terça-feira, 25 de outubro de 2011

(IURD Pastor Geraldo Vilhena) Quando se planta vento se colhe o que?


Todos os momentos temos que tomar decisões, e nos temos que ter o maior cuidado com estas atitudes, pois se nos plantamos um semente mal na nossa vida, com certeza absoluta vamos colher o mal (maldição) Fala o Pastor Geraldo Vilhena para os internos e famílias da Fundação Casa.


"Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna." (Gálatas 6 : 8)



Nesta cartolina um jovem interno da Fundação Casa escreveu contado as suas atitudes e o que recebeu atravez destas atitudes. (leia)
Obs nesta cartolina fotografada você clika para amplia-la


Ritual macabro

Ritual macabro

Crianças são mortas com crueldade e enterradas vivas em cerimônias religiosas em Uganda, na África. Governo e organizações internacionais tentam parar bruxos, mas ataques continuam

Allan Ssembatya tinha apenas 7 anos em 2009, quando foi sequestrado por feiticeiros para ser morto em um ritual. O episódio não é a único em Uganda, país africano onde ainda acontecem sacrifícios macabros de animais, crianças e adultos. Mas talvez seja um dos mais impressionantes pela violência do ataque e, principalmente, porque Allan sobreviveu.


Com a marca de um talho na cabeça, resultado de um golpe de facão tão fundo que rachou seu crânio, o pequeno Allan resistiu à barbaridade e tornou-se um dos símbolos das campanhas internacionais contra este tipo de ritual covarde e desumano.


O esforço para acabar com a prática envolve forças policiais locais e instituições internacionais, como o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), além de organizações indepententes que vêm realizando importante trabalho de documentação e divulgação de histórias como a do menino Allan. É o caso da britânica VSO, formada com o objetivo de combater a pobreza em países em desenvolvimento, e da Campanha do Jubileu, grupo cristão de defesa dos direitos humanos e contra opressão. As fotos e muitos dos relatos desta reportagem fazem parte de um relatório recente com denúncias graves feitas pelo grupo.


Mais do que noticiar, a organização Jubileu também tem ajudado vítimas como Allan. Seu pai, Hudson Kizza Semwanga, teve que vender a casa em que a família vivia para pagar o tratamento do menino. Além do talho na cabeça, ele também tem cicatrizes no pescoço e nos ombros e pode ter problemas no seu desenvolvimento por ter sido castrado no ritual. Até hoje, chora ao lembrar do episódio e acorda assustado em meio a pesadelos lembrando o que aconteceu.


Sua história resume a covardia com que os bruxos costumam agir. Allan foi sequestrado por três homens quando voltava da escola em Mukono, um vilarejo localizado a 30 quilômetros de Campala, a capital de Uganda. Após sofrer golpes profundos, ele perdeu a consciência e entrou em coma. Foi considerado morto pelos feiticeiros e deixado no meio do mato.


O menino foi encontrado horas depois por parentes e amigos em uma poça de sangue. Internado, ficou 1 mês em coma até retomar a consciência, tamanha a gravidade dos ferimentos. Até hoje sofre com as sequelas. Além de ter perdido a sensibilidade do lado esquerdo do corpo, as lesões poderão levar a mais problemas de desenvolvimento no futuro, tais como a diminuição gradual da densidade óssea e o crescimento dos seios, devido à castração.


Recuperado, ele reconheceu os três agressores: um bruxo chamado Awali, e seu irmão Abass, além de outro homem conhecido apenas como Paul. Mesmo assim, dificilmente os agressores serão punidos. Desde que o governo iniciou o combate à prática de sacrifício apenas uma pessoa foi condenada por este tipo de crime.


Falta de vontade política, medo de represálias e temor da suposta magia de tais feiticeiros estão entre os motivos que explicam a impunidade.



Não são poucos os casos de sacrifícios humanos. Nos último 5 anos, ao menos 43 crianças foram assassinadas em rituais, além de 29 adultos. Isso considerando apenas as mortes documentadas por organizações internacionais com base em dados do governo e relatos de familiares e amigos das vítimas.


Na prática, o número de crianças mortas pode ser bem maior do que o registrado. Os dados mais recentes da Unicef no país indicam que 651 crianças desapareceram entre 2006 e 2008. Muitos dos corpos utilizados em sacrifícios não são sequer encontrados.


