segunda-feira, 2 de abril de 2012

Não fique preso ao passado.

Ficar preso a situações, objetos ou sentimentos antigos pode atrapalhar a vida e impedir novas oportunidades. Entenda a importância de se livrar do peso dessa bagagem indesejada para ser feliz. De volta para o futuro.

Muitas vezes ficamos presos a sentimentos, situações ou objetos que um dia fizeram parte da nossa história. Descartar um pedaço da vida – mesmo que não faça mais sentido – não é fácil. Dificilmente alguém gosta de deixar para trás algo que um dia já foi importante. Praticar o desapego, seja com o que for, exige reflexão e muita dedicação. Mas especialistas confirmam: se livrar do peso desses sentimentos, abre espaço para novos caminhos e experiências, além de permitir que possamos viver um futuro ainda melhor e mais completo. O importante é colocar em prática o desapego.


A psicoterapeuta Cristiane Cappa, especialista em psicologia transpessoal, afirma que o apego em excesso mantém as pessoas como prisioneiras. "Prisioneira daquela pessoa, sentimento, atitude ou história que um dia, sim, foi muito importante para o nosso crescimento, mas que hoje nos coloca distante dele", afirma. Segundo ela, praticar o desapego é deixar ir o que já não faz parte da vida, ou não serve mais. "É abrir mão de tudo o que não nos acrescenta, tudo aquilo que nos ocupa, nos possui, nos consome."


Exemplos de situações que nos mantêm reféns não faltam: um trabalho que exige demais, não traz satisfação e que mantemos só pelo dinheiro; a falta de coragem de arriscar quando carregamos o medo do erro; incontáveis objetos e roupas que não usamos e ocupam espaço em casa.


Foi esse peso que motivou Renata Lara, de 40 anos, a mudar radicalmente de vida. Saiu da casa onde morava, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, e voltou para o bairro onde nasceu, o Grajaú, zona norte, para ficar perto dos pais. Também mudou a sede do escritório e de um espaço onde fazia eventos e colocou tudo no mesmo lugar, junto à sua casa. "Foi quando a minha filha nasceu. Não tinha tempo para nada e isso me incomodava. O espaço na casa nova era tão bom que comecei a fazer eventos que achava importante. Eventos daquilo que eu acreditava", diz.



Renata chamou artistas do bairro e o evento cresceu tanto que virou um projeto cultural, a "Anitcha", que hoje mantém uma feira mensal de trocas, chamada "Desapegue-se", que recebe mais de 500 pessoas na praça do bairro. "As pessoas levam suas cangas e suas coisas. Você pode trocar livremente. Negocia com os outros. Troca de serviços, massagem, aula de inglês e objetos. As crianças adoram. Às vezes coloco coisas numa caixa e troco por um abraço. O mais importante na troca é conhecer as outras pessoas", afirma. "A vida passa tão rápido e quanto mais coisas a gente tem, menos a gente cuida. Não temos tempo. O desapego começa na matéria, nos objetos, mas aos poucos você também vai desapegando de sentimentos ruins", diz.


A atriz Ana Paula Arósio abandonou a carreira de sucesso e os holofotes para viver uma vida mais tranquila, ao lado do marido, em um sítio no interior de São Paulo. Ela recusou convites de trabalho e decidiu se refugiar no campo. "Abrir mão de certas ‘coisas’, sejam materiais ou sentimentais, que nos ocupam, mas já não nos satisfazem, apesar de difícil e dolorido, pode nos proporcionar imensa satisfação já que nos libertamos e nos abrimos para o novo, para vivenciar novas sensações", destaca a psicóloga Cintia Soares.


