quarta-feira, 3 de outubro de 2012

TF Teen


Grupo TF Teen visa conscientizar e apoiar os adolescentes, levando-os a se tornarem homens e mulheres de Deus


O TF Teen, grupo de adolescentes de 11 a 14 anos da Igreja Universal, realizou recentemente, em vários Estados, um encontro nacional de pais com o objetivo de mostrar o trabalho do grupo do qual seus filhos participam. Na ocasião, o bispo Sergio Correia gravou um vídeo com uma mensagem especial para os familiares dos adolescentes, que foi exibido em todos os encontros.

Em Minas Gerais, o evento foi realizado pelo bispo Luís Carlos Gomes, que abordou a responsabilidade dos pais de ensinar aos filhos o caminho que devem seguir, mas deixou bem claro que o melhor ensinamento é o exemplo de casa. Segundo ele, fazer os filhos sentirem liberdade e amor incondicional ao lado dos pais é o caminho para uma família abençoada e feliz.

O bispo concluiu acrescentando para os adolescentes o versículo que diz: “Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.” (Ex 20 12.)

Silvia Antunes de Oliveira, de 40 anos, mãe de Lucas Antunes, de 14 anos, de Belo Horizonte (MG), elogiou o encontro. Segundo ela, foi gratificante ver os adolescentes buscando a Deus. “Fiquei surpresa com o interesse do grupo em ouvir a Palavra, lendo a Bíblia, pois assim ficam longe das drogas e da desobediência. Foi bem animado. Acho que deveria acontecer todo final de semana”, exaltou.

Silvia acrescentou que no TF Teen os adolescentes aprendem a importância da Palavra de Deus de uma maneira mais fácil. “Muitos não entendem o culto, mas no TF eles ouvem falar de Jesus na linguagem deles. Isso nos ajuda na educação de nossos filhos”, analisou.

A mãe de Lucas contou que o filho mudou de comportamento quando começou a participar do TF Teen. “Ele tem sido mais atencioso a ponto de, no segundo Jejum de Daniel, ter sido batizado com o Espírito Santo”, observou.

Jucélia Oliveira Freitas, coordenadora da Escola Bíblica Infantojuvenil (EBI), ressaltou que o objetivo do trabalho desenvolvido pelo TF Teen é o de formar, conscientizar e apoiar esses adolescentes, levando-os a se tornarem homens e mulheres de Deus.

“É importante ressaltar que o apoio e o incentivo dos pais nesse processo são de suma importância, pois os fazem perceber que estão acertando nas suas escolhas, estão sendo compreendidos e valorizados. Daí o grande valor desses encontros, onde pais e filhos, juntos, têm a oportunidade de compartilhar e viver a mesma fé”, destacou.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Perdoei a traição



Saí para a rua sem rumo. Fiquei andando por horas à beira da praia que ficava perto de onde eu morava. Fiquei recordando os dias de preparação para o meu casamento e o quanto Léo era carinhoso. Durante a caminhada, me lembrava de minha mãe dizendo para não me casar com ele, porque não daria certo, ele não professava a mesma fé e era mais novo que eu...

Lembrei-me do dia em que ele deu em cima de uma amiga minha, mas relevei, e que toda vez que ia à igreja comigo, dormia no banco e não via a hora de ir embora. As situações nos mostram que não dará certo, mas quando a gente age pelo coração e não pela razão... Vaguei a noite toda, cheguei em casa pela manhã e para minha surpresa Léo não havia chegado.

Nesse dia não fui trabalhar, não consegui. Ele só apareceu por volta das 9 horas da manhã, com a roupa amassada e cheiro de álcool. Mais uma briga, desta vez pior. Eu o agredi, dei um tapa em seu rosto, rasguei sua camisa, gritei como louca.

Ele me segurou com força me imobilizando e me jogou no sofá.

Foi para o banheiro, tomou um banho e saiu novamente. Conversei com minha mãe e com muita vergonha eu disse o que estava acontecendo, mas claro que omiti a briga que tivemos.

O que ela poderia fazer? Eu que fiz essa escolha, eu decidi com quem iria me casar, eu procurei o problema! Cheguei em casa à noite, não fui para a faculdade e Léo chegou mais tarde. 

– Léo, me desculpa. Vamos ficar bem, eu quero muito que nosso casamento dê certo.

– A culpa é sua que fica aí brigando à toa.

Ele estava me traindo, mas resolvi perdoar tudo para ficarmos bem. No outro dia, fui para o trabalho, estava acabada e com olheiras profundas. Eu não comentava nada com ninguém, tinha muita vergonha.

Dificuldade para engravidar e cobranças sociais ou religiosas podem causar sintomas reais de uma gestação imaginária.


