domingo, 25 de agosto de 2013

Várias ideias, uma direção

Como um empresário venceu as dúvidas e encontrou seu caminho



Criatividade é uma característica que deve estar presente na vida do empresário. Para resolver seus problemas e buscar suas soluções, o empreendedor, muitas vezes, tem que abusar dessa qualidade. Porém, nem sempre ter ideias inovadoras é garantia de sucesso. É preciso algo mais.
Paulo imaginava que o caminho para a prosperidade passava necessariamente por montar um negócio próprio. Tinha o espírito empresarial. Era comprometido e persistente. Também tinha boas ideias e resolveu investir em sua condição de empreendedor.   
Criativo
Ele era o típico empresário brasileiro. Remava contra a maré, mas buscava suas metas. Os obstáculos, naturais na caminhada de todos, pareciam dizer sempre a mesma palavra para ele: “desista”. Mesmo assim, comprou uma borracharia em sociedade com um amigo.

O empresário conta que foi um verdadeiro caos. Nada deu certo. Trabalhou 3 anos e não conquistou nada. A sociedade foi desfeita e ele acabou desistindo do empreendimento. Foi trabalhar em um banco, mas a ideia de ter uma empresa própria permanecia viva em sua mente.
Novo investimento
Depois de trabalhar como bancário, resolveu montar uma funilaria. Foram 7 anos à frente desse negócio. Tudo estava indo bem, mas, com o fim de um relacionamento, o empreendedor entrou em depressão. A partir dali, tudo começou a dar errado na empresa de Paulo.
Para tentar dar uma guinada em sua vida, ele resolveu ir para Peruíbe, no litoral de São Paulo, para abrir uma barraca de lanches. Pegou um dinheiro que ainda tinha guardado e investiu no novo empreendimento.
No entanto, mais uma vez, sua empreitada estava fadada ao fracasso. Naquele ano houve uma calamidade na cidade. Choveu tanto que a barraca que ele tinha ficou boiando. Paulo perdeu tudo.
Volta para casa
Paulo teve que voltar para São Paulo para morar com os pais e tentar recomeçar do zero. Resolveu trabalhar com a marcenaria que o pai havia lhe deixado. Começou alguns serviços, mas sofreu um calote de R$ 40 mil. A situação não ia bem.
Além da falta de sucesso na vida profissional, Paulo tentava recuperar-se da depressão. Ele separava dinheiro para comprar as matérias-primas, pagava os funcionários e, no fim do mês, não sobrava nada.
Murro em ponta de faca
Cansado de, como diz o dito popular, “dar murro em ponta de faca” para poder sobreviver, ele buscava uma solução. Certo dia, assistindo à televisão, viu um programa da Universal. Os testemunhos chamaram atenção do empresário, que resolveu ir à Igreja.
Uma ideia, uma direção
Paulo não tinha nem o dinheiro do ônibus para ir à reunião na Universal. Pediu à mãe dele para ajudar. Ele conta que o que ouviu no encontro passou a fazer diferença para ele.
Começou a participar das campanhas e a ficar motivado. “Eu me curei, tenho certeza. Mesmo quando sofri um acidente na marcenaria e quase perdi os dedos, não fiquei triste, pois tinha a certeza de que tudo iria mudar”, revela.
Como a ideia de prosperar com um negócio próprio não saía de sua cabeça, resolveu falar com Deus para alcançar esse objetivo. O empresário vendeu a marcenaria e montou uma loja de produtos para marceneiros (foto abaixo).

A família
A partir dali, o pequeno empreendimento começou a prosperar. Nesse intervalo de tempo, ele conheceu Cristina, com quem se casou. O empresário queria ter filhos, mas ela não. Em uma visita ao ginecologista, descobriram que ela tinha um mioma.
Paulo conta que o médico que atendeu o casal disse que se Cristina quisesse engravidar algum dia teria que passar por um sério tratamento ginecológico, mas houve uma surpresa: ela engravidou. “O mais interessante é que o mioma sumiu completamente”, conta ele. 
Depois disso, o casal teve outro filho, mas foi uma luta. No meio da gravidez eles descobriram que os rins do bebê não estavam formados completamente. Quando souberam disso, chegaram em casa e resolveram orar a Deus para que salvasse seu filho.
Quando o menino nasceu, passou um período no hospital. Foram feitos vários exames, mas o bebê não teve que receber transplante, como o médico havia alertado que poderia acontecer. Com essa vitória, decidiram que o nome do menino seria Israel.
Mais surpresas
Cristina ainda engravidaria mais uma vez, para a surpresa deles. Hoje, o casal tem três filhos: Pedro, de 6 anos, Israel, de 4 (foto abaixo), e Miguel de 3 meses, nascido em março deste ano.

