quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Os frutos da gratidão

Cientistas apontam ganhos, ao longo do tempo, na qualidade de vida de quem é grato na adolescência


Que um simples “obrigado” faz bem a quem o diz e a quem o ouve, todo mundo sabe. Só que agora a própria ciência comprova. Uma pesquisa realizada pela Universidade do Estado da Califórnia (CSU, na sigla em inglês), nos Estados Unidos, aponta que adolescentes que usam de gratidão no dia a dia têm mais chances de felicidade ao longo da vida, bem como menos riscos de problemas nos estudos, nos relacionamentos e com vícios.

“Exercitar” a gratidão durante 4 anos da adolescência causa “significativas melhorias em autoestima, felicidade, esperança e atitudes positivas”, segundo Giacomo Bono, professor de psicologia da CSU. Sua pesquisa acompanhou a evolução da qualidade de vida de estudantes norte-americanos ao longo de 4 anos, com conclusões bem interessantes, relacionando os dados dos alunos mais gratos:
- Eles têm 15% mais convicção de que suas vidas têm um significado (uma dificuldade geralmente constante na adolescência);
- São 15% mais satisfeitos com suas vidas em vários aspectos (como família, estudos, vizinhança, amizades e autoestima);
- São 17% mais felizes e com boas perspectivas de vida;
- Têm uma queda de 13% das emoções negativas;
- Apresentam 15% menos sintomas depressivos.
Mesmo que os adolescentes não comecem com muita gratidão, há ganhos se eles a exercitam de maneira crescente ao longo da adolescência. “Exercitam” é uma palavra correta, pois o hábito de agradecer a Deus e aos semelhantes deve ser estimulado pela própria pessoa – e, claro, devem ser agradecimentos sinceros, e não por mera conveniência. Bono aponta, nos indivíduos que melhoraram sua gratidão ao longo dos 4 anos do estudo, consideráveis reduções nos níveis de: delinquência, abuso de substâncias como álcool e drogas, trapaça nas provas (a popular “cola”) e faltas às aulas.
Essas conclusões sugerem que “a gratidão está intensamente ligada a aspectos como cooperação, propósito de vida, criatividade e persistência”, diz Bono, que considera que os jovens gratos ajudarão a outros, mais tarde, passando adiante os valores da gratidão. “Isso pode ser do que nossa sociedade precisa para criar uma geração pronta para fazer a diferença.”, afirma.


 UNIVERSAL SOCIAL NA FUNDAÇÃO CASA
FALA VOLUNTÁRIO


terça-feira, 22 de outubro de 2013

A paciência fortalece a colheita

Aguardar com confiança é uma atitude inteligente


A paciência é uma virtude que dignifica o homem. Ela dá quietude e esperança àquele que crê.
Pense em uma grande plantação. Passo a passo, há tempo para todas as etapas de cultivo. A terra deve ser bem arada, as sementes selecionadas devem ter boa procedência, as mãos que trabalham no plantio devem ser carinhosas, cautelosas e muito dedicadas.
Pode fazer sol demais ou chover demasiadamente, pragas podem aparecer e devastar toda uma safra. Porém, uma vez que as raízes foram bem fincadas e fortalecidas, elas voltarão a dar suporte para uma nova e frutífera colheita.
O mesmo acontece conosco. Quando passamos por algum problema, não adianta entrar em desespero, porque ele não nos deixa raciocinar. O melhor é cultivar a paciência. Nem sempre o que desejamos ou precisamos vem na hora que queremos. Certamente, há coisas e momentos que dependem de nós. Mas outros, não. Portanto, devemos confiar que acontecerão no tempo certo.
“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu: há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou; tempo de matar e tempo de curar; tempo de derribar e tempo de edificar; tempo de chorar e tempo de rir; tempo de prantear e tempo de saltar de alegria; tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar e tempo de afastar-se de abraçar; tempo de buscar e tempo de perder; tempo de guardar e tempo de deitar fora; tempo de rasgar e tempo de coser; tempo de estar calado e tempo de falar; tempo de amar e tempo de aborrecer; tempo de guerra e tempo de paz.” Eclesiastes 3.1-8
Fé racional disciplina sentimentos
Pouco a pouco, a paciência permite que algo muito almejado se consolide. As pessoas passam a ter mais capacidade e mais tranquilidade para esperar e suportar possíveis adversidades. Elas se tornam cada vez maissábias, firmes e constantes num objetivo. O que não significa deixar o tempo passar ou insistir em algo sem futuro.
A paciência também mostra o amadurecimento de alguém que sabe identificar quando é a hora de abdicar de alguma vontade ou de perseverar e esperar mais 1 dia, 1 mês, 1 ano que seja, para colher o que plantou.
Aguardar com confiança o momento certo para agir e desenrolar um projeto, sem pressa, é uma atitude inteligente, que ajuda a disciplinar os sentimentos e a conquistar os campos mais almejados.