Além de cortar e deixar as vítimas sangrando, tais feiticeiros também têm o costume de enterrá-las vivas em locais em construção como forma de garantir a prosperidade dos negócios. Em depoimento ao jornal local “Sunday Vision”, um operário de construção civil descreveu o assassinato de uma menina na obra em que estava trabalhando em 2008:


“Foi numa sexta-feira, 1h da madrugada. Como pedreiro, eu fazia turnos noturnos. Na noite em questão, minha turma foi liberada do expediente e orientada a voltar somente no dia seguinte. Eu perdi as instruções e fiquei”, conta o operário, que evita se identificar por temer represálias. “O proprietário, um homem rico, entrou dando a mão para uma criança de cerca de 7 anos, com um vestido branco e uma boneca nas mãos. Primeiramente, pensei que era a filha dele”, descreve, para narrar como a menina foi morta com o auxílio de mais dois homens.


“Um deles começou a misturar concreto. O homem rico entregou a menina para o outro, que a colocou de pé em um dos fossos. Em seguida, eles começaram a encher o fosso de concreto. A criança gritou umas três vezes e então parou. Ela foi enterrada viva”, narra. A construção, ironicamente, virou um shopping com lojas especializadas em roupas de crianças.


Mesmo sendo parte de uma tradição religiosa baseada em crenças locais, tal costume é criticado mesmo por quem defende liberdade de religião e direitos de minorias. Matar crianças em busca de recompensas como dinheiro, poder ou proteção não é algo aceitável. “Esse tipo de prática vai contra todos os padrões civilizatórios. É uma explícita violação do direito humano e de todos os direitos humanos conquistados até hoje pela humanidade”, defende Dojival Vieira, conselheiro do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana de São Paulo.


“Práticas como estas devem ser banidas. Não sabia que isso ainda acontecia em Uganda, mas infelizmente sempre foram comuns na história da humanidade práticas que utilizam sacrifício humano. O mais chocante é que continuem existindo ainda nos dias de hoje. Isso revela o tamanho do atraso humano e espiritual da nossa sociedade. Esse atraso é compatível com a ganância e a busca pelo dinheiro a qualquer custo”, completa Vieira.



A crença no poder de tais feitiços é tão grande que, nos vilarejos pobres de Uganda, há registro de casos em que as próprias famílias entregaram crianças em troca de benefícios. Foi o que aconteceu com a pequena Evra Mudaali, morta quando tinha 3 anos, em um ritual no qual fizeram parte seus avós e tios.


No dia em que a mãe Rosemary Anyango viajou para cuidar de um parente doente e o pai Ronald Serwajjo teve que trabalhar, os avós levaram a garota a um feiticeiro. Na frente dos tios, Evra teve a orelha esquerda arrancada e a axila esquerda perfurada. Foi pelo rasgo embaixo do braço que o bruxo arrancou o coração da menina. Mais tarde, os parentes explicaram aos pais que o ritual serviria para iniciar o tio, Yudu Nakacho, na bruxaria. Com a morte, ele ganharia o poder de curar as pessoas.


“O sacrifício de crianças ganhou força porque as pessoas viraram adoradoras de dinheiro. Elas querem ficar ricas e acreditam que o sacrifício trará riqueza”, explicou o pastor Peter Sewakiryanga, em entrevista recente à rede britância “BBC”. “Há pessoas interessadas em comprar essas crianças por um bom preço. O sacrifício de crianças virou um negócio por aqui”, denuncia.


A prática é tão rotineira e fácil de ser encontrada que, na viagem que a equipe da “BBC” fez ao país, o repórter conseguiu encontrar-se com um feiticeiro. Após se apresentar como empresário interessado em fazer negócios na região, o jornalista viu uma cabra ser morta na sua frente e ouviu que, se quisesse, poderia encomendar um sacrifício humano. O vídeo em que ele registra a oferta foi entregue à polícia local. O que normalmente não costuma dar resultado.


Mesmo parentes das vítimas não têm conseguido a punição dos agressores. Tepenensi Nombogwe, avó de Steven Kironde, conta que, ao procurar ajuda após encontrar o neto decapitado e sem o esôfago no quintal de casa, recebeu uma oferta por parte da própria polícia para ficar quieta. As autoridades ofereceram o equivalente a R$ 300 para que a senhora esquecesse o caso.


O poder sobre os locais se reflete na ousadia dos feiticeiros. Sarah Nahkenyoa sentiu isso após mobilizar amigos e vizinhos na busca por seu filho Sula. Após dias tentando encontrar o garoto, a mãe foi chamada à escola. Os assassinos haviam deixado a cabeça do garoto na mesa do diretor com um recado dizendo que ele não era puro o suficiente para os rituais necessários.


