terça-feira, 29 de novembro de 2011
Vivendo de aparência
O que fazer quando o casal tem relacionamento ruim e passa a viver de fachada?
Redação
redacao@folhauniversal.com.br
Geralmente eles aparentam ter a relação perfeita e almejada de todo solteiro e até mesmo de outros casais. Mas, ao conhecer a “realidade” deles todo o encanto desaparece. Estamos falando dos casais que vivem de aparência, ou seja, exteriormente felizes, porém, entre, quatro paredes, frustrados, tristes e magoados um com o outro. Quando estão sozinhos, não suportam a presença do outro, brigam por tudo e, quase sempre, permanecem em lugares separados – mesmo sob o mesmo teto.
Para a terapeuta familiar Margarete Volpi, há diversas razões para que um casal deixe de ter um relacionamento saudável, porém simplesmente dizer que vive de aparência nem sempre é uma definição tão simples. Até porque, explica, sempre existe um motivo para as pessoas permanecerem juntas. “Na maioria das vezes, considera-se um casamento de aparência o relacionamento conjugal que é inexistente. Mas matrimônio não é somente o relacionamento a dois, ele envolve vários outros aspectos que também podem ser funcionais”, explica.
Para o casal Marilice e Álvaro de Lima, de 64 e 63 anos, respectivamente, o desrespeito e a desunião entre ambos contribuíram para que durante mais de duas décadas vivessem, literalmente, de aparências.
“As pessoas que nos conheciam e viam de fora, nos admiravam, mas a realidade era outra. Certa vez, o diretor da escola da nossa filha disse que éramos um exemplo de família feliz para os pais e professores, porém, eles nem imaginavam a infelicidade que carregávamos”, confessa Álvaro.
Mesmo em meio aos problemas, continuou, o casal mantinha a postura. “Lembro que na formatura da minha filha, minha esposa e eu dançamos valsa, sorrimos, tal como uma família feliz. Entretanto, ela me dizia que sentia nojo de mim por tudo que estávamos vivendo e que estava dançando só para não me envergonhar”, relembra.
Mudança
Vencer o problema não é impossível e há, sim, outras soluções além do divórcio, como explica Margarete. “Sempre existe um motivo para as pessoas permanecerem juntas, então o melhor a fazer é buscar a fundo o entendimento das mágoas e recomeçar a relação”, aconselha.
Para Álvaro e Marilice, a solução chegou quando ambos conheceram a Deus e, a partir daí, puderam limparse de todas as mazelas que os afastavam um do outro. “Deus fez uma limpeza em nossos corações, perdoamos um ao outro e, hoje, temos, de fato, uma família unida”, conta Álvaro.
Colaborou: Thais Toledo
Terapia do Amor
A Terapia do Amor é uma reunião realizada aos sábados, em todas as sedes estaduais e regionais dos cenáculos do Espírito Santo. Nos encontros, as pessoas recebem orientações de como proceder para obter sucesso nesta área em que há tanto sofrimento. As reuniões acontecem em vários horários, especialmente às 19h.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Sexo casual

"AMIGO COM BENEFÍCIOS": UMA EM CADA TRÊS MULHERES ADULTAS ADMITE JÁ TER FEITO SEXO OU MANTER RELAÇÕES SEXUAIS ESPORÁDICAS COM UM AMIGO, REVELAM PESQUISADORES BRITÂNICOS
UMA PESQUISA REALIZADA RECENTEMENTE PELO SITE MYCELEBRITYFASHION, no Reino Unido, e divulgada esta semana pelo jornal O Estado de S. Paulo, mostrou que uma em cada três mulheres solteiras já fez sexo com um amigo. Como justificativa para esse tipo de comportamento, metade disse que não quer saber de compromisso sério; 19% querem só se divertir e apenas 8% estão pensando em levar a relação adiante. Ao todo foram ouvidas 2.168 mulheres.
QUANDO QUESTIONADAS SOBRE COMO ELAS VEEM ESSE "AMIGO", 62% disseram que eles são realmente "apenas amigos" e 34% admitiram que são "amigos com benefícios", ou seja, a quem elas recorrem esporadicamente para ter relações sexuais sem, contudo, haver comprometimento entre os dois.
