quinta-feira, 4 de março de 2010

IURD Bispo Macedo


Sexo com o diabo – Capítulo 14 (Final)
“O texto a seguir é a continuação do testemunho de Maria de Fátima da Cruz Carvalho. Veja também os capítulos
1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12 e 13

Agora eu já sabia como lutar contra esse anjo/demônio. Se eu disser aqui que essa luta contra o tal anjo/demônio foi fácil, mentirei. Foi uma caminhada dura e agressiva. Eu decidi começar a frequentar essa igreja, a fazer correntes de oração (coisa que eu nunca tinha ouvido falar).
O tal anjo/demônio ficou enfurecido e ficou muito mau. Ele me atacava e me dizia: “Tu não vais.” Isso pode parecer muito estranho a você, mas o certo é que com as tais correntes de oração que eu fazias às sextas-feiras, ele, o anjo/demônio, começou a não conseguir mais tocar no meu corpo. Então, ele tentava me atingir com palavras destruidoras. Foi uma luta dura.
Mas, por ouvir a Palavra de Deus, aprendendo e mudando as minhas atitudes, me afastando de tudo que era contra a Palavra de Deus, descobri que eu era possuída por um demônio, e que ele estava dentro de mim (isso me foi esclarecido por um bispo da Igreja).
Aprendi que usando o Nome do Senhor Jesus, crendo, mas crendo sem duvidar (tendo fé), o bicho já não conseguiria mais me tocar. Então, mudei mesmo o rumo da minha vida através da fé no Senhor Misericordioso Jesus.
Experimentei a Força e o Poder do Nome do Senhor Jesus Cristo. Nas minhas correntes de oração, os pastores faziam orações fortes que faziam o tal anjo manifestar e ser expulso. Esses homens eram usados por Deus para me ajudar.
Eu manifestava muito forte e agressivamente; não me lembrava de nada. Quando voltava a mim, via os pastores com camisas rasgadas, cadeiras viradas; eu ficava muito cansada. No princípio, até pensava que eles me hipnotizavam, mas não, era ele, o anjo, que se recusava a me deixar. Mas o meu filho, muitas vezes, me dizia: “Mãe, tu parecias um monstro!”
Houve uma mudança. Comecei a mudar e isso foi notado por várias pessoas, e uma delas foi um amigo meu de muitos anos. Ele decidiu vir à Igreja também, e nesse dia eu manifestei. O meu amigo ficou muito indignado, e quando estávamos voltando para casa, ele me perguntou: “Oh, Fátima, me diz a verdade; nós nos conhecemos há muitos anos, aquilo era encenação ou real?” Eu só lhe respondi: “Epa! É real.”
A partir desse dia, esse meu amigo também começou a frequentar a Igreja e manifestou também com uma força do mal. Hoje, liberto, ele serve a Deus.
Foi e sempre será uma luta constante contra as forças do mal. Depois de eu estar 2 anos na presença de Deus, a minha mãe faleceu, mas quando me lembro do que eu escrevia para ela a Deus, vejo que Ele é fiel. A minha mãe teve a alegria de me ver na presença do Senhor.
Devo ao Senhor Jesus Cristo a misericórdia e a oportunidade de ter sua Sua Palavra revelada a mim; e à minha querida mãe, por nunca ter desistido de mim.
Hoje, sou liberta de tudo. Cocaína jamais. Depressão jamais. Molestada, violentada, jamais. O demônio, já não o vejo mais, já não o ouço, mas sei que ele existe e quer me destruir. E a tal frase que eu ouvia na minha mente se fez verdadeira na minha vida: “Descobrireis a verdade, e a verdade vos libertará.”
Essa é a verdade: que forças do mal existem e que estão num espaço oculto e o objetivo deles é nos destruir. A Terra, as casas, a matéria, não são alvo deles, mas sim, nós, os seres humanos, criaturas de Deus.
Acreditem se quiserem, compreendam se puderem.
Não sou louca. Nunca fui louca.
Eu, Fátima, hoje com 49 anos, sei que demônios e satanás existem e farão tudo o que puderem para me destruir, a mim e a você, que pensa que eles não existem, porque eles vivem no oculto.
Quando decidi mesmo escrever a minha história real e verdadeira de vida, não é e nunca será minha intenção de mostrar ou evidenciar que sou melhor ou pior do que alguém, mas tinha que falar ao mundo da minha experiência de vida com as forças malignas de satanás.
Eu já estava havia 10 anos na Igreja, mas não tinha coragem de contar ao mundo este lado e como o Senhor Jesus me libertou de todo o mal. A glória e a honra ao Senhor Jesus eu dou. Só a Ele, só ao Senhor Jesus e a mais ninguém, juntamente com o Seu Espírito Santo, que também é uma força oculta.
Eu, Fátima Carvalho, testifico que Deus existe e satanás também. Tenho a maior prova de que existe um Deus que liberta e salva.
A coragem de falar ao mundo veio quando a minha neta de 3 anos disse-me um dia: “ Vovó, tem um monstro que costuma estar no meu quarto.”
Aí, algo me tocou o coração e eu disse ao meu filho: “É ele, o safado, o demônio.” Então, disse dentro de mim: “Safado, vou te desmascarar, seu nojento!” Agora eu já sabia como lutar contra esse demônio.
Tinha uma vergonha que machucava. Então, decidi falar com Deus. Para quem não acredita, nós podemos falar com Deus. Ele também é um Espírito. Se eu falava com um demônio, imagina agora! Eu falava e falo com Deus.
