terça-feira, 25 de março de 2014

Como você age diante dos seus erros?

Saiba como suas falhas interferem em sua vida








Em tempos onde o sucesso é obrigatório em todos os setores da vida, você pode aproveitar as suas aparentes derrotas para ser muito mais feliz.
A falha, pelo simples fato de existir, já é uma grande vitória. Ela prova que você não ficou parado, mas se esforçou e correu atrás de algo em que acreditava. Enquanto toda ação é responsável por uma reação, a inércia não gera coisa alguma, nem para o bem, nem para o mal.
Há quem acredite que o simples fato de não falhar nunca representa o sucesso. Engana-se. “Sucesso” tem em sua formação a base “+cedere”, que significa “mover-se, deslocar-se”. É preciso caminhar para alcançar algo, com tropeços ou não.
Dizem que a vida é um espaço de tempo para se perder, mas é preferível acreditar que a vida é um espaço de tempo para se aprender. E o que ensina melhor do que os próprios erros?
Se não precisássemos aprender mais nada, tudo seria muito chato. Faríamos coisas muito interessantes, sim, mas não teríamos motivos para viver. Não existiria objetivo para seguir adiante.
Quem somos nós quando não recebemos respostas?
Desde a tentativa do primeiro passo, ainda quando bebês, estamos em busca da caminhada. Ir sempre adiante, nunca parar. Mas quem somos enquanto caminhamos? Isso é a nossa forma de encarar os fracassos.
Quem você é quando erra? Quem você é quando suas orações não recebem uma resposta imediata de Deus?
Muitos acreditam que não ter as orações atendidas é sinal de fracasso irreversível, fim da linha. Pensam que lutar e perder a batalha é prova de que são mais fracos do que outros que conseguiram vencer aquele desafio. Estão muito longe da verdade.
O tempo não é do homem, mas de Deus. Foi inventada uma forma de contar o tempo, mas não de controlá-lo. “Há, todavia, uma coisa, amados, que não deveis esquecer: que, para o Senhor, um dia é como mil anos, e mil anos, como um dia”, diz Pedro no terceiro capítulo de seu segundo livro.
A vida é a caminhada, e o tropeço é momentâneo. Devemos ver as falhas como motivo de perseverança, como impulso para ir mais à frente, empenhando-nos cada vez mais. Aproveitá-las. Tudo é um processo de amadurecimento, de transformação para o que vem depois. Falhar nos faz ser humildes como devemos, e perseverar nos torna fortes. Usando a fé como combustível, podemos superar e alcançar qualquer objetivo. Como o mesmo Pedro diz, “não retarda o Senhor a Sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, Ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça”.



UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA



Evangelização e batismo na Fundação Casa SPVoluntários da UNIVERSAL levam palavra de fé aos internos SÃO PAULO – O trabalho de evangelização realizado pela IURD nas unidades da Fundação Casa SP (antiga Febem) tem se intensificado nos últimos anos. Semanalmente, voluntários da IURD levam uma palavra de fé aos internos, procurando mostrar a importância de buscar a Deus. Muitos têm demonstrado arrependimento de seus erros, que como conseqüência lhes trouxe a privação da liberdade. Segundo o coordenador do trabalho no Estado de São Paulo, pastor Geraldo Vilhena, os resultados são gratificantes. "Procuramos levar aos internos conforto espiritual, através do qual muitos têm aceitado com interesse a Palavra de Deus e mudado de vida. Temos constatado o resultado do nosso trabalho quando estes decidem se batizar e, aqui fora, nos procuram, querendo dar continuidade ao que aprenderam enquanto reclusos", relata o pastor. Prova disso foi o que aconteceu recentemente na Unidade de Franco da Rocha, região da Grande São Paulo, quando um menor se batizou nas águas. Na oportunidade, os internos, além dos familiares, foram presenteados com um exemplar da Bíblia Sagrada. Para o diretor do complexo, Flávio de Giácomo, atitudes como essa apenas reiteram a importância do trabalho promovido pela IURD. "A presença da Igreja, não só hoje, mas no dia-a-dia, é essencial para estabelecer um futuro melhor a todos, especialmente colaborando com o nosso trabalho, que não é fácil. É um grande prazer tê-los aqui e saber que sempre podemos contar com os pastores e voluntários da IURD", destacou.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Quantos atormentados por essa situação encontraram no suicídio a única resposta?


