terça-feira, 14 de agosto de 2012

O álcool mata mais do que muitas doenças sérias e transmissíveis, como a aids e a tuberculose.


Álcool é responsável por quase 4% de todos os óbitos no mundo. Entre a classe média, bebida mata mais que obesidade e tabagismo


O uso abusivo do álcool mata 2,25 milhões de pessoas por ano (quase 4% de todas as mortes no mundo), sendo que cerca de 320 mil são de jovens com idade entre 15 e 29 anos. Em comparação, drogas ilícitas fazem 250 mil vítimas anualmente, segundo pesquisa recente realizada pela Universidade de South Wales, em Sydney, na Austrália. Isso quer dizer que o álcool é responsável por nove vezes mais mortes do que todas as drogas consumidas no mundo. E não para por aí: na classe média, o álcool é o maior fator de risco para a saúde, pior que a obesidade, o sedentarismo e o tabagismo.

De acordo com o levantamento mais extenso já feito sobre o assunto nos últimos 7 anos, realizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o álcool também mata mais do que muitas doenças sérias e transmissíveis, como a aids e a tuberculose. Segundo o órgão, a maior parte das mortes relacionadas ao álcool é causada por ferimentos ocorridos em decorrência do abuso da substância, cirrose e problemas cardíacos.

No Brasil, o consumo de bebidas alcoólicas cresceu nos últimos 5 anos, aumentando o risco de doenças e acidentes, de acordo com o I Levantamento Nacional sobre os Padrões de Consumo de Álcool na População Brasileira, realizado pelo governo federal. Outro estudo, feito a partir da base de dados do Datasus, mostrou que a bebida tirou a vida de 34.573 brasileiros entre 2006 e 2010. De todos os adultos que bebem no País, pelo menos 45% deles tiveram algum problema relacionado ao consumo em excesso.

A OMS elaborou uma série de recomendações para tentar barrar esse aumento da popularidade do álcool, principalmente em países emergentes como o Brasil. Entre os itens listados como essenciais pela organização, estão o aumento de impostos sobre as bebidas, a restrição cada vez maior das vendas e a adoção de programas de prevenção ao alcoolismo.

Segundo pesquisa feita pelo governo federal, de forma geral, os brasileiros apoiam as políticas públicas contra o álcool, tanto aquelas voltadas para a ampliação do tratamento e prevenção, quanto as mais restritivas.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Empurrando com a barriga

Hábito de adiar tarefas não é exclusividade de brasileiros, mas afeta a maioria, aponta estudo




Deixar para começar o regime e a atividade física na segunda-feira ou ainda apagar e-mails quando o melhor seria estar trabalhando num relatório. Afinal, quem já não decidiu fazer qualquer outra coisa, por mais desinteressante que seja, só para não realizar aquilo que é realmente necessário?


Uma pesquisa realizada pela internet, com mais de 4 mil pessoas de 22 Estados do País, mostrou que 97,4% dos brasileiros adiam atividades ao longo de sua rotina. O levantamento, feito pela Triad Productivity Solutions, empresa especializada em produtividade, foi recentemente publicado no livro “Equilíbrio e resultado: por que as pessoas não fazem o que deveriam fazer?”.


“O brasileiro adia bastante, mas todo mundo em qualquer país faz isso, porque é um hábito do ser humano”, diz Christian Barbosa, especialista em produtividade e gestão do tempo que coordenou o estudo.


O comportamento de deixar algo para fazer depois já era chamado pelos romanos de procrastinação. Em latim, procastinare significa “encaminhar para amanhã”. Agora, com a internet, não são poucas as distrações que o mundo virtual oferece e que, segundo os entrevistados da pesquisa, também são os principais motivos para a procrastinação. “O ser humano nunca precisou da internet para procrastinar, mas hoje existe uma pressão cultural para a obtenção de prazeres imediatos”, analisa a psicanalista Cecilia Orsini, membro da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo.



Deixar para depois foi o que fez Flávia Fray, de 22 anos, durante uma seleção de emprego. “Fui adiando e deixei para comparecer no último dia da entrevista. Quando cheguei lá, a vaga já tinha sido ocupada.” Na vida pessoal, os afazeres domésticos também costumam ficar para depois. “No fim, tenho de fazer tudo correndo.”


Flávia não é exceção. Segundo a pesquisa, 26% dos entrevistados dizem adiar assuntos pessoais, 13% os profissionais, 61% postergam os dois e 71% assumiram deixar tudo para fazer na última hora. “É mais comum adiar as coisas pessoais porque não tem ninguém te cobrando”, comenta Barbosa. Exercícios físicos (68%) e leitura de livro (64%) são as tarefas mais postergadas pelos brasileiros, seguidos por assuntos de saúde (53%) e planejamento financeiro (47%).


