quarta-feira, 3 de abril de 2013

Enfim, livre da depressão


Sofrendo desde os 3 anos de idade, para a jovem, angústia parecia não ter fim




Ansiedade, desânimo, desmotivação, baixa autoestima, mudança de humor, insegurança e desejos de atentar contra a própria vida são alguns dos sintomas mais comuns de um indivíduo com depressão, doença que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), atinge 121 milhões de pessoas ao redor do mundo e está entre as principais causas que contribuem para incapacitar um indivíduo. A OMS prevê que, até o ano de 2020, a depressão passe a ser a segunda maior causa de incapacidade e perda de qualidade de vida.


















Esse transtorno mental acomete pessoas de todas as idades, inclusive crianças. É caracterizado por um estado de humor deprimido. Geralmente o indivíduo apresenta sensação de angústia, desânimo, sente-se sem energia e tem uma tristeza profunda, às vezes acompanhada de tédio e indiferença.

Na infância, fatores como problemas conjugais entre os pais, cobrança exagerada da família, da sociedade e na escola podem levar a criança a desenvolver depressão.

Um caso de superação



















A separação dos pais causou sequelas irreparáveis à auxiliar de faturamento Joice Gomes Ribeiro, de 28 anos. Chorava pelos cantos e sentia medo de ficar sozinha quando criança. Na adolescência, procurou preencher seu vazio nas baladas e bebidas. Porém, a depressão lhe tirava o desejo de viver, um sofrimento que parecia não ter fim. Aos 15 anos, tentou o suicídio por não suportar o fim de um relacionamento de 1 ano. Joice se jogou de um precipício de aproximadamente 10 metros de altura, em Arapongas, interior do Paraná. Chegou a ser internada para observação durante alguns dias, mas não sofreu nenhum dano físico
ou cerebral.

“Achava que minha vida não tinha sentido, pois dependia dos outros para ser feliz. Fiquei livre de muitos apuros graças às orações da minha avó, que frequentava a IURD. Somente estando no fundo do poço que reconheci que não poderia viver sem a ajuda de Deus. Meu vazio foi preenchido depois que me rendi a Ele”, relata.

Hoje a vida de Joice está totalmente transformada, tendo se reconciliado com os amigos e familiares. “Tudo mudou em minha vida, tenho prazer de viver e ajudar os que sofrem e sou voluntária do grupo Força Jovem. Dou aulas de espanhol e auxilio outros jovens  a ter um encontro com Deus como eu tive”, testemunha.

Atenção

Os fatores psicológicos e sociais muitas vezes são consequências e não causas da depressão;

Vale ressaltar que o estresse pode precipitar a depressão em pessoas com predisposição, que provavelmente é genética;

Uma em cada cinco pessoas no mundo apresenta o problema em algum momento da vida;

Somente um médico pode diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios.




IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS NA FUNDAÇÃO CASA DE SÃO PAULO.




 Em um DOMINGO,  já na parte da manhã a IURD começou cedo os preparativos, para um evento especial.  voluntários da IURD estiveram na Fundação Casa de guarulhos, para dar início.

 esteve presente o Pastor Geraldo Vilhena Coordenador responsável pelo trabalho de evangelização em unidades da Fundação Casa de São Paulo, que fez uma oração de libertação das drogas, este é o grande mal que tem atingido nossa sociedade,
 após a oração chamou o diretor da Casa Sr Cleber Leandro Miguel, Pastor Geraldo agradeceu pela oportunidade, que a Fundação Casa tem dado para a IURD, trabalhar com o projeto Espiritual em cada Unidade, 

