APONTADO COM O SEGUNDO MAIOR CONSUMIDOR DE DROGAS DO MUNDO, BRASIL VAI INVESTIR R$ 4 BILHÕES NO COMBATE AO CRACK; MEGAPLANO PRETENDE TAMBÉM INTERNAR À FORÇA DEPENDENTES QUÍMICOS, DECISÃO QUE TEM DIVIDIDO OPINIÕES O BRASIL JÁ TEM CERCA 30 CRACOLÂNDIAS, TODAS COM ALTA CONCENTRAÇÃO DE COSUMIDORES, espalhadas por 17 capitais. Em nove dessas cidades, os principais pontos de consumo de crack ficam na área central, apesar de serem itinerantes, ou seja, essas cracolândias se movimentam de acordo com a atuação da polícia e a briga entre traficantes. Os dados são da Secretaria Nacional Antidrogas, em parceria com a fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que avalia, também, que, em todo o Brasil, é consumida mais de uma tonelada de craque por dia, fazendo do País o segundo maior consumidor do mundo.
“O USUÁRIO DE CRACK NÃO
TEM CONDIÇÃO DE AVALIAR
SE QUER CONTINUAR USANDO DROGAS”
(Rodrigo Bethlem, secretário municipal de Assistência Social do Rio)
PROCURANDO COMBATER ESSE CENÁRIO, O GOVERNO FEDERAL LANÇOU UM MEGAPLANO de combate ao crack no valor de R$ 4 bilhões. Fazem parte desse plano a internação compulsória adotada pela Secretaria Municipal de Assistência Social da cidade de São Paulo. O modelo é semelhante ao que já existe no Rio e tem três fases: recolhimento, triagem e decisão judicial de internação. Com o aval da justiça, o usuário será recolhido e levado à avaliação de um psiquiatra mesmo contra a vontade, uma vez que, segundo a lei, os “toxicômanos são considerados incapazes”.
“É DEVER DO ESTADO INTERVIR
E ZELAR PELA SAÚDE DAS PESSOAS”
(Idem)
A DECISÃO DE INTERNAR À FORÇA VICIADOS EM DROGAS TEM DIVIDIDO OPINIÕES. Entidades defensoras dos direitos da criança e do adolescente promoveram, na semana passada, em frente a Assembleia Legislativa do Rio, um protesto contra a internação compulsória. Para o secretário municipal de Assistência Social do Rio, Rodrigo Bethlem, “o usuário de crack não tem condição de avaliar se quer continuar usando drogas. É dever do Estado intervir e zelar pela saúde essas pessoas”. As entidades acusam o secretário, assim como o prefeito do Rio, Eduardo Paes, de desrespeitarem os direitos humanos a adotar a internação obrigatória. O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, recebeu a mesma acusão.

“Engomar os seios sempre existiu”, diz a ginecologista Sinou Tchana, vice-presidente da Associação de Médicas de Camarões, em entrevista ao site do “Diário de Moçambique”. Tchana trabalha há mais de 20 anos para conscientizar a população sobre os riscos da prática, que além de prejudicar o desenvolvimento do seio danifica o tecido, causa feridas, abscesso e infecção, deixando as meninas predispostas a contrair câncer, sem contar os danos psicológicos.
Uma revelação de José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, que já foi o homem mais poderoso da Rede Globo (abaixo apenas do dono, Roberto Marinho), reacendeu a polêmica sobre o que a emissora teria feito em 1989 para interferir no resultado da primeira eleição presidencial pelo voto direto, depois de 29 anos.



















