terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Suicídio: um milhão por ano


A cada 40 segundos uma pessoa se mata no mundo. Para a OMS, índices vêm subindo e a questão já virou problema de saúde. Países ricos como Japão e EUA têm estatísticas elevadas

Um milhão de pessoas acabam com a própria vida por ano. É o que indica o último relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre suicídio, divulgado em setembro passado, reunindo dados de 104 países. O número, segundo a entidade, supera o de vítimas de guerras e homicídios: é como se alguém se matasse, em média, a cada 40 segundos.

O número de vítimas de si mesmo é o equivalente a 0,01% da população mundial – estimada em 7 bilhões no fim do ano passado. O que, à primeira vista, pode parecer pouco é, porém, o equivalente a dizimar um país inteiro como o Timor Leste ou uma cidade grande como Campinas (SP) – ambos com pouco mais de 1 milhão de habitantes.

“E ainda existem entre 10 e 20 milhões que pelo menos tentam o suicídio. São pessoas que sofrem sérias consequências físicas e mentais. O problema é enorme e é da responsabilidade dos órgãos de saúde e da sociedade também”, alertou Shekhar Saxena, diretor do Departamento de Saúde Mental e Abuso de Substâncias da OMS em setembro, ao apresentar as estatísticas.

Um artigo da revista científica Lancet aponta ainda que o suicídio é a principal causa de morte entre jovens. Para as meninas entre 15 e 19 anos é, por exemplo, a primeira causa. O problema não está localizado. Ocorre em países ricos, como Japão (30 mil suicídios em 2009), e EUA (32 mil suicídios em 2005). Também aparece nos países pobres, como Sri-Lanka (5 mil mortos ainda em 1986), e emergentes, como a Índia, com a liderança em números absolutos, pela pesquisa de 2009 (mais de 127 mil óbitos).

A OMS não divulga como calcula o ranking mundial de incidência do suicídio, uma vez que cada localidade tem seus critérios de levantamento. De qualquer forma, aponta a Rússia (42 mil) e a Lituânia (1 mil), além de outros países do Leste europeu como palco das maiores taxas. Na América, Brasil (9 mil), Colômbia (2 mil) e México (4 mil) têm as menores taxas de suicídio.

Japão: IURD faz campanha ‘Fim ao suicídio’


O suicídio é um grande problema social no Japão. Essa tragédia envolve predominantemente jovens de 20 a 39 anos de idade. Em média, cerca de 71% são homens e mais de 57% estão sem emprego. Segundo psicólogos e autoridades, a longa recessão e o desemprego são dois fatores fortes para as altas taxas de atentados à própria vida.

Em 2011, o tsunami que devastou a região noroeste do Japão contribuiu, por exemplo, para a desesperança de quem perdeu tudo, a casa e familiares. O suicídio surgiu como uma saída para muitos japoneses. Diante desse cenário, a Igreja Universal realizou em 30 de dezembro uma reunião sobre o assunto no Grande Hotel em Hamamatsu, província de Shizuoka. O evento, denominado “Stop Suicide” (Fim ao Suicídio), teve o objetivo de combater esse flagelo da humanidade. Japoneses de várias províncias e pesssoas de outras nacionalidades (peruanos, filipinos, brasileiros) foram ao encontro, feito em português e traduzido simultaneamente para o japonês e para o inglês.

O bispo Marcelo Rocha, responsável pelo trabalho evangelístico do Centro de Ajuda da IURD no Japão, explicou o motivo de milhares de pessoas atentarem contra a própria vida, esclarecendo perguntas como “O que é o suicídio?”, “Por que as pessoas se matam?”, “O que fazer para vencer os pensamentos suicidas?” O bispo deu dicas sobre como vencer esses pensamentos negativos e destacou o valor da vida. “Qual é o valor da sua vida? O diamante The Cullinan é o terceiro mais caro do mundo, custa 400 milhões de dólares. Porém, para Deus a sua vida é inestimável”, destacou. Na oportunidade, ele ainda chamou ao palco crianças – vestidas com quimono (roupa tradicional japonesa) – e enfatizou que elas são o futuro do país. Em seguida, orou por todos.

