sexta-feira, 21 de junho de 2013

Quantas vezes você se deixou levar pelos outros?


Joás reinou em Jerusalém por 40 anos, ao lado do sacerdote Joiada. Por muito tempo ele fez de tudo para que aquele povo não perdesse a direção de Deus e teve todo o apoio do sacerdote por ter aliança somente com homens de Deus, por limpar a idolatria do povo e restaurar o templo do Senhor (2 Crônicas 24).

Porém, quando Joiada morreu, ele se deixou levar pelas ideias dos outros reis. E tudo aquilo que ele fez para honrar o nome de Deus, deixou de lado, permitindo que a idolatria voltasse a ser introduzida na vida do povo.

Quantas histórias sabemos de pessoas que começaram bem, mas terminaram mal? Os primeiros passos foram firmes na fé com Deus, mas, por um detalhe, se deixaram levar pelas ideias de um amigo, de pessoas reconhecidas política e socialmente?

Muitos pensam que ter um bom começo está diretamente relacionado a ter um bom fim. Para que se mantenha assim é preciso ter foco. E o que nos faz perder o foco? A falta de ensinamento espiritual, a falta de interesse em saber mais sobre Deus e ver em outros lugares motivações pessoais, até mesmo financeiras, aparentemente melhores do que naquele caminho que Ele nos indicou para trilhar.

Não é difícil perder o foco com tantas oportunidades e tentações que o mundo oferece. Se um passo é dado fora do caminho, teremos que dar dois para voltar.

Se comprometer, ter alianças com pessoas que não creem no mesmo Deus que você, também é uma forma de sair da direção de dEle. Isso não significa que temos que nos isolar, mas não devemos nos envolver com suas crenças e ideias.

O diabo age sorrateiramente quando a pessoa não está vigilante em suas atitudes e ações. Por isso, é preciso muita sabedoria ao ter elo de amizade com quem não crê em Jesus.

O testemunho dado, as ações de amor, a servidão a Deus, tudo é jogado fora quando nos deixamos levar pelas ideias idólatras de outras pessoas, pela ganância desenfreada, pela vaidade, pelo afã de ter mais e mais poder e reconhecimento.

Por isso, se você está na fase de acabar com a idolatria dos homens, e arrumar o templo do Senhor, fique atento e não se deixe levar pelas ideias dos que não possuem a mesma fé.

Você não deve deixar para trás tudo o que fez por Deus, por causa de outras pessoas. Dedique sua vida até o fim a servi-Lo, e não a homens, e deixe seu legado. Não perca a direção. Que Jesus seja o foco da sua vida!

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Tudo coopera para o bem daqueles que amam a Deus.



Desde que o movimento começou, eu estava tentando entender a raiz de todo esse aparente caos que tomou conta do Brasil. Achei tudo muito suspeito, do nada todo mundo resolve sair às ruas, em massa, protestando contra tudo e todos? Realmente estava tentando entender, sem me deixar levar pela imprensa ou pelo que os outros diziam. Ontem, ao ver as imagens dos protestos no país, me deparei com uma foto da prefeitura paulista pichada com a palavra “desobediência”.
Ano passado, durante a campanha para prefeito de São Paulo, a Universal sofreu uma perseguição violenta, com calúnias e boatos requentados e servidos com bolinhos no café da manhã. Foi uma perseguição calculada e arquitetada não necessariamente por quem queria o nosso mal, mas para conseguir uma vitória política a todo custo. Mas não interessa se são nossos inimigos de coração ou não, é fato: todo aquele que se levanta contra quem é de Deus, está se levantando contra o próprio Deus. Cedo ou tarde, colhe o resultado.
Em 2010, participei da campanha presidencial a favor da Dilma. Não me arrependo, pois eu não estava lutando por um partido, mas pelos meus ideais: batemos na mentira, na injustiça e na manipulação da mídia. No entanto, nas eleições de 2012, optei por Russomano. Quando Haddad ameaçava ir para o terceiro lugar, a campanha perdeu o tom.
Passaram a distorcer a proposta do Russomano para a questão das passagens de ônibus, dizendo que ele acabaria com o Bilhete Único. Além disso, usaram o fato de ele ser do PRB para tentar vinculá-lo à Universal dizendo que ele era marionete do Bispo Macedo e que a Igreja governaria São Paulo. Trabalharam com o medo e o preconceito dos incautos, fizeram uma campanha desleal, mais suja e desesperada do que a que sofreram em 2010. Venderam a alma para o diabo.
Nos blogs e nas redes sociais, chamavam os bispos de ladrões, nos chamavam de ignorantes, de zumbis, diziam que éramos impedidos de pensar, que a Universal queria dominar o mundo e qualquer maldição sugerida contra o Bispo ou contra a Universal (e quando eu falo em “Universal” incluo cada um de nós, membros, pois a igreja é um organismo vivo) era bem recebida, pois valia tudo para ganhar.
Ganharam. Uma cidade que queriam há muito tempo, agora estava em suas mãos. O que eles não sabiam era o preço que teriam que pagar.
A promessa que Deus fez para Abraão, fez para o Bispo Macedo e para cada um de nós quando nascemos de Deus:
“Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem.” Gênesis 12.3. (Quem nos apoiou até hoje, foi abençoado; mas que fim tiveram aqueles que nos atacaram?)
Ao nos amaldiçoar, amaldiçoaram a si mesmos. Deus, como sempre, converteu a maldição em bênção para nós, mas eles colhem agora o que plantaram lá atrás. Porque não pode ser coincidência que o tema das passagens tenha sido o que eles mais bateram na campanha do PRB ano passado, envolvendo o nome da Igreja para desconstruir a candidatura de Russomano.
No início do cristianismo, os fariseus perseguiram os apóstolos e conseguiram prendê-los. Gamaliel, um mestre da lei, muito respeitado, deu as palavras de sabedoria que deveriam ser ouvidas por todos que nos perseguem:
“Agora, vos digo: dai de mão a estes homens, deixai-os; porque, se este conselho ou esta obra vem de homens, perecerá; mas, se é de Deus, não podereis destruí-los, para que não sejais, porventura, achados lutando contra Deus." Atos 5.38