UNIVERSAL SOCIAL
FOLHA UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA






Pastor Geraldo Vilhena observa, que está havendo um grande crescimento espiritual e educacional na vida dos internos da Fundação Casa.
E usado como fonte a FOLHA UNIVERSAL.


Esta dinâmica é feita nas Unidades da Fundação Casa, com a orientação dos técnicos da Fundação Casa e Obreiros da IURD do Estado de São Paulo.





segunda-feira, 21 de outubro de 2013

A fé contra os vícios

A fé contra os vícios

Estudo norte-americano comprova os benefícios de quem se apega a Deus para se libertar das drogas








































A ciência comprova: a fé está mesmo associada a bons resultados na recuperação de viciados em entorpecentes de qualquer ordem. Ela também produz outros aspectos positivos, como maior otimismo em relação à vida e mais resistência ao estresse.
O estudo foi revelado na última Convenção Anual da Associação Americana de Psicologia (APA, na sigla original), em Washington, Estados Unidos. Pessoas que se recuperam de vício em drogas ou álcool (em alguns casos, ambos) foram acompanhadas por cientistas de conceituadas universidades norte-americanas, como as de Santa Clara e Alabama. Aquelas que optaram pela fé como força motriz apresentaram resultados bem superiores às demais na reabilitação – além dos já citados, um aumento da capacidade de encarar a situação, valorização do apoio de terceiros, baixa nos níveis de ansiedade e maior satisfação com a vida. Oração, crença em Deus e mais consciência da própria fé ganharam mais importância para aquelas pessoas em franca recuperação.
O estudo também levou em consideração algo importante: quem se apegou à fé propriamente dita ou apenas à religião. A fé ganhou de longe quanto aos benefícios terapêuticos, enquanto a religião foi detectada apenas como um “abafador” para o estresse.
Mais curioso ainda: os pesquisadores concluíram que grupos protestantes têm uma relação muito mais próxima entre fé e saúde psicológica, se comparados a católicos, especialmente no controle da ansiedade.
Um dos autores do trabalho, Thomas Plante, da Universidade de Santa Clara, espera que os estudos ajudem a aumentar a cooperação entre membros de organizações baseadas na fé e profissionais de saúde. Esses grupos têm trabalhado em parceria cada vez maior nos últimos anos, segundo o pesquisador, com resultados mais positivos.



UNIVERSAL SOCIAL
NA FUNDAÇÃO CASA
PROJETO BLOCO DE AJUDA AOS DEPENDENTES QUÍMICOS.




Aconteceu nesta última quinta feira na Fundação Casa UI São Paulo
Palestra sobra drogas Ministrada por Robson e Amauri,Integrante do projeto Dose Mais Forte da Igreja Universal do Reino de Deus.Robson relata como iniciou sua jornada no mundo das drogas,
Começou aos 13 anos na escola por simples curiosidade do efeito que a cocaína
Podia trazer depois de cheirada.
Ele não teve nenhuma informação ou orientação sobre os efeitos que as drogas podiam causar ao seu organismo.
E foi assim que começou se envolveu com todos os tipos de drogas permanecendo 10 anos nesta vida. ,e para sustentar o vicio, começou a roubar carro sempre armado com duas pistolas na cintura.
Passou por duas over doses, ficou tremendo todo e somente ouvia as vozes.
Dos parceiros em volta.
Já o Amauri iniciou no mundo das drogas como traficante e depois usuário, provou todo tipo de drogas cocaína, maconha, crack, LSD, lança perfume.
Também se envolveu com trafico de munição e armas e ficou nesta vida
Do crime e das drogas também por 10 anos.
Robson fala que quando os obreiros da Igreja falavam de DEUS para ele, respondia.
Que seu DEUS era as duas armas que carregava.
Ele fala que um dia drogou-se muito e foi andar de moto, sofrendo um grave acidente. Acordou em uma UTI do hospitalar sem um pedaço da sua perna.
Seus amigos do crime nenhum deles apareceram, mas a sua mãe estava lá para.
Dar o apoio que ele tanto precisava.
Então foi assim que resolveu deixar a vida errada que estava levando e procurou
Em DEUS força para sair das drogas e do crime. Igualmente Amauri depois de perceber
Que todos os amigos do crime tinham sido mortos, usou a inteligência e viu que se continuasse naquela vida o próximo seria ele. Então procurou a Igreja e lá o Pastor
orientou e levou a ter um encontro com DEUS.

