segunda-feira, 24 de agosto de 2009
FUTSAL NA FUNDAÇÃO CASA UI- NOVA VIDA























Final de férias escolares é comemorado com futsal na UI-Nova VidaAs equipes de futebol da unidade Nova Vida (V.Maria) participaram de mais um jogo amistoso contra o time da Força Jovem da Igreja Universal do Reino de Deus, da matriz do Brás-SP. A partida foi disputada na tarde de sábado último (15/08), proporcionado aos jovens não somente o acesso à atividade esportiva, como também incentivo à inclusão social e viver sua vida em compromisso com Deus.Em clima de descontração, todos os presentes puderam saborear pipoca com suco."Todos saimos vencedores", ressaltou o diretor da unidade sr. Leandro Medeiros Della Mina ,que também participou do jogo, premiando com medalhas os que mais se destacaram na partida, e trofeus para os times da CASA,ofertados pelos visitantes, em retribuição ao comportamento exemplar dos jovens internos,pois princípios fundamentais como disciplina, respeito ao próximo e obediência, fazem parte também do esporte e permearam a atividade esportiva desta tarde. Ainda segundo o diretor da unidade,a colaboração da Igreja Universal do Reino de Deus na recuperação dos adolescentes é muito importante, pois também o esporte agrega valores relevantes `a cidadania, estimulando o espírito de cooperação entre os jovens que cumprem medida socioeducativa .
EVA
domingo, 23 de agosto de 2009
PALAVRA DE HONRA

Palavra de Honra
A honra do honrado está no cumprimento da sua palavra.
Há alguns anos, e durante décadas, os negócios não eram feitos mediante assinaturas, cartórios e testemunhas, mas, sim, sobre a palavra de honra. Um fio de bigode era suficiente para garantir a palavra empenhada.
A expressão “fio do bigode” pode ter surgido entre os germânicos. Era comum nos seus juramentos: “bi Gott” ou “por Deus”.
Os tempos mudaram. E muito. Não porque as mulheres também entraram no mercado de trabalho e o bigode se tornou obsoleto. Mas o fato é que o fio do bigode deu lugar a contratos assinados em cartórios, rubricas, carimbos e tudo o mais. Diante disso, a palavra de honra foi caindo no descrédito. E o pior: a honra também.
Mas, os poucos honrados ainda se mantêm defendendo suas origens. O autêntico cristianismo nada mais é do que a prática da Palavra do Criador. Ou seja, assume-se Seu caráter, independentemente da religião. Por conta disso, o bom nome vale mais do que as muitas riquezas… ( Provérbios 22.1 )
Essa é a fé dos que realmente são de Deus.Publicado por Bispo Edir Macedo
A honra do honrado está no cumprimento da sua palavra.
Há alguns anos, e durante décadas, os negócios não eram feitos mediante assinaturas, cartórios e testemunhas, mas, sim, sobre a palavra de honra. Um fio de bigode era suficiente para garantir a palavra empenhada.
A expressão “fio do bigode” pode ter surgido entre os germânicos. Era comum nos seus juramentos: “bi Gott” ou “por Deus”.
Os tempos mudaram. E muito. Não porque as mulheres também entraram no mercado de trabalho e o bigode se tornou obsoleto. Mas o fato é que o fio do bigode deu lugar a contratos assinados em cartórios, rubricas, carimbos e tudo o mais. Diante disso, a palavra de honra foi caindo no descrédito. E o pior: a honra também.