Do início ao fim da Bíblia a gente vê isso com clareza. Quem luta contra os servos de Deus luta contra o próprio Deus.
Ainda que não tenham tido consciência disso na época, a moeda que usaram para vender a campanha é a mesma que se cobra agora. Eu tenho plena convicção de que é por isso que os protestos começaram com a questão das passagens – e em São Paulo. Para que ficasse claro a quem tiver olhos espirituais. Os espíritos que vinham oprimindo o povo estão saindo, como um estouro de boiada. E o povo, em busca de liberdade, sai às ruas. Nessa multidão, saem os manifestantes (certos ou não, mas bem intencionados), e os manifestados, que são os que depredam, saqueiam e agridem...são os que picharam a fachada da prefeitura de São Paulo com a palavra que dá origem ao caos, à guerra, à baderna, a tudo o que há de pior: desobediência.
Essa é, na minha opinião, a razão de tudo o que temos visto nos últimos dias: quando decidiram mentir, enganar, distorcer e espalhar calúnias, eles fizeram uma escolha. Optaram pela desobediência a Deus e pela injustiça. Quem planta desobediência, colhe desobediência. Quem planta injustiça, colhe injustiça. Não estou aqui rindo deles ou dizendo: “Bem feito”. Não. É com pesar que escrevo essas palavras, porque eu sempre torci para que fizessem a escolha certa, para que abrissem os olhos.
Não estou aqui também dizendo que eles são nossos inimigos, não são. Mas a realidade é uma só: quem planta, colhe. Seja pobre, seja rico, não importa, a escolha da semente determina a colheita.
Não é nosso papel pregar anarquia, mas é nosso papel alertar àqueles que foram colocados no poder para cuidar do povo que eles não receberam meramente um cargo, mas uma responsabilidade muito grande. E a quem muito foi dado, muito será cobrado. Seja em qual partido for, seja em qual esfera for, se há corrupção, há injustiça. Se há injustiça contra um povo que tem orado pelo seu País, ela não ficará impune.
“Ai dos que decretam leis injustas, dos que escrevem leis de opressão, para negarem justiça aos pobres, para arrebatarem o direito aos aflitos do meu povo, a fim de despojarem as viúvas e roubarem os órfãos.” Isaías 10.1,2
O povo nas ruas hoje é, também, parte do cumprimento dessa palavra. Mas a Bíblia também diz que tudo coopera para o bem daqueles que amam a Deus. Por mais que as manifestações pareçam, às vezes, tender para o caos, por mais que não saibamos onde vão dar, podemos ter certeza, por causa dessa Palavra, que tudo, absolutamente tudo o que está acontecendo vai cooperar para o nosso bem. Não sei como, mas tenho certeza de que vai. Nossa verdadeira luta não é lá nas ruas, nossa luta não é contra a carne ou sangue, mas, sim, espiritual. E por almas. Tenho certeza de que todas as coisas cooperarão para o crescimento do Reino de Deus em nosso País.

Marcar a pele para quê?


