terça-feira, 15 de novembro de 2011

IURD Projeto Esporte um chute na cocaina esta é a fé dos jovens internos da Fundação Casa de Bom Retiro.


O esporte na minha juventude foi muito importante, pois eu me dediquei que nem cheguei perto das drogas, pois eu me preocupava em meu preparo físico. Foi através desta experiência, que o pastor Geraldo Vilhena Coordenador de Evangelização nas Unidades da Fundação Casa de São Paulo teve a idéia de fazer um Projeto de Esporte, especialmente para os internos da Fundação Casa de São Paulo. Contando com a colaboração dos grupos de voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus. Os voluntários Walter obreiro da IURD do Brás, os palestrante do Dose Mais Forte da Zona Sul de São Paulo Amauri e Robson de Freitas do Dose Mais Forte de ITAPEVÍ zona Oeste são pessoas que tem colocado toda a sua fé neste projeto para tirar os jovens internos da Fundação Casa das DROGAS.



Então nesta última quinta feira foi realizado o primeiro campeonato tendo como resultado a vitória do Senhor Jesus.

Apertos de mão e uma medalha a todos.









O esporte ajuda na saúde física, espiritual e mental
Que o Senhor Jesus abençoe a todos e até o proximo campeonato.

IURD PROJETO ESPORTE CAMPEONATO DE FUTEBOL NA FUNDAÇÃO CASA DE BOM RETIRO UM CHUTE NA COCAINA.

Ocupações nas comunidades do Rio de Janeiro.


EM POUCO MENOS DE 9 HORAS, SEM DISPARAR NENHUM TIRO E SEM DEIXAR FERIDOS, 1,5 MIL AGENTES DAS FORÇAS DE SEGURANÇA RETOMARAM O CONTROLE DAS PRINCIPAIS COMUNIDADES CARIOCAS DOMINADAS PELO TRÁFICO; META É INSTALAR 40 UPPs ATÉ A COPA


SEM CONFRONTOS, SEM NENHUM DISPARO E SEM NENHUM FERIDO. Foi desta forma que as forças de segurança retomaram o controle, ontem (13), das principais comunidades cariocas dominadas pelo tráfico de drogas. A operação, que teve início às 4h10 da manhã, ainda no escuro, contou com blindados da Marinha e de agentes federais, durou apenas duas horas e, antes do início da tarde, Rocinha, Comunidade do Vidigal e da Chácara do Céu, todas na Zona Sul, já estavam pacificadas. A única resistência oferecida pelos criminosos foi jogar óleo no asfalto das principais vias que dão acesso aos morros, para tentar dificultar o avanço dos carros blindados.

POR VOLTA DO MEIO-DIA, CERCA DE OITO HORAS APÓS O INÍCIO DA OCUPAÇÃO, os moradores das comunidades mais expressivas do Rio já estavam caminhando pelas vielas do bairro. Antes das 13h, centenas de policiais e moradores acompanharam o hasteamento das bandeiras do Brasil e do Estado do Rio de Janeiro.

PRÓXIMOS DESAFIOS

AS OPERAÇÕES DE OCUPAÇÃO DA ROCINHA OCORREM DOIS DIAS APÓS A PRISÃO do líder do tráfico, Antônio Bonfim Lopes, o 'Nem'. O principal desafio, agora, é formar mais 21 Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) até a Copa, completando 40 delas no complexo. "Nós estamos caminhando com passos que, talvez, não tenham a velocidade que todos nós gostaríamos, mas são passos sólidos", disse o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame.

APESAR DE CONFIANTE NAS ESTRATÉGIAS ADOTADAS PARA ACABAR COM o tráfico nos morros, Beltrame admite que as maiores dificuldades são recrutar novos policiais e aumentar os salários da corporação. Como exemplo das barreiras geradas por esse cenário, está a tomada do Morro do Alemão. Passado todo esse tempo, o governo do Rio ainda não conseguiu formar policiais para substituir a ocupação no Complexo. Mesmo assim, Beltrame afirmou, hoje (14), em entrevista aos principais jornais do País, que o programa de expansão sustentável das UPPs vai ser cumprido. "Não podemos deixar de tirar território dos bandidos achando que não vamos conseguir cumprir", afirmou.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

IURD AMC Foi publicado na revista PLENITUDE





De olho nos sinais.

