quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Amor em Risco

AMOR DE RISCO
PAIXÃO PODE, SIM, TRANSFORMAR-SE EM ÓDIO E MOTIVAR ATITUDES VIOLENTAS, MAS PROCESSO É LONGO; "QUANDO AS BARREIRAS ENTRE UM SENTIMENTO E OUTRO SE TORNAM EVIDENTES, QUASE SEMPRE É TARDE DEMAIS", ALERTAM ESPECIALISTAS
Há muito tempo a ciência tenta explicar como um dos sentimentos mais nobres do homem, o amor, pode pegar a contramão e acabar destruindo violentamente a quem se ama. Os inúmeros casos de crimes ditos passionais trazem à tona, também, o instigante enigma de como a mente pode se transformar num vulcão de sentimentos devastadores quando alguém vive uma paixão patológico-obsessiva.
PAIXÃO X ÓDIO: APESAR DE OPOSTOS, ORIGEM É A MESMA
Uma corrente de psiquiatras acredita que amor e ódio são como cabeça e cauda de uma mesma serpente. Ou seja, um não pode viver sem o outro. Segundo esse princípio, nenhum ser humano ama, nem odeia outro absolutamente. Apesar do quase contrassenso, ainda de acordo com essa teoria, nenhum amor sobrevive ou prospera sem algum resquício mínimo de aversão, e vice-versa.
APAIXONADOS E DOENTES: PERFIS SEMELHANTES
A medicina acredita que nos casos patológicos possa haver desequilíbrio de um desses dois sentimentos antagônicos, que acaba ganha proporções anormais. Quando isso acontece, punir o outro é quase sempre um dos objetivos de quem tira a própria vida em nome do amor. Quem se mata pode ser incapaz de conviver com a frustração de não ter o objeto amado. Mas a transformação da paixão em ódio muitas vezes é um processo muito longo, o que dificulta saber exatamente quando o amor saudável se transformou em nocivo. Às vezes, quando as barreiras entre um sentimento e outros se tornam evidentes pode ser tarde demais.
"Quem se mata pode ser incapaz
de conviver com a frustração
de não ter o objeto amado"
Apesar da complexidade do assunto, psiquiatras e psicólogos deixam uma dica importante: O amor saudável se caracteriza por sentimentos de generosidade e de solidariedade. A pessoa que ama quer, antes de tudo, a realização pessoal do ser amado, e não apenas a dela própria. Já o amor patológico inverte essa proposição. A pessoa amada precisa servir ao narcisismo daquele que ama. Então, pode-se dizer que essa pessoa não ama a outra. Ele apenas a usa para reforçar sua autoestima.
COMO IDENTIFICAR UM “CRIMINOSO PASSIONAL”
As formas de cometer um crime sob o pretexto do "excesso de amor" são vastas, mas a medicina já é capaz de traçar três características comuns a essas pessoas e às situações que as envolvem. Veja:
1º Na maior parte das vezes nunca matou ninguém e sua conduta violenta é, principalmente, em relação a uma mulher específica. Dificilmente mata mais do que uma vez.
2º A receita da tragédia é relativamente simples: um homem mais velho e mais rico do que a parceira, inseguro, ciumento, possessivo, vaidoso e egoísta que se relaciona com mulher mais jovem, que não reage, mas sabe manipular os sentimentos do cônjuge.
3º Quando a mulher reage e decide pôr ponto final na relação, ele pede de volta objetos dados como presente. Incrédulo, pois se considera dono da mulher, tira a vida dela. Às vezes, não suporta a perda da amada e, depois do crime, comete suicídio.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Sula Miranda faz show no 4º aniversário da Fênix
Associação de Mulheres Cristãs da Igreja Universal do Reino de Deus doou cestas básicas aos familiares dos adolescentes
A atração principal da festa foi a cantora Sula Miranda, que fez um show gospel para os adolescentes, familiares e profissionais do centro. Além da música, integrantes da Associação de Mulheres Cristãs (AMC) da Igreja Universal do Reino de Deus também alegraram a festa de aniversário com muita dança, entusiasmo e motivação.
No final da apresentação, a cantora deixou uma frase para os adolescentes, familiares e funcionários refletirem. “Não desistam de seus sonhos, mas antes de quererem mudar alguém ou alguma coisa na sua vida, mude você primeiro”.
Para alegrar ainda mais o festejo, os integrantes da AMC fizeram um banquete para os convidados, com muita comida, bebidas e doces. Para os familiares, a AMC doou cestas básicas.