Decidido a levar adiante o conceito de o "mínimo para viver", o americano Andrew Hyde, de 27 anos, vendeu tudo o que tinha e saiu para viajar pelo mundo. Hyde guardou apenas 39 itens que considerava essenciais para a nova vida que decidiu ter. Em entrevista ao jornal britânico "Daily Mail", ele contou que não se sentia bem com os excessos de sua vida. "Simplesmente percebi que tinha um monte de coisas de que não precisava", disse. "Eu só precisei sentar e pensar: ‘O que eu tenho a oportunidade de usar todo dia? O que eu realmente tenho orgulho de ter?’ Peguei o essencial e o resto foi embora", completou. Além de permitir a possibilidade de renovação e transformação de vida, o desapego faz bem à saúde. "Muitas pessoas querem se curar da depressão, da gastrite, enxaqueca, mas não abrem mão do orgulho ferido, da mágoa e do ressentimento, que comprimem o peito e que se manifestam com dores por todo o corpo. Nem abrem mão da raiva que arde e queima por todo o estômago, nem do perfeccionismo e de feridas do passado que as consomem em dor. Muitos querem se curar, mas poucos escolhem desapegar-se", afirma a psicoterapeuta Cristiane.


A professora potiguar Paula Belmino, de 36 anos, estava vivendo um dos momentos mais felizes da vida quando um trauma quase acabou com o sonho de ser mãe. Paula, aos 9 meses de gravidez, teve uma complicação na hora do parto, e seu bebê nasceu morto. "Era uma felicidade que de repente se tornou um luto. Do nada, você perde o que tinha. Eu só queria ficar sozinha e não ter que contar para ninguém o que tinha acontecido", lembra.


Dois meses depois da perda, Paula se mudou para São Paulo, cidade do namorado, decidida a recomeçar a vida. Apesar disso, ainda não conseguia se livrar da lembrança do filho perdido e por isso guardava todo o enxoval. "Eu era muito apegada àquela lembrança. Guardei tudo na casa da minha irmã e não queria nem pensar em dar as roupinhas para alguém", conta. Nesse tempo, a professora estava tentando engravidar novamente, mas não conseguia. "Foi quando minha irmã engravidou. Meu cunhado estava desempregado na época e ela não tinha nada para o enxoval. De repente, me deu um clique e eu resolvi dar tudo para ela. Por incrível que pareça, no mês seguinte eu descobri que também estava grávida. Parece que, quando me desapeguei, consegui engravidar", lembra. Hoje, 5 anos depois, Paula acredita na ideia de que é importante se libertar das coisas ruins do passado, para seguir em frente.


A milionária britânica, identificada como "Stephanie Steve Shirley" doou mais de US$ 100 milhões (R$ 180 milhões) de sua fortuna para pesquisas na área de neurologia. Segundo ela, o sentimento de desapego faz bem à saúde. Assim como Stephanie, o empresário austríaco Karl Rabeder se desfez de sua fortuna milionária para viver com US$ 1.350 (R$ 2.435) por mês. Rabeder, que veio de uma família simples, mas com ideias materialistas, acreditava que o dinheiro o impedia de ser feliz. Decidido, rifou a mansão onde morava, vendeu os bens valiosos e criou uma organização que ajuda pessoas em países em desenvolvimento.


Em geral, pode-se dizer que as pessoas desapegadas são tranquilas, estão sempre em paz. Conhecem a sua verdadeira natureza e sabem que o fato e a possibilidade de perderem alguma posse, ou se distanciarem de alguém, não vai mudar sua verdadeira natureza. "As pessoas apegadas podem apresentar sintomas como fobia, ansiedade, depressão, ou seja, ou têm medo de perder ou perderam e não souberam lidar bem com a perda", diz o psicólogo Felipe de Souza, doutorando em psicologia da religião da Universidade Federal de Juiz de Fora, Minas Gerais.



Segundo o especialista, o apego excessivo pode trazer doenças físicas e emocionais. "Se pensarmos, por exemplo, no ciúme como uma forma de apego, veremos que a insegurança, a ansiedade e o medo correlacionados podem ser patológicos, causando a longo prazo doenças mentais", diz. Por isso, pode-se concluir que o desapego, ao criar uma melhor qualidade de vida, também auxilia na preservação da saúde.


