quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Sem esperanças de cura

Silmara foi advertida pelos médicos de que, se escapasse da morte, teria graves sequelas

Goiânia (GO) – Tornaram-se incontestáveis os resultados que a fé produz na cura das mais diversas doenças. Vários cientistas reconhecem a influência dessa poderosa arma no auxílio à recuperação de pacientes. Nos Cenáculos do Espírito Santo em Goiânia, milhares de pessoas comprovam este poder não só na cura de enfermidades, mas em diversas áreas.


Nas reuniões diárias não são poucos os que dão depoimentos de vitórias alcançadas graças ao que a fé aliada a uma vida com Deus proporciona. Em recente reunião, o bispo Odivan Pagnocelli, responsável pelo trabalho evangelístico em Goiás, falou sobre os benefícios da fé e da obediência aos ensinamentos bíblicos.


A recepcionista Silmara Rodrigues Chaves, de 31 anos, conta que foi vítima de uma trombofilia, alteração no sistema de coagulação que acomete a circulação do sangue ao cérebro. Segundo ela, mesmo com tratamentos, o caso era irreversível, ela sofreria sequelas da doença. Tudo começou com fortes dores no estômago e falta de ar. Passando muito mal, foi levada ao hospital e após exames foi constatado que, além de uma pneumonia, também tinha trombofilia. “Por conta de todas essas enfermidades, permaneci internada na UTI. Com o agravamento do quadro, sofri uma parada cardíaca, que quase me levou à morte”, recorda.



Silmara ficou internada por vários meses. Os médicos adiantaram para a família que mesmo tendo alta, ela nunca mais levaria uma vida normal. Angustiada, sem condições de cuidar dos três filhos, Silmara invocou a Deus no leito do hospital:


“Aquelas orações foram fundamentais. Mesmo em estado crítico, encontrei forças para buscar pela cura. Deus me ouviu. Após 10 dias, os médicos pediram novos exames e neles foram constatados que não havia mais nenhum trombo em meu coração. Agradeço toda a assistência médica recebida. Fui curada pela fé que depositei n’Ele”, testemunha.


Uma reunião especial


A Concentração de fé e Milagres é realizada aos domingos, às 9h30, em todos os Cenáculos do Espírito Santo. Em Goiânia, o encontro recebe pessoas vindas de vários bairros. São famílias, jovens e idosos com o objetivo de restaurar suas vidas. Não são poucos os que são membros da IURD e comparecem para buscar o fortalecimento espiritual.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Pais que denunciam


"GUERRA EM FAMÍLIA": TODOS OS ANOS MAIS DE 250 MIL PAIS E MÃES TOMAM A ATITUDE DE DENUNCIAR O FILHO À POLÍCIA POR CRIMES QUE VÃO DE AGRESSÃO FÍSICA A ROUBOS DENTRO DE CASA; NO OUTRO EXTREMO, CASOS DE FILHOS QUE DENUNCIAM OS PAIS SUPERAM 500 MIL AO ANO, SENDO A VIOLÊNCIA SEXUAL O PRINCIPAL MOTIVADOR DA DENÚNCIA


BASTA UMA RÁPIDA PESQUISA PELO PORTAL DE BUSCAS GOOGLE para ter de volta mais de 13 milhões de ocorrências relacionadas a casos de pais que resolvem denunciar o filho à polícia ou à Justiça. A pesquisa mostra também que, de modo geral, há mais ocorrências no interior do País do que nas principais capitais do Sul e Sudeste, e na maioria dos casos os pais resolvem denunciar o filho por causa do envolvimento com o tráfico de drogas (com a venda do entorpecente realizada dentro da própria casa), roubos (incluindo os contra os próprios membros da família) e agressões físicas, também contra membros da família.

SE OS RESULTADOS DA PESQUISA MOSTRADOS PELO GOOGLE PODEM SER QUESTIONADOS, já que não são oficiais, dados da Secretaria de Segurança do Estado de São Paulo (SSP) mostram que os mais 13 milhões de resultados devolvidos pelo portal de buscas são perfeitamente condizentes com a realidade da família brasileira. Isso porque a Secretaria estima em mais de 250 mil o número de denúncias feitas anualmente entre membros de uma mesma família, sendo que mais de 65% são feitas pelo pai ou pela mãe, que resolvem entregar o filho.

