segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Seis letras que transformam tudo

Você sabia que perdoar e pedir perdão pode até trazer prosperidade?


Nenhum ser humano está livre de errar, falar coisas estúpidas, ser desonesto, brigar ou trair. Grandes ou pequenas, essas atitudes provocam mágoas, desconfiança e dor. Embora não seja possível voltar no tempo para corrigir o passado, nós podemos contar com uma palavra capaz de transformar erros: perdão.
Um dos exemplos públicos mais conhecidos é o da ex-secretária de Estado norte-americana Hillary Clinton. No ano de 1998 surgiram evidências do envolvimento sexual do marido dela e então presidente dos Estados Unidos Bill Clinton com a estagiária da Casa Branca Mônica Lewinsky. Clinton chegou a negar o relacionamento. Porém, com o crescimento das acusações, o ex-presidente acabou confessando o caso, pediu desculpas em rede nacional à esposa e ao povo norte-americano, e conseguiu sair vitorioso de um processo de impeachment.
E quem acabou dando a volta por cima da situação foi Hillary. Ela superou o orgulho, a experiência amarga de uma traição, o julgamento público e o descrédito para perdoar o marido publicamente. Mas a decisão trouxe consequências positivas para a sua vida. Ela e o marido renovaram os votos de confiança e permanecem juntos até hoje. Depois de virar a página da traição, Hillary partiu para outras conquistas. Foi eleita senadora de Nova York, mandato que exerceu entre 2001 e 2009. Depois, ela ainda foi escolhida a 67ª secretária de Estado dos Estados Unidos, sucedendo Condoleezza Rice e servindo no governo de Barack Obama. Hillary também foi uma das principais candidatas nas prévias do partido democrata na eleição presidencial de 2008 nos Estados Unidos.
Qual o segredo para tanto sucesso em um curto espaço de tempo? Em vez de remoer mágoas do passado, Hillary perdoou e seguiu em frente. Sua atitude abriu espaço para novos horizontes.
Perdoar e ser perdoado
Como maior exemplo de perdão, o Senhor Jesus afirmou em Sua Palavra que se deve perdoar 70 vezes 7. Quando a pessoa perdoa outra que lhe fez mal, ela imita o exemplo de Quem sacrificou Sua vida em prol de todos, inclusive dos que O desprezavam.
A ação de pedir perdão representa coragem e humildade, pois o arrependido mostra que tem consciência dos erros que cometeu e está se responsabilizando pelas consequências. Aquele que se arrepende verdadeiramente dos deslizes cometidos, mostra que está disposto a não repetir os mesmos erros. Porém, a sinceridade é fundamental para que as desculpas sejam aceitas, e para que Deus também perdoe a pessoa.
O perdão cicatriza a ferida que estava aberta e acaba com a mágoa acumulada. É uma libertação da mente, que conseguiu se desvencilhar de pensamentos negativos. Foi o que aconteceu com a empresária Maria Joseliane Freitas Matos, de 29 anos. Depois de 10 anos sem falar com o pai, Francisco, ela tomou coragem e decidiu pedir perdão. Mas o processo não foi fácil.
A história começou há 15 anos, quando Maria Joseliane (foto acima)saiu do Ceará, aos 14 anos de idade, para morar com o pai em São Paulo. Ela havia crescido com a mãe e não conseguia se acostumar com as regras rígidas dele, que a impedia de sair com os amigos e com o namorado. O estopim ocorreu quando Francisco decidiu mandar a filha de volta para o Ceará, mas ela não aceitou e fugiu. Joseliane foi viver na casa de amigas, pois o pai a impediu de morar com ele novamente. "Eu tinha ódio. Dizia que não tinha pai e me afastei de outros familiares. Eu sentia angústia, medo, o assunto estava mal resolvido. Era um trauma que afetava a minha vida", desabafa.
Os anos foram passando e a jovem não via mais sentido em continuar alimentando a raiva. Mas foi só quando ela conheceu a Deus que percebeu a necessidade de perdoar o pai e começou a pedir ajuda a Ele. Ela se perdoou e foi buscar o perdão do pai. "Eu precisava dar uma segunda chance para a minha própria família, ou não conseguiria falar sobre perdão para ninguém. Nós perdoamos nossos erros e, imediatamente, meu coração ficou mais leve. Eu não sentia mais mágoas e uma felicidade muito grande me invadiu", afirma.
Joseliane e Francisco comemoraram o último Dia dos Pais juntos e têm planos de continuar compartilhando novas experiências. "Hoje, eu tenho um pai, e dizer ‘eu te amo’ para ele é uma das coisas mais maravilhosas do mundo. Ele participa de tudo comigo. Fico muito contente ao ver o sorriso de felicidade no rosto dele."
Vale destacar que na vida pessoal Joseliane também está mais resolvida e ganhou destaque como empresária.
Para que a pessoa possa, de fato e de verdade, conhecer a Deus, é necessário que ela perdoe, primeiro a si mesma e depois a quem lhe fez mal. Joseliane só conseguiu perdoar quando pediu ajuda a Deus. E você, o que espera?