SEGUNDO MATÉRIA PUBLICADA POR ESPECIALISTAS NO JORNAL DAILY MAIL, o aumento da popularidade desse tipo de relacionamento, que vem sendo chamado de "amigo com benefícios", se deve à atual falta de pressa das mulheres para se envolverem em uma relação mais séria.
UM PAÍS LIBERAL: SEXO EXPLÍCITO NAS RUAS HOLANDESAS
O GOVERNO HOLANDES, DE OLHO NO GRANDE INTERESSE SEXUAL DA POPULAÇÃO, decidiu liberar as relações sexuais em local público, como praças e ruas pouco movimentadas, "desde que os casais não perturbem a terceiros", adverte o governo. Lá, os serviços sexuais são oferecidos aos montes e não é caracterizado crime.
domingo, 27 de novembro de 2011
Veneno caseiro
Veneno caseiro
Lança-perfume de fundo de quintal mata jovens da periferia e revela um problema cada vez mais comum em festas na Grande São Paulo
Talita Boros
talita.boros@folhauniversal.com.br

Muito além dos antigos e saudosos carnavais, o lança-perfume se transformou e virou uma droga feita em casa, cada vez mais acessível e mortal. Jovens da periferia são as principais vítimas. Casos de morte por falência múltipla dos órgãos ou parada cardiorrespiratória são, por exemplo, comuns entre famílias carentes de Taboão da Serra e Embu das Artes, na Grande São Paulo. Jonatan Fadoul, de 18 anos, faz parte da triste estatística feita por assistentes sociais. Nos últimos tempos, segundo a auxiliar de produção Tatiana Fadoul, mãe do rapaz, pelo menos 44 jovens de 13 a 19 anos da região morreram por causa do “loló”, mistura caseira de clorofórmio, éter, formol, tíner e essência de vela.
Jonatan morreu em julho. Era domingo. Tatiana voltava da casa da sogra quando viu um burburinho diante de sua casa. “Quando cheguei encontrei os amigos dele agitados. Eles me contaram onde o Jonatan estava. Corri, mas era tarde.” Ele desmaiou na garupa de uma moto e foi atendido na calçada pelos paramédicos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu. Os amigos negaram que Jonatan morreu por causa da droga. “Meu filho morreu. Mas tinha morrido outro menino 3 dias antes, e outros dois no início da semana. Essa droga está matando aos montes aqui”, diz.
O “loló” é um solvente muito volátil, fácil de inalar. Diferentemente do industrializado produzido na Argentina (à base de cloreto de etila) e contrabandeado para o Brasil, o “loló” é clandestino e feito da mescla de substâncias químicas sem controle. Pode matar por infecção aguda depois de inalado. O efeito é uma sensação de euforia, seguida por depressão. Segundo o Ministério da Justiça, a composição do lança-perfume caseiro é pouco conhecida. Isso complica os atendimentos de urgência.

A psiquiatra Carla Bicca, da diretoria da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e Outras Drogas (Abead), diz que, após invadir os pulmões, as substâncias atingem outros órgãos. “Prejudica muito o estômago e pode queimar as vias aéreas. Se a concentração das substâncias for alta, pode gerar uma congestão pulmonar seguida por parada cardiorrespiratória”, explica.
Marcos Rocha, de 37 anos, pai de Jonatan e presidente da ONG A Firma, que lida com crianças carentes do Jardim Leme, em Taboão, lamenta que os jovens façam a própria mistura e vendam para outros. “O moleque que usa ou vende se acha herói. Aqui não se morre mais de tiro ou cocaína. Agora morrem de lança. A garrafinha de 600 ml sai por R$ 5. É barato. Você vê os moleques no pancadão [baile funk] sempre com elas na mão. Eles usam droga para ter status. Não dá outra, toda segunda é uma fila de mães no IML [Instituto Médico Legal]”, declara.