Paulo Moraes da Silva, de 45 anos, a esposa dele, Cristina, de 40, e seus filhos formam uma família abençoada. O empresário avalia que pelo pouco estudo que tem não deveria chegar onde está e atribui sua vitória à fé no Senhor Jesus. O tempo em que não tinha nem o dinheiro para tomar o ônibus passou.
“Só com Ele consegui vencer. Temos três lojas (todas no ABC Paulista), uma de materiais e outra de equipamentos de proteção individual, em Diadema, e a terceira, em São Bernardo do Campo, que fabrica portas de alumínio. Somos prósperos e com saúde”, afirma o empresário.
Paulo entende que, somente com a direção de Deus em sua vida, suas ideias empresariais começaram a dar certo, apesar das adversidades. Hoje, ele não ouve mais a palavra “desista”. Ao contrário, depois que conheceu a Palavra aprendeu a vencer as barreiras e a seguir em frente.




UNIVERSAL SOCIAL NA 
FUNDAÇÃO CASA

Tarde da Doce Presença na Fazenda do Carmo



Muita alegria na tarde da Doce Presença na Fazenda do Carmo, Pr Geraldo Vilhena iniciou o evento com uma oração para todos os pais, internos, familiares e funcionários.
O Grupo Dose Mais Forte realizou palestra de prevenção às drogas e informou sobre os projetos que o Força Jovem Brasil oferece gratuitamente tais como: Jovem Nota 10, Esportes, Cultura, Vozes, Dose Mais Forte, Se Liga 16, etc.
Tudo isso para ajudar o jovem a ter uma oportunidade na sociedade.
Os internos apresentaram um teatro falando sobra a importância de cada órgão humano, que um corpo só funciona com a ajuda de todos os órgãos.
Muito bolo e refrigerante foram distribuídos para todos, diplomas e lembranças para os pais.
Marta Alves











 






sábado, 24 de agosto de 2013

Entre o bem e o mal

Sua vida depende de algumas escolhas



Não há como fugir das palavras, somos escravos tanto das que dizemos quanto das que ouvimos. As palavras podem ser boas ou ruins, depende de quem as professa, e muito mais de quem as ouve.
Nesta sexta-feira (23), o bispo Edir Macedo explicou, durante a transmissão da mensagem amiga pela TV Universal e pela Rede Aleluia de rádio, que uma pessoa só é merecedora das bênçãos prometidas na Palavra de Deus quando há obediência.
"Quem crê é porque obedece e pratica a fé. Existem pessoas que obedecem ao mal e outras ao bem. Se nos prostramos para o mal, então nos tornamos escravos do mal, se obedecermos ao bem, somos escravos do bem. A pessoa que é serva do bem não pode receber o mal e vice-versa. É uma questão de raciocínio", disse o bispo.
O bispo também esclareceu que para obedecer a alguém é preciso primeiro ouvir a voz de ordem e assim escolher a quem corresponder.
"Nós escolhemos a voz a que queremos obedecer. O que você plantar hoje, colherá amanhã. Se eu semeio vento, então colherei tempestade. Se semeio a paz, colherei a paz. Tudo depende da semente que se planta. Porém, para que se plante, temos que ouvir uma voz, a voz que é do bem, ou a voz que é do mal. A escolha é por sua conta."
"Neste próximo domingo, dia 25, durante as concentrações de Fé e Milagres, todas as pessoas devem levar um pão para ser consagrado a Deus, que representará o “Pão da Vida”. E quando os familiares comerem, serão libertos de todo o mal."



