que causou comoção nacional em 2002 foi a da então estudante de direito Suzane Von Richthofen. Enquanto seus pais, Manfred e Marísia Von Richthofen, eram assassinados pelo ex-namorado de Suzane e o irmão dele, ela esperava na sala da casa da família, num bairro nobre de São Paulo. O casal foi morto com barras de ferro. Ela cumpre pena de 39 anos.


Segundo a psicóloga Maria Eliza Spinelli, membro da Associação Paranaense de Terapia Familiar, hoje as famílias convivem com uma inversão de poderes. "Teoricamente o abuso de pai para o filho ocorre mais pelo fato de ser a figura mais forte sobre a mais fraca, mas agora se inverteu isso e os mais fracos estão mais poderosos. Há inversão de poder, fica com essa postura de enfrentamento que não tinha antes e isso pode ser por inúmeras questões, como drogas e falta de limites impostos pelo pais, que estão perdidos", afirma.


Discussões


Acusada de arquitetar a morte dos pais e da empregada da família também a facadas, em 2009, em Brasília, Adriana Villela – filha do ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral José Guilherme Villela – ainda tenta provar na Justiça sua inocência. Segundo a polícia, Adriana não tinha bom relacionamento com os pais. Ela, porém, alega ter sofrido "tortura psicológica" durante as apurações do caso. O inquérito corre em segredo de Justiça e diversas pessoas já foram apontadas como os assassinas. Enquanto isso, Adriana está em liberdade.


A psiquiatra Alexandrina Melleiro destaca também que crianças que sofreram traumas têm mais predisposição para entrar num ciclo de violência na vida, assim como as que foram criadas em ambientes hostis. O caso do camelô Raphael Cruz Castilho, de 24 anos, retrata bem a repetição de uma violência sofrida na infância. Castilho deu dois tiros no peito do próprio pai, e decepou a orelha da vítima com uma faca, em março do ano passado. A crueldade apenas repetiu o que ele havia presenciado 19 anos antes, quando o pai do camelô espancou e arrancou a orelha direita da ex-mulher com uma mordida, na frente do filho. "É muito difícil explicar esse tipo de crime. É chocante. Mas ainda são casos isolados que mostram que sociedade está adoecendo e a crise maior vem surgindo. Portanto, é preciso ficar atento para não virar regra ou epidemia", alerta a psicóloga Maria Eliza Spinelli.


Há poucos dias, Henrique Ramos Vieira, de 21 anos, foi internado no Hospital Geral de Guarulhos, sob escolta de policiais. O jovem matou os pais, Luis Pedro Vieira, de 50 anos, e Rosimeire Ramos Vieira, de 45 anos, a facadas, dentro da casa da família em Guarulhos, na Grande São Paulo. Ao fugir do local com o carro do pai, o jovem sofreu um grave acidente e foi preso pela polícia. No dia em que cometeu o crime, ele tinha consumido bebidas alcoólicas em uma festa. Os vizinhos da família informaram aos policiais que o jovem era usuário de drogas, mas a polícia ainda suspeitam de outra motivação para a tragédia: Vieira estava insatisfeito com o tratamento dado pelos pais a sua namorada, uma balconista de 28 anos. Segundo vizinhos, os pais não aprovavam o relacionamento.


Mortos pelos próprios pais


Se já é chocante ver filhos matando seus pais de forma cruel e sem demostrar nenhum remorso, o que podemos dizer do contrário: quando os pais tiram a vida daqueles que eles próprios colocaram no mundo? Apesar de aterrorizante, esse tipo de caso é mais comum do que gostaríamos que fosse. Muitas vezes vemos estampados nos jornais histórias de pais ou mães, que matam os filhos barbaramente, algumas vezes, inclusive, com ações premeditadas. Segundo estatística do Sistema de Informação para a Infância e Adolescência, mais de 50% dos casos de violência contra menores de idade são atribuídos aos pais.