Mas, os poucos honrados ainda se mantêm defendendo suas origens. O autêntico cristianismo nada mais é do que a prática da Palavra do Criador. Ou seja, assume-se Seu caráter, independentemente da religião. Por conta disso, o bom nome vale mais do que as muitas riquezas… ( Provérbios 22.1 )
Essa é a fé dos que realmente são de Deus.Publicado por Bispo Edir Macedo
NA PRESENÇA DO MEDO
Na prensença do medo
Por Guilherme Bryan e Juliana Vilas redacao@folhauniversal.com.br Quem nunca teve medo de perder o que tem? Em tempos de crise econômica e de altos índices de violência, o temor de ficar sem pessoas queridas e o que se conquistou ao longo da vida se intensifica. A Ipsos, empresa francesa de pesquisas de opinião e mercado, ouviu 22 mil pessoas em 22 países no começo do ano e constatou: a perda do emprego é o principal temor mundial de 41% dos entrevistados – vem antes do medo da pobreza, da desigualdade social e até da violência, escolhida como o risco mais pavoroso por 31% das pessoas. Nos Estados Unidos, o pavor do desemprego levou 35% dos trabalhadores, segundo pesquisa do site CareerBuilder.com, a abrirem mão das férias. Esse temor, no entanto, sempre existiu. Em 2003, no Brasil, era a segunda maior causa de estresse, perdendo apenas para a violência, conforme levantamento da associação norte-americana International Stress Management Association. “Uma crise com as dimensões da que vivenciamos no fim do ano passado cria um clima de medo e incerteza em relação ao futuro e existem dados econômicos de que o mercado de trabalho foi o que mais sentiu os efeitos disso. Na bolsa de valores, onde o medo e os riscos fazem parte do processo de decisões, esses momentos fazem as pessoas ficarem inseguras”, explica Rossano Oltramari, analista de ações e sócio-diretor da empresa XP Investimentos. O mercado de ações onde Oltramari atua é um dos que mais envolve riscos e, consequentemente, medos. “Existem dois sentimentos presentes no dia a dia do investidor: a esperança e o medo. Ambos influenciam, de maneira muito ativa, a tomada de decisões. Quando o medo é maior, há mais pessoas vendendo ações e os valores caem. Quando a esperança é maior, ocorre, então, uma tendência de alta no mercado. Portanto, é preciso haver um ponto de equilíbrio entre os dois”, acrescenta. O medo é um dos sentimentos mais naturais e instintivos do ser humano. No passado, as espécies que temiam mais – e por isso evitaram certos riscos – tiveram mais chances de sobreviver. O ser humano, no entanto, tem a habilidade da antecipação, o que nos faz imaginar coisas terríveis que poderiam acontecer, mesmo antes que aconteçam. O medo natural, que nos protege de riscos desnecessários, é saudável e importante. A partir de certo ponto, porém, vira pavor e pode se transformar até em doença. E o medo de perder algo tem a ver ainda com o sentimento de posse, que nem sempre é bem-vindo. O psiquiatra e terapeuta Eduardo Ferreira Santos, autor do livro “Ciúme – o medo da perda” e doutor em Medicina pela Universidade de São Paulo (USP), explica que o temor de perder parceiro, namorada, esposa ou marido, envolve a dificuldade em lidar com as incertezas naturais da vida. “Muita gente acha que é dona do outro. Por trás disso, está uma brutal insegurança. A pessoa que tem ciúme pensa todo dia que será traída e que o outro pode trocá-la por alguém melhor.Com isso, transforma a vida de todos num caos, uma vez que usa armas para que o parceiro não fuja do controle”, explica Ferreira Santos. Outro temor que quase todo mundo tem é o de perder o que já conquistou na vida. Ferreira Santos admite que experimentou o medo de perder o prestígio na carreira. A sensação de ter atingido o objetivo mais sonhado da vida pode causar esse sentimento, mistura de depressão e pavor. Ele explica a saída escolhida: “A vida é dinâmica e exige um constante movimento. Quem atingiu o ápice precisa manter o que conquistou. Tudo que sonhei deu certo, mas, quando cheguei lá e peguei o diploma de doutorado, algo inimaginável para um garoto pobre da periferia, senti certa depressão, mas depois notei que deveria continuar dando aulas e aprendendo”, diz. A luta constante e diária para superar a depressão foi também o caminho escolhido pela carioca Daniela Duque, mãe de Daniel, que foi assassinado, aos 18 anos, em junho do ano passado, em frente a uma boate na zona sul do Rio de Janeiro. Perder um filho, um dos dramas mais dolorosos que alguém pode sentir, deixou Daniela revoltada e com muito medo do imprevisível. Em setembro, cerca de 4 meses depois da morte de Daniel, o pai de Daniela também faleceu. O primeiro sentimento dela foi um medo paralisante, de ficar longe das pessoas amadas, mas lutou para superar os temores. “Passei a ter mais fé. Comecei a valorizar o que realmente importa e fortaleci laços de amizade e amor. Já que não podemos evitar que as pessoas queridas nos deixem, é melhor aproveitar bem os instantes em que estão conosco”, avalia. Mãe de uma menina de 3 anos e de outro rapaz de 20, que mora nos Estados Unidos, Daniela percebeu que seria egoísta e possessiva ao tentar protegê-los de qualquer risco ou ficar achando que eles também poderiam morrer. Fez muita terapia para superar a perda de Daniel e transformou o medo numa nova – e melhor, segundo ela – forma de encarar a vida. O medo exagerado de perder algo ou alguém pode gerar tragédias irreversíveis. No começo deste ano, dois empresários bem-sucedidos se mataram porque perderam dinheiro com a crise econômica mundial. Thierry de la Villehuchet, de 65 anos, era dono do fundo Access International e se suicidou depois de levar um golpe de mais de US$ 1,4 bilhão (R$ 3,2 bilhões). Já o empresário Adolf Merckle, um dos 100 homens mais ricos do mundo, acordou, foi até uma estação de trem e deitou sobre os trilhos. As empresas dele perderam US$ 1,5 bilhão (R$ 3,5 bilhões), mas, mesmo assim, ele tinha um império avaliado em mais de US$ 9,2 bilhões (R$ 21,5 bilhões). Mais do que o medo de ficar pobre, o que pode motivar uma atitude desesperada de milionários e profissionais de sucesso é a sensação de fracasso, sinal de que, muitas vezes, dinheiro de sobra não é suficiente para preencher certos vazios e dar a segurança emocional necessária para ser feliz e viver plenamente, sem tantos medos.