Em outro caso, um bruxo conhecido como Otema atacou a criança de uma família da qual era amigo. Ao encontrar o pequeno George Mukisa, de apenas 4 anos, sozinho em casa, ele convenceu o garoto a sair com ele, oferecendo doces. “Ele me levou para o mato, me cortou e eu gritei”, conta o garoto. Sem aviso ou anestesia, Otema utilizou uma faca para castrar o menino. Hoje, além de estar sujeito aos mesmos problemas de desenvolvimento que Allan, ele ainda tem que lidar com dificuldades para urinar. Os médicos tentaram reconstruir seus genitais, mas ele depende de um tubo para conseguir fazer xixi. O ataque foi tão brutal que, ao saber o que aconteceu, seu pai desmaiou. Ambos, o pai e a mãe, abandonaram a criança após a feitiçaria. Nenhuma medida de amparo foi tomada pelo governo e hoje ele é cuidado pela avó Nakku Musana, que diz ter medo do futuro reservado para o seu neto.


A prática de magia com sacrifício de crianças está diretamente relacionada à miséria e à fragilidade institucional do país. Indicadores da Unicef apontam que, mesmo para os pequenos que não sofrem ataques de feiticeiros, a situação é crítica. Uma em cada cinco crianças sofre de desnutrição no país e uma em cada dez morre antes de completar anos. Um cenário de miséria e pobreza em que superstições encontram amplo respaldo.


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Perdidos na noite

Sobe número de jovens viciados em ecstasy e outras drogas sintéticas. Ingleses criam o primeiro centro de recuperação



A drogas da noite ganham cada vez mais espaço entre os jovens que vão a baladas e raves no País. Segundo a UNODC, órgão da Organização das Nações Unidas que trata do problema, hoje há uma estabilização ou queda de consumo de ecstasy em países desenvolvidos. Na contramão, o uso de drogas sintéticas em países como o Brasil está cada vez maior. O órgão estima que existam hoje mais de 1,65 milhão de usuários de anfetaminas, ecstasy e LSD no País. Marylin Garcia Tatton, psicóloga e diretora da Associação Parceria Contra Drogas, diz que o usuário mais comum tem cerca de 20 anos e é universitário. “Mas chama a atenção o uso de ecstasy entre adolescentes do ensino médio. É um problema crescente no Brasil, principalmente nas grandes capitais.”. Na Europa o problema das drogas sintéticas se tornou tão grave que os ingleses criaram, há 5 meses, um centro de tratamento voltado só para dependentes dessas substâncias. Owen Bowden-Jones, psiquiatra e fundador da Clínica “Club Drug”, disse em entrevista que é muito difícil calcular quantas pessoas sofrem de efeitos secundários causados pelo consumo dessas drogas. Segundo ele, ao contrário dos viciados em álcool, cocaína ou heroína, os usuários de drogas da noite não admitem que são dependentes e não buscam ajuda. “Mas a dependência química para todas as drogas é igual.” Marilyn destaca as consequências de duas drogas da noite. “O ecstasy pode levar à morte súbita por desidratação, e o crystal causa surtos psicóticos e pode levar à paranoia.” Ela diz que o barateamento permite que essas drogas sejam modificadas em laboratórios caseiros, para potencializar ou criar efeitos psicoativos e ainda evitar reações indesejáveis aos usuários.

sábado, 22 de outubro de 2011

Namoro perigosos.


"RELACIONAMENTO DE RISCO": BRASILEIRAS TEMEM MAIS A VIOLÊNCIA DO COMPANHEIRO DO QUE O DESEMPREGO, OS ASSALTOS OU UM PROBLEMA COM A PRÓPRIA SAÚDE, REVELA PESQUISA DO IBOPE; REGIÃO NORDESTE É RECODISTA DE CASOS: 62% DAS ENTREVISTADAS DISSERAM JÁ TER APANHADO DO MARIDO OU COMPANHEIRO


NÃO É O DESEMPREGO, A VIOLÊNCIA URBANA, NEM A PRÓPRIA SAÚDE. Pesquisas realizadas recentemente pelo Ibope mostraram que o problema que mais preocupa as mulheres nos grandes centros está dentro de casa. Trata-se da violência do marido ou parceiro. Metade das entrevistadas confessou temer os maus-tratos do marido ou disse conhecer alguém que já fora vítima da fúria injustificável do companheiro. Ao todos, o Ibope ouviu 2.550 mulheres em todas as regiões brasileiras

OUTRAS 51% DAS ENTREVISTADAS DISSERAM ter amigas ou conhecidas que preferem não denunciar o agressor por julgar o atendimento ineficiente, por não acreditarem na Justiça brasileira ou simplesmente por medo de retaliação.

