domingo, 11 de outubro de 2009

Tortura psicológica



Tortura psicológica
Por Gisele Brito gisele.brito@folhauniversal.com.br O ditado popular ensina que o trabalho enobrece o homem. Mas, para muitos trabalhadores, o ambiente que deveria garantir dignidade torna-se o cenário de humilhações tão constantes e avassaladoras que alguns desenvolvem doenças, distúrbios, se tornam agressivos com a própria família e chegam até a tentar o suicídio. Apenas no estado do Rio de Janeiro, entre 2004 e 2008, o número de investigações por assédio moral – a exposição repetitiva e prolongada do trabalhador a constrangimentos e humilhações por parte de seus superiores – passou de 17 para 117. Até o mês de agosto deste ano, já são 90 investigações. Em São Paulo, são outras 128. Esses números apenas refletem aqueles trabalhadores que superaram o medo e levaram seus casos à Justiça. A realidade em escritórios, lojas e fábricas, ocultada pelo temor da perda do emprego, é ainda pior. Insultos, desqualificação das competências do funcionário, colocar em dúvida a veracidade de atestados médicos, controle de idas ao banheiro são as formas mais comuns do assédio. “O assédio é uma perseguição. É normal que o chefe peça para o funcionário repetir um trabalho que não ficou bem feito, mas fazer isso 10, 20, 30 vezes caracteriza a perseguição”, explica o Procurador do Ministério Público do Trabalho, Wilson Prudente. não é um fenômeno novo, mas com as reestruturações econômicas que levaram as empresas a diminuir os quadros de funcionários, sobrecarregando os empregados que ficam, o problema se intensificou. A médica Margarida Barreto foi uma das primeiras a pesquisar o assunto, em 2000. De lá para cá a exposição do tema na mídia tem sido um dos principais motivos para que os trabalhadores busquem ajuda. “A primeira coisa para se resolver esse problema é saber que não é natural ser humilhado no ambiente de trabalho”, aponta a médica. O despreparo de funcionários em cargos de chefia e a tentativa de induzir o trabalhador a pedir demissão são os principais motivos que levam ao assédio. “Há também toda uma política de gestão, que faz com que as coisas tenham que ser feitas a qualquer custo. O medo acaba sendo uma ferramenta de terror”, explica a médica.lógicaPara Luciano de Oliveira, de 28 anos, as perseguições chegaram a tal ponto que, depois de pouco mais de 1 ano atuando em uma indústria química, ele desencadeou uma esquizofrenia. “Aonde eu ia os encarregados iam atrás para me vigiar. Depois me isolavam. Eles diziam para os outros funcionários não ficarem perto de mim. Soltaram o boato que eu bebia, sendo que nem de bebida eu gosto”, conta. As perseguições que levaram Luciano a pensar em suicídio começaram quando ele passou a apontar falhas nas normas de segurança da empresa e, apoiado pelos colegas, foi eleito para a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa), o que lhe deu estabilidade no emprego. “Meu encarregado destacou um funcionário só para colocar medo em mim. Fiquei com medo, não sabia mais quem era meu amigo ou estava a mando da empresa”, relata. “As pessoas têm tanto medo, não sabem nem que elas são as vítimas. Elas não falam nada. O resultado é que depois ficam doentes e não conseguem mais trabalhar. A maioria das pessoas que conheço, que pediram as contas, depois não arrumam outro trabalho porque na hora de fazer os testes psicológicos na outra empresa não passam”, conta Maria Silva*, de 43 anos. Ela trabalhava em uma empresa farmacêutica e começou a desenvolver vários distúrbios depois que uma encarregada passou a persegui-la. “Ela fazia de tudo para me humilhar. Me pedia para fazer coisas que eu não era remunerada para fazer. Por ser subordinada, tinha que obedecer. Eu deitava para dormir e não descansava. Parecia que tinha levado uma surra”, finaliza.