sábado, 22 de agosto de 2009
BAILES FUNK

BAILES FUNK:REGULAMENTÁ-LOS ATRAVÉS DE LEI MARGINALIZA OS FREQUENTADORES, LHES DÁ SEGURANÇA OU SÓ CAMUFLA OS PROBLEMAS? A polêmica e já em vigor lei de número 5.265, de autoria do deputado cassado Álvaro Lins, tem por objetivo disciplinar e regularizar a realização de bailes funk em território nacional. O objetivo é garantir a segurança dos frequentadores. Portanto, desde meados de 2008 os organizadores desse evento precisam pedir autorização à Secretaria de Segurança Pública, com no mínimo 30 dias de antecedência, para que o evento seja lícito e reconhecido judicialmente. Além da antecedência, os organizadores de bailes funk precisam mostrar comprovante de tratamento acústico para o local do evento, atestado de responsabilidade técnica, contratar empresa de segurança que tenha autorização da Polícia Federal, disponibilizar espaço para estacionamento, comprovar a instalação de detectores de metais, oferecer atendimento médico e apresentar um documento de autorização do batalhão e da delegacia da área. Outra exigência é dispor de banheiros, na proporção de um masculino e um feminino para cada 50 frequentadores. Banheiros químicos também podem ser utilizados. A lei também determina que no documento licitatório do evento conste a hora de início e término da festa. Rômulo Costa, fundador da Furacão 2000, afirmou que quer tornar mais fácil a realização das festas. “Esperamos que, juntamente com o apoio do governo, o baile funk saia dos morros e venha para o asfalto. Queremos a legalidade. Não somos contra a existência de regras, mas ‘achamos elas’ exageradas e discriminaórias. Não podemos depender de um batalhão de polícia para realizar um evento cultural”, disse.
DE OLHOS BEM ABERTO

De olhos bem abertos
Não é de hoje que as mulheres têm sentido no corpo a sobrecarga de atividades ao atuarem como profissionais, mães, donas de casa e esposas. Por conta do estilo de vida agitado, muitas têm sacrificado a saúde, a alimentação, a vida sexual e, na tentativa ofegante de dar conta de tudo, o sono. Um estudo realizado pela Fundação Nacional de Sono, dos Estados Unidos, concluiu que duas em cada três mulheres enfrentam problemas relacionados a dormir pouco. Outra pesquisa do University College, de Londres, e da Universidade de Warwick, ambas na Inglaterra, alertaram que a falta de uma noite bem dormida aumenta os riscos de doenças cardíacas mais em mulheres do que em homens. Riscos Os pesquisadores descobriram que os níveis da proteína C reativa de alta sensibilidade, ligada a problemas cardíacos, foram mais altos em mulheres que dormiam por 5 horas ou menos. Da mesma forma, os níveis de uma molécula chamada interleucina-6, responsável por desencadear inflamações, foram bem mais baixos naquelas que dormiam cerca de 8 horas, comparando-se com as que dormiam menos tempo. O neurologista Luciano Ribeiro Pinto Júnior, do Instituto do Sono da Escola Paulista de Medicina, garante que o sono é importante para a saúde física e mental, e a privação crônica dele pode acarretar transtornos metabólicos, imunológicos e cardiovasculares. E, apesar de o estudo mostrar o predomínio dessas alterações nas mulheres, ele acha precoce tirar conclusões: “As mulheres têm características biológicas, psicológicas e sociais próprias. Portanto, as variáveis são muitas.” (I.S.)
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
O DNA UNIVERSAL
O DNA UNIVERSAL - Por Jaqueline Corrêa
Essa é a fé que glorifica o Autor e Consumador da Fé! O e-mail abaixo foi enviado por Jaqueline Corrêa.