O OUTRO LADO: FILHOS DENUNCIAM PAIS SÃO MAIS DE 500 MIL POR ANO

NO EXTREMO OPOSTO, CASOS DE FILHOS QUE DENUNCIAM OS PAIS também têm registrado alta nos últimos anos, sendo a violência sexual a queixa mais registrada pelas vítimas. Dados coletados nas principais delegacias do País e nos "disque-denúncia" mostram que a grande maioria dos denunciantes aponta o namorado, o marido, o pai ou um parente próximo como o autor da violência. Cerca de 70% das mulheres que prestam queixa dizem ter menos de 17 anos e conhecer o violentador, e em mais de 20% dos casos ele era o próprio pai ou o padrasto da vítima.

VOLUME DE DENÚNCIAS PODERIA SER MAIOR, SE BRASILEIRO CONFIASSE NA JUSTIÇA

O ÍNDICE DE INSATISFAÇÃO COM A JUSTIÇA BRASILEIRA bateu recorde histórico em 2010, quando 98% da população reprovando a atuação do judiciário. Há menos de uma década os insatisfeitos representavam 85%. Como comparação, nos Estados Unidos esse número está em torno de, no máximo, 20% desde os anos 90. Os dados são do Ibope e foram coletados a partir de pesquisa realizada entre maio e junho de 2010 em oitos capitais brasileiras e mostram porque muitas vítimas, dos mais diversos tipos de crimes, ainda optam por não denunciar o agressor.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

IURD Bloco de Ajuda aos Dependentes Químicos faz palestra na Fundação Casa Leopoldina.


Nesta ultima quinta feira, voluntários da IURD estiveram presentes, na Fundação Casa Vila Leopoldina, realizando um grande debate sobre drogas e suas conseqüências,

Para abençoar a unidade esteve presente, o Pastor Geraldo Vilhena Coordenador de evangelização, nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, fez uma oração, na qual abençoou a unidade, os adolescente, e funcionários, na oração pediu a Deus que cada adolescente pudesse ter um encontro com Deus.

Em seguida chamou os palestrantes para que pudessem desenvolver o debate.





O primeiro que falou foi o palestrante Robson de Moraes. Disse ele, eu gostaria, de deixar três coisas bem claras eu não vim julgar ninguém, eu vim simplesmente

Alertar vocês do mundo que tive a atras, eu quero que você pergunte esclareça suas duvida em relação as drogas.

adolescente pergunta:como você entrou no mundo das drogas,e qual foi sua primeira experiência?

Robson responde tudo aconteceu na minha vida por falta de esclarecimento, no tempo de escola com 13 anos,hoje eu não tenho um pedaço do meu corpo em conseqüência das drogas, infelizmente por pura curiosidade a minha primeira experiência foi com cocaína quando o amargo desce os dentes encavalam, a cocaína ela te da um ar de heroísmo, e você fica disposto a tudo.

Nelci Paiva pergunta: Cristiano quais foram suas experiências com as drogas?

Cristiano responde: Passei maus bocados por causa das drogas já experimente de tudo até êxtase, Quando a droga entra no organismo ela faz uma devastação, você perde totalmente a noção do que é certo ou errado, eu cheguei em um nível bem perto da morte.

José Maria Pergunta: É você Cristina como foi a sua experiência com as drogas?

Cristina responde: Passei pelo vale da sombra e da morte. Vivi um inferno, já passei pela Fundação Casa porque matei um policial, a minha experiência com as drogas foi a pior de todas já tomei até back, Em certas loucuras eu matava pelo simples prazer, sentia até gosto de sangue na boca,

Adolescente pergunta: Sra Cristina qual foi o momento mais difícil da sua vida?

Cristina responde: Foi quando vi minha mãe ser esquartejada pelos bandidos cortaram ela em pedaços e atearam fogo. Pois ela também era do mundo do crime.

Dimas Eugênio coordenador pergunta: O crime ele é ilusão e compensa?

Robson responde: O crime ele te dá prazer mais ao mesmo tempo ele te da uma rasteira.

Nelci pergunta você já colocou a sua família em risco?