sábado, 10 de outubro de 2009

Amantes e garotas de programa


AMANTES E GAROTAS DE PROGRAMA:'OS HOMENS PROCURAM LÁ FORA O QUE NÃO TÊM EM CASA'. VOCÊ CONCORDA?Recentes pesquisas comprovam: a traição ainda é a principal responsável pelo término das relações conjugais. Em seguida, estão os problemas financeiros (dívidas, descontrole e divergência de salário entre o casal), seguidos dos vícios e da incompatibilidade de gênios (arrogância, egoísmo, conformismo e intolerância). Rotina e ciúme também são grandes empecilhos para a harmonia dos casais, mas aparecem na lanterninha dos principais motivadores para o fim das uniões. No caso da traição, os psicólogos acreditam que é perfeitamente possível, aos homens, amar a esposa e desejar fisicamente outras mulheres, sem que isso gere conflito no casamento. Com as mulheres é diferente. O modo como foram educadas, para sempre associar o sexo ao amor, faz com que elas acreditem que só pode haver traição quando não há mais sentimento afetivo. Um estudo norte-americano, que mostrou que 60% dos homens ouvidos admitiram já ter traído motivados pela insatisfação sexual, contra 26% das mulheres, prova a teoria da repressão sexual sofrida pelo sexo feminino. “Os homens são educados a não desperdiçarem nenhuma chance de demonstrar sua masculinidade e sexualidade. Por isso, a tolerância com a traição masculina sempre foi maior do que com a feminina. Mas o mito ainda presente é de que os homens traem mais”, explica Dr. Mazano, do ISEXP (Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática). A boa notícia, ainda segundo o ISEXP, é que não passa de mito a ideia de que todos os homens traem ou sentem desejo de trair. “É fantasia das mulheres imaginar que todos os homens são iguais. Isso é uma tremenda mentira!”. Outro mito é acreditar que se pode reconhecer um infiel convicto através de sua personalidade ou aparência. “Valores não estão estampados no rosto de ninguém”, afirmam os pesquisadores do instituto.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Africana criou camisinha contra estrupo


Africana criou camisinha contra estupro
Só de olhar já dá dó do sujeito que se meter dentro de uma dessas
Do R7
Texto:
Foto por Divulgação
Em uma única palavra: "ai"A África do Sul tem índices nada agradáveis de violência sexual e, por causa disso, Sonette Ehlers inventou uma arma contra estupro – a camisinha feminina chamada Rape-aXe. Sonette é sul-africana e trabalha com vítimas de violência há bastante tempo. A idéia de criar algo assim surgiu quando ela ouviu uma vítima dizer: “bem que eu queria ter dentes lá embaixo”. A idéia de haver dentes num lugar tão inesperado é aterrorizando a qualquer homem e, segundo a sua inventora, a simples visão do mecanismo já inibe a ação de estupradores. Ela conta que um diretor de polícia disse a ela que, depois de uma apresentação do produto, eles ficaram três meses sem registrar nenhuma queixa de violência contra mulher. A camisinha é cheia de farpas que ficam na parte interna e, depois que ela morde, só solta com ajuda médica. Daí, além do desconforto de ter suas partes pudentas perfuradas, o homem também vai ter que conviver pra sempre com o estigma de estuprador.

Cartões poderão ter novas regras



CARTÕES PODERÃO TER NOVAS REGRAS
Clientes inadimplentes devem procurarorientação de um especialista
DAVID TELLESAGÊNCIA UNIPRESS INTERNACIONAL