UNIVERSAL SOCIAL 
NA FUNDAÇÃO CASA 
DE ITAQUAQUECETUBA.






Dia de festa, aniversário da Fundação CASA Itaquaquecetuba casa dois e Sra. Wanda (Diretora da Unidade) relatou sua felicidade do trabalho dos Voluntários da Igreja Universal com os internos.A Coordenadora Pedagógica Juraci, o Professor Sidney e a Agente Educacional Katiane mostrou com satisfação o que a unidade oferece para os internos ajudando a formação desses jovens. Exemplo sala de computação, sala de exposição de tarefas manuais, sempre seguindo a Missão, Valores e Visão consensados pelos responsáveis da Unidade CASA.Sendo: Missão: Executar a medida socioeducativa de forma humana e respeitosa; Valores: Solidariedade, justiça, ética, protagonismo e paz; Visão...: A unidade pretende que a educação em suas diversas formas, seja o eixo norteador desses jovens. Tudo isto feito com muita seriedade, comprometimento e carinho pois o futuro destes jovens são de prioridade para a Fundação.Não poderia faltar nesta festa os familiares dos internos que receberam os serviços de cabeleireiros (voluntários da IURD), a apresentação musical da cantora Joyce, algodão doce, salgados, lanches, refrigerantes e bolo.Pr. Geraldo Vilhena fez uma oração especial pelos familiares e internos levando uma palavra de esperança e solidariedade.Descobrimos que os salgadinhos foram feitos pelos internos (Que Maravilha!) mais uma oportunidade de trabalho que a fundação proporciona. Todos os funcionários, familiares e internos ficaram felizes e satisfeitos, agradecendo aos voluntários da IURD.Parabéns CASA Itaquaquecetuba, por mais um ano de funcionamento e que esta parceria IURD e FUNDAÇÃO tenha como resultado Jovens Alegres e reintegrados a sociedade.

























































sábado, 17 de agosto de 2013

O coração enganoso

Quem é o senhor da sua vida?




Não se deixe levar pelos sentimentos do coração. Foi essa a mensagem ministrada pelo bispo Edir Macedo na reunião da “Noite da Salvação”, nesta quarta-feira (14). Milhares de pessoas presentes na Universal da Avenida João Dias, na zona sul de São Paulo - e também as que acompanhavam pela Rede Aleluia de rádio e pela TV Universal - puderam aprender que o coração é enganoso, como a própria Palavra de Deus afirma: "Enganoso é o coração, mais do que todas as cousas, e desesperadamente corrupto, quem o conhecerá?" Jeremias 17:9
Quantas vidas têm se destruído por permitir que o coração corrupto comande seus sentimentos? As consequências das ações pelo sentimento podem ser irreversíveis.
"O homem se sujeitou à palavra e aos conselhos do mal, geralmente deixa de ouvir a Palavra de Deus para se submeter às obras malignas. O homem entregou sua autoridade de bandeja para o diabo, então, ele passou a ter a autoridade que foi estabelecida ao homem", disse o bispo Macedo.
"Não sabeis que daquele a quem vos ofereceis como servos para obediência, desse mesmo a quem obedeceis sois servos, seja do pecado para a morte ou da obediência para a justiça?" Romanos 6:16
A quem você tem dado ouvidos?
"Se você se sujeita à voz do seu coração, você será refém e escravo das paixões mundanas e, consequentemente, estará caminhando para o inferno", alertou o bispo.
As escolhas de hoje irão refletir no amanhã. Quando obedecemos a Palavra que vem do Senhor Jesus, temos discernimento para dizer NÃO ao pecado.
"Pois quem conheceu a mente do Senhor, que O possa instruir? Nós, porém, temos a mente de Cristo." 1 Coríntios 2:16
Quem tem a mente do Senhor Jesus pode diferenciar o bem do mal, passando a seguir o que é justo.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

A UNIVERSAL DA TODA ATENÇÃO PARA AS FAMÍLIAS DOS INTERNOS DA FUNDAÇÃO CASA.


