sexta-feira, 30 de setembro de 2011

IURD Faz doação de treis mil caixinhas de promessas para os internos e famílias da Fundação Casa.

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PREDADOR SEXUAL.


SINAL AMARELO: QUANDO A BUSCA PELO PRAZER SEXUAL SE TORNA A ÚNICA META DE VIDA, É HORA DE ATENÇÃO; POR TRÁS DESSE COMPORTAMENTO PODE ESTAR UMA DOENÇA COMPULSIVA, MAIS DIFÍCIL DE SER IDENTIFICADA NA ADOLESCÊNCIA, QUANDO OS HORMÔNIOS ESTIMULAM NATURALMENTE A LIBIDO

"EU PRECISAVA SAIR COM SETE, OITO MULHERES OU ATÉ MAIS NUMA MESMA NOITE PARA ME SATISFAZER. Enquanto não acabasse o dinheiro, a adrenalina, até eu ficar exaurido, eu não parava". O depoimento acima, de um empresário paulistano, de 46 anos, de classe social alta, é típico de quem sofre do distúrbio classificado pela medicina como "dependência do sexo ou disfunção sexual". O drama dele é comum a muitos outros que, intimidados com o problema, preferem viver no anonimato a buscar por ajuda especializada. Em casos extremos, como o verificado acima, é comum o portador da dependência por sexo chegar à falência para sustentar o "vício".

"EM MENOS DE CINCO ANOS

GASTEI MAIS DE R$ 1 MILHÃO COM SEXO"

(J.P.O., empresário carioca)

É O QUE ACONTECEU, POR EXEMPLO, COM J.P.O., famoso empresário do setor imobiliário do Rio de Janeiro. "Em menos de cinco anos, gastei mais R$ 1 milhão com sexo. Paguei tanto para ter prostitutas, gastei tanto com bebidas e drogas que cheguei à falência.", diz. Atualmente, J.P.O. frequenta a entidade Dependentes de Amor e Sexo Anônimos (DASA). A filosofia da entidade é a mesma da dos Alcoólicos Anônimos (AA). Pessoas se reúnem em sessões periódicas para compartilhar os problemas. Lá, tudo é na base do diálogo e na premissa de que "só por hoje" o dependente será uma pessoa melhor, sem recaídas. "Depois de quase seis meses frequentando as reuniões, não sinto mais a necessidade de olhar para um cara desconhecido na rua e sair com ele para transar, como era comum antes", diz.

ESSE TIPO DE DISTÚRBIO PODE SURGIR EM QUALQUER IDADE, E A PESSOA ACOMETIDA POR ELE PERDE TOTALMENTE o controle sobre o desejo sexual. "A necessidade de buscar mais prazer, mais parcerias nunca é saciada. Muitos buscam isso através do sexo ou da masturbação", explica o diretor do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. Ainda segundo o médico, os centros de ajuda como o DASA e o oferecido pelo Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) são os que dão os melhores resultados. "Nessas entidades, o tratamento dispensa o uso de medicação e foca apenas na terapia comportamental. Assim, cura-se o problema, e não apenas procura-se camuflá-lo", explica.

NA ADOLESCÊNCIA, DOENÇA PODE SER CAMUFLADA

NO MUNDO TODO, O PROBLEMA ATINGE HOMENS E MULHERES, CASADOS OU SOLTEIROS, NA MESMA PROPORÇÃO, sejam eles de vida regrada ou promíscua. A faixa etária mais atingida é a que vai dos 20 até os 45 anos, mas o problema é mais difícil de ser identificado entre os mais jovens, porque, dos 16 aos 20 anos, a compulsão sexual provocada pelos picos hormonais acabam camuflando a doença.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

IURD apresenta ex-internos da Fundação Casa,hoje tranformados e devolta para sociedade.

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MULHER KETCHUP E OUTROS CASOS ENGRAÇADOS


"RIR PARA NÃO CHORAR" CASOS EM QUE TRAGÉDIA E COMÉDIA SE MISTURAM SÃO MAIS COMUNS - E INUSITADOS - DO QUE SE IMAGINA, E ELES NÃO POUPAM NINGUÉM: PADRES, CIENTISTAS, ANÔNIMOS... E ATÉ UMA 'TAL DE MULHER-KETCHUP'


"A NORMALIDADE É RELATIVA E QUASE IMPOSSÍVEL DE SER CLARAMENTE DEFINIDA", afirma a medicina. Mesmo assim, existem inúmeros casos, envolvendo gente de todo tipo, que insistem em colocar essa teoria por água abaixo. O motivo é simples: são demonstrações que, para muitos, beiram à insanidade.