As atividades do PAR (Programa de Assistência Religiosa) da Fundação CASA têm a adesão facultativa por parte dos adolescentes e funcionários. Qualquer denominação religiosa pode participar do programa. http://www.fundacaocasa.sp.gov.br/index.php/noticias-home/995-sula-miranda-faz-show-no-4o-aniversario-da-fenix
|
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Na raiz do problema
Começa nova campanha da IURD, cujo objetivo é levar as pessoas a identificar o mal e removê-lo definitivamente
Se o seu passado vem à tona e lhe causa muitos prejuízos, se não sabe como livrar-se de maldições hereditárias que encontram espaço para destruir a sua vida, aprenda, então, a dar um basta nesta situação. Onde? Em um dos Cenáculos do Espírito Santo do mundo inteiro.
Começa, neste domingo (2), a campanha “Corte a Raiz”, cujo objetivo é levar as pessoas a identificar o cerne do problema e cortá-lo na raiz.
Durante 7 semanas, estudos sobre o tema serão abordados em todos os templos da IURD, para que transformações reais aconteçam.
O bispo Renato Cardoso destaca a importância de cortar o mal pela raiz. “A bananeira, por exemplo, apesar de parecer uma árvore fraca, é muito robusta e resistente. A única maneira pela qual essa árvore pode ser impedida de crescer novamente é arrancá-la por completo, desde a raiz”, explica.
Ele acrescenta que “assim ocorre com os problemas da vida, especialmente os crônicos”. “Se não forem resolvidos na raiz, acabarão crescendo novamente e voltando como antes. Muitos querem resolver seus problemas, mas se limitam a lidar com as ‘folhas’ e ‘galhos’. Esses problemas acabam voltando e até piores, pois são tratados superficialmente”.
O bispo Renato faz questão de ressaltar três razões pelas quais as pessoas, normalmente, não lidam com a origem de seus problemas: “Não sabem encontrar a raiz; conhecem a raiz, mas não sabem como cortá-la; ou sabem como cortá-la, mas não estão dispostas a empregar o esforço para fazê-lo. Ou seja: querem respostas rápidas. Qual é o seu caso?”
Exemplo que vem do bambu
- Um dos maiores exemplos de resistência vem do bambu, que é uma planta que suporta ventos e é capaz de se recuperar de queimadas ou estações de seca. Os troncos, apesar de ocos, são fortes e fornecem matéria-prima para a decoração doméstica e para a construção civil.
- Para suportar os troncos, que podem ter até 27 metros de altura, o bambu se sustenta no solo a partir de uma extensa rede de caules subterrâneos, chamados rizomas (veja a ilustração ao lado).
- Segundo o engenheiro-agrônomo Daniel Gomes de Souza, o crescimento de algumas espécies de bambu, depois de enraizado, é bem acelerado. “Alguns tipos chegam a crescer 40 centímetros por dia. É possível acompanhar diariamente o desenvolvimento da planta”, explica.
O drama de quem admite ter problemas enraizados

domingo, 2 de outubro de 2011
Eles foram consumidos pela droga
No Brasil, três em cada dez usuários de crack morrem. Droga avança em todo o País rapidamente. E, em São Paulo, a droga de luxo crystal ganha terreno
Da redação
redacao@folhauniversal.com.br

Em média, três de cada dez usuários de crack morrem no Brasil. Existem de 600 mil a 1 milhão de dependentes em todo o território nacional. Destes, pelo menos 300 mil devem falecer nos próximos 12 anos. Os dados são estimativas feitas por Ronaldo Laranjeira, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e autor de uma das poucas pesquisas sobre o crack no País. Não há estimativas oficiais.
Trata-se de um retrato do cenário de devastação provocado pelo avanço de uma droga destruidora. Ao todo 131 dependentes foram acompanhados durante 12 anos. No período, 30% dos usuários morreram – mais da metade de forma violenta – ; 30% continuaram dependentes e 10% foram presos. Segundo o médico, apenas uma minoria de 30% parou de usar a droga. “Essa taxa de mortalidade é altíssima, dez vezes maior do que o aceitável em outros países. O crack, assim como o álcool, precisa de vários níveis assistenciais. É uma gama de ações que não existem no Brasil. Falta rede pública adequada”, critica Laranjeira, que também é coordenador da Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas (Uniad).
O crack avança ao mesmo tempo em que o crystal, ou metadona, um narcótico bastante comum no exterior, ganha espaço principalmente entre jovens de classe média alta nas metrópoles. Em São Paulo, o Departamento Estadual de Investigações Sobre Narcóticos (Denarc) apreendeu desde março sete grandes carregamentos, totalizando cerca de 10 mil doses de crystal. Trata-se de um veneno tão destrutivo quanto o crack.
