terça-feira, 29 de setembro de 2009

Por que as pessoas sentem medo de morrer?


Por que as pessoas sentem medo de morrer?

A opinião de Pastor Geraldo Vilhena .o medo é um sentimento inerente ao ser humano, caracteriza-se pelos sentimentos de pânico, pavor, terror, entre outros. Na atualidade, em que os sentimentos estão à flor da pele, os seres humanos sofrem com todo tipo de síndrome, depressão, mal súbito, ansiedade e, o mais preocupante no momento, os ataques de fúria, que têm motivado muitos crimes e delitos. O ser humano está num desequilíbrio emocional e não consegue encontrar seu ponto de segurança e sua harmonia perdida; isso se deve à distância criada entre o homem e Deus. Não é novidade que muitos tenham medo da morte em meio a este vendaval de emoções.
É conflitante pensar na própria morte, porém o problema não está na morte em si, mas para além dela, ou seja, com a propagação do Cristianismo pelos meios de comunicação em massa, fica no inconsciente humano o sentimento de dúvida em relação ao que realmente vai acontecer com a alma quando morrer, o que leva as pessoas a terem medo da morte, pois a carne é algo temporário, mas a alma é um bem eterno. É como Deus promete em sua Palavra: "De fato, a vontade de meu Pai é que todo homem que vir o Filho e Nele crer tenha a vida eterna" (João 6.40). Uma das mais preciosas promessas que Deus faz ao homem é a vida eterna, porém, muitas pessoas menosprezam esta promessa e fazem dela algo fantasioso, uma história infantil com final feliz.
O que muitos esquecem é que o final feliz não será para todos, porque as pessoas estão preocupadas e envolvidas em sua rotina, em suas ambições, preocupadas em agradar meio mundo, mas, despreocupadas em conhecer a Deus e tê-lo como Senhor da sua vida. Cultivam tanto o corpo e suas vaidades, mas esquecem de preservar a própria alma, o que verdadeiramente será para sempre.
"Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em Mim, ainda que morra, viverá... Crês nisto?" (João 11. 25,26). O medo da morte se deve ao fato de muitos não crerem nas Palavras de Deus e levarem uma vida desenfreada, totalmente sem limites, que as deixam distanciadas do único que pode lhes proporcionar a salvação eterna: Deus. O sentimento arbitrário, a morte, emana da falta de aliança com Deus, o que gera a dúvida da salvação, ou seja, a pessoa não tem a certeza da própria salvação, por isso teme morrer; pela insegurança do que pode acontecer após a morte.
Aqueles que crêem em Deus e andam em concordância com seus mandamentos, não têm medo da morte. Ela será apenas uma mudança de estado para desfrutar da presença de Deus e da salvação eterna. É como Paulo afirmava: "Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro." (Filipenses 1.21)