A equipe econômica prepara um conjunto de medidas para regular e aumentar a concorrência no segmento de cartões de crédito no País, que movimenta cerca de R$ 400 bilhões por ano, com cerca de 4 bilhões de transações (números de 2007). O governo quer fixar regras claras para cobrança de juros ao consumidor, prazos de pagamentos a lojistas, unificação no uso das máquinas das bandeiras e estabelecer uma relação mais transparente entre todas as partes envolvidas. A ideia é estimular o setor, atualmente concentrado em duas grandes empresas (Visa e Mastercard detêm 90% do mercado), a fazer uma espécie de autorregulação para trabalhar com preços menores, reduzir margens de lucros e diminuir barreiras à entrada de novos concorrentes.
O trabalho está sendo feito em conjunto por técnicos do Banco Central (BC) e das secretarias de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda (Seae) e de Direito Econômico do Ministério da Justiça (SDE). Duas comissões especiais da Câmara dos Deputados também preparam propostas para o setor. Até 30 de junho, o BC aceitou sugestões para a regulamentação do segmento.
Agentes do mercado, no entanto, já se pronunciaram afirmando que as iniciativas em estudo são duras e podem até provocar a quebradeira de empresas. Os órgãos reguladores, por sua vez, consideram a indústria dos cartões muito “fechada”, com um mesmo grupo atuando em todas as etapas da cadeia. As negociações podem ficar difíceis e, na falta de um acordo, parar na Justiça.
Brasileiros endividadosA inadimplência do consumidor brasileiro cresceu 10,4% no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2008, segundo o Indicador Serasa Experian de Pessoa Física. As dívidas com cartões de crédito e financeiras representaram 36,8% do total, num valor médio de R$ 378,61, perdendo apenas para os bancos (43,9% do total). Especialistas recomendam que os consumidores brasileiros não caiam na armadilha do endividamento, principalmente com os cartões de crédito. A melhor alternativa no consumo é pagar à vista. E sempre que possível, negociando um desconto. Quem usar o “dinheiro de plástico” deve procurar sempre quitar o montante total na fatura do período.
Uma dívida representa um gasto presente de um trabalho futuro, pois a pessoa gasta algo que ainda não ganhou. Isso quer dizer que, enquanto a dívida não for paga, todo o trabalho e rendimento na verdade pertencem aos credores. Além disso, existe um elemento que faz o valor real da fatura crescer: os juros. No Brasil, essas taxas são exorbitantes. Os índices nesta modalidade não são tabelados e variam em função de diversos fatores. Na fatura deverão estar expressos os valores dos juros que incidirão no período e, ainda, os do próximo.
O consumidor que não conseguir quitar a fatura deve ficar atento e não deixar que o saldo devedor cresça e atinja valores impagáveis. Quando isso acontecer, especialistas recomendam que o melhor caminho é procurar uma negociação, de preferência, com o auxílio de um profissional (advogado). É bom destacar que essa prática é uma rotina para a administradora de cartão.

Administradoras devem explicar cobrançasA Associação Nacional dos Usuários de Cartões de Crédito (ANUCC), com sede em São Paulo, é uma das instituições criadas no País, sem fins lucrativos, para orientar o consumidor usuário de cartão de crédito que esteja inadimplente. “A administradora é obrigada a prestar as devidas contas do que está sendo ou do que foi efetivamente cobrado a título de encargos contratuais. Vale lembrar que os denominados encargos contratuais não correspondem aos juros. São encargos cobrados pela administradora: custo do financiamento, IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), TAC (Taxa de Abertura de Crédito) e outros diretamente incidentes na operação. Entretanto, durante a vigência do contrato, esses valores, embora repassados ao consumidor, não lhe são informados, o que fere um dos princípios do Código de Defesa do Consumidor (CDC), a transparência”, analisa a advogada Kássia Correa, da ANUCC.
Através da denominada ação de prestação de contas, a administradora será obrigada a informar de forma pormenorizada o que foi cobrado do usuário de cartão. “A ação possibilita que o nome do consumidor seja retirado dos chamados órgãos de proteção ao crédito e, ainda, que seja incluída a informação verdadeira”, revela a representante da associação. Caso não atenda à determinação legal, o usuário de cartão apresentará o recálculo do débito, expurgando as taxas que lhe foram cobradas e repassadas sem, contudo, que ele tenha sido informado. “A ANUCC propõe ações dessa natureza em nome de seus associados, sendo que em 90% já saímos vitoriosos na primeira instância. Vale lembrar que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) já decidiu que as administradoras são obrigadas a prestar contas aos seus clientes da forma que determina a lei, e não apenas através do envio das faturas mensalmente”, diz Kássia Correa.
Quando ocorrer o lançamento indevido de um valor na fatura de cartão de crédito, o usuário deve solicitar, imediatamente, o cancelamento da cobrança. “Envie uma notificação via correio, com aviso de recebimento, fique com uma cópia em mãos, para eventual necessidade de ação judicial, caso não haja o cancelamento da cobrança e o estorno de valores já pagos”, conclui a especialista.

