quarta-feira, 27 de julho de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
IURD em uma manhã de sábado realiza um café especial para as mães dos internos da Fundação Casa.


Aos finais de semana, a rotina de muitas mães é a mesma; visitar o filho internado na Fundação Casa. Certamente, não foi o que elas planejaram para o futuro deles, mas muitas vezes, estar ali é o sinal de uma nova chance. Quantas mães, que perderam os filhos para o tráfico e a criminalidade, queriam ter a oportunidade de poder vê-los com vida, mesmo sendo atrás das grades.
Para alguns, a visita é um ponto de contato com o mundo lá fora, distante dos muros da construção antiga da Fundação. Para outros, revê-los é aumentar a dor da ferida que continua aberta. E isso é visto em cada olhar, no coração apertado de uma mãe que não sabe quando vai poder cobrir o filho novamente na cama quentinha... Esse foi o desabafo de uma mãe que prefere não se identificar; “Eu peço para não fecharem o portão, porque ele ainda não chegou ... aí, eu lembro que ele não tá mais com a gente”. Outra mãe não esconde a dor em dizer que os cuidados que oferecia ao filho na infância eram bem diferentes dos que ele recebe hoje internado – “tava com febre dava um remedinho, quando se machucava, ganhava um beijo e tudo passava ... E agora, quem cuida dele?”
Na maioria dos casos, essas mães não têm culpa de ter os filhos internados. Eles, influenciados por outras pessoas, trilharam o caminho sombrio do crime, mas são elas que pagam o preço, diga-se de passagem, alto demais.
Na longa fila de mães, uma gestante que concorda com a revista policial –procedimento feito aos visitantes para constatar se não trazem objetos proibidos aos presos - mas se sente humilhada ao ser expor com outras mães.
Para uma parte da sociedade, esses menores infratores não têm mais jeito.

E é na contramão que o grupo de Evangelização da Igreja Universal do Reino de Deus aposta na recuperação desses adolescentes. Os voluntários abrem mão do descanso do final de semana para confortar essas famílias. “Passeio” esse que não tem preço e já faz parte da rotina.
No último sábado, além de oferecer roupas e calçados às famílias, o grupo distribuiu marmitex com feijoada na saída das visitas. Motivo de grande alegria, já que o almoço é incerto em algumas dessas casas. Para o pastor Geraldo Vilhena, responsável pelo trabalho de Evangelização na Fundação Casa de São Paulo e os voluntários da IURD, nada mais gratificante do que estar na própria folga ajudando esses lares que não sabem o que é ter paz há muito tempo.


















MORTE DE FAMOSOS NA FAIXA DOS 30

MORRE AMY WINEHOUSE: COM UMA VOZ QUE CONDENSAVA TIMBRES COMO OS DE BILLIE HOLIDAY, ETTA JAMES, NINA SIMONE E ARETHA FRANKLIN, AMY ENTRA PARA A GALERIA DOS GRANDES NOMES DA MÚSICA MUNDIAL MORTOS AOS 27 ANOS
Amy Winehouse, a maior voz da moderna soul music, se une a uma galeria de expoentes da música pop mortos aos 27 anos, no auge da fama e da criatividade. Foi assim com o guitarrista Jimi Hendrix, Janis Jopli, Jim Morrison e Kurt Cobain. Em comum além da pouca idade, todos eles tiveram um talento profundo e raro, mas também problemas relacionados à fama, ao abuso de álcool e de drogas pesadas.
LIGAÇÃO ANÔNIMA
Na manhã de sábado, 23 de julho, uma ligação anônima à polícia pedia socorro a uma jovem desfalecida em um prédio de Camden, no norte de Londres. A pessoa que fez o chamado já foi identificada, mas seu nome continua em sigilo. Assim que os paramédicos chegaram ao local constataram que a “jovem desfalecida” não respirava. Amy Winehouse foi então declarada morta. Minutos depois, a notícia já percorria o mundo.
SEM EXPLICAÇÃO
Um porta-voz da polícia britânica afirmou que a morte de Amy, por enquanto, ainda não tem explicação. Os paramédicos que a atenderam também não arriscam palpites, apesar do histórico de vida de Amy ser conhecido por todos. Somente a autopsia, prevista ainda para esta segunda-feira (27), poderá afirmar com exatidão a causa da morte de Amy. Mesmo assim, um amigo próximo da cantora disse, em entrevista para o site TNZ, que Amy esteve num famoso pub da cidade um dia antes de morrer, onde teria comprado cocaína e ecstasy.
GRITOS
Na madrugada de sexta-feira, poucas horas antes de Amy morrer, um vizinho de flat dela, que também preferiu não se identificar, disse em entrevista para a mídia britânica ter ouvido gritos vindos do apartamento de Amy. “Era como se alguém estivesse gritando de dor, de muita dor”, disse. O depoimento será investigado pela polícia.
TRAJETÓRIA
1983: nasce, em um subúrbio do norte de Londres, Amy Winehouse.
1993: forma um grupo de rap chamado “Sweet’n Sour” Ingressa naSylvia Young Theatre Scholl.
2003: lança o primeiro álbum, intitulado “Frank”. O disco teve boa recepção pública, mas Amy se diz insatisfeita.
2006: sofre um longa crise depressiva, o que a obriga a se afastar dos palcos. De volta, lança Back to Black, álbum que lhe rende 5 prêmios Grammy
2007: casa-se com Blake Fielder-Civil, que é preso pouco tempo depois.
2008: é detida após brigar em uma festa de Natal. Seu pai anuncia que ela tem enfisema provocado pelo consumo excessivo de drogas. Amy nega. É internada em uma clínica de recuperação.
2009: nova internação. É processada por agredir um homem que a fotografou bêbada, no Natal.
2011: faz sua primeira turnê pelo Brasil, com shows no Rio de Janeiro, São Paulo, Florianópolis e Recife. Em junho, cancela o show que faria em Belgrado. No dia 23, é encontrada morta em seu falt, no norte de Londres.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
MENINAS EM CORPO DE MULHER