QUEM NÃO SE LEMBRA, POR EXEMPLO, DO PADRE ADELIR DE CALI, que acabou morrendo depois de tentar levantar voo em uma cadeira içada por mil balões de gás hélio, em Paranaguá, em abril de 2008? O resultado desse excêntrico desafio todos já sabem: o aventureiro foi encontrado morto a dezenas de quilômetros do local em que ‘decolou’.

NOS ESTADOS UNIDOS, UM MORADOR DO ESTADO DE MINNESOTA, DE 42 ANOS, também morreu após tentar forjar um acidente de carro. A intenção dele era ser hospitalizado para poder receber analgésicos controlados. Não deu certo.

DE VOLTA AO BRASIL, MAS AGORA NO ESTADO DE MINAS GERAIS, um homem de meia-idade foi a uma casa de strip-tease assistir a um show erótico, mas quando uma das dançarinas jogou a calcinha para ele, depois que recebeu uma nota de dez reais, o espectador, entusiasmado, engoliu a pequena peça, se engasgou e foi excluído do rol dos "seres vivos".

OUTRO CASO TRAGICÔMICO QUE GANHOU ESPAÇO NOS NOTICIÁRIOS DOS ÚLTIMOS DIAS FOI O DA CHAMADA "MULHER-KETCHUP". Maria Nilza procurou a polícia de Pindobaçu , no interior da Bahia, para denunciar Carlos Roberto pelo roubo de R$ 1 mil. No entanto, a polícia descobriu que o dinheiro roubado seria, na verdade, o pagamento para que ele matasse Lupita. No entanto, em vez de executar o serviço, Carlos e Lupita forjaram o assassinato e dividiram o dinheiro. Como prova de que o crime teria sido mesmo executado, Lupita se deixou ser fotografada pelo comparsa com o corpo coberto de molho de ketchup.

GÊNIOS, MAS NÃO MENOS "ESQUISITOS"

ISAAC ASIMOV

O CÉLEBRO ESCRITOR E BIOQUÍMICO RUSSO Isaac Asimov (1920-1992), além de se tornar conhecido no mundo todo por seus trabalhos científicos e literários, é lembrado até hoje por suas esquisitices. Sempre que convidava alguém para jantar em sua casa e a pessoa demorava a chegar, Asimov atribuía o atraso a um buraco na rua, no qual seu convidado havia caído. Quando sua mulher não chegava em casa no horário previsto, o cientista nem cogitava estar sofrendo traição , mas sim que a sua amada também houvesse caído em algum buraco por aí.

GALILEU GALILEI

O FÍSICO E MATEMÁTICO ITALIANO, que introduziu o método científico em praticamente todo o mundo era, dizem os estudiosos de sua vida, "um homem de pouca intimidade com a higiene". Há relatos de que Galileu, quando estava trabalhando em seus teoremas matemáticos, se recusava a tomar banhos ou trocar de roupa. "o problema é que, para desenvolver algumas de suas teses mais complexas, Galileu chegou a levar até três anos".

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

IURD na Fundação Casa Bp Macedo da exemplo de um espermatozoide que venceu.

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Igreja Universal do Reino de Deus não promete ela faz.



Nesta última manhã de sábado as famílias dos internos da Fundação Casa de Raposo Tavares tiveram uma surpresa, voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus, fizeram um café especial para todos.




na oportunidade esteve presente o Pastor Geraldo Vilhena Coordenador de Evangelização, nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, fez uma oração para cada família. para que Deus desse forças, para lidar com a situação que cada um está vivendo no momento, falou da importância de cuidar dos filhos, pois senão cuidarmos o mundo cuida, e disse mais, para buscar em Deus auxilio pois só ele e capaz de dar a estrutura necessária para cuidar dos adolescentes,




Nesta manhã também, foi distribuido para todos cestas básica tivemos oportunidade de ver de perto a alegria estampada no rosto de cada familiar, no momento em que recebiam.






