quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Suicídio na classe alta


SUICÍDIOS NA CLASSE ALTA:O QUE MAIS OS MOTIVA É A INSTABILIDADE PSÍQUICA, FINANCEIRA OU FAMILIAR? Em outubro de 2008, logo depois do início da crise mundial, causada pela falência do banco norte-americano Lehman Brothers, o número de ligações para centros de proteção e assistência à vida dos Estados Unidos (equivalentes aos CVVs brasileiros) sofreu aumento de 132% com relação a outubro do ano anterior. Nos cinco meses que seguiram a recessão, a elevação das chamadas chegou a 81%. As informações são do Centro sobre Suicídios da Universidade da Carolina do Sul. Devido à grande demanda, as linhas de telefone "SOS suicida" foram reforçadas para comportar até 12 vezes mais chamadas, informou o Centro. Em 1929, a quebra da Bolsa de Nova Iorque, em 24 de outubro, historicamente conhecida como a "Quinta-Feira Negra", deu lugar a fenômeno parecido com o que ocorreu com a última crise mundial. Investidores que pulavam de arranha-céus para pôr fim à vida estamparam os principais jornais da época. Dois dos maiores empresários norte-americanos não resistiram à notícia da recessão e se mataram ali mesmo, em plena Wall Street, coração econômico e financeiro dos Estados Unidos, minutos depois de a Bolsa quebrar. Além dos suicídios, os historiadores acreditam que a crise de 1929 tenha sido responsável também por matar banqueiros, investidores e empresários por outras causas, como as doenças decorrentes do estresse e as complicações da depressão, entre outros males de cunho psicoemocional. Mas foi só em meados de 1930 que o índice de suicídios atingiu cifras alarmantes nos Estados Unidos e no mundo, quando 25% dos americanos ficaram desempregados. Em 1932, sem que o mercado mostrasse reação, os sem-emprego já representavam 30% da população norte-americana e, portanto, os suicídios não recuaram. Do ponto de vista médico, associar instabilidade financeira à causa do suicídio é algo delicado, pois os psiquiatras acreditam nas “causas múltiplas”, e que fatores econômicos apenas tendem a debilitar pessoas já vulneráveis por outras razões, como alcoolismo, toxicomania e demais enfermidades

UMA PALAVRA PODE MUDAR A SUA VIDA


terça-feira, 13 de outubro de 2009

28% dos jovens infratores fazem parte da classe média.



Da Redação
cidades@eband.com.br
O último censo realizado na Fundação Casa de São Paulo, a antiga Febem, revela que 28% dos jovens infratores fazem parte da classe média. Outro levantamento, feito pela Promotoria da Infância e da Juventude em 2007, mostra que cerca 80% dos garotos internados na capital são de famílias que têm casas próprias. De acordo com os estudos, assaltos e o envolvimento com o tráfico de drogas são os principais motivos que levam adolescentes de famílias estruturadas para a Fundação. Esses jovens deixaram de ser apenas consumidores de drogas e se tornaram traficantes devido à grande expansão do tráfico.Em 2009, a população de internos cresceu 17% em relação ao mesmo período do ano passado. Para evitar a superlotação, três unidades devem ser inauguradas até dezembro em São Carlos, Franco da Rocha e Osasco.
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IURD FAZ PALESTRA NA FUNDAÇÃO CASA UNIDADE BRAS UI-36







Estender a mão, também é motivar. Pensando nisso é que Pr Geraldo Vilhena e a obreira Ana Maria realizaram na última quinta -feira (01/10) ás 20:00 hs na unidade UI-36 Brás da fundação Casa a palestra motivacional " Começar de Novo".
O tema abordado mostra os 5 (cinco) pontos para recomeçar (muito interessante para os internos que buscam um aconselhamento para quando saírem da Fundação):
- 1) Deus à frente, demostra que para ter um futuro brilhante e duradouro a base é Deus
- 2) Direção a ser tomada, tudo que pretendemos fazer / construir temos que traçar metas com objetivos
- 3) Persistência / Perseverança, palavras fundamentais para alcançar os objetivos
- 4) Determinação quer dizer é vencer ou vencer
-5) Conquista e realização (VITÒRIA!!!!!)
Os internos foram convidados pelo Pr Geraldo Vilhena para falarem sobre seus objetivos e sonhos, e o mesmo afirmou que tudo é possível ao que crê, que somente é preciso observar e praticar os 5 pontos mencionados na palestra.
A palestrante Ana Maria para encerrar deixou uma reflexão para os jovens, falou sobre versículos bíblicos Mateus 7:13 e 14, que faz comparação com as duas estradas, o caminho largo que conduz a perdição e o caminho estreito que leva a salvação, que trazendo para os dias atuais a escolha errada resultou no sofrimento, mas isto não quer dizer que pode-se fazer uma conversão a mudar de escolha e começar de novo.
Em seguida foi feita uma oração pelos internos e funcionários agradecendo a Deus a oportunidade e que a mensagem de esperança fique gravada nos corações de todos.

