quarta-feira, 5 de junho de 2013

Os três pilares de uma mulher Conheça as forças da mulher abordadas na 2ª Palestra “A Mulher V”



O salão silenciou no momento em que as palestrantes entraram. Milhares de mulheres que participavam da palestra ao vivo, na zona sul de São Paulo, e em todos os estados do Brasil por videoconferência, esperavam com expectativa e desejo de aprender mais. 


Marilene Silva foi a convidada especial. Ela compartilhou sua história de vida como exemplo dos três pilares que constituem a força de uma mulher. Mais de 34 anos atrás ela procurava alento para a sua alma e necessitava de forças para cuidar dos filhos.


Na época, acabara de ser abandonada pelo marido após quase 20 anos de união. Não tinha nenhuma perspectiva de ter o casamento restaurado. Tentava inutilmente uma reconciliação. Humilhava-se, implorava para que ele voltasse, mas só recebia desprezo.


Um dia, porém, começou a participar de encontros especiais nos quais conheceu um novo amor. Mas não era qualquer um. Era alguém que não a abandonaria na hora da dor e que de fato a completaria. Ela encontrou infinito amor de seu Deus. Quando Marilene entendeu esse amor, ela soube que poderia enfrentar qualquer situação. Sua confiança em Deus, seu amado, tornou-se um pilar, a base de sua vida. Não importava se o marido vivia com outra mulher, ela estava decidida a lutar.


A força espiritual


Quando a mulher deposita total confiança em Deus, como uma filha que se joga nos braços de seu Pai na certeza da segurança, ela renasce e muda seu interior por completo. Através dessa força, Marilene encontrou coragem para prosseguir, alcançando resultados práticos em sua vida. Ela já não agia de acordo com seus sentimentos, ela seguia a vontade de Deus, obedecia a Palavra e os ensinamentos que aprendia. Em vez de se mostrar fraca diante do marido que a abandonara, se mostrava forte, determinada e ousada.


Ester Bezerra, uma das palestrantes, destacou a importância de termos uma vida de confiança e dependência em Deus: “O Amor de Deus é como se fosse o ar que você respira. Deus quer ser amado por você. Seu amor para com Ele tem que ser sincero, verdadeiro, e que deixe claro que sem Ele você não consegue viver, esse é o seu maior tesouro”.




A força da influência


A sabedoria de Marilene contribuía para a aproximação com o marido. Procurava estar sempre arrumada quando o encontrava, preparava sua comida preferida. Voltaram a ser amigos. Até que finalmente ele pediu para voltar para casa.


Mas ela não aceitou. Aprendera a se valorizar. Ele precisava provar o arrependimento.


“A maioria das mulheres não sabe a força que tem. Quando a mulher não é espiritual, ela influencia para o mal, mas quando é, entende esse poder que tem, então decide agir de maneira positiva porque sabe que seu modo de falar, se comportar, suas decisões, sempre influenciarão alguém. Você tem essa força de influência, principalmente na sua casa. Se quer ganhar a sua família, use seu poder de influência de maneira espiritual”, orientou Cristiane Cardoso.


Após 7 meses de namoro e observação para comprovar a mudança de comportamento, eles reataram. Mas esta era somente a primeira batalha vencida.




A força da submissão


Uma das condições impostas por ela para que houvesse a reconciliação era que o marido vivesse a mesma fé. Ele concordou, mas não se converteu. Bebia com frequência e fazia a esposa preparar sua bebida e servi-lo. Ela sempre o fazia, com um sorriso no rosto, nunca de cara amarrada ou resmungando. Usava a fé com revolta, mas sabia que o problema não era ele, e sim, o que estava dentro dele. Nesses momentos, Marilene aprendia lições sobre o poder de ser submissa.


A palestrante Fátima Bassini explicou que atualmente a mulher compete com o homem em diversos setores , mas se tentar ser ‘a chefe’ do lar terá problemas espirituais. “Submissão é uma decisão humilde que a mulher toma. Ela deve se submeter ao seu marido não porque o ama, mas porque é um princípio espiritual. Quando se é submissa a ele por amor a Deus, é Ele quem se encarrega de fazer o marido enxergar a esposa com outros olhos”, ressaltou Fátima.