Um morador da zona rural de Teixeiras, na zona da mata mineira, matou os quatro filhos de 17, 6, 4 e 3 anos com golpes de machado e se matou pouco depois, na cidade vizinha de Pedra do Anta. Segundo a polícia, o crime, ocorrido no último dia 16, teria sido motivado pela revolta do acusado com o fim de seu casamento e iminente mudança dos filhos para viverem com a mãe.


Outro caso trágico ocorrido no início deste ano foi protagonizado por Cássia Cristina Gomes, de 33 anos. Ela teria cortado a rede de proteção de seu apartamento, jogado o filho de 6 anos pela varanda do 15º andar e depois se atirado. Bilhetes encontrados pela polícia dentro do apartamento indicavam que a atitude dela foi tomada em razão de uma suposta traição do ex-marido com sua própria mãe. Ou seja, a destruição de uma família com relações totalmente deterioradas, na qual uma criança indefesa acabou sendo vítima.


Um caso emblemático que chocou o Brasil em março de 2008, também em São Paulo, foi o da menina Isabella Nardoni, de 5 anos. Ela morreu após cair da janela do sexto andar do Edifício London, na Vila Mazzei, zona norte da capital. A Polícia Civil concluiu que Isabella foi espancada e esganada antes de ser jogada pela janela do apartamento. O pai dela, Alexandre Nardoni, e a madrasta, Anna Carolina Jatobá, estão presos condenados pelo crime, apesar de ambos negarem a autoria do assassinato e culparem uma terceira pessoa, situação descartada pela polícia durante a investigação.


Na maioria das vezes, os casos envolvendo a morte de crianças por seus próprios pais estão envolvidos de muito mistério e, por incrível que pareça, frieza. Em 2010, a francesa Dominique Cottrez, de 47 anos, confessou ter asfixiado seus oito filhos recém-nascidos, colocado em sacolas plásticas e depois enterrado no jardim. Os crimes, segundo a investigação, teriam sido cometidos entre 1989 e 2006. À polícia, ela, mãe de duas filhas na faixa dos 20 anos, disse que não desejava ter mais filhos e não queria consultar um médico para utilizar meios contraceptivos.


sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

A IURD E ASSIM: BATIZA OS QUE A SOCIEDADE NÃO GOSTA.(VEJA NO VIDEO)

Cirurgias plásticas malsucedidas



COM CERCA DE 1 MILHÃO DE PROCEDIMENTOS AO ANO, BRASIL É O PAÍS QUE MAIS REALIZA CIRURGIAS PLÁSTICAS EM TODO O MUNDO



APESAR DO CENÁRIO OTIMISTA, CABE UMA RESSLAVA: DO TOTAL DE PROCEDIMENTOS, 60% TEM FINALIDADE MERAMENTE ESTÉTICA

Desde 2008 o Brasil ocupa a liderança entre os países que mais realizam cirurgias plásticas com fins estéticos, com cerca de 800 intervenções ao ano. Atualmente, menos de três anos depois, esse número saltou para mais de 950 mil procedimentos realizados. Os Estados Unidos, até então em primeiro lugar, ficaram para trás e se tornaram o segundo da lista, com aproximadamente 900 mil cirurgias plásticas realizadas por ano.

De todas as cirurgias realizadas anualmente no Brasil - são mais de 1 milhão - , cerca de 60% têm finalidade meramente estética, sendo que desse universo quase 30% dos procedimentos são realizados em homens. Há apenas cinco anos somente 19% dos homens se submeteram a cirurgias plásticas com fins estéticos.

"Enquanto minhas fotos precisarempassar pelo Photoshop é porqueainda não cheguei onde quero chegar",

(Jéssica, modelo, 17 anos e 3 plásticas)

Os dados são da Sociedade Brasileira de Plástica, que também informa que a cirurgia mais praticada continua sendo a de lipoaspiração, seguida por aumento ou redução de mamas e procedimentos na face (nariz, pálpebras e orelhas).

ESTRANGEIROS TEMEM O BISTURI; BRASILEIROS, QUE O RESULTADO NÃO FIQUE TÃO BOM

Para os especialistas ouvidos, o fato de o Brasil ter se tornado o país que mais recorre às plásticas está ligado também à melhora da condição financeira da população, além da questão cultural, que dá grande peso ao fator beleza. Além do mais, a forma como o brasileiro encara as cirurgias plásticas também é diferente, principalmente quando comparado ao que pensam os americanos e os europeus.

