domingo, 9 de outubro de 2011

Perigo dentro de casa


Tragédias envolvendo crianças com acesso a armas de fogo reacendem debate sobre a segurança de se manter pistolas e revólveres por perto


A morte do menino Davi Nogueira, de 10 anos, que em 22 setembro atirou na professora Rosileide Queirós de Oliverira, de 38 anos, e depois disparou contra a própria cabeça, reacendeu nos últimos dias o debate sobre a segurança de se manter armas em casa. A tragédia aconteceu dentro da Escola Municipal Professora Alcina Dantas Feijão, em São Caetano do Sul, no ABC, em São Paulo.


O revólver era do pai do garoto, o guarda municipal Nilton Nogueira, que faz bicos como segurança. A história está longe de ser um caso isolado. Não são poucas as crianças que, por brincadeira, curiosidade ou motivos impossíveis de entender, como no caso de Davi, testam as armas dos mais velhos.


De acordo com dados da organização Criança Segura, acontece em média um acidente fatal por semana envolvendo crianças até 14 anos. Em 2008, ano em que foi feito o último levantamento pelo grupo, 52 meninos e meninas morreram com disparos.


“Se não houvesse armas de fogo dentro de casa, poderíamos evitar a maioria dos acidentes”, aponta Alessandra Françoia, coordenadora nacional da organização Criança Segura. Trata-se de um risco não só para as crianças, mas para toda família. “As crianças têm curiosidade e não entendem os perigos. Ao manusear a arma, alguém sai ferido ou morto”, explica. Segundo Alessandra, crianças de até 8 anos não conseguem reconhecer a diferença entre armas de brinquedo ou de verdade. Com 3 anos, elas já conseguem apertar o gatilho.


No final do ano passado, outro caso envolvendo crianças e armas chocou o Brasil. Miguel Cestari Ricci dos Santos, de 9 anos, foi morto após ter sido baleado dentro da escola particular onde estudava, em Embu das Artes, na Grande São Paulo. Na época a mãe do garoto, Roberta Cestari Ricci, contou que no dia anterior ao incidente, o filho havia lhe perguntado se poderia aceitar uma bala de revólver que outro garoto da sala lhe havia oferecido. O laudo pericial da morte de Miguel comprovou que quem apertou o gatilho foi um colega.



Miriam Barros, psicoterapeuta de crianças e adolescentes, destaca que os pequenos têm um interesse especial por armas de fogo. “São objetos que conferem poder a quem os possui. Além disso, fazem parte do universo infantil, através de filmes e desenhos animados”, relaciona. Alessandra, da Criança Segura, destaca que os pais devem entender a atração das crianças e o risco que elas correm. “Temos várias questões que interferem no sucesso da educação para a prevenção, pois, em nossa cultura, achamos que os acidentes não vão acontecer com a gente, só com os outros. Precisamos alertar pais e responsáveis que pode acontecer com seus filhos o mesmo que aconteceu com os de outras famílias”, alerta.


Jorge Lordello, especialista em segurança, aponta que comportamento dos adultos influencia e serve de modelo para os filhos. “Se você tem uma arma e conversa sobre isso em casa, a criança vai se interessar por armas também”, pontua.


Restrições e melhorias no controle do comércio e posse de armas no Brasil têm sido bastante discutidas nos últimos anos e o Governo Federal tem tomado iniciativas importantes para redução do número de pistolas e revólveres em circulação. Em 2005, a maioria dos brasileiros votou contra a proibição pura e simples da venda de armas e munição em um referendo. Os debates em andamento a partir de então têm ajudado a aumentar a consciência sobre a responsabilidade de se manter pistolas e revólveres em casa.



A campanha de desarmamento deste ano prevê o pagamento de R$ 100 a R$ 300 para quem entregar a arma voluntariamente em um dos postos de recolhimento e garante anonimato. Em 4 meses de campanha, de maio a setembro deste ano, foram recolhidas 22,2 mil armas. Segundo o Ministério da Justiça, o número supera em mais de 20 vezes o total recebido de janeiro a abril pela Polícia Federal, órgão responsável por acolher as entregas fora das mobilizações.