Para praticar o desapego, os especialistas sugerem, primeiro, começar a jogar fora objetos que não têm mais utilidade ou função, já que o acúmulo excessivo de pertences está ligado ao sentimento de apego aos objetos. "Ao doarmos ou jogarmos fora uma parte do que temos e não vamos mais utilizar, estamos praticando o desapego", afirma Souza.


Regras do desapego: quando menos é mais


No livro "Jogue Fora 50 Coisas", a norte-americana Gail Blanke ensina a treinar o desapego no cotidiano, com objetos que se acumulam em casa, mesmo sem função. Gail é especialista em motivação e organização e tem uma empresa que ajuda homens e mulheres que buscam potencializar suas vidas pessoais e profissionais. Segundo a especialista, é necessário se livrar de sentimentos e objetos do passado para construir uma vida de sucessos. Conheça as regras do desapego que estão no livro:


1. Se a coisa – o objeto, crença ou convicção, lembrança, trabalho ou até a pessoa – é um peso para você, o deixa imobilizado ou simplesmente faz com que você se sinta mal consigo mesmo, jogue-a fora, dê para alguém, venda, deixe para trás, siga em frente.


2. Se isso simplesmente fica ali, ocupando espaço e não acrescenta nada de positivo a sua vida, jogue fora. Se você não está caminhando para frente, está andando para trás. Jogar fora o que é negativo ajuda a redescobrir o que é positivo.


3. Não torne difícil a decisão de se livrar ou não de alguma coisa. Se tiver que pesar os prós e contras por muito tempo ou ficar angustiado pensando sobre o que é o certo, jogue fora.


4. Não tenha medo. Estamos falando sobre a sua vida. A única que você tem de verdade. Você não tem tempo, energia ou espaço para lixo material ou psicológico.



Passos para deixar para trás seus arrependimentos e erros:


1. Lembre-se: você tem que fracassar. É a única forma de alcançar o sucesso.


2. Não existe perfeição. Alguns jogadores podem ter feito jogadas perfeitas, mas não foram perfeitos o campeonato inteiro. Jogue fora a perfeição.


3. Não leve seus supostos erros para o lado pessoal. Se algo não deu certo, faça reajustes e tente de outro jeito.


4. Se gastar energia relembrando de coisas que não deram certo, o que devia ou não devia ter feito ou falado, você não terá energia para achar novos caminhos para a sua realização. Livre-se dessas coisas. Só aí já devem entrar outras 10 coisas na sua lista.

sábado, 31 de março de 2012

DIA DA VERDADE (Um basta na mentira)



Pastor Geraldo Vilhena coordenador de evangelização em unidades da Fundação Casa de São Paulo diz.

Mentir é falar ou dizer algo contrário à verdade; é a expressão e manifestação contrária ao que alguém sabe, crê ou pensa. Pode-se crer na mentira, falar mentira e praticar a mentira. É o engano em seus diferentes aspectos; nocivo ao ser humano e ofensa grave diante de Deus. O diabo é o pai da mentira (João 8:44) e, portanto, a mentira é um instrumento diabólico que o homem usa para sua própria perdição. O mais triste é que o homem ama a mentira, não ama a verdade pois ele é mau por natureza (Romanos 1:25; Apocalipse 22:15).

A juventude, em termos gerais, está sendo arrastada à perdição eterna pelo prazer transitório da inclinação à droga, sexo, etc. Tudo não passa de uma grande mentira; é enganoso, anormal, trazendo prejuízos físicos, morais e espirituais. Tais coisas podem ser definidas como praticar a mentira. Esta prática abrange os mais variados aspectos da mentira como idolatria, homicídio, adultério, fornicação, cobiça, etc


Espanhola enganou os EUA com história falsa de 11 de setembro

Tania Head dizia ser sobrevivente do ataque às Torres Gêmeas, mas ela nem nos EUA estava no dia do terror

Thiago Varella, do R7

Foto por Reprodução

Tania Head, em Nova York


Tania Head comoveu os Estados Unidos contando como conseguiu sobreviver aos atentados de 11 de setembro de 2001. Sem o menor pudor, ela contava que estava no 78º andar da Torre Sul do World Trade Center, trabalhando pela companhia de investimentos Merill Lynch, quando o primeiro avião se chocou contra o prédio.