Após cinco anos de luta, a vida de Marilene foi transformada porque ela aprendeu a usar os poderes da mulher. Qualquer transformação é possível à mulher que conhece a sua força e sabe de onde ela vem.




Sisterhood visita internas da Fundação Casa

Voluntárias distribuem kits e livros para menores infratoras




Amor e dedicação são características presentes em todas as voluntárias do Sisterhood, grupo que surgiu em dezembro de 2009 e tem a finalidade de resgatar a essência feminina colocada por Deus em cada mulher. Desta vez quem recebeu o carinho dessas mulheres foram as internas da Fundação Casa “Chiquinha Gonzaga”, da Mooca, bairro localizado na zona leste da capital paulista.


As mais de 140 internas do local receberam kits de higiene pessoal e também centenas de livros “A mulher V”, da escritora e fundadora do Sisterhood, Cristiane Cardoso.


Além das doações, as internas também ouviram mensagens de fé e esperança, contidas na Palavra de Deus. Para o responsável pelo trabalho evangelístico dentro da Fundação Casa, pastor Geraldo Vilhena, a iniciativa do grupo é fundamental para a ressocialização e mudança de comportamento das menores infratoras. “Este é um trabalho excelente, pois a presença das voluntárias fez com que as jovens se aproximassem mais. Muitas abriram o coração, choraram após receber as orientações das esposas dos bispos, elas elevaram a autoestima, que a muito tempo estava em baixa, este evento foi muito bom”, conclui o pastor Geraldo Vilhena.

terça-feira, 4 de junho de 2013

VINGANÇA.

Hapu ameaça Sati

Refém de suas mentiras, esposa de Potifar é chantageada por seu servo


No capítulo desta semana da minissérie “José do Egito”, Sati, esposa de Potifar, começa a provar do próprio veneno. Nos episódios anteriores, além de tentar seduzir José, ela o acusa de abuso quando rejeitada, o que resulta na prisão do hebreu. Mas agora, ela começa a pagar pelo que fez ao ser chantageada pelo seu servo Hapu. Tudo começa quando Sati se irrita com a situação de seu jardim, que está descuidado, e decide questionar Hapu. Mas o homem rude, cansado de tantas humilhações, afirma que não se submeterá a mais nada e ameaça revelar para Potifar que já se deitou com Sati.

Como não bastasse a chantagem sofrida, Sati é surpreendida quando vai entrar em sua piscina e encontra Hapu submerso. Ela ordena que ele saia, mas o servo não aceita mais as ordens e exige uma massagem, caso contrário, contará a Potifar tudo o que viveram juntos. Refém das próprias mentiras, Sati fica sem saída e massageia Hapu, quando Potifar chega. Por pouco o marido não vê o servo, que é empurrado na água. Potifar desconfia do comportamento da esposa e entra em casa, achando que ela esconde um amante. Sati pede que Hapu saia e vai atrás do marido. Aos poucos, todos os erros cometidos por ela começam a persegui-la.

Em entrevista para o R7, o ator Iran Malfitano, que vive o papel de Hapu, reconhece que seu personagem é muito mau. “O Hapu faz maldades pelos simples fato de fazer maldades. Ele é mau-caráter.” Mas e quanto a Sati, o que Hapu realmente sente pela mulher de Potifar? Iran acredita que seja apenas uma atração física. “É um jogo de poder, porque eu estar com a mulher do meu chefe acaba me dando um certo poder naquele momento.”

A Rede Record transmite a minissérie “José do Egito” todas as quartas, a partir das 21h45.

Capítulo do dia 5 de junho 

Uma das cenas mais fortes será a morte de Onã, que, ao se desentender com Tamar, acaba sofrendo um acidente. Ele abusou de sua esposa na primeira noite de amor, mas morre nos braços de seu pai, Judá, após se engasgar. O casamento de Onã com Tamar havia acontecido depois da morte de Er, como manda a Lei do Levirato, descrita no Antigo Testamento, no livro de Deuteronômio 25:5. No entanto, depois de perder os dois maridos, Tamar começa a ser considerada culpada pela morte dos filhos de Judá.