Marta Alves


UMA PALAVRA PODE MUDAR A SUA VIDA


segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Em busca do sono



Em busca do sono
Por Juliana Vilas juliana.vilas@folhauniversal.com.br Todo dia é a mesma coisa. Quando chega a hora de dormir, começa o drama de Letícia Cristina Esteves, de 18 anos. “Às vezes, choro de sono e não consigo adormecer de jeito nenhum”, queixa-se. Para conseguir repousar por algumas horas, a estudante deixa a luz do quarto acesa. “Sem luz é mais difícil ainda”, diz. Se acorda de madrugada, não consegue mais pegar no sono. Em geral, só consegue depois das 5 da manhã. E dorme, em média, de 4 a 5 horas por dia. De dia, entretanto, sente cansaço, dores no corpo e indisposição. Letícia faz parte de um grupo numeroso: o das pessoas que dormem mal. Um levantamento da Sociedade Brasileira do Sono mostrou que pouco mais da metade (57%) dos brasileiros costuma ter um sono restaurador. Os 43% restantes, que dormem mal, apresentam frequentemente sinais de cansaço ao longo do dia. “Se a pessoa dorme 3 ou 4 horas e fica disposta durante o dia, está tudo bem. O problema é a sonolência diurna, que pode trazer muitos riscos, até de acidentes”, explica o médico Matheus Bernanos, especialista em Medicina do Sono. De fato, uma pesquisa feita, em 2004, pela organização não-governamental (ONG) SOS Estradas aponta que em 216 acidentes de ônibus, registrados entre janeiro de 2002 e março de 2004, pelo menos 99 aconteceram sem o envolvimento de outro veículo. Provavelmente, de acordo com os pesquisadores, tais acidentes foram causados pelo cansaço ou sono dos motoristas. E não é só o terrível risco de cochilar de dia que aumenta muito a importância das noites bem-dormidas. Estudos realizados por universidades nacionais e internacionais apontam que quem dorme mal tem mais chance de engordar, pegar resfriados, contrair problemas cardíacos, desenvolver paranoias e outras doenças. Um levantamento publicado na revista científica “Archives of Internal Medicine” relaciona noites mal-dormidas ao risco de contrair gripes e resfriados. Os cientistas constataram que dormir menos de 7 horas por noite afeta o sistema imunológico. Foram testadas 153 pessoas que, durante 2 semanas, todos os dias, relataram detalhes das noites de sono. Todas receberam aplicação do vírus causador do resfriado comum. Dias depois, os voluntários comunicaram aos pesquisadores os sintomas. Quem costumava dormir mal ou poucas horas pegou resfriado. Já os que passavam adormecidos mais de 92% do tempo em que estavam na cama conseguiram se defender do vírus. Outra pesquisa, publicada na revista científica “Science”, indica que jovens e adultos que sofrem de insônia e outros distúrbios têm mais probabilidade de desenvolver o mal de Alzheimer. Os cientistas monitoraram os níveis de beta amiloide, um fragmento de proteína conhecido por estar ligada à doença de Alzheimer, no cérebro de ratos privados de sono. Os que ficaram sem dormir apresentaram 25% mais amiloide beta se comparados com os que dormiram mais.Dormir muito, entretanto, não significa dormir bem. Estudiosos garantem que nem todos precisam de 8 horas diárias de sono. De acordo com um levantamento da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), 2% da população necessita de 5 a 6 horas de sono por noite. No outro extremo, está o grupo dos chamados “grande dormidores”, também representado por outros 2%, que precisam de 10 a 11 horas de repouso todos os dias. Além da insônia, que pode ser crônica ou circunstancial, os distúrbios mais comuns são apneia (pausas na respiração ao longo da noite), ronco, bruxismo (o ranger dos dentes, que atinge 15% da população) e outras doenças neurológicas, mais raras, que afetam 1% dos brasileiros. A Unifesp constatou também que, na cidade de São Paulo, 13% das pessoas sofrem de insônia e um terço (32,9%) não consegue dormir por causa da apneia. Fabiola Carla Totti Thomé, fonoaudióloga especialista em sono, diz que as queixas mais comuns dos pacientes que procuram clínicas e laboratórios para fazer exames são mesmo o ronco e a apneia. Pesquisas indicam que, de 1995 a 2007, a procura por exames e tratamento contra o ronco se tornou mais comum. Na década passada, ela representava 19% do total de pessoas que se queixavam de algum problema relacionado ao sono. Em 2007, a proporção foi para 41,7%. O exame mais completo para detectar distúrbios do sono é a polissonografia (leia texto na página 9). Em algumas cidades do País, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece tratamento gratuito de doenças relacionadas ao sono por meio de parcerias com entidades especializadas, como o Laboratório de Medicina do Sono, do Hospital Universitário de Brasília, e o Instituto do Sono, em São Paulo. Há ainda o chamado “personal do sono”, um fisioterapeuta que vai até a casa da pessoa, observa o travesseiro (a altura é mais importante do que o material), o colchão, a luminosidade do quarto e a posição em que o sujeito costuma dormir. Depois, dá conselhos e dicas para corrigir as possíveis causas das noites mal-dormidas. A posição ideal para deitar, segundo fisioterapeutas, é o decúbito dorsal (de lado, com joelhos unidos e braços soltos). Os médicos garantem que a maior parte das pessoas não precisa de tratamentos mais rigorosos, só dorme mal ou menos que o necessário. Nesses casos, tomar algumas medidas simples, ter disciplina e hábitos saudáveis antes de deitar podem garantir noites tranquilas e regeneradoras. E dias mais produtivos e felizes.