PERGUNTAS:
INTERNO PERGUNTA – Se teve ajuda de muitas pessoas para sair das drogas?

Robson responde: Não, apareciam pessoas para levar cada vez.
Mais para o buraco das drogas e do crime

FUNCIONARIO FAZ UMA OBSERVAÇAÕ: Que os jovens são muito inteligentes
Mas não usam esta inteligência para coisas boas, ao contrario usam para coisas ruins.
E destrutivas.

PASTOR GERALDO VILHENA PERGUNTA: Se o viciado chega a trocar a namorada para
Conseguir as drogas?

Robson responde: Sim com certeza uma vez estava na boca, e chegou um casal.
O chefe da boca gostou da garota e o rapaz viciado trocou a namorada pela droga.

ANA MARIA PERGUNTA: Se ele chegou a trapacear os parceiros das drogas?

Robson responde: Não porque tinham pacto de lealdade entre eles, pois aquele que trapaceava pagava um preço muito alto, até mesmo com a própria vida.

INTERNO PERGUNTA: Se quando usava drogas tinha alucinações?

Robson responde: Sim varias vezes quando usava drogas pesadas tinha alucinações, via vultos pensava que estava sendo perseguido dentro da casa.

INTERNO PERGUNTA: O senhor chegou a matar (derrubar) alguém por causa das drogas?

Robson responde:
Não cheguei a matar ninguém, mas chegou a atirar no pé de uma pessoa.
Feriu mas não matou.


INTERNO PERGUNTA: Se a policia chegou a invadir sua casa para te pegar?

Robson responde: Sim, queriam levar eu e meus parceiros, mas minha mãe.
Colocou-se na frente dos policiais para ele não atirarem em mim.


INTERNO PERGUNTA: Quando estava deixando as drogas o seu organismo sentia falta teve ou teve crise?

Robson responde: Sim claro que tive, mas como aceitei Jesus Cristo, DEUS me deu força para superar a falta da droga em meu organismo.

Todos participarão da palestra os jovens internos e também os funcionários Com certeza uma palestra muito esclarecedora, feita por pessoas que vivenciaram o mundo das drogas e do crime, passando por todas as etapas até usar a inteligência e buscar força espiritual e direção em DEUS para sair definitivamente da vida errada e das drogas.




Robson ao final da Palestra tirou a prótese que usa em uma das pernas, para mostrar para os internos o preço que teve que pagar por se envolver com drogas e crimes.







Para encerrar a palestra Robson Freitas junto com voluntários fizeram uma oração para libertar aqueles jovens presentes dos vícios das drogas.

MENTES ASSASSINAS:PSICOPATAS DEVEM SER TRATADOS COMO DOENTES, COMO CRIMINOSOS COMUNS OU COMO VÍTIMAS DA DEGRADAÇÃO FAMILIAR?




