quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Nova droga russa- chamada KROKODIL. Quem quer usar?

 Nova droga russa- chamada KROKODIL. Quem quer usar?

Uma droga barata, que está sendo consumida por um número cada vez maior de pessoas e tem efeitos colaterais bizarros. Essa é a krokodil (que em russo significa crocodilo), uma alternativa ao uso da heroína que está fazendo vítimas por toda a Rússia.

O nome vem de uma das consequências mais comuns ao uso, a pele da pessoa passa a ter um tom esverdeado e cheia de escamas, como a de um crocodilo. Ela é a desomorfina, um opióide 8 a 10 vezes mais potente que a morfina. O problema maior nesta droga russa é a maneira como o produto é feito.

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O krokodil é feito a partir da codeína, um analgésico opióide que pode ser comprado em qualquer farmácia russa sem receita médica, assim como acontece com analgésicos mais fracos no Brasil. A pessoa sintetiza a droga em uma cozinha usando produtos como gasolina, solvente, ácido hidroclorídrico, iodo e fósforo vermelho, que é obtido de caixas de fósforo comuns, além dos comprimidos de codeína.

Logicamente nenhum destes ingredientes é ideal e o produto final não é nem um pouco puro, mas o resultado para o usuário é satisfatório. A consequência de se colocar tantos produtos químicos na veia é a irritação da pele, que com pouco tempo passa a ter uma aparência escamosa. A área onde o krokodil é injetado começa a gangrenar, depois a pele começa a cair até expor os músculos e ossos.

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Casos de viciados precisando de amputação ou da limpeza de grandes áreas apodrecidas em seus corpos são cada vez mais comuns em salas de emergência dos hospitais daquele país. A dificuldade em se combater o uso desta droga está na pouca ajuda que o governo dá a centros de reabilitação e na grande facilidade na produção, afinal basta uma cozinha e o conhecimento de como se “cozinhar” o produto. Largar o krokodil pode ser uma tarefa extremamente difícil. A desintoxicação é muito lenta e o usuário sente náuseas e dores por até um mês, sendo que conseguir uma nova dose é muito fácil. Sequelas físicas e mentais do uso contínuo do krokodil podem ficar para sempre.
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O krokodil pode acabar matando o usuário recorrente em mais ou menos 2 anos e são raros os casos de pessoas que se livraram do vício. A migração deles de uma droga para outra é explicada pelo valor da dose. Cada uso de heroína pode custar na Rússia 150 Dólares (270 Reais), já o krokodil custa em média 8 Dólares (aproximadamente 14 Reais). Um problema na alternativa mais barata é a duração dos efeitos, que são muito menores.
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Enquanto os efeitos da heroína podem durar 8 horas, o krokodil dura com sorte 90 minutos. Como produzir a droga leva mais ou menos uma hora, a pessoa passa a viver apenas para produzir e injetar.
krokodil pernas costuradas
No Brasil, a codeína é vendida apenas com receita médica, mas na Rússia o produto é o analgésico mais popular do país. Usada por praticamente a metade da população, ela é responsável por cerca de 25% do lucro de algumas farmácias. Por este motivo a indústria farmacêutica e os empresários do ramo lutam para que o governo não torne a droga restrita à venda com prescrição.
krokodil pernas escurecidas
Outros países onde a codeína é vendida sem receita são o Canadá, Israel, Austrália, França e Japão. Neles existe um grande risco do krokodil se tornar uma epidemia como a que atinge atualmente a Rússia. Abaixo você verá dois vídeos mostrando os resultados nefastos do uso desta droga.


Eu poderia terminar este texto dizendo que ninguém deveria usar esta droga sequer uma vez, mas ninguém procura uma alternativa tão tóxica e mortal porque vai usar só uma vez. Usuários de krokodil já estão migrando de outras drogas pois não podem sustentar o próprio vício. O melhor conselho que qualquer pessoa pode lhe dar é para que você jamais experimente nenhuma droga ilegal.

A droga é uma alternativa barata à heroína. Porém, ela causa necrose no local onde é aplicada, expondo ossos e músculos.

Esta chovendo mulher no Brasil, Mostra pesquisa


"ESTÁ CHOVENDO MULHER NO BRASIL", MOSTRA PESQUISA

"SOZINHAS NA MULTIDÃO": BRASIL TEM 30 MILHÕES DE SOLTEIRAS, SENDO QUE 20 MILHÕES TÊM ENTRE 20 E 40 ANOS, NUNCA SE CASARAM, NEM PRETENDEM SE CASAR



SEJA POR OPÇÃO OU CONTINGÊNCIA, o fato é que nunca houve tanta mulher sozinha no mundo. E a causa para esse crescente número de "solitárias" está longe de ser a escassez de homens. Prova disso é que o último censo do IBGE, realizado no ano passado, mostrou que em todo o Brasil existem mais de 62 milhões de solteiros: cerca de 32 milhões de homens e 30 milhões de mulheres. Existem no País, portanto, algo em torno de 2 milhões de homens sem uma parceira.

