segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Fui trocada por uma mulher mais nova.


"MULHERES BONITAS E BEM MAIS JOVENS DO QUE ELES": ESSE É O PERFIL PREFERIDO POR HOMENS DE PRATICAMENTE TODO O MUNDO; "O QUE ELAS TÊM A DIZER E O QUE PENSAM POUCO IMPORTA", MOSTRA PESQUISA



O INSTITUTO INGLÊS LOVEHURTS, ESPECIALIZADO EM PESQUISAS SOBRE O COMPORTAMENTO HUMANO, depois de ouvir milhares de pessoas em praticamente todo o mundo, mostrou que, para 85% dos homens, a beleza física das mulheres é o principal fator a ser considerado na hora de buscar um relacionamento. Apenas 3% deles disseram que, para levar uma relação adiante, o mais importante é conteúdo intelectual e o que elas têm a dizer.

COM RELAÇÃO À IDADE, 60% DOS HOMENS CONFESSARAM PREFERIR MULHERES MAIS JOVENS que eles, e 55% confessaram que fantasiam ter relações sexuais com garotas "do tipo colegial", com idade entre 18 anos, no mínimo, e 19 anos, no máximo. Quando a pergunta era se eles já haviam traído a companheira com uma mulher mais jovem, 32% disseram que sim e que o principal motivo que os levou à traição foi a beleza física e a "fantasia" de estar fazendo sexo com alguém bem mais jovem.

O INSTITUTO MOSTROU, TAMBÉM, QUE MAIS DA METADE DOS HOMENS QUE SAEM para se divertir (58%) está, na verdade, em busca de sexo. Com relação às mulheres, esse número é de apenas 33%, e só 22% delas saem em busca de uma relação que possa se transformar em casamento. Uma minoria delas, 3%, disse não precisar de homem para absolutamente nada.

GRANDES DIFERENÇAS DE IDADE AMEAÇAM A RELAÇÃO

PARA OS PSICÓLOGOS DO LOVEHURTS, grandes diferenças de idade são, sim, importantes obstáculos para a felicidade dos casais. Isso acontece principalmente porque o desenvolvimento físico e intelectual de homens e mulheres acontece em ritmos diferentes. O homem geralmente se desenvolve mais lentamente e, como ainda cabe a ele o papel social de 'chefiar a casa', nem sempre ele se vê intelectualmente preparado para tal. Mas a mulher irá exigir dele esse comportamento. É aí que o conflito se estabelece e, muitas vezes, o casamento se desfaz, explicam.

domingo, 20 de novembro de 2011

Mistura que pode matar.

Mistura que pode matar

Bebida e remédios formam uma combinação perigosa. Luciano bebeu uísque e tomou medicamento para dormir, após discussão com o irmão Zezé Di Camargo, e foi parar na UTI

Na noite de 27 de outubro, pouco antes do início de um show em Curitiba, capital do Paraná, a dupla sertaneja Zezé Di Camargo e Luciano anunciava a separação. Depois de uma briga no camarim, imprensa e fãs ficaram alarmados com o possível fim da parceria dos dois filhos de Francisco. Não bastasse a apreensão, na manhã seguinte, Luciano foi levado a um hospital e internado na unidade de terapia intensiva com fortes dores no peito. Depois de uma série de exames, veio o resultado: o cantor havia sofrido uma baixa de potássio no sangue por ter misturado bebida alcoólica com diurético e calmante. Chamada hipocalcemia aguda, ela provoca sintomas semelhantes aos do infarto, como dormência nas extremidades dos membros, espasmos musculares e disritmia cardíaca, podendo levar à morte.


“Tomei uísque e um Rivotril para dormir”, declarou o cantor Luciano, de 38 anos, em entrevistas recentes, explicando a primeira mistura perigosa a que se submeteu. A segunda, é o diurético que ele usa para combater inchaço nos braços e nas pernas durante as turnês. Como o álcool também tem efeito diurético, Luciano eliminou mais sais (como potássio, cálcio, fósforo e magnésio, essenciais para o bom funcionamento de todo o organismo) do que ele poderia.


