terça-feira, 2 de março de 2010

IURD Bispo Macedo


Sexo com o diabo – Capítulos 11, 12 e 13
“O texto a seguir é a continuação do testemunho de Maria de Fátima da Cruz Carvalho. Veja também os capítulos
1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10
O meu pai levou a minha mãe a essa igreja que se chama Igreja Universal do Reino de Deus.
No dia em que meu pai levou a minha mãe, eu não conseguia nem me levantar da cama, e o anjo/demônio me dizia: “Tu não vais lá. Tu não vais à casa do Homem da Cruz!” Eu não entendia o que ele estava me dizendo; o certo é que eu não conseguia me levantar da cama, estava doente, fraca.
A minha mãe começou a frequentar essa igreja e eu comecei a ficar muito chateada com ela. Minha mãe começou a ficar melhor, até que um dia ela deixou de ouvir de vez o anjo; ela ficou livre dele. Ela disse: “Milagre!”
Em contrapartida, eu estava morrendo lentamente. Teimosa, não aceitava ir a essa igreja. O tal anjo me batia e me dizia sempre: “Tu não vais lá”.
Várias vezes eu dizia à minha mãe: “Eu, ir àquela igreja? Igreja de vigaristas?” Ela só me dizia: “Você vai, queira você ou não. Eu sei que você vai!”
Eu a via com fotos minhas e lhe dizia: “Mãe, a senhora anda me fazendo mal, levando minhas fotos para essa igreja dos brasileiros?” Eu tinha tanta raiva quando via minha mãe ir à Igreja. Só a acompanhava para irritá-la, e o safado do anjo me dizia: “Tu não entras, tu não vais lá!” Quando eu chegava na porta da igreja e minha mãe entrava, eu ficava do lado de fora, dizendo àqueles homens: “Ladrões, vigaristas brasileiros; eu nunca virei aqui!” Coitada da minha mãe, ela ficava bem envergonhada.
Isto durou aproximadamente dois a três anos. Minha querida mãe nunca desistiu.
Ela não sabia escrever, então, me pedia para escrever-lhe coisas que eu nem entendia para que, mas, coitadinha de minha mãe, ela não sabia escrever. E eu, toda perturbada, dizia: “Ok. Dê-me que eu escrevo.” E uma das coisas que ela me pediu, que jamais irei esquecer, foi o seguinte. Ela me disse: “Escreve como eu estou dizendo, Faty! Fátima servirá a Deus.” E repetiu ela: “Escreve; olha que Ele (Deus) está te vendo!” Eu, atormentada, pensava enquanto escrevia: “Eu nunca vou servir a este Deus dela! Deus! Deus!”
Eu, ignorante, não sabia que naquele momento minha mãe estava participando de uma campanha de fé. Mas a minha vida estava entrando em um abismo total e profundo.
Ao acordar, numa manhã de maio (estávamos no ano de 1996/1997), decidi que naquele dia iria pôr fim à minha vida, pois estava toda dolorida por ter sido mais uma vez violentada pelo anjo/demônio. Decidi que daquele dia eu não passava. Não disse nada a ninguém.
Escrevi uma carta aos meus pais e a deixei em minha casa. Fui deixar meu filho com os meus pais e disse-lhes: “Tenho que fazer algumas coisas.”
Dei folga à minha empregada. Comprei muita cocaína e comecei a caminhar para o abismo final. Eu ia morrer.
Comecei esta caminhada, uma decisão forçada pela possessão demoníaca de que era alvo, porque, a essa altura eu já conseguia saber que aquele anjo era muito mau.
No meu adeus à vida (na realidade da minha vida), fumei e cheirei aquela cocaína toda. Peguei o meu carro com um pouco de coca que ainda tinha e fui para o Pontão de Cacilhas, onde várias pessoas que conheci já haviam se jogado e morrido ali. E ele, o anjo, me dizia exatamente estas palavras: “Vai, acaba contigo. És uma verme; estais só e acabada. O que te resta? Vai, te joga, te joga, atira-te.” E eu, parada, olhava para o rio e dizia: “Quando acabar esta coca, me atiro. Assim que cheirar a última carreira, me atiro.”
Ao mesmo tempo, na minha cabeça, ouvi algo diferente que por vezes ouvia dentro da minha mente: “Descobrireis a verdade e ela te libertará.” Mas eu não entendia, não prestava atenção; eu queria acabar comigo.
No adeus de uma vida sem valor, sem rumo, deixaria para trás minha família, meu filho, toda a vergonha e especialmente esse anjo mau.
Tudo escureceu na minha mente.
Não consigo dizer, precisamente, o que me aconteceu. Só sei que quando voltei a mim, eu estava dentro dessa igreja. Eu me virei para um homem e lhe disse: “O que faço aqui? Eu não gosto de vocês!” O tal homem me respondeu: “Foi a senhora que veio até aqui.”
Comecei a chorar muito. Esperava que aquele homem que estava ali à minha frente me maltratasse, me julgasse, mas não, nada disso me aconteceu, ao contrário, ele me escutou e disse: “Existe uma saída para o seu sofrimento.” Eu lhe disse: “Então, vou fazer tudo o que o senhor me disser.”
Hoje eu sei que foram as orações da minha mãe que me levaram até ali, e que a misericórdia de Deus me trouxe até onde o Senhor estava. Não que eu mereça alguma coisa, mas este Deus é misericordioso. Deus havia me dado uma oportunidade.
A minha luta contra o tal anjo havia começado agora.
Considerações
O livro Sexo Com o Diabo retratou, ao longo de todos esses treze capítulos, todo o sofrimento de uma mulher durante boa parte de sua vida. Em meio a enganos, tristezas, drogas, violência e abundante amargura e aflição, uma luz surgiu para que a principal protagonista desta impressionante história real fosse resgatada de seu abismo, aparentemente sem fim.
Ao final desta saga em prol de uma paz verdadeira, você vai saber como Maria de Fátima alcançou a saída deste obscuro e oculto jogo de terror e morte.
Nesta quinta-feira (04/03), na última parte desta dramática história, você ficará sabendo o que levou essa mulher, até então sofredora, a ter finalmente uma vida nova e feliz.
Publicado por
Bispo Edir Macedo