Após o encontro, Sônia Okuyama, que tentou se matar várias vezes, contou como superou esse tipo de crise existencial grave. “Os pensamentos de suicídio eram constantes, várias vezes estive a ponto de cometê-lo. Certa vez estava a ponto de pular de uma ponte, mas o meu celular tocou. Era o pastor me ligando e me convidando para ir à igreja. Foi então que desisti e voltei para casa. Comecei a ir às reuniões e, ouvindo a palavra de Deus, venci esses pensamentos ruins e aprendi a me valorizar. Hoje, minha vida tomou outro rumo, sou feliz de verdade”, disse.

O casal Daniel e Gisele Takihama (foto à dir.) destacou importância do evento. Gisele disse que, ao chegar ao Japão, pensava muito em suicídio. “Uma vez saí determinada a me matar, mas algo me fez desistir. Acho que foi Deus. Hoje, eu sei como é importante conscientizar as pessoas que há esperança, uma saída. Saí do evento muito feliz e com a certeza que a minha vida tem valor.”

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Era muito fácil enganá-la...



No domingo, passei a tarde dançando; já tinha ido à igreja pela manhã e feito a minha obrigação. À noite, fui convidada por alguns amigos para uma festa, queria muito ir.

— Mãe, hoje à noite tem o aniversário da minha amiguinha da escola. A mãe dela vai fazer um bolo só para as amigas da filha. Posso ir?

Era muito fácil enganar a minha mãe, ela acreditava em mim. Eu fazia o que queria, ela nem percebia. Fazia de conta que era santinha, que não aprontava nada e ela sempre me deixava ir à “casa das minhas amigas”.

Nessa noite, eu encontrei um garoto que era o popular da escola, todo mundo queria ficar com ele. Eu não era diferente. Toda menina que ficasse com ele seria popular também.

Não podia perder a oportunidade e fui logo chamando ele para dançar.

– Quer dançar comigo, gatinha? Então prova esse cigarro, você vai gostar.

– Claro que sim, faço o que quiser para ficar contigo.

Era um cigarro de maconha e eu nem sabia. Não poderia negar a essa altura do campeonato; dei a primeira tragada, a sensação era melhor do que dançar. Senti-me relaxada, com muita vontade de rir; fiquei rindo o tempo todo, eu estava bem, muito bem...

Minha mãe pensava que eu estava em um aniversário pacato. Eu estava realmente vivendo a vida. Isso, sim, era viver a vida!!

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Famílias dos jovens internos da Fundação Casa de São Paulo, almoçam no Cenáculo do Brás.


Famílias dos jovens internos da Fundação Casa, almoçam no Cenáculo do Brás.

     Foi em uma manhã de domingo do dia 17/12/12.Quando os voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus que fazem a obra de Deus na Fundação Casa de São Paulo resolveram fazer uma surpresa para as famílias dos internos da Fundação Casa.
     Os voluntários tiveram  conhecimento que as famílias saem de suas casas 04:00 h  para chegam as 08:00 h na Fundação Casa, para visitar seus  filhos e algumas delas não tomam nem café e ficam até as 12:00 na visita. Então os voluntários tiveram esta ideia de fazer este almoço.

         Antes do almoço o pastor Geraldo Vilhena  coordenado de evangelização em unidades da Fundação Casa de São Paulo falou para as famílias que o maior problema dos jovens e espiritual por isso que eles estão nesta situação.
       O palestrante Robson de Freitas que faz parte do Bloco de Ajuda aos Dependentes Químicos, foi convidado para ensinar para as famílias como se livrar das drogas através do seu testemunho.
         
Logo em seguida, o pastor Geraldo Vilhena e voluntários fizeram uma oração de libertação, para  arrancar o mal que causam os problemas espirituais da família.




Após a oração começou o almoço para todas as famílias.