Tatuagens são vistas com preconceito, atrapalham numa possível contratação de emprego e ainda estão associadas à criminalidade


O cantor Justin Bieber exibiu em maio mais três tatuagens. Agora o astro teen de 19 anos, que coleciona fãs pelo mundo afora e ainda assim se sente sozinho no mundo, já ostenta mais de 16 marcas na pele e faz questão de exibir cada uma de suas novas tatuagens, além de enaltecer o debute de jovens amigos na mania, o que pode resultar em incentivo a seus fãs, muitos ainda crianças.

É comum fãs copiarem ídolos. O paulista Sérgio Luís caiu na tentação aos 25 anos. Sonhando ser cantor de rock de sucesso, ele acreditou que fazer tatuagem chamaria a atenção. “Eu fiz um tribal, por influência do rock e de uns livros. Depois que eu vi o Zombie Boy, um modelo canadense, no clipe da Lady Gaga, quis ficar igual e em menos de 4 anos cheguei a 170 tatuagens”, diz Sérgio.

“Acreditei que aquilo me alimentava de alguma forma e comecei a fazer uma por semana. Mas eu precisava era alimentar o espírito, não a carne”, avalia Sérgio, que depois de sentir preconceito da sociedade, se entregar ao vício de drogas e bebidas, tomar remédio e pensar em internação, procurou ajuda na Universal de São José do Rio Preto, onde vive no interior paulista.

“Antes das tatuagens eu tinha trabalhado em shopping, com operadoras de plano de saúde, em vários lugares. Mas depois, todo pintado, foi ficando difícil conviver com a discriminação da sociedade. Só quando entrei aqui (na Universal) eu me libertei”, disse Sérgio, que hoje trabalha em serviços gerais.

“No caso do Sergio, eu o atendi pela primeira vez. Por ser todo tatuado, até no rosto, as pessoas podem pensar que ele é uma pessoa problemática, transtornada. Mas, conversando, vi que não era nada disso. A tatuagem é marca que a pessoa faz no corpo, mas temos que vê-la como uma alma”, disse o pastor Thiago Pessoa, responsável pela Força Jovem Universal de São José do Rio Preto.


“No começo ele pensou que sofreria preconceito, porque aonde ia ele era olhado de forma negativa, mas aqui na Força Jovem acreditamos nele e o tratamos com respeito”, explicou o pastor Thiago. “Tratamos a pessoa tatuada ou com piercings como as outras. Ela não é anormal. Jesus nunca discriminou ninguém, a gente não vai tratar a pessoa de forma diferente. Ele disse ‘vinde a mim como estás’. Nós temos que ajudar quem quer que seja a buscar a mudança de vida, independentemente da aparência”, completou o pastor.

Apesar da receptividade amigável e de agradecer pela recuperação dentro da Universal, Sérgio se arrepende e diz que errou em fazer tatuagem, prática que Deus proibiu entre os filhos de Israel ao orientar o povo a não fazer marca alguma em seu corpo, como descrito em Levíticos 19.28: “Pelos mortos não dareis golpes na vossa carne; nem fareis marca alguma sobre vós. Eu sou o Senhor”.

A inspiração em ídolos como Justin Bieber ou o Zombie Boy foi representada em forma de música na pele de Marinara Rizzo. “Eu sou muito fã dos Beatles e me inspirei na música ‘Lucy In The Sky With Diamonds’ (Lucy no céu com diamantes, na tradução). Coloquei ‘Mari in the sky with’ e um diamante desenhado, que representaria meus amigos, explicou a paulistana Marinara, que tem 19 anos, mas fez a tatuagem quando era menor de idade, o que é proibido por lei, e sem autorização dos pais.


“Eu já tinha cara de maior de idade quando fiz a tatuagem e nem me pediram nada. Cheguei bem arrumada e tudo.” Marinara, hoje, lamenta pela marca e tenta escondê-la quando possível. “Foi no ombro e aparece só quando eu coloco regata. Então eu uso camiseta, explica, antes de admitir a vontade de tirar a marca do corpo.

“Marcar corpo não é legal, além de não ser bem visto pela sociedade. Se eu pudesse hoje eu tiraria, mas além de ser muito caro ainda é dolorido e precisa ser feito em várias sessões”, comenta a jovem, ciente de que deveria gastar mais de dez vezes o valor de R$ 150, pago na época em que se tatuou e sem citar o risco de ficar com cicatrizes eternas. Sérgio Luís não tem como retirar as tatuagens sem deixar marcas.

O preconceito social enfrentado por Sérgio e Marinara pode resultar em maiores problemas, além da discriminação de um eventual empregador, caso o desenho escolhido seja também um código utilizado por criminosos, algo bem comum nos presídios do Brasil.


Existe até uma Cartilha de Orientação Policial da Secretaria da Segurança Pública da Bahia em que os significados de cada desenho são identificados como códigos entre os criminosos. Imagine se você escolher, por exemplo, marcar o corpo com algo que o identifique como matador de policial ou então como traidor de criminosos?

