quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Uma mercadoria diferente em um leilão veja.





Em clima de muita festa, Voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus estiveram presentes, neste último sábado na Fundação Casa Franco da Rocha ,para fazer a festa em um evento maravilhoso, e dessa vez ao ar livre, embaixo de muitas árvores, para sentir a natureza, e a presença de Deus, pois ele e o criador de tudo. E foi feita várias atrações para os internos e familiares. Para dar início ao evento esteve presente o Pastor Geraldo Vilhena Coordenador de Evangelização, nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, orou por todos os adolescentes e famílias presentes, e disse: Tudo o que vamos fazer aqui hoje é verdade, e é para abençõar a sua vida se você quizer entregar a sua vida para Senhor Jesus basta você abrir o coração . e também na oração pediu para que Jesus tocasse no coração de todos também deu uma palavra sobre salvação, falou da importância do novo nascimento, e de ter um encontro com Deus .




Em seguida A CIA Teatral Força Jovem apresentou uma peça que emocionou a todos os presentes, a peça conta a História de uma pessoa, na qual sua alma foi leiloada,( Leilão de uma alma). A primeira que vem da o primeiro lance, foi a religião, o segundo lance prostituição, terceiro lance bebidas, curtição, quarto lance foi a ganância, e drogas, e por último a morte que deu um lance maior, já no último suspiro, vem o Senhor Jesus que resgata sua alma tirando todas as correntes do mal, e lhe dá uma nova chance.




























quarta-feira, 12 de setembro de 2012

SURTOS





 SURTOS PSICÓTICOS:PROBLEMA FRUTO DA DISPOSIÇÃO GENÉTICA, DE CONFLITOS INTERNOS OU PROVOCADOS PELA PRESSÃO SOCIAL?Uma bancária de apenas 27 anos que decide, de uma hora para outra, trafegar quase seis quilômetros pela Avenida 23 de Maio, em São Paulo, na contramão. Uma senhora, de 58 que, subitamente, desiste de seguir o trajeto pela Rodovia dos Imigrantes, dá meia volta, e viaja no contrafluxo por mais de oito quilômetros, colocando em risco a vida de milhares de pessoas. Uma adolescente, de 17 anos, que mata a mãe a facadas, em Belém, no Pará, porque foi impedida de ir ao show da banda Calypso. O que têm em comum essas e outros milhares de pessoas que, inesperadamente, apresentaram um quadro de desvio comportamental severo e violento? Experimentaram apenas um ‘momento de loucura’ passageiro? Se estivessem no século 18, essas pessoas certamente ficariam presas junto com assassinos, ladrões e estupradores da pior espécie. Mas o médico francês Philippe Pinel, em 1792, tirou as correntes dos seus pacientes e foi o primeiro a perceber que havia diferença entre a perturbação mental e a criminalidade, ou seja, entre um louco e um bandido de fato. De acordo com a maioria dos profissionais da saúde mental, comportamentos como os relatados são típicos de quem sofre de ‘surtos psicóticos’, episódios caracterizados pela desorganização do pensamento e pela perda da noção da realidade temporária, causada por motivos diversos. Na maioria dos casos, explicam os psiquiatras, o surto acomete quem tem alguma predisposição, como antecedentes familiares, aqueles que fazem uso frequente de drogas ou de medicação, ou que têm episódios passageiros de comportamento esquisito, personalidade excêntrica e até mesmo timidez excessiva. Num certo período, a pessoa percebe o mundo à sua volta de forma distorcida. Isso pode incluir alucinações, ideias delirantes, audição de vozes e alterações da consciência. A compreensão do todo é perdida e, muitas vezes, a respostas às ideias ou às vozes é um comportamento agressivo e incontrolável, o que acaba por gerar atitudes que colocam a vida dela e de muita gente em risco. Ainda de acordo com especialistas, todo mundo experimenta, ao longo da vida, desvios comportamentais em menor ou maior intensidade. O uso de determinados analgésico, por exemplo, pode provocar sonolência excessiva. Se a pessoa contrariar o seu corpo e decidir dirigir mesmo assim, poderá colocar em risco a vida dela e de outras pessoas. No entanto, esse tipo de alteração comportamental é previsível e pode ser evitada. Além do mais, o conjunto de sintomas se cessará quando as substâncias medicamentosas forem eliminadas do organismo. O paciente psicótico, no entanto, pode ser acometido por um ataque de personalidade de forma inesperada e sem causa aparente. As crises costumam ser violentas e a necessidade de intervenção médica é imediata. Apesar de alguns profissionais defenderem que os surtos psicóticos decorrem de causas neuroquímicas, e outros físicas ou até mesmo socais, há unanimidade ao se defender que a doença é realmente democrática: “O surto pode atingir qualquer pessoa, sem distinção de idade, sexo, grupo social ou capacidade de intelecto”.