Enquanto isso, José coordena os trabalhos na cadeia. Todos os presos começam a respeitar o hebreu. O tempo passa. José serve uma comida deliciosa para Seneb, ainda em recuperação. Ele se impressiona com a inteligência de José, que organiza a prisão.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Instituto Ressoar completa oito anos




Instituto Ressoar, braço de responsabilidade social da Rede Record, completa oito anos de atuação neste mês de maio, e, para comemorar essa data, preparamos uma série de matérias especiais sobre os projetos desenvolvidos pela instituição.

Fique de olho no Programa Ressoar que irá ao ar às 19h do próximo domingo, dia 26, pela Record News, e acompanhe como o Ressoar vem ajudando a construir uma sociedade mais justa!

Adolescência interrompida Além da perda de uma fase da vida, jovens correm mais risco de morrer por complicações durante o parto


Uma em cada cinco mulheres no mundo todo vai dar à luz até os 18 anos de idade. Não, não é uma projeção futurística, esotérica ou coisa do tipo. E, sim, o número assusta. A estimativa é da Organização Mundial da Saúde (OMS), preocupada com a gravidez na adolescência (entre 10 e 19 anos, pelo critério das Nações Unidas), a principal causa de morte das mulheres dessa faixa etária, 1 milhão anuais, segundo levantamento da ONG Save The Children.

As jovens não estão preparadas para gestar uma vida. A organização não governamental alerta que mulheres entre 15 e 19 anos têm duas vezes mais chance de morrer do que mães acima dos 20 anos. Entre meninas de 10 a 14 anos a probabilidade é cinco vezes maior (veja mais dados no quadro abaixo). Nesta última faixa etária, inclusive, ainda com o corpo de menina, cintura e pélvis pequenas, o parto pode ter dificuldades de realização e até ser prolongado. “O problema é coincidir a gravidez com o desenvolvimento do corpo de adolescente”, explica Ademir Lopes Júnior, diretor da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC). O risco também está presente acima dos 15 anos, “principalmente pela pressão alta e as complicações infecciosas relacionadas ao parto”, acrescenta Marco Aurélio Galletta, professor de Medicina da USP e responsável pelo setor de Gravidez na Adolescência do Hospital das Clínicas de São Paulo.

O perfil dessas jovens mães, de acordo também com estudos da OMS, é de, geralmente, mulheres pobres, com menos acesso à educação e moradoras de áreas rurais. No universo daquelas entre 15 e 19 anos, estima-se que cerca de 15,2 milhões dão à luz anualmente em países subdesenvolvidos. Muitas nem sequer entendem o que estão passando e, desesperadas, com pouco ou quase nenhum dinheiro, apelam para o aborto de risco, utilizado por aproximadamente 2,5 milhões. Acabam vítimas de locais com péssimas condições sanitárias e podem sofrer sérias consequências. “É perigoso para qualquer uma. Entre adolescentes é mais arriscado. A ficha só cai muito depois, aí fica complicado: mais infecção, mais perda sanguínea e maior chance de esterilidade”, avisa Galetta.


A juventude mostra pouca adesão às orientações do pré-natal, isso impede cuidados essenciais. Cerca de 1 milhão de crianças morrem todo ano logo no primeiro dia, ou por asfixia (pelo nervosismo da mãe), ou por prematuridade na formação de órgãos.

O último levantamento do Ministério da Saúde registrou perto de meio milhão de grávidas em 2009: 444.056 grávidas, para ser exato. “Não é nem questão de fazer campanha, dar camisinha e pílula, porque essas meninas que engravidam sabem de tudo isso. É muito mais complicado. Tem a ver com a perspectiva de vida dessas moças para o futuro”, reconhece Galetta. “A gravidez é, na verdade, um indicador de vários problemas que já estavam ocorrendo anteriormente. Investir em educação naturalmente faria com que as mulheres se cuidassem e pensassem em projetos de vida para além do ‘ser mãe’”, sugere Lopes Júnior.

Prevenção é sempre o melhor caminho. Adolescentes que tenham objetivos definidos para o futuro e que saibam se valorizar terão menos chances de interromper suas vidas por conta de uma gravidez indesejada.

O pouco contato com os pais, o vazio existencial e a falta de planejar o próprio futuro, somados à superexposição a programas de TV que banalizam o sexo e que fazem a adolescente acreditar que sua existência se resume a encontrar parceiros, são alguns dos fatores que predispõem os jovens a uma gravidez precoce.