O LEVANTAMENTO MOSTROU também que existam cerca de 20 milhões de brasileiras entre 30 e 40 anos que ainda não se casaram. Grande parte desse grupo afirma não se importar com essa situação uma vez que o matrimônio não é uma meta de vida. Mais da metade desse universo (53%) não pretende se casar.

NOS ESTADOS UNIDOS, a porcentagem de mulheres dessa mesma faixa etária que preferiu a vida de solteira, era, há 30 anos, por volta de 6%. Esse índice cresceu vertiginosamente de lá para cá. Hoje, elas já são 22%. De acordo com especialistas, a ascensão da mulher no mercado de trabalho, em boa parte do mundo, é um fator preponderante na hora de escolher entre vida sentimental e profissional.

BALZAQUIANAS ONTEM E HOJE

EM 1986, a probabilidade de uma mulher de 35 anos se casar era de 5%. Em 2001 sociólogos da Universidade de Princeton corrigiram a conta – "as chances de encontrar companheiro são de 97% entre mulheres brancas com curso superior aos 35 anos". Mesmo assim, seja por escolha ou motivos de perda ou separação, a mulher tem, sim, optado bem mais por ficar sozinha que há duas ou três décadas.

APESAR DA MUDANÇA de comportamento generalizada, as solteiras ainda sofrem preconceitos, mas um preconceito "camuflado", dizem os cientistas sociais. É o que confessa sentir a arquiteta Gabriela, de 38 anos que, sozinha, sustenta a filha. "Aguentar as brincadeirinhas e ser rotulada de encalhada a todo momento não é fácil", diz. "Mesmo assim, casar não está nos meus planos", completa.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Não diga eu vou usar DROGAS, mais não vou me tornar viciado. Porque meu amigo ela é mais forte do que você imagina.(veja)

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Vivendo de aparência

O que fazer quando o casal tem relacionamento ruim e passa a viver de fachada?

Redação

redacao@folhauniversal.com.br

Geralmente eles aparentam ter a relação perfeita e almejada de todo solteiro e até mesmo de outros casais. Mas, ao conhecer a “realidade” deles todo o encanto desaparece. Estamos falando dos casais que vivem de aparência, ou seja, exteriormente felizes, porém, entre, quatro paredes, frustrados, tristes e magoados um com o outro. Quando estão sozinhos, não suportam a presença do outro, brigam por tudo e, quase sempre, permanecem em lugares separados – mesmo sob o mesmo teto.


Para a terapeuta familiar Margarete Volpi, há diversas razões para que um casal deixe de ter um relacionamento saudável, porém simplesmente dizer que vive de aparência nem sempre é uma definição tão simples. Até porque, explica, sempre existe um motivo para as pessoas permanecerem juntas. “Na maioria das vezes, considera-se um casamento de aparência o relacionamento conjugal que é inexistente. Mas matrimônio não é somente o relacionamento a dois, ele envolve vários outros aspectos que também podem ser funcionais”, explica.


Para o casal Marilice e Álvaro de Lima, de 64 e 63 anos, respectivamente, o desrespeito e a desunião entre ambos contribuíram para que durante mais de duas décadas vivessem, literalmente, de aparências.


“As pessoas que nos conheciam e viam de fora, nos admiravam, mas a realidade era outra. Certa vez, o diretor da escola da nossa filha disse que éramos um exemplo de família feliz para os pais e professores, porém, eles nem imaginavam a infelicidade que carregávamos”, confessa Álvaro.


Mesmo em meio aos problemas, continuou, o casal mantinha a postura. “Lembro que na formatura da minha filha, minha esposa e eu dançamos valsa, sorrimos, tal como uma família feliz. Entretanto, ela me dizia que sentia nojo de mim por tudo que estávamos vivendo e que estava dançando só para não me envergonhar”, relembra.


Mudança


Vencer o problema não é impossível e há, sim, outras soluções além do divórcio, como explica Margarete. “Sempre existe um motivo para as pessoas permanecerem juntas, então o melhor a fazer é buscar a fundo o entendimento das mágoas e recomeçar a relação”, aconselha.


Para Álvaro e Marilice, a solução chegou quando ambos conheceram a Deus e, a partir daí, puderam limparse de todas as mazelas que os afastavam um do outro. “Deus fez uma limpeza em nossos corações, perdoamos um ao outro e, hoje, temos, de fato, uma família unida”, conta Álvaro.