“Você deveria fazer as coisas, mas muitas vezes não as faz porque não quer enfrentar uma situação que pode ser penosa. A pessoa se autoengana, pensando que pode ser menos difícil no futuro”, diz a psicanalista Cecilia. “Não há nada contra em adiar uma coisa ou outra. O problema é quando isso se torna crônico e você deixa de realizar coisas importantes frequentemente”, diz Barbosa.


De acordo com o estudo, o sonho de se casar, mudar de apartamento ou emprego são os menos adiados e as tarefas chatas e longas são as mais postergadas. Na avaliação de especialistas, empurrar o problema com a barriga não resolve a questão. “É preciso ter a consciência de que a vida é feita de escolhas, com custos e benefícios. A gente paga por elas quer queira, quer não”, diz Cecília.


Wagner Quarterone, de 51 anos, lembra bem do estresse pelo qual passou ao adiar o envio da declaração de Imposto de Renda. No prazo limite, seu computador quebrou. Depois disso, conta, procura fazer tudo com antecedência. “Agora policio a minha agenda, até mesmo para ter a chance de errar e poder corrigir.”


Para Denise Diniz, coordenadora do Núcleo de Qualidade de Vida da Universidade Federal de São Paulo, adiar as tarefas muitas vezes gera uma sensação de impotência e frustração. “O homem tem uma necessidade psicológica de realização, o que fica diretamente associado à autoimagem da pessoa”. Para Cecília, desde que a pessoa queira, ela pode mudar o hábito de procrastinar.

sábado, 11 de agosto de 2012

“Gastava tudo com crack”




Desejo ardentemente mudar de vida, mas meu corpo treme, minha mente às vezes trava, tenho dores de cabeça.

Chegou o dia de ir para casa, ou o que era a minha casa; porque fiquei tanto tempo nas ruas que meu lar se tornou os becos, os lixos, as calçadas, a praia... Onde havia usuário de drogas, ali eu estava; não importava o local, mas importava onde tinha um ponto de venda. Eu fazia os programas e na mesma hora gastava todo o dinheiro com crack...

Cheguei ao ponto de não escovar meus dentes, perdi quatro deles.Meu cabelo era embaraçado, metade preto, metade loiro; os cachos não existiam mais, eram quebrados e sem nenhuma vida.

Minha pele estava amarelada, meus pés rachados, minhas unhas escuras e podres. Eu me sentia o lixo, o nada, queria morrer, queria minha mãe.

Ao entrar naquela casa, voltei à minha infância, ao dia em que entrei pela primeira vez naquele quarto preparado para mim, às vezes que fazia leite morno para tomar... Até do meu macarrão sem molho lembrei, até ele era bom.

Minha tia veio me encontrar, já não estava mais embriagada, seu olhar era outro, não tinha cheiro de uísque, cheirava a perfume. A casa estava limpa e um cheirinho de sopa vinha da cozinha. Ela segurou minha mão e disse:

– Minha querida, seu quarto a espera.

Achei tudo tão estranho... Como pode alguém mudar de uma hora para outra? Ela sempre foi alcoólatra, não limpava a casa, nem comida fazia... Agora estava me chamando de querida e fazendo sopa?

De olho no glaucoma


Ainda sem cura, maior causa de cegueira no País será tratada com remédio liberado por lente de contato que está em fase de pesquisa

Pesquisadores brasileiros criaram uma espécie de lente de contato capaz de liberar medicamento nos olhos que promete ser um grande aliado no tratamento do glaucoma. A doença, ainda irreversível, precisa de tratamento contínuo. O uso inadequado de colírio, o esquecimento ou a falta de recursos mostram a ineficiência do combate ao problema, que, segundo o professor da pós-graduação em glaucoma da Universidade Federal Paulista (Unifesp), Paulo Augusto de Arruda Mello, atinge 1,2 milhão de pessoas no País e é a maior causa de cegueira no Brasil.


"Concluímos a fase de bancada da pesquisa com sucesso. Usamos um princípio ativo que diminui a pressão do olho em um dispositivo de liberação controlada. A forma da lente ainda será desenvolvida até chegarmos ao modelo mais confortável para o paciente, mas trabalhamos com silicone como matriz no dispositivo que estamos usando", explicou José Roberto Rugero, coordenador da pesquisa realizada durante 3 anos no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), com ajuda de profissionais da Unifesp e apoio do Conselho Nacional de Pesquisa (CNPq), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e da empresa Ophthalmos.


Agora, a pesquisa será testada, o que exige um financiamento em torno de R$ 1 milhão, segundo Rugero. A previsão é de que sejam necessários mais 2 anos de estudo até o produto chegar ao mercado. "Iria facilitar muito a adesão ao tratamento", acredita o presidente da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, Aderbal Alves Jr. "Como o glaucoma é comum em idosos, há problema de esquecimento de um tratamento que tem de ser diário e durante a vida toda."


