quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Mulheres gostosas (Parte 3)

Postei em minha página no Face minha frustração
em relação a como as mulheres têm sido tratadas como um pedaço de carne e como muitas se permitem deixar isso acontecer pela sua postura diante da vida. Muitas mulheres defenderam a mais nova “CAUSA NOBRE” de que o importante é sentir-se bem consigo mesma.
Eu pergunto: Depois de todas as cirurgias e falsificações em nome da beleza, as famosas bonitas e “gostosas” estão mesmo sentindo-se bem consigo mesmas ou estão procurando mais alguma coisinha na casca que ainda não ficou perfeita?
Uma coisa é colocar um silicone ou fazer uma lipo devido a um problema de saúde, outra é querer colocar para “sentir-se bem consigo mesma”. Vai colocar para você mesma ou para os cafajestes que só querem saber do frasquinho para jogar fora depois do uso? Se é para você mesma, então me responda: Como pode o seu corpo (que vai envelhecer, queira você ou não) determinar o seu interior? Sinceramente, nunca vi isso!
O nosso interior determina o nosso exterior. Não tem como o seu exterior mudar qualquer coisa no seu interior. Você pode até se sentir bem com aquela nova roupa, mas é algo passageiro e logo aquela roupa nova já não lhe proporciona mais tanto prazer. O exterior proporciona sentimentos passageiros, é por isso que não funciona só investir nele. Já o interior consegue proporcionar algo bem mais profundo, e que acaba sendo permanente.
Na fé
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Suicídio: um milhão por ano
A cada 40 segundos uma pessoa se mata no mundo. Para a OMS, índices vêm subindo e a questão já virou problema de saúde. Países ricos como Japão e EUA têm estatísticas elevadas
Um milhão de pessoas acabam com a própria vida por ano. É o que indica o último relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre suicídio, divulgado em setembro passado, reunindo dados de 104 países. O número, segundo a entidade, supera o de vítimas de guerras e homicídios: é como se alguém se matasse, em média, a cada 40 segundos.
O número de vítimas de si mesmo é o equivalente a 0,01% da população mundial – estimada em 7 bilhões no fim do ano passado. O que, à primeira vista, pode parecer pouco é, porém, o equivalente a dizimar um país inteiro como o Timor Leste ou uma cidade grande como Campinas (SP) – ambos com pouco mais de 1 milhão de habitantes.
“E ainda existem entre 10 e 20 milhões que pelo menos tentam o suicídio. São pessoas que sofrem sérias consequências físicas e mentais. O problema é enorme e é da responsabilidade dos órgãos de saúde e da sociedade também”, alertou Shekhar Saxena, diretor do Departamento de Saúde Mental e Abuso de Substâncias da OMS em setembro, ao apresentar as estatísticas.
Um artigo da revista científica Lancet aponta ainda que o suicídio é a principal causa de morte entre jovens. Para as meninas entre 15 e 19 anos é, por exemplo, a primeira causa. O problema não está localizado. Ocorre em países ricos, como Japão (30 mil suicídios em 2009), e EUA (32 mil suicídios em 2005). Também aparece nos países pobres, como Sri-Lanka (5 mil mortos ainda em 1986), e emergentes, como a Índia, com a liderança em números absolutos, pela pesquisa de 2009 (mais de 127 mil óbitos).
A OMS não divulga como calcula o ranking mundial de incidência do suicídio, uma vez que cada localidade tem seus critérios de levantamento. De qualquer forma, aponta a Rússia (42 mil) e a Lituânia (1 mil), além de outros países do Leste europeu como palco das maiores taxas. Na América, Brasil (9 mil), Colômbia (2 mil) e México (4 mil) têm as menores taxas de suicídio.
Japão: IURD faz campanha ‘Fim ao suicídio’

