quinta-feira, 11 de setembro de 2014

A Aliança com Deus rumo ao Templo

A Aliança com Deus rumo ao Templo

Um longo tapete vermelho esperava um convidado mais ilustre do que todos pensavam







Na avenida Celso Garcia, no bairro paulistano do Brás, um longo tapete vermelho indicava a espera por alguém ilustre que andaria sobre ele, saindo da Catedral da Universal do Brás e entrando na Esplanada do Templo de Salomão, rumo ao seu interior. “Eu quero ver quem vai passar aí”, diziam alguns. “Será a presidente? O governador?”, perguntavam outros. Mal sabiam eles que, embora as pessoas citadas realmente sejam importantes, o convidado que passaria pela cobertura vermelha sobre o asfalto era bem mais ilustre.
O Força Jovem marcava presença, protegendo todo o perímetro do Templo e o caminho do tapete vermelho. Organização e dedicação eram visíveis. O sol e o céu azul ainda estavam presentes, mas o clima já era de curiosidade e respeito.
Eis que, por volta das 19h, aparece o convidado mais que especial para o qual o tapete vermelho foi montado. Bispos da Universal vestidos com túnicas brancas e douradas carregavam sobre os ombros um grande volume, coberto por um manto azul e dourado. A cena era familiar para os familiarizados com a Bíblia: era a Arca da Aliança, em um cortejo especial da catedral ao Templo. Após o burburinho que a surpresa causou, o silêncio imperou. Mas não era um silêncio de intimidação. Era reverência. Mesmo por parte dos mais desavisados, que somente passavam por ali.
Ônibus passavam devagar ao lado do cortejo. Não eram raros os passageiros, ou mesmo cobradores, que se levantavam, como não eram raros os sorrisos em seus rostos. Muitos sacavam seus telefones celulares e tiravam fotos, registrando um momento que antes era comum nos tempos bíblicos, mas que naquele momento fazia parte do presente. Levada pelos levitas dos dias atuais em passos firmes e precisos, numa respeitosa e literal marcha, a Arca passou defronte a um grande edifício, de onde pessoas nas janelas e de um grande mezanino de frente para a rua aplaudiram efusiva e reverentemente.







Embora o Força Jovem fizesse um competente cordão de isolamento, ninguém tentava burlá-lo, entendendo a questão do respeito não por aquele objeto sob um manto azul, mas por Aquele a quem ele representava. Mais aplausos.
A Arca chegou à frente do Templo. Adentrou por seus portões externos e ganhou a Esplanada, onde 6 mil obreiros da Universal a aguardavam com grande expectativa. Lá dentro, o mesmo ar de reverência da avenida. A Arca passava com seus levitas pelo tapete vermelho, até parar em frente à entrada principal da Casa de Deus, com seus portões dourados. Diante deles, arautos a esperavam com suas trombetas em riste.
A emoção não era contida pelos 6 mil obreiros, em respeito ao Deus único, representado por aquele objeto que passava. O manto azul foi retirado, e a Arca da Aliança de Deus com os homens brilhou diante de todos. O clima, que já era de muita emoção, fortaleceu-se ainda mais. Ao mesmo tempo em que se emocionavam, os obreiros não deixaram de orar nem por um simples segundo. Eram 6 mil vozes como uma só, assim como um só era o Deus ao qual se dirigiam.






Todos não só viam, mas faziam parte ativa de um momento épico, que antes só viam em grandes filmes ou liam nos livros, só que com muito mais significado do que simples histórias podem conter.
Ao som das trombetas, a Arca adentrou a nave do Templo de Salomão. As projeções na fachada mostravam seu caminho até o altar. As orações na Esplanada e na rua não pararam. Aplausos romperam de todos os lados.
O Senhor daquele Templo entrou em Sua casa. Não em uma caixa dourada com querubins em sua tampa, mas nas mentes de todos os que a acompanhavam, dentro e fora do Templo.
Lá dentro, a Arca já estava em sua Casa. A aliança de Deus com o homem, no interior, na Esplanada, nas ruas do Brás e nas mentes de milhões que acompanhavam a cerimônia de suas casas pela tevê, pelo rádio ou pela internet, era confirmada nos dias atuais, como foi nos tempos bíblicos pelo deserto e depois em plena Jerusalém, do alto do Monte Moriá, para que todo o mundo visse.









