quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Este ano eu caso



METAS OPOSTAS: QUANDO VÃO A UM ENCONTRO, OBJETIVO DAS MULHERES É SE CASAR; ESSA, NO ENTANTO, É A PRETENSÃO DE APENAS 8% DOS HOMENS OUVIDOS PELOS PESQUISADORES DO LOVEHURTS "QUASE 60% DELES, QUANDO ENCONTRAM ALGUÉM, ESTÃO PENSANDO EM SEXO", DIZEM OS PESQUISADORES INGLESES

APENAS 8% DO PÚBLICO MASCULINO CONFESSOU AOS PESQUISADORES que o maior interesse ao conhecer uma mulher é realmente o casamento. Eles querem mesmo é sexo. Essa é a meta de 58% deles. Com relação às mulheres, apenas 33% delas estão em busca de prazer sexual ao conhecer alguém, e 22% pensam em casamento logo no primeiro encontro. Uma minoria, 3%, disse não precisar de homem para absolutamente nada.

A PESQUISA REFORÇOU AINDA A CREDIBILIDADE DO SENSO COMUM, AO INFORMAR QUE 85% DOS HOMENS OUVIDOS colocam em primeiro lugar a beleza física das mulheres. Apenas 3% deles disseram que, para levar uma relação adiante, o mais importante é conteúdo intelectual e o que elas têm a dizer. Para 23% delas, o caráter é o que mais importa. "A aparência física do homem é importante, mas não um fator decisivo", comprovou os estudos.

COM RELAÇÃO À IDADE DO PARCEURO, 60% DOS HOMENS PREFEREM MULHERES MAIS NOVAS, e 65% das mulheres, os homens mais velhos. Mulheres que saem à caça de garotões, portanto, representam apenas 35% do sexo feminino.

A PREDILEÇÃO PELA JOVIALIDADE MASCULINA É MINORIA ENTRE AS MULHERESde mais idade, mesmo assim, esse tipo de comportamento tem dado muito que falar, mesmo numa sociedade que prega a libertação e se sustenta no rótulo de "ser feliz a todo o custo".

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

AMOR CAFAJESTE


APESAR DE EXISTIREM CAFAJESTES TÍPICOS, QUE PODEM SER FACILMENTE RECONHECIDOS NA RUA E SÃO CAPAZES DE ACABAR COM A VIDA DE UMA MULHER, TODO HOMEM, QUEIRA ELE OU NÃO, SERÁ CONFUNDIDO COM UM DELES POR ALGUMA MULHER

CAFAJESTES SÃO OS REIS DA ENROLAÇÃO, CARA-DE-PAU, E NUNCA CONVIDARÃO VOCÊ PARA FICAR 24 horas com ele num final de semana. É exatamente desta forma, nada romântica, que a blogueira e especialista em sexo e relacionamentos Georgia Maria define um dos tipos mais amados - e ao mesmo tempo odiados - de homem: o cafajeste.

APESAR DE ORIENTAR AS MULHERES EM SEU BLOG A COMO NÃO CAIR NAS armadilhas de um cafajeste, a própria especialista confessa que essa é uma tarefa praticamente inevitável. "Toda mulher, um dia, vai cair nos braços de algum cafajeste", diz ela. Mas isso não acontece por culpa exclusivamente deles, já que, para Geórgia, todo homem, ou quase todos, vai passar por cafajeste um dia na vida. Mesmo não querendo. "Às vezes, a simples atitude de o homem dizer que não quer nada sério com alguém, que não quer compromisso, já o torna, do ponto de vista da mulher, um cafajeste. Mas não é bem assim", explica.

AINDA DE ACORDO COM A ESPECIALISTA, O CAFAJESTE TÍPICO TEM CARACTERÍSTICAS típicas e "inconfundíveis". E a principal delas virá à tona quando a pretendente o colocar contra a parede e exigir que ele a assuma. "Certamente a saída dele vai ser dar desculpas moralistas ou fingir que tem muito medo de sofrer. E que esse medo de sofrer só existe porque ele gosta muito dela". Outra dica valiosa dada pela blogueira é estar atento à atitude dele quando o celular tocar. "O cafajeste de verdade jamais atende ao telefone na frente da mulher. Quando ele estiver na casa dele com uma mulher, o aparelho vai estar desligado, e quando for em lugar público, ele corre para o banheiro para atender", avisa.