O DNA UNIVERSAL
Manter um objetivo até o fim não é fácil. Principalmente quando este objetivo é espiritual; quer dizer, quando se trata da maior conquista que uma pessoa pode ter: a salvação.
Lembro-me dos dias em que meu pai me puxava pelo braço – literalmente – e, me levando de volta para casa, ameaçava me bater e me arrastar pelos cabelos, na frente de todos. Tudo isso era uma estratégia para me manter longe da Igreja. Indignada, voltava para casa chorando. E assim permanecia por vários dias, até poder conseguir “escapar” dele, novamente, sem ser pega.
Quando esse período de tribulação passou, e meu pai começou a ver uma mudança de verdade em mim, as perseguições pararam. Daí, caí num erro que, na minha opinião, é bastante arriscado: comecei a achar que nunca mais passaria por nada disso de novo. Ledo engano!
Como estudante de jornalismo, convivo com muitas pessoas ditas intelectuais, estritamente críticas e cultas. De fato, algumas o são mesmo. São pessoas inteligentes, que absorvem e estilhaçam qualquer assunto com bastante facilidade. O do momento, é a rivalidade entre Record e Globo.Desde que a perseguição global começou, não foi e não é somente ao bispo Macedo que ela atinge, mas a cada membro que fielmente considera possuir o sangue Universal correndo em suas veias. Estes, com certeza, devem estar sentindo na pele o retorno das tribulações passadas.
É exatamente assim que estou me sentindo. Na sala em que estudo, quase todos sabem que sou da Igreja; aliás, que sou, inclusive, obreira. Diante de discursões e debates sobre as emissoras, surge a figura da Igreja Universal. Meus colegas e professores, não medem esforços para desabafar toda a raiva que sentem da IURD. Fico no meio do fogo cruzado, onde as balas correm apenas em uma só direção: em mim. Não que eles queiram me atingir; mas é impossível para mim, que me considero filha da Igreja, não me sentir atingida.
No trabalho, por exemplo, sou chamada de “obreira do cão”. Que só sirvo para “segurar sacolinhas de dinheiro” e que aprendo na Igreja a roubar também. Alertam, inclusive, outros funcionários a tomarem cuidado para que não sejam lesados por mim e por outros obreiros que, junto comigo, trabalham na mesma instituição. Temos nossos nomes expostos e somos achincalhados a troco de nada. Pelo contrário, nunca foram maltratados por nós; e nunca nos viram de cara amarrada. Talvez essa seja a maior raiva deles: nos instigam, mas nunca nos vêem revidar.
Na faculdade, apontam-me o dedo, cochicham, debocham, ecoam baixinho frases de acusação, tipo: você é de lá!, como se eu estivesse fazendo alguma coisa errada. O bispo Macedo, na versão deles, vira “aquele cara …”; os milagres são ridicularizados e a fé em Jesus torna-se insana para eles. Mas o pior de tudo isso é ter que permanecer calada.
Um dia desses, na sala de aula, peguei-me tremendo, diante de tanta indignação e revolta. Por vários momentos pensei em expressar as minhas verdades também, assim como eles estavam expondo as “suas”. Mas foi aí que lembrei dos dias de tribulação que meu pai me fez passar. Naquela ocasião, a vontade que tinha era de desobedecê-lo (eu confesso), porém, acabava conseguindo ser confortada por Deus.
Nesses casos, o melhor mesmo é dar o outro lado da face a bater. Fazendo assim permitimos que mordam sua língua e engulam o próprio veneno… sozinhos! Não é fácil, é verdade, termos que engolir um sapo-boi de perna aberta, sentindo suas patas arranhando nossa garganta!! Não é fácil ouvirmos falar mal de nossa própria mãe e não fazermos nada! É difícil. Mas acredito que é isso o que fortalece a nossa fé. Essas perseguições descabidas servem para nos amadurecer e nos tornar mais íntimos de Deus. E essa intimidade ninguém pode arrancar, por mais que tentem.
Neste momento, escrevo com lágrimas nos olhos porque sei que se não tivesse resistido àquela minha primeira tribulação, talvez hoje não estivesse mais aqui. Certamente não. O que me consola e faz-me perceber o valor de pertencer a uma Igreja tão perseguida e injustiçada é saber que existem milhares de pessoas precisando de minha ajuda. Necessitando receber aquilo que eu posso passar: fé e perseverança. Nada mais é tão gratificante do que depois disso, receber um abraço de alguém que conseguiu ter seu problema resolvido. Agora sei que por esse motivo Deus permite as tribulações.