Se antes o crack era uma droga ligada à imagem de moradores de rua ou às classes mais baixas de grandes centros urbanos, hoje ele atinge todas as camadas da população e até mesmo áreas rurais do interior do País. “A expansão de oferta do crack é impressionante. Eu não conheço uma cidade pequena que não tenha um ponto de venda de droga”, pontua Carlos Salgado, psiquiatra e presidente do conselho consultivo da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas.
E esse novo alcance do crack foi responsável pelo aumento do número de usuários, principalmente entre os mais jovens, como explica Luciano Oliveira, psicólogo da Clínica Maia Prime, de São Paulo, que trata de dependentes químicos. “O crack é uma droga barata com efeito imediato, que causa fortes sensações e que tem acesso é cada vez mais fácil”, afirma. Por ser produzido de maneira clandestina, ele frequentemente contém substâncias como cal, cimento, querosene, ácido sulfúrico, acetona, amônia e soda cáustica.
Depois de pegar o carro da empresa onde trabalhava, Armando*, de 32 anos, passou 3 dias rodando a cidade atrás de crack, sem entrar em contato com ninguém. “Fiquei rodando por favelas. Só parei porque acabou o dinheiro”, conta. Esse episódio foi a gota d’água para a família decidir interná-lo contra a própria vontade, depois de 8 anos de dependência. “Cheguei totalmente alucinado, sem noção nenhuma. Hoje, depois de mais ou menos 40 dias limpo, estou saudável, respiro melhor, penso melhor”, comemora.
Debilidade física e mental, problemas psíquicos e de caráter são algumas das consequências do uso prolongado do crack. Além disso, os dependentes têm que lidar com a desnutrição, desidratação, crises hipertensivas e o risco de contrair doenças venéreas em decorrência de comportamento sexual de risco. “A pessoa quando fuma crack fica ativa, come menos e se hidrata menos. Por ser uma droga de ação curta, de 5 a 10 minutos, ela acaba abandonando outras atividades para viver apenas a droga”, explica Salgado. “Normalmente os dependentes apresentam diagnósticos de transtornos de humor e depressão”, completa.

Marcelo*, de 56 anos, perdeu 20 quilos durante os 2 anos e meio em que usou a droga. Desde julho internado em tratamento, ele conta que decidiu procurar ajuda quando percebeu que o vício estava prejudicando a relação com a família e os amigos. “Estava chegando ao fundo do poço e acumulando dívidas”, lembra. Usuário de cocaína antes de chegar ao crack, Marcelo reconhece a responsabilidade pelas escolhas erradas que fez. “Me sinto envergonhado, decepcionado comigo mesmo. Prejudiquei minha saúde e fiquei longe de quem amo”.
O tempo de internação para a recuperação varia caso a caso, mas a média para a desintoxicação inicial é de 4 semanas. “Existem usuários mais graves e menos graves, embora a maioria tenda a ser mais devido à grande capacidade de desorganização do crack. Quanto mais cedo a pessoa começou a usar, mais longa é a internação, que pode ultrapassar 6 meses”, diz Salgado.

De acordo com a Frente Parlamentar de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas da Assembleia Legislativa de São Paulo, a recaída é superior a 50%. “A Organização Mundial da Saúde considera a recaída parte da doença. Por isso, o tratamento deve incluir não apenas o usuário, mas também familiares”, diz Oliveira.
“O tratamento contra o crack é penoso. Nenhuma família passa ilesa ao crack. Nem na recuperação nem na manutenção da doença”, completa Laranjeira. De acordo com uma pesquisa realizada em 2010 pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), o crack está presente em 71% das cidades. O levantamento mostrou também que mais de 91% delas não possuem programa municipal de combate ao crack e nenhum tipo de auxílio das esferas federal e estadual. No ano passado, o governo lançou o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e outras Drogas, com investimento de R$ 410 milhões.
Entretanto, Laranjeira afirma que até agora o projeto não teve nenhum impacto real no problema do crack. “Isso foi um engodo. Eu desafio você a encontrar uma cidade ou estado onde esse investimento previsto pelo plano tenha tido um impacto positivo. É um dinheiro que ninguém sabe onde foi aplicado”, destaca.
* Os nomes dos personagens foram trocados
Leia mais: Um chute no crack
O caminho das pedras
O crack é produzido em laboratórios no Brasil a partir da cocaína plantada em outros países

sexta-feira, 30 de setembro de 2011
PREDADOR SEXUAL.