Esta dinâmica é feita nas Unidades da Fundação Casa de São Paulo, com a orientação dos técnicos da Fundação Casa e Obreiros da IURD.
Pastor Geraldo Vilhena (Coordenador de evangelização em Unidades da Fundação Casa de São Paulo)

UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA PERGUNTA:Qual a importância da Folha Universal nesta dinâmica?
Pastor Geraldo Vilhena responde: A Folha Universal é rica em diversas informações que edifica os jovens internos e famílias na parte espiritual e social.
UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA PERGUNTA: Por que edifica na área espiritual?
Pastor Geraldo Vilhena responde: Por que os jovens tem informações de varias mensagens dos Bispos e pastores e também aos testemunhos de transformação de vida

UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA O senhor tem observado mudanças?
Pastor Geraldo Vilhena responde: Sim                                                                depois da implantação deste projeto os jovens internos tiveram mais interesse pela leitura.  Tendo como conseqüência um grande crescimento espiritual e educacional  na vida dos jovens da Fundação Casa.

É usado como fonte a FOLHA UNIVERSAL.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Um almoço para as famílias dos internos da Fundação CASA, oferecido pelos voluntários da UNIVERSAL próximo do Templo de Salomão.


Um almoço para as famílias dos internos da Fundação CASA, oferecido pelos voluntários da UNIVERSAL próximo do Templo de Salomão.

 Conforme já vem ocorrendo nos últimos meses, mais um almoço de confraternização ocorreu neste domingo, 28 de abril de 2013, com a presença de mães, pais, irmãos, todos reunidos num só espírito, em ajudar os jovens privados de liberdade, que estão na Fundação CASA, auxiliando-os a encontrarem no Senhor Jesus a solução para as dificuldades encontradas nesta situação difícil que todos, jovens e seus familiares estão atravessando.

 Inicialmente, o pastor Geraldo Vilhena, Coordenador de Evangelização em Unidades da Fundação CASA, orou pelos presentes, e orientou- os como vencer a guerra contra o mal, salientando a importância do batismo nas águas, onde é nesse momento que os jovens tem a oportunidade de assumirem a fé no Senhor Jesus através do trabalho evangelístico que os voluntários desenvolvem diariamente nas diversas Unidades da Fundação.



 Vários testemunhos também foram dados de voluntários que tiveram suas vidas mudadas quando entregaram suas vidas ao Senhor Jesus, motivando os familiares dos jovens a também fazerem o mesmo.


 Amauri ex-traficante fala como saiu do mundo do crime.


 Robson Freitas ex-usuário de drogas e do crime diz como entrou e saiu,



Cristina ex-traficante, ex-interna da Fundação Casa conta também a sua vida do crime.



Elza, uma mãe que está usando a fé para libertar o seu filho das drogas.

Nelma ex-usuária de drogas hoje doente em consequência do uso das drogas.

Lembrando, que estes voluntários fazem parte do Bloco de Ajuda aos Dependentes Químico.Este projeto é apresentado dentro das unidades da Fundação Casa de São Paulo. 


Após a palestra, o pastor Geraldo Vilhena e os voluntários realizaram uma oração da fé, para libertar as famílias dos internos do espírito do vício.



As mães, Sra. Maria Alexandrina Batista, 54anos, e a Sra. Amanda Alves, 26 anos, testemunham que depois que seus filhos passaram a frequentar as reuniões, a diferença no comportamento deles é notória, sendo observada não apenas pelos familiares, assim como até mesmo por aqueles que convivem com eles no dia a dia.


No final do evento, após um farto almoço, todos saíram muito satisfeitos e prometeram retornar no próximo dia 26 de maio, quando se realizará  mais um encontro,  muito abençoado.












Livros do bispo Macedo para as famílias dos internos.



Camisetas do Templo de Salomão.





Cesta básica.



Chaveiro com foto do Templo de Salomão.





Foi um almoço para  não ser esquecido.

Que o Senhor Jesus abençoe estas famílias.

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MACACO LADRÃO PM 1