“Criança de 10 anos rouba a arma do pai, fere a professora e se mata.” Fatos assim têm sido cada vez mais frequentes, não só no Brasil, como nos Estados Unidos e Europa. Por que, hein? Seria o final dos tempos? Não creio que seja o final, mas o princípio do final. E, acreditem, vai piorar cada vez mais. Muito mais do que se possa imaginar e retratar.
Só quem não nasceu do Espírito não percebe a fúria, quase indomável, do inferno no planeta Terra. Lúcifer sabe que seu fim está próximo. Por conta disso, tem investido as forças que lhe restam para arrebatar o máximo de gente consigo. As profecias de Isaías 24, entre outras, dizem respeito aos nossos dias. A Noiva me preocupa. A Igreja do Senhor Jesus. Ela parece ter sido sequestrada e está prestes a ser morta. É um grande sinal dos Tempos.
Preocupo-me por aqueles que um dia provaram o poder de Deus e deixaram a fé. Quaisquer que sejam os motivos, insignificantes ou não, não vêm ao caso. O fato é: trocaram a salvação da alma por um prato de lentilhas. E agora? Vão ficar aí parados, como um dois de paus, esperando mágica de Deus? Não se enganem, meus caros. Até quando vão contar com a paciência Divina?
O caminho de volta está aberto. É estreito, é apertado, mas dá para passar. Enquanto você está vivo, há chance de retornar. Basta querer. Você é quem decide! Se quiser, nem todo o inferno poderá barrá-lo! Seja munido de coragem e fé em Nome do Senhor Jesus Cristo!
“João, às sete igrejas que se encontram na Ásia, graça e paz a vós outros, da parte daquele que é, que era e que há de vir, da parte dos sete Espíritos que se acham diante do seu trono e da parte de Jesus Cristo, a Fiel Testemunha, o Primogênito dos mortos e o Soberano dos reis da terra.” (Apocalipse 1.4,5)



De acordo com uma das produtoras do programa, Bianca Vasconcelos, os temas são minuciosamente escolhidos pelos apresentadores, pela produção e pelos próprios telespectadores. “Em geral, são situações cotidianas de um casal, problemas de fácil solução, porém, dependendo de como são encarados, acabam se transformando em verdadeiros desastres. Procuramos abordar temas mais ‘alegres’, capazes de levar as pessoas à reflexão”, destaca.
















