“Desde que começaram as campanhas, as pessoas se estimularam a entregar suas armas. Milhares têm sido recolhidas. É um incentivo receber dinheiro na troca. Eu acredito que está funcionando, sim”, ressalta Lordello. Durante o 4ª Fórum Brasileiro de Segurança Pública, realizado em março, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou pesquisa indicando que, em São Paulo, a cada 18 armas retiradas de circulação, uma vida é salva.


Alice Ribeiro, coordenadora da área de controle de armas do Instituto Sou da Paz, destaca a importância da participação da criança em programas como este. “Sem dúvida nenhuma o desarmamento funciona. A gente nota que a entrega voluntária de armas surte maior efeito quando as crianças participam. Ter uma arma em casa é uma péssima ideia para toda a família”, destaca.


A Polícia Militar de São Paulo promoveu em abril deste ano a semana do desarmamento infantil, para conscientizar as crianças do perigo das armas de fogo. Na ação, cada arma de brinquedo recebida era trocada, simbolicamente, por um presente.


Quem quiser manter armas em casa, mesmo com todos os perigos, deve seguir recomendações para diminuir o risco de acidentes. “É necessário armazená-las com segurança em local trancado separado da munição”, afirma Alessandra. “É preciso também explicar às crianças que a arma é um objeto que jamais deve ser tocado. Os adultos devem falar claramente dos perigos. Explicar que um acidente é algo que pode acontecer mesmo sem a intenção de ferir ou matar”, completa a psicóloga Miriam.


Armas que mataram crianças recentemente


Não faltam exemplos em todo o Brasil de casos em que crianças mataram ou morreram brincando com revólveres e pistolas deixadas ao alcance da mão por adultos.


sábado, 8 de outubro de 2011

Enfiando o pé na jaca


ALCOOLISMO JÁ ATINGE 30% DA POPULAÇÃO BRASILEIRA; HÁBITO DE BEBER SE INICIA ANTES DOS 15 ANOS E INCENTIVO VEM DE CASA, MOSTRA PESQUISA. ENTRE AS MULHERES, CONSUMO MAIS QUE TRIPLICOU NAS ÚLTIMAS DUAS DÉCADAS, PASSANDO DE 10% PARA 33%


A MAIORIA DOS JOVENS BRASILEIROS começa a consumir álcool antes dos 15 anos, em casa e por influência dos pais. É também em casa onde esses jovens experimentam pela primeira vez outras substâncias nocivas, como os derivados do tabaco. Foi o que constatou uma pesquisa realizada pela Unesco, que ouviu estudantes de escolas públicas e particulares de 14 capitais brasileiras.

OS ESTUDO MOSTROU QUE QUASE 10% dos alunos de quinta-série ao 3º ano do ensino médio disseram que bebem álcool com frequência. A porcentagem é ainda maior entre os com idade acima dos 19 anos: 16%. Já a porcentagem daqueles que fumam diariamente é de cerca de 3%. A maioria desses jovens fumantes confessa, também, que passou a consumir cigarros para "copiar" os hábitos dos pais, mas que faz isso escondido deles. Em proporção bem menor, cerca de 0,8%, estão os jovens com menos de 18 anos que dizem compartilhar álcool e cigarro com os pais.

AS MULHERES JÁ SE EQUIPARAM AOS HOMENS NO CONSUMO DE ÁLCOOL

UM TERÇO DOS BEBEDORES COMPULSIVOS de todo o mundo é do sexo feminino. No Brasil, dos anos 90 até agora , a participação das mulheres entre a população alcoólatra mais do que triplicou, passando de 10% para 33%. Na faixa entre 14 e 17 anos, 6% das meninas e 10% dos meninos foram classificados como consumidores compulsivos de álcool, o que equivale a cinco doses ou mais ingeridas no mínimo uma vez por semana. Os que bebem cinco doses ou mais de uma a três vezes por mês (ocasionais) são 16% dos garotos e 14% das garotas.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Mulheres sozinhas

Mulheres sozinhas

Opção, falta de sorte no amor, não querer assumir compromissos. Por que há tanta solidão?