A associação entre tatuagem e crime é vista no mundo afora, seja em famosas máfias internacionais ou até mesmo em gangues norte-americanas, como relatou o ex-viciado e integrante de gangue de rua Damien Jackson, que marcou o corpo com várias tatuagens no período em que cometia crimes .

Depois de conhecer o trabalho da Universal de Atlanta, Damien se transformou em referência e virou palestrante e autor de sucesso com o livro “Eu Deveria Estar Morto” (Editora Unipro), que narra a história real de quem viu o lado sombrio e cruel da vida e agora tenta retirar essas marcas, transmitindo conhecimento aos jovens em escolas norte-americanas.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

HOAX: o vírus da mentira

Ele chega de mansinho, querendo fazer você acreditar em tudo, e quase lhe convence. Saiba como identificar os hoaxes e se livre das mensagens falsas que se espalham na internet


Se você costuma usar a internet, já deve ter visto muitas lendas urbanas. Agora, se você não costuma ficar conectado em Twitter, Facebook ou no quase falecido Orkut, basta lembrar daquelas histórias de quando éramos crianças sobre a noiva do espelho, o homem do saco, bicho-papão e tantas outras que pareciam grandes verdades, mas que só faziam parte de uma brincadeira, às vezes, de mau gosto. Na internet, isso acontece praticamente todos os dias e tem um nome. É o hoax – pronuncia-se “rôuquis”. São as mentiras da internet, tentativas de enganar um grupo de pessoas por meio de uma farsa.

Para chamar a atenção dos internautas, os hoaxes são produzidos com a intenção de seduzir ou emocionar. No microblog Twitter, por exemplo, site em que as pessoas só têm 140 caracteres para escrever sobre o que quiserem, é comum pessoas divulgando que algum artista muito conhecido morreu. Para isso, utilizam as iniciais RIP (Rest in Peace, ou: “descanse em paz”), e escrevem o nome de algum famoso logo depois. Em poucos minutos, rápido como a proliferação de um vírus, a notícia já se torna verdade. Não se pode confiar nem em fotos. A imagem de um peixe com cabeça de porco, por exemplo, circula como uma grande descoberta, mas é falsa.

A reportagem da Folha Universal conversou com o blogueiro e analista de sistemas Gilmar Lopes, conhecido por ser um pesquisador da web, praticamente um detetive das farsas da internet. No seu blog no R7, o E-Farsas.com, ele conta as verdades ou mentiras de diversos casos que circulam na rede mundial de computadores. Por ironia ou não, seu trabalho começou justo no dia 1º de abril, conhecido como Dia da Mentira. “Eu pesquiso isso desde 2002, na época das correntes que recebíamos por e-mail. E recebemos até hoje”, completa Lopes.


Para ludibriar, os hoaxes também provocam as pessoas para que elas se sintam culpadas. Um exemplo disso são mensagens que mostram imagens de crianças que sofrem de doenças graves. As fotos impressionam e, por isso, as pessoas tendem a ler a mensagem que as acompanha. “São notícias falsas, correntes, ou mensagens que pedem que você repasse para ajudar uma criança com câncer, por exemplo. Aparece muito isso no Facebook. Tem também aquelas que, para cada curtida numa foto, o Facebook doará uma quantia em dinheiro para aquela criança. Tudo mentira, porque o Facebook não dá dinheiro para ninguém”, disse Lopes.

Mentiras como a história da “mansão do Bispo Macedo” que, na verdade, é uma casa usada como locação para filmes, e já circulou como sendo do presidente do Zimbábue, Robert Mugabe. Cada país tem sua versão da farsa. Outro hoax dizia que a igreja iria colocar no SPC os dizimistas “inadimplentes”.

E como identificar um hoax? Não é tão difícil como parece, porque essas lendas da internet têm quase sempre os mesmos ingredientes. “No caso de imagens suspeitas, é sempre bom você ficar atento às sombras. Se for falsa, pode ser que você encontre alguma falha de primeira. Se não, o Google tem uma ferramenta para procurar fotos semelhantes. Já achei muita coisa logo na primeira pesquisa”, conta Lopes. Outro aspecto bem comum das notícias falsas é citar instituições de renome, como universidades ou grandes hospitais. “É muito comum as notícias serem baseadas em um ‘nova descoberta da Nasa’ ou nos ‘ensinamentos da cultura milenar chinesa’. Ora, quem vai duvidar da Nasa?”, brinca o pesquisador. Para descobrir a verdade, o próprio hoax dá as pistas. Uma simples pesquisa sobre as instituições ou especialistas citados já pode ser o suficiente para desmascarar uma informação falsa. Sem esquecer que, no final desses hoaxes, sempre tem um apelo para as pessoas repassarem para o maior número de amigos, isso quando não há a ameaça de perder a sorte ou o grande amor, caso não seja repassado.