UNIVERSAL SOCIAL NA 
FUNDAÇÃO CASA.
Um café da manhã especial











































Um café da manhã especial Voluntárias visitam unidades da Fundação CasaAgência Unipress/SPSÃO PAULO – Recentemente, voluntárias que fazem parte da Associação das Mulheres Cristãs (AMC), instituição sem fins lucrativos ligada à Igreja Universal do Reino de Deus, visitaram duas unidades da Fundação Casa (Piratininga e Brás), em São Paulo, e, na oportunidade, recepcionaram os familiares dos internos com um delicioso café da manhã especial. À medida que chegavam para visitar os parentes, deparavam-se com uma mesa repleta de frutas, sucos e outras guloseimas, tudo preparado especialmente para eles. Segundo o pastor Geraldo Vilhena – responsável pelo trabalho evangelístico nas unidades da Fundação Casa em todo o estado de São Paulo –, presente no evento, juntamente com alguns obreiros da IURD, o gesto tem por objetivo colaborar com o bem-estar dessas pessoas. “Em alguns casos, elas passam horas viajando, sem comer absolutamente nada; foi pensando nelas que organizamos essa recepção”, argumentou o pastor, destacando também que, além do café, todos receberam uma oração especial, bem como uma palavra de fé e ânimo.
































































































































































































































sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Ele desejou conhecer o mundo

Hugo estava dentro da igreja, mas faltava-lhe o encontro verdadeiro com Deus



O operador de produção Hugo Leonardo Santos Mariano, de 26 anos, chegou à Universal muito jovem. Tinha apenas 13 anos quando - levado pela mãe - começou a frequentar a igreja em Campinas, interior paulista.
Passou a participar ativamente do Força Jovem Universal (FJU) e, aos 15 anos de idade, foi levantado a obreiro. Aos 17 já era um auxiliar de pastor.
Entretanto, depois de alguns meses nesta função, Hugo conta que desejou conhecer o mundo. "Por eu ter ido muito novo para a Igreja não tive contato direto com o mundo, então, despertou em mim um interesse em conhecê-lo. Saí da Obra e da Igreja também."
Naquela época ele não sabia, mas hoje entende que, na verdade, faltava-lhe um verdadeiro encontro com Deus.
Tudo que ele queria era experimentar as coisas que não havia tido a "oportunidade" de conhecer: amizades, baladas, curtição. Queria conhecer o mundo. E conheceu. Mas não como ele achava que era - colorido -, mas como ele de fato é – frio e cruel.

Em pouco tempo, Hugo já estava completamente envolvido em baladas, prostituição e drogas. Vivia em festas raves, nas quais consumia muitas drogas sintéticas. Por conta disso, desenvolveu uma doença no estômago que o fazia vomitar sem parar.
Influenciado pelas amizades, passou a cometer roubos, embora não precisasse. Até que um dia foi pego em uma blitz policial. "Estávamos armados. Fomos todos levados para a delegacia. Fui algemado, mas me liberaram algumas horas depois. Lembro-me de que todos apanharam muito, mas em mim não tocaram a mão. Isso ficou em minha cabeça. Eu tinha a certeza de que Deus é Quem havia me livrado."

Muitas mulheres, nenhum amor
Paralelamente a esses acontecimentos, a vida sentimental de Hugo seguia de mal a pior. Tinha muitas mulheres, mas não era feliz. Tornou-se pai aos 20 anos de idade.
A filha tinha problemas neurológicos e precisava de tratamento adequado, mas Hugo queria curtir e esquivava-se de qualquer responsabilidade.
Constantemente envolvia-se em brigas, até que um dia agrediu uma família de marginais. Ameaçado, teve que fugir para não ser morto. "Doeu muito ter de ficar longe da minha família, da minha filha. Lá onde eu estava fiz uma oração: se Deus me livrasse, eu voltaria para a Igreja. Deus me livrou, mas eu não voltei."
A família estava completamente destruída. O irmão havia sido preso.
"O tempo foi passando e as festas, as drogas e as amizades já não me preenchiam mais. Eu deitava a cabeça no travesseiro e vinha à minha mente a lembrança dos domingos pela manhã na igreja, onde eu realmente era feliz. Então, eu chorava muito. Foi numa dessas noites que eu parei e pensei: 'Eu estou procurando a felicidade no lugar errado. Eu sei onde encontrá-la.'"
O lugar certo
Ao amanhecer, Hugo comunicou à mãe - que nunca havia deixado de buscar por ele - que iria à igreja. Naquele mesmo dia participou do culto ao lado dela. Embora não tenha conseguido assimilar nada do que foi pregado, resolveu voltar numa sexta-feira. Nesse dia foi curado do problema que tinha no estômago. 
Convidado a fazer parte do FJU novamente, Hugo decidiu entregar-se de corpo, alma e espírito a  Deus.
Desde então, passou-se 1 ano.
Não só a vida de Hugo foi restaurada, mas também a de sua família.  "Somos três irmãos. Todos haviam se afastado da presença de Deus, exceto a minha mãe. Ela permaneceu firme, fazendo votos, lutando pelos filhos, e hoje todos retornaram para Jesus."
O irmão que havia sido preso está livre e na presença de Deus.
A filha, que tinha problema neurológico e dependia de remédios tarja preta, foi curada.
De pai displicente, Hugo tornou-se um pai amoroso e presente. "Eu amo a minha filha. Ela mora com a mãe, mas sempre estamos juntos e a levo para a igreja comigo."
Embora esteja solteiro, Hugo diz que não está ansioso. "Tenho certeza de que Deus já preparou uma pessoa para mim. Antes eu não conseguia ficar sozinho. Cheguei até a ter duas namoradas ao mesmo tempo e por isso sofria muito."