Também houve doação de Bíblias, CD sobre apocalipse e camisetas do templo de Salomão.





quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

MULHERES GOSTOSAS PARTE 02




A história mostra que não adianta ser linda, maravilhosa e ‘gostosa’. Citemos, por exemplo, Marilyn Monroe: uma das mulheres mais desejadas do mundo, se matou. E o fez porque não adiantava toda aquela fama que tinha, nem toda a beleza, nem todo o dinheiro, nem todos os olhares masculinos. Até hoje ela é um ícone de mulher desejada, só que para ela mesma não adiantou nada.

Nós lutamos tanto para a mulher se valorizar e ser valorizada e as pessoas que mais nos atrapalham nessa luta são as próprias mulheres.

Se o seu namorado lhe pede para fazer uma mudança total de aparência, a ponto de você nem mais aparentar quem era antes, qual seria a sua reação? Eu ficaria muito frustrada e isso seria uma razão para terminar com aquele relacionamento na certa. Se não me ama do jeito que sou, é porque não me merece. Mas e quando a própria pessoa pensa em fazer isso consigo mesma? Conclui-se então que o amor próprio já não existe.

Quer se sentir melhor consigo mesma? Conheça a Deus e, através da fé, você vai aprender a se valorizar. Foi o que fiz e funciona mesmo. Ele me valoriza tanto que fica difícil eu não me valorizar. 

PS: O mesmo se aplica a você que já usou esses artifícios, mas continua não se sentindo bem consigo mesma. Ainda não é tarde demais para conhecer a Deus de perto, mas um dia poderá ser.

Na fé.

Continua na próxima edição.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Parece que estou sonhando












Tudo escuro... Ouço uma voz bem longe, gritando:

– O carro está pegando fogo! Tem alguém dentro?

– Não! O moço saiu pela janela, está caído no canteiro!

– Tem alguém ainda dentro do carro! Alguém ajuda ela! Socorre a moça! Socorre a moça, ela está sangrando muito!!

Ouço barulho de sirenes cada vez mais alto. Não consigo me mover, nada em meu corpo se move, não sei o que acontece comigo.

Começo a sentir um cheiro forte, parece enxofre, sinto minhas narinas arderem. O que está acontecendo?

Alguém chega perto de mim, não sei quem é, não consigo virar meu rosto, estou imóvel, parece um paramédico... Ah, sim, é da ambulância que estava com as sirenes ligadas. 

– Ela não está morta, tem alguns batimentos. Mas, se não a removermos logo, morrerá, temos apenas alguns minutos.

O quê? Estão falando de mim? Vamos! Me tirem logo daqui! Não quero morrer!! Meu Deus, me ajude! Sempre estive em Sua casa, preciso do Senhor agora!!

De repente, duas coisas estranhas e com mau cheiro me pegam pelo braço e me põem de pé. Não são os paramédicos. Sou levada para um lugar escuro, muito escuro, um lugar muito quente. Meu corpo ferve, o cheiro é insuportável, o enxofre parece entrar em meu cérebro.



pastor Geraldo Vilhena diz, os resultados são gratificantes. "Procuramos levar aos internos conforto espiritual, através do qual muitos têm aceitado com interesse a Palavra de Deus e mudado de vida. 





Batismo nas águas na Fundação Casa(ANTIGA FEBEM) SPVoluntários da IURD levam palavra de fé aos internos SÃO PAULO – O trabalho de evangelização realizado pela IURD nas unidades da Fundação Casa SP (antiga Febem) tem se intensificado nos últimos anos. Semanalmente, voluntários da IURD levam uma palavra de fé aos internos, procurando mostrar a importância de buscar a Deus. Muitos têm demonstrado arrependimento de seus erros, que como conseqüência lhes trouxe a privação da liberdade. Segundo o coordenador do trabalho no Estado de São Paulo, pastor Geraldo Vilhena, os resultados são gratificantes. "Procuramos levar aos internos conforto espiritual, através do qual muitos têm aceitado com interesse a Palavra de Deus e mudado de vida. Temos constatado o resultado do nosso trabalho quando estes decidem se batizar e, aqui fora, nos procuram, querendo dar continuidade ao que aprenderam enquanto reclusos", relata o pastor.

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