segunda-feira, 1 de março de 2010

Mais casas em 2010


Mais casas em 2010
Por Alice Mota redacao@folhauniversal.com.br Rio de Janeiro (RJ) – O projeto “Cimento Social”, de autoria do senador Marcelo Crivella (PRB), segue em 2010. A primeira casa deste ano foi entregue no início de fevereiro no bairro Botafogo, no município de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Em 2009 foram entregues oito casas no estado do Rio de Janeiro e dezenas foram reformadas. A mais nova beneficiada é a pernambucana Gilvanda de Lima da Silva, de 43 anos. Viúva, ela mora com seus cinco filhos e trabalha como ajudante de cozinha e serviços gerais. O projeto tem por objetivo ajudar as famílias das comunidades de baixa renda a concluir ou construir suas casas com estabilidade estrutural e condições sanitárias. No ano passado, beneficiou moradores dos municípios de Piabetá, Duque de Caxias, São Gonçalo e da capital – no Morro da Providência e no bairro Taquara. As residências foram entregues mobiliadas. Para continuar realizando o sonho da casa própria de pessoas carentes no estado, Crivella também tem contado com recursos próprios através da venda de seus CDs. Recurso para Caxias Para Duque de Caxias, Crivella obteve o repasse, através de emenda orçamentária, de R$ 1,5 milhão para a construção de casas populares visando beneficiar famílias de baixa renda. Outra ação do senador para esta cidade foi a obtenção de recurso no valor de R$ 11 milhões para obras da rede de esgoto. O projeto também tem chamado a atenção de outras prefeituras, a exemplo das de Angra dos Reis e Friburgo, que pretendem implementá-lo.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Polêmica religiosa

Polêmica religiosa

Lei sancionada por Eliseu Santos como prefeito interino em abril de 2008 estabeleceu multa para quem deixar restos de animais mortos em vias públicas e se transformou em uma polêmica entre religiões. Sentindo-se vítimas de preconceito, seguidores de religiões afrobrasileiras protestaram na Câmara de Vereadores de Porto Alegre. Apresentado pelo vereador Almerindo Filho (PTB), pastor da Igreja Universal do Reino de Deus, o projeto foi sancionado pelo então prefeito interino, Eliseu Santos (PTB), ligado à Assembleia de Deus.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

IURD Bispo Macedo


Sexo com o diabo – Capítulos 9 e 10
“O texto a seguir é a continuação do testemunho de Maria de Fátima da Cruz Carvalho. Veja também os capítulos
1, 2, 3, 4, 5 e 6, 7 e 8

