terça-feira, 15 de maio de 2012

"HOMEM DÁ AMOR PARA CONSEGUIR SEXO E MULHER DÁ SEXO PARA CONSEGUIR AMOR"

APESAR DA REVOLUÇÃO SEXUAL PROMOVIDA PELAS GERAÇÕES DE 60 E 70, UMA PESQUISA INGLESA MOSTRA QUE HOMENS E MULHERES POUCO MUDARAM NA FORMA COMO BUSCAM E ENCARAM O SEXO



Um estudo realizado pela Universidade de Durham, na Inglaterra, comprovou o que há anos o senso comum já dizia: homens e mulheres encaram o e buscam por sexo de forma bastante distinta, mesmo hoje, em pleno século 21. Segundo a pesquisa, mulheres só estão dispostas a se envolverem em relações sexuais casuais se houver grande probabilidade de o envolvimento se transformar em relacionamentos de longo prazo. Quando isso não acontece, elas confessam que se sentem usadas e envergonhadas de si mesmas.

O mesmo não acontece com o sexo masculino. Mais de 80% deles afirmaram que manter relações sexuais sem compromisso e com parceiras as mais variadas é uma forma de ganhar autoconfiança. Eles também se sentem orgulhosos pelo ato e ainda costumam contar aos amigos mais próximos a experiência que tiveram.

Entre as mulheres, pouco mais de 53% encaram uma relação sexual casual como positiva. Mesmo nesse grupo, vez por outra o sentimento de frustração e decepção as perseguem. Algumas mulheres confessam que se sentem satisfeitas com as relações sexuais esporádicas e com parceiros diversos, mas dificilmente a sensação de angústia, que vem logo após a experiência, passa em branco.

É consenso, entre médicos e psicólogos, que as mulheres se preocupam mais com a qualidade do sexo do que com a quantidade. Já os homens são educados desde pequenos com a ideia inversa: a de que o importante é a quantidade de presas.  Por isso, eles desfrutam as relações de curto prazo com diversas parceiras de maneira mais natural e prazerosa. Afinal, ao agir assim, o instinto masculino está mostrando para si mesmo que  está cumprindo o papel para o qual foi designado.

Por fim, a conclusão do estudo é que, de fato, as mulheres não gostam do sexo casual, diferentemente dos homens. Mesmo assim, devido aos ciclos menstruais e à conturbada manifestação das cargas hormonais, é comum que algumas delas acabem aderindo a essa cultura tipicamente masculina.

sábado, 12 de maio de 2012

Casamento forçado

A indiana Laxmi Sargara, de 18 anos, conseguiu um feito, até onde se sabe, inédito no país: anulou seu casamento, arranjado quando ela era um bebê
Apesar de ilegais, os matrimônios forçados ainda são comuns em algumas regiões da Índia. O de Laxmi foi acertado por seus pais no estado do Rajastão, ao norte, quando tinha apenas 1 ano de idade. Rakesh, seu marido, era um pouco mais velho à época, tinha 3.


Ela só entendeu que já estava casada recentemente, quando seus sogros a "exigiram". Tentou, em vão, apelar a seus pais para que cancelassem tudo. O socorro veio de uma ONG (organização não governamental), que trabalhou para convencer o cônjuge, no início reticente, a assinar uma anulação.


O casamento forçado não é exclusividade dos indianos. Segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), países em desenvolvimento têm mais de 60 milhões de mulheres que "se casam" na infância, antes dos 18 anos. A instituição tenta prevenir novos casos com proteção e educação nas unidades de assistência emergencial, como fez no Paquistão em dezembro, após inundações na província de Sindh.


A Organização das Nações Unidas (ONU) ainda colabora com encontros para debater o tema e compartilhar histórias. Em Malawi, por exemplo, uma garota de 12 anos foi abusada por um parente. Quando seus pais souberam, exigiram uma cabra como reparação. A violência gerou uma gravidez prematura que, sem o tratamento médico adequado, levou a menina à morte.


Entidades como a Coalizão Internacional pela Saúde da Mulher alertam que, exatamente, por isso, matrimônios combinados, sem consentimento dos menores, são uma grave violação aos direitos humanos. Há riscos de saúde, como problemas na gravidez e chance de contrair doenças sexualmente transmissíveis (DST), além de complicações sociais e educacionais.


A prática é condenada pela ONU, mas precisa ser combatida também nas regiões mais ricas do mundo. A Grã-Bretanha divulgou pesquisa, realizada em 2011, que revelou que nos 400 casamentos forçados descobertos foi encontrada até uma criança de 5 anos.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Leite para as famílias dos internos da Fundação Casa.



Foi um sábado de manhã fria em que os voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus que fazem a obra de Deus na Fundação Casa, tomaram uma decisão de levar leite para as famílias dos internos da Fundação Casa de São Paulo.





























Esteve presente o pastor Geraldo Vilhena (coordenador de evangelização em unidades da Fundação Casa de São Paulo) falou para as famílias que o maior problema das famílias e principalmente dos interno é espiritual e que a unica forma de resolver esta situação e usando a fé sobrenatural. Finalizando fez uma oração.




















CASAR VIA "GOLPE DO BAÚ"

ATÉ QUE OS BENS OS SEPAREM: DEPOIS DE ANOS BRIGANDO NA JUSTIÇA, MEL GIBSON SAI DERROTADO E TERÁ DE DIVIDIR SUA FORTUNA DE R$ 1,5 BILHÃO COM EX-MULHER


AINDA ASSIM, É DE RUPERT MURDOCH O DIVÓRCIO MAIS CARO DE QUE SE TEM NOTÍCIA: MAGNATA DA MÍDIA INGLESA TEVE DE DESEMBOLSAR US$ 1, 7 BILHÃO À EX-MULHER

Depois de quase dois anos brigando na Justiça, o astro de Hollywood Mel Gibson perdeu a disputa para a ex-mulher, Robyn,  e agora terá de dividir com ela toda a sua fortuna, hoje estimada em R$ 1,5 bilhão, no que será um dos divórcios mais caros da história.