Que o Senhor Jesus abençoe a todos e principalmente os voluntários que fazem a Obra de Deus na Fundação Casa de São Paulo.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

A função dos alimentos enriquecidos.


por Diogo Silva

Atualmente é possível encontrar à venda diversos produtos que levam em sua composição a adição de elementos como vitaminas e minerais. São os alimentos enriquecidos. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o alimento enriquecido ou fortificado é todo aquele ao qual for adicionado um nutriente com a finalidade de reforçar seu valor nutricional, seja repondo quantitativamente os nutrientes destruídos durante o processamento do alimento, seja suplementando-os com nutrientes em nível superior ao seu conteúdo normal.

O consumo desses produtos pode realmente prevenir doenças? “Alguns nutrientes comprovadamente ajudam a prevenir e até tratar patologias. Os alimentos enriquecidos com ferro, por exemplo, tem ação comprovada na diminuição da anemia ferropriva (causada pela falta desse nutriente) entre as crianças”, diz a doutora Rita de Cássia, nutricionista da clínica Più Salute.

A nutricionista alerta para o fato de que o enriquecimento, muitas vezes, apenas repõe a quantidade de nutrientes perdidos no processamento dos alimentos, fazendo com que o seu valor nutricional seja igual ou até mesmo menor, quando comparado com o produto em estado natural. “Portanto, quanto menos manufaturado o alimento, mais rico em seus nutrientes”, diz Rita.

A adoção de alimentos enriquecidos na dieta não pode substituir o consumo de fontes naturais de nutrientes. “O cuidado que se deve ter é justamente o de não substituir excessivamente os produtos naturais pelos industrializados ou artificiais, pois contém corantes, conservantes e aditivos químicos nocivos à saúde”, alerta a nutricionista.

Uma dieta saudável, baseada em alimentos variados, ainda é o modo mais indicado para prevenir a ocorrência de doenças. De acordo com a American Dietetic Association, “a melhor estratégia nutricional para a promoção da saúde e para a redução do risco de doenças crônicas é o consumo de uma grande variedade de alimentos. O uso adicional de vitaminas e sais minerais, vindos de alimentos fortificados ou suplementos, deve apenas auxiliar a atingir as necessidades nutricionais, baseadas nas conhecidas quantidades recomendadas de ingestão".

Fortificação obrigatória – A ANVISA aprovou em 2002, por meio da Resolução Nº 344, o Regulamento Técnico que tornou obrigatória, a partir de junho de 2004, a fortificação das farinhas de trigo e milho com ferro e ácido fólico. A decisão foi tomada após o estabelecimento, em 1999, do compromisso social firmado pelo governo brasileiro, organismos internacionais, indústrias de alimentação e o setor produtivo para a redução da anemia por carência de ferro no Brasil. A falta do mineral pode prejudicar o crescimento e o desenvolvimento motor, além da cognição, prejudicando o aprendizado escolar das crianças. As farinhas de milho e trigo foram escolhidas por serem dois produtos de amplo consumo popular, de baixo custo no país e consumido por crianças a partir do desmame.

Um estudo da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da Universidade de São Paulo (USP) feito com nove mil gestantes nos serviços de saúde de sete capitais em 2008, porém, mostra que ainda não há evidências de que a medida tenha tido algum efeito no combate à anemia causada pela deficiência de ferro. Resultados parciais da avaliação mostram taxas significativas de redução de anemia apenas em Teresina, no Piauí. Foram analisadas gestantes atendidas antes da fortificação das farinhas e outras que procuraram os serviços um ano depois da medida.

Até o momento, a adição de ferro só se mostrou eficaz em populações com alimentação controlada, como crianças de creches cuja dieta tem grande quantidade de farináceos, como bolachas e pães. É o que mostra o estudo feito por Cléber Alves Costa durante sua dissertação de mestrado pela FSP. A análise de 459 crianças, de 2 a 5 anos, freqüentadoras de 6 creches da região do Butantã mostrou que 21% delas apresentavam anemia por falta de ferro, representando uma queda da taxa quando comparada ao índice de 69% encontrado em 2001, antes do enriquecimento das farinhas ter se tornado obrigatório.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