De acordo com Mello, a fidelidade ao tratamento é a grande vantagem de usar um dispositivo que libera a droga na concentração adequada, diferentemente do colírio. Segundo ele, o glaucoma se dá pelo aumento da pressão no nervo ótico, o que pode ser detectado em exames oftalmológicos. A doença, afirma ele, apesar de não ter sintomas em 80% dos casos, é mais comum começar a se manifestar em quem tem mais de 40 anos, em negros, pacientes com mais de 6 graus de miopia e ainda por herança genética.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

“Ódio, um obstáculo”

Um mês se passou. Dias e noites com fortes dores no corpo. Em minha mente, a cada segundo o desejo pela droga. Os enjoos eram constantes. Já não tinha mais vontade de morrer e sim de viver, de mudar de vida, mas quão difícil foi.


Eu ouvia palavras de fé, que Deus mudaria minha vida, mas em troca deveria dar a minha vida a Ele.


Consegui um emprego. O que eu ganhava no mês não chegava aos pés do que eu tirava num dia de programa. Mas havia uma diferença: o dinheiro rendia, eu não sei como...


Comecei a me arrumar, deixei meu cabelo loiro e com cachos crescer.


Não usava mais aquelas roupas apertadas que pareciam que iam rasgar no meu corpo, minha maquiagem não era mais escura e sim suave. Meu sorriso estava voltando; às vezes ainda pensava nas drogas, mas meu desejo de sair delas era tão grande que todo dia eu pedia a ajuda de Deus.


Meu corpo estava parando de tremer, as náuseas haviam sumido, não fui mais aos pontos de drogas, eu queria muito mudar, para isso eu tive que negar meus desejos e me sacrificar.


Fui mudando aos poucos, com muita luta, e perseverando na minha fé.


Havia um grande problema em minha vida, maior até que o crack... O ódio. Ódio pela menina que agora já não era mais a "coisa", e sim uma menina. Eu não conseguia falar o seu nome, era algo que estava dentro de mim, não conseguia tirar.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Unipro na Bienal


Editora terá vários lançamentos e a presença de escritores em estande temático




De 9 a 19 de agosto, a 22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo será a principal atração da capital paulista, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, Avenida Olavo Fontoura, 1.209, em Santana. Até para quem não tem o hábito de ler, a concentração de grandes autores e importantes lançamentos editoriais chamará a atenção. Com o tema "Livros transformam o mundo, livros transformam pessoas", o evento, que reunirá em um espaço total de 60 mil m² as principais editoras, livrarias e distribuidoras do País, será imperdível para os 800 mil visitantes – estimativa da organização. Quem estiver presente vai observar a beleza do estande temático da Unipro Editora, que remeterá ao Templo de Salomão citado na Bíblia. O espaço também lembrará o megatemplo – um empreendimento grandioso da Igreja Universal –, cuja construção está em andamento em São Paulo, no Brás. A Unipro apresentará vários lançamentos editoriais. O principal será o "Nada a perder", do bispo Edir Macedo. O livro conta a impressionante trajetória de vida deste brasileiro, que é um dos principais líderes evangélicos do mundo. Nesse primeiro volume de uma trilogia, Edir Macedo surpreenderá o leitor com o relato de experiências vividas por ele.




Atenção ao público infantil


O livro "Aventuras escolares de Mot-latsi", por exemplo, conta a experiência de Moti, que passa valiosas dicas de como reverter a situação do bullying (leia mais aqui). Outra dica fica por conta de "No Mundo de Aline", a história de uma menina que passa por muitas dificuldades após o nascimento do irmão. Com 300 m², a Unipro estará localizada no estande G60, onde os leitores encontrarão várias obras.




Encontro com autora


O livro "A Mulher V", com mais de 1 milhão de exemplares vendidos, é sucesso entre o público feminino. A autora, Cristiane Cardoso, dá dicas de como ser uma mãe mais atenciosa, uma filha mais amorosa, uma esposa mais respeitadora e uma pessoa melhor, sem deixar de ser elegante, feminina, virtuosa e atenta a valores espirituais. O audiobook, lançado recentemente, também estará disponível no evento e será autografado pela autora (confira a agenda das sessões de autógrafos no fim desta página).


Especialmente para os jovens




No livro "O perfil do jovem de Deus", o autor, Renato Cardoso, dá orientações aos jovens cristãos de forma esclarecedora e aborda questões que são fundamentais, entre elas: é possível ser jovem e ser de Deus ao mesmo tempo? A quem devo seguir? Como suportar a pressão de novas responsabilidades? Estas e outras perguntas são respondidas e analisadas pelo escritor, autor também do livro "Casamento Blindado".