“O uso de diurético provoca alterações no potássio, o que causa arritmia e também desidratação, aumentando o risco de morte súbita. A combinação entre álcool e Rivotril, que é um calmante depressor do sistema nervoso central, potencializa o efeito do álcool, causando letargia, piora dos reflexos, alucinações, desatenção, confusão mental, depressão respiratória, podendo levar ao coma e à morte”, explica o médico psiquiatra João Maria Corrêa Filho, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.



O cantor estava abalado e está ciente de que cometeu um erro. “Eu não bebo, mas cheguei ao hotel, tomei o diurético e não tomei o potássio. Como estava enfurecido para dormir logo, tomei o uísque. Eu poderia ter morrido”, disse Luciano à apresentadora do programa “Hoje em Dia”, Chris Flores.


O cantor é apenas um caso notável de um erro que as pessoas cometem e nem percebem: misturar medicamentos com bebidas alcoólicas. As reações mudam entre os indivíduos, dependendo da quantidade de remédio e bebida consumidos e as interações dos princípios ativos.O principal problema está no fígado, órgão responsável por metabolizar a maioria de tudo o que ingerimos.



“O fígado é o órgão que metaboliza os medicamentos que tomamos e também o álcool. Quando o paciente bebe fazendo uso de remédio, diminui a capacidade metabólica do órgão de uma maneira geral ou a interação faz a medicação se tornar tóxica para o organismo. No caso da maioria dos remédios de uso psiquiátrico, de tarja preta, o álcool aumenta o poder de ação do remédio e pode levar o paciente a crises e piora do quadro geral”, aponta o médico psiquiátrico Carlos Salgado, ex-presidente e membro do conselho consultivo da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead).


Outro sertanejo declarou, na semana passada, que fazia uso de remédio para depressão e tomava até um litro de destilado por dia. O cantor Edson, que voltou a fazer dupla com o irmão Hudson há algumas semanas, disse abertamente a uma revista semanal sobre o assunto: “Eu bebia demais, tomava remédio pra depressão. Tomava o remédio tarja preta e potencializava isso com bebida. Estava deprimido, mas os remédios e a bebida só serviam para adormecer meus sentimentos, eu maquiava as emoções”. Ele diz que agora está recuperado.


“O uso concomitante de remédios com álcool tem acontecido, mas não é pela falta de informação, mas sim pela dificuldade de parar com o uso de álcool. Em alguns casos, é pela busca do ‘barato’, como é relatado no uso de estimulantes, anticonvulsivantes e analgésicos”, aponta o médico Corrêa Filho.


Muitos jovens misturam remédios com bebidas para alterar os sentidos e, entre os favoritos deles estão as anfetaminas – que vêm sendo tiradas do mercado pela Anvisa, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária. “O problema do estimulante é que ele disfarça o pileque. Por sua vez, o álcool é um depressor do sistema nervoso central, causa certa sonolência, diminuição de sentido e da capacidade cognitiva, o que leva o indivíduo a tomar mais estimulantes. Essa combinação pode levar à morte por parada cardíaca”, diz o médico psiquiatra Antonio de Carvalho, diretor da Clínica Reabilita, que recupera dependentes de álcool.


Com essa explicação, o médico traz à luz o caso da cantora Carmen Miranda, a eterna Pequena Notável do Brasil. Como fazia diversas apresentações numa mesma noite, cantando e dançando, e em seguidas vezes na semana, Carmen fazia uso de estimulantes para se apresentar. Depois, bebia e tomava barbitúricos para conseguir dormir. Em uma noite de 1955, aos 46 anos, o coração da diva tropical não aguentou e parou.



São muitos os casos de celebridades que fazem uso de remédios e, volta e meia, vão parar no hospital por cruzar medicamentos e álcool. A atriz hollywoodiana Mischa Barton estava fazendo um tratamento contra bronquite quando resolveu beber na festinha com amigos. Foi parar no hospital se sentindo muito mal, porque um dos princípios ativos do remédio era uma anfetamina.


A atriz Elizabeth Taylor passou a vida tomando remédios por sentir muitas dores na coluna, que fraturou aos 12 anos. Mas isso nunca a impediu de beber e de protagonizar diversas idas ao pronto-socorro por estar passando mal. Em 1983, foi internada pela primeira vez para se tratar da dependência de ambas as drogas. Cinco anos depois, retornou à internação para cuidar do vício em remédios. O ator Colin Farrell, que fez filmes como “Minority Report” e “Por um Fio”, também precisou se internar pelos mesmos problemas enfrentados por Liz Taylor. Porém, há quem aposte que o problema do ator não são as drogas de farmácia, mas sim as ilícitas.