Milagrosamente, Tania teria conseguido fugir somente com um ferimento no braço, enquanto seu noivo, Dave, que estava na Torre Norte, acabou morrendo.

Tania passou a frequentar reuniões de grupos de sobreviventes e familiares de vítimas. Todo mundo acreditava na história dela. Alguns choravam. A mulher chegou a organizar visitas ao marco zero da tragédia, na cratera onde ficama as Torres Gêmeas. Saiu na TV, conheceu o prefeito Rudolph Giuliani e até se tornou presidente de uma associação de sobreviventes. Posou para fotos ao lado de outros políticos e conseguiu feitos como um aumento de verbas para as ONGs ligadas aos ataques e a abertura dos escombros para a visitação de outros sobreviventes e parentes de vítimas do 11 de setembro.

No entanto, Tania não era umas das dezenove pessoas que estavam na lista oficial dos sobreviventes que estavam acima do ponto de impacto do avião. A história era tão chocante que ninguém duvidou dela. Mas Tania mentiu. Só que sua fantasia durou cinco anos . Só foi desmascarada pelo jornal The New York Times, que desconfiou do relato da impostora.

Ela mentiu tanto que até seu nome era outro. Tania Head chamava-se, na verdade, Alicia Esteve Head, espanhola nascida em Barcelona que nem ao menos estava em Nova York no dia dos ataques. Quando a tragédia ocorreu, ela assistia um curso na cidade espanhola.

Até hoje, ninguém sabe ao certo por que Tania mentiu. A espanhola não obteve nenhum tipo de lucro com a história. Muito pelo contrário, ela até doou dinheiro à associação de sobreviventes. Sobreviventes do atentado lembram que ela enviava e-mails regulares a eles. Nos textos, ela parecia se empolgar com a fama e com os holofotes.

Descoberta a farsa, Tania, ou melhor, Alicia sumiu. Foi divulgado que os pais dela teria sido presos anos antes por fraude financeira. Depois de algum tempo desaparecida, surgiu um e-mail na caixa de mensagens de alguns sobreviventes do 11 de setembro dizendo que a espanhola havia se suicidado. Mas, por causa do passado de lorotas, fica difícil acreditar na nova história.









IURD promove campanha visando a libertar aqueles que levam uma vida de aparência


O casal Marilice e Álvaro de Lima, de 64 e 63 anos, respectivamente, viveu mais de 2 décadas um relacionamento de aparência. Segundo Álvaro, as pessoas que os conheciam, elogiavam e admiravam o casal. Mas somente eles sabiam como era a realidade entre quatro paredes. "Enquanto as pessoas viam um casal exemplar, entre nós só havia desunião e desrespeito, além de infidelidade de ambas as partes", conta.


Assim como na vida familiar, com o tempo também começaram a ter problemas nas finanças. "Quando fomos à bancarrota, as pessoas descobriram que o nosso casamento já estava falido. Nesse momento, todas as áreas de nossas vidas estavam destruídas. Cheguei a pensar em matar a minha família e depois a mim como solução de tudo", lembra.


Assim como este casal, não são poucas as pessoas que aparentam uma vida diferente da realidade. De acordo com Viviane Sampaio, psicóloga especializada em Terapias Cognitivas pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) do Hospital das Clínicas (HCFMUSP), há pessoas que optam por uma vida de aparências por ser uma forma mais fácil de lidar com os problemas que a vida inevitavelmente apresenta. "É uma fuga da realidade, porque o indivíduo não consegue gerenciar estas dificuldades. É algo que pode ser temporário, e a pessoa ou se conscientiza para tentar um caminho com resultados melhores ou opta pela vida de aparência que dá um resultado imediato. Com isso, ela pode se tornar uma pessoa frustrada, sendo este um modo de pensar frágil e imaturo", explica.