Livre de vícios e depressão


CORRENTE DOS 70 - Livre de vícios e depressão
No Brasil, muitos jovens crescem sem a presença masculina em casa. Foi o que aconteceu com o autônomo Roberto Faria, de 28 anos. “Sentia um vazio por não ter pai. Com isso, me viciei em bebidas e drogas”, lembra. Quando Roberto refletia, concluía que não valia a pena viver. “Tive depressão e tentei o suicídio”, diz. A mãe dele não suportava a situação do filho. Então, buscou a cura e a libertação de Roberto na Corrente dos 70. “Não aceitava a Igreja, mas a partir do momento que entreguei meu coração ao Senhor Jesus e fui me libertando, vi que na IURD o milagre acontece. Hoje, estou curado da depressão e livre dos vícios”, garante.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

SUICÍDIO


Suicídio
Quem já não ouviu aquela voz que diz: “que vontade de morrer”? As coisas não acontecem como são planejadas; tudo está dando errado. A pessoa que já ouviu essa voz parece, cada vez mais, dentro de um túnel sem saída, e a luz, que dizem existir no fim, simplesmente não brilha. Só se pensa em morrer. E esse pensamento diz: “quem sabe a morte não traz a paz que tanto se quer?” Mas, será mesmo que a morte pode acabar com todos os problemas?
Dados da OMS (Organização Mundial de Saúde) indicam que cerca de 1 milhão de pessoas cometem o suicídio, a cada ano, em todo o mundo. Além do mais, o suicídio é uma das três principais causas de morte de pessoas na faixa etária de 15 a 44 anos. No entanto, ninguém fala a respeito disso! São feitas campanhas contra a AIDS, o câncer, e tantas outras coisas, mas, quanto ao suicídio, a maioria das pessoas prefere fingir não ver… prefere não pensar no assunto.Ora, esse assunto é mais comum do que parece ser. Todos os dias, pessoas no mundo inteiro pensam em morrer. Agora, a pergunta é: a morte realmente traz paz? Quem disse que uma pessoa acaba após a morte? Isso simplesmente não faz sentido.
O ser humano é formado de três partes: corpo, alma, e espírito. Com a morte, os três também acabam. O corpo apodrece, isso já se sabe. O espírito volta para Deus. E a alma? Se a pessoa é salva, sua alma vai para o céu, mas, se não é, sua alma vai para o inferno.
A pessoa que é salva não tem vontade de morrer, pois o seu relacionamento com Deus não é baseado em teorias. Ela é feliz por isso. E isso leva a concluir que, quem tem vontade de morrer não é salvo, e quem não é salvo…
Ou seja, o suicídio conduz a tormentos infinitamente dolorosos e eternos!
Não se resolve um problema fugindo dele. Porém, se você está passando por alguma situação que tem custado a sua paz, e pensamentos em dar cabo da sua vida lhe atormentam, então, busque a Deus. Há uma solução! Aí mesmo, onde você estiver, Deus está pronto para entrar em ação e acabar com esse sofrimento. Mas, Ele só poderá fazê-lo com a sua permissão. Basta convidá-Lo agora mesmo. E, se Ele existe, como temos crido, Sua resposta será imediata ao seu clamor.
Não seria isso muito mais fácil do que tirar a sua própria vida?
Deus abençoe abundantemente!
Publicado por Bispo Edir Macedo