Colaborou: Thais Toledo


Terapia do Amor


A Terapia do Amor é uma reunião realizada aos sábados, em todas as sedes estaduais e regionais dos cenáculos do Espírito Santo. Nos encontros, as pessoas recebem orientações de como proceder para obter sucesso nesta área em que há tanto sofrimento. As reuniões acontecem em vários horários, especialmente às 19h.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Sexo casual



"AMIGO COM BENEFÍCIOS": UMA EM CADA TRÊS MULHERES ADULTAS ADMITE JÁ TER FEITO SEXO OU MANTER RELAÇÕES SEXUAIS ESPORÁDICAS COM UM AMIGO, REVELAM PESQUISADORES BRITÂNICOS



UMA PESQUISA REALIZADA RECENTEMENTE PELO SITE MYCELEBRITYFASHION, no Reino Unido, e divulgada esta semana pelo jornal O Estado de S. Paulo, mostrou que uma em cada três mulheres solteiras já fez sexo com um amigo. Como justificativa para esse tipo de comportamento, metade disse que não quer saber de compromisso sério; 19% querem só se divertir e apenas 8% estão pensando em levar a relação adiante. Ao todo foram ouvidas 2.168 mulheres.

QUANDO QUESTIONADAS SOBRE COMO ELAS VEEM ESSE "AMIGO", 62% disseram que eles são realmente "apenas amigos" e 34% admitiram que são "amigos com benefícios", ou seja, a quem elas recorrem esporadicamente para ter relações sexuais sem, contudo, haver comprometimento entre os dois.

SEGUNDO MATÉRIA PUBLICADA POR ESPECIALISTAS NO JORNAL DAILY MAIL, o aumento da popularidade desse tipo de relacionamento, que vem sendo chamado de "amigo com benefícios", se deve à atual falta de pressa das mulheres para se envolverem em uma relação mais séria.

UM PAÍS LIBERAL: SEXO EXPLÍCITO NAS RUAS HOLANDESAS

O GOVERNO HOLANDES, DE OLHO NO GRANDE INTERESSE SEXUAL DA POPULAÇÃO, decidiu liberar as relações sexuais em local público, como praças e ruas pouco movimentadas, "desde que os casais não perturbem a terceiros", adverte o governo. Lá, os serviços sexuais são oferecidos aos montes e não é caracterizado crime.

domingo, 27 de novembro de 2011

Veneno caseiro

Veneno caseiro

Lança-perfume de fundo de quintal mata jovens da periferia e revela um problema cada vez mais comum em festas na Grande São Paulo

Talita Boros

talita.boros@folhauniversal.com.br


Muito além dos antigos e saudosos carnavais, o lança-perfume se transformou e virou uma droga feita em casa, cada vez mais acessível e mortal. Jovens da periferia são as principais vítimas. Casos de morte por falência múltipla dos órgãos ou parada cardiorrespiratória são, por exemplo, comuns entre famílias carentes de Taboão da Serra e Embu das Artes, na Grande São Paulo. Jonatan Fadoul, de 18 anos, faz parte da triste estatística feita por assistentes sociais. Nos últimos tempos, segundo a auxiliar de produção Tatiana Fadoul, mãe do rapaz, pelo menos 44 jovens de 13 a 19 anos da região morreram por causa do “loló”, mistura caseira de clorofórmio, éter, formol, tíner e essência de vela.


Jonatan morreu em julho. Era domingo. Tatiana voltava da casa da sogra quando viu um burburinho diante de sua casa. “Quando cheguei encontrei os amigos dele agitados. Eles me contaram onde o Jonatan estava. Corri, mas era tarde.” Ele desmaiou na garupa de uma moto e foi atendido na calçada pelos paramédicos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu. Os amigos negaram que Jonatan morreu por causa da droga. “Meu filho morreu. Mas tinha morrido outro menino 3 dias antes, e outros dois no início da semana. Essa droga está matando aos montes aqui”, diz.


O “loló” é um solvente muito volátil, fácil de inalar. Diferentemente do industrializado produzido na Argentina (à base de cloreto de etila) e contrabandeado para o Brasil, o “loló” é clandestino e feito da mescla de substâncias químicas sem controle. Pode matar por infecção aguda depois de inalado. O efeito é uma sensação de euforia, seguida por depressão. Segundo o Ministério da Justiça, a composição do lança-perfume caseiro é pouco conhecida. Isso complica os atendimentos de urgência.



A psiquiatra Carla Bicca, da diretoria da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e Outras Drogas (Abead), diz que, após invadir os pulmões, as substâncias atingem outros órgãos. “Prejudica muito o estômago e pode queimar as vias aéreas. Se a concentração das substâncias for alta, pode gerar uma congestão pulmonar seguida por parada cardiorrespiratória”, explica.