Quando a gravidez acontece, os amigos se afastam, o namorado, na maior parte das vezes, também. Sozinha, a adolescente tem de aprender a lidar com as mudanças indesejadas no corpo, com a solidão e a decepção de ter sido abandonada e com a responsabilidade de cuidar de uma criança. Muitas entregam seus filhos a suas mães, como se pudessem transferir a responsabilidade, e acabam se arrependendo mais tarde.

A sociedade tem se mobilizado em iniciativas como o Projeto T-Amar (saiba mais no site www.projetot-amar.com), que presta assistência a mães solteiras e adolescentes grávidas. Rita Reis, coordenadora do Projeto, conta o objetivo do trabalho realizado com essas meninas: “Queremos mostrar para essas mães que elas podem vencer qualquer situação, não importa se estão sozinhas. Tudo depende delas”.

domingo, 2 de junho de 2013

“Larguei a vida”

Força Jovem ajuda Edson Silva a voltar ao caminho do bem e hoje o jovem orienta outros a superar o vício das drogas











O montador de móveis Edson Silva de Figueiredo sonhava ser pai e ser exemplo para o filho. Hoje, é um homem realizado: além de Kayky, de 6 anos, ele tem Kamyla, de 1 ano, e é casado com a bancária Keite. Mas a segunda parte do sonho não aconteceu com facilidade. Além de assaltante, Edson era drogado e, segundo suas palavras, foi preciso muita fé e apoio do Força Jovem, da Universal, para que sua vida mudasse radicalmente e ele voltasse para a Igreja.


“Com 24 anos, cheguei ao fundo do poço. Quando o meu filho nasceu, eu era o pior dos exemplos para ele. Não queria aquilo nem para o meu pior inimigo. Consumia crack várias vezes ao dia. Até que certa vez cheguei em casa drogado, agredi minha esposa e contei que era viciado em crack. Ela desabou, mas, em momento algum, disse que me largaria; pelo contrário, prometeu me apoiar para me livrar das drogas. Diminuí o consumo, mas não conseguia largar de vez”, conta.


No dia anterior ao nascimento do filho, Edson consumira crack a noite toda. Ainda com dores por conta do parto, Keite tentou localizá-lo. Em vão. Aquele era o pior momento da vida de Edson.


Assim como conta a história do filho pródigo - um jovem que resolveu sair de casa para viver sua vida longe do pai - Edson abandonara a fé, parando de frequentar a Igreja e deixara-se levar por um estilo de vida irregular, como bebida, drogas e dinheiro fácil. Faltava também temor a Deus.


“Tinha muita curiosidade em conhecer os prazeres do mundo, mas não imaginava as consequências. Larguei a Igreja e me entreguei a baladas, drogas... ‘Curtia’ muito, mas era infeliz”, admite.


No blog do bispo Macedo, o bispo Sérgio Correa, responsável pelos obreiros do Brasil, comenta mais sobre o texto bíblico do filho que deixou o lar.


“A princípio tudo parece ser liberdade, felicidade, noitadas, sexo, drogas, bebidas entre outros. Porém, depois que isso consume toda a vida, o afastado se dá conta da fome que sua alma sente, pois nada daquilo serviu para saciá-la. Daí inicia-se a queda livre para o fundo do poço, para o chiqueiro”, referência ao momento de pobreza extrema enfrentada pelo filho pródigo.


A história de Edson só começou a mudar quando sofreu uma infecção estomacal no presídio. Sofrendo, preso por roubo de celular, quando já respondia por outro processo, também por assalto, foi condenado a três anos e seis meses.


“Foi o momento de reflexão da minha vida e pedi para Deus me salvar”, lembra.


Depois de ouvir um anúncio no rádio sobre a Fogueira Santa, Edson deu um exemplo de fé durante a visita da esposa no presídio. 


“Do dinheiro que ela recebia de pensão por eu estar preso, pedi que separasse 10% para o dízimo e colocasse em um envelope para a Fogueira Santa, além de toda a quantia que traria para minhas necessidades. Disse-lhe que só iria me ver quando eu saísse da cadeia. Isso foi numa sexta-feira. No sábado, recebi o alvará de soltura. No domingo, levei o envelope da Fogueira Santa e dei meu testemunho de vitória por ter me libertado daquele inferno”, conta, emocionado.