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

UMA PALAVRA PODE MUDAR A SUA VIDA


Amor que ultrapassa regras


AMOR QUE ULTRAPASSA REGRAS:“TUDO O QUE É PROIBIDO É MAIS GOSTOSO” OU O DITADO POPULAR NÃO CONDIZ COM A REALIDADE?“Amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer...” Luís Vaz de Camões. A Universidade de Cambridge, na Inglaterra, realizou recentemente um estudo que procurar traçar o perfil dos apaixonados. E o mais surpreendente é que os resultados obtidos confirmam o que, há séculos, afirmavam os grandes filósofos gregos, entre eles Platão. Há aqueles que amam com o fogo de Eros ou de forma incondicional, como as mães. Mas existem também os amantes ditos ‘relapsos’, que, segundo a pesquisa, é um tipo de sentimento mais comum entre os homens, mas está longe de significar ‘falta de amor’ ou a temida frigidez. O problema é que ao longo da vida esses sentimentos podem se confundir, ou passar de uma modalidade a outra, o que pode deixar muitos “apaixonados” completamente desnorteados. Não existem regras fixas, tampouco fórmulas mágicas capazes de orientar o amante confuso nessas horas. Mas os pesquisadores de Cambridge garantem: “o importante é aceitar que o ser humano pode amar de diferentes maneiras, em diferentes momentos da vida. Respeitar o modo como a outra pessoa ama é fundamental para a estabilidade social, seja ela entre colegas, familiares ou casais. O grande causador de tantos desentendimentos é a maioria das pessoas querer ser amada da mesma forma e nos mesmos moldes que ama”. A teoria é convincente e esclarecedora. No entanto, aceitá-la na prática é bem mais difícil. Afinal, quem nunca amou sem ser amado? Quem nunca sentiu na pele o pensamento de Platão, e viveu um amor incondicional e idealizado, mas só lá naquele mundo distante, no antigo ‘Mundo das Ideias Platônicas’, enquanto o Mundo Físico queimava de dor e descontentamento? Que essas experiências são necessárias à evolução de todo ser humano, não há dúvidas. Mas, feita a viagem de volta para o mundo físico, dificilmente as pessoas querem regressar à Terra de Platão. Enfim, o amor é mesmo um beco profundo e sem saída, mas necessário e belo. Quem o experimenta, dificilmente consegue encontrar o caminho de volta. Uns porque não querem mesmo; outros porque se perderam em suas armadilhas.

Adolescentes: um projeto de vida



ADOLESCENTES: UM PROJETO DE VIDA
Especialistas em comportamento acreditam que, com bom planejamento, jovens podem concretizar sonhos

A adolescência é uma fase de transformações, é a transição da infância para a fase adulta. Ao mesmo tempo em que o pré-adolescente quer crescer, sente medo. Crescer assusta. É uma experiência nova, e o novo é sempre um desafio na vida humana.De acordo com Denise D’Aurea Tardeli, psicóloga, pedagoga e doutora em Psicologia Escolar e Desenvolvimento Humano pela Universidade de São Paulo (USP), a ausência de projeto deixa a vida sem sentido e surge o tédio. “Assim é muito fácil cair em depressão ou entrar em situações de risco. Cada jovem reage de uma forma, por isso é importante o apoio para que ele se encontre”, esclarece.Para a pesquisadora, se o jovem nessa idade não tiver pelo menos um projeto em mente que o direcione a alvos certos, acabará sendo gerada nele a cultura do tédio e da desesperança. “O jovem sente necessidade de inserir-se socialmente, e quando por várias razões isto não ocorre, vai acontecendo uma anulação de si, até perder o interesse pelas coisas ou, ao contrário, buscar a sensação de aventura e perigo todo o tempo para preencher o vazio com excesso de adrenalina”, destaca a psicóloga.Tardeli explica ainda que um projeto de vida simples pode estimular e ajudar muito. “O projeto não precisa ser nada grandioso, mas precisa ter um significado para aquele determinado jovem. Precisa ter valor para ele; é isto que o leva para a frente, que lhe dá a direção, que o faz buscar, se aprimorar e ter vontade de envelhecer”, explica.Segundo a psicóloga, a escolha da profissão traz bastante tensão, apesar de hoje quase todos os jovens dos grandes centros urbanos, de uma forma ou de outra, buscarem cursos universitários. “O importante é conhecerem suas habilidades para escolher o melhor caminho”, orienta.A especialista sugere que as escolas criem atividades que envolvam várias áreas. Dessa forma, o adolescente se descobriria numa delas. “Conhecer as suas capacidades é um bom caminho para que ele busque atividades futuras que saiam do âmbito escolar, como trabalhos sociais, atividades artísticas ou esportivas, sem que isto seja uma pressão, mas, sim, oportunidades de experimentar”, defende.

