quinta-feira, 5 de julho de 2012

“Pensava muito em suicídio”




















Poucos conhecem a história de sofrimento da advogada Mariana Ferreira Oliveira, de 29 anos. Servindo aos encostos por 5 anos, ela passou pelas piores experiências na vida de uma mulher, como ser expulsa de casa, fazer aborto, ter vícios e desejo de suicídio. “A cada dia ficava mais e mais deprimida. Eu achava que Deus não olhava para mim”, relembra.


A dura realidade de Mariana só mudou depois que ela participou da Corrente da Unção com o Óleo, no Cenáculo Matriz do Rio de Janeiro. “Através da minha fé, me libertei de toda angústia e depressão, restaurei o relacionamento com minha família e hoje tenho alcançado meus objetivos por meio de Deus”, finaliza.


Cenáculo deo Espírito Santo do Rio de Janeiro
Avenida Suburbana, 4.242 – Del Castilho

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Igreja Universal do Reino de Deus, realiza Festival de algodão doce na Fundação Casa.


O peso do passado

Quando a pessoa não supera seus traumas e complexos, isso acaba influenciando negativamente suas relações futuras




Os traumas ocorridos em qualquer fase da vida podem influenciar ou retardar o amadurecimento de uma pessoa. Isso ocorre principalmente quando não se consegue lidar com tais problemas, acabando por viver em um estado constante de ansiedade a respeito do futuro, como explica a psicóloga Debora Cristian Jorge. "O peso do passado traz essa ansiedade que afeta o futuro negativamente, porque o ansioso torna-se especialista em imaginar e antecipar sempre o pior. E, se tratando de traumas passados, acaba transferindo toda e qualquer frustração para os relacionamentos futuros", comenta.


O casal Analice e Ronaldo Vieira, de 46 e 49 anos, enfrentou diversos problemas no início do casamento, que já dura 30 anos. Segundo Analice, entre os principais motivos, havia questões mal resolvidas em sua infância. "Fui criada por uma avó, sem conhecer meus pais; e isso me fez cheia de complexos e inseguranças", relata.


Analice lembra que suas expectativas em relação ao casamento eram grandes. "Não sabia como resolver os problemas que surgiam. Tentava explicar as coisas ao meu esposo com lágrimas, mas isso o deixava irritado e frustrado comigo", revela.


Por não saber dos problemas interiores que a esposa carregava, Ronaldo diz não ter agido da maneira correta. "Ela esperava carinho e eu não demonstrava. Eu era muito ciumento, chegando até mesmo a agredi-la. Nos machucamos um ao outro por falta de entendimento de como lidar com a relação", explica.


Para resolver os problemas, Analice passou a colocar a fé em prática. "Mudei meu comportamento e, como consequência, ele mudou comigo. Nosso relacionamento passou a ser baseado em respeito, confiança e amor", comemora.

terça-feira, 3 de julho de 2012

"TE PEGO NA SAÍDA"



DE 500 ESCOLAS PÚBLICAS ANALISADAS NO ESTADO DE SÃO PAULO, 84% JÁ FORAM ALVO DE ALGUM TIPO DE VIOLÊNCIA, MOSTRA PESQUISA

PRINCIPAIS OCORRÊNCIAS SE REFEREM À DEPREDAÇÃO DO PRÉDIO, DETONAÇÃO DE BOMBAS, ROMBOS, TRÁFICO DE DROGAS E RIXA ENTRE ALUNOS; ESCOLAS DO ENSINO FUNDAMENTAL, QUE ABRIGAM ALUNOS DE 6 A 14 ANOS, SOFREM COM O MESMO PROBLEMA

Recentes pesquisas realizadas em escolas de todo o Estado de São Paulo concluíram que 84% das escolas da rede estadual sofrem periodicamente algum tipo de violência, como depredação e rixas entre os alunos. Quanto às instituições de ensino fundamental (de 1ª. a 4ª séries) a situação é a mesma, com registros de depredação do patrimônio, agressão física entre os próprios aluno e alunos e professores, além de roubo e tráfico de drogas. Apesar de esses casos serem verificados com maior frequência nas escolas de ensino médio e durante o período noturno, eles também existem nas instituições de ensino fundamental (que geralmente abrigam crianças de 6 a 14 anos).

Das 500 escolas públicas analisadas do Estado e que serviram de base para a pesquisa, em 33% delas houve depredação de automóveis de professores e demais funcionários da unidade. Outras 51% sofreram arrombamento. Em mais de 3,5% ocorreu, no interior do prédio, detonação de granadas, e outras 3% sofreram disparos de armas de fogo. Em 88% dessas escolas não há policiamento preventivo.

Na opinião da direção e do Conselho de Escola, uma das principais causas para que o ensino público no País atingisse esses níveis é a degradação familiar. "A violência tem origem em casa. Muitos dos alunos transgressores fazem na escola aquilo que aprendem nas ruas e dentro da própria casa. A maioria deles vem de famílias desfeitas, em que a mãe trabalha durante o dia todo, uma grande porcentagem vive longe do pai, que está cumprindo pena na cadeia", afirma a diretora de uma das escolas que serviram de amostra à pesquisa, Ruth dos Santos.

