quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Problemas no namoro

Amiga não quer mais agir pelo sentimento e pede ajuda


"Estou tendo alguns problemas com o meu namorado. Estamos juntos faz 6 meses, mas nos últimos 4 só temos tido discussão.  Ele fala que não me entende, que o que sente por mim está acabando e que, se eu quiser continuar o namoro, tenho que lutar por ele, reconquistá-lo. Ele está me machucando muito com palavras. Faz 3 semanas que não saímos. Eu gosto muito dele, mas, no momento, não quero agir pelo sentimento, quero casar com a pessoa certa, que me trate bem e me ame." - Amiga
Resposta:
Vamos pensar com a cabeça e não com o coração: o casamento é um passo muito sério e não podemos fazer vista grossa aos acontecimentos, achando que pelo simples fato de amar a pessoa já vamos ser felizes.
Pense comigo: se no começo do namoro, fase em que o rapaz está conquistando a moça, fazendo de tudo para agradá-la, ele já manifesta uma agressividade com palavras, isso não é um bom sinal. Pois, se agora já existem tantas brigas e problemas, imagine como será depois de casar, quando os dois terão que conviver o tempo inteiro.
Fique atenta aos sinais. Deus sempre mostra, de alguma maneira, quando a relação não vai dar certo. Não permita que esses detalhes passem despercebidos, você precisa estar atenta e agir com inteligência.
Não fique insistindo num namoro que já vai mal desde o começo, que não tem futuro. É melhor sofrer agora, por um pouco de tempo, do que ser infeliz para sempre.
Cuidado com o coração. Veja o que a Bíblia diz a respeito dele, não dá para confiar: "Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o poderá conhecer?" Jeremias 17:9