"É comum vermos adolescentes fumando, bebendo e procurando fazer coisas que possam dar ao mundo que o rodeia uma imagem do tipo: ‘Vejam todos como eu sei o que estou fazendo!’ Sem dúvida, isso é muito prejudicial ao jovem. É por essa razão que o jovem de Deus deve dar um passo à frente dos demais e reconhecer que tudo que o envolve neste momento tem uma grande influência no que ele é e faz e no que virá a ser", observou Renato Cardoso.


Autor dos EUA está confirmado


O autor norte-americano Damien Jackson virá ao Brasil especialmente para o lançamento do livro "Eu Deveria Estar Morto". A obra conta a história do autor, um rapaz que vivia nas ruas dos Estados Unidos, usava e vendia drogas e não acreditava em Deus. A história é real, cheia de ação, suspense e surpreende pela dura realidade vivenciada por este jovem, que realiza em seu país um importante trabalho com viciados e integrantes de gangues de rua.


Além de livros, a editora Unipro apresentará nesta Bienal do Livro uma grande novidade: os leitores poderão ler e adquirir as obras no formato e-book, que permite a leitura em equipamentos modernos como smartphone, computador, iPad, Kindle ou Galaxy Tab.


Confira a programação das tardes de autógrafos:


A Unipro Editora apresentará muitas novidades para os leitores que visitarem o seu estande durante a 22ª Bienal do Livro de São Paulo. Autores nacionais e internacionais autografarão no local.


Dia 9 – A Turminha da Fé animará a criançada e mostrará vários lançamentos infantis às 15horas


Dia 11 – O escritor Americano Damien Jackson apresentará o livro "Eu Deveria Estar Morto" às 18 horas 


Dia 12 – A escritora Aline Munhoz e Moti Bernardino autografarão a "Série infantojuvenil Godllywood" às 18 horas


Dia 17 – A Turminha da Fé comparecerá mais uma vez, com lançamentos infantis, às 15 horas 


Dia 18 – Renato Cardoso autografará o livro "O Perfil do Jovem de Deus" e Cristiane Cardoso o livro (e o audiobook) "A Mulher V" e a agenda "Godllywood 2013". Eles estarão presentes às 18 horas

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

MULHERES NO CRIME:


Quase a totalidade de crimes contra a Previdência no Brasil é cometida por quadrilhas lideradas por mulheres. Na criminalidade de modo geral, elas também têm se destacado nos últimos anos. Entre a população carcerária feminina já condenada, 60% estão sob a Lei de Tóxicos, por uso ou tráfico. Entre os homens, a proporção cai para 15%, segundo o Ministério da Justiça. Portanto, já é possível afirmar que, no País, o tráfico de drogas é predominantemente feminino. O transporte internacional de entorpecentes também é praticado, em mais de 90% dos casos, por mulheres. 


Os dados colhidos são relativos a 2007 e divulgados pelo Sistema Integrado de Informações Penitenciárias (InfoPen), do Ministério da Justiça e mostram que o perfil do criminoso no Brasil está passando por um período de intensa transição.

As pesquisas revelaram também que, apenas nos últimos cinco anos (de 2002 a 2007), o número de mulheres encarceradas subiu de 3% para 6%. Do total de presos em delegacias e penitenciárias brasileiras, estimado em 420 mil detentos, existem atualmente 25,8 mil mulheres.

Como a expansão do sistema carcerário não acompanhou a evolução da mulher no mundo do crime, o resultado é que, a exemplo do que acontece nas prisões masculinas, as mulheres também estão sofrendo com a superlotação das celas. Do total de 467 penitenciárias informadas pelos Estados ao Ministério da Justiça, apenas 40 delas são destinados a mulheres, mas apenas 15 em todo o País oferecem estrutura e porte adequados para abrigá-las, o que corresponde a 3% do total.

Quanto ao perfil dessas infratoras, o InfoPen relata que a maioria tem entre 18 e 24 anos e é da cor branca (cerca de 30%, contra 10% da raça negra). Apenas pouco mais de 3% são analfabetas e mais de 30% têm apenas o ensino fundamental incompleto. As que concluíram a 8ª série são apenas 10% e as que possuem ensino superior não representam nem 0,5% da população encarcerada.

Para os especialistas, a entrada de mulheres no mundo do crime é mais uma consequência da má distribuição de renda. “O Brasil tem melhorado sua força econômica frente ao mundo, mas a parcela da população que tem se beneficiado desse crescimento é ínfima. Além do mais, os investimentos em educação ainda são uma afronta à imagem do País e, enquanto isso não for resolvido, dificilmente o quadro se reverterá”, esclarecem.

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