Para ele, falta informação e apoio do Estado para os jovens da periferia. “Eles fazem a mistura em casa e, quando usam, não percebem os sinais de que o corpo não está aguentando. Acham que é o efeito comum da droga e não é, eles estão morrendo. De repente, caem duros”, diz. “Os jovens se sentem abandonados. A escola é uma droga. Tem moleque de 15 anos que não sabe ler e escrever. Eles ficam revoltados”, relaciona.
Vilma Vieira dos Santos, de 47 anos, fica com os olhos cheios de lágrimas ao lembrar o irmão, José Roberto, de 30. “Ele era trabalhador e muito amoroso com os quatro filhos. Nunca deu a entender que estava com problemas. Quando começei a desconfiar que estava usando drogas, tentei conversar. Ele dizia que não usava nada, não me deixava dar conselhos”, conta. José Roberto, também morador da periferia de Taboão, morreu há 4 meses, vítima da mistura de “loló” com álcool. “Até hoje é muito doído. Agora a gente sabe a dor de perder para as drogas uma pessoa querida, trabalhadora e divertida. A gente não se conforma”, afirma Vilma.
Além dos problemas físicos, a psiquiatra da Abeade lista efeitos psicológicos graves que podem afetar o usuário. “Ele fica mais vulnerável, irritado e tem atitudes reativas. Pode desenvolver uma psicose, depressão ou bipolaridade. Além disso, alucinações são comuns e a pessoa fica fora de si: vê e escuta coisas. É uma droga muito popular entre os jovens”, lamenta.
sábado, 26 de novembro de 2011
Ainda é tempo de aprender
Ainda é tempo de aprender
Com muita disposição, idosos assistem a aulas que misturam informação e cultura e que ainda fortalecem os laços sociais
Talita Boros
talita.boros@folhauniversal.com.br

Em pequenos grupos, eles chegam aos poucos. Bastante animados, todos que entram na sala agem como qualquer aluno de faculdade: enquanto o professor não começa a aula, as conversas se multiplicam e vão desde troca de e-mails até piadinhas e assuntos da atualidade. Tudo parece normal, se não fossem óculos, bengalas e cabelos brancos da maioria dos alunos. Naquela sala, só quem tem mais de 60 anos pode participar da aula.
Os programas de universidades abertas à terceira idade existem em diversas instituições do País. Gratuito, o da Universidade de São Paulo (USP) foi implantado há 17 anos e conta hoje com cerca de 10 mil alunos. Para participar é fácil, basta ter a idade mínima requerida, vontade de aprender e nada mais. “O principal requisito é a disposição”, afirma a geógrafa aposentada Constantina Melfi, de 71 anos, uma das alunas mais antigas da turma e membro da Associação de Alunos da Universidade Aberta à Terceira Idade (AAUATI) da USP.
Os cursos abordam diferentes assuntos e não possuem provas ou testes. A ideia é aprender, trocar experiências e debater – sempre com prazer. “As aulas são para todos, com ou sem estudo superior. Basta saber ler e escrever”, destaca Luiz Roberto Terron, de 65 anos, engenheiro químico e professor da turma. Em média, os cursos duram 4 meses e as inscrições são feitas a cada semestre. A frequência varia de acordo com a proposta de cada um.
No dia em que a reportagem da Folha Universal esteve na USP, a aula do dia era do curso de “Encontros Culturais”, que tem a proposta de contar a história da humanidade através de filmes. Após cada sessão, os alunos fazem um debate. Este é o primeiro curso do qual o arquiteto Gabriel Sister, de 69 anos, participa. Até agora, a experiência foi aprovada. “Eu não considero o curso como estudo. Não há prova, não tem obrigatoriedade. É muito bom aprender a escutar o que as outras pessoas pensam”, destaca.
Frima Herling, de 72 anos, começou a participar das aulas voltadas para idosos logo no começo do programa, em 1995. Até hoje ela acredita já ter concluído pelo menos 20 diferentes cursos. “Às vezes eu via o nome e nem sabia direito o que era, mas me inscrevia mesmo assim. Sempre pensava, se eu não gostar, desisto. E que nada, eu sempre gosto de todos”, lembra, entre risadas. “Aqui nós socializamos e trocamos conhecimento. O melhor para o idoso é não ficar parado. Têm algumas pessoas que envelhecem e ficam isoladas. Eu não quero isso pra mim”, diz Frima.