Mas talvez o mais recente e emblemático caso de morte por conta da mistura fatal é a do ex-guitarrista da banda de rock Alice in Chains. Mike Starr morreu em março passado após ingerir metadona (um poderoso analgésico usado no tratamento contra o vício em heroína), ansiolíticos e álcool.


Além dos perigos dos medicamentos de tarja preta, o álcool trabalha contra os efeitos dos antibióticos no corpo. “O antibiótico tem uma interação complexa. Ao beber em demasia ou com frequência durante o tratamento, as taxas de absorção do remédio pelo intestino caem, diminuindo sua função no organismo. Há casos em que as bactérias se fortalecem e é necessário repetir o tratamento”, diz o médico Carlos Salgado.


E há, ainda, em alguns medicamentos, o “efeito antabuse”, provocado por tipos específicos de antibióticos e analgésicos. “O antabuse é causado pela mistura de álcool e ativos como o dissulfiram (conhecido como ‘antietanol’), que impede a metabolização do álcool pelo fígado. Os sintomas deste efeito são vermelhidão facial, náusea, vômitos e taquicardia. Reações graves podem levar à morte, dependendo do volume de álcool ingerido e predisposição pessoal”, esclarece o médico Corrêa Filho.


Em todos os casos, os especialistas pedem cautela e orientam que, quando se estiver fazendo um tratamento medicamentoso, seja evitado o álcool, mesmo em baixas doses e apesar da existência de fármacos que não reajam mal ao serem mesclados com álcool. Isso sem falar dos riscos da automedicação.



Analgésicos causam tragédias nos EUA


Segundo estudo realizado pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, as mortes provocadas por overdose de analgésicos triplicaram na última década no país. Em 1999, cerca de 4 mil pessoas morreram em decorrência de overdose letal, contra 14,8 mil em 2008.


“A epidemia de overdose de medicamentos com receita dos Estados Unidos piorou muito nos últimos 10 anos”, lamentaram os relatores da pesquisa, referindo-se a analgésicos opiáceos – que no Brasil só são vendidos com retenção de receita.


No ano passado, 12 milhões de pessoas (cerca de 5% da população dos EUA) declararam ter tomado esses remédios sem necessidade, apenas para uso recreativo. “O efeito destas substâncias combinadas ao álcool é parecido com o do cruzamento com ansiolíticos e pode causar parada respiratória”, diz o médico psiquiatra Antonio de Carvalho. Nos Estados Unidos é possível obter estes medicamentos sem a apresentação de receita médica, por isso os índices de mortalidade são diferentes dos do Brasil.

Já é hora de denunciar

Poucas mulheres têm coragem para falar sobre agressões e abusos. Campanha propõe mobilização nacional contra covardia

A cada dia de setembro, 194 mulheres registraram boletim de ocorrência por lesão corporal em São Paulo. Isso significa que – oficialmente – a cada hora, oito mulheres foram agredidas. Na grande maioria dos casos, em São Paulo e no Brasil, o agressor é o marido ou o companheiro. Segundo dados da Fundação Perseu Abramo, 56% dos casos de violência contra a mulher são causados por eles. No Brasil, uma em cada cinco mulheres já foi agredida pelo menos uma vez. E apesar de o País possuir legislação específica para tratar a violência contra mulher, delegacias especializadas e intensa mobilização da sociedade civil, menos da metade das mulheres agredidas procuraram ajuda.


Eliana Passarelli, promotora de Justiça Criminal que atua na Vara de Violência Doméstica da zona oeste de São Paulo, aponta que o que impede as mulheres de denunciar é a pressão social e, às vezes, até familiar. “Há ainda a dependência financeira, que faz com que elas pensem que não têm para onde ir; e achar que não vão ser acreditadas, pois não há testemunhas”, diz. Antes de 2006, quando foi promulgada a Lei Maria da Penha para punir os autores desse tipo de crime, não havia nenhuma legislação para defender as mulheres. Segundo o Conselho Nacional de Justiça, até julho de 2010, foram sentenciados 111 mil processos e distribuídos mais de 330 mil procedimentos sobre o assunto. Além disso, foram realizadas 9,7 mil prisões em flagrante e decretadas 1.577 prisões preventivas de agressores.