Marcos Rocha, de 37 anos, pai de Jonatan e presidente da ONG A Firma, que lida com crianças carentes do Jardim Leme, em Taboão, lamenta que os jovens façam a própria mistura e vendam para outros. “O moleque que usa ou vende se acha herói. Aqui não se morre mais de tiro ou cocaína. Agora morrem de lança. A garrafinha de 600 ml sai por R$ 5. É barato. Você vê os moleques no pancadão [baile funk] sempre com elas na mão. Eles usam droga para ter status. Não dá outra, toda segunda é uma fila de mães no IML [Instituto Médico Legal]”, declara.


Para ele, falta informação e apoio do Estado para os jovens da periferia. “Eles fazem a mistura em casa e, quando usam, não percebem os sinais de que o corpo não está aguentando. Acham que é o efeito comum da droga e não é, eles estão morrendo. De repente, caem duros”, diz. “Os jovens se sentem abandonados. A escola é uma droga. Tem moleque de 15 anos que não sabe ler e escrever. Eles ficam revoltados”, relaciona.


Vilma Vieira dos Santos, de 47 anos, fica com os olhos cheios de lágrimas ao lembrar o irmão, José Roberto, de 30. “Ele era trabalhador e muito amoroso com os quatro filhos. Nunca deu a entender que estava com problemas. Quando começei a desconfiar que estava usando drogas, tentei conversar. Ele dizia que não usava nada, não me deixava dar conselhos”, conta. José Roberto, também morador da periferia de Taboão, morreu há 4 meses, vítima da mistura de “loló” com álcool. “Até hoje é muito doído. Agora a gente sabe a dor de perder para as drogas uma pessoa querida, trabalhadora e divertida. A gente não se conforma”, afirma Vilma.


Além dos problemas físicos, a psiquiatra da Abeade lista efeitos psicológicos graves que podem afetar o usuário. “Ele fica mais vulnerável, irritado e tem atitudes reativas. Pode desenvolver uma psicose, depressão ou bipolaridade. Além disso, alucinações são comuns e a pessoa fica fora de si: vê e escuta coisas. É uma droga muito popular entre os jovens”, lamenta.

sábado, 26 de novembro de 2011

Ainda é tempo de aprender

Ainda é tempo de aprender

Com muita disposição, idosos assistem a aulas que misturam informação e cultura e que ainda fortalecem os laços sociais

Talita Boros

talita.boros@folhauniversal.com.br


Em pequenos grupos, eles chegam aos poucos. Bastante animados, todos que entram na sala agem como qualquer aluno de faculdade: enquanto o professor não começa a aula, as conversas se multiplicam e vão desde troca de e-mails até piadinhas e assuntos da atualidade. Tudo parece normal, se não fossem óculos, bengalas e cabelos brancos da maioria dos alunos. Naquela sala, só quem tem mais de 60 anos pode participar da aula.


Os programas de universidades abertas à terceira idade existem em diversas instituições do País. Gratuito, o da Universidade de São Paulo (USP) foi implantado há 17 anos e conta hoje com cerca de 10 mil alunos. Para participar é fácil, basta ter a idade mínima requerida, vontade de aprender e nada mais. “O principal requisito é a disposição”, afirma a geógrafa aposentada Constantina Melfi, de 71 anos, uma das alunas mais antigas da turma e membro da Associação de Alunos da Universidade Aberta à Terceira Idade (AAUATI) da USP.


Os cursos abordam diferentes assuntos e não possuem provas ou testes. A ideia é aprender, trocar experiências e debater – sempre com prazer. “As aulas são para todos, com ou sem estudo superior. Basta saber ler e escrever”, destaca Luiz Roberto Terron, de 65 anos, engenheiro químico e professor da turma. Em média, os cursos duram 4 meses e as inscrições são feitas a cada semestre. A frequência varia de acordo com a proposta de cada um.


No dia em que a reportagem da Folha Universal esteve na USP, a aula do dia era do curso de “Encontros Culturais”, que tem a proposta de contar a história da humanidade através de filmes. Após cada sessão, os alunos fazem um debate. Este é o primeiro curso do qual o arquiteto Gabriel Sister, de 69 anos, participa. Até agora, a experiência foi aprovada. “Eu não considero o curso como estudo. Não há prova, não tem obrigatoriedade. É muito bom aprender a escutar o que as outras pessoas pensam”, destaca.