A base de uma sociedade feliz é a família, se uma família vai mal, tudo ao seu redor vai mal, e foi pensando nisso que o Pastor Geraldo Vilhena, está realizando um projeto, voltado para as famílias dos internos, todo primeiro domingo de cada mês, famílias são recebidas, com carinho para uma confraternização, um almoço oferecido pelos voluntários da IURD,neste ultimo domingo, foi muito mais que especial, 




Um assunto que sempre é passado é que o maior problema das famílias é espiritual e que a unica saída é uma libertação e que só o Senhor Jesus pode realizar.



 Amauri Figueiredo e Robson de Freitas (BLOCO DE AJUDA AOS DEPENDÊNTES QUIMICOS), ambos com envolvimento com drogas e tráfico Amauri conta que havia muitos conflitos , dentro de casa, meu pai não aceitava , minha mãe, conheceu JESUS e tudo mudou, comecei a ver minha mãe como minha amiga.  Robson diz que várias vezes tentou parar de usar as drogas , mais não conseguiu, foi só com ajuda de Deus, conseguiu sair do fundo do abismo, 





Sebatiana ex-alcoolatra

Nelson era um viciado em vários tipos de drogas.

Laudilino ex-presidiário,

Este jovem ex-interno da Fundação Casa, ganhou liberdade agora é membro da UNIVERSAL.

Em seguida foi realizado oração  da fé para libertar as famílias das obras de bruxarias e feitiçaria.





A festa ficou completa com um delicioso almoço servido com carinho para todos  com direito a sobremesa, sorvete . 
















Houve também doação de roupas para as famílias dos internos.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Problemas no namoro

Amiga não quer mais agir pelo sentimento e pede ajuda


"Estou tendo alguns problemas com o meu namorado. Estamos juntos faz 6 meses, mas nos últimos 4 só temos tido discussão.  Ele fala que não me entende, que o que sente por mim está acabando e que, se eu quiser continuar o namoro, tenho que lutar por ele, reconquistá-lo. Ele está me machucando muito com palavras. Faz 3 semanas que não saímos. Eu gosto muito dele, mas, no momento, não quero agir pelo sentimento, quero casar com a pessoa certa, que me trate bem e me ame." - Amiga
Resposta:
Vamos pensar com a cabeça e não com o coração: o casamento é um passo muito sério e não podemos fazer vista grossa aos acontecimentos, achando que pelo simples fato de amar a pessoa já vamos ser felizes.
Pense comigo: se no começo do namoro, fase em que o rapaz está conquistando a moça, fazendo de tudo para agradá-la, ele já manifesta uma agressividade com palavras, isso não é um bom sinal. Pois, se agora já existem tantas brigas e problemas, imagine como será depois de casar, quando os dois terão que conviver o tempo inteiro.
Fique atenta aos sinais. Deus sempre mostra, de alguma maneira, quando a relação não vai dar certo. Não permita que esses detalhes passem despercebidos, você precisa estar atenta e agir com inteligência.
Não fique insistindo num namoro que já vai mal desde o começo, que não tem futuro. É melhor sofrer agora, por um pouco de tempo, do que ser infeliz para sempre.
Cuidado com o coração. Veja o que a Bíblia diz a respeito dele, não dá para confiar: "Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o poderá conhecer?" Jeremias 17:9