Robson responde:

Sim ficava muito agressivo dentro de casa chegando ao ponto de colocar minha mãe em risco. Roubei um carro sem saber que era de um policial, os policiais foram atrás De mim na minha casa. arrebentaram a porta para me matar.Minha mãe ficou na minha Frente abriu a camisola e disse para o policial para matar meu filho vai ter que atirar em mim primeiro. Então um olhou para outro e disse que lá fora tinha muita gente e foram Embora sem atirar em mim.

Dimas coordenador pergunta: A droga ela está relacionada a dinheiro, vocês mais ganharam dinheiro ou gastaram?

Resposta: todos riram pois o dinheiro escoria pelo ralo.

Adolescente pergunta: vocês já tiveram overdose?

Resposta: os quatro já passaram por overdose.

Adolescente pergunta: Qual a cena que mais marcou no mundo do crime?

Robson responde:

Foi quando um jovem foi mandado comprar a droga, para um outro do grupo Mas quando ele voltou com a droga ele tinha usado um pouco. e quando chegou O que tinha mandado comprar percebeu e


O que mais me chamou a atenção foi o desabafo de um adolescente, disse: que aos treze anos de idade queria ganhar muito dinheiro e foi até ao candomblé fez um pacto com o mal e começou a ganhar muito dinheiro, e no decorrer do tempo foi perdendo tudo, e com isso começou a roubar, em uma dessas se deu mal e foi parar na Fundação Casa. Robson, convida o jovem que fez o pacto com o mal para fazer dessa vez um pacto com Deus, assim como ele fez um pacto com o diabo e o diabo destruiu sua vida, Deus irá reconstruir novamente. Após o debate Robson Moraes fez uma oração de libertação , para que cada adolescente com a ajuda de Deus reconstruísse suas vidas longes das drogas, e só isso é possível com a ajuda de Deus.

IURD Bloco de Ajuda aos Dependentes Químicos. Amauri fala para os jovens internos da F. CASA o tipo de DROGAS que usou quando estava no crime.

IURD Bloco de Ajuda aos Dependentes Químicos. Robson mostra para os internos da Fundação Casa o pedaço da perna que perdeu devido ao uso das DROGAS.

Aula de covardia

Após fim de namoro, professor de Direito mata aluna com três tiros, leva o corpo para delegacia e alega que se descontrolou


A universitária Suênia Sousa Faria, de 24 anos, foi morta a tiros pelo professor Rendrik Vieira Rodrigues, de 35 anos, no Distrito Federal, na sexta-feira (30), segundo a polícia. Estudante de Direito do Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), ela foi assassinada a tiros pelo professor que atuava como coordenador do curso na Faculdade Projeção. Os dois tiveram um relacionamento de 3 meses de duração, período em que Suênia estava separada do marido. Na última segunda-feira (3), o delegado da 27ª Delegacia de Polícia, Alexandre Dias Nogueira, que cuidou do caso, fechou as investigações e ficou de enviar o inquérito completo à Justiça.


“Ele está sendo acusado de homicídio duplamente qualificado (motivo fútil e não ter dado chance para a vítima se defender) e pode pegar a pena máxima, que é de 30 anos de prisão”, explicou Nogueira. Foi expedido um mandado de prisão preventiva contra o professor. A pena mínima, de acordo com o delegado, é de 12 anos.


Segundo o delegado, o acusado prestou depoimento logo após o crime, no qual disse ter esperado Suênia sair da aula na sexta-feira e pedido para conversar sobre o fim do namoro. Eles saíram de carro e, no calor da discussão, ele teria dado três tiros nela. Depois, se dirigiu até uma delegacia na periferia e entregou o corpo, dizendo-se arrependido.


Segundo colegas e familiares de Suênia, ela vinha sofrendo ameaças de morte por parte do acusado e se reportou diretamente à reitoria da universidade, que não tomou nenhuma providência. “Ela mostrou as mensagens (de texto, no celular) para o reitor porque estava com medo, mas nada foi feito”, declarou Silene Sousa, de 34 anos, irmã da vítima.


“Meu sonho era ver a minha filha advogada e o meu pedido é pra que cassem a carteira dele de advogado e nunca o deixem voltar para uma faculdade Direito”, disse o pai da vítima, Sinval Monteiro Faria, de 62 anos.

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