domingo, 11 de outubro de 2009

Tortura psicológica



Tortura psicológica
Por Gisele Brito gisele.brito@folhauniversal.com.br O ditado popular ensina que o trabalho enobrece o homem. Mas, para muitos trabalhadores, o ambiente que deveria garantir dignidade torna-se o cenário de humilhações tão constantes e avassaladoras que alguns desenvolvem doenças, distúrbios, se tornam agressivos com a própria família e chegam até a tentar o suicídio. Apenas no estado do Rio de Janeiro, entre 2004 e 2008, o número de investigações por assédio moral – a exposição repetitiva e prolongada do trabalhador a constrangimentos e humilhações por parte de seus superiores – passou de 17 para 117. Até o mês de agosto deste ano, já são 90 investigações. Em São Paulo, são outras 128. Esses números apenas refletem aqueles trabalhadores que superaram o medo e levaram seus casos à Justiça. A realidade em escritórios, lojas e fábricas, ocultada pelo temor da perda do emprego, é ainda pior. Insultos, desqualificação das competências do funcionário, colocar em dúvida a veracidade de atestados médicos, controle de idas ao banheiro são as formas mais comuns do assédio. “O assédio é uma perseguição. É normal que o chefe peça para o funcionário repetir um trabalho que não ficou bem feito, mas fazer isso 10, 20, 30 vezes caracteriza a perseguição”, explica o Procurador do Ministério Público do Trabalho, Wilson Prudente. não é um fenômeno novo, mas com as reestruturações econômicas que levaram as empresas a diminuir os quadros de funcionários, sobrecarregando os empregados que ficam, o problema se intensificou. A médica Margarida Barreto foi uma das primeiras a pesquisar o assunto, em 2000. De lá para cá a exposição do tema na mídia tem sido um dos principais motivos para que os trabalhadores busquem ajuda. “A primeira coisa para se resolver esse problema é saber que não é natural ser humilhado no ambiente de trabalho”, aponta a médica. O despreparo de funcionários em cargos de chefia e a tentativa de induzir o trabalhador a pedir demissão são os principais motivos que levam ao assédio. “Há também toda uma política de gestão, que faz com que as coisas tenham que ser feitas a qualquer custo. O medo acaba sendo uma ferramenta de terror”, explica a médica.lógicaPara Luciano de Oliveira, de 28 anos, as perseguições chegaram a tal ponto que, depois de pouco mais de 1 ano atuando em uma indústria química, ele desencadeou uma esquizofrenia. “Aonde eu ia os encarregados iam atrás para me vigiar. Depois me isolavam. Eles diziam para os outros funcionários não ficarem perto de mim. Soltaram o boato que eu bebia, sendo que nem de bebida eu gosto”, conta. As perseguições que levaram Luciano a pensar em suicídio começaram quando ele passou a apontar falhas nas normas de segurança da empresa e, apoiado pelos colegas, foi eleito para a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa), o que lhe deu estabilidade no emprego. “Meu encarregado destacou um funcionário só para colocar medo em mim. Fiquei com medo, não sabia mais quem era meu amigo ou estava a mando da empresa”, relata. “As pessoas têm tanto medo, não sabem nem que elas são as vítimas. Elas não falam nada. O resultado é que depois ficam doentes e não conseguem mais trabalhar. A maioria das pessoas que conheço, que pediram as contas, depois não arrumam outro trabalho porque na hora de fazer os testes psicológicos na outra empresa não passam”, conta Maria Silva*, de 43 anos. Ela trabalhava em uma empresa farmacêutica e começou a desenvolver vários distúrbios depois que uma encarregada passou a persegui-la. “Ela fazia de tudo para me humilhar. Me pedia para fazer coisas que eu não era remunerada para fazer. Por ser subordinada, tinha que obedecer. Eu deitava para dormir e não descansava. Parecia que tinha levado uma surra”, finaliza.