SINAL AMARELO: QUANDO A BUSCA PELO PRAZER SEXUAL SE TORNA A ÚNICA META DE VIDA, É HORA DE ATENÇÃO; POR TRÁS DESSE COMPORTAMENTO PODE ESTAR UMA DOENÇA COMPULSIVA, MAIS DIFÍCIL DE SER IDENTIFICADA NA ADOLESCÊNCIA, QUANDO OS HORMÔNIOS ESTIMULAM NATURALMENTE A LIBIDO
"EU PRECISAVA SAIR COM SETE, OITO MULHERES OU ATÉ MAIS NUMA MESMA NOITE PARA ME SATISFAZER. Enquanto não acabasse o dinheiro, a adrenalina, até eu ficar exaurido, eu não parava". O depoimento acima, de um empresário paulistano, de 46 anos, de classe social alta, é típico de quem sofre do distúrbio classificado pela medicina como "dependência do sexo ou disfunção sexual". O drama dele é comum a muitos outros que, intimidados com o problema, preferem viver no anonimato a buscar por ajuda especializada. Em casos extremos, como o verificado acima, é comum o portador da dependência por sexo chegar à falência para sustentar o "vício".
"EM MENOS DE CINCO ANOS
GASTEI MAIS DE R$ 1 MILHÃO COM SEXO"
(J.P.O., empresário carioca)
É O QUE ACONTECEU, POR EXEMPLO, COM J.P.O., famoso empresário do setor imobiliário do Rio de Janeiro. "Em menos de cinco anos, gastei mais R$ 1 milhão com sexo. Paguei tanto para ter prostitutas, gastei tanto com bebidas e drogas que cheguei à falência.", diz. Atualmente, J.P.O. frequenta a entidade Dependentes de Amor e Sexo Anônimos (DASA). A filosofia da entidade é a mesma da dos Alcoólicos Anônimos (AA). Pessoas se reúnem em sessões periódicas para compartilhar os problemas. Lá, tudo é na base do diálogo e na premissa de que "só por hoje" o dependente será uma pessoa melhor, sem recaídas. "Depois de quase seis meses frequentando as reuniões, não sinto mais a necessidade de olhar para um cara desconhecido na rua e sair com ele para transar, como era comum antes", diz.
ESSE TIPO DE DISTÚRBIO PODE SURGIR EM QUALQUER IDADE, E A PESSOA ACOMETIDA POR ELE PERDE TOTALMENTE o controle sobre o desejo sexual. "A necessidade de buscar mais prazer, mais parcerias nunca é saciada. Muitos buscam isso através do sexo ou da masturbação", explica o diretor do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. Ainda segundo o médico, os centros de ajuda como o DASA e o oferecido pelo Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) são os que dão os melhores resultados. "Nessas entidades, o tratamento dispensa o uso de medicação e foca apenas na terapia comportamental. Assim, cura-se o problema, e não apenas procura-se camuflá-lo", explica.
NA ADOLESCÊNCIA, DOENÇA PODE SER CAMUFLADA
NO MUNDO TODO, O PROBLEMA ATINGE HOMENS E MULHERES, CASADOS OU SOLTEIROS, NA MESMA PROPORÇÃO, sejam eles de vida regrada ou promíscua. A faixa etária mais atingida é a que vai dos 20 até os 45 anos, mas o problema é mais difícil de ser identificado entre os mais jovens, porque, dos 16 aos 20 anos, a compulsão sexual provocada pelos picos hormonais acabam camuflando a doença.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
MULHER KETCHUP E OUTROS CASOS ENGRAÇADOS

"RIR PARA NÃO CHORAR" CASOS EM QUE TRAGÉDIA E COMÉDIA SE MISTURAM SÃO MAIS COMUNS - E INUSITADOS - DO QUE SE IMAGINA, E ELES NÃO POUPAM NINGUÉM: PADRES, CIENTISTAS, ANÔNIMOS... E ATÉ UMA 'TAL DE MULHER-KETCHUP'
"A NORMALIDADE É RELATIVA E QUASE IMPOSSÍVEL DE SER CLARAMENTE DEFINIDA", afirma a medicina. Mesmo assim, existem inúmeros casos, envolvendo gente de todo tipo, que insistem em colocar essa teoria por água abaixo. O motivo é simples: são demonstrações que, para muitos, beiram à insanidade.