FILHOS DA FUNDAÇÃO CASA













Filhos da Febem

Por Andrea Dip andrea.dip@folhauniversal.com.br
Uma porta pesada de ferro se abre. Um guarda, um detector de metais e uma cabine blindada aparecem. Mais alguns passos, e o barulho da porta se fechando identifica que daquele lugar não entra e sai quem quer. Um caminho de concreto, mais algumas portas, mais um ou dois guardas, mais um portão fechado. Através das grades é possível ouvir bebês e vozes de adolescentes. Lá, o clima tenso desaparece e, às vezes, dá para esquecer que se está em uma Unidade Feminina de Internação Provisória (UIP) da Fundação Casa, ex-Febem. Em poucos metros quadrados funciona a Casa das Mães, que separa adolescentes grávidas e com bebês das outras internas. Ao todo, a unidade abriga 118 meninas de 12 a 20 anos incompletos, e o tempo médio de internação é de 1 ano e meio. No momento da visita, algumas meninas pintavam quadros, outras faziam pães e doces em uma grande cozinha. K., de 16 anos, era uma delas. De avental branco e sorriso largo, ela conta que “rodou” (foi pega), junto com o marido, de 48 anos, por tráfico de drogas e está na UIP há 9 meses. “O juiz disse que ele me usou. Mas eu acho que ninguém usa ninguém, vai por esse caminho quem quer”, diz a jovem, que entrou grávida de 4 meses e teve a filha num hospital conveniado à Fundação. “Eu entrei dizendo: ‘vou traficar, a vida do crime é isso mesmo’. Agora, penso na minha filha, em como vai ser.” Até março de 2006, as meninas que entravam grávidas na Fundação Casa eram levadas a um abrigo assim que os bebês nasciam e lá ficavam com os filhos por 4 meses. Após esse período, as mães voltavam para a internação e os filhos iam para a família da menina ou para um orfanato. Grande parte das meninas fugia e nem voltava para a Febem. A Casa das Mães, com 12 vagas, não supre a demanda de todo o Estado, mas é a única em São Paulo e possibilitou que os bebês fiquem com as mães até o final da medida sócio-educativa. “Aqui é feito o pré-natal, há acompanhamento psicológico. Os bebês são tratados no posto de saúde da região, tomam as vacinas e não lhes faltam alimentos, roupas e estrutura”, conta Maria Isabel Melo, diretora do Internato Feminino, que fica no bairro da Mooca, zona leste da capital paulista. As roupas e brinquedos chegam através de doações e, por vezes, são trazidos por familiares das meninas. Ali, os bebês ficam 24 horas ao lado das mães. O quarto grande é coletivo, com berços ao lado das camas. As meninas lavam a própria roupa e a dos filhos, ajudam na comida, na limpeza e têm oficinas de panificação, manicure e, a mais procurada, de bordado. Maria Isabel explica que as adolescentes que chegam grávidas têm geralmente o mesmo histórico: “O tráfico é o motivo mais comum. Geralmente, é por amor. Elas se envolvem na vida dos companheiros e quando elas vêm para cá, eles são presos. A maioria já tem filhos de outros relacionamentos”, diz. Essa é a história de J., 17 anos. Há poucos dias na unidade, está grávida de 38 semanas e conta que deixou uma filha de 3 anos com a mãe. Esse é seu maior sofrimento. “Minha mãe cuida bem, mas disse que não vem me visitar nem trazer minha filha, porque preciso pagar pelo que fiz. Entrei para o tráfico porque era o caminho mais rápido para comprar as coisas que eu queria. Mas nem de perto é o caminho mais fácil”, diz, amadurecida pela realidade. E para o futuro? J. faz uma pausa de silêncio enquanto mexe na longa trança de cabelos negros: “Quero conhecer pessoas que me ajudem não com dinheiro, mas com um ombro. Quero cuidar da minha família, dos meus filhos”. E o pai? “O pai da minha filha é do crime. E o pai do meu filho está preso”. Para o psicólogo Rubens Maciel, as meninas que vão para a Fundação Casa têm a família desestruturada ou vivem em situação de miséria. “Elas saem de casa porque o convívio com os pais e irmãos é degradante, violento. E, não encontrando segurança em casa, vão procurar esse carinho em um namorado que também vem de uma situação semelhante”, explica. Por esse quadro caótico, Maciel acredita que a situação dos bebês que nascem atrás das grades é relativa. “Se você comparar com a rua, eles estão em uma situação melhor, porque nada falta, estão num ambiente seguro. Mas, se comparada à situação de uma família estruturada, eles estão em uma condição pior, porque estão privados de liberdade por um delito cometido pela mãe”. É o caso da bebê de G. (de 18 anos), interna há 1 ano e 4 meses. “Ela está engatinhando e quer ir para fora, vai até o portão e quer sair”, conta. O caso dela é o mais grave entre as oito meninas que ocupam a Casa das Mães. Após alguma resistência, conta que cometeu latrocínio, roubo seguido de morte. Ela também estava com o marido no momento do crime e ainda tem 3 ou 4 meses como interna para cumprir. Quando sair, pretende ir morar com a sogra no interior e aceitar qualquer trabalho. “Não posso ficar escolhendo, né?”, diz a adolescente. Sobre sonhos e o futuro, elas não falam. Dão respostas vagas. O fato é que as meninas estão entrando para o crime cada vez mais cedo. Em 2000, a idade média das internas era de 18 anos. Hoje, as meninas “rodam” com pouco mais de 15. E descobrem, nas palavras de J., que esse caminho é “rápido, mas nunca fácil”. Berçários e creches nas prisões O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, no fim do mês passado, uma lei que garante condições mínimas de assistência a mães presas e recém-nascidos. O texto determina que as penitenciárias femininas tenham berçários onde as mães possam cuidar e amamentar os filhos até, no mínimo, 6 meses depois do nascimento. A lei assegura ainda que haja acompanhamento médico pré-natal e pós-parto. Até então, as detentas ficavam com os bebês até os 4 meses de vida e depois davam para a família ou para abrigos, dependendo da situação. As prisões deverão também ter creches com profissionais qualificados para abrigar crianças de 6 meses a 7 anos, cuja mãe esteja presa e seja a única responsável. A autora do projeto, deputada Fátima Pelaes (PMDB/AP) ressaltou à imprensa que a lei é uma “obrigatoriedade de que realmente os presídios femininos disponham de um atendimento à mãe e à criança”. Fátima, que nasceu em um presídio e viveu nele até os 2 anos de idade, afirmou também que: “Toda mulher tem direito de ser mãe e toda criança tem direito à convivência com essa mãe, ao carinho e ao afeto. Isso faz diferença na vida dos dois.”

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

O crack está pronto para destruir jovens, adultos e idosos.

Líder do Força Jovem do Rio Grande do Sul enfrentou muitas lutas até deixar para trás o caminho das drogas e procurar o da Salvação



Aos 13 anos, o gaúcho Augusto Albuquerque (à direita, na foto ao lado) era um triste exemplo para a juventude. Como consumidor voraz de entorpecentes, faziam parte de seu costumeiro “cardápio” maconha, cocaína, cola de sapateiro, bebidas alcoólicas e até uma explosiva mistura de cocaína e crack. Uma bomba que explodia, aos poucos, sua vida.