Agora que você já consegue ter uma noção de como fugir dessa armadilha, é bom saber como agir caso seja vítima de um hoax ou crime cibernético. De acordo com o site do advogado Jonatas Lucena, existe uma lei de crimes virtuais, de 2012. O artigo 154 da Lei 12.737 prevê pena de 3 meses a 1 ano de detenção para casos de invasão de dispositivo informático alheio. Muitos casos de hoaxes podem ser incluídos na definição de crime digital, segundo o advogado. “Crime digital ou cibercrime são práticas criminosas utilizando meios eletrônicos como a internet, através de aparelhos que têm acesso à rede para ações ilícitas como roubo, chantagem, difamação, calúnia e violações aos Direitos Humanos fundamentais”, diz o conteúdo.

terça-feira, 18 de junho de 2013

Eu me informo e te informo (Folha UNIVERSAL na Fundação Casa)






Esta dinâmica é feita nas Unidades da Fundação Casa de São Paulo, com a orientação dos técnicos da Fundação Casa e Obreiros da UNIVERSAL.









Pastor Geraldo Vilhena (Coordenador de evangelização em Unidades da Fundação Casa de São Paulo)




IURD NA FUNDAÇÃO CASA PERGUNTA:Qual a importância da Folha Universal nesta dinâmica?
Pastor Geraldo Vilhena responde: A Folha Universal é rica em diversas informações que edifica os jovens internos e famílias na parte espiritual e social.
IURD NA FUNDAÇÃO CASA PERGUNTA: Por que edifica na área espiritual?
Pastor Geraldo Vilhena responde: Por que os jovens tem informações de varias mensagens dos Bispos e pastores e também aos testemunhos de transformação de vida.
IURD NA FUNDAÇÃO CASA PERGUNTA: Com esta dinâmica senhor tem observado mudanças ?
Pastor Geraldo Vilhena responde: Sim                                                                depois da implantação deste projeto os jovens internos tiveram mais interesse pela leitura.  Tendo como conseqüência um grande crescimento espiritual e educacional  na vida dos jovens na Fundação Casa.

É usado como fonte a FOLHA UNIVERSAL.



segunda-feira, 17 de junho de 2013

Chega de covardia


Casos de estupro aumentam no Brasil, ganham destaque internacional e desafiam os avanços na lei. Somos cúmplices desses crimes?

Quem nunca viu uma mulher ser ofendida na rua por “cantadas” grosseiras? Quantas mulheres já lutaram para fugir de uma carícia forçada dentro de uma casa noturna ou no transporte público? O que pensar sobre namorados que se dizem “zelosos” para justificar atitudes obsessivas, como controlar os passos da companheira até fazê-la se sentir sufocada? Qual é o número de jovens que sofrem abusos caladas? Atire a primeira pedra quem nunca ouviu falar sobre o marido agressivo de alguma conhecida... A lista de casos abomináveis é longa e ainda inclui estupros que acontecem à luz do dia em banheiros químicos, hospitais, estradas, ônibus e na ida ou na volta do trabalho.

Por que toleramos atos de selvageria que mais parecem coisa do tempo das cavernas, sem denunciá-los? A explicação pode estar na própria sociedade. O grande número de ataques mostra que o Brasil carrega uma cultura marcada pelo desrespeito. A ideia perversa de que a mulher é um mero objeto sexual à disposição do homem tem sido espalhada em propagandas de televisão e nas ruas. A desvalorização feminina aparece em músicas com letras indecentes e em escândalos de “celebridades” que estampam capas de revistas.

Com esses exemplos, a sociedade passa a ver como natural o comportamento desrespeitoso do homem para com a mulher e até mesmo da mulher para com outras mulheres. Muitas mães incentivam seus filhos a tratarem suas namoradas como objeto, por exemplo. Muitas moças se permitem ser usadas e tratadas como um pedaço de carne no açougue.

O desrespeito à mulher também pode estar dentro da sua casa, leitor. Parece absurdo, mas infelizmente muitos lares estão perdendo valores fundamentais. O resultado é uma sociedade agressiva, que forma futuros adultos com base na intolerância e na crença da suposta superioridade masculina. Quando, por exemplo, uma criança vê o pai batendo na mãe, ela pode crescer acreditando que a violência é normal. Existem pais que ensinam os filhos a “pegar” o maior número de mulheres possível para que eles sejam “garanhões”. Enquanto isso, algumas meninas são educadas para acreditar que devem ser pisadas pelos homens, sem questionar, o que inclui atender pedidos descabidos e aguentar desaforos.