sábado, 10 de outubro de 2009

Amantes e garotas de programa


AMANTES E GAROTAS DE PROGRAMA:'OS HOMENS PROCURAM LÁ FORA O QUE NÃO TÊM EM CASA'. VOCÊ CONCORDA?Recentes pesquisas comprovam: a traição ainda é a principal responsável pelo término das relações conjugais. Em seguida, estão os problemas financeiros (dívidas, descontrole e divergência de salário entre o casal), seguidos dos vícios e da incompatibilidade de gênios (arrogância, egoísmo, conformismo e intolerância). Rotina e ciúme também são grandes empecilhos para a harmonia dos casais, mas aparecem na lanterninha dos principais motivadores para o fim das uniões. No caso da traição, os psicólogos acreditam que é perfeitamente possível, aos homens, amar a esposa e desejar fisicamente outras mulheres, sem que isso gere conflito no casamento. Com as mulheres é diferente. O modo como foram educadas, para sempre associar o sexo ao amor, faz com que elas acreditem que só pode haver traição quando não há mais sentimento afetivo. Um estudo norte-americano, que mostrou que 60% dos homens ouvidos admitiram já ter traído motivados pela insatisfação sexual, contra 26% das mulheres, prova a teoria da repressão sexual sofrida pelo sexo feminino. “Os homens são educados a não desperdiçarem nenhuma chance de demonstrar sua masculinidade e sexualidade. Por isso, a tolerância com a traição masculina sempre foi maior do que com a feminina. Mas o mito ainda presente é de que os homens traem mais”, explica Dr. Mazano, do ISEXP (Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática). A boa notícia, ainda segundo o ISEXP, é que não passa de mito a ideia de que todos os homens traem ou sentem desejo de trair. “É fantasia das mulheres imaginar que todos os homens são iguais. Isso é uma tremenda mentira!”. Outro mito é acreditar que se pode reconhecer um infiel convicto através de sua personalidade ou aparência. “Valores não estão estampados no rosto de ninguém”, afirmam os pesquisadores do instituto.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Africana criou camisinha contra estrupo


Africana criou camisinha contra estupro
Só de olhar já dá dó do sujeito que se meter dentro de uma dessas
Do R7
Texto:
Foto por Divulgação
Em uma única palavra: "ai"A África do Sul tem índices nada agradáveis de violência sexual e, por causa disso, Sonette Ehlers inventou uma arma contra estupro – a camisinha feminina chamada Rape-aXe. Sonette é sul-africana e trabalha com vítimas de violência há bastante tempo. A idéia de criar algo assim surgiu quando ela ouviu uma vítima dizer: “bem que eu queria ter dentes lá embaixo”. A idéia de haver dentes num lugar tão inesperado é aterrorizando a qualquer homem e, segundo a sua inventora, a simples visão do mecanismo já inibe a ação de estupradores. Ela conta que um diretor de polícia disse a ela que, depois de uma apresentação do produto, eles ficaram três meses sem registrar nenhuma queixa de violência contra mulher. A camisinha é cheia de farpas que ficam na parte interna e, depois que ela morde, só solta com ajuda médica. Daí, além do desconforto de ter suas partes pudentas perfuradas, o homem também vai ter que conviver pra sempre com o estigma de estuprador.