DESEJO E REALIDADEA professora Ivany Pinto Nascimento, psicóloga e doutora em Educação pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), pesquisadora do Centro de Educação da Universidade Federal do Pará (UFPA), explica que um adolescente não possui um projeto de vida estruturado por falta de oportunidades nas várias dimensões de vida, como a emocional, a cognitiva e, sobretudo, a social. A psicóloga, que estudou a adolescência na perspectiva da identidade do jovem e a importância dos pais no processo, deixa claro que a questão reside em que todo o sujeito constrói um projeto de vida e luta para a sua realização. “Cumpre observar que, entre o desejo e a realização de um projeto de vida, existem inúmeros fatores que podem facilitar ou dificultar que este projeto se torne realidade”, observa.A professora comenta que alguns jovens vivem superações positivas, ou seja, adequadas com o que é permitido socialmente para realizarem seus projetos. Outros experimentam superações que não são aquelas socialmente aceitas ao assumirem atividades clandestinas ou marginais.“A droga tem funcionado na vida do jovem de várias maneiras: como uma dose de coragem para ir à frente na construção e realização de seu projeto e para esquecer que não possui saída para superar as adversidades que paralisam a realização de seu projeto”, comenta.
ESCOLA E FAMÍLIAIvany esclarece que o que vai direcionar o jovem são as oportunidades que ele encontra, como políticas públicas e sociais que assegurem a ele o desenvolvimento de habilidades de vida, para que haja a superação das dificuldades e dos conflitos. “Acredito que todo sujeito possui um projeto de vida. Pode não estar bem claro, mas ele existe. O grande problema é este: possuir um projeto e não saber como realizar e não haver canais que facilitem isso. Onde está o Estado?”, questiona.Para a doutora em Educação, um projeto de vida indiscutivelmente dá sentido à vida, contudo deve ser dialogado para que o jovem se responsabilize por sua realização. “As políticas públicas para o jovem devem vir nesta direção”, sugere. Na opinião da pesquisadora, não existe um projeto simples; o que há é um planejamento de vida que possui um valor para cada um, dependendo da história e do contexto em que esse jovem vive. “Daí é que a família e a escola possuem um papel fundamental nesta construção”, declara.A professora frisa que, sem políticas públicas nesta direção, não há formação do jovem para a vida. Isso porque o quadro envolve valores, limites e possibilidades.A IURD oferece um programa de apoio à juventude: o “Jovem Nota 10”, que reúne uma série de atividades e cursos gratuitos voltados para o aperfeiçoamento educacional e intelectual de jovens. Ele já beneficiou mais de cinco mil pessoas ao longo dos seus três anos de existência. Presente em vários estados brasileiros, possibilita um melhor desempenho em diversas atividades, além de fazer com que muitos obtenham o primeiro emprego ou o retorno ao mercado de trabalho.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

ELE OUVE A SUA SÚPLICA

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Juros para consumidor são altos porque falta concorrência.


Juros para consumidor são altos porque falta concorrência
Os cinco maiores bancos do Brasil detém mais de 70% do total de ativos do setor no país
Do R7
Texto:
Apesar da melhora na economia brasileira e da diminuição da taxa básica do país, a Selic, os juros cobrados dos consumidores ainda são muito altos. Os últimos dados divulgados pela Anefac (Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) revelam que o juro médio para pessoa física estava em 7,08% ao mês em agosto, o que representa uma taxa de 127,25% ao ano. Ao contrário do que se esperava, a queda dos juros para o consumidor não tem acompanhando o ritmo de redução da Selic. Segundo o presidente da Anefac, Miguel Oliveira, a taxa básica brasileira, atualmente em 8,75% ao ano, caiu 36,36% neste ano, até agosto, enquanto o juro para pessoa física recuou apenas 7,73%. - O brasileiro paga três vezes mais juros nas operações de crédito do que seria razoável. Na avaliação de Marcos Cintra, da FGV (Fundação Getúlio Vargas), a forte concentração bancária no Brasil e a falta de concorrência no setor impendem que os juros para os consumidores sejam menores. - No Brasil, não há muita diferença nos juros entre um banco e outro. Incluindo a compra da Nossa Caixa e do Votorantim pelo Banco do Brasil e a fusão do Itaú com o Unibanco, os cinco maiores bancos do país detêm mais de 70% do total de ativos do setor, segundo dados divulgados pelo Banco Central em junho. Os bancos, por sua vez, culpam a inadimplência. Rubens Sardenberg, economista da Febraban (que representa os bancos), ressalta que a inadimplência é responsável por cerca de 35% do juro cobrado dos consumidores. - Os impostos diretos e indiretos, os compulsórios [dinheiro que as instituições financeiras são obrigadas a depositar no Banco Central], os custos administrativos e o spread [diferença entre os juros que os bancos pagam para ter o dinheiro e a taxa que cobram do cliente na hora do empréstimo] são outras variáveis que pesam no juro para o consumidor.

IURD VERBO SOCIAL.



