O QUE MAIS A INTRIGA, DIZ GEORGIA, É QUE TODA MULHER É PERFEITAMENTE CAPAZ de reconhecer um cafajeste típico, seja com as dicas dadas por sua assessoria ou não. "O problema todo, acredito, é a carência afeitivo-emocional". Como todo bom cafajeste sabe reconhecer mulheres debilitadas no campo afetivo, elas se tornam presas fáceis. "Mas isso é coisa que resolve com dois ou três cafajestes passando por sua vida, que deixarão qualquer mulher esperta para o mundo todo", completa.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

A Mulher V e Sisterhood visitam Israel


Israel ficou mais bonito recentemente. Pelo menos foi esta a impressão que deixaram as integrantes dos grupos “Sisterhood” e “A Mulher V” durante visita à Terra Santa. A caravana, formada por cem mulheres, entre jovens e senhoras de várias nacionalidades e culturas, chamava a atenção pela delicadeza e charme de suas integrantes.


A fundadora dos grupos, Cristiane Cardoso, comentou que esta é a segunda viagem a Israel realizada por elas, com o objetivo de homenagear as que se ressaltaram durante o ano. Neste passeio especial, garante, elas não apenas crescem espiritualmente, como também têm a oportunidade de fazer novas amizades com jovens de todas as partes do mundo.


As voluntárias visitaram vários locais emblemáticos para os cristãos e, a cada parada, o guia Salo Kapusta (foto ao lado) ensinava sobre os fatos e curiosidades ocorridos no lugar. Segundo Cristiane, a atenção dispensada ao grupo foi algo inesquecível.


“Algumas mulheres e jovens moradoras do kibutz, lugar onde ficamos hospedadas, se dispuseram a cantar louvores na língua hebraica para nós; somos muito bem-vindas por todos, não somente pelos israelitas, mas pelos árabes também”, definiu.


Para ela, o momento mais marcante foi o passeio de barco pelo mar da Galileia, quando, descontraídas, elas dançaram, buscaram a Deus e renovaram a fé em pleno mar.


“O dia estava frio e o vento insuportável, mas a presença de Deus sobressaiu de uma maneira milagrosa. Tivemos o testemunho de uma jovem holandesa que, antes da viagem, estava se sentindo fraca espiritualmente e não sabia o porquê; mas durante a viagem parecia que Deus falava com ela todos os dias, até que, no barco, veio a confirmação e ela foi renovada”, disse Cristiane.

Dor de amor se cura com outro amor?

Ivonete Soares

redacao@folhauniversal.com.br

Normalmente, quando se passa por uma grande decepção amorosa ou se perde um grande amor pelos atalhos da vida, costumamos ouvir dos amigos, dos parentes e das pessoas, de um modo geral, que “tudo vai passar” ou “nada como um amor para curar outro amor”.


No entanto, muitos se iludem acreditando nestas soluções aparentemente mágicas, já que a realidade é bem diferente. O fato de buscar em outro alguém o que se esperava do ser amado ou simplesmente tentar curar a dor engatando um novo relacionamento, pode acabar sendo ainda pior.


Especialistas alertam que se a pessoa não vivenciar o que eles chamam de “luto da separação”, ou seja, dar tempo ao tempo, esperar a angústia e a dor da perda cessarem, pode ser muito nocivo. De acordo com Sylvia van Enck, psicóloga e psicoterapeuta de famílias e casais, o vazio que fica com o término de um relacionamento, ainda que insatisfatório, é sempre muito difícil de ser superado.


“As histórias compartilhadas pelo casal contém inúmeros elementos que vão além do relacionamento em si; por exemplo, os vínculos formados entre os familiares das duas partes, amigos e interesses em comum, isto sem contar que também estabeleceram uma rotina de convivência. Quando o casal se separa, todos estes aspectos também são afetados”, avalia.


Aprendizado


É importante que as pessoas no início de uma separação possam, gradativamente, descobrir que elas gostam da própria companhia – orienta a especialista –, que podem e querem ficar bem. “Isso implica limpar as mágoas e ressentimentos passados e olhar para aquilo que o relacionamento contribuiu de forma positiva para o aprendizado de vida. Não é um processo tão simples e, neste momento, o apoio de amigos e familiares é fundamental”, pontua.


Fábio Luís Ferreira Santos, de 34 anos, num determinado momento de sua vida, enfrentou esse dilema. Segundo explica, estava noivo e prestes a se casar, mas, com o fim do relacionamento, tentava esquecer a dor se envolvendo em outros namoros, embora a situação só piorasse. “Tudo mudou quando resolvi buscar ajuda, curar as feridas primeiro e, aí sim, pude encontrar a tão sonhada felicidade”, garante Fábio, ao lado da esposa, Bruna Santos, com quem é casado há 10 anos.


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