  Sr Cleber, Disse: “E uma satisfação ter a IURD como parceira na recuperação desses jovens, pois temos notado uma diferença no comportamento de cada um que participa dos cultos, que este evento sirva para cada adolescente refletir sobre suas atitudes”. Em seguida,
 ”. Em seguida, Pastor Geraldo fez a apresentação do bloco de ajuda aos dependentes químicos. ESTE BLOCO TEM A FINALIDADE DE ALERTAR SOBRE O CAMINHO PERIGOSO QUE É AS DROGAS. Amauri da inicio ao debate, fala da sua trajetória no mundo das drogas.
 Sra Cristina também relatou seu testemunho. disse ela: fiquei 20 anos no mundo do crime, minha mãe foi esquartejada, passei por várias situações, já passei pela Fundação Casa com 13 anos ninguém podia comigo, só parei de usar as drogas quando vi meu filho, indo pelo mesmo caminho que fui, foi quando tive um encontro com Deus, hoje sou liberta. e vivo uma vida diante de Deus.
 Cristiano filho de Cristinafala como entrou no mundo das drogas e como conseguiu sair.
 Elza, passa uma experiência para as mães dos internos como é triste de ter alguem da família no meios das DROGAS.
 Ubiracy, fala de sua filha que ficou liberta das DROGAS

 Entre os palestrantes Sra Nelma fala das sequelas que as drogas deixaram no seu organismo, em virtude do uso das drogas. hoje luta contra um câncer. Pastor Geraldo pergunta: Sra Nelma, qual o conselho que a Senhora da, para estes adolescente que estão começando no mundo das drogas?Ela responde: Olha é um caminho sem volta, ou você se apega com Deus, ou o Caminho é um caixão ou a cadeiaMãe pergunta: à partir de quando Sra nelma, a  senhora desistiu das drogas? Nelma responde:Quando no fundo do poço vi que não tinha mais jeito, lutei e foi só com a ajuda de Deus que tive forças , para sair do mundo das drogas.
 Robson de Freitas fala como foi a sua experiência com diversos tipo de DROGAS. A sua maior tristeza e ter perdido o seu sonho de ser um jogador de futebol,pois o mesmo perdeu uma perna para as DROGAS
 Robson de Freitas após pedir a ajuda de cinco jovens para puxar uma de suas pernas e para a surpresa de todos, saiu uma prótese em virtude de um acidente de moto, pois está drogado.

 

 Robson de Freitas, fez uma oração da fé para os internos se libertarem das DROGAS;


Em seguida Pastor Geraldo chamou o time de futebol do Bloco de Ajuda aos Dependentes Químico e os adolescente da Fundação casa para um amistoso de futebol. A partida ficou assim 13 para a IURD e 11 para a Fundação Casa. teve até direito a medalha de premiação.
 
 
 
 
 

E para completar a festa, foi servido , salgados, refrigerantes, e muito bolo, para a alegria de todos.
 
 
 
 
 
 
 
 
  
 
 
 
  



terça-feira, 2 de abril de 2013

Isso é coisa de gente tapada!























Lembrei-me do último retiro de que participara. Ainda era pequena, me divertira muito e aprendera que Deus é O único que pode nos dar alegria.

Uma dor invadiu meu ser. Comecei a pensar se era feliz.

– Aqui está o café da manhã de vocês. Noto que está vendo o convite para o nosso retiro. Se quiserem, podem ir, tenho certeza de que irão gostar muito.

– Senhora, retiro é coisa de gente tapada! Somos jovens e descolados. Queremos viver a vida enquanto temos forças, depois podemos pensar em aceitar esse Deus de vocês.

– A oportunidade pode ir embora e vocês não terem outra.

André me olhou e desandou a rir. Fiquei quieta, não sabia o que dizer.

O café da manhã parecia não passar na minha garganta. Senti uma grande angústia na alma.

15 de outubro de 1988, 23h47.

– Um dia, o Homem de Branco enviou aquela senhora para falar dEle para você. Nós estávamos do seu lado, fechando seus ouvidos para que não entendesse o que ela falava.

– Mas eu ouvi, sim! Aceitei Jesus naquele dia!

(gargalhadas)

– Não aceitou, não! Você voltou para sua vida e quis vivê-la. Fez todas as nossas vontades. Preferiu o mundo.