Frima Herling, de 72 anos, começou a participar das aulas voltadas para idosos logo no começo do programa, em 1995. Até hoje ela acredita já ter concluído pelo menos 20 diferentes cursos. “Às vezes eu via o nome e nem sabia direito o que era, mas me inscrevia mesmo assim. Sempre pensava, se eu não gostar, desisto. E que nada, eu sempre gosto de todos”, lembra, entre risadas. “Aqui nós socializamos e trocamos conhecimento. O melhor para o idoso é não ficar parado. Têm algumas pessoas que envelhecem e ficam isoladas. Eu não quero isso pra mim”, diz Frima.


Juntas, ela e Constantina já participaram de todo o tipo de aula, até mesmo sobre terremotos e vulcões. “Além dos curiosos, também há muitos cursos que são práticos para o dia a dia”, destaca Constantina.


A geriatra Silvia Pereira, presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, aponta diversos benefícios da volta às aulas para os idosos. “Estimula o raciocínio, a memória, a coordenação e todo o pensamento, além do estímulo social, pois quando vai para o curso o idoso se anima, conversa com outras pessoas. Tudo isso é muito favorável para a saúde mental”, aponta.


O professor Terron destaca que a ideia do programa é trazer um leque de conhecimento para os idosos e resume o clima das aulas. “Esses alunos vêm aqui porque querem. É muito diferente dos jovens dos cursos de graduação. Aqui eu não cobro e eles não se sentem cobrados. Aqui eu sou amigo. É diversão e aprendizado”.

O Valor da espera.

O valor da espera

Jovens casais preferem aguardar o momento certo de se unir, sem se importar com a pressão que muitas vezes sofrem

Ivonete Soares

Ivonete.soares@folhauniversal.com.br

Eles resolveram esperar o momento certo e a pessoa certa para se casar. Por isso, enfrentam uma série de dificuldades, tanto a pressão psicológica de alguns amigos como a da própria sociedade, que, inversamente, acaba considerando esse tipo de atitude como do século passado.


Quem resolve se guardar para a pessoa certa e esperar pelo matrimônio para concretizar o sonho de amor muitas vezes é visto como careta e antiquado. Mas será mesmo que a realização pessoal está em ter muitos parceiros, ficar com um e outro e, no final, não achar a pessoa ideal? Como lidar com a atitude extrema de algumas pessoas? Chatear-se? Fechar-se em um mundo paralelo? O que fazer quando o assunto envolve o coração de duas pessoas?


Para o terapeuta de casais Antonio Bastida, se o casal é jovem, enfrenta sempre o preconceito por parte dos amigos, que salientam a necessidade de “viver a vida”, como se o casamento tivesse sido “promovido” a uma opção apenas para pessoas mais velhas. “Não digo que exista uma idade ideal para o casamento, mas posso afirmar que se for baseado em amor, paixão e respeito, ele será bem-sucedido. E digo mais: será uma fonte infinda de momentos felizes”, comenta.


Para Juliana e Washington de Mello, de 29 e de 33 anos, respectivamente, esperar pela pessoa certa e o momento certo foi a decisão mais coerente que tomaram. Eles namoraram durante 4 anos e há 5 estão casados. Ambos chegaram à Igreja Universal bastante jovens e até namoraram outras pessoas, mas quando decidiram ficar juntos, nada foi capaz de separá-los.


Hoje, casados e felizes, eles deixam o recado: “É difícil esperar alguém com tanta oferta ilusória aí fora. Às vezes parece que não existe alguém para você. Porém, quando fazemos a vontade de Deus, no momento certo acontece. Penso que a intenção do coração faz toda a diferença, ou seja, se for a de agradar a Deus e fazer a outra pessoa feliz, então os desejos do coração serão atendidos, pois o valor de esperar é grande perante Ele”, garante Juliana, ao lado do marido.


Terapia do Amor


A Terapia do Amor é uma reunião realizada aos sábados, em todas as sedes estaduais e regionais dos cenáculos do Espírito Santo. Nos encontros, as pessoas recebem orientações de como proceder para obter sucesso nesta área em que há tanto sofrimento. As reuniões acontecem em vários horários, especialmente às 19h.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

O Sobrenatural


MISTÉRIO: FENÔMENOS PARANORMAIS COMO O OCORRIDO NUM POÇO DA SIBÉRIA, DE ONDE SE OUVEM MILHARES DE HUMANOS GEMENDO A 14 MIL METROS DE PROFUNDIDADE, IMPLORANDO PARA DEIXAR O INFERNO, CONTINUAM SEM NENHUMA EXPLICAÇÃO CIENTÍFICA OU METAFÍSICA HÁ MAIS DE 20 ANOS


NO ESCRITÓRIO DE ADVOCACIA DO DR. ADAM, localizado numa cidadezinha da Baviera, forças estranhas perturbam a paz e o ritmo de trabalho dos funcionários. Seja dia ou seja noite, barulhos ensurdecedores surgem do nada, lâmpadas dançam nos lustres e se estouram sem motivo aparente. Ao mesmo tempo, ocorrem enormes flutuações na energia elétrica, fusíveis saltam da caixa, a campainha dos telefones soam insistentemente. Fichários de mais de 170 kg deslocam-se sozinhos de uma extremidade a outra da sala. Outras vezes, eles se chocam com outros móveis e tombam no chão. Quadros e calendários giram nas paredes. Quando a mobília local parece finalmente estar imóvel, aí são os funcionários que manifestam fenômenos paranormais. Alguns se sentem mal, têm tonturas e sensação de desmaio. Outros relatam que sentem a temperatura local cair mais de dez graus em questão de segundos.