Ele era um jovem perdido, que procurava nas drogas um possível preenchimento para um grande vazio em sua vida. “Assim como eu fazia, muitos jovens procuram as drogas para fugir desse vazio.”


Mas o vício não fazia parte de sua vida somente com os “amigos”. Dentro de casa, tinha uma mãe alcoólatra. O irônico era que ele procurava não ver o vício da mãe indo “encher a cara” com o pessoal com quem andava. Depois, embriagados, procuravam lugares ermos para consumir drogas.


Augusto também procurava companhia para cantar hip-hop ou rap. Nos shows que fazia, as letras de suas músicas falavam de respeito, consciência, humildade. “Mas eu mesmo não vivia aquilo de que falava. Me afundava e me perdia cada vez mais, enquanto aconselhava outros.”


Ele tinha uma vida falsa baseada na hipocrisia. Além disso, envolvia-se com várias garotas, sem ter uma relação realmente séria com nenhuma.


Um dia, Augusto sofreu um acidente. Com a perna inteira engessada e tempo de sobra, foi obrigado a dar uma pausa naquela vida desregrada.


Nesse período, assistindo a uma programação da Universal, percebeu algo diferente. Percebeu que não era feliz de fato e que toda a ilusão em que ele vivia não era a vida que desejava.


Foi assim que chegou à Universal e foi assim que começou a trilhar um caminho diferente.


“Fui acompanhado por obreiros e pastores, que me ajudaram muito. Conheci o Força Jovem Universal e comecei a participar. Recebi o batismo no Espírito Santo. Só depois disso conheci aquela que hoje é minha esposa.”


O jovem, já cristão, começou a namorar e não achou apenas aquela que alguns classificam como “alma gêmea”. Mais que isso, Augusto começou a sentir vontade de conquistar outras almas. Muitas. E não para ele, mas para Deus.


Essa vontade surgiu quando viu outros jovens passando pelo mesma situação, precisando de quem os orientasse. Foi quando nasceu nele a vontade de ajudar aquelas pessoas.


Augusto foi levantado a obreiro e, com o tempo, cresceu o desejo de ser pastor. “Olhava os pastores e bispos levando uma palavra de fé às pessoas. Via o exemplo daqueles homens de Deus no altar, e recebi o chamado para ser como eles. Olha... não foi fácil.”


A despeito das dificuldades, a dedicação foi maior e ele seguiu em frente. Hoje, Augusto não só é um pastor, como também lidera o Força Jovem no Rio Grande do Sul.


“Minha esposa e eu nos dedicamos a isso. Ver pessoas que chegam com a vida destruída, agora abençoadas; algumas até levantadas a obreiros, gente de Deus, com vidas e famílias restauradas. Esse é o nosso verdadeiro salário, nosso prazer, nossa alegria.”


Se a adolescência foi entregue às drogas, com praticamente nenhuma perspectiva de futuro, o presente de Augusto é totalmente diferente.


“Hoje, posso dizer que sou um homem muito feliz.”

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Mentira tem perna curta e faz mal

Estudos revelam que o ser humano tem o hábito de mentir, apesar de causar prejuízos aos outros e à própria saúde, além de a verdade sempre prevalecer no final


"Você pode enganar algumas pessoas todo o tempo. Você pode também enganar todas as pessoas algum tempo. Mas você não pode enganar todas as pessoas todo o tempo", diz o ditado ainda atual, atribuído a um discurso feito no século 19 pelo ex-presidente norte-americano Abraham Lincoln.


