APESAR DA REVOLUÇÃO SEXUAL PROMOVIDA PELAS GERAÇÕES DE
60 E 70, UMA PESQUISA INGLESA MOSTRA QUE HOMENS E MULHERES POUCO MUDARAM
NA FORMA COMO BUSCAM E ENCARAM O SEXO
Um estudo realizado pela Universidade de
Durham, na Inglaterra, comprovou o que há anos o senso comum já dizia:
homens e mulheres encaram o e buscam por sexo de forma bastante
distinta, mesmo hoje, em pleno século 21. Segundo a pesquisa, mulheres
só estão dispostas a se envolverem em relações sexuais casuais se houver
grande probabilidade de o envolvimento se transformar em
relacionamentos de longo prazo. Quando isso não acontece, elas confessam
que se sentem usadas e envergonhadas de si mesmas.
O mesmo não acontece com o sexo masculino. Mais de
80% deles afirmaram que manter relações sexuais sem compromisso e com
parceiras as mais variadas é uma forma de ganhar autoconfiança. Eles
também se sentem orgulhosos pelo ato e ainda costumam contar aos amigos
mais próximos a experiência que tiveram.
Entre as mulheres, pouco mais de 53% encaram uma
relação sexual casual como positiva. Mesmo nesse grupo, vez por outra o
sentimento de frustração e decepção as perseguem. Algumas mulheres
confessam que se sentem satisfeitas com as relações sexuais esporádicas e
com parceiros diversos, mas dificilmente a sensação de angústia, que
vem logo após a experiência, passa em branco.
É consenso, entre médicos e psicólogos, que as
mulheres se preocupam mais com a qualidade do sexo do que com a
quantidade. Já os homens são educados desde pequenos com a ideia
inversa: a de que o importante é a quantidade de presas. Por isso, eles
desfrutam as relações de curto prazo com diversas parceiras de maneira
mais natural e prazerosa. Afinal, ao agir assim, o instinto masculino
está mostrando para si mesmo que está cumprindo o papel para o qual foi
designado.
Por fim, a conclusão do estudo é que, de fato, as
mulheres não gostam do sexo casual, diferentemente dos homens. Mesmo
assim, devido aos ciclos menstruais e à conturbada manifestação das
cargas hormonais, é comum que algumas delas acabem aderindo a essa
cultura tipicamente masculina.

Apesar
de ilegais, os matrimônios forçados ainda são comuns em algumas regiões
da Índia. O de Laxmi foi acertado por seus pais no estado do Rajastão,
ao norte, quando tinha apenas 1 ano de idade. Rakesh, seu marido, era um
pouco mais velho à época, tinha 3.
A
Organização das Nações Unidas (ONU) ainda colabora com encontros para
debater o tema e compartilhar histórias. Em Malawi, por exemplo, uma
garota de 12 anos foi abusada por um parente. Quando seus pais souberam,
exigiram uma cabra como reparação. A violência gerou uma gravidez
prematura que, sem o tratamento médico adequado, levou a menina à morte.