Jacqueline San Juan

redacao@folhauniversal.com.br

São muitos os fatores que fazem com que uma mulher opte por ficar sozinha. Há quem diga que o motivo é a falta de homens, a opção de colocar em primeiro lugar a independência financeira e, desta forma, priorizar a carreira. Neste ranking há espaço também para a decepção na vida sentimental e o fato de muitas pessoas não quererem assumir compromissos sérios.


Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 1980, para cada grupo de 100 mulheres havia 98,7 homens. Já em 2000, havia 97 homens para 100 mulheres. A expectativa, de acordo com o estudo, é que, em 2050, o Brasil terá 7 milhões de mulheres a mais do que homens.


Em relação ao número de mulheres sozinhas, o psicólogo Victor Nicolino Faria ressalta que esta situação é muito comum atualmente. “Cada vez mais elas escolhem ficar sozinhas por causa do poder e das possibilidades que o sexo feminino tem na atualidade”, afirma.


Ainda conforme o especialista, escolher estar sozinha pode ser uma opção. “Quando a decisão é tomada, a pessoa sente-se em paz consigo mesma, apesar da incompletude. Não é porque escolhe estar com alguém buscando desesperadamente no outro a paz interna. Primeiro, deve-se conhecer a si para depois conhecer o outro”, explica.


O psicólogo disse que “desde o nascimento até a velhice, o homem é um ser social e, por isso, sempre digo que nenhum homem é uma ilha. Todos precisamos do outro para sermos mais felizes. O problema é quando as pessoas só são felizes quando estão com o outro”, conclui.


“Para mim, os homens eram todos iguais”


A personal trainer Michele Gomes da Silva Campolina, de 39 anos, era uma pessoa que tinha medo de assumir um relacionamento sério devido aos traumas que tinha depois que presenciou constantes brigas em sua família.


“Eu não queria aquele tipo de casamento para mim. Por isso, quando eu sentia que algo de mais sério poderia haver entre eu e meu namorado, terminava”, recorda.


Ao chegar à Igreja Universal para participar da Terapia do Amor, Michele estava namorando Dênio Ferreira Campolina, de 44 anos, que hoje é o seu marido.


“Eu apenas comparecia à reunião. Muito embora acontecessem orientações para a conquista de uma vida sentimental abençoada, eu continuava ciumenta e com a ideia de que homem é tudo igual. Não acreditava na felicidade e achava que a pessoa nasce, cresce e morre sozinha”, diz.
Michele afirma que somente foi liberta do trauma sentimental quando teve um encontro com Deus e foi batizada com o Espírito Santo.


“Na Terapia do Amor, aprendi e coloquei em prática os valiosos ensinamentos que muito me ajudaram. Mudei os meus conceitos, descobri que felicidade existe e que todo mundo pode mudar. Pude comprovar também a transformação do Dênio. Hoje somos casados, felizes e servimos a Deus com as nossas vidas”, afirma.

Profissão Exóticas


Estudos realizados recentemente pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (IESPE) e da MCI Marketing, mostraram que, de todos os países latino-americanos, os brasileiros aparecem no topo da lista da insatisfação profissional. Em segundo lugar está o México, seguido do Chile.

De acordo com o instituto, mais de 28% da população economicamente ativa do Brasil não atua na área em que desejavam ou para a qual se especializaram. Outros 30% não sabem responder com exatidão se gostam da profissão, e mais de 96% se dizem insatisfeitos com o salário.

Para os especialistas, a insatisfação profissional dos brasileiros pode ter origem ainda na adolescência, na hora de prestar vestibular, uma vez que escolher a carreira profissional é uma decisão bastante delicada, que tem de ser tomada quando o jovem ainda não atingiu maturidade suficiente para saber o que realmente quer fazer pelo resto da vida. O conselho dado, portanto, é não optar por uma carreira levando-se em conta alguns poucos fatores, como a remuneração, por exemplo. “Logicamente, esse ponto é importante, mas não deve ser o único item analisado na hora da decisão”, aconselham os especialistas. Outro erro comum é querer seguir uma carreira apenas porque, no momento, ela está na moda. “Agindo assim, as possibilidades de frustração futura são enormes. Para essa decisão é fundamental o autoconhecimento. Isso permitirá ao jovem uma reflexão sobre o que gostaria de ser, qual o seu objetivo, quais suas aptidões. E mais, é importante buscar informações sobre as profissões pelas quais se interesse”, aconselham.