Pesquisas confirmam que a situação é alarmante no País. Dez brasileiras foram estupradas por desconhecidos a cada 24 horas, em 2012. De 2009 a 2012, esse tipo de crime cresceu 162%, segundo o Ministério da Saúde. O perigo não se restringe às ruas. Mais de 13 milhões de brasileiras já sofreram algum tipo de agressão, diz levantamento do Senado. Grande parte dos crimes é cometida por pessoas próximas da vítima, como ex-namorados, maridos, irmãos e até o próprio pai.

A onda de violência chama a atenção pela vulnerabilidade a que as mulheres estão expostas. Uma turista norte-americana foi estuprada por três criminosos dentro de uma van no Rio de Janeiro, em março. Ela havia embarcado no transporte coletivo com o namorado francês, com destino à Lapa, mas os dois foram dominados pelos bandidos e passaram horas de terror. Jonathan Froudakis de Souza, Wallace Aparecido Souza Silva, e Carlos Armando Costa dos Santos foram presos. O fato macabro é que, se a polícia tivesse investigado a denúncia feita por outra vítima do bando dias antes, o crime de repercussão internacional poderia ter sido evitado.

As “soluções” encontradas pelas autoridades são ainda mais assustadoras. Algumas parecem até piada. No Rio de Janeiro, a circulação de vans foi proibida na Zona Sul da cidade após o estupro da norte-americana, como se esse tipo de transporte fosse o motivo das agressões sexuais. Já nos metrôs e trens fluminenses, vagões exclusivos para mulheres tentam evitar abusos nas horas de maior movimento, como se estupro tivesse hora e local marcados para ocorrer.


Em vez de enclausurar mulheres em espaços delimitados para protegê-las e deixar estupradores livres para escolher suas vítimas, o combate à violência deveria começar desde cedo. As crianças precisam aprender que estupro e violência doméstica são atitudes inaceitáveis, criminosas e que levam agressores para a cadeia. Como nenhum Estado tem polícia suficiente para garantir a segurança em cada esquina, a melhor saída ainda é educar os cidadãos.

Com média de 37 estupros por dia, São Paulo não fica atrás quando o assunto são ações que não atacam o problema. A ideia das autoridades para enfrentar esse crime é analisar o perfil dos estupradores e lançar uma cartilha para orientar mulheres sobre como agir para evitar abusos, trabalho que deve ser feito pela Secretaria da Segurança Pública em parceria com o Conselho Estadual da Condição Feminina. A saída está em colocar sobre a vítima a responsabilidade de fugir de seu algoz, ou em educar os homens (e mulheres) a respeitar o semelhante? Enquanto a cartilha não sai, os paulistas torcem para que casos como o da psicóloga que foi violentada na região da Marginal do Rio Tietê, após o carro quebrar, não se repitam. Adriano Sobral da Silva, de 30 anos, que se aproximou da vítima dizendo que era mecânico, foi identificado e preso.

A Câmara dos Deputados também provocou revolta em boa parcela da população ao propor um benefício mensal, equivalente a um salário mínimo, às crianças concebidas após um estupro. O Estatuto do Nascituro (PL 478/2007) foi aprovado no último dia 5, pela Comissão de Finanças e Tributação. Apelidada de “Bolsa Estupro”, a proposta pode ser um meio de estimular vítimas de agressão a ter o bebê caso fiquem grávidas. O Código Penal brasileiro autoriza o aborto em caso de estupro.


Medo dificulta denúncia

Mais da metade dos casos de violência contra a mulher ocorre após o fim de um relacionamento, diz o Ministério Público de São Paulo. O perfil das vítimas inclui pessoas de todos os níveis socioeconômicos e de escolaridade. Preocupado com a situação, o Ministério criou um guia que ajuda mulheres a identificar se correm risco de sofrer agressões dentro do relacionamento (faça o teste abaixo e veja, no fim desta página, onde procurar ajuda).

Mesmo com os avanços na Lei Maria da Penha, criada em 2006 para proteger as mulheres e aumentar as punições contra a violência doméstica, o medo ainda impede muitas denúncias. A coordenadora nacional do Projeto Raabe, Carlinda Tinoco Cis, conta que o trauma psicológico pode levar a vítima a ficar calada durante anos. “Muitas mulheres foram abusadas ainda na infância, outras sofrem agressões do marido. A autoestima da pessoa fica afetada, ela se sente culpada, tem vergonha, sentimentos negativos, depressão e carrega dentro de si muito sofrimento”, explica. O Projeto Raabe atende mulheres que sofreram violência doméstica, além de agressões sexuais, físicas, psicológicas, morais ou patrimoniais.