IURD NA FUNDAÇÃO CASA PROJETO LER ESCREVER

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ANTES DA FAMA ELES CORRIAM ATRÁS DA MÍDIA, AGORA FOGEM DELA


ANTES DA FAMA ELES CORRIAM ATRÁS DA MÍDIA, AGORA FOGEM DELA

FAMOSOS E MÍDIA: UMA ETERNA RELAÇÃO DE DEPENDÊNCIA, AMOR E ÓDIO MÚTUOS; E ISSO JÁ PERDURA HÁ 2 SÉCULOS


MUITO SE TEM FALADO SOBRE A ETERNA RELAÇÃO DE AMOR E ÓDIO ENTRE A MÍDIA E OS FAMOSOS. E uma questão que ainda dá muito que falar é: hoje, vive-se uma época em que predomina a falta de ética dos famosos e da sociedade em geral ou são os meios de comunicação que precisam acalmar os ânimos?

DIFERENTEMENTE DO QUE A MAIORIA IMAGINA, ESSA ONDE DE ESCÂNDALOS fartamente explorada pela mídia, não é um fenômeno da atualidade. O primeiro jornal publicado no Brasil, a Gazeta do Rio de Janeiro, que entrou em circulação dia 10 de setembro de 1808, tinha só quatro páginas, todas elas dedicadas exclusivamente ao mundo da fama. Semanalmente, era possível à população ficar por dentro do estado de saúde de cada um dos príncipes da Europa, por exemplo. Assim nasceu a famosa revista 'Caras', uma das mais populares no Brasil. A moda pegou. A popularidade, o interesse por bisbilhotar a vida alheia e os escândalos do mundo da fama, cada vez mais inusitados, também.

A PERIODICIDADE COM QUE ESSES ESCÂNDALOS OCORREM NESSE MEIO, aliada à farta exploração desses casos por parte da mídia, acabaram por produzir uma espécie de anestesia pública. São raros os episódios capazes de causar espanto popular. Nada mais choca.

FAMOSOS QUE SE ENVOLVEM COM BEBIDAS, DROGAS E SEXO não convencional passaram a não surpreender tanto. Em determinadas situações socioculturais, contribuíram até mesmo para reforçar a aura de libertário dos envolvidos, como aconteceu com os "rebeldes" Beatles, ou então com o músico Gilberto Gil, presos por posse de maconha numa época em que isso era visto como ato heroico.

FATO É QUE, TANTO A MÍDIA GLOBALIZADA QUANTO AS CELEBRIDADES ENVOLTAS EM ESCÂNDALOS têm o poder de influenciar diretamente o comportamento social. Com maior ou menor intensidade, eles ditam regras, apontam o que é certo e o que é errado, e podem até mesmo inverter esses conceitos. Portanto, mesmo que seja uma aspiração utópica, é preciso que haja bom senso de ambos os lados, pois, do contrário, e principalmente nas sociedades em fase inicial de desenvolvimento, a mídia e suas personalidades podem funcionar não como ferramentas a serviço do povo, mas como máquinas repressoras e destrutivas.

Sozinha com as crianças

Sozinha com as crianças

O desafio de criar filhos sem marido

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) destacou o aumento de famílias chefiadas por mulheres sem o cônjuge. Segundo a pesquisa, é possível encontrar mães solteiras, separadas ou viúvas dentro deste perfil. De 1995 a 2005, a percentagem de famílias chefiadas por mulheres com filhos e sem cônjuge passou de 17,4% para 20,1% no Nordeste, e, no Sudeste, de 15,9% para 18,3%, apontou a pesquisa.


Muitas mulheres optam, por criar seus filhos sozinhas, por vários motivos: separações, maus tratos, entre outros. Há também muitas pessoas que desejam ser mães, mas não querem assumir o papel de esposas. Mas, até que ponto a falta da figura paterna influencia negativamente na vida dos filhos?


O psicólogo Allan Moura Oliveira Gonçalves, especialista em psicologia clínica, ressalta que esta situação é bastante comum nos dias atuais.


“Um dos motivos é a falta de maturidade. Os homens que se tornam pais muito jovens acabam não se responsabilizando e ocupando esse lugar, por motivos diversos, como, por exemplo, a morte por envolvimento no tráfico de drogas”, destacou.


