
CORRUPÇÃO NAS ALTAS ESFERAS, SOMADAS À VIOLÊNCIA URBANA BRASILEIRA, CONSOME R$ 130 BILHÕES DOS COFRES PÚBLICOS, VALOR EQUIVALENTE A 5% DO PIB, MOSTRA FGV
COM ISSO, PAÍS DEIXA DE CRESCER 2% AO ANO
OS CUSTOS DA VIOLÊNCIA E DA CORRUPÇÃO NO BRASIL, que inclui crimes contra o ambiente, o enfrentamento ao tráfico, os desvios de verbas públicas e demais delitos políticos, superam os R$ 130 bilhões ao ano, o equivalente a 5% do Produto Interno Bruto (PIB). Com isso, o Brasil deixa de crescer 2% ao ano. É o que revela um estudo publicado recentemente pela Fundação Getúlio Vargas e divulgado no mês passado.
COM APENAS 3% DA POPULAÇÃO MUNDIAL, o Brasil concentra 9% dos homicídios cometidos em todo o planeta. Os homicídios cresceram 29% na década passada e entre os jovens esse crescimento foi ainda maior: 48%. As mortes violentas e os homicídios são 88 vezes maiores que as ocorridas nos países europeus, como na França, por exemplo. “As ações de terrorismo urbano como as praticadas por traficantes no Rio de Janeiro são raras pelo mundo”, publicaram os especialistas da Fundação Getúlio Vargas.
MESMO TENDO REDUZIDO 80% O NÚMERO DE HOMICÍDIOS no período de 1999 a 2010, a cidade de São Paulo registra cerca de 2 mil roubos diariamente. Desse total, menos de 3% dos criminosos são presos no momento do crime. Os outros 97% continuam livres pelas ruas da cidade, ou recebem pena que não condiz com o tipo de atentado praticado, o que os leva a reincidir na criminalidade.
OS INVESTIMENTOS EM INTELIGÊNCIA POLICIAL, tecnologia e policiamento comunitário, investimentos em prevenção, mudanças na demografia e, sobretudo, um bem-sucedido programa de controle de armas implementado pelas polícias e pela Guarda Civil Metropolitana de São Paulo foram decisivos para a redução dos crimes na cidade, mas outras regiões, principalmente o Norte e Nordeste, não têm tomado tais medidas.
O RESULTADO DESSA POLÍTICA DE COMBATE ao crime se reflete diretamente no ranking da passividade mundial: o Iraque está na 121ª posição; Israel, na 119ª , e a Nigéria, na África, na 117ª . O Brasil ocupa a 83ª posição.

“Trabalhar para que os adolescentes reflitam sobre o que fizeram, mudem e retornem a sociedade como jovens de bem”. Este foi o discurso usado pela diretora da Semiliberdade Fênix, Rosana Marfil de Oliveira, durante a comemoração do 4º aniversário do centro socioeducativo. A festa aconteceu nesta terça-feira (27 de setembro).
No meio do show, Sula Miranda deu um depoimento sobre sua vida e disse que hoje ela se alimenta das palavras de Deus. “Tive fase na minha vida que vivia numa escuridão. Fazia shows para milhares de pessoas, mas quando acabava e as luzes se apagavam eu me sentia sozinha”, disse Sula Miranda. “Como experiência de vida, para mudarmos temos que permitir ser moldados por Deus”.
Segundo a diretora Rosana, a festa foi um sucesso pela dedicação dos funcionários e pela grande colaboração da Associação de Mulheres Cristãs da Igreja Universal do Reino de Deus. “É muito bom contar com a colaboração de parceiros como os integrantes da Igreja Universal, que fazem um trabalho de assistência religiosa com os adolescentes”, destaca a diretora.
Se o seu passado vem à tona e lhe causa muitos prejuízos, se não sabe como livrar-se de maldições hereditárias que encontram espaço para destruir a sua vida, aprenda, então, a dar um basta nesta situação. Onde? Em um dos Cenáculos do Espírito Santo do mundo inteiro.




Se antes o crack era uma droga ligada à imagem de moradores de rua ou às classes mais baixas de grandes centros urbanos, hoje ele atinge todas as camadas da população e até mesmo áreas rurais do interior do País. “A expansão de oferta do crack é impressionante. Eu não conheço uma cidade pequena que não tenha um ponto de venda de droga”, pontua Carlos Salgado, psiquiatra e presidente do conselho consultivo da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas.