Talvez Deus queira “testar” se de fato somos dele; se nossa fé está nele; ou se vamos recuar com a tempestade passageira. Eu tenho o DNA Universal e o terei até o fim. E você, se envergonha de sua fé ou a assume com orgulho? O momento de mostrar é agora.
O melhor tapa é aquele dado sem mão!
Nessa fé, iremos ARREBENTAR!!!Um grande abraço.
Ob. Jaqueline CorrêaBelém-Pará-Brasil.Publicado por Bispo Edir Macedo
Essa é a fé que glorifica o Autor e Consumador da Fé! O e-mail abaixo foi enviado por Jaqueline Corrêa.
O DNA UNIVERSAL
Manter um objetivo até o fim não é fácil. Principalmente quando este objetivo é espiritual; quer dizer, quando se trata da maior conquista que uma pessoa pode ter: a salvação.
Lembro-me dos dias em que meu pai me puxava pelo braço – literalmente – e, me levando de volta para casa, ameaçava me bater e me arrastar pelos cabelos, na frente de todos. Tudo isso era uma estratégia para me manter longe da Igreja. Indignada, voltava para casa chorando. E assim permanecia por vários dias, até poder conseguir “escapar” dele, novamente, sem ser pega.
Quando esse período de tribulação passou, e meu pai começou a ver uma mudança de verdade em mim, as perseguições pararam. Daí, caí num erro que, na minha opinião, é bastante arriscado: comecei a achar que nunca mais passaria por nada disso de novo. Ledo engano!
Como estudante de jornalismo, convivo com muitas pessoas ditas intelectuais, estritamente críticas e cultas. De fato, algumas o são mesmo. São pessoas inteligentes, que absorvem e estilhaçam qualquer assunto com bastante facilidade. O do momento, é a rivalidade entre Record e Globo.Desde que a perseguição global começou, não foi e não é somente ao bispo Macedo que ela atinge, mas a cada membro que fielmente considera possuir o sangue Universal correndo em suas veias. Estes, com certeza, devem estar sentindo na pele o retorno das tribulações passadas.
É exatamente assim que estou me sentindo. Na sala em que estudo, quase todos sabem que sou da Igreja; aliás, que sou, inclusive, obreira. Diante de discursões e debates sobre as emissoras, surge a figura da Igreja Universal. Meus colegas e professores, não medem esforços para desabafar toda a raiva que sentem da IURD. Fico no meio do fogo cruzado, onde as balas correm apenas em uma só direção: em mim. Não que eles queiram me atingir; mas é impossível para mim, que me considero filha da Igreja, não me sentir atingida.
No trabalho, por exemplo, sou chamada de “obreira do cão”. Que só sirvo para “segurar sacolinhas de dinheiro” e que aprendo na Igreja a roubar também. Alertam, inclusive, outros funcionários a tomarem cuidado para que não sejam lesados por mim e por outros obreiros que, junto comigo, trabalham na mesma instituição. Temos nossos nomes expostos e somos achincalhados a troco de nada. Pelo contrário, nunca foram maltratados por nós; e nunca nos viram de cara amarrada. Talvez essa seja a maior raiva deles: nos instigam, mas nunca nos vêem revidar.
Na faculdade, apontam-me o dedo, cochicham, debocham, ecoam baixinho frases de acusação, tipo: você é de lá!, como se eu estivesse fazendo alguma coisa errada. O bispo Macedo, na versão deles, vira “aquele cara …”; os milagres são ridicularizados e a fé em Jesus torna-se insana para eles. Mas o pior de tudo isso é ter que permanecer calada.
Um dia desses, na sala de aula, peguei-me tremendo, diante de tanta indignação e revolta. Por vários momentos pensei em expressar as minhas verdades também, assim como eles estavam expondo as “suas”. Mas foi aí que lembrei dos dias de tribulação que meu pai me fez passar. Naquela ocasião, a vontade que tinha era de desobedecê-lo (eu confesso), porém, acabava conseguindo ser confortada por Deus.
Nesses casos, o melhor mesmo é dar o outro lado da face a bater. Fazendo assim permitimos que mordam sua língua e engulam o próprio veneno… sozinhos! Não é fácil, é verdade, termos que engolir um sapo-boi de perna aberta, sentindo suas patas arranhando nossa garganta!! Não é fácil ouvirmos falar mal de nossa própria mãe e não fazermos nada! É difícil. Mas acredito que é isso o que fortalece a nossa fé. Essas perseguições descabidas servem para nos amadurecer e nos tornar mais íntimos de Deus. E essa intimidade ninguém pode arrancar, por mais que tentem.