"Nossas piores suspeitas foram confirmadas.

Os gritos não são de um único humano, são gritos de milhões de humanos, como se estivessem

implorando para deixar o inferno"

(Dr. Ulbzer, sobre o "poço das lamentações" na Sibéria)

SEM PERDER TEMPO, A TV ALEMÃ LANÇA DOIS PROGRAMAS ESPECIAIS sobre "A Casa do Dr. Adam". Dias depois da estreia, a Alemanha e o mundo tomam conhecimento da "casa mal-assombrada". Na tentativa de esclarecer o que vem acontecendo no escritório, a TV alemã chama especialistas em Física, sob a direção dos doutores Karger e Zincha, do Instituto de Plasmapsíquica Max-Planck de Munique. Depois de semanas de investigação, a equipe de cientistas admite que "os fenômenos desafiam toda explicação pelos meios de que a física teórica possui, mas são causados por forças inteligentes controladas".

"Como um comunista eu não acredito

em Céu ou na Bíblia, mas como um cientista

eu agora acredito no inferno".

(Dr. Azzacove, em entrevista a uma TV finlandesa, sobre suas impressões sobre o "poço")

ENTRA EM CENA ENTÃO A EQUIPE DE PARAPSICÓLOGOS do Instituto de Parapsicologia da Universidade de Friburgo, chefiada pelo Dr. Hans Bender, que aponta como causa desta fenomenologia a ação "parapsicológica provocada pela funcionária Ana Maria, quando ela está em estado de crise e tensão nervosa". Para o Dr. Bender, o que acontece no escritório é um fenômeno chamado psicocinesia, ou seja, a ação parapsicológica de ordem imaterial e espiritual dos vivos, não dos mortos. "A funcionária consegue descarregar e materializar sua carga de energia nos objetos", explica. "Quase todos nós temos essa capacidade, mas na maioria das pessoas o fenômeno se manifesta de forma menos intensa, por isso elas quase nem percebem", diz. Assim, o mistério foi tido como encerrado.

GEMIDOS E LAMENTAÇÕES NUM POÇO DA SIBÉRIA

CASO AINDA MAIS MISTERIOSO OCORREU EM MEADOS DE 1989, , quando um grupo de geólogos russos fez um poço de 14 mil metros de profundidade na Sibéria. Eles afirmam ter ouvido lamentações que vinham do centro da terra. Depois de gravarem os lamentos, a notícia se espalhou pelo mundo todo. Um jornal da Finlândia publicou a matéria, com relatos dos operários e de estudiosos que ouviram a fita. Dr. Azzacove, depois de semanas investigando a gravação, declarou à TV local: "Como um comunista eu não acredito em Céu ou na Bíblia, mas como um cientista eu agora acredito no inferno".

"Não tem explicação"

(sobre a opinião de todos os cientistas que trabalharam no caso do "poços das lamentações")

SEM CHEGAR A QUALQUER CONCLUSÃO SOBRE O CASO , Dr. Ulbzer começou a tomar conta do caso. Depois de meses de estudo, ele disse à imprensa russa: "Nossas piores suspeitas foram confirmadas. Os gritos não são de um único humano, são gritos de milhões de humanos, como se estivessem implorando para deixar o inferno".

DIFERENTEMENTE DO OCORRIDO NO ESCRITÓRIO DE ADVOCACIA DO DR. ADAM, o mistério sobre os gemidos vindos do poço da Sibéria jamais foi esclarecido. “Não tem explicação”, admitem todos os cientistas que trabalharam no caso. Passados mais de 20 anos, o enigma continua indecifrado.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

CRUELDADE



MAUS TRATOS A ANIMAIS PODEM REVELAR PERSONALIDADE COM TENDÊNCIAS PSICOPATAS; NOS EUA, POR EXEMPLO, 60% DOS ASSASSINOS E ESTUPRADORES JÁ COMETERAM VIOLÊNCIA CONTRA ANIMAIS ANTES DE PARTIREM PARA A AGRESSÃO A HUMANOS. EXCESSO DE ZELO COM OS BICHOS TAMBÉM SUGERE PROBLEMA


UM GATO PERSA COM OS OLHOS VAZADOS E UMA DAS ORELHAS DILACERADAS. Uma cadela vira-lata obrigada a manter relações sexuais com o dono, alcoólatra. Um cão embebido em gasolina e queimado vivo porque seu dono estava irritado com os latidos dele. Esses são apenas alguns exemplos do que veem, todos os dias, os veterinários do principal um hospital da capital paulista especializado em animais vítimas de maus tratos.