Cartões poderão ter novas regras



CARTÕES PODERÃO TER NOVAS REGRAS
Clientes inadimplentes devem procurarorientação de um especialista
DAVID TELLESAGÊNCIA UNIPRESS INTERNACIONAL


A equipe econômica prepara um conjunto de medidas para regular e aumentar a concorrência no segmento de cartões de crédito no País, que movimenta cerca de R$ 400 bilhões por ano, com cerca de 4 bilhões de transações (números de 2007). O governo quer fixar regras claras para cobrança de juros ao consumidor, prazos de pagamentos a lojistas, unificação no uso das máquinas das bandeiras e estabelecer uma relação mais transparente entre todas as partes envolvidas. A ideia é estimular o setor, atualmente concentrado em duas grandes empresas (Visa e Mastercard detêm 90% do mercado), a fazer uma espécie de autorregulação para trabalhar com preços menores, reduzir margens de lucros e diminuir barreiras à entrada de novos concorrentes.
O trabalho está sendo feito em conjunto por técnicos do Banco Central (BC) e das secretarias de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda (Seae) e de Direito Econômico do Ministério da Justiça (SDE). Duas comissões especiais da Câmara dos Deputados também preparam propostas para o setor. Até 30 de junho, o BC aceitou sugestões para a regulamentação do segmento.
Agentes do mercado, no entanto, já se pronunciaram afirmando que as iniciativas em estudo são duras e podem até provocar a quebradeira de empresas. Os órgãos reguladores, por sua vez, consideram a indústria dos cartões muito “fechada”, com um mesmo grupo atuando em todas as etapas da cadeia. As negociações podem ficar difíceis e, na falta de um acordo, parar na Justiça.
Brasileiros endividadosA inadimplência do consumidor brasileiro cresceu 10,4% no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2008, segundo o Indicador Serasa Experian de Pessoa Física. As dívidas com cartões de crédito e financeiras representaram 36,8% do total, num valor médio de R$ 378,61, perdendo apenas para os bancos (43,9% do total). Especialistas recomendam que os consumidores brasileiros não caiam na armadilha do endividamento, principalmente com os cartões de crédito. A melhor alternativa no consumo é pagar à vista. E sempre que possível, negociando um desconto. Quem usar o “dinheiro de plástico” deve procurar sempre quitar o montante total na fatura do período.
Uma dívida representa um gasto presente de um trabalho futuro, pois a pessoa gasta algo que ainda não ganhou. Isso quer dizer que, enquanto a dívida não for paga, todo o trabalho e rendimento na verdade pertencem aos credores. Além disso, existe um elemento que faz o valor real da fatura crescer: os juros. No Brasil, essas taxas são exorbitantes. Os índices nesta modalidade não são tabelados e variam em função de diversos fatores. Na fatura deverão estar expressos os valores dos juros que incidirão no período e, ainda, os do próximo.
O consumidor que não conseguir quitar a fatura deve ficar atento e não deixar que o saldo devedor cresça e atinja valores impagáveis. Quando isso acontecer, especialistas recomendam que o melhor caminho é procurar uma negociação, de preferência, com o auxílio de um profissional (advogado). É bom destacar que essa prática é uma rotina para a administradora de cartão.