"Enquanto nos outros países a cirurgia plástica exige um tempo de pesquisa e reflexão dos pacientes, que se preocupam principalmente com a anestesia e o pós-operatório, no Brasil as pessoas decidem se operar muito mais rápido e só parecem ter medo do resultado, que pode não ficar tão bom quanto o esperado”, explicam. É o caso, por exemplo, da modelo Jéssica Aves que, com apenas 17 anos, já passou por pelo menos três intervenções cirurgias para fins estéticos. "Enquanto minhas fotos precisarem passar pelo Photoshop é porque ainda não cheguei onde quero chegar", diz,

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Amor sem barreiras.

Relacionamentos baseados no respeito, na admiração e na cumplicidade independem da condição física

Ivonete Soares

ivonete.soares@folhauniversal.com.br

Quando se ama de verdade não há barreiras, não existem fronteiras, nada é capaz de destruir o que começou, germinou e deu frutos, nem mesmo as diferenças, muitas vezes aparentes, como é o caso do jovem casal Juliana Schorck e João Eudes. Ele é deficiente físico, aos 4 anos sofreu um acidente elétrico (rede de alta tensão), queimou parcialmente o corpo e teve de amputar o braço esquerdo. Ambos estão juntos há 2 anos e meio, são felizes, se completam e, sobretudo, se respeitam. Mesmo sendo fisicamente diferente do namorado neste detalhe em especial, Juliana garante que o relacionamento de ambos não está solidificado no exterior, naquilo que as pessoas chamam de "normal".


Ela conheceu João no ambiente de trabalho e, segundo relata, encontrou nele características de suma importância em relação à vida a dois. "Além dos assuntos em comum e afinidades diversas da profissão, percebi no João valores bem parecidos com os meus", comenta.


Juliana não se incomoda com a deficiência dele, pois, conforme ela mesma define, "condição física não determina a conduta de um ser humano, tampouco o caráter ou os valores". Mas, por séculos e até hoje, as pessoas com deficiência foram e muitas vezes ainda são vistas apenas como dependentes, doentes, inválidas e incapacitadas, segundo explica a psicóloga Karla Garcia, especialista em Educação Especial e integrante do Núcleo de Pesquisa da Deficiência da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).


"Conceder um valor de ‘pessoa’ aos deficientes é uma batalha que vem sendo travada, principalmente, nas últimas décadas. Nos relacionamentos afetivos não é diferente: ainda existem barreiras atitudinais, até mesmo vindas da família, que acredita que seu parente com deficiência não possui capacidade de amar. Dificuldades são inerentes a todo relacionamento entre homem e mulher, e assim também ocorre quando pessoas com e sem deficiência se envolvem. Se há amor, carinho, respeito e determinação, é importante persistir contra os preconceitos e olhares de estranheza da sociedade", orienta Karla.

A juventude em nosso País

Sabemos que o futuro do nosso País está nas mãos dos jovens de hoje. Então nos perguntamos: será que estamos preparando esse contingente para assumir tal responsabilidade? O que estamos fazendo hoje para que o nosso País continue progredindo e se desenvolvendo?


Certamente, sabemos que temos uma boa parte dos nossos jovens cursando o ensino médio ou uma universidade ou fazendo um curso profissionalizante. Estes até estão encaminhados. Porém, não podemos fechar os olhos para uma grande maioria que está se autoexcluindo da sociedade. Isso acontece quando abandonam os estudos para se lançar em uma jornada chamada por eles de "vida fácil". Não querem ter preocupação com nada e não se preocupam sequer em adquirir experiência com o trabalho.


Temos que ajudar essa grande parcela da sociedade. Precisamos rever conceitos, discutir e incentivar a valorização desses jovens, tanto através da educação como do esporte ou até mesmo por meio da política, numa vivência partidária. Temos que resgatar esses jovens que estão sem perspectiva. Temos que prepará-los para assumir papéis importantes onde possam contribuir para o desenvolvimento e o progresso de nosso país.

