quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

IURD SISTERHOOD UM EXEMPLO DE AMOR, FÉ E CORAGEM.





Sisterhood visita internas da Fundação Casa

Voluntárias distribuem kits e livros para menores infratoras

Por Sabrina Marques
redacao@arcauniversal.com

Amor e dedicação são características presentes em todas as voluntárias do Sisterhood, grupo que surgiu em dezembro de 2009 e tem a finalidade de resgatar a essência feminina colocada por Deus em cada mulher. Desta vez quem recebeu o carinho dessas mulheres foram as internas da Fundação Casa “Chiquinha Gonzaga”, da Mooca, bairro localizado na zona leste da capital paulista.


As mais de 140 internas do local receberam kits de higiene pessoal e também centenas de livros “A mulher V”, da escritora e fundadora do Sisterhood, Cristiane Cardoso.


Além das doações, as internas também ouviram mensagens de fé e esperança, contidas na Palavra de Deus. Para o responsável pelo trabalho evangelístico dentro da Fundação Casa, pastor Geraldo Vilhena, a iniciativa do grupo é fundamental para a ressocialização e mudança de comportamento das menores infratoras. “Este é um trabalho excelente, pois a presença das voluntárias fez com que as jovens se aproximassem mais. Muitas abriram o coração, choraram após receber as orientações das esposas dos bispos, elas elevaram a autoestima, que a muito tempo estava em baixa, este evento foi muito bom”, conclui o pastor Geraldo Vilhena.
















Momento da entrada do grupo Sisterhood




Uma palavra de fé



Jovens internas recebem um atendimento das esposas dos bispos e pastores



Leitura do livro A MULHER V






Senhora Margarete esposa do bispo Marcos com duas internas da Fundação Casa.




Senhora Rosilene esposa do bispo Jadeson com uma jovem interna.






Senhora Marcia esposa do bispo Romualdo antendendo uma jovem interna





Senhora Fátima esposa do bispo Clodomir atendendo jovens internas.





Uma visita na Casa das mães na Fundação Casa





Uma oração para finalizar.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

POR QUE É TÃO DIFÍCIL PARA O JOVEM DIZER NÃO ÀS DROGAS?


MUNDO TEM MAIS DE 200 MILHÕES DE VICIADOS EM DROGAS; DESTE UNIVERSO, MAIS DE 1,2 MILHÃO ESTÃO NO BRASIL E EXPERIMENTARAM A DROGA PELA PRIMEIRA VEZ AOS 13 ANOS; MÉDIA MUNDIAL É DE 15,3 ANOS

BRONCA: PAÍS GASTA MENOS DE 0,2% DO PIB PARA TRATÁ-LOS E É ADVERTIDO PELA ONU; EUROPEUS E AMERICANOS RESERVAM ATÉ 1,3% DE SEU PIB PARA O MESMO FIM.

ESTIMATIVAS BASEADAS EM DADOS DO CENSO DO INSITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICAS (IBGE) levaram o psiquiatra Pablo Roig, especialista no tratamento de dependentes de droga, a concluir que, no Brasil, existem mais de 1,2 milhão de viciados apenas em crack e que a maioria deles experimentou a droga pela primeira vez aos treze anos.

"DIFICILMENTE O BRASIL CONSEGUIRÁ AO MENOS AMENIZAR OS PROBLEMAS COM AS DROGAS INVESTINDO VALORES TÃO INSIGNIFICANTES FRENTE AO PROBLEMA QUE TEM"

(do Escritório da ONU sobre Drogas e Crime)

A SITUAÇÃO BRASILEIRA, NO ENTANTO, NÃO É UM CASO ISOLADO. Ela revela uma pequena parte de um grave problema mundial, como aponta o Escritório da ONU sobre Drogas e Crime (UNODC), que calcula em aproximadamente de 200 milhões o número de viciados em algum tipo de droga, sendo cocaína e o crack, respectivamente, as que mais fazem vítimas.

BRASIL INVESTE MENOS QUE A MÉDIA MUNDIAL NO COMBATE ÀS DROGAS

AINDA SEGUNDO A UNDOC, MAIORIA DOS PAÍSES GASTA ENTRE 0,5% E 1,3% DO PIB no combate e tratamento ao uso de entorpecentes, número considerado insuficiente pelos especialistas. No caso do Brasil, porém, a situação é ainda mais grave. Com investimentos que não chegam a 0,2% do PIB, o País tem ficado abaixo da média mundial. "Dificilmente o Brasil conseguirá ao menos amenizar os problemas com as drogas investindo valores tão insignificantes frente ao problema que tem", advertiram os representantes da Unodoc em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, que cobriu a ocupação da cracolândia paulistana pela PM no início do mês.

RELAÇÃO GRAVIDEZ X DEPENDÊNCIA É MAIOR NO BRASIL

ENTRE AS GRÁVIDAS BRASILEIRAS, cerca de 10% usam com frequência ou já experimentaram o crack durante a gestação, índice muito superior ao verificado em outros paises, com média de 2% a 6%. Na década passada elas eram apenas 5%; um aumento de 100% em apenas dez anos.