De olho nos sinais

O infarto é uma das principais causas de morte no Brasil. Confira algumas dicas para reconhecer os sintomas e para se prevenir desse mal que mata milhões de pessoas todos os anos no mundo

Apesar de parecer bastante difundido, o principal sintoma de um infarto – a dor no peito que se espalha pelo braço esquerdo – nem sempre é identificado de forma clara. Segundo pesquisa recente da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), dos mais de 600 entrevistados que já sofreram um infarto, apenas 2% souberam reconhecer os indícios do problema. “Pode ser que a dor venha acompanhada de enjoo, vômitos, mal-estar, tontura, desmaio ou suor frio. A intensidade pode variar, mas na maioria dos casos é forte e não melhora com analgésicos comuns ou posições”, explica Marcelo Cantarelli, cardiologista da Angiocardio.

O infarto, junto com o acidente vascular cerebral (AVC), é a principal causa de morte no Brasil. Em média, os dois matam entre 10% e 15% das suas vítimas.



Segundo o médico, os principais vilões para o coração são a pressão alta, o diabetes, o colesterol, a obesidade, o sedentarismo, o tabagismo, o estresse e a herança familiar. De acordo com o Ministério da Saúde, um quarto da população brasileira tem pressão alta e a proporção de hipertensos é maior entre as mulheres. Os especialistas defendem que o problema pode ser evitado com a mudança de hábitos alimentares. “A dieta ideal para o coração deve conter baixo teor de gorduras saturadas e colesterol, pouco sal e açúcar, além de conter elementos antioxidantes. Nesta linha, seria importante ter sempre no prato peixes, azeites, castanhas, fibras, verduras, legumes e carnes magras”, destaca o cardiologista.


Cantarelli explica ainda que a depressão e problemas emocionais também podem causar infartos, por estimular o organismo a produzir alguns hormônios, como a adrenalina, que elevam a pressão arterial e a frequência cardíaca. É importante lembrar, segundo o médico, que estes casos estão associados ao tabagismo e ao consumo de bebidas alcoólicas.

sábado, 12 de novembro de 2011

Solteiros(as),sim;sozinhos(as),nunca.



"SOZINHAS NA MULTIDÃO": PAÍS TEM CERCA 30 MILHÕES DE MULHERES SOLTEIRAS, SENDO QUE 20 MILHÕES TÊM ENTRE 20 E 40 ANOS, NUNCA SE CASARAM, NEM PRETENDEM SE CASAR



SEJA POR OPÇÃO OU CONTINGÊNCIA, o fato é que nunca houve tanta mulher sozinha no mundo. E a causa para esse crescente número de “solitárias” está longe de ser a escassez de homens. Prova disso é que o último censo do IBGE, realizado no ano passado, mostrou que em todo o Brasil existem mais de 62 milhões de solteiros: cerca de 32 milhões de homens e 30 milhões de mulheres. Existem no País, portanto, algo em torno de 2 milhões de homens sem uma parceira.

O LEVANTAMENTO MOSTROU também que existam cerca de 20 milhões de brasileiras entre 30 e 40 anos que ainda não se casaram. Grande parte desse grupo afirma não se importar com essa situação uma vez que o matrimônio não é uma meta de vida. Mais da metade desse universo (53%) não pretende se casar.

NOS ESTADOS UNIDOS, a porcentagem de mulheres dessa mesma faixa etária que preferiu a vida de solteira, era, há 30 anos, por volta de 6%. Esse índice cresceu vertiginosamente de lá para cá. Hoje, elas já são 22%. De acordo com especialistas, a ascensão da mulher no mercado de trabalho, em boa parte do mundo, é um fator preponderante na hora de escolher entre vida sentimental e profissional.

MULHER DE 30 ONTEM E HOJE

EM 1986, a probabilidade de uma mulher de 35 anos se casar era de 5%. Em 2001 sociólogos da Universidade de Princeton corrigiram a conta – “as chances de encontrar companheiro são de 97% entre mulheres brancas com curso superior aos 35 anos”. Mesmo assim, seja por escolha ou motivos de perda ou separação, a mulher tem, sim, optado bem mais por ficar sozinha que há duas ou três décadas.

APESAR DA MUDANÇA de comportamento generalizada, as solteiras ainda sofrem preconceitos, mas um preconceito “camuflado”, dizem os cientistas sociais. É o que confessa sentir a arquiteta Gabriela, de 38 anos que, sozinha, sustenta a filha. “Aguentar as brincadeirinhas e ser rotulada de encalhada a todo momento não é fácil”, diz. “Mesmo assim, casar não está nos meus planos”, completa.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

PROJETO AJUDA JOVENS QUE SAEM DA FUNDAÇÃO CASA





Os adolescentes que cumprem medida socioeducativa em regime de internação na Fundação CASA (Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente - São Paulo - SP) costumam encontrar muitas dificuldades ao retornar à liberdade, especialmente na busca por um emprego ou por oportunidades em projetos de geração de renda. Para ajudá-los nesse delicado momento, a Associação Horizontes – entidade sem fins lucrativos que visa a promover a geração de trabalho e renda por meio da educação e que é a responsável por ministrar cursos de qualificação profissional dentro da Fundação – criou o Horizontes-Trilhas.