Todos aqueles dias passaram em minha mente. Parecia o tormento eterno. Lembrei-me de cada momento. De cada palavra. De cada pessoa vindo me falar que Deus me queria de volta. Tudo era nítido em minha mente, e o que eu estava vivendo agora era real.

A dor era real. O cheiro horrível era real. Os fortes gritos eram reais.

Pessoas pedindo uma última chance estavam por todo lado.

– Quanto desespero! Quanta dor! Não quero ficar aqui! Por que não dei ouvidos àquela senhora? Por que não dei ouvidos à minha querida mãe?

segunda-feira, 1 de abril de 2013

A MENTIRA





Mentir é falar ou dizer algo contrário à verdade; é a expressão e manifestação contrária ao que alguém sabe, crê ou pensa. Pode-se crer na mentira, falar mentira e praticar a mentira. É o engano em seus diferentes aspectos; nocivo ao ser humano e ofensa grave diante de Deus. O diabo é o pai da mentira (João 8:44) e, portanto, a mentira é um instrumento diabólico que o homem usa para sua própria perdição. O mais triste é que o homem ama a mentira, não ama a verdade pois ele é mau por natureza (Romanos 1:25; Apocalipse 22:15).
A juventude, em termos gerais, está sendo arrastada à perdição eterna pelo prazer transitório da inclinação à droga, sexo, etc. Tudo não passa de uma grande mentira; é enganoso, anormal, trazendo prejuízos físicos, morais e espirituais. Tais coisas podem ser definidas como praticar a mentira. Esta prática abrange os mais variados aspectos da mentira como idolatria, homicídio, adultério, fornicação, cobiça, etc


Espanhola enganou os EUA com história falsa de 11 de setembro
Tania Head dizia ser sobrevivente do ataque às Torres Gêmeas, mas ela nem nos EUA estava no dia do terror
Thiago Varella, do R7



Tania Head comoveu os Estados Unidos contando como conseguiu sobreviver aos atentados de 11 de setembro de 2001. Sem o menor pudor, ela contava que estava no 78º andar da Torre Sul do World Trade Center, trabalhando pela companhia de investimentos Merill Lynch, quando o primeiro avião se chocou contra o prédio.
Milagrosamente, Tania teria conseguido fugir somente com um ferimento no braço, enquanto seu noivo, Dave, que estava na Torre Norte, acabou morrendo.
Tania passou a frequentar reuniões de grupos de sobreviventes e familiares de vítimas. Todo mundo acreditava na história dela. Alguns choravam. A mulher chegou a organizar visitas ao marco zero da tragédia, na cratera onde ficama as Torres Gêmeas. Saiu na TV, conheceu o prefeito Rudolph Giuliani e até se tornou presidente de uma associação de sobreviventes. Posou para fotos ao lado de outros políticos e conseguiu feitos como um aumento de verbas para as ONGs ligadas aos ataques e a abertura dos escombros para a visitação de outros sobreviventes e parentes de vítimas do 11 de setembro.
No entanto, Tania não era umas das dezenove pessoas que estavam na lista oficial dos sobreviventes que estavam acima do ponto de impacto do avião. A história era tão chocante que ninguém duvidou dela. Mas Tania mentiu. Só que sua fantasia durou cinco anos . Só foi desmascarada pelo jornal The New York Times, que desconfiou do relato da impostora.
Ela mentiu tanto que até seu nome era outro. Tania Head chamava-se, na verdade, Alicia Esteve Head, espanhola nascida em Barcelona que nem ao menos estava em Nova York no dia dos ataques. Quando a tragédia ocorreu, ela assistia um curso na cidade espanhola. 
Até hoje, ninguém sabe ao certo por que Tania mentiu. A espanhola não obteve nenhum tipo de lucro com a história. Muito pelo contrário, ela até doou dinheiro à associação de sobreviventes. Sobreviventes do atentado lembram que ela enviava e-mails regulares a eles. Nos textos, ela parecia se empolgar com a fama e com os holofotes.
Descoberta a farsa, Tania, ou melhor, Alicia sumiu. Foi divulgado que os pais dela teria sido presos anos antes por fraude financeira. Depois de algum tempo desaparecida, surgiu um e-mail na caixa de mensagens de alguns sobreviventes do 11 de setembro dizendo que a espanhola havia se suicidado. Mas, por causa do passado de lorotas, fica difícil acreditar na nova história.




