terça-feira, 30 de outubro de 2012

Muitas crianças têm suas vidas transformadas ao entrar para a EBI, onde aprendem a respeitar os pais e a serem mais sociáveis



A vida de milhares de crianças e adolescentes muda com o aprendizado que recebem da Educação Bíblica Infanto-juvenil (EBI). Muitos – que eram rebeldes em casa, indiferentes na escola, com poucos amigos em razão de algum problema psicológico ou comportamental – são transformados para uma vida mais social e ligada a Deus. 

Com Ana Beatriz, hoje com 10 anos, foi assim. Ela não estava bem na escola, ouvia vozes e via vultos, o que a deixava desconcentrada e intranquila. Preocupada com o problema, a mãe, Josiane Vieira de Andrade, instrutora de treinamento de RH, que já era membro da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), pediu ajuda à EBI. Deu certo: com três meses, a menina livrou-se das vozes e dos vultos que a amedrontavam.

“As notas na escola passaram a ser 9 e 10. Ela nunca foi uma criança rebelde, mas hoje me ajuda muito nas tarefas de casa e é mais comunicativa com a família. Todos os dias ela se ajoelha, ora e lê a Bíblia”, comemora Josiane.

Com o menino Thiago, de 7 anos, não foi diferente. O relacionamento era difícil em casa e na escola. A mãe, Ana Lúcia Fernandes Lopes, ressalta que a mudança foi total.

“Ele era muito perturbado, agitado, não gostava de estudar, não obedecia aos pais nem aos professores na escola. Mas entrou para a EBI e tudo mudou. Hoje, ele me obedece muito mais. Estuda e faz sempre o dever de casa. Até a avó, de quem não gostava, ele aprendeu a respeitar e a ter carinho”, comenta Ana Lúcia.

Quando Sheila Barros França matriculou a filha Ana Beatriz, com 2 anos, na EBI, sabia exatamente o que poderia colher no futuro. Hoje, 7 anos depois, diz que a filha tem um comportamento diferenciado das outras crianças.

“Observo os filhos na vizinhança e na escola e vejo um comportamento mais rebelde. A Ana me ajuda em casa e é centrada nos estudos. Na EBI, ela amadureceu muito rápido, sem perder a essência de criança”, conta Sheila, orgulhosa.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Tarja preta

Brasil é o 2º país do mundo que mais usa remédio para déficit de atenção. Alto consumo preocupa









O consumo de cloridrato de metilfenidato (Ritalina/Concerta) tem crescido entre os brasileiros e o País já é o segundo no mundo que mais usa o medicamento, atrás apenas dos Estados Unidos. A substância é utilizada no tratamento de transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), mas seu uso divide opiniões e os números elevados preocupam especialistas.


“O consumo saltou de 71 mil caixas para 2 milhões de caixas de metilfenidato, um aumento de mais de 400%”, afirma a professora Marilene Proença, do Instituto de Psicologia da USP, e representante do Conselho Federal de Psicologia (CFP), referindo-se ao período entre 2000 e 2009.


Com o objetivo de alertar sobre o número crescente de diagnósticos em crianças e adolescentes, o CFP lançou a campanha “Não à Medicalização da Vida”. De acordo com a psicóloga, muitos são identificados como portadores pelo fato de não estarem indo bem na escola, por não estarem conseguindo prestar atenção. “A esse tipo de comportamento tem se atribuído uma disfunção no organismo”, explica. 


Para o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, Antônio Geraldo da Silva, a questão não é tão simples. “Transtorno de déficit de atenção não tem como ser tratado sem medicação. O que acontece é que pessoas que não são médicas estão fazendo afirmações sem ter conhecimento do assunto”, critica.


De acordo com a Associação Brasileira de Déficit de Atenção (ABDA), o TDAH é um transtorno neurobiológico, com grande índice genético, que tem início na infância e pode persistir na vida adulta, comprometendo o funcionamento da pessoa em vários setores da vida e se caracteriza por alterações como hiperatividade, impulsividade e desatenção. 


Na avaliação do psiquiatra Silva, cerca de 5% da população brasileira tem a doença, o que equivale a 10 milhões de indivíduos. “Se todos eles tomassem a medicação mensalmente, seriam 120 milhões de caixas por ano”, calcula. 


Marilene acredita que a questão é comportamental e que é preciso levar em consideração as escolas que estão sendo oferecidas aos jovens e crianças. “As crianças da nova geração estão expostas a mais informações e a mais tecnologias. É uma geração mais ativa. As escolas não acompanharam esse avanço. Esse desencontro, ou esse descompasso, está sendo interpretado como transtorno. Se você tem um trabalho de psicólogos na escola, voltados para a criança e professores, o foco vai ser o desenvolvimento no aprendizado”, defende.