OPERAÇÃO DA PM NA CRACOLÂNDIA PAULISTANA EM NÚMEROS, DESDE O DIA 3:

114 é o número de pessoas presas, entre pequenos traficantes e consumidores
43 pessoas procuradas pela Justiça foram capturadas
352 foram encaminhadas aos serviços de saúde
92 internações
32 estabelecimentos lacrados por funcionamento irregular
6 prédios demolidos
10 mil pedras apreendidas
3.345kg é o peso de toda a droga apreendida até o momento

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Foi publicado na Arca Universal


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http://www.arcauniversal.com/iurd/noticias/sisterhood-visita-internas-da-fundacao-casa-9791.html

IURD Sisterhood visita internas da Fundação Casa

Sisterhood visita internas da Fundação Casa

Voluntárias distribuem kits e livros para menores infratoras

Por Sabrina Marques
redacao@arcauniversal.com


Amor e dedicação são características presentes em todas as voluntárias do Sisterhood, grupo que surgiu em dezembro de 2009 e tem a finalidade de resgatar a essência feminina colocada por Deus em cada mulher. Desta vez quem recebeu o carinho dessas mulheres foram as internas da Fundação Casa “Chiquinha Gonzaga”, da Mooca, bairro localizado na zona leste da capital paulista.


As mais de 140 internas do local receberam kits de higiene pessoal e também centenas de livros “A mulher V”, da escritora e fundadora do Sisterhood, Cristiane Cardoso.


Além das doações, as internas também ouviram mensagens de fé e esperança, contidas na Palavra de Deus. Para o responsável pelo trabalho evangelístico dentro da Fundação Casa, pastor Geraldo Vilhena, a iniciativa do grupo é fundamental para a ressocialização e mudança de comportamento das menores infratoras. “Este é um trabalho excelente, pois a presença das voluntárias fez com que as jovens se aproximassem mais. Muitas abriram o coração, choraram após receber as orientações das esposas dos bispos, elas elevaram a autoestima, que a muito tempo estava em baixa, este evento foi muito bom”, conclui o pastor Geraldo Vilhena.

IURD uma Palavra pode mudar a sua vida.


domingo, 22 de janeiro de 2012

O preço da beleza



MAIS DE UM MILHÃO DE CIRURGIAS PLÁSTICAS SÃO REALIZADAS NO BRASIL TODOS OS ANOS; PAÍS CONCENTRA TAMBÉM MAIS DE 10% DAS INTERVENÇÕES COM FINS PURAMENTE ESTÉTICOS REALIZADAS NO PLANETA. MÉDICOS, NO ENTANTO, PEDEM CAUTELA

QUANTO VOCÊ ESTÁ DISPOSTO A DESEMBOLSAR PARA EXIBIR UM CORPO PERFEITO? Para muita gente, principalmente no Brasil, a preocupação com os custos é algo totalmente secundário. Prova disso é que o País se tornou, a partir de 2008, o que mais realiza cirurgias plásticas com fins estéticos em todo o mundo, com cerca de mil procedimentos realizados por ano. Se somadas todas as intervenções do gênero, chega-se a mais de 1 milhão de procedimentos. Mais de 10% das intervenções estéticas realizadas no planeta acontecem no Brasil, porcentagem antes pertencente aos Estados Unidos.

OS DADOS SÃO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE PLÁSTICA, que também informa que a cirurgia mais praticada continua sendo a de lipoaspiração, seguida por aumento ou redução de mamas e procedimentos na face (nariz, pálpebras e orelhas).

SOMENTE ENTRE OS JOVENS COM MENOS DE 20 ANOS DE IDADE as plásticas aumentaram mais de 50% nesta década. Taxas semelhantes de crescimento também são verificadas em outros países, prova de que a preocupação com o visual não é uma característica inerente apenas ao povo brasileiro.

ALERTA

APESAR TEREM CAÍDO NO COTIDIANO DOS BRASILEIROS, OS MÉDICOS DEIXAM UM ALERTA: "é preciso lembrar que cirurgias plásticas são 'cirurgias' como outra qualquer, e estão sujeitas aos mesmos ricos que qualquer intervenção operatória invasiva. Não estaríamos brincando com o próprio corpo feito criança que monta e desmonta um quebra-cabeça ou modela o personagem de desenho preferido na macinha?", indaga o cirurgião e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (Unifesp) Pedro Ximenes.

ESTRANGEIROS TEMEM ANESTESIA E BISTURI; BRASILEIRO, QUE O RESULTADO NÃO FIQUE BOM

PARA OS ESPECIALISTAS OUVIDOS, o fato de o Brasil ter se tornado o país que mais recorre às plásticas está ligado também à melhora da condição financeira da população, além da questão cultural, que dá grande peso ao fator beleza. Além do mais, a forma como o brasileiro encara as cirurgias plásticas também é diferente, principalmente quando comparado ao que pensam os americanos e os europeus.

"ENQUANTO NOS OUTROS PAÍSES A PLÁSTICA EXIGE um tempo de pesquisa e reflexão dos pacientes, que se preocupam principalmente com a anestesia e o pós-operatório, no Brasil as pessoas decidem se operar muito mais rápido e só parecem ter medo do resultado, que pode não ficar tão bom quanto o esperado", explicam. É o caso, por exemplo, da modelo Jéssica Aves que, com apenas 17 anos, já passou por pelo menos três intervenções cirurgias para fins estéticos. "Enquanto minhas fotos precisarem passar pelo Photoshop é porque ainda não cheguei onde quero chegar", diz,

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