O Conselho também aponta a falta de profissionais qualificados na sala de aula ou daqueles que se sintam verdadeiramente motivados a trabalhar.  Baixos salários, jornada excessiva de trabalho, formação deficiente, falta de habilitação, metodologia inadequada, rotatividade excessiva, falta de treinamento e de capacitação contribuem para que o professor se torne cada vez mais um profissional insatisfeito e desmotivado a cumprir o seu papel.

O sistema de aprovação progressiva (em que o professor é impedido de reprovar o aluno) também é apontado como vilão da crise escolar por tirar o pouco de poder que se atribuía ao docente. "A recuperação nas férias constitui uma aberração didática, pois, sem nenhum planejamento, alunos vão encontrar professores que nunca viram na vida, para trabalhar aquilo que nunca aprenderam (ao longo do ano letivo), num espaço de tempo que nunca foi o suficiente (cerca de vinte dias úteis)", desabafa um profissional.

Atualmente, o Brasil ocupa segunda posição na América em analfabetismo e desigualdade social. Em primeiro está o Haiti.           

segunda-feira, 2 de julho de 2012

REAÇÕES PERIGOSAS

Em legítima defesa, idosos com mais de 80 anos matam criminosos. Mas, para especialistas, agir sem pensar é sempre um péssimo negócio



Casos de idosos que desafiaram criminosos despertaram a atenção do País nas últimas semanas. Em Caxias do Sul (RS), uma aposentada de 86 anos atirou no assaltante que tentou invadir sua casa. Um agricultor de 84 anos também atirou em um ladrão que tentou entrar no sítio onde vive com a família, em Mogi das Cruzes (SP). Os dois criminosos morreram. Apesar de o ato de defesa ser corajoso, especialistas dizem que reagir não é indicado. Sem arrependimentos, Odete Hoffmann conta que não queria ter feito o que fez. "Meu coração pediu para atirar. Atirei e tive a impressão de que ainda ia acontecer alguma coisa. Dei mais dois tiros". Odete mora sozinha e não pensou duas vezes em se defender com uma arma calibre 32, herança de família, guardada há 35 anos. O assaltante chegou a ser socorrido, mas não sobreviveu.


De acordo com o especialista em segurança pública e privada Jorge Lordello, os casos dos idosos foram exceções à regra. "Em cerca de 80% dos assaltos nos quais as vítimas reagem, há o disparo de arma de fogo por parte dos criminosos. A reação é um péssimo negócio", avalia ele, dizendo que as pessoas não devem tomar os casos como exemplo.


Lordello afirma ainda que, durante o assalto, a vítima deve fazer movimentos lentos, para não intimidar. "Ela deve comunicar o que vai fazer e não pode tentar negociar pertences. Isso aumenta o tempo da ação do crime e o risco", completa.


O manual de Segurança do Cidadão, feito pela Polícia Militar de São Paulo, pede para que a pessoa não ande armada ou tenha arma em casa, pois mesmo que tenha porte legalizado, o risco de que possa ser usada contra ele é grande.


O agricultor de Mogi das Cruzes, que preferiu não se identificar, não seguiu essa regra. Os quatro ladrões pediram para ele abrir a porta da casa, mas o idoso não obedeceu. Em seguida, os bandidos atiraram. Ele revidou com um tiro de espingarda calibre 12 e a bala atingiu um dos assaltantes, que foi socorrido, mas morreu ao chegar ao hospital.


O aposentado Aurino Amaro Albuquerque, de 73 anos, não precisou de revólver para se defender. Ele recebeu voz de assalto quando acompanhava a filha até o local de trabalho, em Fortaleza (CE). Na ocasião, instintivamente, bateu com a própria muleta na cabeça do assaltante, que saiu correndo do local. "Nessa hora, a gente não pensa. Dou a minha vida pelas minhas filhas", disse.

sábado, 30 de junho de 2012

"SARADONAS A QUALQUER PREÇO"


VENDA DE ESTEROIDES ANABOLIZANTES PARA FINS ESTÉTICOS, APESAR DE PROIBIDA NO BRASI, É FEITA NA MAIORIA DAS FARMÁCIAS DO PAÍS SEM NENHUMA "BUROCRACIA", NEM PEDIDO DE RECEITA MÉDICA

COM ISSO, CONSUMO DESSAS SUBSTÂNCIAS MAIS QUE TRIPLICOU NA ÚLTIMA DÉCADA, PRINCIPALMENTE ENTRE OS MAIS JOVENS; "BASTA OBSERVAR ADOLESCENTES ENTRE 13 E 15 ANOS OSTENTANDO CORPOR DE INDIVÍDUOS MAIS VELHOS", ALERTAM OS MÉDICOS

A busca por corpos esculpidos à base de remédio controlados e esteroides anabolizantes (vulgarmente chamados de 'bomba') está levando muitos jovens e adolescentes de aparência saudável a um vício  sem volta. Essa prática, que há poucos anos era restrita aos homens, agora vem ganhando cada vez mais adeptos do sexo feminino, o que tem preocupado os profissionais da saúde.