Eu Lhe disse: “Deus, leva-me à Tua terra.” Então, aconteceu que a Igreja fez uma excursão a Israel. A oportunidade havia chegado. Fui à Israel em missão.
Disse mais a Deus quando estava em Israel. Saí pela madrugada em Nazaré, e disse-Lhe: “Senhor, há muitos anos o Senhor caminhou, quem sabe, por essas ruas. Por favor, dá-me coragem e tira de mim essa vergonha, para eu poder falar ao mundo de tudo o que eu passei nas mãos de satanás, e eu, Fátima, Te glorificarei todos os dias da minha vida; servir-Te-ei, meu Senhor.” E assim aconteceu.
Em junho de 2006 (engraçado, que foi no dia do meu aniversário), a Igreja perguntou-me se eu queria dar o meu testemunho. Ninguém sabia desta parte. Ouviam como Deus havia me libertado das drogas e das outras coisas, mas do safado do anjo eu sempre tinha vergonha de falar. Mas, nesse dia, eu gritei ao mundo o que o tal demônio havia me feito e como foi banido da minha vida, através do Senhor Jesus Cristo.
Deus me deu a coragem que Lhe pedi. E agradeço ao bispo Macedo e à Igreja Universal do Reino de Deus por terem acreditado na história real e verdadeira da minha vida. O diabo trabalha com sugestões e dúvidas em nossas mentes. Deus trabalha com a fé e a certeza.
Desde o dia em que eu o desmascarei, não pense que ele ficou parado. Mas, eu agora sei como lutar contra ele (eu não tenho poder ou força alguma), mas sim O que vive dentro de mim. Satanás é um mentiroso, ele prega a maior mentira à humanidade: Faz crer que ele próprio não existe.
Hoje, sou uma mulher feliz, com paz interior, liberta de todo o mal. Não existe, para mim, dinheiro que possa pagar o que Deus, pela Sua misericórdia, me deu.
Todos nós temos Problemas, mas sei como enfrentá-los, porque agora conheço o Anjo bom. Frustração, depressão, medo, não fazem mais parte da minha nova vida.
Eu não era a única pessoa da minha família que era perseguida por esse mal. Mas, através da nossa fé em Cristo Jesus aprendemos a enfrentar e combater as forças malignas.
Lutarei, lutarei, lutarei.
Forças satânicas existem, acredite você ou não. Eu fui alvo disso. Mas foi me dada a oportunidade de conhecer uma Força Superior que se chama Jesus Cristo.
Lutarei, lutarei sempre, pois prefiro morrer lutando a dar a vitória a um demônio!
Considerações
Eu, Fátima C. Carvalho, nasci em 9 de junho de 1960, em uma ilha chamada São Tomé e Príncipe, uma ex-colônia portuguesa.
Em 13 de maio de 1962 cheguei a Portugal em um navio chamado Guanza. Cheguei a Lisboa, capital de Portugal, e nunca mais voltei àquela ilha. Um dia gostaria de voltar lá, pois é muito bonita.
Com a minha mãe aprendi o dialeto da ilha de São Tomé e também entendo o dialeto de Príncipe.
Depois de ter chegado a Portugal, fui morar na margem sul do Tejo (chamada de Cruz de Pau), e nessa localidade cresci.
A decisão de ter escrito este livro é para que pessoas que sofrem do mesmo problema que eu sofri possam saber o caminho a seguir.
Foi a minha neta Melanie, com apenas 3 anos de idade, que me alertou para a armadilha que o tal anjo/demônio estava tramando contra a minha família. Na inocência dela, me disse: “Vovó, um monstro costuma entrar no meu quarto, me fazendo medo.”
Ela me alertou. Era ele (o anjo/demônio). Eu pedi a Deus coragem porque eu tinha vergonha de contar ao mundo.
Deus me deu coragem e tirou essa vergonha.
Que seja uma bênção!
Notas
Experiência
Quando o bispo surgiu naquela noite e me disse assim: “Filha, você vai escrever um livro”, eu pensava que não seria capaz. Tentei, durante 3 anos, escreve-lo. Sempre que começava, essa força oculta do mal tentava me impedir. Várias coisas aconteciam. Coisas que a mente, muitas vezes, não conseguia uma explicação (mas eu sabia era ele tentando me impedir).
Escrevi este livro todo à mão porque foi a maneira de o fazer para que esse safado do demônio visse que as mesmas mãos que ele usou para escrever coisas ao contrário, hoje são usadas para glorificar ao Senhor Jesus que o derrotou.
Às vezes, acontecem coisas que a lógica não consegue explicar. Foi preciso muita oração, jejum, determinação, dedicação e certeza. Hoje, acabei este livro e sei que ele levará muitas pessoas que sofrem do mesmo problema que sofri a saberem que existe uma saída, um caminho para ser feliz.
Nós não nascemos para sofrer. A Palavra de Deus diz: “Eu vi satanás, como um raio, cair do céu.” (Lucas 10:18). “O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir.” (João 10:10).
Roubar: a paz, a felicidade e a alegria;
Matar: a nossa alma para sempre (no inferno);
Destruir: a criação de Deus (homem).
Mas a Palavra de Deus também diz: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.” (João 10:10). Abundância em todas as áreas de nossas vidas.
Para a humanidade que não acredita em forças ocultas, eu digo: Analisem vossas vidas e vejam se elas existem ou não. Quando não queremos ou não entendemos, é mais fácil dizermos que não existem.
Deus vos abençoe e se revele para todos os que lerem este livro.
Maria de Fátima da Cruz Carvalho