Juntas, ela e Constantina já participaram de todo o tipo de aula, até mesmo sobre terremotos e vulcões. “Além dos curiosos, também há muitos cursos que são práticos para o dia a dia”, destaca Constantina.
A geriatra Silvia Pereira, presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, aponta diversos benefícios da volta às aulas para os idosos. “Estimula o raciocínio, a memória, a coordenação e todo o pensamento, além do estímulo social, pois quando vai para o curso o idoso se anima, conversa com outras pessoas. Tudo isso é muito favorável para a saúde mental”, aponta.
O professor Terron destaca que a ideia do programa é trazer um leque de conhecimento para os idosos e resume o clima das aulas. “Esses alunos vêm aqui porque querem. É muito diferente dos jovens dos cursos de graduação. Aqui eu não cobro e eles não se sentem cobrados. Aqui eu sou amigo. É diversão e aprendizado”.
O Valor da espera.
O valor da espera
Jovens casais preferem aguardar o momento certo de se unir, sem se importar com a pressão que muitas vezes sofrem
Ivonete Soares
Ivonete.soares@folhauniversal.com.br
Eles resolveram esperar o momento certo e a pessoa certa para se casar. Por isso, enfrentam uma série de dificuldades, tanto a pressão psicológica de alguns amigos como a da própria sociedade, que, inversamente, acaba considerando esse tipo de atitude como do século passado.
Quem resolve se guardar para a pessoa certa e esperar pelo matrimônio para concretizar o sonho de amor muitas vezes é visto como careta e antiquado. Mas será mesmo que a realização pessoal está em ter muitos parceiros, ficar com um e outro e, no final, não achar a pessoa ideal? Como lidar com a atitude extrema de algumas pessoas? Chatear-se? Fechar-se em um mundo paralelo? O que fazer quando o assunto envolve o coração de duas pessoas?
Para o terapeuta de casais Antonio Bastida, se o casal é jovem, enfrenta sempre o preconceito por parte dos amigos, que salientam a necessidade de “viver a vida”, como se o casamento tivesse sido “promovido” a uma opção apenas para pessoas mais velhas. “Não digo que exista uma idade ideal para o casamento, mas posso afirmar que se for baseado em amor, paixão e respeito, ele será bem-sucedido. E digo mais: será uma fonte infinda de momentos felizes”, comenta.
Para Juliana e Washington de Mello, de 29 e de 33 anos, respectivamente, esperar pela pessoa certa e o momento certo foi a decisão mais coerente que tomaram. Eles namoraram durante 4 anos e há 5 estão casados. Ambos chegaram à Igreja Universal bastante jovens e até namoraram outras pessoas, mas quando decidiram ficar juntos, nada foi capaz de separá-los.
Hoje, casados e felizes, eles deixam o recado: “É difícil esperar alguém com tanta oferta ilusória aí fora. Às vezes parece que não existe alguém para você. Porém, quando fazemos a vontade de Deus, no momento certo acontece. Penso que a intenção do coração faz toda a diferença, ou seja, se for a de agradar a Deus e fazer a outra pessoa feliz, então os desejos do coração serão atendidos, pois o valor de esperar é grande perante Ele”, garante Juliana, ao lado do marido.
Terapia do Amor
A Terapia do Amor é uma reunião realizada aos sábados, em todas as sedes estaduais e regionais dos cenáculos do Espírito Santo. Nos encontros, as pessoas recebem orientações de como proceder para obter sucesso nesta área em que há tanto sofrimento. As reuniões acontecem em vários horários, especialmente às 19h.