Punição à pancadaria

Justiça amplia possibilidade de marido ser processado por agressão à mulher dentro de casa. Agora, até vizinhos podem denunciar a violência doméstica

Supremo Tribunal Federal (STF) tomou duas decisões importantes sobre a Lei Maria da Penha, no último dia 8. A principal delas diz respeito à decisão da mulher de processar seu agressor por violência física. Antes, era preciso, no registro da ocorrência, decidir por uma representação (ou não) contra o homem. Agora, o processo pode acontecer independentemente da vontade da mulher, e também a partir da denúncia de terceiros, como vizinhos e outras testemunhas.


"Isso garante uma revolução no combate à violência contra a mulher no Brasil e no mundo", festejou Aparecida Gonçalves, Secretária Nacional de Enfrentamento à Violência contra a Mulher. A alteração na Lei federal 11.430 aconteceu graças ao pedido de Roberto Gurgel, procurador-geral da República. Seu principal argumento é de que, após o registro na polícia, perto de 90% desistem da ação penal. "É fácil imaginar a quanto vai a impunidade se pensarmos nas mulheres que sequer chegam a representar", declarou Gurgel.


Ainda ficou decidido que os juizados especiais não serão mais os responsáveis por julgar esse tipo de caso. Desde que a lei entrou em vigor, em 2006, cerca de 70% dos casos nesses tribunais acabaram em reconciliação. "Tudo somado, a violência doméstica contra as mulheres se banalizou", concluiu o procurador.


Os dez ministros que decidiram em favor das mudanças seguiram esse raciocínio. "As mulheres, como está demonstrado estatisticamente, não representam criminalmente contra o companheiro ou marido devido às permanentes coações moral e física que sofrem e que inibem sua livre manifestação de vontade", disse Ricardo Lewandowski. Cezar Peluso, presidente do STF, foi o único a votar contra a medida. Foi derrotado pelo placar de 10 a 1.


Eles também são vítimas


Apesar de as mulheres serem a maioria das vítimas da violência doméstica, os homens já são alvos cada vez mais frequentes da ira feminina. No Chile, as denúncias de homens vítimas de parceiras subiram 14,9% de 2010 a 2011. Quase 5 mil mulheres foram presas no último ano. No Reino Unido, o número de mulheres presas por agressão cresceu 169% em 5 anos, saltando de 1.500 (2005) para 4 mil (2010). "As mulheres aprenderam a não se calar, mas estão imitando os homens naquilo que criticam: o comportamento violento. Os homens estão mais humanizados, o que não é nenhuma desvantagem", afirma a psicóloga Dalka Ferrari, do Centro de Referência às Vítimas da Violência do Instituto Sedes Sapientiae, em São Paulo.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

POR TRÁS DAS MÁSCARAS, A VERDADE DE CADA UM: TRISTEZA E SOLIDÃO.



.

A maioria do povo brasileiro trabalha durante o ano todo para viver uma ilusão da glória passageira e in-real dos quatros dias de carnaval. Muitas pessoas se privam de uma série de coisas, passam inclusive dificuldades, economizando para conseguirem a pagar a mensalidade da fantasia.

O encanto pelo brilho do paetê, a necessidade de exibir-se e a própria vaidade fazem com que os foliões esqueçam do suor do trabalho.Eles não lembram do quanto tiveram que se privar para dar vazão a uma mera satisfação que leva menos de uma hora, o tempo suficiente de atravessar à avenida.

O carnaval tem todo o aspecto de ser uma festa popular, mas na verdade é uma manifestação demoníaca, que destrói e corrompe os indivíduos não só moralmente, mas fisicamente. E bom lembrar que nessa época, os índices de violência e de contaminação por doenças sexualmente transmissíveis aumentam consideravelmente.

Durante os quatro dias de carnaval, as pessoas perdem a noção dos limites.

As mulheres andam semi ou completamente nuas. Os homens são atraídos por essa sexualidade explícita.Enfim,tudo passa a girar em torno desses festejos.