MENTES ASSASSINAS:PSICOPATAS DEVEM SER TRATADOS COMO DOENTES, COMO CRIMINOSOS COMUNS OU COMO VÍTIMAS DA DEGRADAÇÃO FAMILIAR? Descrita pela primeira vez em 1941 pelo psiquiatra americano Hervey M. Cleckley, do Medical College da Geórgia, a psicopatia consiste num conjunto de comportamentos e traços de personalidade específicos. Encantadoras à primeira vista, essas pessoas geralmente causam boa impressão, ganham rapidamente a confiança de todos e são tidas como “normais” pelos que as conhecem superficialmente. O lado obscuro do psicopata se revela sem causa aparente. E um dos traços mais marcantes, em quase a totalidade dos casos, é o egocentrismo exacerbado. Os doentes também não são dignos de confiança, dizem os especialistas, e um traço que chama bastante a atenção de todos à sua volta é que o sofrimento alheio desperta, neles, profunda diversão. “Muitas pessoas chegam a rotular o psicopata, pela falta de conhecimento, de seres invejosos”, dizem os psiquiatras. “Eles jamais sentem culpa. Seja por ter matado uma pessoa, seja por ter visto alguém sendo morto”. Estudos indicam que mais de 25% dos prisioneiros americanos se enquadram nos diagnósticos e são considerados psicopatas. No entanto, Os estudos também apontam um dado preocupante: Existe um número considerável de psicopatas que está livre aí pelas ruas. Alguns pesquisadores acreditam que muitos deles sejam bem-sucedidos profissionalmente e ocupem até mesmo posições de destaque na política, nos negócios ou nas artes. Mesmo assim, esse lado lúcido não elimina o risco que eles representam à sociedade. Um dos grandes enigmas da ciência ainda é decifrar os mecanismos cerebrais dos psicopatas. Enquanto uma corrente de estudiosos defende que essas pessoas já nascem com a doença, devido a distúrbios genéticos combinados à predisposição fisiológica, outra acredita que eles possam ser ‘fabricados’ pela sociedade, assim como defendia o filósofo suíço Rousseau em sua tese, ao afirmar que “todo homem nasce bom, mas a sociedade o corrompe”. Um estudo realizado nos Estados Unidos, com 31 assassinos extremamente perigosos que cumpriam pena, mostrou que mais de 64% dos deles tinham alguma deficiência de substâncias químicas que atuam diretamente no funcionamento do cérebro, o que dá força à tese que de psicopatas já nascem psicopatas. No entanto, quase 84% desses sujeitos tinham sido vítimas de severos abusos físicos e sexuais, o que não descarta a possibilidade de que o homem pode ser o responsável pela criação desses seres-monstro!


sábado, 19 de outubro de 2013

O dia em que Deus nos salvou de duas mortes

O mar abriu no meio



Nossa morte se apresentou imensa e violenta. Não tínhamos chance. Éramos muitos e despreparados. Ninguém poderia se salvar. Estávamos encurralados. Ou avançávamos até a morte ou ela avançaria até nós.
Nós estávamos ali porque precisávamos nos livrar da tormenta pela qual passamos desde crianças e pela qual também passariam nossas crianças, assim como passaram nossos pais e nossos avós. Conhecíamos aquele rapaz, o Moisés, e seu irmão, orador inteligente com especial talento para motivar as pessoas. Mas estávamos ali não por acreditarmos cegamente neles. Não acreditávamos. Com esforço acreditávamos no Deus deles. Estávamos ali porque era preciso se livrar da tormenta.

Corremos o dia todo e depois a noite toda. Mas íamos a pé, com crianças e idosos. Eles vinham logo atrás, com carroças, cavalos e armas. Ao contrário do que costumava acontecer, a noite era muito clara para nós. E foi com essa claridade fora de hora que vimos nossa morte. Ela se apresentou em forma de água. Imensa e violenta.
Há muitos dias Moisés tentava nos tirar da escravidão. Pregava isso para nós e nos levava a acreditar que tínhamos chance de ir até uma terra prometida. Mas naquele momento estávamos todos assustados. Éramos muitos, mas fracos. Enquanto o exército que nos perseguia era forte, potente, vingativo. Sem hesitação, mataria a todos.
Não tínhamos chance. Éramos muitos para atravessar a nado. E não sabíamos nadar. Tínhamos crianças, idosos e mulheres. Atrás de nós havia um exército inteiro. Adiante, algo mais poderoso do que aquele exército. Ou avançávamos para a morte, ou ela avançaria até nós.
Ilha de tranquilidade em nosso oceano de tormentas, Moisés estendeu suas mãos sobre o mar. E ele se abriu. O mar abriu no meio!
Das entranhas da água surgiu estreito e tortuoso caminho enlameado pelo qual passamos. E com a mesma surpresa que vimos o mar se abrir, vimos o mar se fechar sobre todo o exército. Naquele dia, o Deus que quase havíamos esquecido nos salvou das mãos dos soldados e da fúria da água, de duas mortes ao mesmo tempo. Mostrou o quão poderoso Ele é.
E hoje, conhecendo a Terra Prometida, temos o dever de lembrar qual o mensageiro que nos levou de volta a Deus.