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
O Sobrenatural

MISTÉRIO: FENÔMENOS PARANORMAIS COMO O OCORRIDO NUM POÇO DA SIBÉRIA, DE ONDE SE OUVEM MILHARES DE HUMANOS GEMENDO A 14 MIL METROS DE PROFUNDIDADE, IMPLORANDO PARA DEIXAR O INFERNO, CONTINUAM SEM NENHUMA EXPLICAÇÃO CIENTÍFICA OU METAFÍSICA HÁ MAIS DE 20 ANOS
NO ESCRITÓRIO DE ADVOCACIA DO DR. ADAM, localizado numa cidadezinha da Baviera, forças estranhas perturbam a paz e o ritmo de trabalho dos funcionários. Seja dia ou seja noite, barulhos ensurdecedores surgem do nada, lâmpadas dançam nos lustres e se estouram sem motivo aparente. Ao mesmo tempo, ocorrem enormes flutuações na energia elétrica, fusíveis saltam da caixa, a campainha dos telefones soam insistentemente. Fichários de mais de 170 kg deslocam-se sozinhos de uma extremidade a outra da sala. Outras vezes, eles se chocam com outros móveis e tombam no chão. Quadros e calendários giram nas paredes. Quando a mobília local parece finalmente estar imóvel, aí são os funcionários que manifestam fenômenos paranormais. Alguns se sentem mal, têm tonturas e sensação de desmaio. Outros relatam que sentem a temperatura local cair mais de dez graus em questão de segundos.
"Nossas piores suspeitas foram confirmadas.
Os gritos não são de um único humano, são gritos de milhões de humanos, como se estivessem
implorando para deixar o inferno"
(Dr. Ulbzer, sobre o "poço das lamentações" na Sibéria)
SEM PERDER TEMPO, A TV ALEMÃ LANÇA DOIS PROGRAMAS ESPECIAIS sobre "A Casa do Dr. Adam". Dias depois da estreia, a Alemanha e o mundo tomam conhecimento da "casa mal-assombrada". Na tentativa de esclarecer o que vem acontecendo no escritório, a TV alemã chama especialistas em Física, sob a direção dos doutores Karger e Zincha, do Instituto de Plasmapsíquica Max-Planck de Munique. Depois de semanas de investigação, a equipe de cientistas admite que "os fenômenos desafiam toda explicação pelos meios de que a física teórica possui, mas são causados por forças inteligentes controladas".
"Como um comunista eu não acredito
em Céu ou na Bíblia, mas como um cientista
eu agora acredito no inferno".
(Dr. Azzacove, em entrevista a uma TV finlandesa, sobre suas impressões sobre o "poço")
ENTRA EM CENA ENTÃO A EQUIPE DE PARAPSICÓLOGOS do Instituto de Parapsicologia da Universidade de Friburgo, chefiada pelo Dr. Hans Bender, que aponta como causa desta fenomenologia a ação "parapsicológica provocada pela funcionária Ana Maria, quando ela está em estado de crise e tensão nervosa". Para o Dr. Bender, o que acontece no escritório é um fenômeno chamado psicocinesia, ou seja, a ação parapsicológica de ordem imaterial e espiritual dos vivos, não dos mortos. "A funcionária consegue descarregar e materializar sua carga de energia nos objetos", explica. "Quase todos nós temos essa capacidade, mas na maioria das pessoas o fenômeno se manifesta de forma menos intensa, por isso elas quase nem percebem", diz. Assim, o mistério foi tido como encerrado.
GEMIDOS E LAMENTAÇÕES NUM POÇO DA SIBÉRIA
CASO AINDA MAIS MISTERIOSO OCORREU EM MEADOS DE 1989, , quando um grupo de geólogos russos fez um poço de 14 mil metros de profundidade na Sibéria. Eles afirmam ter ouvido lamentações que vinham do centro da terra. Depois de gravarem os lamentos, a notícia se espalhou pelo mundo todo. Um jornal da Finlândia publicou a matéria, com relatos dos operários e de estudiosos que ouviram a fita. Dr. Azzacove, depois de semanas investigando a gravação, declarou à TV local: "Como um comunista eu não acredito em Céu ou na Bíblia, mas como um cientista eu agora acredito no inferno".
"Não tem explicação"
(sobre a opinião de todos os cientistas que trabalharam no caso do "poços das lamentações")
SEM CHEGAR A QUALQUER CONCLUSÃO SOBRE O CASO , Dr. Ulbzer começou a tomar conta do caso. Depois de meses de estudo, ele disse à imprensa russa: "Nossas piores suspeitas foram confirmadas. Os gritos não são de um único humano, são gritos de milhões de humanos, como se estivessem implorando para deixar o inferno".