FILHOS DA FUNDAÇÃO CASA













Filhos da Febem

Por Andrea Dip andrea.dip@folhauniversal.com.br
Uma porta pesada de ferro se abre. Um guarda, um detector de metais e uma cabine blindada aparecem. Mais alguns passos, e o barulho da porta se fechando identifica que daquele lugar não entra e sai quem quer. Um caminho de concreto, mais algumas portas, mais um ou dois guardas, mais um portão fechado. Através das grades é possível ouvir bebês e vozes de adolescentes. Lá, o clima tenso desaparece e, às vezes, dá para esquecer que se está em uma Unidade Feminina de Internação Provisória (UIP) da Fundação Casa, ex-Febem. Em poucos metros quadrados funciona a Casa das Mães, que separa adolescentes grávidas e com bebês das outras internas. Ao todo, a unidade abriga 118 meninas de 12 a 20 anos incompletos, e o tempo médio de internação é de 1 ano e meio. No momento da visita, algumas meninas pintavam quadros, outras faziam pães e doces em uma grande cozinha. K., de 16 anos, era uma delas. De avental branco e sorriso largo, ela conta que “rodou” (foi pega), junto com o marido, de 48 anos, por tráfico de drogas e está na UIP há 9 meses. “O juiz disse que ele me usou. Mas eu acho que ninguém usa ninguém, vai por esse caminho quem quer”, diz a jovem, que entrou grávida de 4 meses e teve a filha num hospital conveniado à Fundação. “Eu entrei dizendo: ‘vou traficar, a vida do crime é isso mesmo’. Agora, penso na minha filha, em como vai ser.” Até março de 2006, as meninas que entravam grávidas na Fundação Casa eram levadas a um abrigo assim que os bebês nasciam e lá ficavam com os filhos por 4 meses. Após esse período, as mães voltavam para a internação e os filhos iam para a família da menina ou para um orfanato. Grande parte das meninas fugia e nem voltava para a Febem. A Casa das Mães, com 12 vagas, não supre a demanda de todo o Estado, mas é a única em São Paulo e possibilitou que os bebês fiquem com as mães até o final da medida sócio-educativa. “Aqui é feito o pré-natal, há acompanhamento psicológico. Os bebês são tratados no posto de saúde da região, tomam as vacinas e não lhes faltam alimentos, roupas e estrutura”, conta Maria Isabel Melo, diretora do Internato Feminino, que fica no bairro da Mooca, zona leste da capital paulista. As roupas e brinquedos chegam através de doações e, por vezes, são trazidos por familiares das meninas. Ali, os bebês ficam 24 horas ao lado das mães. O quarto grande é coletivo, com berços ao lado das camas. As meninas lavam a própria roupa e a dos filhos, ajudam na comida, na limpeza e têm oficinas de panificação, manicure e, a mais procurada, de bordado. Maria Isabel explica que as adolescentes que chegam grávidas têm geralmente o mesmo histórico: “O tráfico é o motivo mais comum. Geralmente, é por amor. Elas se envolvem na vida dos companheiros e quando elas vêm para cá, eles são presos. A maioria já tem filhos de outros relacionamentos”, diz. Essa é a história de J., 17 anos. Há poucos dias na unidade, está grávida de 38 semanas e conta que deixou uma filha de 3 anos com a mãe. Esse é seu maior sofrimento. “Minha mãe cuida bem, mas disse que não vem me visitar nem trazer minha filha, porque preciso pagar pelo que fiz. Entrei para o tráfico porque era o caminho mais rápido para comprar as coisas que eu queria. Mas nem de perto é o caminho mais fácil”, diz, amadurecida pela realidade. E para o futuro? J. faz uma pausa de silêncio enquanto mexe na longa trança de cabelos negros: “Quero conhecer pessoas que me ajudem não com dinheiro, mas com um ombro. Quero cuidar da minha família, dos meus filhos”. E o pai? “O pai da minha filha é do crime. E o pai do meu filho está preso”. Para o psicólogo Rubens Maciel, as meninas que vão para a Fundação Casa têm a família desestruturada ou vivem em situação de miséria. “Elas saem de casa porque o convívio com os pais e irmãos é degradante, violento. E, não encontrando segurança em casa, vão procurar esse carinho em um namorado que também vem de uma situação semelhante”, explica. Por esse quadro caótico, Maciel acredita que a situação dos bebês que nascem atrás das grades é relativa. “Se você comparar com a rua, eles estão em uma situação melhor, porque nada falta, estão num ambiente seguro. Mas, se comparada à situação de uma família estruturada, eles estão em uma condição pior, porque estão privados de liberdade por um delito cometido pela mãe”. É o caso da bebê de G. (de 18 anos), interna há 1 ano e 4 meses. “Ela está engatinhando e quer ir para fora, vai até o portão e quer sair”, conta. O caso dela é o mais grave entre as oito meninas que ocupam a Casa das Mães. Após alguma resistência, conta que cometeu latrocínio, roubo seguido de morte. Ela também estava com o marido no momento do crime e ainda tem 3 ou 4 meses como interna para cumprir. Quando sair, pretende ir morar com a sogra no interior e aceitar qualquer trabalho. “Não posso ficar escolhendo, né?”, diz a adolescente. Sobre sonhos e o futuro, elas não falam. Dão respostas vagas. O fato é que as meninas estão entrando para o crime cada vez mais cedo. Em 2000, a idade média das internas era de 18 anos. Hoje, as meninas “rodam” com pouco mais de 15. E descobrem, nas palavras de J., que esse caminho é “rápido, mas nunca fácil”. Berçários e creches nas prisões O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, no fim do mês passado, uma lei que garante condições mínimas de assistência a mães presas e recém-nascidos. O texto determina que as penitenciárias femininas tenham berçários onde as mães possam cuidar e amamentar os filhos até, no mínimo, 6 meses depois do nascimento. A lei assegura ainda que haja acompanhamento médico pré-natal e pós-parto. Até então, as detentas ficavam com os bebês até os 4 meses de vida e depois davam para a família ou para abrigos, dependendo da situação. As prisões deverão também ter creches com profissionais qualificados para abrigar crianças de 6 meses a 7 anos, cuja mãe esteja presa e seja a única responsável. A autora do projeto, deputada Fátima Pelaes (PMDB/AP) ressaltou à imprensa que a lei é uma “obrigatoriedade de que realmente os presídios femininos disponham de um atendimento à mãe e à criança”. Fátima, que nasceu em um presídio e viveu nele até os 2 anos de idade, afirmou também que: “Toda mulher tem direito de ser mãe e toda criança tem direito à convivência com essa mãe, ao carinho e ao afeto. Isso faz diferença na vida dos dois.”