Neste momento, escrevo com lágrimas nos olhos porque sei que se não tivesse resistido àquela minha primeira tribulação, talvez hoje não estivesse mais aqui. Certamente não. O que me consola e faz-me perceber o valor de pertencer a uma Igreja tão perseguida e injustiçada é saber que existem milhares de pessoas precisando de minha ajuda. Necessitando receber aquilo que eu posso passar: fé e perseverança. Nada mais é tão gratificante do que depois disso, receber um abraço de alguém que conseguiu ter seu problema resolvido. Agora sei que por esse motivo Deus permite as tribulações.
Talvez Deus queira “testar” se de fato somos dele; se nossa fé está nele; ou se vamos recuar com a tempestade passageira. Eu tenho o DNA Universal e o terei até o fim. E você, se envergonha de sua fé ou a assume com orgulho? O momento de mostrar é agora.
O melhor tapa é aquele dado sem mão!
Nessa fé, iremos ARREBENTAR!!!Um grande abraço.
Ob. Jaqueline CorrêaBelém-Pará-Brasil.Publicado por Bispo Edir Macedo
PUNIÇÃO PARA CRIMES SEXUAIS.

Punição para crimes sexuais
Foi publicada, na segunda-feira (10), no Diário Oficial da União, a Lei 12.015, que aumenta penas de crimes sexuais. Agora, o estupro de pessoas de 14 a 18 anos, por exemplo, resultará em pena de 8 a 12 anos, podendo aumentar para 12 a 30 anos se a vítima morrer. Haverá acréscimo também se o crime resultar em gravidez e se o criminoso tiver doença sexualmente transmissível – mesmo que ele não saiba disso. Pela primeira vez, o crime de tráfico de pessoas para exploração sexual foi tipificado, com penas de 3 a 8 anos, passível de acréscimo quando o criminoso for o responsável pela vítima, quando envolver violência, ameaça ou fraude, ou quando a vítima for menor de 18 anos ou possuir deficiência mental. “A legislação contra crimes sexuais no Brasil tem avançado e a nova lei dá proporcionalidade aos crimes, conforme a gravidade, e rompe com a situação tipificada no Código Penal de que crime sexual é apenas contra mulher. Porém, não resolveremos o problema apenas endurecendo penas. Precisamos também combater a impunidade e oferecer proteção social e o resgate dos direitos e da dignidade das vítimas”, avalia Neide Castanha, coordenadora geral do Comitê Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes.
Foi publicada, na segunda-feira (10), no Diário Oficial da União, a Lei 12.015, que aumenta penas de crimes sexuais. Agora, o estupro de pessoas de 14 a 18 anos, por exemplo, resultará em pena de 8 a 12 anos, podendo aumentar para 12 a 30 anos se a vítima morrer. Haverá acréscimo também se o crime resultar em gravidez e se o criminoso tiver doença sexualmente transmissível – mesmo que ele não saiba disso. Pela primeira vez, o crime de tráfico de pessoas para exploração sexual foi tipificado, com penas de 3 a 8 anos, passível de acréscimo quando o criminoso for o responsável pela vítima, quando envolver violência, ameaça ou fraude, ou quando a vítima for menor de 18 anos ou possuir deficiência mental. “A legislação contra crimes sexuais no Brasil tem avançado e a nova lei dá proporcionalidade aos crimes, conforme a gravidade, e rompe com a situação tipificada no Código Penal de que crime sexual é apenas contra mulher. Porém, não resolveremos o problema apenas endurecendo penas. Precisamos também combater a impunidade e oferecer proteção social e o resgate dos direitos e da dignidade das vítimas”, avalia Neide Castanha, coordenadora geral do Comitê Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes.
FEBEM NO CASSAQUERA

Febem no Cassaquera tem risco de inviabilização
André VieiraDo Diário do Grande ABC
O estudo que vai apontar se o terreno nas proximidades do Viaduto Cassaquera está ou não contaminado deve ser realizado a partir da semana que vem. Com isso, as duas unidades da Fundação Casa para internação de jovens infratores correm risco de não serem construídas nessa área em Santo André, se for constatada contaminação. A Falcão Bauer, empresa especializada em prospecção ambiental, espera o sinal verde do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) para iniciar os trabalhos.
A autarquia deve terminar até o fim desta semana a abertura de cinco pontos de 50 metros quadrados cada, para instalação de equipamentos de sondagem na área. Após essa etapa, o exame ambiental poderá ser executado. O espaço de 12,5 mil metros quadrados - entre a Avenida dos Estados e a linha férrea -, foi doado pela Prefeitura à Fundação Casa em março do ano passado.