Romper o silêncio é um dos passos importantes para quebrar o ciclo de agressões. “A Lei Maria da Penha protege a mulher, o telefone 180 aceita denúncia anônima. No Projeto Raabe nós também fazemos o resgate da autoestima, valorizamos a mulher. Procurar ajuda é fundamental para seguir em frente”, conclui Carlinda.


O que é estupro? Quais são as penas?

Carícias forçadas, beijo roubado e gestos que causem constrangimento podem ser enquadrados como estupro no Brasil. Fazer sexo com uma pessoa embriagada também. Desde 2009, a Lei nº 12.015 ampliou o conceito e endureceu as penas para esse crime.

“Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso” pode levar à pena de 6 a 10 anos de prisão. A pena de reclusão varia de 8 a 12 anos, se a conduta resultar em lesão corporal grave ou se a vítima for menor de 18 ou maior de 14 anos de idade. Se o estupro resultar em morte, a pena varia entre 12 e 30 anos de reclusão.

A lei ainda tornou crime qualquer ato sexual com menores de 14 anos, mesmo com consentimento. É o chamado “estupro de vulnerável”, cuja pena de reclusão é de 8 a 15 anos. Um dos avanços da legislação foi reconhecer que tanto homens quanto mulheres podem ser vítimas de estupro.

Além da Justiça, acusados de estupro enfrentam a fúria dos criminosos. Uma espécie de código informal da criminalidade prevê que estupradores sejam violentados e até mortos caso fiquem juntos com outros presos. Para evitar isso, o acusado de estupro, mesmo em prisão preventiva ou temporária, teria de ficar em isolamento, em cela especial.

domingo, 16 de junho de 2013

FJU contra o crack

Evento da Força Jovem Universal mobiliza 

milhares de pessoas na luta contra o

 abuso de drogas na sociedade




Dados do II Levantamento Nacional de Álcool e Drogas mostram que o Brasil é responsável por 20% do consumo mundial de cocaína e crack. Além disso, a pesquisa revela que as pessoas vêm tendo contato com os entorpecentes cada vez mais cedo: mais de 60% dos usuários de maconha experimentaram a droga pela primeira vez antes dos 18 anos de idade e 442 mil jovens já usaram cocaína pelo menos uma vez na vida.


Essa foi a realidade vivida por Thiago Silva Cavalcante, de 25 anos, que também se envolveu com o crime. “Eu comecei a usar drogas com 13 anos, primeiro fumando maconha, bebendo, depois usando lança-perfume, cocaína, LSD e várias outras. Praticava delitos como assalto à mão armada, saidinha de banco, tráfico, era muito envolvido com as coisas erradas. Durante uma tentativa de assalto, trocamos tiros com a polícia, acabei sendo baleado. Nesse momento foi que a ficha caiu e vi que eu precisava mudar. Do hospital fui direto para a cadeia.”


Pensando em ajudar a mudar esse quadro da sociedade brasileira, a Força Jovem Universal realizou o evento “Olé nas drogas”, um jogo de futebol beneficente que reuniu mais de 25 mil jovens na Arena Barueri, estádio localizado na região metropolitana de São Paulo.


O bispo Marcello Brayner é o coordenador da Força Jovem Universal em todo o Brasil e conta o motivo da iniciativa do evento: “Nós estamos em busca de ajudar os jovens perdidos nas drogas, e através do esporte queremos chamar a atenção deles. Nós mobilizamos a Força Jovem para poder conscientizar não só o usuário, mas os que estão no poder, as autoridades, que podem fazer alguma coisa. O que não podemos é ficar de braços cruzados.”


A ajudante geral Elida, de 15 anos, conta que aos 13 já era namorada de traficante e viciada em drogas: “Eu via meu ex-namorado roubar, matar, fazer tudo de errado. Com essa influência, comecei a usar drogas também: cigarro, maconha, lança-perfume, narguilé. Também era muito violenta, batia na minha mãe e tentei esfaquear minha irmã. Meu fundo de poço foi quando minha mãe me expulsou de casa, dizendo que preferia me ver morta do que nessa vida.”




Thiago e Elida têm histórias parecidas no seu início, e, felizmente, também tiveram o mesmo desfecho: ambos encontraram uma solução para o problema de vício em drogas. Thiago conta que na cadeia conheceu a Universal: “Eu participava das reuniões que aconteciam lá dentro. Quando saí, entrei na Força Jovem, larguei as drogas e o crime, tive meu encontro com Deus e fui transformado. Hoje faço parte do projeto Dose Mais Forte, através do qual ajudamos outras pessoas a sair da vida em que um dia eu estive”. Na FJU, Elida também ouviu uma palavra de ânimo que a fez acreditar em sua recuperação. “Lá eu conversei com o pastor; ele me disse que eu tinha jeito e que Deus não havia desistido de mim. Ele me orientou sobre o que eu deveria fazer para sair daquela vida. Coloquei em prática e hoje sou livre das drogas. Agora eu faço parte do projeto Cultura. Através do teatro e da dança, nós evangelizamos as pessoas, e com meu exemplo de vida ajudo outros jovens.”