Dificuldade para engravidar e cobranças sociais ou religiosas podem causar sintomas reais de uma gestação imaginária. Mulheres com depressão têm mais risco de apresentar o distúrbio




Enjoos, ausência de menstruação, ganho de peso e aumento do abdome são descrições típicas de uma gravidez, mas podem esconder um fenômeno raro. A ansiedade de ser mãe, ou mesmo o medo de engravidar, além da pressão social para gerar um filho levam algumas mulheres a desenvolver a pseudociese, também conhecida como gravidez psicológica. 

“O problema está relacionado a conflitos inconscientes, como dificuldade de engravidar, sensação de perda de um filho ou cobranças sociais e religiosas”, diz a psicóloga Elisangela Batista Secco. Na gravidez psicológica, diz ela, a paciente acredita estar gerando um bebê e sente todos os sintomas de uma gestação, mesmo que os exames provem o contrário. Mulheres com quadros de psicose ou depressão têm mais risco de apresentar o distúrbio.

A falsa gravidez tem origem psicológica, mas provoca mudanças reais que duram vários meses. Maria de Fátima Rezende Francisco, psicóloga obstétrica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), explica que o diagnóstico é difícil porque muitas pacientes não aceitam a avaliação do médico. “O exame dá negativo, a mulher não acredita e vai a outro médico. Muitas têm leite e sentem até movimentos semelhantes aos de um bebê. É um sofrimento muito grande”, avalia.

Na capital paulista, o Hospital São Paulo, da Unifesp, tem especialistas para atender a casos do tipo e registra entre três e quatro ocorrências por ano, número considerado muito pequeno na avaliação de Maria de Fátima.

O tratamento da pseudociese inclui terapia com psicólogo ou psiquiatra, além de acompanhamento com outros médicos. Em alguns casos, a mulher recebe medicamentos para reduzir sintomas, como a produção de leite e as dores abdominais. “É realizado um trabalho para tirar as idealizações e frustrações ligadas à maternidade. Mesmo quando a mulher já tem consciência de que é uma gravidez psicológica, demora um tempo até todos os sinais desaparecerem”, diz Elisangela Secco.

Para Maria de Fátima, o apoio da família e dos amigos é essencial. “É necessário entender que a mulher não está mentindo. Ela está doente e precisa de cuidados.”

Cerca de 5 mil adolescentes que moram em abrigos ainda não têm para onde ir.


Prestes a completar a maioridade, cerca de 5 mil adolescentes que moram em abrigos ainda não têm para onde ir. Vivem sob a angústia do "maior abandonado"



Pelo menos 5 mil adolescentes brasileiros convivem com a perspectiva de sair do abrigo sem qualquer amparo legal ao completarem a maioridade, depois de passar a vida, ou parte dela, sob a tutela do Estado. Atualmente, 41.166 pessoas, entre bebês, crianças e jovens estão abrigados. Alguns esperam a adoção, outros, a volta para a família e muitos deles lidam com a incerteza de chegar à maioridade e ter de se sustentar sozinho, já que legalmente o Estado não tem qualquer obrigação de acolher adultos. “Geralmente se desvincula o jovem da entidade e ele vai ter que se virar por meios próprios. O que se busca é que seja preparado”, diz o presidente da Comissão de Direito à Adoção da OAB-SP, Antônio Carlos Berlini.

Se dependesse exclusivamente dos projetos do governo, Josenilton Ferreira dos Santos, que está fora da estatística atualizada em julho pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), não teria onde morar. Criado em abrigo “desde as fraldas”, como ele mesmo define, aos 20 anos e com a responsabilidade de criar o irmão um ano mais novo e com deficiência intelectual, Santos não está na rua graças ao trabalho desenvolvido pelo abrigo em que cresceu, mantido pela Liga Solidária, organização social sem fins lucrativos. 

Desempregados, Santos e o irmão vivem em um apartamento alugado pela Liga Solidária. Com eles mora um amigo do abrigo que, por ser maior de 18 anos e estar trabalhando, já colabora com as contas da casa, dentro de um projeto que pretende acelerar o processo de autonomia dos jovens. “Nós damos um apoio estratégico até que eles tenham 100% de autonomia, sem um prazo predeterminado para que isso ocorra”, explica o o coordenador dos abrigos da Liga Solidária, Mariano Gaioski.

O valor do aluguel é pago pela Liga e, gradativamente, os rapazes vão assumindo tarifas públicas. As despesas com objetos pessoais ficam com eles desde os tempos do abrigo, segundo Gaioski.

O trabalho de instituições não governamentais é praticamente a única saída para quem completa a maioridade em abrigos. O governo trata apenas como diretrizes para os municípios, e não como uma lei, a responsabilidade pelo acolhimento de maiores de idade por um período nas chamadas repúblicas. No caso de Josenílton, por exemplo, só por estar desempregado ele já não seria aceito em república institucionalizada e cheia de regras, isso porque é de São Paulo, rara cidade que segue a recomendação federal e conta com 37 vagas em seis repúblicas.