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

O crack está pronto para destruir jovens, adultos e idosos.

Líder do Força Jovem do Rio Grande do Sul enfrentou muitas lutas até deixar para trás o caminho das drogas e procurar o da Salvação



Aos 13 anos, o gaúcho Augusto Albuquerque (à direita, na foto ao lado) era um triste exemplo para a juventude. Como consumidor voraz de entorpecentes, faziam parte de seu costumeiro “cardápio” maconha, cocaína, cola de sapateiro, bebidas alcoólicas e até uma explosiva mistura de cocaína e crack. Uma bomba que explodia, aos poucos, sua vida.


Ele era um jovem perdido, que procurava nas drogas um possível preenchimento para um grande vazio em sua vida. “Assim como eu fazia, muitos jovens procuram as drogas para fugir desse vazio.”


Mas o vício não fazia parte de sua vida somente com os “amigos”. Dentro de casa, tinha uma mãe alcoólatra. O irônico era que ele procurava não ver o vício da mãe indo “encher a cara” com o pessoal com quem andava. Depois, embriagados, procuravam lugares ermos para consumir drogas.


Augusto também procurava companhia para cantar hip-hop ou rap. Nos shows que fazia, as letras de suas músicas falavam de respeito, consciência, humildade. “Mas eu mesmo não vivia aquilo de que falava. Me afundava e me perdia cada vez mais, enquanto aconselhava outros.”


Ele tinha uma vida falsa baseada na hipocrisia. Além disso, envolvia-se com várias garotas, sem ter uma relação realmente séria com nenhuma.


Um dia, Augusto sofreu um acidente. Com a perna inteira engessada e tempo de sobra, foi obrigado a dar uma pausa naquela vida desregrada.


Nesse período, assistindo a uma programação da Universal, percebeu algo diferente. Percebeu que não era feliz de fato e que toda a ilusão em que ele vivia não era a vida que desejava.


Foi assim que chegou à Universal e foi assim que começou a trilhar um caminho diferente.


“Fui acompanhado por obreiros e pastores, que me ajudaram muito. Conheci o Força Jovem Universal e comecei a participar. Recebi o batismo no Espírito Santo. Só depois disso conheci aquela que hoje é minha esposa.”


O jovem, já cristão, começou a namorar e não achou apenas aquela que alguns classificam como “alma gêmea”. Mais que isso, Augusto começou a sentir vontade de conquistar outras almas. Muitas. E não para ele, mas para Deus.