Para facilitar as denúncias, há Central de Atendimento à Mulher, conhecido por Disque 180. O serviço funciona 24 horas por dia, de segunda a domingo, inclusive feriados, e a ligação é gratuita. Segundo a Secretaria de Políticas para as Mulheres, em 5 anos, o serviço recebeu quase 2 milhões de ligações. A maior parte de mulheres de São Paulo, Bahia e Minas Gerais. Apesar das inúmeras ferramentas, muitas ainda preferem o silêncio.


A consultora de imóveis Eliza Regina Rodrigues, de 41 anos, sofreu durante 5 anos agressões do marido ciumento. Ela lembra que ao chegar em casa era recebida com socos e tapas no rosto. “Chegou ao ponto de eu mal poder sair de casa, temendo as represálias dele. Certa vez, eu fui arrastada pelos cabelos na rua. Totalmente alcoolizado, ele me agredia com palavrões. Era humilhante”, lamenta. Na época, a Lei Maria da Penha não existia e Eliza assumiu o risco ao não denunciar o marido. “Eu o amava, não tinha coragem.” Eliza encontrou a solução para seu sofrimento nas Correntes da Família da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) e conseguiu salvar o casamento. Hoje, vivem em harmonia. A dificuldade em denunciar, enfrentada por muitas, encorajou o grupo Sisterhood, da IURD, a promover o evento “Rompendo o Silêncio – Um basta na violência doméstica” em diversos Estados e no exterior, no próximo dia 26. Com apoio do grupo A Mulher V, da Associação das Mulheres Cristãs (AMC), do Força Jovem e da Escola do Amor, a ideia é fazer a passeata seguida de palestra para orientar mulheres agredidas que não sabem como resolver a questão, além de apoiar as que vivem com o trauma e, por isso, não têm paz interior. “Serão dadas dicas práticas do que fazer”, diz a escritora Cristiane Cardoso, que lidera o evento.


A Organização das Nações Unidas (ONU) aponta a violência contra a mulher como uma “pandemia global”. Uma em cada três mulheres do planeta já sofreu agressão física ou sexual em sua vida. Ou seja, 70% da população feminina mundial já foi espancada, coagida sexualmente ou vítima de abuso.


Dia 26, IURD fará caminhadas


Caminhadas e palestras de combate à violência doméstica acontecerão no próximo dia 26, um dia após a data em que se celebra o “Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher”. O evento, promovido pela IURD, será realizado em vários Estados do Brasil: São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais, Goiás, Ceará, Amazonas, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Mato Grosso, Maranhão e Distrito Federal.


Em São Paulo, a caminhada sairá do Largo da Concórdia, às 11h, e terá como destino o Cenáculo do Espírito Santo, que fica na Avenida Celso Garcia, 499, no Brás, onde vai acontecer, às 12h, a palestra “Rompendo o silêncio”, sobre violência contra a mulher.


Cresce o número de denúncias, mas não é o suficiente


Toda mulher vítima de violência doméstica pode entrar em contato com o disque-denúncia, ligando 180. Segundo dados divulgados pela Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, que implantou a central de atendimento em 2005, o serviço registrou 343.063 solicitações nos sete primeiros meses de 2010; em 2009, foram contabilizadas 161.774. O índice de aumento foi de 112%.


O crescimento das denúncias é reflexo de uma maior divulgação do assunto pelos meios de comunicação, do acesso da população às notícias, do desejo das vítimas de manifestar sua indignação e do fortalecimento da rede de atendimento às mulheres.

sábado, 19 de novembro de 2011

Papo de boteco


OS 750 MIL BARES E RESTAURANTES BRASILEIROS DÃO EMPREGO A MAIS DE 4,5 MILHÕES PESSOAS E FORMAM 1,5 MILHÃO DE PEQUENOS EMPRESÁRIOS; POR OUTRO LADO, O HÁBITO DE CONSUMIR ÁLCOOL VEM SE EXPANDINDO NA MESMA PROPORÇÃO QUE ESSES ESTABELECIMENTOS



NO BRASIL, OS BARES, JUNTAMENTE COM OS RESTAURANTES, estão entre as três atividades econômicas que mais geram lucros. Juntos, esses estabelecimentos empregam cerca de 4,5 milhão de pessoas e são responsáveis por formar 1,5 milhão de pequenos empresários. O setor é, portanto, o que mais emprega no País, ficando atrás apenas da construção civil.