“O trabalho dos abrigos é o de acolher e promover a reaproximação dessas crianças com os familiares. A república só vai existir quando a gente falhar completamente na proposta de reintegrá-lo ou fazê-lo ser integrado em família substituta antes dos 18 anos”, declara Valéria Brahim, gerente de programas sociais na organização não governamental Terra dos Homens, que trabalha no Rio de Janeiro com crianças e adolescentes com direitos violados. “Com filhos ou crianças de abrigo deve-se ensinar a ser autônomo desde a infância, o ideal é que o plano político pedagógico seja para a autonomia e não para a tutela”, acrescenta.

Outra opção para quem vive em abrigos é a adoção, o que vai ficando mais difícil conforme a criança fica mais velha. A orientação pública é que as crianças fiquem no máximo por 2 anos no abrigo e a cada 6 meses tenha a situação avaliada por um juiz. Mas, se não houver reaproximação com familiares ou esses seguirem sem condições de acolhimento, o juiz autoriza que ela siga no abrigo. 

Bem estruturados, os abrigos garantem a preservação dos direitos das crianças, mas começam a encaminhar os adolescentes para a vida autônoma quando ele já tem 15 ou 16 anos. Ou seja, em pouco mais de 3 anos o adolescente precisa aprender a ser independente justamente num período de incertezas, própria dessa fase da vida. É nessa época que aprende tarefas domésticas, escolhe e é encaminhado a cursos de qualificação profissional, tenta a inserção no mercado de trabalho e, claro, continua estudando.

“Eu deixei o abrigo como criança de classe média e mimada, bem longe da minha realidade. Lá tinha de tudo e, quando não tinha, iam atrás. Até para a praia a gente ia umas dez vezes por ano. Eu digo que saí como um burguesinho babaca”, comenta Carlos Henrique Francisco, de 24 anos, que morou em abrigo a maior parte da vida e passou por muita dificuldade quando teve de deixá-lo. 

“Quem vive em lar de verdade não fica abalado por qualquer falta de carinho, mas a maioria do pessoal do abrigo sofre de amor possessivo, tem medo da rejeição e se casa na primeira relação. Aí não sabe lidar com a perda, a frustração. Quando eu perdi meu casamento foi assim. A gente começa a questionar nossa existência. Eu vivi todos esses estágios: leva à depressão, ao álcool, à droga, você pensa em suicídio. Muita gente fica pelo caminho. Eu fui me isolar do mundo, mas agora estou bem, faço análise há 2 anos”, relatou o agora educador Carlos Francisco, citando a dificuldade que enfrentou e preocupado com o futuro dos meninos que cuida, já que os vê com mais regalias ainda, em razão das mudanças nas políticas de assistência social, agora com mais garantias para a defesa dos direitos da criança. 

Apesar de se considerar mimado e sem preparo ao deixar o abrigo, Carlos lembra que tinha afazeres a cumprir no período em que foi criado por laristas – hoje substituídos por educadores profissionais – e ainda tem na bagagem diversos cursos de qualificação profissional, como eletricista, encanador, cozinheiro e cabeleireiro. Algo que não vê ocorrer atualmente. “O educador faz tudo para os meninos, que ficam sem vida própria e não têm qualquer obrigação.”

O desafio para educadores, sociólogos e psicólogos, especialmente para quem vai completar a maioridade e buscar independência forçada, passa pela tênue linha entre incentivar a autonomia e respeitar os direitos das crianças – que jamais devem ser exploradas ou trabalhar nos abrigos, apesar de demonstrarem o desejo de ajudar com o trabalho no local que consideram ser sua casa. Por exemplo, como o educador vai proibir a criança de lavar um prato, se esse for o desejo dela? Em uma sociedade na qual jovens criados em lares tradicionais já têm dificuldade para sair de casa e se tornar independente de fato, como acelerar o processo de autonomia?


“Não há uma receita de sucesso que dê certo com todos. Mas nunca perder de vista a provisoriedade da permanência no abrigo, até mesmo para que não se produza comodismo, é um bom começo”, indica Nilson Defaveri, coordenador de projetos do Instituto Dom Bosco, que mantém abrigos para crianças, adolescentes e também repúblicas para maiores de idade em São Paulo.

Defaveri aponta os seguintes pilares para a autonomia dos jovens: independência econômica, política e intelectual. “Queremos jovens capazes de pensar por si mesmos, a agir no espaço público e a adquirir pelo seu trabalho os bens e serviços necessários à sobrevivência material”, afirma.