Raiva dos evangélicos



Raiva dos evangélicos
Sutiã e calcinhas sobre a Bíblia, cristã louca na novela e agora um pastor corrupto numa minissérie. Por que a Globo, que só transmite cerimônias do Vaticano, odeia tanto os evangélicos? Desespero, medo, pânico de perder a hegemonia. São esses os fatores que motivam a “Rede Globo” a acusar e atacar, constantemente, a “Rede Record”, a Igreja Universal do Reino de Deus e o bispo Edir Macedo. Por consequência, a corporação dos Marinho também não perde nenhuma chance de ridicularizar e criticar os evangélicos, numa demonstração de intolerância religiosa que pode ser mais ou menos explícita. Essa falta de afinidade com o convívio democrático está presente não só nos noticiários como também em minisséries e novelas. É fato que a “Rede Globo” tem o monopólio na televisão cada vez mais ameaçado pelo crescimento da “Rede Record”. Para citar só um exemplo, o reality show “A Fazenda”, da “Rede Record”, por várias vezes, esteve na liderança em relação à emissora dos Marinho, mantendo diferenças de 3, 4 e até 5 pontos. A metralhadora de acusações e denúncias se vira contra a IURD e a “Record” justamente no momento em que a empresa se prepara para lançar o portal de internet “R7”, que competirá diretamente com sites do grupo “Globo”. Toda vez que a “Rede Record” investe num novo projeto, os concorrentes abrem enormes espaços nas grades de programação e nas páginas de jornais para atacar a Igreja Universal. Nada é por acaso. As críticas contra os evangélicos, entretanto, são feitas pela “TV Globo” de forma constante. Alinhada à Igreja Católica sem, no entanto, admitir essa posição, a emissora dos Marinho coloca missas no ar, faz megacoberturas de eventos do Papa, apoia e promove shows de padres católicos. No campo da ficção, somam-se evidentes exemplos de preconceito contra evangélicos. A próxima temporada da série “Ó paí, ó”, da “Rede Globo”, vai explorar a imagem de um malandro que se transforma em pastor corrupto, que desvia dinheiro da igreja. O criminoso da ficção será interpretado pelo ator Matheus Nachtergaele. O expediente não é novidade.Na novela “Duas Caras”, que foi ao ar no ano passado, Edivânia, uma evangélica interpretada pela atriz Suzana Ribeiro, incitava seguidores a atos de violência, organizou uma tentativa de linchamento e perseguiu com ódio os homossexuais. Retratada como fanática, rancorosa e extremamente intolerante, a atriz Suzana foi orientada a estereotipar o personagem e agir como louca nas gravações. Uma reportagem publicada na edição 833 da Folha Universal mostrou a indignação de líderes religiosos de várias denominações com a novela escrita por Aguinaldo Silva, que nega ser uma pessoa preconceituosa. Em 1995, na minisérie “Decadência”, o ator Edson Celulari era Mariel, um homem que fica milionário 5 anos depois de fundar uma igreja. Mariel, além de ter casos amorosos com fiéis e obreiras da igreja, é baleado por outro pastor numa das cenas. Nesse mesmo programa, a emissora desrespeitou a Bíblia ao retratar o Livro Sagrado com um sutiã sobre ela. Representantes de várias igrejas evangélicas também se manifestaram contra o que consideraram uma perseguição. Distorcer a realidade usando a ficção é uma forma conhecida e velada de manipular o telespectador. Mas o telespectador percebe a verdade, reconhece os interesses presentes por trás das mensagens televisivas e, principalmente, não gosta quando tentam enganá-lo ou subestimá-lo. A discriminação divulgada no youtube O “youtube”, site de compartilhamento de vídeos da internet, traz uma série de vídeos que lembram como a “Globo” costuma discriminar os evangélicos. Um deles, com o título “Globo zomba de evangélicos” repercute o episódio de Edivânia, a evangélica apresentada como desequilibrada e insana na novela “Duas Caras”. O assunto, que expõe o preconceito religioso, mereceu destaque na revista “Veja” e foi discutido na “TV Record”, no programa “Domingo Espetacular”, que mostra como religiosos das mais diversas denominações se chocaram com a personagem caricata e agressiva. Entre líderes que chamam o personagem de aberração, que nada lembra os evangélicos, um deles, ligado à comunidade judaica, lembra que Hitler também começou a estereotipar os judeus para depois persegui-los. Também há humor nesses vídeos. Uma paródia do filme “A queda – as últimas horas de Hitler”, faz uma brincadeira para demonstrar como a “Globo” estaria desesperada com o avanço da “TV Record”.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Fé em Evolução


Fé em Evolução
De acordo com a Teoria da Evolução, todas as espécies animais e vegetais que existem na Terra são mutáveis. Isso leva alguns cientistas a crerem que as espécies sofrem algum tipo de transformação (mutação), de acordo com o passar dos séculos.
Informações recentes atestam que 98,4% dos genes humanos partilham com os dos chipanzés. Entretanto, os próprios cientistas sabem que é preciso muito menos de 1% dos genes humanos para que sejam extraordinariamente diferentes dos chipanzés. Daí podemos continuar refutando Darwin dizendo que o “elo perdido” continua perdido… Ou seja: a teoria da evolução continua sendo apenas uma teoria.
Do ponto de vista bíblico, a Teoria Evolucionista confronta a Palavra de Deus, visto que é pela fé que entendemos que o universo foi formado pela Palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem (Hebreus 11:3). Obviamente, para entender isso é necessário uma revelação da fé Divina.
Quer dizer, se concordarmos com a idéia de que um ser passou a adquirir um pulmão pela necessidade que tinha de respirar, estamos com isto limitando o poder de Deus em Sua criação. Como Ele poderia criar algo que precisasse passar por uma modificação após milhares de anos? Isso seria incoerente!
Os verdadeiros cristãos não precisam e muito menos dependem de teorias para sustentar a fé. Esta, ao contrário, é sustentada pelo cumprimento das Escrituras Sagradas ao longo da história. Teorias não passam de palavras e especulações que há anos existem para tentar provar algo que é improvável.
Entre acreditar em palavras teóricas e acreditar na Palavra de Deus, a qual tem sido viva, eficaz e pode ser comprovada na vida daqueles que Nela creem, prefiro a segunda opção.
Se há algo que pode e deve estar sempre em evolução, é a fé cristã, para que não haja conformação com este mundo, mas sim, haja transformação de vida. Salvo se há interesse em ser parente do chipanzé. Mas isso fica a critério de cada um.
Publicado por Bispo Edir Macedo