Mentiras históricas








A história é contada pelos vencedores. O que não 
significa que eles sempre digam a verdade. No século
 18, o alemão Karl Friedrich Hieronymus Freiherr
 von Münchhausen, mais conhecido como Barão
 de Münchhausen, ficou famoso por defender o 
exército russo em batalhas contra os turcos e retornar 
delas relatando grandes aventuras que nunca 
aconteceram.

Em uma delas, dizia ter vencido um exército 

inteiro fantasiado de galinha. De acordo com 
muitos historiadores, o herói Robin Hood pode nunca
 ter existido. Ou, se existiu, nunca teria roubado dos
 ricos para dar aos pobres. Seria na realidade um 
homem que viveu no século
13 e se revoltou contra o rei Ricardo II, da Inglaterra, 

para não pagar impostos.

Certamente os livros de história do futuro lembrarão 

da mentira contada pelo então homem mais poderoso
 do mundo em 1998. Naquele ano o presidente dos 
 Estados Unidos, Bill Clinton, negou ter mantido 
relações sexuais com a estagiária Monica Lewinsky 
na sede oficial do governo, a Casa Branca.

Clinton depois reconheceu ter se envolvido com 

Monica, mas o fato de ter
mentido quase fez com que ele perdesse a presidência.

A morte encontra o empresário.


Vigiados


Com câmeras de segurança espalhadas por todos os lados e o acesso a contas reais e virtuais cada vez mais digitalizado, nossa privacidade tem ido para o espaço


Ninguém passa imune a câmeras de vídeo, burocracias de acesso, registros de compras ou rastros de comunicação. Basta analisar atentamente o dia a dia para perceber que seus passos são monitorados na rua, no carro, no prédio comercial e na internet. Não, você não está sob investigação e sua vida não está sendo vasculhada. Embora imagens e dados digam quase tudo sobre nós, não existe, pelo menos oficialmente, uma central que concentre todas estas informações.

Com dados das câmeras e da geografia de São Paulo, a reportagem imaginou que poderia calcular a chance de uma pessoa ser filmada pelo menos uma vez ao dia na maior cidade do País. A resposta de Tristão Garcia, matemático e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), foi curta e grossa: 100%. Mesmo as pessoas de regiões afastadas, desde que se desloquem, acabam filmadas. “Não preciso nem fazer conta, é uma questão de lógica.”

A malha de câmeras paulistanas não é um instrumento de invasão de privacidade. “Os policiais as utilizam não para assistir o cotidiano do cidadão, mas sim para protegê-lo”, avisa a Polícia Militar, um dos órgãos que faz uso do recurso.

Nicolas Hilário, de 20 anos, aprova uma das câmeras, instalada no bairro de Higienópolis, na região oeste da capital paulista. “Ajuda muito, intimidade vou ter em outro lugar”, brinca o auxiliar administrativo. Iara do Amaral, de 22 anos, fica em dúvida. “Sinceramente, não acredito que vai mudar alguma coisa, deixar de ter crimes ou acidentes. Não queria precisar dessas câmeras”, lamenta a estudante.

Para o Sindicato das Empresas de Segurança Privada, Segurança Eletrônica, Serviços de Escolta e Cursos de Formação do Estado de São Paulo (Sesvesp), as câmeras são essenciais. “Hoje em dia, apenas 3% dos marginais pulam muro, preferem porta de entrada e garagem”, atesta José Antonio Caetano, diretor da empresa de serviços de segurança Haganá.

João Palhuca, vice-presidente do Sesvesp, defende ainda a burocracia de acesso, ao solicitar documentos de identidade na portaria de edifícios. “É o mínimo que se pode fazer para coibir e inibir a entrada de assaltantes”, assegura. “Não impede o crime, mas auxilia a futura investigação da segurança pública com o que já armazenamos”, diz, referindo-se às informações guardadas por um determinado período (leia mais nas iamgens espalhadas pela página).