QUEM NÃO SE LEMBRA, POR EXEMPLO, DO PADRE ADELIR DE CALI, que acabou morrendo depois de tentar levantar voo em uma cadeira içada por mil balões de gás hélio, em Paranaguá, em abril de 2008? O resultado desse excêntrico desafio todos já sabem: o aventureiro foi encontrado morto a dezenas de quilômetros do local em que ‘decolou’.
NOS ESTADOS UNIDOS, UM MORADOR DO ESTADO DE MINNESOTA, DE 42 ANOS, também morreu após tentar forjar um acidente de carro. A intenção dele era ser hospitalizado para poder receber analgésicos controlados. Não deu certo.
DE VOLTA AO BRASIL, MAS AGORA NO ESTADO DE MINAS GERAIS, um homem de meia-idade foi a uma casa de strip-tease assistir a um show erótico, mas quando uma das dançarinas jogou a calcinha para ele, depois que recebeu uma nota de dez reais, o espectador, entusiasmado, engoliu a pequena peça, se engasgou e foi excluído do rol dos "seres vivos".
OUTRO CASO TRAGICÔMICO QUE GANHOU ESPAÇO NOS NOTICIÁRIOS DOS ÚLTIMOS DIAS FOI O DA CHAMADA "MULHER-KETCHUP". Maria Nilza procurou a polícia de Pindobaçu , no interior da Bahia, para denunciar Carlos Roberto pelo roubo de R$ 1 mil. No entanto, a polícia descobriu que o dinheiro roubado seria, na verdade, o pagamento para que ele matasse Lupita. No entanto, em vez de executar o serviço, Carlos e Lupita forjaram o assassinato e dividiram o dinheiro. Como prova de que o crime teria sido mesmo executado, Lupita se deixou ser fotografada pelo comparsa com o corpo coberto de molho de ketchup.
GÊNIOS, MAS NÃO MENOS "ESQUISITOS"
ISAAC ASIMOV
O CÉLEBRO ESCRITOR E BIOQUÍMICO RUSSO Isaac Asimov (1920-1992), além de se tornar conhecido no mundo todo por seus trabalhos científicos e literários, é lembrado até hoje por suas esquisitices. Sempre que convidava alguém para jantar em sua casa e a pessoa demorava a chegar, Asimov atribuía o atraso a um buraco na rua, no qual seu convidado havia caído. Quando sua mulher não chegava em casa no horário previsto, o cientista nem cogitava estar sofrendo traição , mas sim que a sua amada também houvesse caído em algum buraco por aí.
GALILEU GALILEI
O FÍSICO E MATEMÁTICO ITALIANO, que introduziu o método científico em praticamente todo o mundo era, dizem os estudiosos de sua vida, "um homem de pouca intimidade com a higiene". Há relatos de que Galileu, quando estava trabalhando em seus teoremas matemáticos, se recusava a tomar banhos ou trocar de roupa. "o problema é que, para desenvolver algumas de suas teses mais complexas, Galileu chegou a levar até três anos".
Postagem em destaque
-
DÍVIDA SURPRESA Dívida surpresa Poucas situações são piores do que tentar fazer uma compra à prazo e descobrir, na loja, que “consta uma r...
-
Plenitude plenitude Meus amigos leitores, você vai encontrar nestas matérias escaneadas, da antiga revista plenitude, assuntos de muita i...
-
DÚVIDA e MEDO Dúvida e Medo Contrapondo a fé e a coragem vêm a dúvida e o medo. Enquanto o Bem usa a Voz da fé para encorajar, o ...
“Trabalhar para que os adolescentes reflitam sobre o que fizeram, mudem e retornem a sociedade como jovens de bem”. Este foi o discurso usado pela diretora da Semiliberdade Fênix, Rosana Marfil de Oliveira, durante a comemoração do 4º aniversário do centro socioeducativo. A festa aconteceu nesta terça-feira (27 de setembro).
No meio do show, Sula Miranda deu um depoimento sobre sua vida e disse que hoje ela se alimenta das palavras de Deus. “Tive fase na minha vida que vivia numa escuridão. Fazia shows para milhares de pessoas, mas quando acabava e as luzes se apagavam eu me sentia sozinha”, disse Sula Miranda. “Como experiência de vida, para mudarmos temos que permitir ser moldados por Deus”.
Segundo a diretora Rosana, a festa foi um sucesso pela dedicação dos funcionários e pela grande colaboração da Associação de Mulheres Cristãs da Igreja Universal do Reino de Deus. “É muito bom contar com a colaboração de parceiros como os integrantes da Igreja Universal, que fazem um trabalho de assistência religiosa com os adolescentes”, destaca a diretora.