Além dos trabalhos dentro dos abrigos, a participação da comunidade para a inserção desses jovens na sociedade é fundamental. Diferentemente do que ocorria no passado, quando o abrigo parecia uma prisão, no modelo atual os internos saem para estudar, fazer cursos e têm horário livre, apesar de dever satisfação. Ao sair para um curso de marcenaria, o então adolescente Thiago Costa da Silva, hoje com 29 anos, conheceu Adriana Aragão, um ano mais nova e aluna de confeitaria, com quem se casou e formou família.


Além da abertura para os jovens se integrarem com a comunidade, os abrigos costumam firmar parcerias com empresas para empregar os internos. Os adolescentes que aproveitam a oportunidade podem alçar voos inimagináveis, como o humorista Carlinhos Silva, conhecido como “Mendigo”, que começou como office-boy na rádio Jovem Pan e, além de já ser pai e ter independência financeira, construiu uma carreira de sucesso na televisão. Aos 32 anos, ele integra a equipe do “Tudo É Possível”, da TV Record. 

Mas os casos de sucesso são raros. O humorista, que teve de sair do abrigo ainda menor de idade, dá dicas para quem vive em abrigos. “Não se acomode com o que a lei te beneficia. O negócio é estudar, estudar, estudar, correr atrás e nunca desistir, porque os sonhos são sempre possíveis”, disse, lembrando saber bem que não é brincadeira ter que morar na rua – destino hoje reservado a quem completa 18 anos.

De interno a educador

Carlos Eduardo Francisco, de 24 anos, foi para o abrigo com os irmãos ainda na infância. Chegou a sair para ficar com a mãe, mas  teve de voltar quando a perdeu para o álcool. O pai ele não conhece, mas diz não sentir qualquer rancor dele. Passou a maior parte da vida com os irmãos gêmeos, Luís Henrique e  Fred (28 anos), o caçula Robson (20), e as mulheres Paula (32) e  Graziela (30).  Depois de conviver e ver alguns problemas na família, inclusive com drogas, hoje é educador, faz faculdade de Serviço Social e vive com amigas em uma república particular, onde as despesas são divididas.

A mãe não tinha como criá-lo

Josenílton Ferreira dos Santos, de 20 anos, não sabe exatamente com que idade chegou ao abrigo e não tem qualquer informação que possa levar ao paradeiro dos pais. Tudo que sabe está em seu histórico: tem mais quatro irmãos, três deles no exterior e uma na Bahia.

É nesse mesmo histórico que está a informação sobre a razão que o teria levado a morar em um abrigo. Diz o documento que sua mãe não tinha condições de criar os filhos, nem ele, nem os irmãos. 

Santos conta que já já se comunicou com a irmã que mora na Bahia e pediu ao juiz um contato com os outros irmãos, mas ainda espera por uma resposta.

Orgulho por ter uma família


Thiago Costa da Silva tem 29 anos e cresceu com o irmão Felipe, um ano mais novo. Ele não sabe nem nunca demonstrou interesse em saber as origens da família ou quem são seus pais. Amparado em abrigo desde a infância, aproveitou oportunidades em cursos profissionalizantes, onde, aos 14 anos, conheceu Adriana, com quem se casou aos 23 anos. Depois de passar por um tempo em uma espécie de república, com o irmão e amigos, casou-se e comprou um apartamento no Jardim Arpoador, zona sul de São Paulo. Hoje, ele tem duas filhas.  “Quero o melhor para elas. Todo o carinho e o afeto que não tive jamais vão faltar para elas”, garante.

Da vida real para o sucesso na TV


Depois de morar na rua e passar por unidades da antiga Febem (Fundação Estadual para o Bem Estar do Menor), Carlinhos Silva foi para o abrigo aos 7 anos. Arteiro e brincalhão, fez “tudo que é curso para ver se ficava mais calmo”. Hoje, aos 32 anos, acha que a experiência foi superpositiva e não concorda com as regalias que vê atualmente para as crianças quando visita o abrigo. Pai de Arthur Henrique, de 1 ano e 2 meses, e separado da mulher, Carlinhos avisa que nunca vai desistir de ficar perto do filho. 

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Esperança no sertão


Criado há 13 anos, no interior da Bahia, Projeto Nova Canaã transformou área seca em uma fazenda produtiva, onde crianças e adolescentes podem estudar, praticar esportes e se alimentar. Mais de 80 mil famílias já foram beneficiadas



Todas as manhãs, sete ônibus atravessam estradas de terra do sertão nordestino levando mais de 550 crianças em direção a um oásis instalado a 500 quilômetros de Salvador, na cidade de Irecê, no interior da Bahia. Os veículos, desenvolvidos para o trânsito em área rural, destoam da paisagem árida. O destino deles é o Projeto Nova Canaã, que completou 13 anos, com festa realizada no fim de agosto. A comemoração reuniu dezenas de pessoas e contou com uma homenagem aos 170 colaboradores responsáveis por transformar a vida de milhares de famílias. 