UNIVERSAL SOCIAL
BATISMO NAS ÁGUAS NA FUNDAÇÃO CASA.


Nesta ultima quinta-feira,Pastor Geraldo de Vilhena Coordenador Estadual de Evangelização, nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, fez uma oração de libertação, em seguida deu uma palavra sobre a importância do novo nascimento e levou os jovens a buscarem a presença de Deus. No termino da oração 02 jovens tomaram a decisão de se batizar nas águas. 


O pastor Geraldo Vilhena orientou os jovens o que siguinificava o Batismo nas Águas.  





Um comentário:

  1. Tenho a certeza de que estes jovens que aceitaram Jesus Cristo dentro da Fundação Casa , vão sair
    de lá para fazer toda a diferença aqui fora.

Ideia revolucionária leva luz para o mundo

Em meio a uma crise, a persistência de um homem resultou em benefício para muitos




Em 2001 e 2002, o Brasil passou por dois grandes blecautes. Fomos obrigados a racionar energia e mudar hábitos. Mas, uma pessoa destacou-se, criando algo que revolucionou o dia a dia dele, dos vizinhos e parentes naquele momento, e que mais tarde mudaria a vida de milhares de outras pessoas no mundo.
Foi de uma ideia simples e de baixo custo que um mecânico de Minas Gerais, em 2002, durante uma das crises do “apagão” no País, inventou uma solução para iluminar as casas. Alfredo Moser usou uma coqueluche dos artigos reciclados, a garrafa pet de 2 litros, e criou a “lâmpada de garrafa”. A pet, cheia de água e alvejante (para não turvar o líquido), pendurada no telhado, recebe luz solar, acumula energia e ilumina com uma potência de até 60 watts.
“Acho que as pessoas estão mais atentas. Governos e empresas também já perceberam que é preciso pensar em novas formas de produzir eletricidade. Não é a toa que a indústria de energia renovável, como eólica e solar, cresce a cada ano. Acredito que a tendência é o consumo consciente”, declara Carla Corrêa, coordenadora de Projetos e Mídias Sociais do Instituto EcoDesenvolvimento (EcoD).
Ao longo dos anos, a ideia “caseira” de Moser foi ganhando o mundo. Em 2008, pela iniciativa de uma empresa brasileira que as instalou em casas de população de baixa renda. Três anos depois, pelas mãos do empresário filipino Illac Diaz, o projeto “Liter of Light” (Litro de Luz) ganhou vida. Desde 2011, ele leva iluminação de baixo custo para áreas pobres das Filipinas (mais de 28 mil lâmpadas instaladas) e outros países como Índia, Colômbia e Suíça. A meta é alcançar 1 milhão de “lâmpadas de garrafa” acesas no mundo até 2015.
O brasileiro, que não se abateu nem se conformou diante de uma adversidade, com muita destreza, foi em busca da solução para um problema que não era só dele. A “lâmpada de garrafa” é uma simples ideia que vem incentivando outras pessoas, em diferentes partes do mundo, a levar esperança e solidariedade, além de espalhar o potencial do empreendimento de sucesso que teve seu primeiro passo dado em um momento de dificuldade, mas não de desânimo.




UNIVERSAL SOCIAL
DOAÇÕES DE BÍBLIAS.

Milhares de Bíblias são ofertadas pelos membros da Igreja Universal do Reino de Deus para os jovens internos da Fundação CASA de São Paulo.
0s obreiros(as) e membros da Igreja Universal do Reino de Deus,reconhecendo que os maiores problemas dos jovens internos da Fundação Casa (antiga FEBEM) é espiritual fizeram doações de milhares de Bíblias para todos os internos e famílias da Fundação Casa de São Paulo. O objetivo principal é proporcionar meios para que o adolescente receba formação espiritual necessária para que haja mudanças em seu comportamento, acarretando assim, uma transformação em suas vidas e bom exercício da cidadania .








































"Procuramos conscientizar os jovens e famílias que a verdadeira direção para nossa vida vem da Palavra de Deus quando guardamos no nosso coração e usamos com toda a nossa fé inteligente disse Pastor Geraldo Vilhena Coordenador Geral de Evangelização em Unidades da Fundação Casa de São Paulo. Agradecemos a todos os obreiros e membros pela atitude de fé de doar estas milhares de Bíblias.




"Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos".
Salmos 119,105

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