ESSES DADOS VÊM LEGITIMAR A ASCENSÃO do crime doméstico, e em especial contra as mulheres, verificado nos últimos anos no Brasil. No Sul e no Sudeste, os casos que chegaram às delegacias aumentaram 8% entre 2007 e 2010. Na periferia das grandes cidades, as mulheres que declararam se sentir desprotegidas e com medo dentro da própria casa passaram de 43% em 2006 para 65% em 2010. Os Estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste continuam recordistas. Mais de 62% delas já declararam ter sofrido algum tipo de violência dentro de casa, e 74% confessaram não se sentir seguras também quando estão nas ruas.

APESAR DOS NÚMEROS, O IBOPE e as autoridades competentes acreditam que esses valores sejam bem maiores, uma vez que apenas uma pequena parte presta queixa do companheiro. Prova disso é que três em cada quatro entrevistadas consideram que as penas aplicadas nos casos de violência contra mulher são irrelevantes e que a Justiça trata com descaso as vítimas desse crime. Quase 60% consideram os serviços de atendimento totalmente ineficazes ou muito pouco funcionais.

MEDO DE RATALIAÇÃO INIBE DENÚNCIAS

QUANDO INTERROGADAS SOBRE O QUE ACHAM QUE ACONTECERÁ com a mulher logo após uma denúncia, 33% confessaram que “quando o marido fica sabendo, ele reage e ela apanha ainda mais”; 27% responderam que não acontece nada com o agressor; 21% creem que o agressor será preso; outras 12% supõem que o agressor irá receber apenas uma multa ou será obrigado a doar uma cesta básica. Há também aquelas que acreditam ser mais seguro ficar calada e sofrendo agressões do que confiar na Justiça depois da denunciada.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Igreja Universal do Reino de Deus Projeto Ler Escrever na Fundação Casa



Entrevista Especial com Sr. Luiz Antonio Dobroca responsável pelo Projeto Ler Escrever.

IURD NA FUNDAÇÃO CASA :Pergunta:
Existe algum tipo de descriminação com relação aos internos

Em regime semi - aberto da Fundação Casa?

Reposta: De maneira nenhuma, não há descriminação eles são acolhidos

como alunos e tratados da mesma forma que os outros alunos.

São integrados normalmente e não existe restrição.

IRD NA FUNDAÇÃO CASA:Pergunta: Como é desenvolvido o ensino no projeto ler escrever?

Resposta: Os jovens que desejam estudar a fim de serem enseridos

Futuramente no mercado de trabalho aqui são capacitados através

de curso de alfabetização e profissionalizante, informática, corte de cabelo

masculino.Também é dada assistência aos familiares dos alunos,

Fornecemos bolsas de estudo aos parentes dos alunos que podem

Fazer todos os cursos disponíveis em nossa programação.

Esta iniciativa deve servir como exemplo e ser desenvolvida em outras

Casas de acolhimento a fim de beneficiar estes jovens.

IURD NA FUNDAÇÃO CASA:Pergunta: As mães dos internos da Fundação Casa possuem alguma duvida

Com relação ao projeto ler escrever?

Resposta: Geralmente elas recebem de bom grado a forma como ministramos

Os cursos aqui no ler escrever, agradecem e podem perceber o bom aproveitamento das aulas.

Teve uma mãe que nos procurou para agradecer a nossa dedicação com

Relação ao ensino. E outro caso um jovem comentou que sua mãe estava muito

Feliz com o resultado do curso na vida de seu filho.

IURD NA FUNDAÇÃO CASA:Pergunta: Os integrantes da classe aceitam o fato de estarem estudando

ao lado de um interno da Fundação Casa?

Resposta: Isto não existe, pois o aluno não tem acesso a estas informações, temos aqui senhoras e senhores de albergues e não há descriminação o tratamento.

É único para todos.

IURD NA FUNDAÇÃO CASA:Pergunta: Como tem sido os resultados no ler escrever com estes jovens?

Resposta: Ao longo do período letivo, tem sido muito satisfatório a idéia.

de estarem acolhidos, integrados aos outros alunos em ambiente sadio, nunca

acorreu uma atitude que denegrisse a imagem de um dos internos da Fundação

Casa aqui no Ler Escrever.

IURD NA FUNDAÇÃO CASA:Pergunta: Como Sr. se sente fazendo parte deste projeto?

Resposta: Sinto-me bem é muito gratificante,

tanto que deixei de ser comerciante para me dedicar tempo

Integral a este projeto.

IURD NA FUNDAÇÃO CASA:Pergunta: Quem foi o idealizador do projeto Ler Escrever?

Resposta: O Bispo Edir Macedo e o Bispo Gonçalves, o projeto.

Teve inicio no Rio de Janeiro, depois foi sendo expandido para.