Segundo a especialista, quanto maior a capacidade de o indivíduo lidar com limites, melhor é a forma como ele vive. "Há pessoas que acham que podem ter a vida como a dos personagens de novela, o que não é a realidade. A pessoa precisa aprender a lidar com os problemas e frustrações, e saber que nem tudo será conquistado de imediato. Quanto maior a capacidade de lidarmos com as perdas que teremos, melhor será a nossa vida", ensina.



Como mudar?


No dia 1º de abril, a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) realizará a campanha "Dia da verdade", a fim de ajudar as pessoas que vivem de aparências. De acordo com o bispo Adilson Silva, enquanto nesta data algumas pessoas vão lembrar o dia da mentira, o objetivo dos bispos e pastores é levar a verdade. "Porque Jesus disse: ‘E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará’ (João 8.32). E somado a isso é o Domingo de Ramos, quando nos lembramos da entrada de Jesus em Jerusalém. O Senhor Jesus é a Verdade, então vamos determinar que este dia seja a entrada triunfal da Verdade na vida das pessoas, para que elas deixem de viver uma mentira", aponta.


Aqueles que reconhecem ter uma vida de aparências e querem mudar devem procurar a IURD mais próxima no dia 1º de abril. Esses são os primeiros passos para a transformação, conforme explica o bispo Adilson.


"Não há como mudar se não há a entrada triunfal de Jesus na vida da pessoa. Essa entrada não é automática, quem provoca a mudança é a pessoa quando crê; e o fato de ela vir nesse dia já é uma manifestação de fé. Jesus disse: ‘Tudo é possível ao que crê’ (Marcos 9.23), então vai ser o dia em que nós vamos apresentar a verdade para a pessoa e os que creem certamente vão ver a manifestação do poder de Deus na vida deles", assegura.


Ao agir conforme a explicação dada pelo bispo Adilson, o casal apresentado no início desta matéria pôde alcançar a mudança que tanto queria e passou a desfrutar de uma vida plena. "Fomos convidados para ir a um dos Cenáculos do Espírito Santo por uma ex-empregada. Depois de muita luta, campanhas e votos, Deus transformou nossas vidas de maneira extraordinária. Hoje somos de fato uma família unida e feliz. Há respeito entre nós e sou marido de uma única mulher", testemunha Álvaro.


GAROTAS DE PROGRAMA DE LUXO



MAIS DE 1,5 MILHÃO DE BRASILEIRAS SE PROSTITUEM NO PAÍS, ATIVIDADE QUE MOVIMENTA CERCA DE R$ 500 MILHÕES POR ANO



LONGE DOS GRANDES CENTROS, PROSTITUIÇÃO ATINGE TAMBÉM CRIANÇAS E ADOLESCENTES, QUE VENDEM O CORPO AO LONGO DE 2 MIL PONTOS DE "COMÉRCIO SEXUAL" ESPALHADOS PELAS RODOVIAS FEDERAIS

Mais de 1,5 milhão de pessoas se prostituem no Brasil, atividade que tem movimentado, todos os anos, cerca de R$ 500 milhões. Fora do País, com maior concentração na Europa (Espanha e Portugal), outras 75 mil garotas ganham a vida se prostituindo ou estão submetidas a regimes sub-humanos em prostíbulos dominados por grandes traficantes de mulheres. Nesses lugares, as vítimas das organizações que traficam pessoas com objetivos sexuais geram um lucro líquido de US$ 13 milhões (cerca de R$ 24 milhões) para seus exploradores, que vendem essas mulheres para uma rede de exploração sexual por valores que variam entre US$ 100 e US$ 1.600. Esses dados foram divulgados no final de 2011, em reportagem especial publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Ainda de acordo com a reportagem, apesar de o mercado do sexo movimentar cifras bem maiores no exterior, é dentro do Brasil que ele ocorre com maior intensidade e de forma mais "democrática", o que inclui a exploração sexual de crianças e adolescentes, atividade praticamente insignificante nos países europeus. Dados da Polícia Rodoviária Federal, por exemplo, mostram que as rodovias federais brasileiras têm 1.820 pontos de risco para exploração sexual de crianças e adolescentes. Os pontos estão espalhados em 66 mil quilômetros de estradas, sendo 67,5% deles em áreas urbanas.