Em troca de quê?Clarisse Werneck redacao@folhauniversal.com.br Eles não dão dízimo nem ofertas. Excluídos pela sociedade, vivem nas ruas e superlotam o sistema penitenciário. Mas recebem da Igreja Universal o mesmo tipo de ajuda de qualquer pessoa que chega aos seus templos: solidariedade e fé Cerca de 43 milhões de brasileiros vi-vem abaixo da linha da pobreza, segundo dados da Fundação Getúlio Vargas. Só na cidade do Rio de Janeiro, estima-se que aproximadamente 10 mil pessoas morem nas ruas. Já a população carcerária no País supera os 400 mil. Esses são apenas alguns dos milhares de excluídos que vivem no Brasil e muitos não têm qualquer fonte de renda nem assitência familiar. Por essa razão, são os grupos de pessoas que mais necessitam de auxílio espiritual. Conscientes disso, voluntários, pastores e bispos da Igreja Universal do Reino de Deus, se dedicam, há 32 anos, a essas pessoas nos trabalhos de evangelização. No Rio de Janeiro, são 555 agentes religiosos que atuam em 35 presídios, 11 delegacias, 72 asilos, 10 centros de recuperação de dependes químicos e 10 creches sob a coordenação do pastor Júlio Pinheiro. Outro importante lugar visitado pelos evangelistas é a Fundação Leão XII, órgão do Governo do Estado que atende moradores de rua. No estado de São Paulo, a evangelização com menores internos da Fundação Casa (antiga Febem) começou há 7 anos. Já a evangelização nos presídios atende mais de 50% das unidades prisionais. A assistência social e moral a presidiários, realizada pela IURD, acontece no País há 20 anos. No Rio de Janeiro, por exemplo, há 7 anos não acontece uma rebelião. Fato observado pelo diretor do Presídio Moniz Sodré, Gilson Nogueira. Segundo ele, a presença de evangelistas é importante para a ressocialização dos presos, já que a reintegração na sociedade se dá através de educação, trabalho e auxílio espiritual. “Os internos batizados e membros da Igreja podem se fortalecer espiritualmente através de orações, jejuns, leitura e estudo da Bíblia, além destes auxiliarem os novos convertidos e outros internos da unidade. O comportamento deles tem mudado de forma bastante satisfatória, não apenas no relacionamento entre eles, como também, com os servidores da unidade”, reconhece Nogueira. Esses trabalhos de evangelização também são realizados em todo Brasil e no exterior. Colaborou Alice MotaPeriferia Evangelistas em comunidade carente de Salvador (BA). Além da Palavra de Deus, a população é beneficiada com ações sociais São Paulo Voluntárias da Associação de Mulheres Cristãs (AMC), da IURD, oram pelas adolescentes da Fundação Casa de Parada de Taipas Minas Gerais A igreja realiza batismos nas águas nas unidades prisionais. Recentemente, a cerimônia ocorreu na Penitenciária Estevam Pinto Rio de Janeiro O trabalho evangelístico é feito em várias unidades prisionais, a exemplo do realizado na Penitenciária Moniz Sodré Paraíba Distribuição da Folha Universal para detentos que participam de orações realizadas pelo grupo de evangelização Fundação Casa O trabalho evangelístico na antiga Febem, de São Paulo, é dirigido aos menores internos e seus familiares Salvador Evangelistas levam conforto espiritual e solidariedade a moradores de rua na capital da Bahia

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

O ser humano pensa que doa, mas verdadeiramente ele recebe quando assim o faz.


Sempre ouvi falar do trabalho que a IURD realiza na Fundação Casa, a primeira vez que fui, foi através do convite do Pastor Geraldo Vilhena, chegando lá, pude constatar o trabalho maravilhoso que a Igreja realiza na Fundação Casa, levando esperança para aqueles que tão cedo foram condenados e aprisionados por suas ações. Retornei para casa renovada e todas ás vezes em que tenho a oportunidade de partcipar, retorno da mesma forma. É o resultado do exercício da fé.
Pastor Geraldo, agradeço ao senhor por sempre nos convidar para esse trabalho. Que Deus continue usando sempre sua vida, para que muitas vidas sejam transformadas.

O ser humano pensa que doa, mas verdadeiramente ele recebe quando assim o faz.