Para o psicólogo, a criança acaba crescendo e tendo como desafio a identificação com a figura paterna. As mães podem ter grande dificuldade em educar os filhos porque fazem a função do limite, que normalmente seria feita pelos maridos, fundamental para a constituição subjetiva de todos.


“Essa nova conduta familiar, que modificou a criação dos filhos, ainda não tem um modelo bem definido que substitua com a mesma eficiência cultural o antigo modelo da família patriarcal, daí então consequências difíceis de prever e de caráter complexo”, explicou o psicólogo.


Cuidou dos filhos sem o pai


A cabeleireira Silvana Lima de Oliveira, de 38 anos, passou por situações difíceis quando seu companheiro Renato Oliveira saiu de casa devido aos constantes desentendimentos. Para ela, ficou a incumbência de criar os filhos pequenos sozinha. “Tive que colocá-los numa creche e ir trabalhar, o que me deixava triste, pois meu sonho era ter uma família estruturada”, conta.
Embora recebesse ajuda dos sogros e da mãe, diante das dificuldades, Silvana começou a ir à IURD em busca da restauração do seu casamento. “Após 15 dias, Renato voltou, mas não em definitivo. Houve mais brigas, proporcionadas também pelo meu jeito autoritário, e ele saiu de casa de novo. Agora, por um período de 6 anos.”


Silvana passou a praticar os ensinamentos que obteve nas reuniões da Terapia do Amor. Ela conta que surgiram oportunidades para começar um relacionamento, mas priorizava o batismo com o Espírito Santo. “Após 6 meses, alcancei a libertação, cura interior e passei a me valorizar. Inclusive, ao observar a transformação do meu comportamento, Renato começou a se aproximar de Deus, embora superficialmente”, diz.


Um novo pedido de reconciliação foi feito pelo companheiro. “Ele passou a ir comigo para a Igreja e esteve na apresentação do nosso terceiro filho a Deus. Quando desceu do altar, Renato já estava transformado, pois havia entregue a sua vida ao Senhor. Regularizamos a nossa união, que foi consagrada no altar de Deus e tivemos a nossa família reestruturada”, conclui.


Terapia do Amor


A Terapia do Amor é uma reunião realizada aos sábados, em todas as sedes estaduais e regionais dos cenáculos do Espírito Santo. Nos encontros, as pessoas recebem orientações de como proceder para obter sucesso nesta área em que há tanto sofrimento. As reuniões acontecem em vários horários, especialmente às 19h.

Fecha a tua porta.

Fecha a tua porta

Uma viúva que passava por grandes necessidades, em meio ao seu desespero maior, a possibilidade de ver os seus filhos sendo levados pelo credor, contou seu problema ao homem de Deus, conforme mostra o texto bíblico em 2 Reis 4.


“E uma mulher, das mulheres dos filhos dos profetas, clamou a Eliseu, dizendo: Meu marido, teu servo, morreu; e tu sabes que o teu servo temia ao SENHOR; e veio o credor, para levar os meus dois filhos para serem servos.


“E Eliseu lhe disse: Que te hei de fazer? Dize-me que é o que tens em casa. E ela disse: Tua serva não tem nada em casa, senão uma botija de azeite.”


Ele a orientou para que fosse abençoada por meio de sua fé, e em obediência total ela
assim procedeu.


“Então disse ele: Vai, pede emprestadas, de todos os teus vizinhos, vasilhas vazias, não poucas.”


A viúva lhe obedeceu, conseguiu as vasilhas e as encheu com o azeite. Mas o homem de Deus também a havia orientado a primeiro fechar a porta, para depois materializar a sua fé.


“Então entra, e fecha a porta sobre ti, e sobre teus filhos, e deita o azeite em todas aquelas vasilhas, e põe à parte a que estiver cheia.


“Partiu, pois, dele, e fechou a porta sobre si e sobre seus filhos; e eles lhe traziam as vasilhas, e ela as enchia.”


“E sucedeu que, cheias que foram as vasilhas, disse a seu filho: Traze-me ainda uma vasilha. Porém ele lhe disse: Não há mais vasilha alguma. E o azeite parou.


“Então veio ela, e o fez saber ao homem de Deus; e disse ele: Vai, vende o azeite, e paga a tua dívida; e, tu e teus filhos, vivei do resto.”