O raciocínio simples de que ser verdadeiro é mais fácil parece não entrar na cabeça de muitas pessoas, que primeiro enganam a si mesmas para depois tentarem se passar por outras, e aí vivem numa mentira cada vez pior, que jamais irá se sustentar – muito menos depois que a realidade vier à tona. Porque, acredite ou não, a verdade sempre irá prevalecer.
Atualmente, dois séculos depois da suposta afirmação de Lincoln, um estudo da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, concluiu que 60% das pessoas não conseguem ficar sem mentir sequer em uma conversa de 10 minutos. Pela média da pesquisa, cada ser humano mente três vezes nesse período de bate-papo, sendo que os principais alvos dos mentirosos são pais, amigos, irmãos e cônjuges.
Mentiras que podem ser consideradas inofensivas, como contar se viu ou não um filme, por exemplo, entraram nessa conta para mostrar como o homem tem o hábito de mentir, e pode até ser que um caso assim não seja descoberto. No entanto, há casos complicados, que prejudicam muitas pessoas e que provavelmente vão ser esclarecidos em algum momento, sendo que as consequências poderão ser graves para quem mentiu e extremamente frustrantes para quem acabou prejudicado, direta ou indiretamente – um dano que nem sempre pode ser calculado ou recompensado.
Um exemplo de consequência desastrosa provocada pela mentira aconteceu em meados de julho, quando o mundo do atletismo tomou mais um baque em razão de escândalos de doping por parte de ídolos da modalidade. Entre eles,  o do norte-americano Tyson Gay, de 30 anos, campeão mundial dos 100 metros (m) e dos 200 m, medalha de prata no revezamento 4x100 m da Olimpíada de Londres em 2012 e dono do melhor tempo deste ano nos 100 m.
Na prática, depois que a máscara da enganação caiu, Gay já ficou fora da disputa do Campeonato Mundial e também começou a perder contratos com patrocinadores. Depois de julgamentos, ainda deverá ser obrigado a devolver medalhas e ficar sem muitos dos resultados que registrou na carreira, quando prejudicou os adversários. Esse atleta até poderá comemorar uma conquista do passado depois que o resultado for revisto, mas jamais irá recuperar o tempo e prováveis patrocínios perdidos, o que não ocorreria caso tivesse obtido, no passado, vitórias justas, para as quais se preparasse honestamente.
Assim como os esportistas burlam regras para tentar se sobressair diante de adversários, na cada vez mais acirrada corrida por um emprego, muitos candidatos mentem descaradamente em seus currículos. A farsa pode até ajudar um candidato a entrar em uma empresa, mas para conquistar a vaga de fato será preciso mostrar na prática as qualidades e competências expostas no currículo. E, em caso de falha, uma demissão ainda no período de experiência pode manchar uma carteira de trabalho, além de tirar a chance de emprego de quem realmente se preparou e merecia a vaga. Uma mentira assim será facilmente confirmada quando o sujeito for procurar um novo emprego e o responsável pela contratação resolver checar na antiga empresa o motivo da demissão – uma troca de informação comum entre os departamentos de recursos humanos.
Além da questão de a mentira ser descoberta rapidamente e de consequências práticas mais visíveis, mentir faz mal à saúde, segundo conclusão de um estudo realizado por cientistas da Universidade de Notre Dame, nos Estados Unidos. Nessa pesquisa, 110 pessoas foram avaliadas, sendo que metade foi orientada a não mentir por 10 semanas, período em que foram sendo analisadas. A cada avaliação feita pelos cientistas norte-americanos, os 55 voluntários que passaram a mentir menos, revelaram se sentir melhor fisicamente e também relataram sensação de bem-estar e ainda um ganho significativo de saúde, como registrado pelos cientistas.
No final do estudo, o grupo que foi bem orientado e evitou mentir, sentiu como é bem melhor viver ao lado da verdade, sem o peso da farsa ou da vida de fachada na consciência.
"Uma mentira repetida várias vezes vira verdade." Outra frase famosa sobre o tema, e que até hoje é dita para tentar explicar equivocadamente uma situação. Um pensamento que jamais deve ser propagado e que na realidade nasceu na cabeça do ministro da Propaganda Nazista de Adolf Hitler, Joseph Goebbels.
O pensamento de Hitler atingiu o mundo em cheio e resultou na Segunda Guerra Mundial, uma batalha travada por mais de 70 países e que causou mais de 50 milhões de mortes, até se encerrar com o simbólico suicídio de Hitler, justamente no momento em que teve de encarar uma verdade: a derrota.
O caso do líder nazista é extremo, mas vale para ilustrar como a mentira sempre vai ser prejudicial, porque a verdade irá prevalecer e trará na bagagem decepções, perda de confiança e outras tantas consequências negativas. Sendo assim, por que não enfrentar de uma vez a realidade como ela é, para tentar consertar os problemas pela raiz, em vez de ficar vivendo uma ilusão temporária? 