FAMOSOS E AS DROGAS


FAMOSOS E AS DROGAS:ELES SÃO VÍTIMAS DO DINHEIRO QUE TÊM, DO AMBIENTE EM QUE VIVEM OU DA PRÓPRIA PERSONALIDADE?Que as drogas ilícitas e as de consumo liberado povoam praticamente todos os meios e todas as classes sociais, não é novidade para ninguém. Mesmo assim, será que a difusão destas substâncias acontece com maior vigor no meio artístico? Há realmente alguma relação entre o consumo de drogas e o badalado mundo da fama? Os fatos falam por si. 1966: O cantor Nelson Gonçalves é preso por porte de cocaína; 1968: É a vez de John Lennon ser preso pelo mesmo motivo; 1976: O atual ministro da Cultura, Gilber Gil, admitiu ser usuário de drogas; 1982: Morre a cantora Elis Regina, vitima de overdose; 1986: Arnaldo Antunes é condenado por tráfico de heroína; 1988: Lobão é preso por porte de cocaína e maconha; 1996: O ex-centroavante Reinaldo, do Atlético Mineiro, confessa usar drogas; 1997: O Ator Marcelo Faria é flagrado, no Rio, com 5g da cocaína no bolso; 1998: Rafael ilha é preso por roubar R$ 1 e um vale-transporte. O dinheiro seria Utilizado para comprar drogas. 2002: O pagodeiro Belo é preso por suposto envolvimento com traficantes; 2003: Sander, da banda Twister é preso por porte de ectasy, LSD e cocaína; 2004: O ator global Marcello Antony é flagrando comprando drogas; 2005: A cantora Withney Houston se interna novamente para tratar do vício; Macaulay Culkin é condenado a um ano de prisão por posse de drogas; Kate Moss é flagrada, usando cocaína, por um fotógrafo inglês; Alexandre Frota é acusado de se envolver com traficantes de São Paulo; 2006: O cantor George Michael é encontrado inconsciente em seu carro, no centro de Londres. A causa: coquetel de drogas e tranqüilizantes; 2007: Lindsay Lohan é fotografada usando cocaína no banheiro de uma boate. 2008: Um dos mais conceituados jornalistas da TV brasileira, Roberto Cabrini, é preso em São Paulo após policiais encontrarem cocaína no carro do apresentador. Sair ileso desse fosso do vício ainda é pura utopia. Clínicas particulares cobram de R$ 10 mil a R$ 30 mil mensais para tratamento de desintoxicação. A rede pública de saúde raramente dispõe de vagas para esse tipo de caso. Portanto, para quem não está disposto a desembolsar essa quantia ou pagar valores ainda mais altos (entenda-se com a própria vida), o melhor a fazer é permanecer, a todo custo, longe dessas substâncias da morte.