A ideia de construir um espaço que pudesse devolver a esperança aos moradores de Irecê, cidade com mais de 65 mil habitantes, partiu de um sonho do líder da Igreja Universal, bispo Edir Macedo. A área de cerca de 500 hectares – o equivalente a 500 campos de futebol – ganhou o nome de Fazenda Canaã. O projeto baseou-se em experiências missionárias na África para instalar uma inovadora técnica de irrigação que, em poucos meses, converteu uma das áreas mais secas da Bahia em ponto de apoio. A região, que havia sido castigada com a estiagem no final da década de 1990, ganhava a perspectiva de um futuro melhor a partir da fundação do projeto. 


O local, batizado hoje de Projeto Nova Canaã, oferece educação e outras atividades, como prática de esportes, teatro, culinária e artesanato. “O projeto possui, ainda, uma biblioteca com diversos livros e revistas, que ajuda a despertar o hábito e o prazer de leitura nos alunos, além de auxiliar no desenvolvimento escolar”, afirma Ionice Silva, presidente do Instituto Ressoar, braço de responsabilidade social da Rede Record. A missão ainda conta com a parceria da Associação de Mulheres Cristãs (AMC). 

Todos os esforços deram resultados. Mais de 80 mil famílias já foram beneficiadas desde o início da ação. Cerca de 70 funcionários trabalham no atendimento diário de mais de 700 pessoas e os investimentos somam mais de R$ 44 milhões. “O Projeto Nova Canaã representa inclusão e dignidade para as famílias”, completa Ionice Silva. 


Cuidar da educação de crianças e jovens da região é um dos pontos fundamentais do projeto. Segundo a presidente do Instituto Ressoar, a formação de qualidade é o que permite a mudança de realidades. Crianças de 3 a 11 anos permanecem no Centro Educacional Betel (CEB) – escola sediada na própria fazenda – em período integral, de segunda a sexta-feira. As aulas regulares vão da pré-escola ao ensino fundamental. 

De acordo com o diretor executivo Miguel Berreilho, a previsão é que em janeiro de 2013 seja inaugurada uma escola técnica para que os alunos possam dar continuidade aos estudos. “Meu sonho para o futuro é que as crianças sejam incluídas no projeto com 3 anos de idade e saiam com nível superior em uma futura universidade dentro do Projeto Nova Canaã, que será um exemplo para o mundo.”

Pensando no conforto e na segurança das crianças assistidas pelo projeto, a frota de ônibus foi modernizada, graças a uma parceira entre Rede Record, o Instituto Ressoar, e a MAN Latin America. Os veículos, utilizados para transportar as crianças dos bairros e povoados onde residem até o CEB, foram entregues durante a comemoração dos 13 anos da instituição. 

Além das atividades em sala de aula, os alunos maiores contam com a prática de esportes em diversas modalidades como futebol, natação e judô. Aulas de capoeira, dança, teatro, culinária e artesanato também estão entre as atividades extracurriculares oferecidas durante o período da tarde. “Isso proporciona uma vivência a que eles jamais teriam acesso se não fosse pelo projeto”, destaca Ionice. Os alunos mais novos realizam atividades recreativas e aproveitam o momento de lazer na brinquedoteca.


Os participantes ainda recebem assistência médica e odontológica, que se estende a todos os membros da família. Materiais de apoio como kit de higiene individual, livros didáticos e uniformes são distribuídos no local para todos. A administração da fazenda também se responsabiliza por exames e remédios prescritos pelos médicos. 

Não faltam cuidados quando o assunto é saúde. Após cada refeição, os estudantes se dirigem aos escovódromos, espaços construídos para que a hora de escovar os dentes seja tão divertida e interativa quanto um momento de lazer. Ao todo, eles realizam três refeições por dia e, ao retornar para casa, recebem um saco contendo pães, preparados na própria fazenda, para contribuir na alimentação da família. Todo o material didático e os uniformes também são fornecidos pelo próprio projeto. Os uniformes são confeccionados na fazenda, numa oficina de corte e costura equipada com maquinário completo.

Sustentabilidade


A Fazenda Nova Canaã tornou-se exemplo de iniciativa autossustentável. Os alimentos produzidos são consumidos no local e os materiais fabricados são utilizados na própria fazenda. As cadeiras e mesas da escola são confeccionadas pela marcenaria do projeto, que realiza trabalhos de manutenção e fabricação de móveis. O lucro com as vendas é revertido para a própria fazenda. A oficina mecânica também trabalha intensamente e cuida da manutenção da frota dos ônibus escolares e dos tratores utilizados nas plantações. 

A agricultura é outro ponto forte do projeto. Graças ao sistema de gotejamento, responsável pela irrigação da terra, o local tornou-se fértil e produtivo. Laranja, tangerina e outras frutas são colhidas no pomar e utilizadas como complemento na alimentação das crianças. Há também mais de 35 mil pés de mamona, cultivados para se tornar matéria-prima para a produção do biodiesel, combustível que emite menos poluentes.