No Brasil, existem poucas pesquisas sobre a quantidade de adeptos dessas substâncias, mesmo assim, o principal indicador de que o consumo vem crescendo na última década é a observação dos frequentadores de parques e academias de ginástica.

Como ensinam os médicos, basta observar adolescentes na faixa  dos 13 aos 15 anos ostentando corpos de indivíduos mais velhos, com desenvolvimento muscular acentuado demais para a idade, para saber que  estão usando estas substâncias.

O uso indiscriminado de anabolizantes teve início em 1930, nos Estados Unidos, com alguns fisiculturistas e atletas que buscavam desenvolvimento muscular rápido e que ultrapassasse o fornecido apenas pelos exercícios físicos. Pouco tempo depois, o uso se estendeu para esportistas amadores, frequentadores de academias e adolescentes.

"JEITINHO" BRASILEIRO

Atualmente, os Estados Unidos consideram drogas ilícitas essas substâncias, que só são vendidas mediante receituário médico. Já a Suécia fornece tratamento em clínicas especializadas para os consumidores de esteroides, pois os considera dependentes químicos. No  Brasil, apesar da proibição, estas drogas são vendidas em farmácias, sem exigência de receita médica, apesar da tarja vermelha de alerta, com as inscrições "venda sob prescrição médica". Para os profissionais da saúde, a Vigilância Sanitária tem sido falha.

RISCOS À SAÚDE

Entre os vários efeitos colaterais provocados por essas substâncias, como acne, crescimento exagerado de pelos, alteração de colesterol, timbre de voz e disfunção renal, no homem, elas podem provocar atrofia do volume testicular, acompanhada de infertilidade, devido à pouca produção de espermatozoide, e impotência. Crescimento de mamas e alterações cardíacas também são verificadas com frequência.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

FOTOS DO GRUPO DE ESPOSAS (S.O.S MULHER)

 
 

FALA FUNDAÇÃO CASA


Virou um livro


O sucesso do curso Casamento Blindado, ministrado pelo casal Renato e Cristiane Cardoso, foi tanto que a obra trará dicas mais detalhadas aos que desejam viver um relacionamento à prova de divórcio



Um livro com dicas e aconselhamentos visando a blindar o seu casamento, e informações úteis para melhorar a convivência e o respeito às diferenças que há entre homem e mulher. Tudo isso, e muito mais, reunido em uma publicação, cujo objetivo é proteger o grande tesouro do ser humano, que é o seu relacionamento.


Lançado recentemente pela editora Tomaz Nelson e anunciado, ao vivo, durante o programa Hoje em Dia, da "Rede Record", o livro "Casamento Blindado, o seu relacionamento à prova de divórcio", foi escrito por Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor (que vai ao ar todos os sábados, ao meio-dia, pela "Record", e às 16 horas, pela "Record News").


Idealizadores do curso que leva o nome do livro, Renato e Cristiane estão no Brasil há 9 meses e, desde então, têm feito várias palestras para casais, iniciativa que começou no Texas (Estados Unidos) e se estendeu para o Brasil. Eles já ministraram três edições bem-sucedidas do curso só aqui no País e ajudaram centenas de casais que passavam por situações difíceis de relacionamento.


O projeto – adiantam Renato e Cristiane – fez tanto sucesso que os inspirou a lançar o livro, muito embora o conteúdo seja mais abrangente e detalhado que o curso. Em "Casamento Blindado", eles dão orientações para todo casal que reconhece o valor da vida conjugal e deseja resguardá-la do risco do divórcio, infelizmente, tão comum em nossa sociedade.


Através de situações do cotidiano de um casal, Renato e Cristiane procuram, de forma leve e descontraída, mostrar que os problemas surgem para todos, porém, a maneira com que enfrentamos e combatemos é que faz toda a diferença.


Vale lembrar que o livro é destinado a todos que anseiam viver um relacionamento feliz, independentemente de serem solteiros, noivos ou casados.




Descontração


Durante o programa "Hoje em Dia", Renato e Cristiane falaram um pouco sobre suas experiências ao longo de mais de 2 décadas de casados, interagiram com os apresentadores da atração, Celso Zucatelli, Chris Flores e Eduardo Guedes, e ainda deram dicas valiosas para evitar os problemas na vida a dois, a fim de que vivam harmoniosamente.


Para o casal convidado, problemas como insegurança, ciúme excessivo e ansiedade são grandes vilões num relacionamento, mas podem ser combatidos, garante Renato. "A gente vê que a solução para a mulher ou o homem inseguro, por exemplo, é desenvolver a visão que têm de si próprio, ou seja, de observar os seus próprios erros. Todos nós cometemos erros; o importante é sempre aprender com eles", orientou.


Essas e muitas outras dicas o casal faz questão de detalhar nas 272 páginas do livro, que já pode ser adquirido pelo site www.arcacenter.com.br e, em breve, estará disponível nas principais livrarias do País. O telefone do televendas é o (021) 2461-0060, de segunda a sexta-feira, das 9 às 17 horas.

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MACACO LADRÃO PM 1