Os locais de maior contração de prostituição, identificados pelos agentes da PRF, não são mais divulgados. O objetivo é impedir que ocorra a migração dos criminosos e preservar futuras ações repressivas. Mesmo assim, sabe-se que a exploração sexual de crianças e adolescentes ocorre com maior frequência nos corredores de escoamento de riquezas e em estradas que ligam regiões mais desenvolvidas a outras menos desenvolvidas, como no eixo Sudeste-Nordeste.

PERFIL

Às margens das rodovias federais, mulheres, crianças e adolescentes que se prostituem são, segundo a PRF, majoritariamente de classe baixa e de pouca ou quase nenhuma escolaridade, que vivem em famílias instáveis e desestruturadas. Tais características, dizem os agentes, inibem a oferta de trabalho a essas pessoas e as estimulam a se aventurar em diferentes esquemas, em busca de dinheiro e qualidade de vida.

LEGALIZAÇÃO


No Brasil, apesar das inúmeras tentativas de mudar de legalizar a atividade - O deputado Jean Wyllys (PSOL/RJ) é o principal defensor dessa ideia -, vender o corpo não e legalizado, e a exploração sexual é considerada crime. Em alguns países do primeiro mundo, no entanto - como Alemanha, Suiça, Holanda e Austrália -, já existem uma regulamentação da profissão. A justificativa dada não é só para lucrar, mas também para proteger as garotas de programa.

sexta-feira, 30 de março de 2012

MULHER CRISTÃ: Dúvidas esclarecidas.

"Sinto-me frustrada"


Tenho dois filhos – um rapaz de 23 anos e uma moça de 18. Tive o primeiro muito nova, com 15 anos, sem experiência nenhuma. Casei-me com uma pessoa que não tinha nada a ver comigo. ‘Cega’ e sem estrutura familiar, caí em uma armadilha, sem orientação nenhuma. Deixei meu filho na creche para trabalhar, pois tinha que dar-lhe o que comer. Ele chorava muito e eu, muito perturbada, batia muito nele. Meu filho cresceu muito levado, querendo chamar muito a atenção, e eu nunca tive tempo para dar essa atenção. Quando tive minha filha, ele estava com 5 anos. Eu acho que também não soube criá-la. Hoje eles são bem distantes de mim; tento ajudá-los, mas nada adianta. A minha filha engravidou e com 18 anos casou; eu não queria isso para ela. Conversei muito com ela sobre sexo, converso muito com o meu filho sobre drogas, sobre as más amizades. Mas eles não me ouvem. Se eu pudesse, voltaria ao passado, faria tudo diferente; passaria fome com eles, mas não sairia para trabalhar. Meu Deus, isso acaba comigo! É uma dor tão grande no meu peito... Ela, grávida, e ele longe de tudo que é bom. Me sinto muito frustrada como mãe. O que eu faço agora? Casei-me pela segunda vez faz 8 anos e sou feliz com meu esposo, mas, como mãe, não. Foram criados pelas mãos dos outros e hoje pago o preço.


Amiga,
por e-mail


Amiga,


Seus filhos fizeram uma escolha e não podem culpá-la por isso. Sim, você errou as vezes que deixou de dar a devida atenção a eles, mas não foi por isso que eles cresceram assim – eu não acredito. Chegou uma hora que você mudou como mãe, amadureceu, e começou a fazer o que é certo. O problema está no espírito por detrás deles. Aquele mesmo espírito que agia em você aos 15 anos. Veja as semelhanças. Você engravidou muito cedo e teve que se casar por isso – não é isso que está acontecendo com a sua filha? Com certeza você também queria atenção quando jovem, e por isso se deixou levar por um rapaz qualquer – não é isso que está acontecendo com os seus dois filhos? Ela com um rapaz e ele com as drogas?


O que você tem que fazer agora é lutar contra esse mal. Faça corrente de descarrego pelos seus filhos e deixe-os nas Mãos de Deus. Confie nEle. Não é mais pela conversa que você conseguirá mudá-los. Então, faça a outra opção – ore.