Depressão, você pode vence-la.




Curitiba (PR) – A empresária Cláudia Biato, de 44 anos, sofreu muito antes de conhecer a Igreja Universal. Ela conta que tinha depressão, passava por uma séria crise no casamento de 17 anos e estava endividada. “Enfrentava o pior momento de minha vida. Estava à beira da separação e tinha uma dívida de quase R$ 100 mil”, relata. Para completar, a saúde dela estava debilitada devido a uma alergia que se alastrou pelo corpo. O desejo de mudar de vida era constante. Cláudia não aceitava aquela situação. Em meio a tantos problemas, ela ouviu falar da Fogueira Santa na IURD. “Comecei a ir às reuniões, até que participei da Fogueira Santa, com toda fé e determinação. Creio que chamei a atenção de Deus, porque comecei a obter resultados. Meu casamento foi restaurado, fiquei livre da depressão, do medo e da doença”, enfatiza. Cláudia também comemora as vitórias financeiras que obteve após a campanha. Segundo ela, quitou as dívidas que tinha com bancos e agiotas. “Conquistamos uma empresa, 6 automóveis e uma casa maravilhosa. Temos uma chácara e um terreno na praia. O melhor de tudo foi que tivemos um real encontro com Deus”, conclui.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Estressadas




 Mulheres têm duas vezes mais chances de sofrerem de estresse do que os homens, independente de classes sociais ou faixa etária, afirma a psicóloga Lucia Novaes, autora de um dos artigos do livro “Sentimentos que Causam Stress – Como lidar com eles” e presidente da Associação Brasileira de Stress. As hipóteses para explicar este fenômeno variam desde os aspectos hormonais até a maneira com que a mulher é educada para viver em sociedade. “Uma das explicações está no fato de elas desempenharem dupla jornada de trabalho, exercendo sua profissão durante o dia e depois cuidando da casa”, pontua a especialista. A forma como a mulher lida com uma situação estressante também é uma das hipóteses. “De maneira geral, os homens são mais práticos e objetivos para resolver determinadas situações”, afirma Lucia. Nos adultos, os sintomas do estresse podem ser tanto físicos quanto emocionais. Segundo ela, o estresse começa a aparecer com uma respiração ofegante e diarreia, até evoluir para dificuldades de memorização, taquicardia, depressão e síndrome do pânico. “A fase de exaustão (terceira das quatro fases do estresse), que é marcada pela dificuldade de concentração, exaustão e pelo agravamento de doenças pré-existentes, costuma ser irreversível se a pessoa não procurar ajuda médica e psicológica”, explica Lucia. Ao mesmo tempo em que casos de estresse se tornam cada vez mais frequentes, as pessoas estão mais alertas aos sintomas e costumam procuram ajuda. Segundo ela, a dificuldade de lidar com as frustrações no trabalho ou em questões familiares e sociais é uma das principais causas do estresse em adultos. A especialista ainda afirma que alguns profissionais estão mais propensos ao estresse, como jornalistas, juízes do trabalho e policiais. O quadro de estresse, contudo, também pode se desenvolver em crianças. O problema é que o comportamento agressivo e irritadiço, típico do estresse nesta faixa etária, é geralmente confundido como “birra”. “O estresse nas crianças pode se desencadear a partir de situações de desestruturação familiar, de uma exigência desmedida de pais para que os filhos sejam competitivos e bons em tudo e de uma rotina com excesso de atividades”, afirma a especialista. Como uma maneira de prevenir o estresse, Lucia Novaes aponta técnicas de relaxamento e exercícios de respiração acompanhados de atividades físicas, além da adoção de uma alimentação rica em nutrientes como cálcio, ferro, magnésio e vitaminas B e C.


domingo, 9 de setembro de 2012

'ELES BATEM E ELAS SE CALAM'. POR QUÊ?MEDO, AMOR OU DEPENDÊNCIA ECONÔMICA?




'ELES BATEM E ELAS SE CALAM'. POR QUÊ?MEDO, AMOR OU DEPENDÊNCIA ECONÔMICA?