UNIVERSAL SOCIAL TEM UM PROJETO NA FUNDAÇÃO CASA DE SÃO.PAULO



Agência Unipress Internacional

SÃO PAULO - Voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus de todo o Brasil visitam, diariamente, unidades da Fundação Casa. Em São Paulo, cerca de 150 pessoas acompanham o pastor Geraldo Vilhena, – responsável pelo trabalho no Estado – nas reuniões realizadas nos locais. Segundo dados da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência (SEDH/PR), no Brasil, o número de menores infratores que cumpre pena aumentou em 28%, entre 2002 e 2006. Em média, há nove adolescentes em regime de internação para cada um em regime semi-aberto. São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará são os Estados com maior execução para este regime. Com o objetivo de ajudar na reintegração desses jovens na sociedade, há sete anos a IURD conta com a ajuda de voluntários de todas as áreas para a realização do trabalho espiritual.






















































 Durante os encontros, os internos recebem uma palavra de fé e de esperança. “Nós oramos para que eles sejam libertos dos problemas espirituais e possam receber a presença de Deus”, diz o pastor Geraldo. Semanalmente, são distribuídos cerca de três mil exemplares da Folha Universal e mensalmente mil livros e duas mil revistas Plenitude, para que os adolescentes possam conhecer, de uma forma diversificada, a Palavra de Deus. O grupo também organiza palestras sobre saúde da mulher – nas unidades femininas –, higiene e educação, além de oferecer doações e amparo aos familiares dos internos. No mês passado, cerca de 200 famílias do Complexo do Brás receberam lanches, roupas, calçados e brinquedos. “Durantes esses eventos, procuramos conscientizar todos sobre a importância de resgatar os valores da família, da formação da criança e do adolescente para a nossa sociedade”, explicou o pastor, acrescentando uma palavra de fé aos que estão sofrendo por terem algum parente sendo escravizado pelo mundo do crime: “Disse o Senhor que se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra”, finalizou.
























































































































































segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Cuidado com a INVEJA.




A inveja pode ser definida como uma vontade frustrada de possuir qualidades, posses ou habilidades de outra pessoa, resumidamente: não só ter o que pertence ao outro, mas ser também como ele é.
Originária desde os tempos antigos, a inveja é considerada um dos sete pecados capitais. A realidade é que desde os primórdios até os dias atuais esse sentimento paralisa a vida de famosos e anônimos, deixando-os sem poder de reação e, em questão de tempo, leva à destruição total.
Maria Cristina, de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, revela que chegou a ser vítima desse sentimento maligno. Com uma vida farta e um marido dedicado, ela conta que se viu à beira da morte por conta da inveja. “Perdemos fazenda, carros, tive meu casamento atingido pelas brigas, entrei em profunda depressão e tentei o suicídio duas vezes. Até que eu percebi que precisava dar um fim naquela terrível realidade, a qual era difícil de aceitar”, lembra.
Ao receber um convite para buscar a Deus, na Igreja Universal, ela encontrou uma força maior capaz de desfazer todas as obras malignas de sua vida. “Hoje, dou graças a Deus por encontrar a porta da IURD aberta no momento em que mais precisei. Aqui, me libertei de todos os males e refiz a minha vida em todos os aspectos. Eu sei que na presença de Deus e com o corpo fechado a inveja não me atinge mais”, determina.
Participe das reuniões da IURD perto de sua residência e também acompanhe, diariamente, o programa "Duelo dos Deuses", exibido pela IURD TV, às 9h, quando durante a programação são dados esclarecimentos de como se deve combater as forças espirituais do mal. 



UNIVERSAL participa de um futebol na Fundação Casa.




A equipe de futebol da unidade Nova Vida(V.Maria) participou de um jogo amistoso contra o time da Força Jovem da Igreja Universal do Reino de Deus, do Brás-SP.A partida foi disputada na tarde de domingo último (19/04), proporcionado aos jovens não somente o acesso à atividade esportiva, bem como o incentivo à inclusão social e religiosa.



















































" O jovem pode perfeitamente participar de atividades esportivas, sociais,e viver sua vida em compromisso com Deus, pois princípios fundamentais como disciplina, respeito ao próximo e obediência, fazem parte também do esporte", destacou Luis Fernando P. da Silva,responsável pela divisão de esportes da Força Jovem da IURD do Brás.O time da casa saiu-se vencedor, recebendo um troféu, ofertado pelos visitantes. Em clima de descontração, todos os presentes puderam saborear pipoca com guaraná.O diretor da unidade, Leandro Medeiros Della Mina,considera muito importante a colaboração da Igreja Universal do Reino de Deus na recuperação dos adolescentes, pois também o esporte agrega valores relevantes, estimulando o espírito de cooperação entre os jovens que cumprem medida socioeducativa.








