Veneno contra rugas.

Celebridades apostam em cremes à base de veneno de abelha para tratar marcas de expressão e sinais da idade


Enquanto muitas mulheres fogem das abelhas com medo das ferroadas, celebridades internacionais estão apostando em cosméticos à base do veneno desses insetos produtores de mel, para eliminar as rugas e marcas de expressão. Com a pele digna de uma mulher da corte, a duquesa Kate Middleton e a princesa Camilla Parker Bowles usam produtos com melitina, aminoácido presente no veneno de abelha. Além delas, a ex-Spicy Girls Victoria Beckham e as atrizes Michelle Pfeiffer e Gwyneth Paltrow também são adeptas da substância para manter a pele livre dos sinais de envelhecimento.


As brasileiras não precisam enrugar a testa de preocupação, pois cremes hidratantes à base da substância já estão disponíveis no mercado nacional. Um laboratório no interior de São Paulo desenvolveu um cosmético que contém, além de própolis, o princípio ativo do veneno. "A melitina ‘engana’ o organismo, dando a sensação de uma picada de abelha. Isso faz o corpo se defender e produzir colágeno (proteína que dá sustentação à pele), eliminando as células mortas e diminuindo as rugas", diz o técnico agrícola e apicultor Ciro Protta, sócio da Protta Cosméticos Ativos. Segundo ele, que desenvolve pesquisas com abelhas há mais de 20 anos, o produto também é indicado para o alívio de dores nas articulações.


Apesar do sucesso entre as celebridades, especialistas ainda questionam o uso da melitina no tratamento das marcas de expressão. "É preciso mais estudos científicos para dizer se funciona ou não", diz Meire Brasil Parada, médica colaboradora do Departamento de Dermatologia (Unidade de Cosmiatria) da Universidade Federal de São Paulo. Segundo ela, é preciso estar atenta às reações alérgicas a produtos cosméticos. "Em caso de vermelhidão e inchaço intenso, seguido de coceira, suspenda imediatamente o creme e procure um dermatologista", alerta.

quinta-feira, 29 de março de 2012

GANGUE DAS LOIRAS



APESAR DA OUSADIA PARA COMETER CRIMES, "GANGUE DAS LOIRAS" NÃO ATACAVA EM DIAS DE CHUVA PARA NÃO ESTRAGAR O CABELO, REVELA PM

VAIDADE DAS CRIMINOSAS TAMBÉM FRUSTROU UMA TENTATIVA DE SEQUESTRO, QUANDO INTEGRANTE DA QUADRILHA MANDOU "PARAR TUDO" PORQUE HAVIA QUEBRADO UMA UNHA

Um grupo formado por seis mulheres, cinco loiras e uma morena, é acusado por ter praticado mais de 50 sequestros violentos na capital paulista. Uma suspeita, Carina Geremias Vendramini, de 25 anos foi detida no dia 6. Vagner Dantas da Silva, também de 25 anos e marido de uma das suspeitas, foi reconhecido por várias vítimas e preso. A polícia agora trabalha com uma grande operação para encontrar as outras integrantes da quadrilha, Priscila Amaral, Lilmara Valezin, Franciely dos Santos, Vanessa Geremias Vendramini, Monique Awoka Scasiota.

"UMA DAS AÇÕES CRIMINOSAS ARQUITETADAS NÃO DEU CERTO PORQUE ELAS PASSARAM DUAS HORAS ESCOVANDO OS CABELOS"

Bonitas, bem-vestidas e com idades entre 20 e 30 anos, as sequestradoras aparentam ser de classe média e são todas amigas na rede social Facebook. Apesar de ter feito número considerável de sequestros-relâmpagos, a "gangue das loiras", como ficou conhecido o grupo, nem sempre conseguia êxito em suas ações. Tudo por causa da "vaidade", conforme divulgou a polícia.