Outros Estados do Brasil e Paises. Sr. Luiz acrescenta que ele

Foi buscar informações no Rio de Janeiro para desenvolver o projeto

Ler Escrever aqui em São Paulo.

Comentou que no principio não havia estrutura para começar o Ler Escrever

Tanto que a lousa era uma caixa de papelão, mais com o tempo foi crescendo.

E hoje possui excelentes instalações.


IURD uma Palavra pode mudar a sua vida.


quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Uma síndrome explosiva

Queda de desempenho, baixa autoestima, fadiga crônica, dores corporais constantes, hipertensão, doenças gastrointestinais, insônia, falhas momentâneas de memória e dificuldade para trabalhar em equipe. Se você apresenta estes sintomas, é bom ficar atento, pois pode estar sofrendo da chamada “síndrome de Burnout”, caracterizada pelo esgotamento ligado à vida profissional. “Trabalhos estressantes existem em todas as áreas, então é importante ficarmos atentos às críticas de pessoas mais próximas sobre nosso comportamento. Além disso, todos precisamos de um tempo só nosso, nem que sejam 5 minutos”, avalia a fisiologista e personal trainer, Vanessa Neglisoli, que aponta que a atividade física é fundamental para prevenir o distúrbio: “O exercício auxilia tanto no aspecto físico quanto emocional.”

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Figurinha repetida não completa álbum


DE CADA 30 CASAIS SEPARADOS, QUASE METADE (47%) TENTA SE RECONCILIAR AO MENOS UMA VEZ E 25% ARRISCAM, SEM SUCESSO, RETOMAR A RELAÇÃO POR DUAS VEZES OU MAIS; BUSCA POR UM NOVO AMOR OCORRE, EM MÉDIA, DEPOIS DE UM ANO DA SEPARAÇÃO

NUNCA O BRASILEIRO SE CASOU TANTO, SE SEPAROU TANTO E ESTEVE TÃO DISPOSTO a dar uma nova oportunidade para a pessoa amada. Segundo os especialistas, esse comportamento é reflexo de uma época de transição, em que as pessoas tentam encontrar novas formas de amor, "custe o que custar". Isso explica a existência de tantos novos casamentos e, ao mesmo tempo, vários divórcios. "As pessoas não se cansam de buscar o amor", explicam.

O CENSO 2010 REALIZADO PELO IBGE e divulgado no início deste ano provou a teoria dos especialistas e mostrou que das quase 40 milhões de mulheres sozinhas no País, metade já foi casada. Ou seja, de cada 100 uniões matrimoniais, 30 se encerram na Justiça. Destes casais que se separaram quase metade (47%) tentou se reconciliar ao menos uma vez. Os casais que tentaram duas vezes ou mais restabelecer a relação, sem sucesso, representam 25% desse universo.

"HOJE VIVE-SE UMA ÉPOCA DE TRANSITÇÃO.

AS PESSOAS NÃO SE CANSAM

DE BUSCAR UM AMOR"

A MAIORIA DAS SEPARAÇÕES É CONSENSUAL, mostra o IBGE. Dos 90.421 processos de separação judicial encerrados em 1ª instância no País em 2010, um total de 64.869 resultaram em acordos.

DOS QUE DECIDEM SUBIR AO ALTAR, A maioria tem idade entre 20 e 29 anos. Quanto às separações, nenhuma grande novidade: prevalecem entre os que têm entre 30 e 39 anos. A maioria permaneceu casada durante menos de 8 anos. Nesse universo, 75% dizem já estar em busca de um novo amor em, no máximo, um ano depois da separação judicial.

REGIÃO ONDE MAIS SE CASA É TAMBÉM A MAIS POPULOSA

A REGIÃO ONDE MAIS SE REALIZAM CASAMENTOS É TAMBÉM A MAIS POPULOSA, o Sudeste, com média de 466.093 uniões todos os anos. Em seguida, aparece o Nordeste, com 232.275 celebrações; seguido do Sul, com 124.990; Centro-Oeste, que totalizou 76.358; e Norte, com 60.185. Em valores proporcionais à população, o ranking não muda.

MAIO NÃO É MAIS O "MÊS DAS NOIVAS"

AO CONTRÁRIO DO QUE SE PENSA, maio não é mais o mês das noivas. O casais vêm mudando de hábitos ao longo dos anos e, hoje, preferem se unir formalmente nos meses de dezembro, novembro, setembro, julho e, só então, maio. As justificativas para a mudança de hábito vão desde a condição financeira até a escolha de outras datas que guardam algum significado especial para os noivos.

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MACACO LADRÃO PM 1