Administradoras devem explicar cobrançasA Associação Nacional dos Usuários de Cartões de Crédito (ANUCC), com sede em São Paulo, é uma das instituições criadas no País, sem fins lucrativos, para orientar o consumidor usuário de cartão de crédito que esteja inadimplente. “A administradora é obrigada a prestar as devidas contas do que está sendo ou do que foi efetivamente cobrado a título de encargos contratuais. Vale lembrar que os denominados encargos contratuais não correspondem aos juros. São encargos cobrados pela administradora: custo do financiamento, IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), TAC (Taxa de Abertura de Crédito) e outros diretamente incidentes na operação. Entretanto, durante a vigência do contrato, esses valores, embora repassados ao consumidor, não lhe são informados, o que fere um dos princípios do Código de Defesa do Consumidor (CDC), a transparência”, analisa a advogada Kássia Correa, da ANUCC.
Através da denominada ação de prestação de contas, a administradora será obrigada a informar de forma pormenorizada o que foi cobrado do usuário de cartão. “A ação possibilita que o nome do consumidor seja retirado dos chamados órgãos de proteção ao crédito e, ainda, que seja incluída a informação verdadeira”, revela a representante da associação. Caso não atenda à determinação legal, o usuário de cartão apresentará o recálculo do débito, expurgando as taxas que lhe foram cobradas e repassadas sem, contudo, que ele tenha sido informado. “A ANUCC propõe ações dessa natureza em nome de seus associados, sendo que em 90% já saímos vitoriosos na primeira instância. Vale lembrar que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) já decidiu que as administradoras são obrigadas a prestar contas aos seus clientes da forma que determina a lei, e não apenas através do envio das faturas mensalmente”, diz Kássia Correa.
Quando ocorrer o lançamento indevido de um valor na fatura de cartão de crédito, o usuário deve solicitar, imediatamente, o cancelamento da cobrança. “Envie uma notificação via correio, com aviso de recebimento, fique com uma cópia em mãos, para eventual necessidade de ação judicial, caso não haja o cancelamento da cobrança e o estorno de valores já pagos”, conclui a especialista.

Livre de vícios e depressão


CORRENTE DOS 70 - Livre de vícios e depressão
No Brasil, muitos jovens crescem sem a presença masculina em casa. Foi o que aconteceu com o autônomo Roberto Faria, de 28 anos. “Sentia um vazio por não ter pai. Com isso, me viciei em bebidas e drogas”, lembra. Quando Roberto refletia, concluía que não valia a pena viver. “Tive depressão e tentei o suicídio”, diz. A mãe dele não suportava a situação do filho. Então, buscou a cura e a libertação de Roberto na Corrente dos 70. “Não aceitava a Igreja, mas a partir do momento que entreguei meu coração ao Senhor Jesus e fui me libertando, vi que na IURD o milagre acontece. Hoje, estou curado da depressão e livre dos vícios”, garante.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

SUICÍDIO


Suicídio
Quem já não ouviu aquela voz que diz: “que vontade de morrer”? As coisas não acontecem como são planejadas; tudo está dando errado. A pessoa que já ouviu essa voz parece, cada vez mais, dentro de um túnel sem saída, e a luz, que dizem existir no fim, simplesmente não brilha. Só se pensa em morrer. E esse pensamento diz: “quem sabe a morte não traz a paz que tanto se quer?” Mas, será mesmo que a morte pode acabar com todos os problemas?
Dados da OMS (Organização Mundial de Saúde) indicam que cerca de 1 milhão de pessoas cometem o suicídio, a cada ano, em todo o mundo. Além do mais, o suicídio é uma das três principais causas de morte de pessoas na faixa etária de 15 a 44 anos. No entanto, ninguém fala a respeito disso! São feitas campanhas contra a AIDS, o câncer, e tantas outras coisas, mas, quanto ao suicídio, a maioria das pessoas prefere fingir não ver… prefere não pensar no assunto.Ora, esse assunto é mais comum do que parece ser. Todos os dias, pessoas no mundo inteiro pensam em morrer. Agora, a pergunta é: a morte realmente traz paz? Quem disse que uma pessoa acaba após a morte? Isso simplesmente não faz sentido.
O ser humano é formado de três partes: corpo, alma, e espírito. Com a morte, os três também acabam. O corpo apodrece, isso já se sabe. O espírito volta para Deus. E a alma? Se a pessoa é salva, sua alma vai para o céu, mas, se não é, sua alma vai para o inferno.
A pessoa que é salva não tem vontade de morrer, pois o seu relacionamento com Deus não é baseado em teorias. Ela é feliz por isso. E isso leva a concluir que, quem tem vontade de morrer não é salvo, e quem não é salvo…
Ou seja, o suicídio conduz a tormentos infinitamente dolorosos e eternos!
Não se resolve um problema fugindo dele. Porém, se você está passando por alguma situação que tem custado a sua paz, e pensamentos em dar cabo da sua vida lhe atormentam, então, busque a Deus. Há uma solução! Aí mesmo, onde você estiver, Deus está pronto para entrar em ação e acabar com esse sofrimento. Mas, Ele só poderá fazê-lo com a sua permissão. Basta convidá-Lo agora mesmo. E, se Ele existe, como temos crido, Sua resposta será imediata ao seu clamor.
Não seria isso muito mais fácil do que tirar a sua própria vida?
Deus abençoe abundantemente!
Publicado por Bispo Edir Macedo

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