Quantos atormentados por essa situação 

encontraram no suicídio a única resposta? 
Quantos se arrastam com problemas 
impossíveis de serem resolvidos?
Josafá estava diante de inimigos bárbaros, 

e que já estavam chegando para destruírem
 tudo. No primeiro momento, sua reação foi 
natural, ele teve medo. Mas, logo em seguida,
 a fé venceu o medo. Josafá convocou a todos 
para jejuar e, quando estava orando, confessou
que não sabia o que fazer, certamente ele falava 
da desigualdade dessa batalha física.
Naquele momento, o Espírito Santo veio para 

pôr fim a toda dúvida, trazendo a palavra que 
fez com que todos fossem como um só homem.
Não temais, nem vos assusteis por causa desta
 grande multidão, pois a peleja não é vossa, 
mas de Deus. 2 Crônicas 20.15
Ali estava a resposta, pois se somos de Deus, se obedecemos à Sua Palavra, se atendemos à voz 
do Altar, as nossas lutas passam a ser dEle.
É muito glorioso servir ao Senhor nosso Deus, 

pois Ele sempre faz mais do que imaginamos.
Josafá queria somente o livramento, mas 
depois 
de entrar no Vale da Decisão e vencer 
exércitos poderosos, sem uma arma na mão,
 veio o 
inesperado:
Vieram Josafá e o seu povo para saquear os 
despojos e acharam entre os cadáveres 
riquezas em abundância e objetos preciosos;
 tomaram para si mais do que podiam levar e
 três dias saquearam o despojo, porque era 
muito. 2 Crônicas 20.25
Quando ouvimos a voz do Altar, sempre acontece
 mais do que esperamos. Todos os que tinham 
entrado no Vale da Decisão, foram para o Vale
 da Bênção:
Ao quarto dia, se ajuntaram no vale de Bênção,
 onde louvaram o Senhor; por isso, chamaram 
àquele lugar vale de Bênção, até ao dia de hoje. 2 Crônicas 20.26
Quem for conosco para a Decisão, também 
entrará na Bênção do Altíssimo.








A equipe de futebol da unidade Nova Vida(V.Maria) participou de um jogo amistoso contra o time da Força Jovem da Igreja Universal do Reino de Deus, do Brás-SP.A partida foi disputada na tarde de domingo último (19/04), proporcionado aos jovens não somente o acesso à atividade esportiva, bem como o incentivo à inclusão social e religiosa.





















































" O jovem pode perfeitamente participar de atividades esportivas, sociais,e viver sua vida em compromisso com Deus, pois princípios fundamentais como disciplina, respeito ao próximo e obediência, fazem parte também do esporte", destacou Luis Fernando P. da Silva,responsável pela divisão de esportes da Força Jovem da IURD do Brás.O time da casa saiu-se vencedor, recebendo um troféu, ofertado pelos visitantes. Em clima de descontração, todos os presentes puderam saborear pipoca com guaraná.O diretor da unidade, Leandro Medeiros Della Mina,considera muito importante a colaboração da Igreja Universal do Reino de Deus na recuperação dos adolescentes, pois também o esporte agrega valores relevantes, estimulando o espírito de cooperação entre os jovens que cumprem medida socioeducativa.



































domingo, 23 de março de 2014

Vidas interrompidas

A morte não escolhe dia, nem hora, nem lugar. O que você faria se tivesse apenas mais alguns minutos de vida?

