"Cheguei à IURD em busca de refúgio"
"Passávamos muitas privações em casa: brigas, depressão, dificuldades financeiras, traições e doenças. Aos 18 anos conheci um homem casado, foi quando fugi de casa para ir atrás dele. Meu pai era viciado em bebida, não tínhamos nada dentro de casa", conta a empresária Norma Pereira Costa, de 44 anos.
Ela lembra que, mesmo muito jovem, os pensamentos de se suicidar não saíam de sua mente. "Vivia constantemente deprimida. Era atormentada 24 horas por dia pelo desejo de suicídio, aquilo não saía de mim nem por um segundo", recorda.
Com a vida destruída e sem perspectiva de futuro, Norma chegou à IURD. "Recebi um convite de uma tia minha, que já era membro da Igreja. No começo eu disse que não, mas depois aceitei ir com ela participar de uma reunião. Eu me lembro que durante a reunião fiz um voto com Deus, falei para Ele que, se mudasse a minha vida, eu O serviria até o fim. Se eu não tivesse conhecido a Igreja, estaria morta", afirma Norma, que hoje tem a vida transformada, casamento feliz e é obreira da IURD há 26 anos.
"Somos felizes na IURD"
A representante comercial Maria das Graças de Souza Silva, de 59 anos, chegou à Igreja Universal com problemas financeiros, familiares e doenças. Na época, a filha Tatiana, com 14 anos, era portadora de febre reumática, que causava desmaios, fraquezas pelo corpo, afastando-a do convício social. Os tratamentos caros deixaram a família endividada. O marido se entregou ao vício do álcool, uma válvula de escape para as frustrações dele.
Chegando ao limite extremo, Maria aceitou o convite da vizinha e buscou ajuda na IURD. "Estava cansada de lutar. Encontrei a solução em Jesus. Fui orientada pelos pastores a buscar, em primeiro lugar, por mim, para depois lutar pelos demais. Fiz um tratamento espiritual, indo na raiz dos meus problemas, pois as revoltas eram grandes. Pensava em tirar minha vida, porque não encontrava saída para tanto sofrimento. Após perseverar, minha filha foi curada. Hoje é uma mulher de Deus. Nossa família é uma bênção. Somos felizes e realizados na Igreja Universal!"
Tratava-se no Pinel
"Cheguei à Igreja por meio de uma obreira que me convidou quando eu estava no ponto de ônibus. Naquele instante, aceitei. Minha vida era um inferno, tinha muitos problemas e o sofrimento era muito intenso. Havia perturbações, problemas psicológicos, inclusive me tratava no Pinel. Meus filhos eram pequenos e havia muita dificuldade financeira. Graças a Deus, me livrei de todos estes problemas."

A produtora executiva Janei Venâncio Santos da Silva Souza, de 38 anos, teve uma vida muito difícil antes de conhecer a Igreja Universal. "Minha vida era um verdadeiro tormento, via vultos, era oprimida, nervosa, cheia de doenças, o casamento dos meus pais era completamente destruído por causa das traições, muitas brigas", conta a produtora.
Viciado em bebida e cigarros, só vivia desempregado e não tinha paz. Foi nessa situação que Lair Tomaz, de 46 anos, chegou à Igreja Universal. "A bebida não deixava eu ser feliz, minha família sofria muito", falou.
"Minha vida estava totalmente destruída, tinha muitos problemas conjugais e com a família. Fui jurada de morte pelo meu irmão e me desentendia com a minha mãe. Sofria com nervosismo, era oprimida, tentei o suicídio duas vezes", relata a auxiliar de escritório Noemi Maria Guissoni, de 58 anos. "A Igreja Universal foi a última chance que me permiti para ter uma transformação de vida. Estava deprimida e descrente de tudo", comenta.
"Conheci a Universal durante uma vigília"

As dívidas do passado faziam com que o eletricista Pedro Paulo Figueiredo, de 43 anos, tivesse péssima qualidade de vida. O problema financeiro fazia com que ele se sentisse oprimido. "As dívidas eram muito grandes, eu não conseguia me livrar delas. Na Igreja Universal não só consegui saná-las, como me tornei equilibrado financeiramente. Enfim, encontrei a paz", garante.
Hoje pastor da IURD, Isaac Moreira, de 73 anos, foi o primeiro obreiro quando o trabalho se iniciava em Manaus (AM).
A dona de casa Julia de Jesus, de 90 anos, chegou à Igreja Universal do Reino de Deus há quase 3 décadas através de uma programação na rádio. "Eu ouvi testemunhos de cura semelhantes ao problema que estava enfrentando e quis conhecer a Igreja para ser curada também. Soube que havia um templo no bairro da Lapa (zona oeste de São Paulo) e fui", relembra.
"Encontrei a paz"
À primeira vista, pode parecer engraçado. A pessoa pisca os olhos repetidamente, faz caretas, torce o nariz e pode até pigarrear. Sem querer, vira motivo de piada no trabalho e até entre a família. Mas os popularmente chamados tiques – movimentos ou vocalizações involuntários – não têm nada de cômico. São, na verdade, sintomas de vários transtornos neurológicos. Os tiques, porém, se manifestam com maior frequência em um tipo específico de transtorno: a síndrome de Tourette. Suas causas ainda são desconhecidas, mas sabe-se que existem influências principalmente de fatores genéticos e ambientais.