A prospecção é necessária porque sondagem anterior, realizada há quatro anos, detectou presença de chumbo e arsênio no terreno acima da quantidade admitida. A investigação de passivo ambiental confirmatório, nome técnico, consiste no recolhimento de amostras de água e solo subterrâneos para análise laboratorial. "Não existe margem de erro. Se o laudo indicar contaminação, a área está de fato contaminada", afirmou o geólogo Crístines Antonio Ladan, da Falcão Bauer. Segundo o especialista, "todo estudo de passivo ambiental precisa ser atualizado", pois o lançamento de outros resíduos no terreno, que está coberto por entulho, pode ter alterado as condições da área neste intervalo.
A responsabilidade da contratação da Falcão Bauer é da Fundação Casa, por meio de licitação. A investigação ambiental foi orçada em R$ 60 mil e deverá ser concluída em cerca de 40 dias.
André VieiraDo Diário do Grande ABC
O estudo que vai apontar se o terreno nas proximidades do Viaduto Cassaquera está ou não contaminado deve ser realizado a partir da semana que vem. Com isso, as duas unidades da Fundação Casa para internação de jovens infratores correm risco de não serem construídas nessa área em Santo André, se for constatada contaminação. A Falcão Bauer, empresa especializada em prospecção ambiental, espera o sinal verde do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) para iniciar os trabalhos.
A autarquia deve terminar até o fim desta semana a abertura de cinco pontos de 50 metros quadrados cada, para instalação de equipamentos de sondagem na área. Após essa etapa, o exame ambiental poderá ser executado. O espaço de 12,5 mil metros quadrados - entre a Avenida dos Estados e a linha férrea -, foi doado pela Prefeitura à Fundação Casa em março do ano passado.
A prospecção é necessária porque sondagem anterior, realizada há quatro anos, detectou presença de chumbo e arsênio no terreno acima da quantidade admitida. A investigação de passivo ambiental confirmatório, nome técnico, consiste no recolhimento de amostras de água e solo subterrâneos para análise laboratorial. "Não existe margem de erro. Se o laudo indicar contaminação, a área está de fato contaminada", afirmou o geólogo Crístines Antonio Ladan, da Falcão Bauer. Segundo o especialista, "todo estudo de passivo ambiental precisa ser atualizado", pois o lançamento de outros resíduos no terreno, que está coberto por entulho, pode ter alterado as condições da área neste intervalo.
A responsabilidade da contratação da Falcão Bauer é da Fundação Casa, por meio de licitação. A investigação ambiental foi orçada em R$ 60 mil e deverá ser concluída em cerca de 40 dias.
MENORES NO CRIME

MENORES NO CRIME:UM PROBLEMA QUE SURGE DA DESIGUALDADE SOCIAL, DA OMISSÃO DOS PAIS OU DA TOLERÂNCIA DAS LEIS?A entrada de jovens brasileiros para o mundo do crime vem ocorrendo cada vez mais cedo, e por isso o assunto tem sido motivo de preocupação e debate dentro da ONU, além de servir como matéria de capa para diversas publicações estrangeiras. Um estudo realizado por economistas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Fundação Getúlio Vargas (FGV) mostra que as grandes crises econômicas têm atuado diretamente para a crescente participação infanto-juvenil na criminalidade. O ingresso maciço de menores em atividades criminosas, por causa de quedas do salário real ou piora na distribuição de renda, explica quase todo o aumento dos homicídios nos Estados do Rio, São Paulo e Minas Gerais desde os anos 80 até os dias atuais, conclui o estudo. “Durante os períodos de acentuada crise, é comum a taxa estadual de homicídios por 100 mil habitantes saltar mais de 200% em algumas áreas do País”, registra a pesquisa. Ao entrarem no crime, os adolescentes praticamente selam o seu destino: a grande maioria acaba sendo assassinada antes dos 30 anos. Outro dado dramático revelado pelo estudo é o fato de que os que sobrevivem quase nunca retornam à vida de estudo e trabalho honesto, mesmo quando a economia se recupera. Ainda em suas páginas, o relatório explica de forma amarga a queda do número de homicídios entre jovens e a consequente diminuição da criminalidade (ainda insatisfatória) verificadas nas principais capitais brasileiras nos últimos dez anos. “Essas ondas de violência vão caindo lentamente à medida que os jovens criminosos vão se matando uns aos outros. Portanto, a aparente queda da criminalidade entre esse grupo, na verdade, é o resultado do crescimento da violência ”. Segundo a Subsecretaria de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, cerca de 70% dos menores que conseguem sobreviver a esse cenário acabam se tornando reincidentes, ou seja, voltam a cometer, com a mesma frequência, outros crimes depois de cumprir pena, provando que o sistema tutelar que os assistiram não foram capazes de cumprir o verdadeiro objetivo para o qual foram criados.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