ADOLESCENTES CADA VEZ MAIS CEDO: HÁ DUAS DÉCADAS PUBERDADE SE MANIFESTAVA, EM MÉDIA, DEPOIS DOS 15 ANOS NAS BRASILEIRAS; HOJE, JÁ DÁ SINAIS ANTES DOS 10
PESQUISADORES RELATAM CASO EXTREMO EM QUE OS PRIMEIROS SINTOMAS DA MENOPAUSA – QUE SURGEM EM TORNO DOS 50 ANOS – SÃO RELATADOS POR CRIANÇA DE 9 ANOS
A exposição constante e cada vez mais cedo aos estímulos sexuais, seja por meio da TV, da Internet ou da música, tem feito com que a adolescência se manifeste, atualmente, bem antes do que se via há cerca de 20 anos, concluíram os pesquisadores da Universidade de Navarra, em Barcelona, na Espanha.
Há duas ou três gerações, a adolescência começava a se manifestar física e comportamentalmente depois dos 15 anos de idade. Hoje, ela começa a dar seus sinais bem antes disso, próximo dos nove ou 10 anos, no máximo. Aos 17, é muito comum uma adolescente já ser mãe, ter experimentado vários relacionamentos, sustentar vícios e ter definido, nesta fase, quais serão os rumos definitivos de sua vida, mostra a pesquisa.
AOS 4 ANOS, SEIOS; AOS 9, MENSTRUAÇÃO
Uma dona de casa de Galveston, no Texas, mal pôde acreditar quando sua filha Sharon, de apenas 4 anos de idade, começou a desenvolver seios. Três anos mais tarde, surgiram pelos no púbis e nas axilas da garota. Aos 9, ela já tinha o corpo definido e começou a menstruar.
Depois de uma série de consultas médicas, não foi constatado nenhum problema de saúde ou de disfunção hormonal em Sharon. Para os médicos, esses são sintomas clássicos de uma geração que está ficando adulta cada vez mais cedo. Outros casos não menos preocupantes são os de crianças que, antes dos 10 anos, já apresentam sintomas e comportamentos típicos da menopausa. "O grande problema, no entanto, é que o físico está evoluindo numa velocidade muito maior que o intelectual", alertam.
SEXUALIDADE PRECOCE PODE ESTIMULAR CRIMES DE PEDOFILIA
Um dos resultados mais inquietantes da sexualidade precoce é o aumento do número de crime de pedofilia e de gravidez na adolescência, que tem aumentado de forma proporcional ao amadurecimento repentino dessa geração. Além disso, com corpos completamente definidos antes dos 15 anos, muitos criminosos do sexo alegam que jamais pensariam estar tentando ter relação sexual com uma menor, depoimento este que está entre os mais ouvidos nas delegacias de polícia.
MÃES ADOLESCENTES SÃO MAIORIA NO NORDESTE
Em Sergipe, por exemplo, 32% dos partos realizados em 2009 foram de mães adolescentes. No mesmo ano, a capital, Aracajú, registrou mais de 150 atendimentos a vítimas de abuso sexual e 25 denúncias de exploração sexual envolvendo menores. No Sul e Sudeste números não chegam a 50% dos verificados na região mais carente do País.
Enquanto a média para o início dos relacionamentos afetivos fica em torno dos 17 anos no mundo todo, a dos brasileiros cai para os 13 anos. Como consequência, um em cada quatro dos partos atendidos pela rede hospitalar do SUS é de mulheres com menos de 19 anos. E a cada ano, são registrados em todo o País cerca de 30 mil partos de meninas de 10 a 13 anos
(Ministério da Saúde)
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