Hoje, com 30 anos, Edson é exemplo não só para os filhos, mas para a família. Dedicado, tem dois empregos, comprou recentemente um apartamento e planeja fazer uma faculdade. Segundo ele, o Grupo Jovem foi o ponto de inspiração na sua vida.


“O Força Jovem ajuda a me manter no caminho do bem. Aqui, tenho o objetivo de ajudar outros jovens na comunidade a superar situações semelhantes ou até piores que aquela que vivi. Falo do milagre que Deus fez em minha vida e digo que é possível sair desse vício que tem escravizado nossos jovens no Rio de Janeiro”.

sábado, 1 de junho de 2013

Boas-novas a José A humildade do hebreu faz com que ele se destaque na prisão



O capítulo desta semana da minissérie “José do Egito” vai mostrar a importância de temer a Deus. Isso porque, no capítulo anterior, a fidelidade de José ao Senhor lhe custou ser injustamente acusado de ter abusado de Sati, que mentiu a todos porque o hebreu resistiu às suas seduções.

Na pele do escravo, o ator Ângelo Paes Leme disse ao R7 que é preciso ter muita concentração para interpretar o personagem. Apesar de um passado carregado e de solidão, José mantém o amor e a fé. “Ele nunca perdeu a fé em Deus, mas é difícil. Ele é uma pessoa que muitas vezes se abala com tudo aquilo. Como ser humano, ele sofre.”

Preso, José começa a se destacar por conta de seu espírito diferente dos outros. Primeiro, o filho de Jacó ajuda o carcereiro Seneb, ferido gravemente por uma lança atirada por Jetur. Em meio a uma confusão, José consegue arrastar Seneb para um local seguro com ajuda de Azenate, que cuida da ferida do carcereiro.

Com sabedoria, José acalma a situação na cadeia e revela a verdadeira história que resultou em sua prisão. Seneb não entende porque José trata sua ferida e se admira com a pureza do hebreu, que mesmo preso e injustiçado, faz o seu melhor. Mais um exemplo do espírito diferente de José é quando ele inicia uma limpeza em seu alojamento. Inicialmente os presos estranham, mas logo tratam de ajudá-lo.

Uma das cenas mais impactantes acontece quando José descobre que sua amada, Azenate, desistiu de ser uma sacerdotisa. No reencontro, os dois se beijam.

A Rede Record transmite “José do Egito” toda quarta-feira, a partir das 21h45.


Capítulo do dia 28 de maio

Diante de Potifar, Sati insiste em manter sua história de que José teria tentado abusá-la. O comandante revela que sabe do desejo que sua mulher sente por outros homens. Potifar afirma que Sati será punida de acordo com a lei do Egito para adúlteras, caso alguma traição seja descoberta. A punição é ter seu nariz decepado.

Assustado, Benjamin vê um escorpião e acorda Simeon antes que ele seja picado. Simeon afasta o animal, que cai perto de Mara, até então escondida. Com o susto, ela se revela e Simeon a segura com raiva, querendo saber o que fazia por ali. Mara confessa que é responsável pelo escorpião. Descontrolado, Simeon decide chicotear a menina, mas Benjamin intercede e consegue convencer o irmão a mudar de ideia.

Ruben jura para sua esposa Naamá que nunca mais se aproximará de Bila e pede perdão.

Após o casamento, Tamar se decepciona com Onã, que a usa já na primeira noite de amor. Durante a festa, Onã discute com Tamar e a agride. A briga chama a atenção de todos. Jacó e Lia decidem se aproximar, mas, antes que consigam chegar, Onã se engasga com seu alimento e morre nos braços do pai.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Os riscos do consumo precoce Contato de crianças com bebida alcoólica aumenta chances para a compulsão






O gole despretensioso, feito só para provar ou experimentar uma bebida alcoólica, pode ser determinante na vida dos jovens. Uma pesquisa inédita feita pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid) da Universidade de São Paulo (Unifesp) revela que, quando o primeiro gole é feito por menores de 12 anos, ele aumenta em 60% as chances de a criança se tornar um consumidor abusivo na fase da adolescência.