Essa vontade surgiu quando viu outros jovens passando pelo mesma situação, precisando de quem os orientasse. Foi quando nasceu nele a vontade de ajudar aquelas pessoas.


Augusto foi levantado a obreiro e, com o tempo, cresceu o desejo de ser pastor. “Olhava os pastores e bispos levando uma palavra de fé às pessoas. Via o exemplo daqueles homens de Deus no altar, e recebi o chamado para ser como eles. Olha... não foi fácil.”


A despeito das dificuldades, a dedicação foi maior e ele seguiu em frente. Hoje, Augusto não só é um pastor, como também lidera o Força Jovem no Rio Grande do Sul.


“Minha esposa e eu nos dedicamos a isso. Ver pessoas que chegam com a vida destruída, agora abençoadas; algumas até levantadas a obreiros, gente de Deus, com vidas e famílias restauradas. Esse é o nosso verdadeiro salário, nosso prazer, nossa alegria.”


Se a adolescência foi entregue às drogas, com praticamente nenhuma perspectiva de futuro, o presente de Augusto é totalmente diferente.


“Hoje, posso dizer que sou um homem muito feliz.”

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Mentira tem perna curta e faz mal

Estudos revelam que o ser humano tem o hábito de mentir, apesar de causar prejuízos aos outros e à própria saúde, além de a verdade sempre prevalecer no final


"Você pode enganar algumas pessoas todo o tempo. Você pode também enganar todas as pessoas algum tempo. Mas você não pode enganar todas as pessoas todo o tempo", diz o ditado ainda atual, atribuído a um discurso feito no século 19 pelo ex-presidente norte-americano Abraham Lincoln.


O raciocínio simples de que ser verdadeiro é mais fácil parece não entrar na cabeça de muitas pessoas, que primeiro enganam a si mesmas para depois tentarem se passar por outras, e aí vivem numa mentira cada vez pior, que jamais irá se sustentar – muito menos depois que a realidade vier à tona. Porque, acredite ou não, a verdade sempre irá prevalecer.
Atualmente, dois séculos depois da suposta afirmação de Lincoln, um estudo da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, concluiu que 60% das pessoas não conseguem ficar sem mentir sequer em uma conversa de 10 minutos. Pela média da pesquisa, cada ser humano mente três vezes nesse período de bate-papo, sendo que os principais alvos dos mentirosos são pais, amigos, irmãos e cônjuges.
Mentiras que podem ser consideradas inofensivas, como contar se viu ou não um filme, por exemplo, entraram nessa conta para mostrar como o homem tem o hábito de mentir, e pode até ser que um caso assim não seja descoberto. No entanto, há casos complicados, que prejudicam muitas pessoas e que provavelmente vão ser esclarecidos em algum momento, sendo que as consequências poderão ser graves para quem mentiu e extremamente frustrantes para quem acabou prejudicado, direta ou indiretamente – um dano que nem sempre pode ser calculado ou recompensado.
Um exemplo de consequência desastrosa provocada pela mentira aconteceu em meados de julho, quando o mundo do atletismo tomou mais um baque em razão de escândalos de doping por parte de ídolos da modalidade. Entre eles,  o do norte-americano Tyson Gay, de 30 anos, campeão mundial dos 100 metros (m) e dos 200 m, medalha de prata no revezamento 4x100 m da Olimpíada de Londres em 2012 e dono do melhor tempo deste ano nos 100 m.
Na prática, depois que a máscara da enganação caiu, Gay já ficou fora da disputa do Campeonato Mundial e também começou a perder contratos com patrocinadores. Depois de julgamentos, ainda deverá ser obrigado a devolver medalhas e ficar sem muitos dos resultados que registrou na carreira, quando prejudicou os adversários. Esse atleta até poderá comemorar uma conquista do passado depois que o resultado for revisto, mas jamais irá recuperar o tempo e prováveis patrocínios perdidos, o que não ocorreria caso tivesse obtido, no passado, vitórias justas, para as quais se preparasse honestamente.
Assim como os esportistas burlam regras para tentar se sobressair diante de adversários, na cada vez mais acirrada corrida por um emprego, muitos candidatos mentem descaradamente em seus currículos. A farsa pode até ajudar um candidato a entrar em uma empresa, mas para conquistar a vaga de fato será preciso mostrar na prática as qualidades e competências expostas no currículo. E, em caso de falha, uma demissão ainda no período de experiência pode manchar uma carteira de trabalho, além de tirar a chance de emprego de quem realmente se preparou e merecia a vaga. Uma mentira assim será facilmente confirmada quando o sujeito for procurar um novo emprego e o responsável pela contratação resolver checar na antiga empresa o motivo da demissão – uma troca de informação comum entre os departamentos de recursos humanos.
Além da questão de a mentira ser descoberta rapidamente e de consequências práticas mais visíveis, mentir faz mal à saúde, segundo conclusão de um estudo realizado por cientistas da Universidade de Notre Dame, nos Estados Unidos. Nessa pesquisa, 110 pessoas foram avaliadas, sendo que metade foi orientada a não mentir por 10 semanas, período em que foram sendo analisadas. A cada avaliação feita pelos cientistas norte-americanos, os 55 voluntários que passaram a mentir menos, revelaram se sentir melhor fisicamente e também relataram sensação de bem-estar e ainda um ganho significativo de saúde, como registrado pelos cientistas.
No final do estudo, o grupo que foi bem orientado e evitou mentir, sentiu como é bem melhor viver ao lado da verdade, sem o peso da farsa ou da vida de fachada na consciência.
"Uma mentira repetida várias vezes vira verdade." Outra frase famosa sobre o tema, e que até hoje é dita para tentar explicar equivocadamente uma situação. Um pensamento que jamais deve ser propagado e que na realidade nasceu na cabeça do ministro da Propaganda Nazista de Adolf Hitler, Joseph Goebbels.
O pensamento de Hitler atingiu o mundo em cheio e resultou na Segunda Guerra Mundial, uma batalha travada por mais de 70 países e que causou mais de 50 milhões de mortes, até se encerrar com o simbólico suicídio de Hitler, justamente no momento em que teve de encarar uma verdade: a derrota.
O caso do líder nazista é extremo, mas vale para ilustrar como a mentira sempre vai ser prejudicial, porque a verdade irá prevalecer e trará na bagagem decepções, perda de confiança e outras tantas consequências negativas. Sendo assim, por que não enfrentar de uma vez a realidade como ela é, para tentar consertar os problemas pela raiz, em vez de ficar vivendo uma ilusão temporária? 