Outros dois setores são obrigados, por lei, a guardar os registros dos clientes pelos últimos 5 anos. Sem contrariar a Constituição Federal de 1988, que avisa ser “inviolável o sigilo da correspondência e das comunicações telegráficas, de dados e das comunicações telefônicas”, as empresas de telefone fixo e de celular gravam os detalhes de cada chamada feita por seus clientes.

O acesso ao conteúdo das conversas, no entanto, só ocorre mediante pedido judicial (Resolução 426, de 9 de dezembro de 2005, do Regulamento do Serviço Telefônico Fixo Comutado). O que não impede as empresas de, com um programa de computador, prever comportamentos de clientes, por exemplo, com indícios de cancelamento de linha.


“Aí a empresa liga ou manda uma oferta para te atrair. Você não sabe o porquê do contato, mas eles sabem”, explica Eduardo Levy, diretor-executivo do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil).

Os cartões de crédito seguem a mesma linha: sabem estabelecimento, local, data e hora da compra, além de pagamento e valor. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), sem compartilhar quaisquer desses detalhes, respeitando-se o sigilo bancário.

O economista Ladislau Dowbor, coordenador do Núcleo de Estudos do Futuro, da PUC-SP, contudo, lembra de uma vez em que comprou uma comida tipicamente judaica em um mercado e, em seguida, recebeu no e-mail ofertas de viagem para Israel. “(As empresas) nunca vão dizer, confessar que, apesar de afirmar o contrário, vendem essas informações”, diz.

No mundo virtual, sem regulamentação específica, o conteúdo acaba ainda mais escancarado. A exposição de dados pessoais em redes sociais, blogs e comentários, e a adesão, quase sem opção, aos termos de serviço e às políticas de privacidade ao criar contas ou fazer compras na internet, facilitam o acesso a esses dados. “Se você tem um e-mail num servidor, digamos, ‘público’, como o Google, estão livres para olhar e compartilhar seu conteúdo. Podem até falar que não têm acesso a alguns dados, mas têm. Quem trabalha com isso sabe”, constata Thiago Lahr, especialista em segurança da informação.

No Facebook não muda muito. Produzem-se relatórios automáticos de tudo que é clicado em cada perfil de usuário. “Não há o que fazer. Tudo o que você publica alguém está gravando”, alerta Lahr.


Na avaliação de Dayane Fanti, advogada especialista em novas tecnologias, não seria tão grave se os acordos fossem melhor esclarecidos, com textos mais extensos, detalhados e um quadro de resumo. “E deveriam existir duas opções: gratuito (você aceita fornecer seus dados) e pago (você fica livre de qualquer coleta de dados)”, sugere. O problema, ressalta a advogada, é que as pessoas se acostumaram à internet como algo livre, grátis. “E nunca foi assim, existe uma contrapartida.”

E é justamente a contrapartida o que mais incomoda quem se preocupa com as questões de respeito à privacidade e livre circulação de ideias, algo que sutil e silenciosamente pode estar em perigo. “Não é nada justo (o acordo de Google e Facebook com usuários), é escravidão”, analisa John McCarthy, fundador do Anarchadia, que teve o perfil apagado na rede social, mas segue denunciando supostos mecanismos de controle do governo americano. “Para mim, isso significa sobrevivência. Você acha que Davi queria lutar contra Golias?”, compara McCarthy.

Afinal, a luta do americano é contra gigantes que, em cooperação, controlam o projeto Echelon: Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, Canadá e Nova Zelândia. Com ao menos 11 estações terrestres, espalhadas pelos quatro continentes, segundo relatório de 2001 da União Europeia, conseguem monitorar todo o globo.