A produção alimentícia não deixa a desejar. Cerca de 5 mil litros de leite são produzidos por mês no local, indispensáveis para a fabricação de queijos, iogurtes e coalhadas consumidos na fazenda. Há, também, um amplo espaço reservado para a criação de galinhas, que produzem mais de 100 ovos por semana. Toda a produção é utilizada nas refeições dos alunos da escola e dos funcionários.


Experiências de vida na TV

Cinco famílias atendidas pela Fazenda Nova Canaã serão beneficiadas durante a terceira temporada do reality show “Extreme Makeover Social”, da Record. A modelo e apresentadora Gianne Albertoni foi escalada para ajudar na construção de banheiros para a comunidade de Irecê. Gianne conta que está ansiosa pela exibição do programa, cujo foco é aperfeiçoar estruturas que atendem comunidades carentes em várias regiões do País. “Não há experiência melhor do que passar uns dias convivendo com a realidade da região e aprendendo com as experiências de vida de cada um. Contribuir com a entrega dos novos banheiros foi a melhor gratificação que poderia receber”, diz ela. Além da modelo, os apresentadores Amanda Françozo, Luciano Szafir, Bianca Rinaldi e Cássio Reis também participam da atração. Gianne Albertoni já esteve em Irecê em outras duas ocasiões: no ano passado, em reportagem para o “Domingo Espetacular”, e em março deste ano, quando visitou todas as instalações do Projeto Nova Canaã para o “Hoje em Dia”.

Para quem quiser colaborar com o Projeto

Banco Bradesco
Agência: 3036-8 Irecê
Conta Corrente: 44423-5
ABPN – Associação
Beneficente Projeto Nordeste
CNPJ: 041814051/0001-24

domingo, 30 de setembro de 2012

Voleibol feminino na Fundação Casa.













































































































































































A tarde de domingo último,  foi diferente para as 39 adolescentes da UIP-03, Mooca, zona leste de S.Paulo.Pela primeira vez,as jovens que cumprem medida sócio educativa naquela Unidade, participaram de um amistoso de voleibol, com as integrantes da Força Jovem, da Igreja Universal do Reino de Deus.O evento teve início com um "bate bola" entre as adolescentes das duas equipes, fato que transcorreu com muita camaradagem e respeito entre as 
jogadoras. Logo após, o pastor responsável pela Coordenadoria de Evangelização em Unidades da Fundação CASA, Geraldo Mélo de Vilhena, proferiu uma oração, usando o apelo do esporte para a reintegração das jovens à sociedade, e a um crescimento espiritual que as leve a um comportamento mais maduro e equilibrado.A partida transcorreu com muita alegria e animação , com a torcida vibrando muito quando qualquer um dos times pontuava. Durante o intervalo , foi servido pipoca com refrigerante para todos os presentes.Como resultado final, a equipe vencedora que levou o troféu, foi a UIP-03 , ocasião em que todas as jovens foram condecoradas com medalhas, e receberam kits com doces , livros e revistas como lembrança.Para o Coordenador da Unidade, sr.Ronaldo Bernardes Vieira, o evento agradou muito a todos, pois mesmo na atual situação em que se encontram, as jovens são lembradas com carinho e sentem-se mais valorizadas, facilitando seu retorno `a sociedade.

sábado, 29 de setembro de 2012

ESTUPRADORES:DOENTES, CRIMINOSOS NATOS OU PRODUTO DA BANALIZAÇÃO SEXUAL?



Na maioria dos países da América Latina, cerca de 50% das mulheres confessaram que a primeira relação sexual que tiveram fora forçada pelo parceiro. A proporção de mulheres que disseram ter sido vítimas de uma tentativa de abuso ou que foram forçadas por um companheiro íntimo a fazer sexo em algum momento de suas vidas é de 10,1% no Brasil (São Paulo) e chega a 46,7% no Peru (Cuzco). Essa é a conclusão a que chegou a Organização Mundial da Saúde (OMS) depois de pesquisar o comportamento sexual de diversos povos no período de 2002 até 2007. O mesmo estudo mostrou também que a violência sexual contra a mulher preocupa mais a sociedade do que o câncer ou a AIDS. Mais de 51% dos entrevistados disseram conhecer alguma mulher que já tenha sido agredida pelo companheiro, mas apenas 27% já tiveram contato com alguma vítima do vírus hiv ou do câncer de mama, por exemplo. Ainda de acordo com os relatórios, a grande maioria dos estupradores é alguém próximo da vítima, como o namorado, o marido ou um parente. Cerca de 70% das mulheres que prestaram queixa nas delegacias brasileiras disseram ter menos de 17 anos e conhecer o violentador, e em mais de 20% dos casos ele era o próprio pai ou o padrasto da vítima. Para os sociólogos, os dados levantados pela OMS são apenas a ponta de um iceberg, pois todos sabem que esse é o tipo de crime com maior “cifra negra”, ou seja, número de casos que não são denunciados, o que acaba contribuindo com a impunidade desses criminosos. “Muitas mulheres acreditam que esse seja um problema íntimo demais para ser denunciado, algo estritamente pessoal ou, então, que a violência sexual é uma fase passageira. O medo de represália por parte do parceiro também motiva essas mulheres a permanecerem em silêncio”, ensinam. Os especialistas condenam veemente esse tipo de posicionamento. Isso porque mais de 70% dos estupradores vivenciaram ou presenciaram alguma cena de violência sexual de um parente próximo quando crianças. “Se eles não foram denunciados, continuarão a fazer mais vítimas, que futuramente poderão se tornar também criminosos. Daí o ciclo se fecha e a tendência é a disseminação maciça desse tipo de comportamento que ameaça a sociedade”.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Ciúme: Onde há fumaça há fogo.