Pesquisas realizadas recentemente pelo Ibope mostraram que, para 33% das mulheres, o problema que mais as preocupa é a violência do marido ou parceiro, além do medo de agressão por algum estranho, fora de casa. Mais de 50% das entrevistadas confessaram ter sofrido algum tipo de violência do companheiro ou conhecer ao menos uma mulher que já tenha sido vítima desse tipo de agressão. Outras 51% disseram ter amigas ou conhecidas que preferem não denunciar o agressor por julgar o atendimento ineficiente, por não acreditarem na justiça ou simplesmente por medo de retaliação. Esses dados vêm legitimar a ascensão do crime doméstico, e em especial contra as mulheres, verificado nos últimos anos no Brasil. No Sul e no Sudeste, os casos que chegaram às delegacias aumentaram 7% entre 2007 e 2008. Na periferia das grandes cidades, as mulheres que declararam se sentir desprotegidas e com medo dentro da própria casa passaram de 43% em 2006 para 60% em 2008. Os estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste continuam recordistas. Mais de 62% delas já declararam ter sofrido algum tipo de violência dentro de casa, e 74% confessaram não se sentir seguras também quando estão nas ruas. Apesar dos números, o Ibope e as autoridades competentes acreditam que esses valores sejam bem maiores, uma vez que apenas uma pequena parte presta queixa do companheiro. Prova disso é que três em cada quatro entrevistadas consideram que as penas aplicadas nos casos de violência contra mulher são irrelevantes e que a Justiça trata com descaso as vítimas desse crime. Quase 60% consideram os serviços de atendimento totalmente ineficazes ou muito pouco funcionais. Quando interrogadas sobre o que acham que acontecerá com a mulher logo após uma denúncia ser feita, 33% confessaram que “Quando o marido fica sabendo, ele reage e ela apanha ainda mais”; 27% responderam que não acontece nada com o agressor; 21% creem que o agressor será preso; outras 12% supõem que o agressor irá receber apenas uma multa ou será obrigado a doar uma cesta básica. Há também aquelas que acreditam ser mais seguro ficar calada e sofrendo agressões do que confiar na Justiça depois da denunciada.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Combustível para a covardia


Um estudo recém-divulgado prova, em números, o que há muito já é de conhecimento de todos, principalmente das famílias arruinadas pelo vício: o álcool estimula a violência doméstica. A pesquisa, uma tese de mestrado divulgada pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), foi feita com 8 mil domicílios, em 108 cidades brasileiras, e mostrou que em metade dos casos de violência doméstica houve o consumo de bebida alcoólica pelo agressor. O estudo também provou que a gravidade das agressões é maior quando há ingestão da droga. E o cenário não deve mudar tão cedo. Segundo o Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid) da Unifesp, o álcool hoje é a droga lícita mais utilizada no Brasil, sendo que quase 80% dos brasileiros já a experimentaram alguma vez e 12,3% são considerados dependentes. Com o consumo de bebida alcoólica, os homens se acham mais valentes, usam mais armas e cometem também abusos sexuais. “O álcool diminui o senso crítico do indivíduo. Na primeira fase do consumo, a pessoa bebe para ficar com coragem. Aí, fala mais e fica descontraída. Transparece na pessoa o que ela tem de mais evidente e, no caso daquelas que são violentas, essa característica predomina”, diz o psicólogo Arilton Martins Fonseca, responsável pelo estudo. A pesquisa mostra ainda que as esposas estão entre as vítimas mais maltratadas. “Isso porque o homem quer exercer um poder e vê a companheira como posse e extensão de si. Ele chega cansado, transtornado e desconta na mulher”, avalia a psicóloga Branca Paperetti, com a experiência de quem atende cerca de 200 casos semelhantes por mês na Casa Eliane de Grammont, em São Paulo, organização dedicada a dar apoio a mulheres vítimas de violência. É justamente o caso da esteticista A.N., de 46 anos, e do empresário D. N., de 52. Casados há 18 anos, ela já sofreu agressão física e psicológica do marido, que sempre se mostrou violento quando estava sob o efeito do álcool. Na última vez, há quase 1 ano, o empresário chegou bêbado em casa, acendeu velas e ameaçou incendiar tudo. Na ocasião, ele foi expluso do lar, mas voltou arrependido. “Agora, já está quase há 1 ano sem beber. Ele se arrepende do que faz. É uma pessoa maravilhosa, muito trabalhadora. Só que sob efeito do álcool se transforma”, conta ela. Esse tipo de comportamento é bastante comum nos casos de violência doméstica. Trata-se de um ciclo formado por fases de agressão, seguidas por períodos tranquilos, quando a pessoa diz se arrepender das atitudes durante a embriaguês. “Chamamos de fase de lua de mel. Ele pede desculpas, promete que nunca mais vai espancar; a mulher acredita, perdoa e relaxa. Dias depois, ele bebe novamente, insulta a companheira, e ela acaba apanhando”, explica Branca. De acordo com ela, é importante ressaltar que a bebida alcoólica funciona como um fator que libera a violência doméstica, mas não pode ser usado como justificativa das agressões – tese com a qual o pesquisador da Unifesp concorda. “O álcool vira uma personificação. A mulher se induz a pensar que o marido bebeu, por isso, não estava em si e o desculpa mais facilmente. A crença de que o álcool é responsável pelas agressões diminui a culpa do agressor e aumenta a tolerância da vítima”, conclui Fonseca. (A.M.)

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