quarta-feira, 3 de março de 2010

Você é aquilo que você come


'VOCÊ É AQUILO QUE VOCÊ COME':A AFIRMAÇÃO PROCEDE, É USADA APENAS PARA 'VENDER' OU NADA MUDA O QUE A GENÉTICA DETERMINA?
O Japão é conhecido mundialmente pela longevidade de seus habitantes. No país, existem mais de 20 mil pessoas que já ultrapassaram os 100 anos, e, de acordo com os nativos da Terra do Sol Nascente, o controle da alimentação é o principal fator para viver mais e com maior qualidade. Lá, obedece-se a uma regra milenar da alimentação: “hara hachi bu” (“oito décimos da barriga”). A expressão é uma recomendação para que se pare de comer assim que o estômago atingir 80% de sua capacidade’. Estudos recentes mostram que uma alimentação simples, à base de arroz, peixes, algas e soja, é a chave para a longevidade. Os japoneses, que têm nesses produtos a base da pirâmide alimentar e cuja população desfruta a maior expectativa de vida do planeta, são a maior prova da veracidade dessa teoria e da eficácia do ‘hara hachi bu’. Já foi provado que a redução de calorias na dieta prolonga a vida de camundongos. Em humanos, no entanto, isso nunca foi testado. Mas é certo que uma redução equivalente, para o homem, seria 1050 a 1570 calorias, ou seja, metade ou 3/4 das 2100 calorias diárias recomendadas pelos Estados Unidos, um dos países mais obesos do mundo. De acordo com a maioria dos cientistas, isso explica a expectativa de vida norte-americana ser de aproximadamente 77,5 anos, ante os 84,6 dos japoneses. Apesar das tradições, atualmente os nipônicos com menos de 40 anos estão optando por uma dieta mais ocidentalizada, com muita gordura e excesso de açúcar. Isso tem preocupado o governo japonês, e pode ser uma das causas para que a expectativa de vida lá tenha experimentado uma ligeira queda nas últimas décadas. Mas a alimentação não é capaz de tudo. A herança genética, segundo alguns especialistas, age diretamente no tempo de vida das pessoas. Assim, aqueles que tiveram antepassados que viveram muito têm mais chances de viverem mais também. Agora, se há histórico de doenças graves na família, que interromperam a vida de alguns integrantes precocemente, aí então é que a alimentação adequada entre em jogo, afinal, ela pode agir de forma a compensar o que a carga genética não foi capaz de prover.