O evento em Barueri foi o primeiro de uma série de outros que acontecerão em todo o País, como explica o pastor Adriano Lopes, coordenador da FJU no estado de São Paulo: “O propósito é combater as drogas em todo o Brasil. Nós temos promovido esses eventos para mostrar que existe uma saída. A maioria desses jovens aqui presentes um dia esteve envolvida nas drogas e hoje está livre. Eles vieram aqui para mostrar que é possível vencer. O ‘Olé nas drogas’ vai acontecer em diversos estados brasileiros, a fim de levantar essa bandeira contra os tóxicos.”


Foram arrecadadas ainda várias toneladas de alimentos não perecíveis que serão destinados às instituições de caridade e ações sociais realizadas pela FJU de muitos bairros da capital paulista. O evento também contou com várias apresentações musicais: a banda Blessed, da FJU de Minas Gerais, os cantores Marquinhos e Luciana Reis, o rapper Mano Gil e a banda Hesed, de Porto Alegre, formada só por meninas.




Times de peso


A partida foi entre o time da FJU e o grupo formado por artistas da Rede Record. Entre os jogadores do time dos artistas, estavam o ex-jogador Zinho, que venceu a Copa de 1994, quando o Brasil foi tetracampeão, e o apresentador Reinaldo Gotino, que apoia as atitudes conscientes da FJU. “É um evento muito importante, porque as pessoas estão unidas em prol de uma causa que é a de combater as drogas, um problema tão presente em nosso país.” O ator Ricky Tavares, que interpretou o personagem José, quando jovem, na minissérie “José do Egito”, também esteve presente. “Acho que o evento é uma iniciativa bacana para mostrar aos jovens que usar drogas não é bom. É ótimo estar aqui, com um público desse porte. E para você que está nessa vida, saiba que as drogas não estão com nada, devemos focar em Deus, nas coisas certas e não desviar do nosso caminho. Hoje vamos dar um olé nas drogas!”, disse.


Já o time dos amigos da Força Jovem era formado por bispos e pastores da Universal, dentre eles o bispo Marcello Brayner e o bispo Sergio Correa, que elogiou a iniciativa: “Esse evento é uma prova da preocupação que o bispo Macedo e a Universal têm com a juventude. Os jovens são o futuro e a solução para eles é Deus, pois com Ele podemos vencer tudo.” A disputa terminou com a vitória do time da FJU por 8 a 4, mas todos, na verdade, foram vencedores, pois o objetivo foi alcançado.


Autoridades conscientes


Personalidades políticas também acompanharam o evento.O representante do prefeito de Barueri, coordenador Eduardo Marques, que faz parte da coordenadoria da juventude e política sobre drogas de Barueri, elogiou a organização e a paz entre os torcedores: “Não houve brigas, tumulto, a saída foi tranquila e organizada. Barueri está sempre de portas abertas para a FJU.”

sábado, 15 de junho de 2013

Eis que vos dou poder para pisar serpentes e escorpiões...



Por prudência a serpente vive em alerta discernindo bem o perigo ainda distante e em qualquer circunstância da natureza, pois seus sentidos faz o discenimento e logo ela bate em retirada. Sabe discernir entre o bem e o mal e sempre está em alerta.
- Por prudência a serpente faz a sua morada no fundo das cavernas rochosas. Nas grandes rachaduras das penhas, lugar de difícil acesso e quase impenetrável, ela não é como as minhocas que em qualquer terreno faz sua casinha. Essa prudência, propicia a serpente estabilidade, e uma boa segurança contra os eventuais fenômenos da natureza e ataque de inimigos. Dando-lhe uma reprodução tranquila e constante. Essa Rocha é O Senhor Jesus... 
- Por prudência a serpente troca-se várias vezes a pele que a cobre... Deixando-lhe mais renovada. Pois, a casca retirada estava desgastada e cheia de parasitas. Com esse feito a serpente adquire habilidade e um bom desempenho na vida. A falta dessa renovação fará que tenha, uma vida monótona sem habilidade. Pois, a proliferação de parasitas lhe trará problema de saúde gravíssimo e por fim a sua morte... O servo de Deus tem que estar sempre se renovando (busca do Espirito Santo, jejum, campanhas de fé e principalmente o Sacrificio). Para que tenha habilidade no agir, no falar, ter prudência em saber discernir, saber desviar, e por Fim alcançar o renovo todos os dias até a Conquista da sua Salvação Eterna....



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