 CIÚME:NA MAIORIA DAS VEZES ACONTECE DEVIDO AO COMPLEXO DE INFERIORIDADE, A RIVAL TEM MAIS QUALIDADE OU ONDE HÁ FUMAÇA HÁ 
FOGO?

Machado de Assis, autor do clássico romance Dom Casmurro, perpetuou sua obra e sua grandiosidade literária ao abordar, de forma inteligente e realista, o ciúme e a devastação que esse sentimento pode provocar na alma e na vida das pessoas. Também na música popular brasileira o ciúme é tema frequente. Grandes sucessos de Chico Buarque, Caetano Veloso, Lupicínio Rodrigues, entre outros, abordam a relação estreita e tênue entre esse complexo sentimento e o amor. Mas, se por um lado o ciúme pode servir de base para a inspiração de vultosos artistas, por outro, ele pode ser também o responsável pelo sofrimento e tormenta na vida de muitos casais. De acordo com a quase totalidade dos psicólogos, o ciúme é um sentimento inerente à espécie humana. Em maior ou menor grau, todo mundo já o experimentou em algum momento da vida e, diferentemente do que imagina aquele que é acometido por ele, o ciúme é uma reação pessoal, voltada exclusivamente para a pessoa que o sente. É diferente, por exemplo, de algumas sensações como o medo despertado por um lugar, pela altura ou por algum inseto, que vêm do exterior (meio) para o interior (indivíduo). O ciúme em excesso é também, portanto, uma manifestação própria de personalidades com tendências egocêntricas. Quando manifestado de forma mais grave, o que pode comprometer a saúde mental e até mesmo física das pessoas, o ciúme é chamado de patológico pela psiquiatria. Nesses casos, o portador desse distúrbio paranoico não é capaz de diferenciar fantasia e imaginação da realidade. Os principais sintomas são extrema desconfiança e constante busca de provas e confissões por parte do parceiro. São comuns também ansiedade, depressão e um forte sentimento de humilhação acompanhado pelo desejo de vingança. Algumas pessoas relatam experimentar durante esses episódios um acentuado aumento da libido. Tal distúrbio, se detectado, deve ser rapidamente tratado, pois pode induzir o portador a tomar atitudes que colocam em risco a própria vida e a de outros. Há que se ressaltar também que o ciúme natural e racional, quando bem dosado, é um importante indicador da importância que se dá ao outro. A ausência dele, portanto, pode ser tão prejudicial quanto o excesso. E talvez venha daí a expressão “temperar a relação”. Como o sal, ciúme de mais pode ser perigoso; de menos, deixa tudo muito insosso e sem-graça