terça-feira, 2 de março de 2010

IURD Bispo Macedo


Sexo com o diabo – Capítulos 11, 12 e 13
“O texto a seguir é a continuação do testemunho de Maria de Fátima da Cruz Carvalho. Veja também os capítulos
1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10
O meu pai levou a minha mãe a essa igreja que se chama Igreja Universal do Reino de Deus.
No dia em que meu pai levou a minha mãe, eu não conseguia nem me levantar da cama, e o anjo/demônio me dizia: “Tu não vais lá. Tu não vais à casa do Homem da Cruz!” Eu não entendia o que ele estava me dizendo; o certo é que eu não conseguia me levantar da cama, estava doente, fraca.
A minha mãe começou a frequentar essa igreja e eu comecei a ficar muito chateada com ela. Minha mãe começou a ficar melhor, até que um dia ela deixou de ouvir de vez o anjo; ela ficou livre dele. Ela disse: “Milagre!”
Em contrapartida, eu estava morrendo lentamente. Teimosa, não aceitava ir a essa igreja. O tal anjo me batia e me dizia sempre: “Tu não vais lá”.
Várias vezes eu dizia à minha mãe: “Eu, ir àquela igreja? Igreja de vigaristas?” Ela só me dizia: “Você vai, queira você ou não. Eu sei que você vai!”
Eu a via com fotos minhas e lhe dizia: “Mãe, a senhora anda me fazendo mal, levando minhas fotos para essa igreja dos brasileiros?” Eu tinha tanta raiva quando via minha mãe ir à Igreja. Só a acompanhava para irritá-la, e o safado do anjo me dizia: “Tu não entras, tu não vais lá!” Quando eu chegava na porta da igreja e minha mãe entrava, eu ficava do lado de fora, dizendo àqueles homens: “Ladrões, vigaristas brasileiros; eu nunca virei aqui!” Coitada da minha mãe, ela ficava bem envergonhada.
Isto durou aproximadamente dois a três anos. Minha querida mãe nunca desistiu.
Ela não sabia escrever, então, me pedia para escrever-lhe coisas que eu nem entendia para que, mas, coitadinha de minha mãe, ela não sabia escrever. E eu, toda perturbada, dizia: “Ok. Dê-me que eu escrevo.” E uma das coisas que ela me pediu, que jamais irei esquecer, foi o seguinte. Ela me disse: “Escreve como eu estou dizendo, Faty! Fátima servirá a Deus.” E repetiu ela: “Escreve; olha que Ele (Deus) está te vendo!” Eu, atormentada, pensava enquanto escrevia: “Eu nunca vou servir a este Deus dela! Deus! Deus!”
Eu, ignorante, não sabia que naquele momento minha mãe estava participando de uma campanha de fé. Mas a minha vida estava entrando em um abismo total e profundo.
Ao acordar, numa manhã de maio (estávamos no ano de 1996/1997), decidi que naquele dia iria pôr fim à minha vida, pois estava toda dolorida por ter sido mais uma vez violentada pelo anjo/demônio. Decidi que daquele dia eu não passava. Não disse nada a ninguém.
Escrevi uma carta aos meus pais e a deixei em minha casa. Fui deixar meu filho com os meus pais e disse-lhes: “Tenho que fazer algumas coisas.”
Dei folga à minha empregada. Comprei muita cocaína e comecei a caminhar para o abismo final. Eu ia morrer.
Comecei esta caminhada, uma decisão forçada pela possessão demoníaca de que era alvo, porque, a essa altura eu já conseguia saber que aquele anjo era muito mau.
No meu adeus à vida (na realidade da minha vida), fumei e cheirei aquela cocaína toda. Peguei o meu carro com um pouco de coca que ainda tinha e fui para o Pontão de Cacilhas, onde várias pessoas que conheci já haviam se jogado e morrido ali. E ele, o anjo, me dizia exatamente estas palavras: “Vai, acaba contigo. És uma verme; estais só e acabada. O que te resta? Vai, te joga, te joga, atira-te.” E eu, parada, olhava para o rio e dizia: “Quando acabar esta coca, me atiro. Assim que cheirar a última carreira, me atiro.”
Ao mesmo tempo, na minha cabeça, ouvi algo diferente que por vezes ouvia dentro da minha mente: “Descobrireis a verdade e ela te libertará.” Mas eu não entendia, não prestava atenção; eu queria acabar comigo.
No adeus de uma vida sem valor, sem rumo, deixaria para trás minha família, meu filho, toda a vergonha e especialmente esse anjo mau.
Tudo escureceu na minha mente.
Não consigo dizer, precisamente, o que me aconteceu. Só sei que quando voltei a mim, eu estava dentro dessa igreja. Eu me virei para um homem e lhe disse: “O que faço aqui? Eu não gosto de vocês!” O tal homem me respondeu: “Foi a senhora que veio até aqui.”
Comecei a chorar muito. Esperava que aquele homem que estava ali à minha frente me maltratasse, me julgasse, mas não, nada disso me aconteceu, ao contrário, ele me escutou e disse: “Existe uma saída para o seu sofrimento.” Eu lhe disse: “Então, vou fazer tudo o que o senhor me disser.”
Hoje eu sei que foram as orações da minha mãe que me levaram até ali, e que a misericórdia de Deus me trouxe até onde o Senhor estava. Não que eu mereça alguma coisa, mas este Deus é misericordioso. Deus havia me dado uma oportunidade.
A minha luta contra o tal anjo havia começado agora.
Considerações
O livro Sexo Com o Diabo retratou, ao longo de todos esses treze capítulos, todo o sofrimento de uma mulher durante boa parte de sua vida. Em meio a enganos, tristezas, drogas, violência e abundante amargura e aflição, uma luz surgiu para que a principal protagonista desta impressionante história real fosse resgatada de seu abismo, aparentemente sem fim.
Ao final desta saga em prol de uma paz verdadeira, você vai saber como Maria de Fátima alcançou a saída deste obscuro e oculto jogo de terror e morte.
Nesta quinta-feira (04/03), na última parte desta dramática história, você ficará sabendo o que levou essa mulher, até então sofredora, a ter finalmente uma vida nova e feliz.
Publicado por
Bispo Edir Macedo

