
COM QUASE 1 MILHÃO DE PROCEDIMENTOS AO ANO, BRASIL É O PAÍS QUE MAIS RECORRE A CIRURGIAS PLÁSTICAS; QUESTÕES CULTURAIS E EXPANSÃO DA CLASSE MÉDIA EXPLICAM O "RECORDE"
DESDE 2008 O BRASIL OCUPA A LIDERANÇA ENTRE OS PAÍSES QUE MAIS REALIZAM CIRURGIAS PLÁSTICAS com fins estéticos, com cerca de 800 intervenções ao ano. Atualmente, menos de três anos depois, esse número saltou para mais de 950 mil procedimentos realizados. Os Estados Unidos, até então em primeiro lugar, ficaram para trás e se tornaram o segundo da lista, com aproximadamente 900 mil cirurgias plásticas realizadas por ano.
DE TODAS AS CIRURGIAS REALIZADAS ANUALMENTE NO BRASIL – são mais de 1 milhão – , cerca de 60% têm finalidade estética, sendo que desse universo quase 30% dos procedimentos são realizados em homens. Há apenas cinco anos somente 19% dos homens se submeteram a cirurgias plásticas com fins estéticos.
"Enquanto minhas fotos precisarem
passar pelo Photoshop é porque
ainda não cheguei onde quero chegar"
(Jéssica, modelo, 17 anos e 3 plásticas)
OS DADOS SÃO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE PLÁSTICA, que também informa que a cirurgia mais praticada continua sendo a de lipoaspiração, seguida por aumento ou redução de mamas e procedimentos na face (nariz, pálpebras e orelhas).
ESTRANGEIROS TEMEM ANESTESIA E BISTURI; BRASILEIRO, QUE O RESULTADO NÃO FIQUE BOM
PARA OS ESPECIALISTAS OUVIDOS, o fato de o Brasil ter se tornado o país que mais recorre às plásticas está ligado também à melhora da condição financeira da população, além da questão cultural, que dá grande peso ao fator beleza. Além do mais, a forma como o brasileiro encara as cirurgias plásticas também é diferente, principalmente quando comparado ao que pensam os americanos e os europeus.
"ENQUANTO NOS OUTROS PAÍSES A PLÁSTICA EXIGE um tempo de pesquisa e reflexão dos pacientes, que se preocupam principalmente com a anestesia e o pós-operatório, no Brasil as pessoas decidem se operar muito mais rápido e só parecem ter medo do resultado, que pode não ficar tão bom quanto o esperado", explicam. É o caso, por exemplo, da modelo Jéssica Alves que, com apenas 17 anos, já passou por pelo menos três intervenções cirurgias para fins estéticos. "Enquanto minhas fotos precisarem passar pelo Photoshop é porque ainda não cheguei onde quero chegar", diz,

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Geralmente eles aparentam ter a relação perfeita e almejada de todo solteiro e até mesmo de outros casais. Mas, ao conhecer a “realidade” deles todo o encanto desaparece. Estamos falando dos casais que vivem de aparência, ou seja, exteriormente felizes, porém, entre, quatro paredes, frustrados, tristes e magoados um com o outro. Quando estão sozinhos, não suportam a presença do outro, brigam por tudo e, quase sempre, permanecem em lugares separados – mesmo sob o mesmo teto.
Vencer o problema não é impossível e há, sim, outras soluções além do divórcio, como explica Margarete. “Sempre existe um motivo para as pessoas permanecerem juntas, então o melhor a fazer é buscar a fundo o entendimento das mágoas e recomeçar a relação”, aconselha.


Vilma Vieira dos Santos, de 47 anos, fica com os olhos cheios de lágrimas ao lembrar o irmão, José Roberto, de 30. “Ele era trabalhador e muito amoroso com os quatro filhos. Nunca deu a entender que estava com problemas. Quando começei a desconfiar que estava usando drogas, tentei conversar. Ele dizia que não usava nada, não me deixava dar conselhos”, conta. José Roberto, também morador da periferia de Taboão, morreu há 4 meses, vítima da mistura de “loló” com álcool. “Até hoje é muito doído. Agora a gente sabe a dor de perder para as drogas uma pessoa querida, trabalhadora e divertida. A gente não se conforma”, afirma Vilma.
Os programas de universidades abertas à terceira idade existem em diversas instituições do País. Gratuito, o da Universidade de São Paulo (USP) foi implantado há 17 anos e conta hoje com cerca de 10 mil alunos. Para participar é fácil, basta ter a idade mínima requerida, vontade de aprender e nada mais. “O principal requisito é a disposição”, afirma a geógrafa aposentada Constantina Melfi, de 71 anos, uma das alunas mais antigas da turma e membro da Associação de Alunos da Universidade Aberta à Terceira Idade (AAUATI) da USP.
Juntas, ela e Constantina já participaram de todo o tipo de aula, até mesmo sobre terremotos e vulcões. “Além dos curiosos, também há muitos cursos que são práticos para o dia a dia”, destaca Constantina.
Eles resolveram esperar o momento certo e a pessoa certa para se casar. Por isso, enfrentam uma série de dificuldades, tanto a pressão psicológica de alguns amigos como a da própria sociedade, que, inversamente, acaba considerando esse tipo de atitude como do século passado.
Para Juliana e Washington de Mello, de 29 e de 33 anos, respectivamente, esperar pela pessoa certa e o momento certo foi a decisão mais coerente que tomaram. Eles namoraram durante 4 anos e há 5 estão casados. Ambos chegaram à Igreja Universal bastante jovens e até namoraram outras pessoas, mas quando decidiram ficar juntos, nada foi capaz de separá-los.