O objetivo do projeto é oferecer apoio a esses adolescentes, ajudando-os a se organizar, desde a obtenção de documentos, confecção de currículo, qualificação complementar e atendimento psicossocial, assegurando-lhes, ainda, orientação profissional para que busquem sua inserção no mundo do trabalho. Com essa iniciativa, a entidade está empenhada em romper o perverso círculo vicioso ‘ato infracional, medida socioeducativa, ato infracional, até o encarceramento no sistema prisional’.

A divulgação para os adolescentes começa ainda durante as aulas na Fundação CASA. Lá, eles são informados pelos educadores e coordenadores da Horizontes que, após cumprirem a medida de internação, podem procurar a sede da Associação para continuar o processo de qualificação profissional ou obter ajuda em sua inserção profissional.

Para isso, basta que o jovem entre em contato pelo telefone (11) 3337-1602 ou pelo email trilhas@ah.org.br e agende um horário para o primeiro atendimento. As empresas interessadas em serem parceiras desse projeto, seja por meio de investimentos financeiros ou oferecendo oportunidades de emprego a esses jovens, podem também procurar a Associação pelo telefone (11) 3337-1602 ou pelo email trilhas@ah.org.br.

O melhor abrigo

Ao viver fora do apoio divino, o ser humano está vulnerável a energias e cargas negativas. Como ficar imune a esse mal?


“Eu tinha uma vida magnífica. Estava casada há 36 anos, o casamento era bem estruturado, desfrutávamos de uma vida confortável. Eram quatro filhos, um rapaz e três moças. Eu e meu marido parecíamos um casal de pombinhos. Até que um dia contratamos um senhor para pintar a nossa casa. Uma vizinha, que mais tarde descobri que invejava a minha vida, pediu para que ele fizesse o mesmo serviço na casa dela. Foi quando ele achou um trabalho de bruxaria na casa dela, onde constava o meu nome e o da minha família. Quando soube daquele fato, a minha vida começou a virar um inferno. Naquele mesmo ano perdi meu filho de 18 anos em um acidente de automóvel, meu marido saiu de casa e foi morar com outra mulher, a filha mais velha roubou o marido da mais nova e a outra engravidou. Para completar o inferno, eu acabei contraindo câncer no útero. Perdi tudo... De uma casa maravilhosa, hoje vivo num quarto... Sozinha, abandonada e doente.”


A história que você acabou de ler não se trata de uma ficção. O relato acima foi transmitido ao vivo pela IURD TV, em um dos programas apresentados pelo bispo Edir Macedo. Segundo ele, todos esses trágicos acontecimentos começaram a ter efeito a partir do momento em que esta senhora, que não quis ser identificada, tomou conhecimento da inveja da vizinha. “Com esse relato, nós verificamos que uma palavra pode trazer vida como também morte. A palavra do diabo só funciona para aqueles que creem, essa é a pura realidade”, comenta o bispo.


Segundo ele, normalmente as pessoas acreditam porque elas não estão vivendo sob o apoio divino. “Ora, quando a pessoa está vivendo fora do abrigo de Deus, está automaticamente suscetível a receber toda carga negativa que existe nesse mundo”, afirma.


Um trabalho divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta que 90% dos brasileiros têm medo de sofrer algum tipo de violência urbana, tais como homicídio, assalto a mão armada, arrombamento de residência e agressão física. De acordo com Cristiane Fiaux, psicóloga clínica e mestre em saúde pública pela Fiocruz, esses medos tão comuns na sociedade atual podem se tornar mais fortes, mudando a rotina das pessoas em função desse sentimento.


“Esse pavor se torna prejudicial quando impede o ser humano de enfrentar uma situação e a pessoa não consegue pensar em nenhuma alternativa para sair daquele problema. O medo pode dominar de tal forma que a pessoa deixa de ir ao trabalho, festas, não participa mais da vida familiar, e isso é um alerta”, aponta.