segunda-feira, 1 de março de 2010

Mais casas em 2010


Mais casas em 2010
Por Alice Mota redacao@folhauniversal.com.br Rio de Janeiro (RJ) – O projeto “Cimento Social”, de autoria do senador Marcelo Crivella (PRB), segue em 2010. A primeira casa deste ano foi entregue no início de fevereiro no bairro Botafogo, no município de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Em 2009 foram entregues oito casas no estado do Rio de Janeiro e dezenas foram reformadas. A mais nova beneficiada é a pernambucana Gilvanda de Lima da Silva, de 43 anos. Viúva, ela mora com seus cinco filhos e trabalha como ajudante de cozinha e serviços gerais. O projeto tem por objetivo ajudar as famílias das comunidades de baixa renda a concluir ou construir suas casas com estabilidade estrutural e condições sanitárias. No ano passado, beneficiou moradores dos municípios de Piabetá, Duque de Caxias, São Gonçalo e da capital – no Morro da Providência e no bairro Taquara. As residências foram entregues mobiliadas. Para continuar realizando o sonho da casa própria de pessoas carentes no estado, Crivella também tem contado com recursos próprios através da venda de seus CDs. Recurso para Caxias Para Duque de Caxias, Crivella obteve o repasse, através de emenda orçamentária, de R$ 1,5 milhão para a construção de casas populares visando beneficiar famílias de baixa renda. Outra ação do senador para esta cidade foi a obtenção de recurso no valor de R$ 11 milhões para obras da rede de esgoto. O projeto também tem chamado a atenção de outras prefeituras, a exemplo das de Angra dos Reis e Friburgo, que pretendem implementá-lo.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Polêmica religiosa

Polêmica religiosa

Lei sancionada por Eliseu Santos como prefeito interino em abril de 2008 estabeleceu multa para quem deixar restos de animais mortos em vias públicas e se transformou em uma polêmica entre religiões. Sentindo-se vítimas de preconceito, seguidores de religiões afrobrasileiras protestaram na Câmara de Vereadores de Porto Alegre. Apresentado pelo vereador Almerindo Filho (PTB), pastor da Igreja Universal do Reino de Deus, o projeto foi sancionado pelo então prefeito interino, Eliseu Santos (PTB), ligado à Assembleia de Deus.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

IURD Bispo Macedo


Sexo com o diabo – Capítulos 9 e 10
“O texto a seguir é a continuação do testemunho de Maria de Fátima da Cruz Carvalho. Veja também os capítulos
1, 2, 3, 4, 5 e 6, 7 e 8