domingo, 11 de agosto de 2013

Mulheres que não podem ter filhos se sentem inferiores




Existe um assunto muito importante, que mais parece um tabu. Sei que é tema polêmico e que muitos discordarão da minha opinião. Mas se colocarem as emoções de lado, irão entender...
Outro dia precisei ir ao médico. Chegando lá, ele começou com aquelas perguntinhas de sempre…
"Qual a sua idade?" "37 anos".
"Fuma?" "Não".
"Bebe?" "Não".
"Usa drogas?" "Não".
"Tem filhos?" "Não, eu e meu esposo optamos por não ter filhos".
Precisava ver a cara do médico! Ele começou a fazer mais perguntas com relação a isso e ainda assim parecia completamente chocado! Não conseguia aceitar essa escolha! Ele não é o único. Para todos que menciono isso, parece que viro um ser de outro planeta.
Eu até entendo essas reações, mas o que as pessoas não parecem entender são as minhas razões!
Talvez para você, solteira, desesperada para encontrar alguém e casar, por causa da pressão do relógio biológico, isso seja algo que você gostaria de considerar...
Casei com 24 anos e meu esposo tem a mesma idade que eu. Um ano depois, decidimos que não iríamos ter filhos. Foi uma decisão totalmente racional, sem nenhuma emoção envolvida. Não é que não gostamos de criança, eu e meu marido somos loucos por elas!
Eu não tive relógio biológico me pressionando, foi uma decisão minha e do meu marido. O fato de vivermos uma vida de entrega total àquilo que fazemos também contou, não queríamos nos dividir nem fazer com que uma criança tivesse que sacrificar por algo que foi uma escolha nossa.
Já se passaram 12 anos desde a nossa decisão e não poderia estar mais feliz! Ter filhos parece ser mais que um sonho para muitas mulheres; é como se fosse algo sem o que elas não serão felizes e completas!
Isso não é verdade e sou prova disso!
Mulheres que não podem ter filhos se sentem inferiores. Como pode? Elas tentam de tudo: inseminação artificial, barriga de aluguel, etc.
Veja a realidade, olhe para o mundo em que vivemos hoje, tanta podridão! Pedofilia para todos os lados! Pessoas que têm filhos fazem de suas casas prisões confortáveis, pois o medo de algo horrível acontecer é demais! E quando o abuso acontece dentro de casa?
Se a criança brinca na porta de casa, pode ser sequestrada ou atingida por uma bala perdida!
E os casos de crianças que crescem para se tornar adolescentes tão rebeldes que têm a coragem de matar seus próprios pais?! Na minha visão, aqui já não é um bom lugar para se viver. Então lhe pergunto: qual a necessidade de arriscar colocar mais uma vida neste mundo tão podre e nojento?
Vocês acham que as coisas irão melhorar? De jeito nenhum, a Bíblia já prevê tudo isso! É o amor se esfriando em quase todos.
Lembre-se: ainda que seja um bebezinho lindo, ele cresce! E quando crescer, não existe garantia de que aquela pessoa escolherá os caminhos de Deus! Ainda que sejam filhos de bispos ou pastores!
Portanto, amiga, se você tem se sentido pressionada por essa razão, veja por esse lado também. Se você quer ter filhos, tudo bem, não estou tentando mudar a sua cabeça nem a recriminando, essa é uma decisão bem pessoal. Apenas acho que é necessário abrirmos a nossa mente e procurarmos ver as coisas de outro ângulo. E esse é o ângulo pelo qual enxergo.
Medite sobre esse assunto, sem emoções envolvidas. Quem sabe não era aquilo que você precisava ouvir?

sábado, 10 de agosto de 2013

Como a inveja "matou" a alma de Caim

Ele sabe que sofrerá para sempre as consequências de seu ato. E você, pensa antes de tomar qualquer atitude?




O rapaz se joga mata adentro buscando fugir de seu passado. Em suas mãos, o sangue ainda escorre. Ele tenta limpar, esfrega em folhas de árvores, em águas de rios, em terras do chão. Nada funciona. Como se assombrado, ele vê o sangue subindo das mãos e se multiplicando pelo corpo, invadindo cada centímetro dos braços, do tronco, do coração, da alma. Talvez sejam seus olhos que ficaram vermelhos pelo arrependimento, talvez seja sua mente que se perdeu em um labirinto de inveja e vingança. Ele não sabe.
Buscando se perder entre as gigantescas árvores que inibem o sol, ele aperta o passo. Está encarcerado. Ao redor, as lembranças crescem abraçadas aos galhos e aos troncos, até sufocarem o rapaz. Nenhum animal está por perto.