OBESIDADE

OBESIDADE:O MAIOR DESAFIO É VENCER A DOENÇA, O PRECONCEITO OU OS ESTÍMULOS DO PRÓPRIO CORPO?De acordo com relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a obesidade, na última década, deixou de ser um problema de saúde de algumas populações específicas do planeta e adquiriu características de “epidemia” mundial. Salvas algumas exceções, como no caso dos países africanos, onde o problema é a subnutrição, boa parte do mundo atual padece com o sobrepeso. Nos Estados Unidos, estima que cerca de 60% da população estejam acima do peso ideal, sendo as crianças as principais vítimas da obesidade. No Brasil, os números também não são animadores: o País já tem 40% da população acima do peso considerado normal. Nem mesmo as “nações-exemplo” de conduta e qualidade de vida fogem às estatísticas. Mais de 50% da população alemã está obesa. No Japão, berço da longevidade, o número de obesos entre jovens de 22 a 27 anos dobrou nos últimos anos. O mesmo fenômeno foi verificado na China, no mesmo período. O sobrepeso não afeta apenas a auto-estima do doente, que é constantemente vítima de preconceito e humilhação em espaços públicos como aviões, cinemas, banheiros de ônibus rodoviários e também em locais como o ambiente de trabalho e a própria casa. A obesidade vai além, e afeta significativamente a saúde física e psicológica. Apenas no Brasil ocorrem cerca de 100 mil mortes por ano decorrentes de algum tipo de complicação oriunda do sobrepeso. Levando-se em conta que 300 milhões de pessoas no mundo todo estão acima do peso, é de se esperar que, em algumas regiões como na América do Norte, esse número seja ainda maior. Hoje, a maior causa de morte no mundo é o infarto do miocárdio, no entanto, é bom destacar que mais da metade dos casos de morte cardíaca está diretamente relacionada à obesidade. Como se não bastasse, doenças não determinadas, que incluem problemas cardiovasculares e diabetes, matam cerca de 34 milhões de pessoas por ano, ou cerca de 60% das mortes anuais em todo o mundo. A maioria se dá em países pobres. Quase a totalidade desses casos está diretamente relacionada à obesidade, que é, portanto, a maior aliada da morte precoce no planeta. Os desafios enfrentados por quem está acima do peso, como se vê, são inúmeros. Conviver com o preconceito, as limitações físicas e, em alerta permanente com a saúde requer disciplina, paciência e um bocado de boa vontade. Mas quando tudo isso é praticado em combinação com a mudança de hábitos sociais e alimentares, o resultado é sempre certo e extremamente gratificante.
LEILÃO DE UMA ALMA






























Dia dos Pais, na UI-Nova Vida, é comemorado com evento cultural.
Voluntários do Grupo de Evangelização da Igreja Universal do Reino de Deus, da matriz do Brás, responsáveis pela apresentação teatral da peça "Leilão de uma alma", animaram a manhã de domingo último(09/08), na UI- Nova Vida.O objetivo da apresentação foi mostrar aos jovens que o verdadeiro Pai é o Senhor Jesus, aquele que deu Sua vida por nós. Num clima de muita tranquilidade e descontração, os jovens e familiares, saborearam salgadinhos e algodão doce, e as famílias receberam leite, ofertados pela Força Jovem , do Brás.O pastor Geraldo Vilhena e alguns atores que , oraram em favor de todos os presentes."A finalidade principal deste evento foi certamente alcançada, que é de agradar a Deus",concluiu o sr. Leandro Medeiros Della Nina, diretor da unidade.
Eva
Voluntários do Grupo de Evangelização da Igreja Universal do Reino de Deus, da matriz do Brás, responsáveis pela apresentação teatral da peça "Leilão de uma alma", animaram a manhã de domingo último(09/08), na UI- Nova Vida.O objetivo da apresentação foi mostrar aos jovens que o verdadeiro Pai é o Senhor Jesus, aquele que deu Sua vida por nós. Num clima de muita tranquilidade e descontração, os jovens e familiares, saborearam salgadinhos e algodão doce, e as famílias receberam leite, ofertados pela Força Jovem , do Brás.O pastor Geraldo Vilhena e alguns atores que , oraram em favor de todos os presentes."A finalidade principal deste evento foi certamente alcançada, que é de agradar a Deus",concluiu o sr. Leandro Medeiros Della Nina, diretor da unidade.
Eva
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