NO OUTRO EXTREMO DA MESMA CIDADE, cachorros e outros bichinhos são levados, pelo motorista particular da família, para fazer tratamento num dos spas para animais mais requintados da América Latina. Eles também frequentam creches exclusivas e compram em lojas de departamentos muito mais chiques e caras que as de "gente de verdade". Na hora de se vestir, nada de roupinha de agropecuária. Esse fiéis amigos do homem procuram estilistas de moda especializados em 'design animal' . Os casaquinhos mais simples têm preço inicial de US$ 200 (cerca de R$ 360). O motorista é orientado a levar três modelos para cada um dos três cachorros, que aguardam a bordo do carro importado.

MAIORIA DOS ASSASSINOS E ESTUPRADORES TEM HISTÓRICO DE VIOLÊNCIA CONTRA ANIMAIS

SEGUNDO OS CIENTISTAS DA UNIVERSIDADE DO ARIZONA, NOS ESTADOS UNIDOS, esses dois tipos de comportamento podem ser sinais de que alguma coisa não vai bem. Os estudos realizados pelos psicólogos americanos mostrou que, entre 45% a 60% dos lares com violência doméstica apresentaram índices maiores de riscos de abuso contra crianças. "Tanto as crianças como os animais são vítimas silenciosas da brutalidade doméstica; muitas vezes são vítimas invisíveis", alertam. A violência contra animais de estimação, portanto, é sempre um indicador de lares caóticos, no qual a segurança das crianças está em risco.

OS PESQUISADORES PUDERAM CONCLUIR, TAMBÉM, que a maioria dos assassinos e estupradores dos Estados Unidos já praticou algum tipo de violência contra animais de estimação antes de se tornar um criminoso.

"SE ALGUÉM QUER TRANSFORMAR O ANIMAL

DE ESTIMAÇÃO NUM SER HUMANO, NA VERDADE QUEM

NÃO ESTÁ BEM É ELA MESMA, E NÃO O ANIMAL"

JÁ AS PERSONALIDADES COM TENDÊNCIAS À DEPRESSÃO, as muito reprimidas e até mesmo casos mais graves, como doenças obsessivas e bipolaridade, podem ser descobertas por meio da relação dessas pessoas com seus animais de estimação. Nesses casos, um dos possíveis sintomas dessas doenças são os excessos de cuidado com o animal. "Se alguém quer transformar, a todo custo, o animal de estimação em um ser humano, na verdade quem não está bem é ela mesma, não o animal", explicam os cientistas do Arizona.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

BLOCO DE AJUDA AOS DEPENDENTEDES QUIMICOS LEVA SUA EXPERIENCIA DE VIDA AOS INTERNOS DA VILA MARIA UI BELEM.


O Pastor GeraldoVilhena inicia o Evento fazendo oração da fé em favor

Dos internos, familiares e para todos os presentes. Em seguida apresenta o bloco de ajuda aos dependentes químicos, que estão ali para passar a experiência vivida no mundo das drogas e do crime, e responder toda a duvida que os internos tenham.



Amauri inicia seu testemunho dizendo que não está ali para criticar

Ninguém, e sim com o principal objetivo de fazer uma palestra esclarecedora.

Tem hoje 36 anos e começou a se envolver com drogas aos 11 anos de idade, provou todo tipo de droga que existe logo estava no trafico de drogas, armas e munição. Atualmente os traficantes não deixam

As mães sequer interar seus filhos, eles eliminam e somem com o corpo esquartejam e queimam. Ele diz que vários amigos seus já morreram nas mãos dos traficantes e DEUS tem livrado suas vidas para que tenham a oportunidade de ter um encontro com ele.





Lais comenta no seu depoimento que morou com sua família na rua debaixo da ponte, sua casa foi queimada pelos traficantes. Meu pai se drogava e roubava de dentro de casa para consumir drogas.