Durante o dia, tudo parecia normal (para os que conviviam comigo). Mas a figura do anjo/demônio se tornou a maior perseguição: onde quer que eu estivesse, ali ele estava (nas aulas, na rua, no carro, onde quer que eu estivesse ali estava ele colado em mim), sempre sussurrando ao meu ouvido: “És minha! Não podes fugir de mim. Vai, te mata!” A voz dele sempre dentro de mim, dentro do meu ouvido.
À noite, eu saia e dançava em festas particulares para a alta sociedade, mas nenhum homem podia me tocar, porque eu, possuída pelo anjo/demônio, era muito agressiva, e usava um chicote nas minhas danças.
“Amitaf, a possuidora da noite.” Alguém que tentasse me tocar enquanto dançava corria o risco de levar uma chicotada, mas aquelas pessoas achavam o máximo.
Em uma dessas minhas saídas noturnas, quando cheguei em casa na companhia do safado do anjo, o meu tormento diário, ele me disse: “Hoje serás minha, minha!” Eu fiquei apavorada.
Morava com o meu filho e uma empregada. Eles já dormiam. Eu estava com tanto medo porque deixei de ver o anjo, mas sentia sua presença, seu cheiro, o negro de sua roupa perto de mim (ai, estava louca!); eu tremia toda.
O anjo já tinha tentado me tocar várias vezes, porque, às vezes, eu sentia as mãos dele percorrendo as minhas pernas e eu sempre gritava para ele: “Larga-me, deixa-me! Saia daqui. Tu não me tocas.” E ele parava. Mas, nessa noite, eu sentia que ele ia me fazer alguma coisa muito má, pois o meu coração batia muito depressa. E assim eu ia vivendo.
Naquela noite, o anjo me paralisou na cama. As mãos dele me sufocavam o pescoço. Pensei mesmo que ele me mataria naquele momento, quando, de repente, senti o peso de um homem sobre meu corpo; uma dor que penetrava meu corpo, o meu ventre. Todo o meu corpo suado, suas mãos me acariciavam, me machucavam. Eu não conseguia me mexer, gritar, falar, fugir. Estava sendo possuída por um homem invisível, um homem que ninguém via. Estava louca, mas aquilo estava mesmo acontecendo comigo.
Foi uma penetração dolorosa e prolongada. Quando o anjo demônio safado acabou o serviço eu estava toda molhada. Fiquei por muito tempo na cama até poder me mexer e conseguir levantar para ir ao banheiro. Quando levantei, quase voltei a cair.
Ai, como falar disto? E a quem? Estava mantendo relações sexuais com uma coisa invisível (ninguém, mas ninguém no mundo iria acreditar).
No dia seguinte, quase não conseguia andar com as dores que sentia nos meus ossos. Eu era professora de ginástica e nunca havia sentido tamanhas dores nos ossos e nos músculos como naquele momento.
A partir desse instante só um pensamento me vinha à cabeça: matá-lo. Mas, como, se ele aparecia e desaparecia? Então comecei a pensar em me matar.
O anjo/demônio começou a usar meu corpo e me dizia: “És a minha mulher, és minha.” E passei a ter um anjo/demônio como um marido invisível. É coisa de louco. Eu estava louca.
O anjo jamais deixava algum homem se aproximar e se o fizesse acabaria mal. Foram anos de sofrimento, tortura. Ele usava e abusava do meu corpo, me violava, me estuprava. Eu sofria calada, me sentia suja, humilhada; eu o odiava.
Incrível é poder acreditar que se tem um marido (espírito, algo invisível). Eu o odiava. Odiava aquilo que ele me fazia. Eu tinha noites de masturbação infernal, dolorosas, com o peso da mão dele sobre a minha (como contar isto? Ninguém vai acreditar em mim, ninguém). Eu sempre digo que se alguém se masturba, pode ter a certeza que um espírito está ali presente com a pessoa (acreditem se quiserem, mas eu, Fátima, passei por isso).
O anjo/demônio se apoderava do meu corpo de uma forma, que várias vezes eu estava num lugar e quando voltava a mim estava em outro. Ele usava meu corpo. Essa é a razão pela qual várias vezes eu não conseguia me lembrar de como havia chegado àquele lugar. O que havia feito, o que havia acontecido. Não, não, eu não sou louca, dizia eu para mim mesma várias vezes.
E ele sempre falando ao meu ouvido: “Vai, te mata, te mata!”
Na rua eu sempre aparentava ser feliz. As pessoas, especialmente homens me diziam: “És bonita.” Eu me achava a mulher mais feia e horrível. Eu cobria os espelhos da minha casa para não me ver neles.
Em casa sofria com depressão, tristeza. Eu chorava muito, fumava a todo instante e o tal anjo só me dia: “Vai, fuma sua cadela!” Eram mesmo essas palavras que ele usava: “Fuma, fuma, sou eu que quero que tu fumes.”
Eu só pensava em morrer, morrer. Muitas vezes, tentei matar meu filho, pois o anjo queria matá-lo. Ele queria o meu filho desde o dia em que ele nasceu. Cheguei a abandonar meu filho no meio da noite em um lugar chamado Mata dos Medos, onde são feitos trabalhos de bruxaria, feitiçaria e outros mais. Mas o Deus misericordioso me chamou à razão de mãe e voltei atrás, indo buscá-lo.
Como me machuca trazer isso à minha memória de novo, porque ainda hoje meu filho, já adulto, se lembra desse momento. Oh, Deus!