domingo, 27 de setembro de 2009

UMA PALAVRA PODE MUDAR A SUA VIDA


Uso ilegal do espaço público


Uso ilegal do espaço público
As relações entre as “Organizações Globo” e o poder público, desde a fundação da empresa até hoje, já renderam muito ao império dos Marinho. O uso irregular de espaços públicos virou prática comum na “Rede Globo de Televisão”. Na cidade de São Paulo, metrópole carente de praças, parques e espaços de lazer, um terreno de quase 12 mil metros quadrados numa área nobre da cidade, avaliado em R$ 11,5 milhões, é uma espécie de quintal da “Globo”. O terreno público ao lado do prédio da empresa, na zona sul da capital, foi cercado há 11 anos. Com bosque e pista de cooper, o uso do espaço é restrito aos funcionários da empresa. Um segurança da emissora, entrevistado pelos repórteres da “TV Record”, que foram impedidos de entrar na praça, confirma: só funcionários dos Marinho têm acesso ao local. Depois das denúncias da “Record”, o Governo do Estado resolveu tomar providências. Decretou que a Secretaria de Desenvolvimento vai cuidar do terreno e deve construir ali uma Escola Técnica Estadual (Etec). Os paulistanos agradecem. No Rio de Janeiro, o Estádio de Remo da Lagoa, na zona sul, pode virar uma produtora de vídeo explorada por uma empresa ligada à família Marinho. Há 12 anos, Alessandro Zelesco, presidente da Federação de Remo do estado, denuncia irregularidades na cessão da área. A fiadora da Glen Entertainments é Paula Marinho de Azevedo, neta de Roberto Marinho, fundador da “TV Globo”. “Existe um acordo que autoriza o uso da área como estúdio”, afirmou Zelesco à “TV Record”. Se esse contrato, que define um prazo de concessão de 10 anos, não for anulado, o Estádio será privatizado. Na zona oeste do Rio, outra denúnica grave de irregularidade imobiliária contra os Marinho: um terreno de 200 mil metros quadrados, de frente para o mar, no Recreio dos Bandeirantes, teria sido ocupado por dois filhos de Roberto. O espaço, que está numa área de proteção ambiental, foi comprado por uma mulher, em 1929. Desde 2002, os herdeiros dela lutam para retomar a propriedade, que nunca foi vendida, mas invadida. Os irmãos Marinho usaram a Dermesil Comércio, Administração e Participação – empresa fantasma – para transferir o terreno para a São Marcos Empreendimentos, que pertencia aos filhos de Roberto Marinho.Outro terreno, no sul de Minas, está no centro de uma briga judicial que envolve a “TV Globo”, a Prefeitura de Camanducaia e uma família que viu ruir a empresa que construiu com muito esforço. João Godoy, na década de 60, comprou a Remitel, uma retransmissora de tevê. A empresa, além de levar ao sul de Minas os sinais das emissoras “Record” e “Bandeirantes”, comprou um terreno na Pedra de São Domingos, um dos pontos mais altos da região. Durante quase 30 anos, a família investiu e trabalhou na Remitel. Em 1999, entretanto, a empresa foi expulsa do imóvel pela Prefeitura de Camanducaia, que doou o espaço à “TV Sul de Minas Ltda.”, hoje “EPTV”, implantada pela “Rede Globo” e alguns empresários paulistas. No contrato, a “EPTV” poderia usar, por 20 anos, o terreno cedido “em comodato” para a instalação de equipamentos e retransmissão de sinal. O processo de reintegração de posse ainda não foi concluído. Em maio do ano passado, Godoy, que investiu a vida toda na Remitel, morreu pobre, num leito de hospital público. Bruno Godoy, o neto, está indigado.

sábado, 26 de setembro de 2009

Que pai é Esse?


Que pai é Esse?
Se Deus é Pai de todos por que tantas desigualdades no mundo? Por que uns poucos têm tanto enquanto a maioria tem o mínimo?
E se Deus é Pai e rico, por que a maioria de Seus filhos é pobre e mais de dez por cento da humanidade passa fome?
Que tipo de pai é Esse?
Quem é pai sabe muito bem o que significa a saúde e bem-estar de um filho. Eu, por exemplo, por mais cruel que fosse, jamais deixaria qualquer um dos meus três filhos passar necessidades. Muito menos seria desumano ao ponto de tentar corrigi-los com um resfriado, quanto mais um câncer.
Em recente entrevista à imprensa, o vice-presidente da República, José Alencar, disse: “Se Deus quiser me levar, Ele não precisa de câncer para isso. Mas, se Ele não quiser que eu vá agora, não haverá câncer que me leve.”
Não quero cansar o internauta respondendo aqui essas e outras tantas questões que o assunto comporta. Seria bom meditar nisso. Para conhecer mais sobre o tema, leia o livro “
Somos todos filhos de Deus?Publicado por Bispo Edir Macedo