Durante o dia, tudo parecia normal (para os que conviviam comigo). Mas a figura do anjo/demônio se tornou a maior perseguição: onde quer que eu estivesse, ali ele estava (nas aulas, na rua, no carro, onde quer que eu estivesse ali estava ele colado em mim), sempre sussurrando ao meu ouvido: “És minha! Não podes fugir de mim. Vai, te mata!” A voz dele sempre dentro de mim, dentro do meu ouvido.
À noite, eu saia e dançava em festas particulares para a alta sociedade, mas nenhum homem podia me tocar, porque eu, possuída pelo anjo/demônio, era muito agressiva, e usava um chicote nas minhas danças.
“Amitaf, a possuidora da noite.” Alguém que tentasse me tocar enquanto dançava corria o risco de levar uma chicotada, mas aquelas pessoas achavam o máximo.
Em uma dessas minhas saídas noturnas, quando cheguei em casa na companhia do safado do anjo, o meu tormento diário, ele me disse: “Hoje serás minha, minha!” Eu fiquei apavorada.
Morava com o meu filho e uma empregada. Eles já dormiam. Eu estava com tanto medo porque deixei de ver o anjo, mas sentia sua presença, seu cheiro, o negro de sua roupa perto de mim (ai, estava louca!); eu tremia toda.
O anjo já tinha tentado me tocar várias vezes, porque, às vezes, eu sentia as mãos dele percorrendo as minhas pernas e eu sempre gritava para ele: “Larga-me, deixa-me! Saia daqui. Tu não me tocas.” E ele parava. Mas, nessa noite, eu sentia que ele ia me fazer alguma coisa muito má, pois o meu coração batia muito depressa. E assim eu ia vivendo.
Naquela noite, o anjo me paralisou na cama. As mãos dele me sufocavam o pescoço. Pensei mesmo que ele me mataria naquele momento, quando, de repente, senti o peso de um homem sobre meu corpo; uma dor que penetrava meu corpo, o meu ventre. Todo o meu corpo suado, suas mãos me acariciavam, me machucavam. Eu não conseguia me mexer, gritar, falar, fugir. Estava sendo possuída por um homem invisível, um homem que ninguém via. Estava louca, mas aquilo estava mesmo acontecendo comigo.
Foi uma penetração dolorosa e prolongada. Quando o anjo demônio safado acabou o serviço eu estava toda molhada. Fiquei por muito tempo na cama até poder me mexer e conseguir levantar para ir ao banheiro. Quando levantei, quase voltei a cair.
Ai, como falar disto? E a quem? Estava mantendo relações sexuais com uma coisa invisível (ninguém, mas ninguém no mundo iria acreditar).
No dia seguinte, quase não conseguia andar com as dores que sentia nos meus ossos. Eu era professora de ginástica e nunca havia sentido tamanhas dores nos ossos e nos músculos como naquele momento.
A partir desse instante só um pensamento me vinha à cabeça: matá-lo. Mas, como, se ele aparecia e desaparecia? Então comecei a pensar em me matar.
O anjo/demônio começou a usar meu corpo e me dizia: “És a minha mulher, és minha.” E passei a ter um anjo/demônio como um marido invisível. É coisa de louco. Eu estava louca.
O anjo jamais deixava algum homem se aproximar e se o fizesse acabaria mal. Foram anos de sofrimento, tortura. Ele usava e abusava do meu corpo, me violava, me estuprava. Eu sofria calada, me sentia suja, humilhada; eu o odiava.
Incrível é poder acreditar que se tem um marido (espírito, algo invisível). Eu o odiava. Odiava aquilo que ele me fazia. Eu tinha noites de masturbação infernal, dolorosas, com o peso da mão dele sobre a minha (como contar isto? Ninguém vai acreditar em mim, ninguém). Eu sempre digo que se alguém se masturba, pode ter a certeza que um espírito está ali presente com a pessoa (acreditem se quiserem, mas eu, Fátima, passei por isso).
O anjo/demônio se apoderava do meu corpo de uma forma, que várias vezes eu estava num lugar e quando voltava a mim estava em outro. Ele usava meu corpo. Essa é a razão pela qual várias vezes eu não conseguia me lembrar de como havia chegado àquele lugar. O que havia feito, o que havia acontecido. Não, não, eu não sou louca, dizia eu para mim mesma várias vezes.
E ele sempre falando ao meu ouvido: “Vai, te mata, te mata!”
Na rua eu sempre aparentava ser feliz. As pessoas, especialmente homens me diziam: “És bonita.” Eu me achava a mulher mais feia e horrível. Eu cobria os espelhos da minha casa para não me ver neles.
Em casa sofria com depressão, tristeza. Eu chorava muito, fumava a todo instante e o tal anjo só me dia: “Vai, fuma sua cadela!” Eram mesmo essas palavras que ele usava: “Fuma, fuma, sou eu que quero que tu fumes.”
Eu só pensava em morrer, morrer. Muitas vezes, tentei matar meu filho, pois o anjo queria matá-lo. Ele queria o meu filho desde o dia em que ele nasceu. Cheguei a abandonar meu filho no meio da noite em um lugar chamado Mata dos Medos, onde são feitos trabalhos de bruxaria, feitiçaria e outros mais. Mas o Deus misericordioso me chamou à razão de mãe e voltei atrás, indo buscá-lo.
Como me machuca trazer isso à minha memória de novo, porque ainda hoje meu filho, já adulto, se lembra desse momento. Oh, Deus!