Segundo Silva, o avanço da medicina já possibilita a identificação dos sintomas que diferenciam o transtorno de outras enfermidades. “Não adianta ‘psicologizar’ a situação. Podem haver diagnósticos equivocados, mas é necessário um médico psiquiatra para fazer o diagnóstico correto”, afirma. “O tratamento não é feito apenas com medicamento. Ele é multidisciplinar, com psicoterapia, cuidados com a alimentação, entre outras coisas. Os pacientes não podem ficar sem tratamento.”

domingo, 28 de outubro de 2012

Mesmo grávida, briguei na rua




Quando vi meu esposo com outra, não tive dúvidas e realmente perdi a linha, parti pra cima daquela mulher. Fiquei com muita vergonha, além de ter minha roupa rasgada, meus braços arranhados, minha honra manchada... Onde eu me meti? Olha o que eu virei... Uma briguenta! Um rapaz apartou a briga e levou a cabelo de duas cores para longe. Ela gritava:

– Ele me procurou e gostou! Você não é mulher suficiente pra ele!!

Eu, que tinha uma família abençoada, um sonho de ser jornalista reconhecida, agora ouvindo asneiras de uma qualquer...

“Não posso contar para minha mãe, ela vai dizer novamente: ‘Eu lhe avisei para não se casar com ele’,” pensei.

As marcas do que acontece conosco quando fazemos uma escolha errada são para o resto da vida...

Se soubesse que iria passar por tudo aquilo, não teria me casado. Hoje eu seria uma jornalista, teria meu carro e minha casa. O Léo não fora fazer um “bico” com meu carro, fora namorar, me trair com a mulher de cabelo duas cores, horrorosa.

Graças a Deus, nada aconteceu com meu bebê, mas tenho consciência de que fui louca em brigar estando grávida. É que fiquei cega quando vi.

Eu me senti como lixo, desprezada, sem chão... E agora com uma criança na barriga, Meu Deus, não sabia o que fazer...

Eu estava com tanto ódio da situação que decidi me separar dele.

Cheguei em casa furiosa, quebrando tudo o que eu via pela frente. Ele estava na sala assistindo à televisão. “Ele é demente, não é possível”, pensei.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

TF Teen alegra uma tarde de domingo na Fundação Casa(Mooca)

 A Turma da Fé Teen (TF Teen) é um grupo que reúne adolescentes, entre 11 e 14 anos, da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD). O movimento surgiu na Escola Bíblica Infanto-juvenil (EBI) e já conta com mais 100 mil integrantes no Brasil.
A TF Teen também está presente em outros países, como Portugal, Inglaterra, Paraguai e Argentina, sempre com o intuito de formar, conscientizar e apoiar os adolescentes.
O trabalho é coordenado pela EBI, por meio de atividades cotidianas. Os integrantes praticam esportes, cantam, dançam, encenam peças teatrais, estudam a Bíblia, desenvolvem ações sociais, entre outras tarefas.
No TF Teen, os adolescentes aprendem como praticar a fé e, com o slogan “Aki soh falta vc!”, eles procuram mostrar como é possível servir a Deus sem ser careta.



No último Domingo o o grupo fez um  festa , na Fundação Casa, Mooca Chiquinha Gonzaga, voluntários da IURD, juntamente com TF Teen animaram o evento com várias atrações, para a alegria das meninas. Para dar início ao evento esteve presente Sra Daiane Rodrigues de São Caetano, deu início com uma oração para abençoar as meninas, juntamente com todas as esposas da região. Após a oração as adolescentes puderam desabafar com um atendimento Espiritual, feito pelas esposas dos pastores, foi um momento muito importante, pois cada uma relatou seus testemunhos, e como hoje estão com suas vidas transformadas.


































 A festa ficou ainda mais animada com a apresentação da, turminha da fé. que cantaram e alegraram as adolescentes, que em meio a tanta dor por estarem longe da família.
















O evento ficou ainda mais completo com a distribuição de bolos, refrigerantes e salgados. E para alegrar ainda mais, cada menina recebeu um kit, com acessórios de cabelo. para realçar ainda mais a beleza. Os    funcionários da casa agradeceram a presença de todos os integrantes da IURD, são momentos assim que vale a pena fazer o bem sem receber nada  em  troca.  a maior recompensa e ver as adolescentes sendo libertas e transformadas, e  no futuro também poderem dar o seu testemunho.                              






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