Na realidade paira um clima de falsa liberdade que engana,ilude e estimula a sensualidade.

A ORIGEM DO CARNAVAL

A origem do carnaval e outro objeto de polêmica.Segundo pesquisas, o carnaval é atribuído à evolução e a sobrevivência do culto a Isís, das bacanais, dos festejos em honra de Dionísio, na Grécia e às festas dos “inocentes” e dos “doidos” na Idade Média.Apesar da falta de exatidão quanto a origem, o fato é que o carnaval jê era encontrado na Antiguidade Clássica e mesmo Pré Clássica. Já naquela época as características da festa eram barulhentas,usava-se máscaras e outros apetrechos peculiares que são preservados até hoje.

A História conta que no Brasil colonial e até nos primeiros tempos da República, o carnaval já apresentava nas suas primeiras manifestações, características bem violentas. Exemplo disso é o “entrudo” trazido de Portugal. Uma espécie de guerra entre os foliões, onde eram usadas farinhas, água,ovos podres ou qualquer outro tipo de material para sujar os presentes.

Segundo os historiadores, a prática que chegou a fazer vítimas foi proibida em 1904. A partir de então, o carnaval no Brasil tomou características diferentes, mas a violência nunca deixou de ser a marca registrada. Infelizmente ao final desses quatro dias de folia, tanto a polícia quanto os hospitais registraram um aumento de infrações, delitos e acidentes, muitos levando à morte.

ALVO DE MENTIRAS.

Bispo Edir Macedo é vítima de falsas histórias na internet

Carlos Antonio

redacao@folhauniversal.com.br


Hoax é o nome que se costuma dar às falsas histórias transmitidas pela internet, seja por meio de e-mail, blogs ou sites de relacionamento. É a mentira que se propaga de modo rápido, prejudicando a reputação de pessoas que, muitas vezes, nem sabem que estão sendo vítimas do ataque. O bispo Edir Macedo tem sido um dos maiores alvos desse tipo de campanha de maledicências que se espalha pela web. Mesmo sem provas, muita gente acaba acreditando nesses boatos. "O clero romano tem um grupo ‘expert’ em produzir hoaxes, ou seja, em divulgar mentiras e fantasias na internet, para tentar denegrir a imagem daqueles que se opõem aos seus interesses", diz o bispo em seu blog (www.bispomacedo.com.br/blog).


A mais recente mentira espalhada na internet diz que o bispo Edir Macedo comprou uma mansão no Caribe, de 4,5 mil metros quadrados (oito quartos, 14 banheiros, quadra de tênis, piscina e adega), através de leilão na famosa casa Sotheby´s, pelo valor de 42.578.200,00 euros (R$ 96 milhões).


Mas não é preciso muito esforço para comprovar que a história é falsa. No site da casa de leilões Sotheby’s, a suntuosa propriedade à beira-mar nas Ilhas Cayman, conhecida como Castillo Caribe, que supostamente teria sido comprada pelo bispo, segundo boatos maldosos na rede, aparece na lista das propriedades ainda à disposição de compradores. E consta até o valor correto: US$ 59,5 milhões (R$ 102 milhões). Consultada, a corretora da Sotheby´s Heather Carrigan, responsável pelo imóvel em questão, confirma que ele ainda está à venda.


"Qualquer bandido pode usar fotos de mansões, castelos e ilhas paradisíacas da internet e dizer que eu os comprei", afirma o bispo Edir Macedo em seu blog (leia na íntegra a resposta do bispo no texto abaixo).


E provas de que não se pode acreditar em tudo que circula na rede não faltam. Em outra mentira, desta vez espalhada por e-mail, o bispo Edir Macedo é novamente apontado como dono de uma propriedade luxuosa, cujas fotos aparecem ao lado de falsas acusações e calúnias, como a de que ele teria usado dinheiro de fiéis para comprá-la. A suntuosa mansão, que mais parece um palacete, também já apareceu na internet como propriedade de Robert Mugabe, presidente do Zimbábue – outra informação que também não tem nenhuma comprovação de que seja verídica.