Eu só pensava em acabar com a minha vida. Como dizer aos meus pais a vida que eu levava? Como é que as pessoas iriam reagir? Se eu falasse do anjo, seria internada no hospital. Não, não! Só a morte era a saída.
De dia era uma professora (disfarçava bem), mas completamente drogada. E de noite eu era Amitaf, outra pessoa. Ninguém com quem falar.
Eu falava para minha mãe, e ela, coitada, tentava me ajudar. Nós íamos aos bruxos, todos nós íamos. Pensávamos que era normal porque até os médicos nos mandavam fazer. Os bruxos (medicina popular), usavam também o crucifixo, como na igreja. Nós pensávamos mesmo que havíamos encontrado a solução.
No entanto, o certo era que eu não conseguia pará-lo de me molestar. Eu era violada todas as noites por um homem que ninguém via. Eu estava para ficar doida. Como sair desse tormento? Como? Estava eu num beco sem saída.
Só a morte me faria escapar das mãos dele, pensava eu.
Morrendo, o anjo/demônio já não me molestaria.
Nós éramos religiosas. Eu e minha mãe fazíamos promessas a uma imagem (de nome Fátima). Engraçado como o tal anjo/demônio brincava com as nossas crenças religiosas e cegueira espiritual.
Quando me casei (se vocês se lembram, nos capítulos anteriores), eu falei que ele, o anjo, me mandou comprar uma roupa especial de noiva, um Sari indiano.
Meu Sari veio mesmo da Índia, tanto que as pessoas estranharam. As pessoas tinham a mania de me achar extravagante.
Nesse conjunto do Sari havia um manto que ele, o anjo, me mandara ofertar a tal imagem de Fátima. Pensava eu que estava fazendo algo para ser feliz no meu casamento.
Um dia, estando na casa da minha mãe, com ele sempre me perseguindo, no meu quarto de infância, o anjo/demônio estava me bombardeando com ideias suicidas e me dizia: “Vou te matar. Vou matar o teu filho. Vou matar a tua família toda!” E comecei a lhe dizer: “Não vais! Tu não és um anjo; és mau. Tu és um porco, te odeio!” Ele se enfureceu e me empurrou contra a parede. Minha mãe ouviu e perguntou-me, vindo ao meu encontro: “Faty, quem está aí contigo?” Eu perguntei à minha mãe: “Mãe, você me ouviu? É ele, ele!”
A partir desse momento, minha mãe começou a ser atacada por ele. Ela passou a ouvi-lo. Ele nos dizia que iria matar a todos, toda a minha família. A minha mãe parecia uma louca, estava passando o mesmo que eu, só que apenas eu o via e ouvia; ela apenas o ouvia.
Chamamos bruxos e médicos. Meus familiares quiseram levar minha mãe para o hospital. Eu gritei: “Não, nunca! Ninguém interna a minha mãe!” Estávamos sendo alvo do tal anjo. Ele queria nos matar a todos. Minha família não gosta de falar nisso, pois é motivo de vergonha.
Eu estava vendo-o dizer a minha mãe que iria matar os filhos dela. Ele enforcou a minha cunhada e o meu sobrinho pequeno viu.
O anjo empurrava minha mãe. Ela o empurrava.
Veio um bruxo à nossa casa e disse-nos que toda a família se reunisse no corredor e fizéssemos a oração do Pai Nosso à meia-noite. E aí fizemos. Eu lhes dizia: “Ele está à nossa frente, falando o Pai Nosso de trás pra frente.”
Outro bruxo foi lá em casa. Cuspia fogo pela boca e quase queimou a minha mãe. Coitada da minha mãe, estava sendo atacada pelo anjo mau; ele ia matar a minha mãe. A minha querida mãe agora também passava os dias sendo atacada por ele.
Outro bruxo nos disse que sumiria com aquilo lá de casa. Que nada. O tal bruxo mandou mais (demônios, bichos), porque eu os via; eram como animais deformados.
Nessa noite, que o tal bruxo falou que correria com aquilo dali, coitada da minha família: minha irmã estava com muito medo; foi dormir comigo e com o meu filho. O safado se instalou para viver na nossa casa.
Minha mãe piorou. Ela não só ouvia a voz do anjo como também de todos os outros (anjos maus) que estavam com ele.
Eu nunca deixei que a internassem. Ao mesmo tempo, o tal safado do anjo continuava me molestando e abusando de mim, dizendo que toda a minha família era dele.
Conversando com minha família, fiquei sabendo que quando ainda era um bebê tive um problema (eu ainda estava em São Tomé e Príncipe), e os meus pais, coitados, levaram-me a um curandeiro. Hoje eu sei que foi por sermos tão ignorantes no verdadeiro caminho o que essa atitude poderia representar no futuro. Foi quando fui apresentada e oferecida a este dito anjo. Nós não sabíamos.
Minha mãe já não podia sair às ruas porque, se ela o fizesse, o tal anjo tentava matá-la.
Um dia, meu pai encontrou uma senhora, amiga da família, que tinha ouvido falar do que estava se passando com minha mãe e de como eles estavam sofrendo com o que também estava acontecendo comigo.
Ela disse assim ao meu pai: “Olha, eu vou a um lugar. É uma igreja onde se fazem orações fortes. Quem sabe eles consigam ajuda-la!” E deu ao meu pai uma revista chamada Maria, que continha o endereço.
Publicado por Bispo Edir Macedo

