sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Vencendo o trauma


Pedro Henrique precisou da atenção das educadoras para superar a fase de brigas dos pais



























Itala Karine Fernandes de Azevedo não esquece a tristeza que teve de enfrentar ao ver o filho traumatizado com as brigas que aconteciam entre ela e o marido. Pedro Henrique, na época com 5 anos, vivia isolado em casa, chorando e pedindo para os pais pararem de brigar. Na escola, não estudava e não interagia com outras crianças.


O período de brigas durou um ano, mas os males psicológicos não foram superados com facilidade. Nem mesmo com a ajuda de um psicólogo. Além de problemas de comportamento, dentro e fora de casa, Pedro Henrique foi reprovado dois anos na escola e só melhorou com a ajuda das educadoras da Educação Bíblica Infanto-juvenil (EBI).


“Agradeço até hoje a transformação do Pedro. O carinho e a orientação das educadoras mudaram totalmente o meu filho. Ele é mais atencioso em casa, mais estudioso na escola e, principalmente, mais envolvido com a Palavra de Deus. Hoje, com 12 anos, ele é do TF Teen e está muito mais comprometido com a família”, diz Karine, aliviada.


A psicóloga Lúcia de Souza, especialista em psicologia infantil, observa que um dos caminhos para que uma criança supere o trauma de uma relação ruim entre os pais é conversar várias vezes e sempre que necessário, favorecendo um espaço emocional para que possa expressar livremente seus sentimentos, sem críticas ou julgamentos.


“Muita gente acha que não se deve tocar no assunto, mas é completamente o inverso. Quanto mais a criança falar, mais vai aliviar sua dor e se conscientizar de que não teve culpa. Ao contrário do que possa parecer, uma criança é extremamente exposta a traumas. Elas percebem, com facilidade, uma relação ruim entre os pais. Isso influencia e muito o lado psicológico e pode alterar demais o seu comportamento. Pequenas discussões podem marcar por muito tempo a cabeça dessa criança. Imagine brigas sérias, com violência”, analisa.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Turminha da Fé em quadrinhos. Dizendo não à inimizade.





 A Turma da Fé Teen (TF Teen) é um grupo que reúne adolescentes, entre 11 e 14 anos, da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD). O movimento surgiu na Escola Bíblica Infanto-juvenil (EBI) e já conta com mais 100 mil integrantes no Brasil.
A TF Teen também está presente em outros países, como Portugal, Inglaterra, Paraguai e Argentina, sempre com o intuito de formar, conscientizar e apoiar os adolescentes.
O trabalho é coordenado pela EBI, por meio de atividades cotidianas. Os integrantes praticam esportes, cantam, dançam, encenam peças teatrais, estudam a Bíblia, desenvolvem ações sociais, entre outras tarefas.
No TF Teen, os adolescentes aprendem como praticar a fé e, com o slogan “Aki soh falta vc!”, eles procuram mostrar como é possível servir a Deus sem ser careta.



No último Domingo o o grupo fez um  festa , na Fundação Casa, Mooca Chiquinha Gonzaga, voluntários da IURD, juntamente com TF Teen animaram o evento com várias atrações, para a alegria das meninas. Para dar início ao evento esteve presente Sra Daiane Rodrigues de São Caetano, deu início com uma oração para abençoar as meninas, juntamente com todas as esposas da região. Após a oração as adolescentes puderam desabafar com um atendimento Espiritual, feito pelas esposas dos pastores, foi um momento muito importante, pois cada uma relatou seus testemunhos, e como hoje estão com suas vidas transformadas.


































 A festa ficou ainda mais animada com a apresentação da, turminha da fé. que cantaram e alegraram as adolescentes, que em meio a tanta dor por estarem longe da família.
















O evento ficou ainda mais completo com a distribuição de bolos, refrigerantes e salgados. E para alegrar ainda mais, cada menina recebeu um kit, com acessórios de cabelo. para realçar ainda mais a beleza. Os    funcionários da casa agradeceram a presença de todos os integrantes da IURD, são momentos assim que vale a pena fazer o bem sem receber nada  em  troca.  a maior recompensa e ver as adolescentes sendo libertas e transformadas, e  no futuro também poderem dar o seu testemunho.                             





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