“Por satélite, cabos de fibra ótica e ondas eletromagnéticas interceptam conteúdos de palavras-chave predeterminadas ou de assuntos específicos”, afirma o jornalista neozelandês Nicky Hager, em “Secret Power, New Zealand’s Role in the International Spy Network” (Poder Secreto, o Papel da Nova Zelândia na Rede de Espionagem Internacional). Aparentemente, o conteúdo interceptado é usado para fins comerciais e militares, mas, nas palavras do economista Dowbor, não deixam de “varrer todas as nossas informações”.


“O Echelon tem sido usado desde 2004 como arma de guerra para filtrar informações e evitar que se tornem virais. É algo colocado por baixo do tapete pelos governos, porque é altamente ilegal no contexto das leis internacionais e dos direitos humanos universais de liberdade de expressão”, acusa McCarthy. “Nos tornamos transparentes”, diz Dowbor.

A questão, como o próprio economista aponta, é que nessa gigantesca massa de informações, vulnerável, os mais diversos e dispersos grupos –governamentais, empresariais e criminosos – se organizam para aproveitar esse universo. E, comparativamente, a proteção da privacidade das pessoas – e as leis relacionadas a isso – ainda engatinham.

No livro “1984”, escrito em 1949 por George Orwell, o personagem Winston Smith, altamente vigiado, como todos na sociedade ali retratada, pensa, no desespero de sua condição, que, “naturalmente, não havia jeito de determinar se, num dado momento, o cidadão estava sendo vigiado ou não”, e “era concebível, mesmo, que (o Grande Irmão) observasse todo mundo ao mesmo tempo”. Chegamos lá?

sexta-feira, 29 de março de 2013

VIDA AMALDIÇOADA PORQUE?



Não há bênção nem maldição sem causa. 
Provérbios 26.2
Como o abençoado colhe os frutos de sua 
obediência, também os amaldiçoados colhem 
os frutos de sua desobediência. Deuteronômio 28
A maior parte dos milagres realizados pelo 
Senhor Jesus foi nas cidades de Corazim, 
Betsaida e Cafarnaum. Mesmo assim, seus 
habitantes não creram na Sua Palavra.
Por conta disso, apesar de bem localizadas, 
são cidades-fantasmas. Estive lá e vi suas 
ruínas. Até Cafarnaum, situada às margens 
do Mar da Galiléia, é completamente inabitada,
 vazia e triste.
Nem a proximidade do Santo Monte as torna i
nteressantes a investidores. Corazim, no caminho 
da subida ao Hermom, está completamente 
entregue às baratas.
Por quê? Perguntei ao guia.
Resposta curta e seca: maldição.
Então me lembrei da maioria dos crentes que,
 devido à desobediência, tem vivido uma vida
 amaldiçoada, mesmo estando próxima ao Altar.
Conhecem a Bíblia de cor e salteado, louvam, 
oram, jejuam, são leais às suas denominações 
e pastores, mas não praticam o que sabem. 
Ou melhor, praticam o que é fácil e não exige 
qualquer sacrifício.
São crentes profissionalmente rebeldes.
Estão junto do Hermom, mas suas vidas estão 
em ruínas, tal qual Corazim, Betsaida e Cafarnaum.
"Ai de ti, Corazim! Ai de ti, Betsaida! Porque, se em 
Tiro e em Sidom, se tivessem operado os milagres 
que em vós se fizeram, há muito que elas se teriam 
arrependido, assentadas em pano de saco e cinza. 
Contudo, no Juízo, haverá menos rigor para Tiro e 
Sidom do que para vós outras. Tu, Cafarnaum, 
elevar-te-ás, porventura, até ao céu? Descerás 
até ao inferno." Lucas 10.13-15
"Tu, Cafarnaum, elevar-te-ás, porventura, até ao 
céu? Descerás até ao inferno; porque, se em 
Sodoma se tivessem operado os milagres que em 
ti se fizeram, teria ela permanecido até ao dia de 
hoje. Digo-vos, porém, que menos rigor haverá, no 
Dia do Juízo, para com a terra de Sodoma do que 
para contigo." Mateus 11.23-24.

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