O estudo, feito a partir de entrevistas realizadas com 17 mil adolescentes de todo o Brasil (alunos do ensino médio de escolas públicas e privadas), mostra o quanto é perigoso tornar o álcool uma bebida acessível à juventude. A pesquisa também apresentou outro dado relevante: 82% dos entrevistados afirmaram já ter consumido algum tipo de bebida alcoólica e, desse total, 11% experimentaram pela primeira vez ainda na infância.

Para a professora do Departamento de Medicina Preventiva da Unifesp e uma das pesquisadoras responsáveis pelo estudo, Zila Sanches, o contato que a criança tem com bebidas na infância pode gerar um adolescente que ocasionalmente fica de porre e pode, sim, adquirir um padrão abusivo de consumo.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 320 mil pessoas entre 15 e 29 anos morrem ao redor do mundo anualmente de causas relacionadas ao consumo do álcool. Apesar de proibida a venda para menores de 18 anos, a bebida alcoólica ainda é o primeiro tipo de droga que eles experimentam.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Uma palavra pode mudar a sua vida.


Quem é normal? Manual psiquiátrico aumenta número de doenças e causa polêmica

A partir de agora você pode se descobrir doente mental do dia para a noite. Uma publicação da Associação Americana de Psiquiatria está causando muitas controvérsias. A nova edição do “Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais” (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, ou DSM-5, na sigla em inglês), conhecido como a “bíblia da psiquiatria”, amplia o leque de doenças mentais, englobando comportamentos que são vistos como normais e outros que eram vistos como sintomas de outros transtornos. A publicação é utilizada por médicos em todo o mundo, inclusive no Brasil, como base para se definir o que é “normal” e o que não é. 

Se hoje em dia os diagnósticos de depressão e transtorno bipolar se avolumam e medicamentos controlados são vendidos aos montes, quanto mais não serão depois dessas novas regras, em que até mesmo o período de luto, se prolongado por mais de duas semanas, poderá ser diagnosticado como depressão? Muitos médicos criticam o novo manual, enquanto outros certamente o receberão de braços abertos, como têm feito há tantos anos, junto com os representantes dos laboratórios e suas cápsulas de respostas às doenças listadas no manual. A cada nova doença, um novo medicamento.

Os críticos dessa edição apontam falhas nos critérios para efetuar diagnósticos (além de questionarem os novos “transtornos”). Com menos sintomas a serem considerados, agora temos uma margem muito mais estreita do que é realmente normal. “As fronteiras da psiquiatria continuam a se expandir, a esfera do normal está encolhendo”, afirma o psiquiatra Allen Frances, que, ironicamente, coordenou a quarta edição do manual, lançada em 1994.

Agora, a criança que se joga no meio do supermercado, gritando e esmurrando o chão, pode ser diagnosticada como portadora de “Transtorno Disruptivo de Desregulação do Humor” . Crianças (de até 18 anos!) que apresentam “irritabilidade persistente e episódios frequentes de extremo descontrole comportamental” pelo menos três vezes por semana, ao longo de 1 ano, poderão ser diagnosticadas com esta nova doença. “Meu temor é que crianças normais com ataques de birra sejam diagnosticadas equivocadamente e recebam medicação inapropriada”, alerta Frances. Seu temor tem fundamento. Se não abrirmos os olhos, poderemos nos tornar uma massa consumidora de pílulas para qualquer coisa que alguém diga que é um distúrbio.

Agora que fomos todos, em menor ou maior grau, etiquetados como “doentes mentais”, quem sabe a sociedade abra os olhos e se dê conta do quão ridículo é entregar a algo ou alguém o poder de definir quem é normal.

Confira algumas novas “doenças”

Compulsão alimentar periódica

Quem devora quantidades excessivas de comida descontroladamente, e em período de até 2 horas, agora é considerado doente mental

Skin-picking

Esse transtorno consiste em cutucar a pele constantemente, causando ferimentos. A nova doença foi incluída no capítulo sobre transtorno obsessivo-compulsivo e doenças relacionadas

Transtorno Disfórico Pré-Menstrual

Uma forma mais grave de TPM (Tensão Pré-Menstrual), o Transtorno Disfórico Pré-Menstrual é classificado como doença mental

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