SÓ A CIDADE DE SÃO PAULO CONTA COM MAIS DE 70 MIL BARES que vendem bebidas no balcão, os chamados de 'pontos de dose'. Já os estabelecimentos diferenciados e temáticos, que oferecem produtos, serviços ou decoração mais sofisticada, somam mais de 8 mil unidades na cidade. Em todo o País são 750 mil. Os dados são da ABRASEL (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes).

MAIS BARES, MAIS OFERTA DE ÁLCOOL

COM A PROPAGAÇÃO DE BARES CADA VEZ MAIS SOFISTICADOS, que agora têm migrado também para as cidades do interior, o número de jovens e adultos consumidores de bebidas alcoólicas também tem aumentado. No Brasil, dos anos 90 até agora , o Ministério da Saúde mostrou que, somente entre as mulheres, a participação delas entra a população alcoólatra mais do que triplicou, passando de 10% para 33%. Na faixa entre 14 e 17 anos, 6% das meninas e 10% dos meninos foram classificados como consumidores compulsivos de álcool, o que equivale a cinco doses ou mais ingeridas no mínimo uma vez por semana.

AINDA DE ACORDO COM O MINISTÉRIO DA SAÚDE, o hábito de consumir álcool, na quase totalidade dos casos, começa em casa e, posteriormente, passa a ser cultivado nos bares. Na faixa entre 14 e 17 anos, o Ministério calcula em 6% o número de meninas e em 10% o de meninos classificados como consumidores compulsivos de álcool. A maioria (53%) foi apresentada ao álcool pelos pais. "Ao completarem a maioridade, esses adolescentes deixarão de consumir álcool em casa e irão para os bares", alerta a Secretaria Nacional Antidrogas.

AGORA É LEI

DESDE OUTUBRO, A LEI 698/2011 PROIBE A VENDA, A OFERTA, O FORNECIMENTO, a entrega e a permissão de consumo de bebida alcoólica no Estado de São Paulo, ainda que gratuitamente, aos menores de 18 anos de idade. Os estabelecimentos que não cumprirem a lei, estão sujeitos à multa, interdição e até a cassação da inscrição no ICMS.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

O PESO DO AMOR.


"METADE DOS HOMENS TERMINARIA COM MULHERES QUE GANHAM PESO", MOSTRA PESQUISA

METADE DOS HOMENS DIZ QUE ABANDONARIA A COMPANHEIRA CASO ELA GANHASSE PESO, CONTRA APENAS 20% DELAS; PARA PIORAR A SITUAÇÃO, RELATÓRIO DA OMS MOSTRA QUE 53% DAS BRASILEIRAS TÊM SOBREPESO


UMA PESQUISA PUBLICADA PELA AGÊNCIA REUTERS revelou que metade dos homens terminaria a relação com a mulher caso ela viesse a ganhar peso. No caso das mulheres, apenas 20% delas tomariam a mesma iniciativa. O estudo, divulgado no final de julho, ouviu 70 mil pessoas e comprou a tese, já propagada pelo seno-comum, de que os homens se preocupam muito mais com o corpo de sua parceira do que elas com o corpo deles.

PARA PIORAR A SITUAÇÃO DELAS, o Ministério da Saúde mostrou que o excesso de peso e a obesidade cresceram mais entre as mulheres brasileiras do que entre os homens. Em 1996, por exemplo, 34,2% delas tinham excesso de peso. Dez anos depois, esse percentual foi elevado para 43%, resultando num aumento de 25% no período. Em 2010, 53% delas apresentaram sobrepeso. No caso da obesidade, o crescimento foi maior: 64% em apenas dez anos. Mulheres obesas representavam 9,7% da população em idade fértil, em 1996. Em 2006, esse percentual aumentou para 16% e, agora, já está próximo dos 20%.

MAS SE O SOBREPESO PODE CUSTAR A COMPANHIA do marido ou parceiro, isso ainda é o pormenor. Isso porque a Organização Mundial da Saúde (OMS), depois de monitorar 3.600 mulheres durante um período de 28 anos, mostrou que, das que morreram durante esse período, mais da metade (51%) teve como causa as doenças cardiovasculares, e 27%, o câncer.