Operação e arrependimento


Operação e arrependimento
Cinco dias depois de eleita miss Rio Grande do Sul 2009, Bruna Felisberto, de 22 anos, procurou cirurgiões plásticos para fazer retoques na silhueta, de olho no título de miss Brasil. Fez uma lipoaspiração, colocou silicone e resolveu operar a ponta do nariz. As primeiras cirurgias correram bem, mas a do nariz, não. “Meu nariz ficou desproporcional e com cicatriz. Depois de voltar ao médico, ficou ainda pior, pois estou com problemas de respiração”, conta. Estudante de biomedicina, Bruna trancou a faculdade para participar do Miss Brasil, concurso em que terminou no sexto lugar. Na entrevista abaixo, ela fala do arrependimento de ter feito a cirurgia sem avaliar se o procedimento era necessário. Por que alterou o nariz? Fiz por indicação do meu coordenador de concurso, que é experiente e já formou várias misses. Ele me convenceu de que, se eu mexesse no nariz, que tinha ponta arredondada, eu teria mais chances de ser a miss Brasil. Hoje, me arrependo de não ter amadurecido a ideia antes e procurado outro médico. Fui ingênua. Pedi para o cirurgião que modificasse só a pontinha, mas o médico lixou meu nariz todo e deixou em formato de sela de cavalo. Saí com uma cicatriz em cima. Cirurgia de nariz não fica com marca, mas a minha ficou. Você tentou arrumar? Sim, procurei milhões de médicos, mas ninguém quer pôr a mão no erro do outro. Então, tive que recorrer ao mesmo cirurgião, que piorou a situação, pois saí com o nariz menor ainda, totalmente desproporcional ao meu rosto, com uma narina maior que a outra. Além disso, agora estou com a voz anasalada e problemas respiratórios. Toda miss faz plástica? Não conheço nenhuma que não tenha feito alguma intervenção. Hoje ficou mais fácil, pois todo mundo tem acesso. Por um lado, isso é bom, porque a pessoa tem a chance de corrigir algo, mas por outro, não, pois cirurgia plástica vicia. Você faz e, se fica bom, passa a pensar na próxima, a achar defeitos que nunca tinha visto. Eu mesma nunca tinha visto defeito no meu nariz. Isso atrapalha a carreira? Atrapalhou, pois a plástica foi feita 5 dias depois do concurso, quando eu era representante da beleza no meu estado. Nesse ano, que deveria ser o mais rentável, eu não conseguia sair na rua.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

IURD Batismo nas águas


Arrependimento
Arrependimento não é remorso. Remorso é só um sentimento de tristeza momentânea por alguma falta cometida. No remorso não há atitude em relação ao pecado. Isto é, nele não há o sacrifício de abandono ao pecado. Por isso, não há perdão para o remorso.
Já o arrependimento é atitude, é ação ou prática da fé. No arrependimento há o sacrifício do abandono ao pecado.
É importante observar que o que difere o remorso do arrependimento é o sacrifício. Quem despreza os sacrifícios da fé jamais alcançarão misericórdia!
O arrependimento é necessário para a remissão de pecados ( Lucas 24.47 ). Mas não há arrependimento sem o sacrifício de abandono ao pecado. Logo, não há salvação sem o sacrifício de negar-se a si mesmo os prazeres da carne.
Sincero e verdadeiro arrependimento impõe ódio e abandono ao pecado.Isto é ação!
Publicado por Bispo Edir Macedo