Dessa forma, a viúva obteve bênçãos sem medida por sua obediência e fé, de maneira tão grandiosa que não somente resolveu seu problema, como obteve estabilidade para viver os seus dias.


Quando estamos na fé, com nossos objetivos em Deus, devemos fechar a nossa porta também. Imagino que se a viúva estivesse com a porta aberta, certamente os duvidosos, os “curiosos” e até mesmo os invejosos passariam e veriam o que ela estava fazendo. E aí, mesmo se ela não desse crédito a nenhuma voz, creio que de alguma forma isso iria atrapalhar, pois, parando para dar atenção às pessoas de fora, seria tirada de seu alvo e isso retardaria a sua vitória. Mas, tendo obedecido por sua fé, fechando a porta, ela se concentrou somente em seu alvo e obteve prontamente o resultado.


Que tal fechar a sua porta e guardar a sua fé? Afinal, é entre você e Deus. Quando Ele realiza algo na vida dos que n’Ele confiam plenamente, abre-se a porta e todos podem ver, através da vida da pessoa, a grandeza do próprio Deus.


Encha as vasilhas e não se esqueça de fechar a porta.

Cedo demais

Cedo demais

Mais de 1 milhão de meninas engravidam todos os anos no Brasil e as principais causas são a falta de orientação dos pais e educadores e de perspectivas de vida

Kátia Mello

katia.mello@folhauniversal.com.br

Nesta segunda-feira, dia 26 de setembro, será comemorado em mais de 70 países o Dia Mundial de Prevenção da Gravidez na Adolescência. Segundo dados do Ministério da Saúde, no Brasil, a idade média das meninas que engravidam é de 15 anos e 9 meses. Entre 2003 e 2009, o número de partos em garotas de 10 a 19 anos caiu 20% – o que dá indícios de que a informação está chegando e sendo disseminada entre os jovens. Mas ainda há muito a ser feito.


Diversas pesquisas ligadas ao tema mostram como a gravidez nesta faixa etária pode destruir sonhos e atrapalhar a vida das jovens. A Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia mostrou que apenas 30% das mães precoces frequentam a escola com regularidade, sendo que 57% delas abandonam os estudos para dar à luz e somente 27% voltam a estudar depois de 6 meses. Outra pesquisa, feita pela Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (USP), mostrou que a maior preocupação entre essas mães não é cuidar dos filhos (isso elas até fazem com prazer): o problema é perder a vida social, as festinhas, os amigos e até o namorado.


“Quando descobri que estava grávida, queria desaparecer, morrer. Eu pensei até em abortar, mas tem muita história de menina que morre fazendo isso. Minha mãe ficou muito brava, porque eu sempre tive orientação em casa. Eu sentia vergonha, murchava a barriga, atravessava a rua quando via um conhecido. Fui assumindo aos poucos. Hoje sinto muita falta de sair pra me divertir, pra ver meus amigos”, conta Jéssica*, 17 anos, mãe do João*, agora com seis meses.


Jéssica ainda amamenta e, por isso, não voltou a menstruar. Mas quando desmamar o menino, já sabe o que fazer. “Vou no posto de saúde buscar pílula, não quero ter outro”, diz a garota, que voltou para a escola no mês passado e pensa em cursar biologia marítima na faculdade.


O primeiro medo que a operadora de caixa Cristiane da Silva, de 26 anos, sentiu foi de contar para a família.Um medo que veio antes até da responsabilidade de cuidar de uma vida vindoura. “Estava namorando o rapaz havia 1 ano quando engravidei. Tomava pílula, mas de maneira errada, cada dia num horário, tinha dia que eu esquecia. Eu tinha 17 anos e ficava imaginando a reação da minha família quando eu contasse. Eu já estava grávida de 4 meses, não tinha mais como esconder. A reação não foi boa, mas eles me apoiaram e me ajudaram esse tempo todo na criação do Felipe”, conta Cristiane. Agora, Felipe está com 9 anos e, segundo a mãe, “está na fase de responder”.