Você sabe onde vai estar amanhã? No último dia 7 de março, 239 pessoas embarcaram no voo MH370, da Malaysia Airlines, que partiu de Kuala Lumpur com destino a Pequim. Passageiros e tripulantes acreditavam que estariam na capital da China em poucas horas.
No entanto, o rumo dessas pessoas se transformou em um dos maiores mistérios da aviação mundial. Até o fechamento desta edição, ninguém sabia ao certo o que havia acontecido com os cidadãos de 15 nacionalidades que estavam a bordo, entre eles uma delegação de 19 artistas chineses. Para familiares que aguardavam os entes queridos restaram dor e muitas dúvidas.
O desespero tomou conta de todos no Aeroporto Internacional de Pequim. Uma apreensão parecida com a que familiares e fãs sentiram ao saber da reviravolta na vida do ex-piloto Michael Schumacher, um dos maiores campeões da história da Fórmula 1. O alemão, de 45 anos, sofreu uma lesão grave na cabeça em um acidente de esqui nos Alpes franceses, em 29 de dezembro. Há quase três meses, a vida do campeão está, de certa forma, suspensa: ele permanece internado em um hospital francês, em coma. Schumacher não pôde comemorar o próprio aniversário e os médicos não sabem quanto tempo levará até que ele se recupere. O fato é que, desde o fim de 2013, ele está ausente do cotidiano: não fala, não come sozinho e não se comunica com a esposa e os dois filhos de 14 e 16 anos de idade. Nem se sabe quando e se irá acordar.
Inesperado
Acidentes que interrompem vidas sempre chocam por causa da imprevisibilidade. Tragédias não escolhem dia nem local para ocorrer. No Brasil, dois desastres também abalaram o País. Em 2007, 199 pessoas morreram de forma abrupta quando um avião da TAM se chocou contra um prédio da empresa ao lado do Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo. Entre os mortos estavam todos os passageiros, 11 funcionários que trabalhavam no prédio e um taxista que estava perto do local. Em junho de 2009, um avião da Air France que fazia o trajeto entre o Rio de Janeiro e Paris caiu no oceano Atlântico. Todos os 228 ocupantes morreram. Eram médicos, psicólogos, gerentes, músicos, pesquisadores e outros tantos profissionais de diversas nacionalidades que tiveram as vidas cessadas.
O que aqueles passageiros deixaram de fazer antes de embarcar? Quais planos foram interrompidos? Quantas perguntas ficaram sem resposta? No caso do voo da Malaysia Airlines, autoridades e responsáveis pela investigação trabalham para desvendar o que aconteceu com a aeronave. Mas talvez uma incógnita permaneça para sempre: o que passou pela cabeça dos passageiros ao perceberem que havia um problema com o avião? Só quem já esteve em uma situação parecida pode explicar como é a experiência de chegar tão perto da morte.
Vida por um fio













Há quatro anos, a vida do cinegrafista Alexandre Silva de Moura, o “Borracha”, esteve em risco após um acidente de helicóptero. O profissional se preparava para fazer uma participação ao vivo na Rede Record quando o comandante Rafael Delgado Sobrinho, que pilotava a aeronave, avisou que havia uma pane no rotor da cauda. “A aeronave deu um tranco. O Rafael não conseguia estabilizá-la”, relembra.
O problema ocorreu por volta das 7h da manhã, na região da Marginal Pinheiros, em São Paulo. Centenas de carros, casas e prédios do local poderiam transformar um pouso de emergência em uma verdadeira tragédia. A alternativa do comandante foi procurar um lugar mais seguro.
Ele não tinha muito tempo: foram apenas 7 minutos até a queda. “Estávamos em uma situação muito complicada. A única coisa que me restou foi pedir proteção a Deus”, conta Alexandre. O helicóptero girou algumas vezes até chegar ao chão. Estava a uma altura de 150 metros.
Pouco antes de a aeronave cair na pista de corrida do Jockey Club, “Borracha” lembra que conversou com o amigo Rafael sobre o ciclo da vida. “Ele tinha perdido o pai e estava abalado. Eu disse que aqui nessa vida a gente está para contar nossa história, assim como o pai dele fez. Falei que cada pessoa precisa escrever a própria vida da melhor maneira possível, pois a única certeza que temos é que a morte é inevitável”, revela.
O curioso é que “Borracha” só participou daquele voo porque, na noite anterior, o cinegrafista escalado para a tarefa disse que não poderia trabalhar por causa de um problema pessoal. Sem hesitar, ele topou substituir o colega.
Mudança