A PM paulista descobriu, por exemplo, que a "gangue das loiras" não atuava em dias chuvosos para não estragar o cabelo. Como faziam questão de estar sempre impecáveis na aparência, muitos outros planos de ataque não deram certo porque, segundo o delegado que apura o caso, as garotas demoravam muito para se arrumar.

"GRAÇAS A UMA UNHA QUEBRADA"

(Do delegado que apura o caso, sobre como uma vítima consegui fugir do sequestro)

"Uma das ações criminosas arquitetadas pelas garotas não deu certo porque elas passaram duas horas escovando os cabelos e, quando saíram para praticar o crime começou a chover", revelou o delegado.

Ainda de acordo com o delegado, outro plano se frustrou quando, durante um roubo, uma das loiras quebrou a unha e mandou parar tudo. A vítima então conseguiu fugir. "Graças a uma unha quebrada", disse.

terça-feira, 27 de março de 2012

Arquivo IURD P.P.F. FOTO PRIMEIRO UNIFORME DAS OBREIRAS IURD.


DIA DE FÚRIA



ATAQUES DE FÚRIA MOTIVADOS POR SITUAÇÕES BANAIS OU SEM CAUSA APARENTE ESTÃO ENTRE OS CINCO TRANSTORNOS PSÍQUICOS MAIS COMUNS DA ATUALIDADE

SÓ NOS EUA, POR EXEMPLO, DOENÇA ATINGE 16 MILHÕES E COLOCA OUTROS 32 MILHÕES EM RISCO


Levar uma fechada de carro, mesmo que o motorista não tenha tido intenção, já suficiente para você transbordar de raiva? Já precisou se segurar para não avançar sobre a pessoa que está à sua frente na fila, que demora para usar o caixa eletrônico? E quando você vai fazer compras e o vendedor diz que não tem o que você está procurando, é preciso controle para não dar um escândalo público?

Então, cuidado. Distúrbios psiquiátricos marcados por ataques de fúria repentina podem ser uma doença muito mais comum do que se imagina. Depois de analisar inúmeros casos, psiquiatras norte-americanos batizaram esse desequilíbrio de Distúrbio da Explosão Intermitente (DEI), e se assustaram com a grande quantidade de pessoas acometidas pela doença.

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, revelou que existem mais de 16 milhões de americanos vítimas do Distúrbio da Explosão Intermitente, número bastante superior ao de paciente de esquizofrenia. Segundos os estudiosos, esses ataques de fúria oferecem riscos não só às pessoas que convivem com o doente, mas também ao próprio paciente, que em alguns casos acaba se ferindo gravemente. Lançar objetos contra a parede, danificar o próprio carro ou os móveis da casa também são eventos comuns. Em alguns casos mais graves, é possível que o portador do distúrbio machuque seriamente as pessoas que o cercam, mesmo quando em situações inusitadas, como no escritório da empresa em que trabalha. "Basta que o colega se negue a ajudá-lo numa tarefa para que a crise seja desencadeada", exemplifica um dos realizadores da pesquisa.

O que coloca todos em alerta, segundo os especialistas, é que, se apenas nos Estados Unidos há 16 milhões de portadores desse distúrbio, então, na melhor das hipóteses, haverá 32 milhões de pessoas com potencial risco de perder a vida! "Trata-se de um problema de saúde pública, pois cada uma das crises pode fazer múltiplas vítimas, inclusive o paciente", explicam.

Para que uma pessoa seja diagnosticada com o DEI, é preciso observar se a raiva despertada condiz com a situação. A principal característica da doença é desproporção entre a intensidade da ira e o evento que a produziu. Além do mais, o indivíduo nunca dá sinais de que está entrando em crise. Apenas três ou quatro episódios de ataque de fúria, durante toda a vida, já podem caracterizar o distúrbio, apesar de que a maioria dos pacientes estudados apresentou mais de 43. Mesmo assim, consultar um psiquiatra é a única forma segura de constatar a doença.

O transtorno é mais comum em homens, e o tratamento compreende o uso de antidepressivos e psicoterapia, que visa principalmente à modificação de comportamento e exercícios de controle da raiva. A idade média do primeiro ataque é de 14 anos.

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