O medo de Cristiane evidencia um dos principais problemas na gravidez na adolescência: a falta de diálogo entre pais e filhos. “O suporte familiar é muito importante para o esclarecimento de dúvidas. Estudos mostram que jovens e pais que conversam sobre sexo sofrem com a menor incidência de gravidez adolescente. Sexo não pode ser tabu, tem que tirar dúvidas, falar sobre o assunto”, defende Maria Helena Vilela, educadora sexual e diretora do Instituto Kaplan. Com o projeto “Vale Sonhar”, a organização leva aulas de orientação sexual para 3.565 escolas públicas de São Paulo, Espírito Santo e Alagoas, e vem colhendo resultados significativos. Com o projeto, houve queda de 90% de meninas grávidas em sala de aula.

Corte o mal pela raiz

Corte o mal pela raiz

Olhe para a árvore abaixo e pense no que você vê. Por que ela está seca, enquanto as outras ao redor estão verdes e saudáveis? O que será que não a deixa florescer? Essa situação pode representar a sua vida. O evento “Corte a Raiz”, que começará no dia 2 de outubro na IURD, o convidará a refletir sobre as raízes dos seus problemas

Jorge O’hara

j.ohara@folhauniversal.com.br


A maioria das pessoas não consegue resolver os seus problemas do passado. Eles vão e voltam. A razão é que existe uma raiz. Nenhum problema é órfão. Não adianta cortar as folhas como um paliativo, é necessário detectar a origem do mal, eliminá-lo na raiz e lançar boas sementes para formar raízes de qualidade.


É por conta disso que a Igreja Universal do Reino de Deus promove, de 2 de outubro a 13 de novembro, a campanha “Corte a Raiz”, que tem por objetivo ajudar as pessoas a refletir sobre a natureza dos seus males e dar um basta neles . “Se a vida de uma pessoa não se desenvolve, é porque há algo errado em algum lugar. Ela tem de buscar a raiz do problema. Não é normal o ser humano viver frustrado e infeliz. Não foi para isso que fomos criados”, explica o bispo Renato Cardoso.


Conceitos antigos


O costume de lidar apenas com os problemas “visíveis” faz muitos acreditarem que é “normal” ter dificuldades constantes. Não são poucos os que se acomodam numa zona de conforto e buscam maneiras de tentar fugir da realidade.


“Independentemente do que as pessoas dizem para convencê-lo de que estas coisas são ‘normais’, no fundo, algo lhe diz que não é assim que a vida deveria ser. Essa é a voz inteligente que você deve ouvir. Liberte-se da maldição do ‘normal’”, acrescenta o bispo.


Raízes que influenciam


Para exemplificar a influência das raízes, o engenheiro florestal, Paul Wray, da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, explicou que, se duas raízes da mesma espécie crescem próximas uma da outra, à medida que se desenvolvem em diâmetro, podem crescer juntas ou se enxertar uma na outra.


A problemática disso é quando uma árvore está infectada por “doenças vasculares”. “Se uma delas está doente, pode transmitir a doença através de suas raízes à árvore saudável, mas, aparentemente, não ocorre o contrário. A raiz saudável não pode transmitir saúde à doente”, explica o bispo Renato Cardoso (foto).


Ele acrescenta que isso também se aplica ao ser humano. “Isso lhe oferece um forte motivo para repensar suas amizades, sócios, futuro (a) esposo (a). Nós não podemos curar as raízes ruins de outra pessoa. Ela têm de fazê-lo por si mesma. Para lidarmos com nossas próprias raízes, às vezes temos de cortar a má influência que outros tiveram ou continuam tendo sobre nós”, finaliza.


Acompanhe detalhes da campanha “Corte a Raiz” na programação da IURD TV (www.arcauniversal.com/iurdtv/) ou pela “Rede Aleluia” e visite os templos mais próximos de sua residência.


Problemas que vão e voltam


A jornalista Aline Oliveira (foto ao lado), de 28 anos, revela os problemas que cercam a sua vida. “Tive depressão há 2 anos, até hoje não consigo deixar de ter pensamentos negativos e ainda tenho alguns medos que não me deixam ir adiante na minha vida. Isso me atrapalha até os dias de hoje. Na época, fui ao médico, fiz tratamento durante um tempo com medicamentos, mas o abandonei e os problemas voltaram. Os médicos diagnosticaram como depressão e síndrome do pânico”, conta.