Após 15 dias em coma, “Borracha” acordou confuso, sem conseguir se mexer ou falar. O acidente havia deixado muitas marcas: todas as costelas quebradas, fratura em cinco vértebras da coluna lombar e no maxilar superior. Ele ainda sofreu com uma hemorragia, que só não foi fatal por causa do sucesso de uma delicada cirurgia, feita poucas horas depois do resgate.
“Graças a Deus minha medula espinhal não foi atingida. Por três milímetros não fiquei em uma cadeira de rodas para sempre”, conta. Rafael, no entanto, morreu na hora. “Borracha” acredita que sobreviveu por causa do trabalho dos médicos e da perícia do comandante, que fez uma manobra para evitar a explosão do helicóptero. Ele assegura que também teve uma ajudinha divina: “Ali eu reconheci quanto a gente necessita de Deus e que Ele tinha me dado uma nova chance”.
“Borracha” ainda fez cirurgia na coluna, lutou para recuperar os movimentos e passou por uma depressão. “Não via mais graça na vida. Eu costumava me perguntar por que eu fiquei e o Rafa não”, avalia. Com o apoio dos pais e dos dois irmãos, ele conseguiu reencontrar forças para lutar, retomou o tratamento e fez terapia. Aos 41 anos, “Borracha” garante que sua vida mudou. “Fiz uma revisão dos meus valores, abandonei o que me fazia mal. Hoje vivo um dia de cada vez”, conclui.
Missão cumprida







Em 5 de setembro de 2009, muitos sonhos da família da radialista Andrea Moreira Alves foram interrompidos. Naquela data, um acidente inesperado de trânsito havia tirado a vida do patriarca. Ailton tinha 44 anos e era motorista.
“Era a primeira vez que meu pai trabalhava naquele horário e deveria retornar bem cedo para casa, mas ele não chegava. Minha mãe começou a ficar desconfiada por volta das 7h30”, relembra Andrea. Uma amiga da família ligou para confirmar que o pior tinha acontecido.
Andrea teve uma crise nervosa. O irmão dela, Anderson, de apenas 15 anos, ficou revoltado e deu murros descontrolados em alguns objetos da casa. A mãe deles, Ana, não conseguia mais falar. Os três anos seguintes foram difíceis. “Minha mãe ligava para o celular do meu pai só para ouvir a voz dele na caixa postal. Meu pai era jovem, forte, saudável. Para nós, ele era imortal”, afirma.
Hoje, a família se inspira no exemplo de amor ao próximo que Ailton deixou para seguir em frente. “Ele era um excelente pai, marido, funcionário, amigo. Ele vivia a palavra de Deus dentro e fora da igreja, ajudava quem estava sofrendo, valorizava a família, amava sem esperar nada em troca. Ele conseguiu fechar um ciclo. Entendo que meu pai está bem, ele teve um encontro com Deus”, resume.
Aos 30 anos, Andrea é casada e tem uma filha de 4 anos. “Faço questão de estar cada vez mais perto da minha família e não tenho medo de dizer eu te amo. Não sei até quando vamos estar aqui”, acrescenta.
Sem arrependimentos
Dizem que a única certeza que temos na vida é a certeza da morte. Isso vale para todo ser humano, não importa classe social, crença, nacionalidade ou idade. A vida é, sim, limitada. Para uns, ela se estende por 70, 80, 90, 100 anos. Outros morrem de forma inesperada. Não se sabe quanto tempo restará para realizar todas as metas traçadas para a vida pessoal e profissional. O importante é fazer o melhor em todos os momentos e perseguir seus sonhos enquanto houver vida.
Mas e quando a morte chegar? Deixaremos de existir ou passaremos a viver em outro lugar? Aliás, há vida após a morte? A Bíblia, texto sagrado para o Cristianismo e livro mais vendido dos últimos 50 anos, segundo pesquisa do escritor inglês James Chapman, afirma que há, sim, vida eterna.
Isso é confirmado na história de um homem que havia enriquecido e tinha certeza de que viveria por muitos anos. Mas ele tem uma surpresa ao descobrir que toda aquela riqueza acumulada talvez não pudesse ser desfrutada. “Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?”, diz Lucas 12.20. No texto, Deus alerta as pessoas a não viverem a vida na certeza da longevidade, mas com a possibilidade da morte a qualquer momento. Ou seja, cada ser humano precisaria se preparar também para a morte e para o que pode acontecer depois dela.
Não é possível controlar quando se nasce nem quando se morre. Mas cada ser humano pode decidir onde quer passar a eternidade. É o que milhões de pessoas têm feito nas reuniões da “Noite da Salvação”, que acontecem todas as quartas-feiras na Universal (veja os endereços na pág 20). Elas aprendem como viver cada dia como se fosse seu último. E o mais importante: sem medo da morte.



UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA























Neste último domingo  na unidade da Fundação Casa em Franco da Rocha os voluntários da IURD realizaram um evento para os familiares e internos.




























 Na oportunidade foram efetuadas as seguintes prestações de serviços: cabeleireiros (cortes de cabelo e escovas), manicure, maquiagem. Os funcionários também puderam desfrutar destes benefícios e mudaram o visual.










































Foram realizadas palestras sendo os temas : "Começar de 
Novo" com a palestrante Ana Maria informando que se cometemos algo errado devemos começar de novo, nos dar esta chance, pois todo ser humano tem um grande potencial dentro de si."Prevenção de Drogas" com a palestrante Marta Alves, que levou os internos a reflexão sobre os malefícios causados pelas drogas e que os mesmos tem o direito de escolha e dizer NÃO ás drogas. Esse tema causou um grande interesse pelos internos, que participaram com perguntas e sugestões para deixar a dependência química
























O pastor Geraldo Vilhena coordenador de evangelização nas unidades da Fundação Casa de São Paulo orou pelos internos e esclareceu sobre nossas emoções. Que muitas das vezes cometemos um erro por que não sabemos nos conter, e que o resultado nos leva a pagar um preço muito caro. Mas quando temos uma comunhão com Deus, o Espírito Santo nos ajuda a controlar estes instintos e passamos a viver uma vida de alegria.A coordenadora Salma ficou satisfeita com o evento e relatou que este tipo de iniciativa reflete nos internos, pois eles começam a mudar o comportamento acreditando que eles são capazes de mudar a situação de suas vidas (auto-estima)





































Foi distribuido pipocas, algodão doce, refrigerantes e sorvetes para os internos e famílias. Tudo isto num clima de muita alegria e satisfação. 


























































sábado, 22 de março de 2014

Na UNIVERSAL existe grandes mulheres de fé.




A alegria foi geral na unidade de Parada de Taipas (Fundação Casa) na manhã desta última terça feira. Pastor Geraldo Vilhena, sua equipe de voluntários da Universal, mais a participação da AMC (Associação das Mulheres Cristã) realizaram uma mega festa para comemorar em grande estilo o "Dia das Mães". Dn. Rosana Oliveira (AMC) fez a abertura homenageando todas as mães presentes. Uma surpresa! As internas que não receberam visita foram abraçadas pelas voluntárias da AMC, um gesto de amor e carinho.































Em seguida um musical com a cantora Sula Miranda que faz parte da AMC, e com suas canções fizeram que as mães e internas refletissem no seguinte "Só Jesus pode mudar a sua história"

























O Teatro Life House da Força Jovem Universal também marcou presença com uma peça chocante e com uma mensagem significativa mostrando as internas que não importa o que elas estejam passando que Deus está somente aguardando uma atitude de fé para entrar em suas vidas e arrancá-las das garras do mal.















.Mais músicas, o cantor Gilson Campos alegrou todos com suas canções e falou sobre seu testemunho e experiência com Deus. Uma das internas recitou uma poesia da Dn. Carlinda Tinoco (AMC) foi um momento de muita emoção. E a Sula Miranda (AMC) retornou com mais músicas para a alegria das meninas. Pr. Marilene Silva (AMC) passou uma mensagem e fez uma oração toda especial para as mães, coordenadores e funcionários (Fundação Casa). A AMC com um grande gesto de solidariedade doou bíblias, flores, 100 cestas básicas, presentes que foram distribuídas para todas as mães , e as que não puderam estar presentes na festa estariam retirando no dia de visita.Foram também distribuídos bolos, doces e refrigerantes e houve almoço de Confraternização do Dia das Mães oferecido pela Fundação Casa para os familiares, internas e todos os voluntários que promoveram este evento (AMC e Igraja Universal do Reino de Deus).Sr. Ana Nóbrega (Coordenadora Pedagógica da Fundação Casa) relatou a importância do trabalho que o Pr. Geraldo Vilhena e sua equipe tem realizado na fundação."As reuniões que são efetuadas semanalmente pelos Voluntários da IURD e estes eventos trazem satisfação e auto estima para as meninas, elas cantam a semana toda...". relata a Sr. Ana Nóbrega agradecendo a AMC e a Igreja Universal do Reino de Deus por mais este evento. Marta Alves

































































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