Robyn Gibson entrou com pedido de divórcio em 2009, depois de 28 anos de casamento com o ator de "Máquina Mortífera", citando diferenças irreconciliáveis. O casal se separou dias depois da prisão de Gibson em 2006 por dirigir embriagado.

Mel Gibson, hoje com 55 anos, teve sete filhos com Robyn. Gibson também tem uma filha de um ano de seu antigo relacionamento com a cantora russa Oksana Grigorieva.

O DIVÓRCIO MAIS CARO DO MUNDO

Rupert Murdoch, dono da News Corp., que controla os jornais The Wall Street Journal, The Times e a rede de TV Fox, entre outros,  passou pelo  divórcio mais caro de que se tem notícia: US$ 1,7 bilhão. O valor representa quase um terço do que o empresário possui hoje, uma fortuna avaliada em US$ 6,3 bilhões, informa a revista Forbes (Leia sobre a crise empresarial de Murdoch no último parágrafo)

MICHAEL JORDAN E JUANITA

Michael Jordan, um dos maiores jogadores de basquete de todos os tempos, está rindo à toa. Motivo: O acordo de divórcio entre o atleta e sua ex-mulher Juanita atingiu a cifra de US$ 168 milhões. Qualquer outro "mortal" estaria em prantos com a decisão judicial, mas o valor a ser pago a Juanita não corresponde nem à metade da fortuna que Michael acumulou durante o casamento.

VÍTIMAS DE CASAMENTO POR INTERESSE TÊM DIREITO DE ANULAR  UNIÃO NA JUSTIÇA

Segundo o Código Civil Brasileiro, o erro, ou a indução ao erro quanto à identidade do cônjuge, é motivo suficiente para anular a união. Esse "equívoco" pode acontecer, por exemplo, quando uma pessoa finge ser o que não é para induzir a outra ao casamento. Tal prática é caracterizada como "Crime de Falsidade Ideológica". Por meio desse artigo, Francine, pronta para dar o que ela imaginar ser o grande "golpe do baú", conseguiu anular o casamento com o falso usineiro.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

RELAÇÕES PERIGOSAS



VIOLÊNCIA DO MARIDO OU COMPANHEIRO É O PROBLEMA QUE MAIS PREOCUPA AS BRASILEIRAS


NOS ESTADOS DO NORTE E NORDESTE A SITUAÇÃO É AINDA PIOR, LÁ MAIS DA METADE DAS MULHERES JÁ SOFREU ALGUM TIPO DE ABUSO E QUASE 80% NÃO SE SENTEM SEGURAS NAS RUAS, NEM DENTRO DE CASA

Dados divulgados no final da semana passada pela Agência Estado mostram que a violência doméstica ainda é um dos crimes mais temidos pela mulheres e que, diferentemente do que se imagina, esse tipo de violência não está mais restrito às regiões periféricas das grande cidades. Hoje ele atinge de forma praticamente uniforme todas as classes sociais. Os números comprovam esse cenário: em todo o País, para 33% das mulheres o problema que mais as preocupa é a violência do marido ou parceiro, além do medo de agressão por algum estranho, fora de casa.

Mais de 50% das entrevistadas confessaram ter sofrido algum tipo de violência do companheiro ou conhecer ao menos uma mulher que já tenha sido vítima desse tipo de agressão. Outras 51% disseram ter amigas ou conhecidas que preferem não denunciar o agressor por julgar o atendimento ineficiente, por não acreditarem na justiça ou simplesmente por medo de retaliação.

NORTE E NORDESTE LIDERAM VIOLÊNCIA

Esses dados vêm legitimar a ascensão do crime doméstico, e em especial contra as mulheres, verificado nos últimos anos no Brasil. No Sul e  no Sudeste, os casos que chegaram às delegacias aumentaram 9% entre 2007 e 2011. Na periferia das grandes cidades, as mulheres que declararam se sentir desprotegidas e com medo dentro da própria casa passaram de 43% em 2006 para 68% em 2011. Os estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste continuam recordistas. Mais de 62% das moradoras dessas regiões já  declararam ter sofrido algum tipo de violência dentro de casa, e 74% confessaram não se sentir seguras também quando estão nas ruas.

Apesar dos números, o Ibope e as autoridades competentes acreditam que esses valores sejam bem maiores, uma vez que apenas uma pequena parte presta queixa do companheiro. Prova disso é que três em cada quatro entrevistadas consideram que as penas aplicadas nos casos de violência contra mulher são irrelevantes e que a Justiça trata com descaso as vítimas desse crime. Quase 60% consideram os serviços de atendimento totalmente ineficazes ou muito pouco funcionais.

MEDO DE APANHAR
Quando interrogadas sobre o que acham que acontecerá com a mulher logo após uma denúncia, 33% confessaram que "quando o marido fica sabendo, ele reage e ela apanha ainda mais"; 27% responderam que não acontece nada com o agressor; 21% creem que o agressor será preso; outras 12% supõem que o agressor irá receber apenas uma multa ou será obrigado a doar uma cesta básica. Há também aquelas que acreditam ser mais seguro ficar calada e sofrendo agressões do que confiar na Justiça depois da denunciada.

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