A aposentada Maria Isabel Matias da Silva, de 64 anos, viveu atormentada pelo medo durante muito tempo. Segundo ela, por não estar sob o abrigo de Deus, as tragédias a assolavam e impediam de ter uma vida de qualidade. “Servi aos encostos durante 25 anos. Durante esse período, meu casamento foi destruído pelo alcoolismo do meu esposo, meus filhos eram doentes e eu tinha mágoa do meu marido por causa das amantes. Além disso, o médico que diagnosticou câncer no útero me desenganou e falou que eu iria morrer. Segundo ele, não havia mais jeito”, lembra.


Cética, a aposentada, que na época chegou a pesar apenas 35 quilos, começou a ouvir pelo rádio a programação da IURD. Mesmo não acreditando na existência de Deus, a aposentada continuou ouvindo os programas e, com o tempo, foi compreendendo a importância de estar sob o abrigo do Altíssimo.


“Isso aconteceu em 1978, desde então, vivo na proteção de Deus e nada mais me aflige. Fui totalmente curada, e, inclusive, o médico que disse que eu iria morrer faleceu há algum tempo. Moro em uma casa maravilhosa. Para se ter uma noção do que é viver sob o abrigo de Deus, uma parente vive fazendo trabalhos de bruxaria para que eu morra, mas absolutamente nada me acontece”, conta.


Use armas espirituais


Para estar no abrigo de Deus, contar com a ajuda dEle é fundamental entregar a vida para que esteja em Seu controle. De acordo com o bispo Edir Macedo, com o aumento da violência nas grandes cidades, fazem-se necessárias a comunhão e a oração constantes.


“Quando falamos com Deus é como se uma lâmpada acendesse chamando a atenção dEle. O segredo do sucesso é você usar as armas espirituais. Nós, da IURD, não usamos armas humanas, mas as de Deus. Com isso, chegamos aonde determinamos. Não é questão de ser mais sábio, esperto ou de força física, é questão de usar as armas que Deus nos deu”, ensina.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Descompromissados e enganadores

Aprenda a identificar os homens tidos como “cafajestes” e como eles agem para enganar
Ivonete Soares
ivonete.soares@folhauniversal.com.br
Ele sabe jogar a isca de forma quase perfeita e dar o bote na hora certa. É paciente, “aparentemente” bondoso, delicado, sensual, mostra-se sensível no momento oportuno e, de uma forma sutil, tem sempre a palavra certa, no momento certo que agrada a maioria das mulheres: da experiente à mais sonhadora.

Estamos falando do homem mulherengo, que está sempre em busca de aventuras; ele anseia por quantidade e seu triunfo é exatamente o ato de conquistar muitas delas.

Popularmente conhecido como “cafajeste”, ele sabe de que forma encantar e conquistar uma mulher. Não se importa em partir o coração dela, tampouco destruir os seus sonhos, afinal, o seu prazer é quase narcisista e o seu ego sempre agradece.

De acordo com a terapeuta de casais e especialista em estrutura familiar, Vera Batista, as mulheres com autoestima baixa são as mais vulneráveis e estão suscetíveis a esse tipo de homem. Para não sofrer ou cair nas garras dele, a especialista dá a dica: “O importante é a sinceridade consigo mesma; ou seja, se você desconfia que ao seu lado está um homem assim, corte o mal pela raiz, afinal, pagar para ver pode significar um preço alto demais.”

Transformação

Altair Moraes, de 42 anos, já foi um destes homens no passado. Conforme explica, há duas décadas, era o mulherengo da vez. A ideia de casamento o apavorava. “Cheguei a fundar, ao lado de alguns amigos, uma espécie de sociedade contra o matrimônio. Eu gostava de ficar com muitas mulheres, inclusive, fui noivo, mas, ao mesmo tempo, mantinha outros relacionamentos”, conta.

Um dia, garante, percebeu que aquela vida que levava não o realizava, especialmente quando enfrentou um problema de saúde, motivo pelo qual chegou à Igreja Universal, e lá, relembra, aprendeu novos valores. Hoje, ele é casado há 20 anos com Sandra Tavares, de 44, e conforme diz, desfruta de uma vida feliz em todos os sentidos.



O Livro A DAMA DA FÉ chega na Fundação CASA






Centenas de livros A DAMA DA FÉ – ESTER BEZERRA – Minha história - para as jovens e funcionários da Fundação CASA Bom Retiro.




Funcionários da fundação CASA também receberam o livro A DAMA DA FÉ.






Foi uma tarde de muita alegria com a chegada do Livro A DAMA da FÉ




As internas logo abriram o livro e começaram a ler.

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