Eu só pensava em acabar com a minha vida. Como dizer aos meus pais a vida que eu levava? Como é que as pessoas iriam reagir? Se eu falasse do anjo, seria internada no hospital. Não, não! Só a morte era a saída.
De dia era uma professora (disfarçava bem), mas completamente drogada. E de noite eu era Amitaf, outra pessoa. Ninguém com quem falar.
Eu falava para minha mãe, e ela, coitada, tentava me ajudar. Nós íamos aos bruxos, todos nós íamos. Pensávamos que era normal porque até os médicos nos mandavam fazer. Os bruxos (medicina popular), usavam também o crucifixo, como na igreja. Nós pensávamos mesmo que havíamos encontrado a solução.
No entanto, o certo era que eu não conseguia pará-lo de me molestar. Eu era violada todas as noites por um homem que ninguém via. Eu estava para ficar doida. Como sair desse tormento? Como? Estava eu num beco sem saída.
Só a morte me faria escapar das mãos dele, pensava eu.
Morrendo, o anjo/demônio já não me molestaria.
Nós éramos religiosas. Eu e minha mãe fazíamos promessas a uma imagem (de nome Fátima). Engraçado como o tal anjo/demônio brincava com as nossas crenças religiosas e cegueira espiritual.
Quando me casei (se vocês se lembram, nos capítulos anteriores), eu falei que ele, o anjo, me mandou comprar uma roupa especial de noiva, um Sari indiano.
Meu Sari veio mesmo da Índia, tanto que as pessoas estranharam. As pessoas tinham a mania de me achar extravagante.
Nesse conjunto do Sari havia um manto que ele, o anjo, me mandara ofertar a tal imagem de Fátima. Pensava eu que estava fazendo algo para ser feliz no meu casamento.
Um dia, estando na casa da minha mãe, com ele sempre me perseguindo, no meu quarto de infância, o anjo/demônio estava me bombardeando com ideias suicidas e me dizia: “Vou te matar. Vou matar o teu filho. Vou matar a tua família toda!” E comecei a lhe dizer: “Não vais! Tu não és um anjo; és mau. Tu és um porco, te odeio!” Ele se enfureceu e me empurrou contra a parede. Minha mãe ouviu e perguntou-me, vindo ao meu encontro: “Faty, quem está aí contigo?” Eu perguntei à minha mãe: “Mãe, você me ouviu? É ele, ele!”
A partir desse momento, minha mãe começou a ser atacada por ele. Ela passou a ouvi-lo. Ele nos dizia que iria matar a todos, toda a minha família. A minha mãe parecia uma louca, estava passando o mesmo que eu, só que apenas eu o via e ouvia; ela apenas o ouvia.
Chamamos bruxos e médicos. Meus familiares quiseram levar minha mãe para o hospital. Eu gritei: “Não, nunca! Ninguém interna a minha mãe!” Estávamos sendo alvo do tal anjo. Ele queria nos matar a todos. Minha família não gosta de falar nisso, pois é motivo de vergonha.
Eu estava vendo-o dizer a minha mãe que iria matar os filhos dela. Ele enforcou a minha cunhada e o meu sobrinho pequeno viu.
O anjo empurrava minha mãe. Ela o empurrava.
Veio um bruxo à nossa casa e disse-nos que toda a família se reunisse no corredor e fizéssemos a oração do Pai Nosso à meia-noite. E aí fizemos. Eu lhes dizia: “Ele está à nossa frente, falando o Pai Nosso de trás pra frente.”
Outro bruxo foi lá em casa. Cuspia fogo pela boca e quase queimou a minha mãe. Coitada da minha mãe, estava sendo atacada pelo anjo mau; ele ia matar a minha mãe. A minha querida mãe agora também passava os dias sendo atacada por ele.
Outro bruxo nos disse que sumiria com aquilo lá de casa. Que nada. O tal bruxo mandou mais (demônios, bichos), porque eu os via; eram como animais deformados.
Nessa noite, que o tal bruxo falou que correria com aquilo dali, coitada da minha família: minha irmã estava com muito medo; foi dormir comigo e com o meu filho. O safado se instalou para viver na nossa casa.
Minha mãe piorou. Ela não só ouvia a voz do anjo como também de todos os outros (anjos maus) que estavam com ele.
Eu nunca deixei que a internassem. Ao mesmo tempo, o tal safado do anjo continuava me molestando e abusando de mim, dizendo que toda a minha família era dele.
Conversando com minha família, fiquei sabendo que quando ainda era um bebê tive um problema (eu ainda estava em São Tomé e Príncipe), e os meus pais, coitados, levaram-me a um curandeiro. Hoje eu sei que foi por sermos tão ignorantes no verdadeiro caminho o que essa atitude poderia representar no futuro. Foi quando fui apresentada e oferecida a este dito anjo. Nós não sabíamos.
Minha mãe já não podia sair às ruas porque, se ela o fizesse, o tal anjo tentava matá-la.
Um dia, meu pai encontrou uma senhora, amiga da família, que tinha ouvido falar do que estava se passando com minha mãe e de como eles estavam sofrendo com o que também estava acontecendo comigo.
Ela disse assim ao meu pai: “Olha, eu vou a um lugar. É uma igreja onde se fazem orações fortes. Quem sabe eles consigam ajuda-la!” E deu ao meu pai uma revista chamada Maria, que continha o endereço.
Publicado por Bispo Edir Macedo