Uma dica bastante importante, dada pelos especialistas em capacitação profissional, é tentar sempre ser o melhor, independente da área de atuação, já que muitos passam a vida toda reclamando por não serem reconhecidos, mas também não fazem nada além da obrigação rotineira para que isso aconteça.

“Se você trabalha varrendo o chão, varra o chão de uma forma que o seu trabalho chame a atenção das pessoas. Inove, seja criativo, seja o melhor varredor de chão da sua empresa, do seu bairro, e por que não de sua cidade ou do País?! Enfim, é preciso ser bom naquilo que se faz. Agindo assim, remuneração satisfatória, sucesso e reconhecimento profissional e pessoal passam a ser uma consequência inevitável de sua dedicação”.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Ricos e Criminosos






CORRUPÇÃO NAS ALTAS ESFERAS, SOMADAS À VIOLÊNCIA URBANA BRASILEIRA, CONSOME R$ 130 BILHÕES DOS COFRES PÚBLICOS, VALOR EQUIVALENTE A 5% DO PIB, MOSTRA FGV



COM ISSO, PAÍS DEIXA DE CRESCER 2% AO ANO

OS CUSTOS DA VIOLÊNCIA E DA CORRUPÇÃO NO BRASIL, que inclui crimes contra o ambiente, o enfrentamento ao tráfico, os desvios de verbas públicas e demais delitos políticos, superam os R$ 130 bilhões ao ano, o equivalente a 5% do Produto Interno Bruto (PIB). Com isso, o Brasil deixa de crescer 2% ao ano. É o que revela um estudo publicado recentemente pela Fundação Getúlio Vargas e divulgado no mês passado.

COM APENAS 3% DA POPULAÇÃO MUNDIAL, o Brasil concentra 9% dos homicídios cometidos em todo o planeta. Os homicídios cresceram 29% na década passada e entre os jovens esse crescimento foi ainda maior: 48%. As mortes violentas e os homicídios são 88 vezes maiores que as ocorridas nos países europeus, como na França, por exemplo. “As ações de terrorismo urbano como as praticadas por traficantes no Rio de Janeiro são raras pelo mundo”, publicaram os especialistas da Fundação Getúlio Vargas.

MESMO TENDO REDUZIDO 80% O NÚMERO DE HOMICÍDIOS no período de 1999 a 2010, a cidade de São Paulo registra cerca de 2 mil roubos diariamente. Desse total, menos de 3% dos criminosos são presos no momento do crime. Os outros 97% continuam livres pelas ruas da cidade, ou recebem pena que não condiz com o tipo de atentado praticado, o que os leva a reincidir na criminalidade.

OS INVESTIMENTOS EM INTELIGÊNCIA POLICIAL, tecnologia e policiamento comunitário, investimentos em prevenção, mudanças na demografia e, sobretudo, um bem-sucedido programa de controle de armas implementado pelas polícias e pela Guarda Civil Metropolitana de São Paulo foram decisivos para a redução dos crimes na cidade, mas outras regiões, principalmente o Norte e Nordeste, não têm tomado tais medidas.

O RESULTADO DESSA POLÍTICA DE COMBATE ao crime se reflete diretamente no ranking da passividade mundial: o Iraque está na 121ª posição; Israel, na 119ª , e a Nigéria, na África, na 117ª . O Brasil ocupa a 83ª posição.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

IURD Bloco de Ajuda aos Dependentes Químicos da um chute e uma cabeçada nas DROGAS veja.

Amor em Risco


AMOR DE RISCO

PAIXÃO PODE, SIM, TRANSFORMAR-SE EM ÓDIO E MOTIVAR ATITUDES VIOLENTAS, MAS PROCESSO É LONGO; "QUANDO AS BARREIRAS ENTRE UM SENTIMENTO E OUTRO SE TORNAM EVIDENTES, QUASE SEMPRE É TARDE DEMAIS", ALERTAM ESPECIALISTAS


Há muito tempo a ciência tenta explicar como um dos sentimentos mais nobres do homem, o amor, pode pegar a contramão e acabar destruindo violentamente a quem se ama. Os inúmeros casos de crimes ditos passionais trazem à tona, também, o instigante enigma de como a mente pode se transformar num vulcão de sentimentos devastadores quando alguém vive uma paixão patológico-obsessiva.