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

IURD Bispo Macedo


Sexo com o diabo – Capítulos 7 e 8

“O texto a seguir é a continuação do testemunho de Maria de Fátima da Cruz Carvalho. Veja também os capítulos
1, 2,3, 4, 5 e 6

Acabei fugindo do meu marido e de uma relação doentia a três (mas era a quatro porque só eu via o anjo/demônio).
Cinco anos vividos com amante, filho, e 10 anos cheios de angústia, desilusões, amarguras, magoada e com muito ódio. Um ódio com desejo de ver morte, sangue. Eu só tinha uma vontade de matar, aí começou meu percurso para o inferno.
Conheci alguém que me mostrou o caminho da cocaína, mas antes de conhecê-la, experimentei LSD, ácidos, Valium, Repenol, liamba, ópio e, dentro desta lista, eu tomava uns comprimidos que me mantinham calma, só que no meu organismo tinha uma reação totalmente contrária. Assim que os tomava, eu quebrava tudo, ficava completamente agressiva. Os médicos diziam que era impossível e inacreditável porque os remédios eram para dormir, mas o tal anjo me fazia ficar muito agressiva.
Depois de ter me separado, dia e noite eu só queria maquinar como os matar. Tinha tanto ódio, um ódio cego, a ponto de fazer até esquemas de como eu os haveria de matar. Cheguei a pagar alguém para fazê-lo, mas graças a Deus essa pessoa conhecia bem o meu instinto e trouxe de volta o dinheiro, dizendo-me: “Fátima, eu sei que você não quer fazer isso.” Eu ainda fiquei chateada com ele (mas ainda bem que Deus não permitiu).
Ele recusou-se a fazer. Assim, decidi eu fazê-lo: apontei uma arma para a cabeça do meu marido. O safado do anjo/demônio dizia ao meu ouvido: “Mata-o, mata-o. Vai, és uma covarde; mata-o agora, mata-o!”
Durante o dia eu parecia normal. Retomei o ensino, dava aulas, mas à noite eu era outra pessoa: cheirava muita cocaína e fumava base (crack), mas em quantidades loucas por noite. Poderia gastar, àquela altura, 600 “contos” (a moeda em Portugal, nessa época era a Lira) ou mais. Envolvi-me com gente muito perigosa e da alta sociedade.
Naquele momento, o tal anjo/demônio era senhor do meu corpo, alma e vida.
Agora eu era uma louca disfarçada (eu só queria que ele sumisse da minha vida). O tal anjo/demônio não deixava nenhum homem se aproximar de mim. Quando isso acontecia, ele ficava furioso: batia, tentava me sufocar, quase me matou. Eu aparecia com hematomas escuros e as pessoas diziam que eu própria os fazia. Eu estava no abismo. Como falar com alguém sobre algo que ninguém iria acreditar? E bem que eu ia a igrejas, bruxos, cartomantes…
Passei horas dentro de uma banheira coberta com lençol branco e sangue de galinha derramado sobre a minha cabeça. Cada vez que acabava de fazer um trabalho, o safado do anjo ainda ria de mim. Eu o via ele me dizia: “Mata o teu filho. Vai, mata-o!”
Tentei várias vezes matar o meu filho (mas a misericórdia de Deus não permitiu). Quando me lembro destes momentos de minha vida, não consigo controlar minhas lágrimas, porque a compaixão de Deus foi grande.
Vivia atormentada dia e noite. Ele puxava meus cabelos, me empurrava, era um sofrimento calado.
Qualquer homem que tentasse me namorar, ou se eu arranjasse um namorado, o anjo o matava. Aconteciam coisas muito estranhas com eles, que me obrigavam a me separar deles mesmo.
Eu andava armada com uma nove milímetros (pistola automática) e um chicote; era extremamente agressiva. Batia nos homens com quem andava. O anjo colocou na cadeia um namorado meu sem razão ou explicação. Outro se envolveu em um acidente fatal e morreu. Qualquer pessoa que se aproximasse de mim corria o risco de sumir.
Era uma vida horrível a minha. Eu só queria cocaína. Cheirava, fumava crack, mas, como digo, eu era duas pessoas, duas personalidades. O mundo que me cercava desconfiava, mas eu bem que pensava que disfarçava. De dia, parecia uma pessoa normal, mas não era: fumava mais de 30 charros (haxixe e liamba) por dia. Como ser normal quando estava completamente drogada?
Publicado por Bispo Edir Macedo

Postagem em destaque

MACACO LADRÃO PM 1