A Fúria de Baal

A Fúria de Baal
Olá Bispo,
Sou o pastor Marcelo, que estava em Nicarágua, e, atualmente, me encontro na Argentina, esperando os documentos para voltar aos Estados Unidos. Esta semana estive relatando ao Bispo Romualdo o meu testemunho de quando estive preso no México, e ele me pediu que o enviasse para o senhor.
Em 1998, a Igreja Universal do Reino de Deus estava tendo um crescimento no México, o qual chamou a atenção dos religiosos da época, como sempre acontece nos países onde a IURD já se faz presente. Quiseram frear o crescimento e desenvolvimento da igreja. Estávamos em uma vigília de oração na Sede, eu havia aberto um propósito de jejum de 24 horas numa sexta-feira pela libertação do povo, o qual seria entregue o jejum ao término da vigília. O que ninguém esperava era que, nessa vigília, ocorreu uma verdadeira perseguição aos pastores da nossa igreja.
No intervalo, por volta das 4h, cerca de 30 oficiais de imigração que estavam infiltrados no meio do povo dentro da igreja, trataram de prender-nos, dando, inclusive, chave de braço em alguns pastores.
Conseguimos escapar, graças à intervenção do povo que nos apoiou em todo o momento. Como o número de participantes era de aproximadamente 3 mil pessoas, tornou-se difícil realizar tal ato dentro da igreja, assim nós pastores buscamos a maneira de fugir. Alguns subiram no teto e se esconderam na caixa d’água. Teve um pastor que se enrolou em um pano e entrou na estrutura abaixo do altar, outros conseguiram pular o muro e fugir pelo teto dos vizinhos e pelo estacionamento. Eu, por exemplo, saí com outros pastores junto à multidão presente na vigília. Os oficiais haviam formado um cordão humano que cercava toda a Sede, mas com a ajuda do povo que os separavam, conseguimos passar por eles sem que pudessem nos deter. Eu já havia cruzado a avenida e estava praticamente livre da confusão, quando um membro da IURD em voz alta me chamou, fato que chamou a atenção de alguns oficiais, que em questão de minutos estavam atrás de mim e me prenderam. Fui o único a ser preso, todos os demais pastores e esposas conseguiram escapar.
O mais contraditório de tudo é que estávamos com nossos documentos em mãos. O que não sabíamos é que as autoridades haviam conseguido um meio de invalidar nossa estância legal naquele país, fato que só viemos a saber naquela madrugada, quando não havia como resolver, pois isso já era 4h de sábado.
É o que sempre temos visto desde a época do Senhor Jesus e os apóstolos até os dias de hoje na história da IURD. Quando o trabalho começa a desenvolver, incomodamos os RELIGIOSOS que, insatisfeitos, tramam meios e se armam de artimanhas, buscando qualquer motivo para impedir o nosso crescimento.
Depois que me prenderam, me colocaram em um camburão onde estive por 4 horas. Durante o percurso, tentaram encontrar os outros pastores e esposas que haviam escapado. Neste lapso de tempo, entrou um oficial, sentou-se ao meu lado e me insultou chamando-me de ladrão, estafador, mercenário etc…Ele estava muito alterado. O objetivo, sem dúvida, era de prender todos os pastores, mas as coisas não saíram como haviam planejado. Revoltado, esse oficial me disse: “Bom, deixa de conversa…” Em seguida, ele sacou a arma e começou a limpar lentamente e perguntou: “Onde estão os seus companheiros?”
Eu respondi: “Eu não sei; ainda que soubesse jamais lhe diria.”
Ele, por sua vez, tratou de fazer uma pressão psicológica em mim com aquela arma na mão. Ao perceber a sua intenção, olhei firme em seus olhos e disse: “Meu amigo, deixe-me dizer uma coisa. Eu não tenho medo da morte e nem de morrer, pois eu já morri há muito tempo. Esse oficial então se levantou muito chateado e me transferiu do camburão para um ônibus, cheio de grades, onde permaneci sentado por um período de dez minutos. De repente, dois oficiais entraram, um homem e uma mulher, se aproximaram de mim, fumando, retiraram meus documentos e do nada esbravejaram: “EU TENHO NOJO DE VOCE, SEU CARECA NOJENTO… EU SOU O DIABO, TIRA O DIABO DE MIM!” Logo depois, esses oficiais começaram a rir.
Quando nos retiramos do local, confesso que fiquei preocupado, porque andamos por volta de uma hora e meia por lugares desertos. Por um momento pensei que iriam me matar. O que eu não sabia era que o edifício de imigração ficava bem longe da cidade. Ao chegar, me apresentaram a um oficial, que era advogado da imigração. No momento da entrevista, ele me pressionou várias vezes, querendo que eu afirmasse que tinha bens em meu nome. Na verdade, senti que eles estavam buscando alguma coisa, ou algum motivo, para acusar e desacreditar a IURD no México.
Sabe Bispo, neste momento me lembrei do que disse o Senhor Jesus: que seríamos levados diante dos governadores e autoridades, mas que não deveríamos nos preocupar como respondê-los, pois o Espírito Santo nos daria a direção.
Nessa prisão, todas as pessoas de mesma nacionalidade ficam na mesma cela. Eu não fui colocado na cela junto com os outros brasileiros, pelo contrário, me colocaram numa separada que não havia luz, nem água.
No domingo, o dia mais esperado pelo pastor, lá estava eu, preso fisicamente, mas o meu espírito livre. Não aceitei estar naquele lugar sem poder ministrar a benção de Deus na vida das pessoas que sofrem. Então, no próprio pátio, consegui reunir 20 rapazes e fiz uma reunião de 25 minutos. Me senti muito feliz independentemente de tudo o que estava acontecendo, porque tinha certeza que Deus estava comigo para ajudar aqueles rapazes. Estive naquela prisão por sete dias sem me banhar, somente com a roupa do corpo, comendo apenas “tortilla” e ovo. Quando eu dizia que tinha sede, riam de mim e me mandavam calar a boca.
Depois desse período, decidiram então me deportar para o Brasil. Quando eu estava saindo, algum dos prisioneiros agarrou na minha mão e a colocou sobre sua cabeça e me pediam para não parar de orar por eles. Me levaram para o aeroporto, sujo e fedorento, e escoltado pelos oficiais. No avião, o rádio de um dos oficiais tocou e pediram que me retirasse do avião urgentemente. Aí estava a resposta que eu estava esperando.
Um Juiz mexicano havia expedido, horas antes, um amparo judicial a todos nós pastores, para que tivéssemos tempo de resolver legalmente toda essa armação, já que tínhamos direitos legais de estar no país livremente.
Com tal ordem, foram obrigados a me tirarem do avião e me soltar. Depois de um bom banho, pude continuar com a missão que o meu Senhor me deu, de ir por todo o mundo e pregar o Evangelho a toda criatura.
E ainda que os RELIGIOSOS tentam nos calar ou nos parar, nada pode deter os que são da fé.
Obs.: Em 1998, tínhamos no México aproximadamente 25 IURDs. Atualmente, já são mais de cem e vamos inaugurar muito mais.
Publicado por Bispo Edir Macedo