PAIXÃO X ÓDIO: APESAR DE OPOSTOS, ORIGEM É A MESMA

Uma corrente de psiquiatras acredita que amor e ódio são como cabeça e cauda de uma mesma serpente. Ou seja, um não pode viver sem o outro. Segundo esse princípio, nenhum ser humano ama, nem odeia outro absolutamente. Apesar do quase contrassenso, ainda de acordo com essa teoria, nenhum amor sobrevive ou prospera sem algum resquício mínimo de aversão, e vice-versa.

APAIXONADOS E DOENTES: PERFIS SEMELHANTES

A medicina acredita que nos casos patológicos possa haver desequilíbrio de um desses dois sentimentos antagônicos, que acaba ganha proporções anormais. Quando isso acontece, punir o outro é quase sempre um dos objetivos de quem tira a própria vida em nome do amor. Quem se mata pode ser incapaz de conviver com a frustração de não ter o objeto amado. Mas a transformação da paixão em ódio muitas vezes é um processo muito longo, o que dificulta saber exatamente quando o amor saudável se transformou em nocivo. Às vezes, quando as barreiras entre um sentimento e outros se tornam evidentes pode ser tarde demais.

"Quem se mata pode ser incapaz

de conviver com a frustração

de não ter o objeto amado"

Apesar da complexidade do assunto, psiquiatras e psicólogos deixam uma dica importante: O amor saudável se caracteriza por sentimentos de generosidade e de solidariedade. A pessoa que ama quer, antes de tudo, a realização pessoal do ser amado, e não apenas a dela própria. Já o amor patológico inverte essa proposição. A pessoa amada precisa servir ao narcisismo daquele que ama. Então, pode-se dizer que essa pessoa não ama a outra. Ele apenas a usa para reforçar sua autoestima.

COMO IDENTIFICAR UM “CRIMINOSO PASSIONAL”

As formas de cometer um crime sob o pretexto do "excesso de amor" são vastas, mas a medicina já é capaz de traçar três características comuns a essas pessoas e às situações que as envolvem. Veja:

1º Na maior parte das vezes nunca matou ninguém e sua conduta violenta é, principalmente, em relação a uma mulher específica. Dificilmente mata mais do que uma vez.

2º A receita da tragédia é relativamente simples: um homem mais velho e mais rico do que a parceira, inseguro, ciumento, possessivo, vaidoso e egoísta que se relaciona com mulher mais jovem, que não reage, mas sabe manipular os sentimentos do cônjuge.

3º Quando a mulher reage e decide pôr ponto final na relação, ele pede de volta objetos dados como presente. Incrédulo, pois se considera dono da mulher, tira a vida dela. Às vezes, não suporta a perda da amada e, depois do crime, comete suicídio.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Sula Miranda faz show no 4º aniversário da Fênix


Associação de Mulheres Cristãs da Igreja Universal do Reino de Deus doou cestas básicas aos familiares dos adolescentes

Niver_Fenix__01_web“Trabalhar para que os adolescentes reflitam sobre o que fizeram, mudem e retornem a sociedade como jovens de bem”. Este foi o discurso usado pela diretora da Semiliberdade Fênix, Rosana Marfil de Oliveira, durante a comemoração do 4º aniversário do centro socioeducativo. A festa aconteceu nesta terça-feira (27 de setembro).

A atração principal da festa foi a cantora Sula Miranda, que fez um show gospel para os adolescentes, familiares e profissionais do centro. Além da música, integrantes da Associação de Mulheres Cristãs (AMC) da Igreja Universal do Reino de Deus também alegraram a festa de aniversário com muita dança, entusiasmo e motivação.