Em seu blog, o bispo revela que tem lutado com todas as suas forças para que o povo conheça sempre a verdade. "O povo, em geral, pelo qual tenho lutado com todas as minhas forças, a fim de que conheça a verdade, pode não tê-la conhecido totalmente, ainda, devido às minhas deficiências de comunicação. Mas todas as pessoas conhecem muito bem a minha vida."


"O livro ‘O Bispo’ relata em detalhes a minha história. Com uma ressalva: no ano em que foi escrito, eu ainda possuía um apartamento. Hoje, devido a um voto que fiz com Deus, já não o tenho mais. Quem acredita nestas palavras, amém. Quem não acredita, pode estar certo: jamais vou me esforçar para fazê-lo", conclui o bispo Edir Macedo.



A verdade


Em seu blog, o bispo Edir Macedo responde aos boatos:


"A notícia que circula na internet diz que essa é a ‘casa do bispo Edir Macedo no Caribe’.


Para ajudar você a pensar, eu faço as seguintes perguntas:


1- Por que não mostram também o registro de compra e venda em meu nome?


Simplesmente porque não existe. Qualquer bandido pode usar fotos de mansões, castelos e ilhas paradisíacas da internet e dizer que eu os comprei.


Se eu tivesse comprado essa mansão acima, toda "mídia marrom" já não teria divulgado? As emissoras de TV, rádios, jornais, revistas e portais que nos odeiam já não teriam dado essa notícia com grande destaque?


2- Por que eles não fazem isto?


Porque não têm provas documentais. Porque tudo isso não passa de uma campanha de difamação covarde.


3- Mas, afinal, quais são os interesses em divulgar que faço supostas aquisições bilionárias?


Apenas um: fazer o povo da IURD duvidar do meu caráter de servo de Deus."


Caso Von Helder


Um exemplo de outra mentira contra o bispo Edir Macedo e a Igreja Universal em que o Vaticano e a Igreja Católica estavam por trás é a história sobre o destino do ex-bispo Sérgio Von Helder. Surgiu um boato na internet, dando conta de que o homem que foi acusado de chutar a imagem de Nossa Senhora de Aparecida sofreu um acidente e teve a perna amputada. Para o bispo Macedo, essa informação foi divulgada para tentar convencer as pessoas de que a imagem de Aparecida puniu o seu agressor: "Tudo inventado e espalhado pelos representantes do clero romano como se fosse verdade."


No blog, o bispo explica que a farsa teve origem com uma reportagem criada por uma revista católica e que o próprio responsável pela publicação, dom Estêvão Bettencourt, monge do Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro, confessou a mentira em entrevista a uma revista de grande circulação nacional. "O monge dom Estêvão Bettencourt, que em sua revista publicou o relato que originou a confusão, admite que não procurou confirmar a história com o próprio Von Helder. ‘Eu vi a notícia em um site e a publiquei com ressalvas, pois não foi o próprio Von Helder que me disse. Mas até o momento a Universal não se manifestou’", disse Bettencourt na época da entrevista.


"A calúnia ganhou ainda mais repercussão quando um programa de uma TV católica, baseado na revista do monge, divulgou o fato como se tivesse ocorrido", conclui no blog.


A verdade


Em seu blog, o bispo Edir Macedo responde:


"O ex-bispo Sérgio Von Helder não faz mais parte do ministério da IURD por uma questão de fé. Ele gozava de perfeita saúde, pelo menos enquanto esteve conosco. Ele trabalha por conta própria, reside nos Estados Unidos e JAMAIS TEVE A PERNA AMPUTADA.


Perceba como o CLERO CATÓLICO CRIOU UM HOAX PARA TENTAR RESSUSCITAR, junto ao povo, a CREDIBILIDADE de uma imagem que eles creem.


Da mesma forma, PARA CONTINUAR ENGANANDO OS INCAUTOS, de tempos em tempos, ELES CRIAM NOVAS MENTIRAS A MEU RESPEITO."

Postagem em destaque

MACACO LADRÃO PM 1