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

DIGA NÃO AO CIGARRO




Dia Mundial Sem Tabaco: 192 países-membros da Organização Mundial de Saúde (OMS) usam o dia para promover eventos e campanhas de conscientização, entre outras ações. A data foi instituída em 1987 pela própria OMS e é comemorado no Brasil desde 1989. Atualmente, são 1,3 bilhão de fumantes no mundo, que consomem um produto que matou 100 milhões de pessoas só no século passado e deve matar até 8 milhões por ano a partir de 2030. Atualmente, são conhecidas cerca de 70 doenças ligadas ao vício (conheça algumas nas próximas páginas). Com esses dados, a OMS promoveu, em 2005, a Convenção para Controle do Tabaco, um documento com uma série de medidas para reduzir não apenas o número de fumantes, mas os danos causados à sociedade em geral, além de um tratado assinado por 172 países. Desde então, o que se vê são leis que buscam cumprir as metas deste tratado – tais como proteção contra a exposição à fumaça, regulamentação do conteúdo do cigarro e redução da publicidade – seja em forma de leis que proíbem o fumo em locais fechados ou públicos ou colocando fotografias reais das doenças que acometem os fumantes. “O cigarro é um fator de risco controlável. As pessoas não nascem fumando, elas aprendem a fumar. O tabagismo é atribuído a 32% das mortes atualmente. Por isso, precisamos de um esforço conjunto da mídia, do Governo e da sociedade civil para diminuir esse número”, defende o Dikran Armaganijan, médico da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). “Uma pesquisa recente do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia mostrou que 42% dos pacientes diagnosticados com alguma doença relacionada ao fumo continuam fumando. O tabagismo é uma doença e deve ser tratada como tal”, complementa. Leis antitabagistas como a adotada no Estado de São Paulo estão se tornando cada vez mais comuns no mundo e a tendência é que elas não sejam revogadas, dado o amplo conhecimento da comunidade científica acerca dos riscos que o tabagismo traz para a saúde. Porém, a indústria do tabaco não aceitou muito bem essas leis. “A indústria entra com ações alegando inconstitucionalidade, pois a lei estadual bate de frente com a lei federal, constando ação da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), por exemplo, mas é processo financiado pela indústria tabagista”, diz Paula Johns, diretora-executiva da Aliança de Controle do Tabagismo. Um dos grandes vilões da campanha mundial contra o tabagismo ainda é, obviamente, a indústria do cigarro, que recorre a variados métodos para derrubar leis, driblar novas regras de publicidade e evitar que leis ainda mais rígidas os prejudiquem. “Todos os partidos políticos, exceto o Partido Verde, receberam doações de empresas tabagistas para campanhas nas últimas eleições. O nome das empresas, como a Souza Cruz e a Phillip Morris, não aparecem como doadores, o que aparecem são nomes ligados a essas empresas. A lista de políticos que receberam esse dinheiro também não é divulgada, porque ninguém quer ter o nome ligado a essas indústrias”, explica Paula. Sem saber quem são os nomes que recebem dinheiro da indústria, fica difícil apontar quem trabalha para dificultar a aprovação de leis antitabaco.
A indústria também é responsável por manter baixos os preços das folhas de tabaco e fazer empréstimos a juros exorbitantes aos fumicultores. “Eles seduzem o agricultor dizendo que o tabaco dá muito dinheiro, mas pagam o preço que lhes convêm. Depois, usam o nome das 185 mil famílias fumicultoras para pressionar o Governo a não reprimir ou taxar o plantio e também os usam como vítimas da queda nas vendas. Enquanto isso, o fumicultor está no campo, desenvolvendo diversas doenças que vão desde a intoxicação neurológica pela nicotina até a intoxicação por agrotóxicos, já que a indústria os orienta a usar pelo menos 16 tipos diferentes de pesticidas. Além disso, a cultura do agricultor é colocar a família toda para trabalhar, inclusive as crianças. Todos estão sob risco”, alerta Christianne Belinzoni, engenheira agrônoma do Ministério do Desenvolvimento Agrário. “A fumilcultura não dá muito mais dinheiro que a cultura do tomate ou do milho, por exemplo. Nossa ideia é que as pessoas mudem a cultura em suas terras”, aposta. E os malefícios do cigarro e sua indústria não param por aí. “Em Bangladesh, se todas as pessoas parassem de fumar e esse gasto fosse revertido em comida, haveria 10,3 milhões de pessoas a menos desnutridas. Há diversos estudos que relacionam tabaco e empobrecimento e atualmente 80% dos fumantes se concentram em países subdesenvolvidos. Esses países foram estimulados pelo Banco Mundial a plantar tabaco nos anos 80, pois era rentável, e no final dos anos 90 a mesma instituição resolveu divulgar os males do tabaco”, aponta Tânia Cavalcante, médica da Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro Instituto Nacional de Câncer (Inca). As ações contra o cigarro, no entanto, já dão resultados. “Em 1989, os fumantes acima dos 18 anos somavam 33% dos brasileiros. Hoje, esse número está em torno de 15%. Mas a briga continua. O câncer de pulmão é o que mais mata homens no País, e é a segunda principal causa de morte entre mulheres. Só perde para o câncer de mama”, mostra a médica. Apesar de o cerco estar se fechando, ainda há uma série de ações a serem tomadas, como a fiscalização dos componentes do cigarro pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a diminuição da publicidade nos pontos de venda e nos maços de cigarro (que atraem jovens e adolescentes), o controle de entrada do cigarro ilícito (ou “falsificado”) e a melhoria na prestação de serviços públicos de saúde ao fumante que deseja parar. “É um gargalo do Sistema Único de Saúde (SUS). O ministério compra o remédio e distribui, mas há falhas, pressão por parte da indústria farmacêutica. Todo mundo que procurar o SUS deve ser atendido e, quem se sentir desassistido, pode reclamar, inclusive acionando o Ministério Público e pedindo uma investigação”, orienta Tânia.

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