O suicídio é um grande problema social no Japão. Essa tragédia envolve predominantemente jovens de 20 a 39 anos de idade. Em média, cerca de 71% são homens e mais de 57% estão sem emprego. Segundo psicólogos e autoridades, a longa recessão e o desemprego são dois fatores fortes para as altas taxas de atentados à própria vida.
Em 2011, o tsunami que devastou a região noroeste do Japão contribuiu, por exemplo, para a desesperança de quem perdeu tudo, a casa e familiares. O suicídio surgiu como uma saída para muitos japoneses. Diante desse cenário, a Igreja Universal realizou em 30 de dezembro uma reunião sobre o assunto no Grande Hotel em Hamamatsu, província de Shizuoka. O evento, denominado “Stop Suicide” (Fim ao Suicídio), teve o objetivo de combater esse flagelo da humanidade. Japoneses de várias províncias e pesssoas de outras nacionalidades (peruanos, filipinos, brasileiros) foram ao encontro, feito em português e traduzido simultaneamente para o japonês e para o inglês.
O bispo Marcelo Rocha, responsável pelo trabalho evangelístico do Centro de Ajuda da IURD no Japão, explicou o motivo de milhares de pessoas atentarem contra a própria vida, esclarecendo perguntas como “O que é o suicídio?”, “Por que as pessoas se matam?”, “O que fazer para vencer os pensamentos suicidas?” O bispo deu dicas sobre como vencer esses pensamentos negativos e destacou o valor da vida. “Qual é o valor da sua vida? O diamante The Cullinan é o terceiro mais caro do mundo, custa 400 milhões de dólares. Porém, para Deus a sua vida é inestimável”, destacou. Na oportunidade, ele ainda chamou ao palco crianças – vestidas com quimono (roupa tradicional japonesa) – e enfatizou que elas são o futuro do país. Em seguida, orou por todos.
Após o encontro, Sônia Okuyama, que tentou se matar várias vezes, contou como superou esse tipo de crise existencial grave. “Os pensamentos de suicídio eram constantes, várias vezes estive a ponto de cometê-lo. Certa vez estava a ponto de pular de uma ponte, mas o meu celular tocou. Era o pastor me ligando e me convidando para ir à igreja. Foi então que desisti e voltei para casa. Comecei a ir às reuniões e, ouvindo a palavra de Deus, venci esses pensamentos ruins e aprendi a me valorizar. Hoje, minha vida tomou outro rumo, sou feliz de verdade”, disse.
O casal Daniel e Gisele Takihama (foto à dir.) destacou importância do evento. Gisele disse que, ao chegar ao Japão, pensava muito em suicídio. “Uma vez saí determinada a me matar, mas algo me fez desistir. Acho que foi Deus. Hoje, eu sei como é importante conscientizar as pessoas que há esperança, uma saída. Saí do evento muito feliz e com a certeza que a minha vida tem valor.”
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Era muito fácil enganá-la...

No domingo, passei a tarde dançando; já tinha ido à igreja pela manhã e feito a minha obrigação. À noite, fui convidada por alguns amigos para uma festa, queria muito ir.
— Mãe, hoje à noite tem o aniversário da minha amiguinha da escola. A mãe dela vai fazer um bolo só para as amigas da filha. Posso ir?
Era muito fácil enganar a minha mãe, ela acreditava em mim. Eu fazia o que queria, ela nem percebia. Fazia de conta que era santinha, que não aprontava nada e ela sempre me deixava ir à “casa das minhas amigas”.
Nessa noite, eu encontrei um garoto que era o popular da escola, todo mundo queria ficar com ele. Eu não era diferente. Toda menina que ficasse com ele seria popular também.
Não podia perder a oportunidade e fui logo chamando ele para dançar.
– Quer dançar comigo, gatinha? Então prova esse cigarro, você vai gostar.
– Claro que sim, faço o que quiser para ficar contigo.
Era um cigarro de maconha e eu nem sabia. Não poderia negar a essa altura do campeonato; dei a primeira tragada, a sensação era melhor do que dançar. Senti-me relaxada, com muita vontade de rir; fiquei rindo o tempo todo, eu estava bem, muito bem...
Minha mãe pensava que eu estava em um aniversário pacato. Eu estava realmente vivendo a vida. Isso, sim, era viver a vida!!
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Famílias dos jovens internos da Fundação Casa, almoçam no Cenáculo do Brás.
Foi em uma manhã de domingo do dia 17/12/12.Quando os voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus que fazem a obra de Deus na Fundação Casa de São Paulo resolveram fazer uma surpresa para as famílias dos internos da Fundação Casa.
Os voluntários tiveram conhecimento que as famílias saem de suas casas 04:00 h para chegam as 08:00 h na Fundação Casa, para visitar seus filhos e algumas delas não tomam nem café e ficam até as 12:00 na visita. Então os voluntários tiveram esta ideia de fazer este almoço.
Antes do almoço o pastor Geraldo Vilhena coordenado de evangelização em unidades da Fundação Casa de São Paulo falou para as famílias que o maior problema dos jovens e espiritual por isso que eles estão nesta situação.
O palestrante Robson de Freitas que faz parte do Bloco de Ajuda aos Dependentes Químicos, foi convidado para ensinar para as famílias como se livrar das drogas através do seu testemunho.
Logo em seguida, o pastor Geraldo Vilhena e voluntários fizeram uma oração de libertação, para arrancar o mal que causam os problemas espirituais da família.
Após a oração começou o almoço para todas as famílias.
Os voluntários tiveram conhecimento que as famílias saem de suas casas 04:00 h para chegam as 08:00 h na Fundação Casa, para visitar seus filhos e algumas delas não tomam nem café e ficam até as 12:00 na visita. Então os voluntários tiveram esta ideia de fazer este almoço.
Antes do almoço o pastor Geraldo Vilhena coordenado de evangelização em unidades da Fundação Casa de São Paulo falou para as famílias que o maior problema dos jovens e espiritual por isso que eles estão nesta situação.
O palestrante Robson de Freitas que faz parte do Bloco de Ajuda aos Dependentes Químicos, foi convidado para ensinar para as famílias como se livrar das drogas através do seu testemunho.
Logo em seguida, o pastor Geraldo Vilhena e voluntários fizeram uma oração de libertação, para arrancar o mal que causam os problemas espirituais da família.
Após a oração começou o almoço para todas as famílias.
Também houve doação de Bíblias, CD sobre apocalipse e camisetas do templo de Salomão.
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