Ele ouve o trovão. Sua espinha gela, seus pelos se arrepiam, mas tenta enganar sua mente. Começa a correr.
“Caim!”
“Caim!”
Arranha-se nos espinhos de arbustos que cada vez mais tentam impedir sua passagem.
“Eu perdi minha vida! Eu perdi minha vida!”, sentencia antes mesmo do julgamento.
“Caim!”
A voz é estrondosa, cada vez mais alta e agora a mata faz corpo a ela, fechando todos os caminhos. Deixa-se cair ao solo, sabendo que sofrerá as consequências.
“Onde está Abel, teu irmão?”
O desespero passa a percorrer suas veias. Com dificuldade, expulsa as palavras trêmulas de sua boca falsa:
“Não sei; acaso, sou eu tutor de meu irmão?”
As flores que lhe reprovam com o olhar acusam: “Não, não é tutor. Mas quis ser dono de sua vida ao matar o menino.”
Evita olhar para elas, mira o chão.
“Fraco! Deixou que o ciúme e a inveja lhe corrompessem a alma. Agora chora a alma de Abel como chorarão seus pais.”
Tenta esconder o rosto nas mãos, mas o vermelho sangue o assusta. Fecha os olhos e vê o corpo de seu irmão. Abre-os e vê o corpo de seu irmão. Por todos os lados. Corpos, sangue, acusação. E a voz de trovão que volta a preencher o ar:
“Que fizeste? A voz do sangue de teu irmão clama da terra a Mim. És agora, pois, maldito por sobre a terra, cuja boca se abriu para receber de tuas mãos o sangue de teu irmão. Quando lavrares o solo, não te dará ele a sua força; serás fugitivo e errante pela terra.”
O peso das palavras lhe quebra os ombros. Caído, chora:
“É tamanho o meu castigo, que já não posso suportá-lo. Eis que hoje me lanças da face da terra, e da Tua presença hei de esconder-me; serei fugitivo e errante pela terra; quem comigo se encontrar me matará.”
De nada vale fugir e tentar não sentir nada. Chegou o dia em que Caim tentou ter mais do que possuía e vendeu fácil sua alma, que antes não tinha preço.
“Qualquer que matar a Caim será vingado sete vezes”, diz o Senhor. E o marca para escondê-lo da morte.
Depois que o Senhor se vai, o homem chora até secar suas lágrimas. E então se levanta e vai para longe dali, sabendo que nada mais o poderia ferir tanto.
Nesse dia, Caim se acostuma com o caminho errado que escolheu e entende que para sempre viverá o mesmo dia. 
Para refletir
Você tem pensado nas consequências dos seus atos antes de tomar qualquer atitude?





JOVENS DA FUNDAÇÃO CASA, PARTICIPAM DE UMA REUNIÃO NA UNIVERSAL E TOMAM A DECISÃO DE SE BATIZAR NAS ÁGUAS.(VEJA)







Jovens da UIPaulista,visitam Matriz da IURD- Brás, SP.
Dois jovens que cumprem medida sócioeducativa na UIPaulista (Vila Maria), tiveram a oportunidade de participar, na manhã de domingo último(19/04), de um culto,realizado no templo da Igreja Universal do Reino de Deus, no Brás. Com o propósito de ter uma vida renovada na presença de Deus, 





















                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                           após a reunião, os jovens passaram pelo batismo nas águas, demonstrando assim, a condição de arrependimento.                                                                                                                   


























































Após a cerimônia, foram recepcionados com um lanche especial, oferecido pelos voluntários da evangelização que fazem o trabalho naquela unidade.



















sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Pais e filhos em conflito

Pais e filhos em conflito

Será que nos esquecemos de Deus?