UNIVERSAL SOCIAL TEM UM PROJETO NA FUNDAÇÃO CASA DE SÃO.PAULO



Agência Unipress Internacional

SÃO PAULO - Voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus de todo o Brasil visitam, diariamente, unidades da Fundação Casa. Em São Paulo, cerca de 150 pessoas acompanham o pastor Geraldo Vilhena, – responsável pelo trabalho no Estado – nas reuniões realizadas nos locais. Segundo dados da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência (SEDH/PR), no Brasil, o número de menores infratores que cumpre pena aumentou em 28%, entre 2002 e 2006. Em média, há nove adolescentes em regime de internação para cada um em regime semi-aberto. São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará são os Estados com maior execução para este regime. Com o objetivo de ajudar na reintegração desses jovens na sociedade, há sete anos a IURD conta com a ajuda de voluntários de todas as áreas para a realização do trabalho espiritual.






















































 Durante os encontros, os internos recebem uma palavra de fé e de esperança. “Nós oramos para que eles sejam libertos dos problemas espirituais e possam receber a presença de Deus”, diz o pastor Geraldo. Semanalmente, são distribuídos cerca de três mil exemplares da Folha Universal e mensalmente mil livros e duas mil revistas Plenitude, para que os adolescentes possam conhecer, de uma forma diversificada, a Palavra de Deus. O grupo também organiza palestras sobre saúde da mulher – nas unidades femininas –, higiene e educação, além de oferecer doações e amparo aos familiares dos internos. No mês passado, cerca de 200 famílias do Complexo do Brás receberam lanches, roupas, calçados e brinquedos. “Durantes esses eventos, procuramos conscientizar todos sobre a importância de resgatar os valores da família, da formação da criança e do adolescente para a nossa sociedade”, explicou o pastor, acrescentando uma palavra de fé aos que estão sofrendo por terem algum parente sendo escravizado pelo mundo do crime: “Disse o Senhor que se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra”, finalizou.
























































































































































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MACACO LADRÃO PM 1