Isis Regina

Quando sentimos desejo de ajudar as pessoas necessitadas


Poder fazer parte de alguma forma do trabalho que o Pr Geraldo Vilhena vem desenvolvendo com a sociedade e as pessoas que necessitam de todo tipo de assistencia principalmente na vida espiritual tem sido um privilégio para mim.
Tenho aprendido muito e como fazer algo para agradar a DEUS e falar de JESUS aos necessitados.
estar com ele nas ações da Fundação Casa tem me abençoado e me ajudado a crescer na fé.


Sula Miranda

Livre da hepatite A


Livre da hepatite A
Há pouco mais de uma década, o professor de Matemática Mauro José Ferreira da Silva, de 46 anos, conta que começou a sentir uma fraqueza inexplicável. Tinha vômitos frequentes e suava muito, por isso, decidiu buscar ajuda médica.“Depois de alguns exames, foi constatado que eu estava com hepatite A”, lembra. Esta doença é causada pelo vírus HVA, transmitido de uma pessoa para outra ou através de alimentos ou água contaminados. “A doença evoluiu para um quadro mais agressivo. Cheguei a ficar de cama durante um mês inteiro, com a pele e os olhos amarelados. Foi nessa época que conheci o trabalho da Igreja Universal”, recorda. Mauro passou a ir às reuniões da IURD, especialmente à Corrente dos 70. “Hoje, estou curado, me alimento bem, pratico esportes e vivo normalmente”, finaliza.

Veja onde descartar o lixo completo


Veja onde descartar o "lixo complexo"
Certos materiais não podem ser jogados no lixo diretamente, mesmo que a coleta seja seletiva
Do R7
Texto:


Nem todo lixo deve ser jogado no lixo. Veja abaixo o que deve ser feito com cada tio de objeto.
Metais: Podem ser vendidos diretamente aos ferro-velhos ou entregues aos catadores de ruas (também conhecidos como carroceiros). Essas pessoas vão conseguir renda ao vender esse tipo de material para os ferro-velhos, que também vão vender para as indústrias recicladoras.
Foto por SXC
Várias empresas de grande porte como os bancos fazem coleta de pilhas e baterias usadas que depois vão para reciclagemPilhas, baterias de celular e computadores velhos: Os bancos Santander e Real recolhem em várias de suas agências espalhadas por todo o país pilhas e baterias e pagam empresas para reciclar esse material. As operadoras de telefonia Claro, Tim e Vivo recebem baterias usadas nos celulares. O mesmo faz algumas marcas produtoras de telefones em seu serviço de assistência técnica, como Nokia, Sony Ericsson e Motorola. As marcas Dell e Itautec recebem e encaminham computadores velhos de suas marcas para empresas de reciclagem.Óleo de cozinha: Procure a prefeitura ou ONGs que fazem a coleta. Consulte as unidades dos supermercardos Pão de Açúcar, Extra e CompreBem. Muitas já recebem esse material. Móveis e entulhos: O melhor é reformá-los e doar a instituições de caridade de sua confiança. Quando estão destruídos junte ao entulho (até 1 metro cúbico) e leve aos ecopontos (postos de coleta) disponíveis em algumas como São Paulo, Londrina e Fortaleza. No caso de grandes quantidades de entulho, será preciso contratar serviço de retirada com caçambas. Tente saber se a empresa de caçambas é regularizada e se leva a carga para lugares onde isso é permitido.Pneus e outros equipamentos automotivos: A rede de vendas DPaschoal, presente em sete estados, recebe pneus usados, óleo de motor, rodas e amortecedores e manda tudo para reciclagem.Isopor: Onde há coleta seletiva, pode ser colocado junto aos plásticos. Bandejinhas de isopor que estiveram em contato com alimentos não são recicláveis.Remédios: Despeje o que sobrar no vaso sanitário e encaminhe as embalagens (papel, plástico e vidro) para a coleta seletiva. Leve comprimidos, seringas para hospitais públicos.Lâmpadas: Precisam ser embrulhadas e descartadas no lixo comum ou entregues às ONGs especializadas em receber lâmpadas.Restos de alimentos: Uma alternativa é enterrar e usar como adubo. Onde não há terra para isso, os restos vão para o lixo comum.

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MACACO LADRÃO PM 1