A semana trouxe notícias tristes, muitas delas envolvendo conflitos entre pais e filhos. Situações que nos fazem pensar o quanto estamos distantes do Senhor Jesus. Duas delas realmente são de deixar a cabeça fervilhando, levantando questões sobre as relações familiares e Deus.
A primeira aconteceu nos Estados Unidos. Trata-se da história de uma menina que foi trancada, durante 2 anos, pela mãe, em um armário da casa onde morava e isolada do convívio com seus irmãos porque se “parecia muito com o pai”. Tudo começou quando a menina, chamada Georgia (foto acima), tinha apenas 3 anos.
No período em que passou presa, ela era obrigada a utilizar os próprios cabelos como "cobertor" para não passar frio. Não podia sequer usar o banheiro. A mãe deixava uma vasilha no local onde a menina ficava trancada para que ela usasse como penico.
Quando os policiais encontraram a menina, ela pesava pouco mais de 8 quilos e teve que ser hospitalizada porque estava severamente desnutrida. Ela vivia separada de seus irmãos, que moravam na mesma casa. Georgia tinha dificuldades para se comunicar. A mãe biológica foi sentenciada a 40 anos de prisão pelo crime, e não poderá deixar a cadeia por pelo menos 18 anos.
A outra notícia está na capa de todos os jornais brasileiros. É a primeira manchete dos sites jornalísticos. Um casal de policiais militares e seu filho de 13 anos foram encontrados mortos dentro da própria casa na Vila Brasilândia, zona norte da capital paulista. Também foram mortas a avó e a tia-avó do menino.
Agora, a bomba que vem causando divisões de opiniões: a polícia trabalha com a hipótese de que o menino foi o autor dos assassinatos e depois cometeu suicídio. Ele teria matado a tiros – com a arma da mãe – os pais, a avó e a tia-avó, pegado o carro da familia para ir à escola, assistido aula e, na volta para casa, se matado com a mesma arma. Independentemente de qual resultado as investigações possam apontar, surge um questionamento inevitável, e isso em relação aos dois casos: que tipo de relacionamento há hoje entre pais e filhos que possam suscitar essas situações?
Os dois episódios lembram outro, ocorrido também em São Paulo, em 2002, e que ainda está preso no imaginário popular: o caso Richthofen, quando a filha de um casal de empresários, Suzane, foi acusada de ter planejado a morte dos próprios pais, com o auxílio do namorado e do irmão dele.    
Em Marcos 13:12 está escrito: “O irmão trairá seu próprio irmão, entregando-o à morte, e o mesmo fará o pai a seu filho. Filhos se rebelarão contra seus pais e os matarão.” A Bíblia há muito fala que chegaríamos a tempos como esses, em que haveria conflitos entre irmãos, pais e filhos.
Nesse momento, é importante saber o que aconteceu em todos os episódios e o que motivou tais atitudes. No entanto, em todos eles há um elo, independentemente de quem praticou o crime: a falta de Deus no coração.
Pode parecer improvável, mas, para quem tem um elo com Deus e compreende o mandamento maior do Senhor Jesus é assim que funciona. A falta de Deus na vida das pessoas é o sinal dos tempos que se apresentam. Mantenha-se ao lado Dele e propague o que Ele disse: “Amai-vos uns aos outros, como eu vos amo.” João 15:12






Jovens internos da Fundação CASA-SP, participam da Santa Ceia da Revelação no Cenáculo do Brás.











Jovens internos da Fundação CASA-SP, participam da Santa Ceia da Revelação


Na manhã do último domingo (20/04), funcionários e doze jovens que cumprem medida sócio-educativa na Unidade de Internação de Vila Maria, através de permissão especial do Juiz de Menores, estiveram presentes na matriz da IURD no bairro do Brás, zona leste de S.Paulo.
O bispo Jadson dos Santos, realizou a Concentração de Fé e Milagres, alertando a todos, sobre a necessidade de se humilhar perante Deus, que é o primeiro passo, para que Deus os exalte (I Pedro5.6).Na oportunidade, participaram também da Santa Ceia da Revelação, pelo Espírito Santo, do Senhor Jesus, e logo após, foram convidados pelo bispo a subir no altar, e todos os presentes oraram em favor dos adolescentes a fim de que vejam a grandeza de Deus , em suas vidas transformadas.
O jovem A.F.L.de 18 anos, relatou que no passado,esteve na presença de Deus, abandonou e caiu no mundo da criminalidade,mas com os ensinamentos que vem recebendo semanalmente, nos cultos realizados pela IURD dentro das Unidades, e a pregação do bispo, sente-se com sua fé renovada para enfrentar todos os obstáculos e praticar a Palavra de Deus, na certeza de que seu tempo de exaltação chegará.
Segundo o Coordenador da Fundação CASA da UI-Abaeté, Sr. Jorge A. Gomes, a participação dos jovens neste domingo, foi muito importante, pois além do alimento espiritual, eles puderam reconsiderar suas vidas e perceber que não estão excluídos da sociedade, e sim, o objetivo é reintegrá-los ao convívio social, contribuindo para a elevação da auto- estima , visando o retorno destes adolescentes ao seio familiar e à sociedade, conscientes de seus direitos e responsabilidades.

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