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

IURD Bispo Macedo


Sexo com o diabo – Capítulos 7 e 8

“O texto a seguir é a continuação do testemunho de Maria de Fátima da Cruz Carvalho. Veja também os capítulos
1, 2,3, 4, 5 e 6

Acabei fugindo do meu marido e de uma relação doentia a três (mas era a quatro porque só eu via o anjo/demônio).
Cinco anos vividos com amante, filho, e 10 anos cheios de angústia, desilusões, amarguras, magoada e com muito ódio. Um ódio com desejo de ver morte, sangue. Eu só tinha uma vontade de matar, aí começou meu percurso para o inferno.
Conheci alguém que me mostrou o caminho da cocaína, mas antes de conhecê-la, experimentei LSD, ácidos, Valium, Repenol, liamba, ópio e, dentro desta lista, eu tomava uns comprimidos que me mantinham calma, só que no meu organismo tinha uma reação totalmente contrária. Assim que os tomava, eu quebrava tudo, ficava completamente agressiva. Os médicos diziam que era impossível e inacreditável porque os remédios eram para dormir, mas o tal anjo me fazia ficar muito agressiva.
Depois de ter me separado, dia e noite eu só queria maquinar como os matar. Tinha tanto ódio, um ódio cego, a ponto de fazer até esquemas de como eu os haveria de matar. Cheguei a pagar alguém para fazê-lo, mas graças a Deus essa pessoa conhecia bem o meu instinto e trouxe de volta o dinheiro, dizendo-me: “Fátima, eu sei que você não quer fazer isso.” Eu ainda fiquei chateada com ele (mas ainda bem que Deus não permitiu).
Ele recusou-se a fazer. Assim, decidi eu fazê-lo: apontei uma arma para a cabeça do meu marido. O safado do anjo/demônio dizia ao meu ouvido: “Mata-o, mata-o. Vai, és uma covarde; mata-o agora, mata-o!”
Durante o dia eu parecia normal. Retomei o ensino, dava aulas, mas à noite eu era outra pessoa: cheirava muita cocaína e fumava base (crack), mas em quantidades loucas por noite. Poderia gastar, àquela altura, 600 “contos” (a moeda em Portugal, nessa época era a Lira) ou mais. Envolvi-me com gente muito perigosa e da alta sociedade.
Naquele momento, o tal anjo/demônio era senhor do meu corpo, alma e vida.
Agora eu era uma louca disfarçada (eu só queria que ele sumisse da minha vida). O tal anjo/demônio não deixava nenhum homem se aproximar de mim. Quando isso acontecia, ele ficava furioso: batia, tentava me sufocar, quase me matou. Eu aparecia com hematomas escuros e as pessoas diziam que eu própria os fazia. Eu estava no abismo. Como falar com alguém sobre algo que ninguém iria acreditar? E bem que eu ia a igrejas, bruxos, cartomantes…
Passei horas dentro de uma banheira coberta com lençol branco e sangue de galinha derramado sobre a minha cabeça. Cada vez que acabava de fazer um trabalho, o safado do anjo ainda ria de mim. Eu o via ele me dizia: “Mata o teu filho. Vai, mata-o!”
Tentei várias vezes matar o meu filho (mas a misericórdia de Deus não permitiu). Quando me lembro destes momentos de minha vida, não consigo controlar minhas lágrimas, porque a compaixão de Deus foi grande.
Vivia atormentada dia e noite. Ele puxava meus cabelos, me empurrava, era um sofrimento calado.