DIFERENTEMENTE DO OCORRIDO NO ESCRITÓRIO DE ADVOCACIA DO DR. ADAM, o mistério sobre os gemidos vindos do poço da Sibéria jamais foi esclarecido. “Não tem explicação”, admitem todos os cientistas que trabalharam no caso. Passados mais de 20 anos, o enigma continua indecifrado.
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
CRUELDADE

MAUS TRATOS A ANIMAIS PODEM REVELAR PERSONALIDADE COM TENDÊNCIAS PSICOPATAS; NOS EUA, POR EXEMPLO, 60% DOS ASSASSINOS E ESTUPRADORES JÁ COMETERAM VIOLÊNCIA CONTRA ANIMAIS ANTES DE PARTIREM PARA A AGRESSÃO A HUMANOS. EXCESSO DE ZELO COM OS BICHOS TAMBÉM SUGERE PROBLEMA
UM GATO PERSA COM OS OLHOS VAZADOS E UMA DAS ORELHAS DILACERADAS. Uma cadela vira-lata obrigada a manter relações sexuais com o dono, alcoólatra. Um cão embebido em gasolina e queimado vivo porque seu dono estava irritado com os latidos dele. Esses são apenas alguns exemplos do que veem, todos os dias, os veterinários do principal um hospital da capital paulista especializado em animais vítimas de maus tratos.
NO OUTRO EXTREMO DA MESMA CIDADE, cachorros e outros bichinhos são levados, pelo motorista particular da família, para fazer tratamento num dos spas para animais mais requintados da América Latina. Eles também frequentam creches exclusivas e compram em lojas de departamentos muito mais chiques e caras que as de "gente de verdade". Na hora de se vestir, nada de roupinha de agropecuária. Esse fiéis amigos do homem procuram estilistas de moda especializados em 'design animal' . Os casaquinhos mais simples têm preço inicial de US$ 200 (cerca de R$ 360). O motorista é orientado a levar três modelos para cada um dos três cachorros, que aguardam a bordo do carro importado.
MAIORIA DOS ASSASSINOS E ESTUPRADORES TEM HISTÓRICO DE VIOLÊNCIA CONTRA ANIMAIS
SEGUNDO OS CIENTISTAS DA UNIVERSIDADE DO ARIZONA, NOS ESTADOS UNIDOS, esses dois tipos de comportamento podem ser sinais de que alguma coisa não vai bem. Os estudos realizados pelos psicólogos americanos mostrou que, entre 45% a 60% dos lares com violência doméstica apresentaram índices maiores de riscos de abuso contra crianças. "Tanto as crianças como os animais são vítimas silenciosas da brutalidade doméstica; muitas vezes são vítimas invisíveis", alertam. A violência contra animais de estimação, portanto, é sempre um indicador de lares caóticos, no qual a segurança das crianças está em risco.
OS PESQUISADORES PUDERAM CONCLUIR, TAMBÉM, que a maioria dos assassinos e estupradores dos Estados Unidos já praticou algum tipo de violência contra animais de estimação antes de se tornar um criminoso.
"SE ALGUÉM QUER TRANSFORMAR O ANIMAL
DE ESTIMAÇÃO NUM SER HUMANO, NA VERDADE QUEM
NÃO ESTÁ BEM É ELA MESMA, E NÃO O ANIMAL"
JÁ AS PERSONALIDADES COM TENDÊNCIAS À DEPRESSÃO, as muito reprimidas e até mesmo casos mais graves, como doenças obsessivas e bipolaridade, podem ser descobertas por meio da relação dessas pessoas com seus animais de estimação. Nesses casos, um dos possíveis sintomas dessas doenças são os excessos de cuidado com o animal. "Se alguém quer transformar, a todo custo, o animal de estimação em um ser humano, na verdade quem não está bem é ela mesma, não o animal", explicam os cientistas do Arizona.
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