Traumas emocionais


Acompanhar as violentas discussões de seus pais foi um dos motivos que levou Marcelo Gomes de Moura, de 29 anos, para o mundo das drogas. Em 2007, Marcelo sofreu dois choques emocionais. Num acidente de trabalho, o auxiliar de transportes teve parte da perna esquerda amputada. Dois meses depois, ele enfrentou o falecimento de sua mãe. “Tenho problemas com drogas e álcool, além de não conseguir ser feliz em nenhum relacionamento. Os vícios, de certa forma, preenchem o meu sofrimento. Tento não pensar nos meus problemas e ir vivendo a minha vida”, admite Marcelo, que preferiu não ter sua imagem publicada.


Sem êxito profissional


Bianca Malena Figueiredo Rocha (foto à direita), de 37 anos, formada em publicidade e marketing, enfrenta problemas na vida profissional que não consegue resolver. São várias tentativas em busca de um emprego, mas sem nenhum êxito. “Imagino que seja de origem espiritual, pois uma vez que as portas se abrem, antes de tudo se concretizar, surge algum empecilho que adia mais uma vez o meu sonho”, declara.


Segundo Bianca, a dificuldade para resolver estes problemas tem provocado algumas complicações de saúde, entre elas angústia, depressão, insônia, pressão alta, aumento de peso e ansiedade.


O sucesso profissional da publicitária fica cada dia mais difícil de se tornar real. Ela já está há 1 ano neste sofrimento e agora aguarda uma resposta. “Faço a minha parte e clamo de forma desesperada para que Deus abra as portas e faça dissipar tudo que tem atrapalhado. Não enxergo solução, mas sei que Ele está agindo nos ‘bastidores’. Eu preciso, de verdade, acreditar nisso para continuar lutando”, revela.


Pessoas com problemas como os de Bianca, Aline e Marcelo poderão resolvê-los participando da Campanha “Corte a Raiz”, em um dos Cenáculos do Espírito Santo do mundo inteiro

sábado, 24 de setembro de 2011

Mulheres Solitárias




SOLTEIRAS POR OPÇÃO: PAÍS TEM CERCA 30 MILHÕES DE MULHERES SOLTEIRAS, SENDO QUE 20 MILHÕES TÊM ENTRE 20 E 40 ANOS, NUNCA SE CASARAM, NEM PRETENDEM SE CASAR

SEJA POR OPÇÃO OU CONTINGÊNCIA, o fato é que nunca houve tanta mulher sozinha no mundo. E a causa para esse crescente número de "solitárias" está longe de ser a escassez de homens. Prova disso é que o último censo do IBGE, realizado no ano passado, mostrou que em todo o Brasil existem mais de 62 milhões de solteiros: cerca de 32 milhões de homens e 30 milhões de mulheres. Existem no País, portanto, algo em torno de 2 milhões de homens sem uma parceira.

O LEVANTAMENTO MOSTROU também que existam cerca de 20 milhões de brasileiras entre 30 e 40 anos que ainda não se casaram. Grande parte desse grupo afirma não se importar com essa situação uma vez que o matrimônio não é uma meta de vida. Mais da metade desse universo (53%) não pretende se casar.

NOS ESTADOS UNIDOS, a porcentagem de mulheres dessa mesma faixa etária que preferiu a vida de solteira, era, há 30 anos, por volta de 6%. Esse índice cresceu vertiginosamente de lá para cá. Hoje, elas já são 22%. De acordo com especialistas, a ascensão da mulher no mercado de trabalho, em boa parte do mundo, é um fator preponderante na hora de escolher entre vida sentimental e profissional.

MULHER DE 30 ONTEM E HOJE

EM 1986, a probabilidade de uma mulher de 35 anos se casar era de 5%. Em 2001 sociólogos da Universidade de Princeton corrigiram a conta – "as chances de encontrar companheiro são de 97% entre mulheres brancas com curso superior aos 35 anos". Mesmo assim, seja por escolha ou motivos de perda ou separação, a mulher tem, sim, optado bem mais por ficar sozinha que há duas ou três décadas.

APESAR DA MUDANÇA de comportamento generalizada, as solteiras ainda sofrem preconceitos, mas um preconceito "camuflado", dizem os cientistas sociais. É o que confessa sentir a arquiteta Gabriela, de 38 anos que, sozinha, sustenta a filha. "Aguentar as brincadeirinhas e ser rotulada de encalhada a todo momento não é fácil", diz. "Mesmo assim, casar não está nos meus planos", completa.