Eu pude ver que a droga transforma a pessoa em um verdadeiro

Monstro. Revela que seu pai tentou tirar a própria vida por varias

Vezes, ele sofria de uma depressão profunda. O salário da sua minha mãe era pagar as drogas que seu pai consumia. Foi para o mundo da prostituição e das drogas na seqüência. Para ela DEUS não existia, ela tentou matar seu filho ainda na barriga. E quando ele tinha apenas um ano tentou matar novamente, tudo por causa das drogas e do crime. Então percebendo que todos os que estavam com ela nas drogas e no crime foram mortos, pensou vou ser a próxima da lista. Então tomou uma atitude e foi buscar a DEUS na igreja teve um encontro com DEUS se libertou das drogas e ajudou seu pai a sair das drogas, hoje ele está liberto. Diz então DEUS mudou completamente minha vida, não espere mais jovens entregue sua vida a JESUS CRISTO.


Este jovem ajudou a sua família que estava perdida a encontrar-se com o Senhor Jesus.


Robson diz pelo que observamos a historia é sempre a mesmo o que muda é apenas o personagem, mais o sofrimento é igual para todos que se envolvem nas drogas e no crime. Muitos dos jovens entram neste mundo das drogas por simples curiosidade. Eu comecei a usar drogas aos 14 anos dentro da escola e para sustentar meu vicio comecei a roubar carro e moto.

Quando nos drogamos temos um ar de heroísmo para praticar

Qualquer delito, mas depois que o efeito da droga passa o vazio e.

Muito grande, nos sentimos um lixo. Infelizmente o encontro com DEUS somente acontece depois de um processo muito doloroso. Perdi uma parte de meu corpo para poder tomar uma atitude e deixar o mundo do crime. Quando acordou no Hospital sem um pedaço do corpo quem estava ao seu lado era sua mãe. Quando estamos nas drogas e no crime não pensamos nas conseqüências e muito menos em nossa família.


PERGUNTAS:

Adolescente pergunta:

Você já teve alguma over dose?

Robson responde:

Robson responde sim passei por duas over doses

Adolescente pergunta:

Você já matou alguém quando estava nas drogas e no crime?

Robson responde:

Não matei, mais presenciei a morte de um rapaz na biqueira.

Adolescente pergunta:

O que você sentia quando cheirava cocaína é uma sensação boa?

Robson responde:

Claro que a sensação e muito boa, por isto não foi fácil.

Libertar-me dela. Eu tinha tanta sede na cocaína que somente

De pensar nela eu sentia vontade de ir ao banheiro. De tanto

Que eu estava dependente da droga.

Obreiro pergunta:

Robson você colocou em risco sua família quando estava no crime?

Robson responde:

Sim coloquei em risco minha família, porque o crime eles são covardes.

Se não consegue te pegar, vão atingir sua família, isto é fato.

Obreira pergunta:

Robson qual a situação que ficou marcada relacionada

Com sua mãe enquanto você estava no crime?

Robson responde:

Sim esta cena ficou muito marcada na minha vida, eu roubei um carro.

E não sabia que era de um policial. Eles foram arrebentado a porta

Da minha casa já com o revolver no gatilho para me matar.

Minha mãe correu se colocou na frente do policial abriu a camisola

E disse para policial para matar ele vai ter que atirar primeiro em mim. Então os policias já percebendo o movimento lá fora na rua, não.

Atiraram em mim nem na minha mãe. A minha mãe colocou sua vida

Em risco por amor a mim.

Adolescente pergunta?

Amauri quantos dias você ficou drogado direto?

Amauri responde:

Sim fiquei muito louco por 08 dias consecutivos cheirando cocaína.

Robson faz uma pergunta para adolescente:

Qual seu sonho jovem?

Adolescente responde:

Construir uma família, possuir uma casa própria.

Robson então diz, eu tenho 43 anos e não vi ainda um cara.

Que tenha se aposentando no mundo do crime. Ou que esteja

Bem financeiramente.

Robson pede a ajuda de alguns adolescentes para mostrar o que

Conseguiu perder por ter se envolvido nas drogas e no crime.

Ele tira sua prótese na perna, pois perdeu metade da perna.

Quando se drogou muito e foi andar de moto no caminho

Sofreu serio acidente e acordou somente no leito da UTI

De um Hospital sem a perna e perdeu também o sonho de ser

Jogador de Futebol. Robson diz que teve a mesma rebeldia

Que vocês possuem e fala com propriedade o preço a ser

Pago é muito alto. Eu tenho a maior humildade com vocês

Transforma está vontade de fazer o mal em fazer o bem, para.

Ver o que DEUS pode fazer em suas vidas jovens.



Ele faz uma oração em favor dos internos e suas famílias.






Robson mostra para os jovens internos da Fundação Casa a consequencia das drogas no seu corpo
video


Em seguida foi servido bolo e refrigerante a todos ali

Presentes.








Foi um Evento maravilhoso a experiência levada

Pelo bloco de ajuda aos dependentes químicos, foi.

Muito importante para os adolescentes pensarem

Muitas vezes antes de entrar por esta porta chamada

Drogas.