Manipuladora da notícia



Manipuladora da notícia
O jornalista Roberto Marinho, fundador das “Organizações Globo”, era chamado de “o fazedor de reis”. A expressão, extraída do francês “faiseur de rois”, demonstrava como ele utilizava do poder do monopólio da “Rede Globo” para influenciar a escolha dos principais mandatários do País. Roberto Marinho utilizava o poder de seus meios de comunicação para colocar a coroa na cabeça de seus escolhidos. A ausência de imparcialidade para noticiar os fatos ligados às principais eleições do País, tornou-se evidente em casos que se converteram em grandes escândalos nacionais. Em 1982, o Brasil vivia a “redemocratização” com as primeiras eleições após a Ditadura, e conheceu então o caso Proconsult. Durante as apurações da eleição para o Governo do Estado, no Rio de Janeiro, a “Rede Globo” divulgava os dados da empresa de tecnologia Proconsult, contratada pelo Tribunal Regional Eleitoral fluminense para totalizar os votos. A apuração se revelou uma fraude a favor do então candidato ao Governo, Moreira Franco, que era beneficiado com a transferência de votos nulos e brancos, e tentava barrar a eleição de Leonel Brizola. A fraude foi descoberta por uma apuração paralela e Brizola se elegeu governador. Em 1989, a “Rede Globo”, mais uma vez, envolveu-se num episódio controverso que teria ajudado a eleger Fernando Collor de Mello na disputa à Presidência com Luiz Inácio Lula da Silva. Tratava-se da primeira eleição direta após a Ditadura Militar. Foi quando o “Jornal Nacional”, telejornal de maior repercussão da “Rede Globo”, exibiu um compacto do último debate entre Collor e Lula, portanto decisivo para a definição do voto dos eleitores, com uma edição que favorecia Fernando Collor, em detrimento a Lula. Depois de eleito, Collor deixaria o cargo envolvido numa série de denúncias. Ainda na década de 80, a emissora demorou a reconhecer a força e a amplitude do movimento das Diretas Já. Enquanto o clamor popular em torno do voto direto para presidente ganhava as ruas, a “Rede Globo” parecia indiferente ao que foi a maior manifestação política da história brasileira, que mobilizou multidões em comícios nas principais capitais do País. Os manifestantes pró-diretas adotaram o slogan: “O povo não é bobo, abaixo a Rede Globo”. No ano passado, durante a campanha à Prefeitura do Rio de Janeiro, o jornal “O Globo”, das “Organizações Globo”, optou por dar destaque a uma pesquisa eleitoral em que o senador Marcelo Crivella aparecia em queda, ao invés de destacar uma pesquisa do Ibope, ironicamente encomendada pela “TV Globo”, em que ele aparecia virtualmente no segundo turno. A tentativa de eliminar Crivella da disputa foi alvo de críticas até mesmo dos outros concorrentes ao cargo.A origem da “Rede Globo” já expõe ligações com a Ditadura Militar, como mostra o livro-reportagem “O ópio do povo”, escrito por quatro jornalistas, na década de 70. Mylton Severiano, um dos autores, lembra que, em 1965, no início da Ditadura, a “Globo” surgiu debaixo do que se chamava de “escândalo da Time Life”. Com sede em Nova York, a “Time Life” é um conglomerado de comunicação norte-americano que, segundo Severiano, teria colocado dinheiro, técnicos e até jornalistas norte-americanos para auxiliar a montagem da emissora, num acordo com Roberto Marinho. O problema é que o acordo burlava a Constituição do País, que proibia que grupos estrangeiros tivessem participação acionária em veículos de comunicação do Brasil. “Eles feriam o artigo 160 da Constituição. Isso era anticonstitucional. Era proibido ter estrangeiro ditando até o que a rede ia botar no ar, até jornalismo. Isso vem no bojo do golpe militar, da Ditadura, que começa 1 ano antes, em 1964. E a ‘Globo’, sintomaticamente, é um legítimo filhote da Ditadura”, disse Severiano à “TV Record”. O escândalo “Time Life” foi parar na Câmara dos Deputados. Os parlamentares aprovaram, por oito votos a zero, o parecer do relator e consideraram a transação inconstitucional, mas, mesmo assim, o negócio com a empresa norte-americana foi mantido. Não é só na política que a “Rede Globo” costuma manipular informações. Em 22 de dezembro de 1995, há quase 14 anos, o “Jornal Nacional” exibiu uma reportagem de 9 minutos de duração, tempo elevado para os padrões do noticiário, em que prometia mostrar os bastidores da Igreja Universal. Tratava-se, na verdade, de um vídeo gravado por um ex-companheiro do bispo Edir Macedo e ex-líder da IURD no Nordeste. As cenas registravam momentos de lazer dos principais integrantes da Universal. Peritos comprovaram depois que houve uma edição tendenciosa, com montagem e manipulação de algumas imagens, distorções no rosto de Edir Macedo e até erros elementares de informação: numa das cenas, o bispo contava notas de 1 dólar e o repórter disse que eram de 100 dólares. A própria “Globo” se corrigiu dois dias depois. No dia 11 de agosto deste ano, a “Rede Globo” voltou a exibir a mesma reportagem, mais de 14 anos depois, em seus ataques desesesperados.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Desemprego no Brasil