A ORGANIZAÇÃO MUNDIA DA SAÚDE mostra, assim, que o sobrepeso é um dos principais fatores de risco de morte entre mulheres não-fumantes, obesas e, especialmente, entre aquelas de baixa renda, devido à má qualidade da alimentação, e que, diante dessas consequências, ser abandonada pelo marido é a menos catastrófica delas.

DESAPARECIDOS




BRASIL REGISTRA, TODOS OS ANOS, MAIS DE 240 MIL CASOS DE PESSOAS DESAPARECIDAS; DESSE MONTANTE, CERCA DE 40 MIL SÃO CRIANÇAS DE ATÉ 12 ANOS



ESTATÍSTICAS DA DELEGACIA DE PESSOAS DESAPARECIDAS DO ESTADO DE SÃO PAULO, ligada ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), mostram que o desaparecimento de pessoas, no Estado, é um problema que atinge indivíduos de ambos os sexos e de faixa etária diversificada. Não existe, portanto, um perfil característico das vítimas de desaparecimento, revelam os números. Mesmo assim, acredita-se que mais de 240 mil pessoas desaparecem no País anualmente, sendo que, deste total, mais de 40 mil são crianças de até 12 anos.

POR SER O ESTADO MAIS POPULOSO DA FEFERAÇÃO, o número de registros de desaparecidos em São Paulo é o maior do País. Mesmo assim, não existem dados concretos de quantas pessoas realmente desaparecem no Estado ou no País. A única pesquisa sobre o assunto foi feita há 10 anos pelo Movimento Nacional dos Direitos Humanos e contabilizou 204 mil casos, mas acredita-se que esse número seja bem maior, uma vez que não há bibliografias precisas sobre o problema. A maioria são trabalhos acadêmicos de estudantes, que, portanto, trazem números não oficiais.

APESAR DA INEXATIDÃO DOS DADOS, ACREDITA-SE QUE, NO BRASIL, 40 mil crianças desapareçam todos os anos, segundo estimativas divulgadas pelo site do Ministério da Justiça. ONGs ligadas à solução dos casos contestam os números, afirmando que o site do Ministério não traz dados atualizados. Elas reclamam também da falta de comunicação entre as polícias militares, civis e federais, atitude imprescindível para resgatar as vítimas de desaparecimento.

ATUALMENTE, A ONG MÃES DA SÉ, UMA DAS MAIS ATUANTES DO BRASIL, recebe algo em torno de 80% das denúncias de desaparecimento. A maioria envolve crianças que viviam em casa sob situação de risco ou enfrentavam algum tipo de conflito familiar, o que encorajaria a fuga. Esse é o motivo de 73% dos desaparecimentos, segundo a ONG.

SEGUNDO AS AUTORIDADES, há inúmeros casos de famílias que reencontram seus parentes desaparecidos, mas não dão baixa das ocorrências registradas nas delegacias. Os casos, então, ficam perdidos no sistema, o que contribuiria para engrossar as estatísticas.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

IURD Projeto Esporte um chute na cocaina esta é a fé dos jovens internos da Fundação Casa de Bom Retiro.


O esporte na minha juventude foi muito importante, pois eu me dediquei que nem cheguei perto das drogas, pois eu me preocupava em meu preparo físico. Foi através desta experiência, que o pastor Geraldo Vilhena Coordenador de Evangelização nas Unidades da Fundação Casa de São Paulo teve a idéia de fazer um Projeto de Esporte, especialmente para os internos da Fundação Casa de São Paulo. Contando com a colaboração dos grupos de voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus. Os voluntários Walter obreiro da IURD do Brás, os palestrante do Dose Mais Forte da Zona Sul de São Paulo Amauri e Robson de Freitas do Dose Mais Forte de ITAPEVÍ zona Oeste são pessoas que tem colocado toda a sua fé neste projeto para tirar os jovens internos da Fundação Casa das DROGAS.



Então nesta última quinta feira foi realizado o primeiro campeonato tendo como resultado a vitória do Senhor Jesus.

Apertos de mão e uma medalha a todos.









O esporte ajuda na saúde física, espiritual e mental
Que o Senhor Jesus abençoe a todos e até o proximo campeonato.

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MACACO LADRÃO PM 1