Qualquer homem que tentasse me namorar, ou se eu arranjasse um namorado, o anjo o matava. Aconteciam coisas muito estranhas com eles, que me obrigavam a me separar deles mesmo.
Eu andava armada com uma nove milímetros (pistola automática) e um chicote; era extremamente agressiva. Batia nos homens com quem andava. O anjo colocou na cadeia um namorado meu sem razão ou explicação. Outro se envolveu em um acidente fatal e morreu. Qualquer pessoa que se aproximasse de mim corria o risco de sumir.
Era uma vida horrível a minha. Eu só queria cocaína. Cheirava, fumava crack, mas, como digo, eu era duas pessoas, duas personalidades. O mundo que me cercava desconfiava, mas eu bem que pensava que disfarçava. De dia, parecia uma pessoa normal, mas não era: fumava mais de 30 charros (haxixe e liamba) por dia. Como ser normal quando estava completamente drogada?
Publicado por Bispo Edir Macedo

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

IURD Evento Força Jovem na Fundação Casa

EVENTO CONSCIÊNCIA JOVEM EM PARADA DE TAIPAS Aconteceu em 31/01 a comemoração do Dia da Consciência Jovem na Fundação Casa em Parada de Taipas. Aproximadamente 60 garotas dos projetos Se Liga 16 e Dose Mais Forte prepararam uma grande surpresas para as internas dessa unidade






Pr. Lucas e Erik Teixeira fizeram uma oração toda especial para as jovens e orientaram sobre ter uma consciência jovem, que todos tem seus direitos e que deve utilizá-los para benefícios. Em seguida fizeram sorteios de 02 cestas para as internas (kit de beleza e Chocolates), e todas elas receberam kits de higiene para o dia a dia.











Momento emocionante as internas prepararam uma homenagem para o Pastor Geraldo Vilhena (Responsável pelo trabalho evangelístico nas Unidades da Fundação Casa do Estado de São Paulo), que surpreso retribuiu o gesto com palavras abençoando todas elas.As garotas da Força Jovem Brasil também prepararam surpresa a Coordenadora Ana, que recebeu das mãos de Senhora Marina Teixeira uma linda cestas de guloseimas e foi declamado um poema em sua homenagem.Dia maravilhoso, cheio de alegria e muito bolo, refrigerantes, salgados e as canções das garotas do Força Jovem.
Marta Alves

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Um destino para produtos contrabandeados


Um destino para produtos contrabandeados
As mercadorias apreendidas por contrabando ou descaminho, classificadas pelo Ministério da Fazenda como de difícil comercialização externa (conforme o Decreto-Lei 1455/76), agora poderão ser destinadas a entidades sem fins lucrativos. Esta iniciativa surgiu através do Projeto de Lei 3194/08, de autoria do deputado federal Antonio Bulhões (PRB/SP). De acordo com o parlamentar, o objetivo é contribuir para a manutenção de entidades cujas atividades, pela sua natureza, são consideradas de alta relevância para a sociedade (filantrópicas, científicas e educacionais). O projeto foi aprovado recentemente pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público. Atualmente, a proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Postagem em destaque

MACACO LADRÃO PM 1