DESEMPREGO NO BRASIL:OS MAIS PREJUDICADOS SÃO OS QUE NÃO TÊM EXPERIÊNCIA, OS NÃO FORMADOS OU OS QUE PASSARAM DOS 40?Pesquisas realizadas pelo IBGE mostram que, entre abril e maio de 2009, a população dos totalmente desocupados no País aumentou 7,3% (141 mil pessoas) e 6,7% na comparação com março de 2008 (o que equivale a 130 mil pessoas). O contingente de desempregados atingiu, em março, cerca de 2 milhões de pessoas – o maior já registrado nos últimos 18 meses. Já o número total dos ocupados ficou estável em 21 milhões, com acréscimo de 9 mil postos, considerados, porém, insignificantes no universo de desempregados. O atual cenário do desemprego não é um problema exclusivo do Brasil. O mesmo vem ocorrendo na Europa e em boa parte do mundo. Nem os Estados Unidos, a maior potência econômica do planeta, escaparam da crise mundial do desemprego e, atualmente, o país vive seu pior momento sócio-econômico desde a quebra da bolsa de Nova Iorque, em 1929. Para a Associação Nacional de Economistas de Empresas (Nabe), dos EUA, a crise pela qual o país vem passando, principalmente no setor imobiliário, gera mais medo entre a população do que, por exemplo, a possibilidade de um novo atentado terrorista, como o de 11 de setembro. No Japão, atualmente tem se observado constantes retrações do número de vagas no mercado de trabalho, algo inimaginável há uma década. A Coréia do Sul enfrenta situação semelhante. Nos países subdesenvolvidos, como o Brasil, a situação não é diferente. Na América Latina, onde as disparidades sociais são ainda mais acentuadas, o medo permeia a população. “Antes da crise mundial surgir, os trabalhadores de países subdesenvolvidos podiam tentar a vida em lugares mais prósperos no exterior. Hoje, eles não têm mais para onde ir ou a quem recorrer. A pior fase já passou, mas a crise ainda existe e é mundial. Aos trabalhadores, não resta muito o que fazer, além de esperar a tormenta passar”, explicam os economistas da Nabe.

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