Niver_Fenix__02_webNo meio do show, Sula Miranda deu um depoimento sobre sua vida e disse que hoje ela se alimenta das palavras de Deus. “Tive fase na minha vida que vivia numa escuridão. Fazia shows para milhares de pessoas, mas quando acabava e as luzes se apagavam eu me sentia sozinha”, disse Sula Miranda. “Como experiência de vida, para mudarmos temos que permitir ser moldados por Deus”.

No final da apresentação, a cantora deixou uma frase para os adolescentes, familiares e funcionários refletirem. “Não desistam de seus sonhos, mas antes de quererem mudar alguém ou alguma coisa na sua vida, mude você primeiro”.

Para alegrar ainda mais o festejo, os integrantes da AMC fizeram um banquete para os convidados, com muita comida, bebidas e doces. Para os familiares, a AMC doou cestas básicas.

Niver_Fenix__03_webSegundo a diretora Rosana, a festa foi um sucesso pela dedicação dos funcionários e pela grande colaboração da Associação de Mulheres Cristãs da Igreja Universal do Reino de Deus. “É muito bom contar com a colaboração de parceiros como os integrantes da Igreja Universal, que fazem um trabalho de assistência religiosa com os adolescentes”, destaca a diretora.

As atividades do PAR (Programa de Assistência Religiosa) da Fundação CASA têm a adesão facultativa por parte dos adolescentes e funcionários. Qualquer denominação religiosa pode participar do programa.


CLIQUE NO LINK ABAIXO
http://www.fundacaocasa.sp.gov.br/index.php/noticias-home/995-sula-miranda-faz-show-no-4o-aniversario-da-fenix

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Na raiz do problema

Começa nova campanha da IURD, cujo objetivo é levar as pessoas a identificar o mal e removê-lo definitivamente


Se o seu passado vem à tona e lhe causa muitos prejuízos, se não sabe como livrar-se de maldições hereditárias que encontram espaço para destruir a sua vida, aprenda, então, a dar um basta nesta situação. Onde? Em um dos Cenáculos do Espírito Santo do mundo inteiro.


Começa, neste domingo (2), a campanha “Corte a Raiz”, cujo objetivo é levar as pessoas a identificar o cerne do problema e cortá-lo na raiz.


Durante 7 semanas, estudos sobre o tema serão abordados em todos os templos da IURD, para que transformações reais aconteçam.


O bispo Renato Cardoso destaca a importância de cortar o mal pela raiz. “A bananeira, por exemplo, apesar de parecer uma árvore fraca, é muito robusta e resistente. A única maneira pela qual essa árvore pode ser impedida de crescer novamente é arrancá-la por completo, desde a raiz”, explica.


Ele acrescenta que “assim ocorre com os problemas da vida, especialmente os crônicos”. “Se não forem resolvidos na raiz, acabarão crescendo novamente e voltando como antes. Muitos querem resolver seus problemas, mas se limitam a lidar com as ‘folhas’ e ‘galhos’. Esses problemas acabam voltando e até piores, pois são tratados superficialmente”.


O bispo Renato faz questão de ressaltar três razões pelas quais as pessoas, normalmente, não lidam com a origem de seus problemas: “Não sabem encontrar a raiz; conhecem a raiz, mas não sabem como cortá-la; ou sabem como cortá-la, mas não estão dispostas a empregar o esforço para fazê-lo. Ou seja: querem respostas rápidas. Qual é o seu caso?”


Exemplo que vem do bambu


- Um dos maiores exemplos de resistência vem do bambu, que é uma planta que suporta ventos e é capaz de se recuperar de queimadas ou estações de seca. Os troncos, apesar de ocos, são fortes e fornecem matéria-prima para a decoração doméstica e para a construção civil.


- Para suportar os troncos, que podem ter até 27 metros de altura, o bambu se sustenta no solo a partir de uma extensa rede de caules subterrâneos, chamados rizomas (veja a ilustração ao lado).


- Segundo o engenheiro-agrônomo Daniel Gomes de Souza, o crescimento de algumas espécies de bambu, depois de enraizado, é bem acelerado. “Alguns tipos chegam a crescer 40 centímetros por dia. É possível acompanhar diariamente o desenvolvimento da planta”, explica.


O drama de quem admite ter problemas enraizados


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