UNIVERSAL SOCIAL 
FAZ VÁRIOS EVENTOS 
NA FUNDAÇÃO CASA.













 IURD promove confraternização em diversas unidades da F.CASA As festividades de fim de ano foram comemoradas nas diversas unidades da Fundação CASA, onde a IURD realiza trabalhos de evangelização durante todo o ano.Dentre elas, podemos destacar as unidades da Raposo Tavares, Vila Maria( Paulista e Nova Vida), Encosta Norte,Itaquera,Penha,Mooca,Fazenda do Carmo,onde momentos de descontração e alegria foram proporcionados para os jovens internos , seus familiares e funcionários .Contando com várias atividades, como apresentação musical da cantora Cristina Miranda, banda Eterna Aliança, palestras com o grupo Dose Mais Forte, distribuição de brinquedos para as crianças , panetones, pipocas, refrigerantes,sorvetes,serviços de cabeleireiro e manicure, sempre visando a ressocialização dos jovens internos, bem como a integração de todos que participaram desta confraternização."A visão diferenciada dos muitos eventos promovidos pela IURD, sensibilizam os adolescentes e familiares, agregando valores com o envolvimento, dedicação e empenho dos funcionários da CASA , fundamentais para a eficiência deste processo", destaca o pastor Geraldo Mélo de Vilhena, Coordenador de Evangelização em Unidades da Fundação CASA.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Como a desconfiança mata o amor

Entre ciúmes e rastreadores de namorados, os casais se perdem



Os 5 minutos de atraso dela se transformaram em uma eternidade. Então, a mente dele saiu de onde estava e seguiu viagem para um mundo perigoso. Era a segunda ou terceira vez que ela se atrasava neste mês. Talvez a quarta. Talvez a quinta. Cada vez que ele repassava os fatos em sua mente encontrava um atraso a mais.
As desculpas eram sempre as mesmas: “O trânsito estava ruim”; “Fiquei presa no trabalho.” Mas quantas vezes o trânsito poderia estar ruim? Quantas vezes ela poderia fazer hora extra?
Aqueles 10 minutos eram 15. Da última vez que ligou o celular deu caixa-postal. Por que ela desligou o celular? “Estava sem sinal”, ela diria. Mas algo nele garantia que não era verdade. Foi de propósito.
Vinte minutos de atraso e nada dela, nada de notícias, nada de sinal. Aqueles torpedos todos trocados no celular outro dia, aquela ligação perdida de número restrito, a senha na rede social que ela nunca compartilhava. Algo estava errado. E ele sabia, mas precisava “realmente saber”.
“Se eu descobrir que você...” era a ameaça mais repetida naquela casa.
Por meses e meses seu interior foi corroído pelas “perguntas sem respostas”, pelo “jeito evasivo” dela, pela própria mente dele, que a cada dia se enfiava em uma nova esquina suja de pensamentos tortos. Era preciso descobrir “a verdade”. Era preciso agir.
Então ele baixou um aplicativo na internet.
O aplicativo
O nome do aplicativo é “Rastreador de Namorado”. Barato, de fáceis acesso e utilização, se tornou febre entre os brasileiros. Mais de 110 mil pessoas fizeram o download do programa, que promete ser o espião particular de todo desconfiado.Como vencer a si m
Com um simples SMS, a pessoa pode “grampear” o celular do parceiro com mais eficiência do que qualquer 007. Todas as mensagens e ligações realizadas e recebidas são encaminhadas também aos desconfiados, além, é claro, da localização em que o celular grampeado se encontra. Se o espião quiser ouvir o som ambiente, um torpedo faz com que o celular grampeado faça uma ligação ao celular do espião sem que o dono veja. Basta atender ao telefone e invadir a privacidade do parceiro.
Dizem que, a partir daí, o relacionamento corre sério risco.
Reconhecer o erro

Os sábios discordam. Não é apartir daí que o relacionamento corre risco de chegar ao fim. Se a desconfiança alcançou esse ponto, é porque essa relação já acabou há tempos.
Os relacionamentos são como as casas construídas sobre a areia e sobre a rocha. Quando, desde o princípio, existe confiança, a relação possui uma base sólida e está segura.
Quando a dúvida existe, porém, a casa permanece constantemente sobre a areia vacilante. Parece firme vista de longe, mas toda vez que a maré sobe um pouco mais prejudica a base. A água forte, aos poucos, abala a estrutura e, quando menos se espera, a casa vai abaixo.
Utilizar esse aplicativo sem autorização do dono do celular é crime, tanto pela Lei 12.737/2012, que proíbe o ingresso forçado em computadores alheios, quanto pela Lei 9296/1996, que proíbe a interceptação telefônica.
As pessoas relatadas acima são mais que duas. São milhões. Todas perdidas dentro do medo de ver seu amado ou amada em uma relação extraconjugal. Tendo motivos ou não para desconfiar, desconfiam.
Sofrem e estendem o sofrimento ao parceiro.
Não entendem que todas as pessoas precisam de seu próprio espaço, que imprevistos acontecem e que o ciúme é a terceira maior causa de divórcios no Brasil, mas só existe acompanhado pela insegurança.
Mesmo quando atitudes radicais como espionar o companheiro não são tomadas, a desconfiança mina o relacionamento em atitudes pequenas, que, com o peso do tempo e do desgaste, se tornam gigantescas.
Por isso, quando a desconfiança em um relacionamento alcança esse estágio, é chegada a hora de dialogar francamente e, no caso do amor ainda existir, procurar ajuda.





AMC- Associação das Mulheres Cristãs
na Fundação Casa.







Com a coordenação do Pastor Geraldo Vilhena, em parceria com a Fundação CASA (antiga Febem) e a AMC- Associação das Mulheres Cristãs,promoveram um evento comemorativo ao Dia dos Pais no último domingo, 10/08,na UI-IPÊ, zona sul de S. Paulo. Juntos, realizaram uma tarde de trabalhos sociais, educativos e recreativos.Na ocasião, foram oferecidos aos adolescentes e familiares que compareceram ao local, atendimento para obtenção de documentos, cabeleireiros,aferição de pressão arterial,além de palestras sobre reaproveitamento dos alimentos,DST-AIDS , prevenção de cáries e higiene bucal. A apresentação musical contou com a participação da cantora de músicas de repertório Gospel, Ísis Regina,envolvendo a todos com aprazíveis canções. O final do evento foi marcado pela distribuição de diplomas de congratulação aos pais, e também sorvetes que foram ofertados para todos os presentes.Participaram da confraternização cerca de 130 jovens internos e familiares, entre outros.Na ocasião , a coordenadora pedagógica Vera Lúcia de Oliveira Lima Souza, ressaltou a importância desse acontecimento numa data significativa como o Dia dos Pais,pois faz com que o adolescente venha a refletir na Palavra de Deus,que renova os pensamentos, amenizando assim o sofrimento e a solidão de muitos, e aprendendo a valorizar a importância da família presente.Destacou ainda que a confraternização envolve a todos,tornando-se assim um trabalho multiplicador,ou seja, mesmo depois do término do evento, todos se lembrarão dos bons momentos aqui transcorridos , os quais serão divulgados a outras pessoas, que passam a enxergar os jovens com outra visão.











































































































































































































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MACACO LADRÃO PM 1